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    Como Superman inspirou luta contra a homofobia no vôlei brasileiro

    27 de outubro de 2021 /

    A revelação de que o novo Superman se assume bissexual nos quadrinhos de “Superman: Son of Kal-El”, em edição que será lançada em novembro nos EUA pela DC Comics, tirou do armário a homofobia brasileira e inspirou uma luta contra o preconceito no esporte nacional, com união de atletas LGBTQIAP+ e patrocinadores contra a intolerância e em defesa de “um mundo melhor”, como diz o slogan do super-herói para o século 21. Como todo bom quadrinho, esta luta tem um vilão. Bolsonarista assumido, o jogador Mauricio Souza assumiu o papel ao ser dispensado nesta quinta (27/10) pelo Minas Tênis Club, seu time de vôlei, e não voltará mais a ser relacionado para jogos da seleção, após declarações polêmicas contra as primeiras imagens divulgadas da publicação da DC, que mostram o jovem Superman de 17 anos, filho de Clark Kent e Lois Lane, trocando beijos com outro adolescente. “A é só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar…”, ele escreveu no Instagram no Dia das Crianças, dando início a maior controvérsia do ano no esporte brasileiro, após manifestações de outros atletas do vôlei, como Sidão e Wallace. Este último escreveu “Misericórdia”, ecoando o repúdio de Mauricio. Muitos torcedores consideraram a postagem como indireta contra companheiros de seleção. E Douglas Souza (sem parentesco), assumidamente homossexual, rebateu logo em seguida. “Engraçado que eu não ‘virei heterossexual’ vendo os super-heróis homens beijando mulheres… Se uma imagem como essa te preocupa, sinto muito, mas eu tenho uma novidade para a sua heterossexualidade frágil. Vai ter beijo sim. Obrigado, DC [Comics], por pensar em representar todos nós e não só uma parte”, disse o jogador, que participou das Olimpíadas do Japão com Mauricio. Apesar das críticas, Mauricio resolveu reforçar sua opinião nas redes sociais. Com fundo preto, ele escreveu: “Hoje em dia o certo é errado e o errado é certo… Não se depender de mim. Se tem que escolher um lado eu fico do lado que eu acho certo! Fico com minhas crenças, valores e ideias!”. E ainda acrescentou, fazendo referência à suposta “heterossexualidade frágil” citada por Douglas: “Pra cima de mim não! Aqui é frágil igual esticador de canto de cerca!”. O novo post gerou mais repercussão, forçando o Minas Tênis Clube a se manifestar. O clube soltou um comunicado dizendo estar “ciente do posicionamento público do atleta Maurício Souza”. Mas defendeu seu direito à “liberdade de expressão”: “Todos os atletas federados à agremiação têm liberdade para se expressar livremente em suas redes sociais”. Para se sustentar em cima do muro, o texto ainda acrescentou: “O Clube é apartidário, apolítico e preocupa-se com a inclusão, diversidade e demais causas sociais. Não aceitamos manifestações homofóbicas, racistas ou qualquer manifestação que fira a lei. A agremiação salienta que as opiniões do jogador não representam as crenças da instituição sócio desportiva”. E concluiu, visando dar o assunto por encerrado: “O Minas Tênis Clube pondera que já conversou com o atleta e tem orientado internamente sobre o assunto”. Mas o discurso “apaziguador” só aumentou a polêmica, que chegou aos patrocinadores do time. A montadora Fiat e a metalúrgica Gerdau assinaram comunicados opostos ao tom do Minas, exigindo o enquadramento de Mauricio. Em sua nota, a Fiat disse que estava “cobrando as medidas cabíveis”, afirmando ter “posicionamento inegociável diante do respeito à diversidade e à inclusão” e que “repudia qualquer tipo de declaração que promova ódio, exclusão ou diminuição da pessoa humana”. A Gerdau também cobrou “tratativas necessárias ao caso” e a adoção de “medidas cabíveis, o mais rápido possível”, reforçando seu “compromisso com a diversidade e inclusão, um valor inegociável para a companhia”. Após a cobrança pública, o Minas mudou de tom. Em comunicado bem mais duro, anunciou que “não aceitará manifestações intolerantes de qualquer forma” e “intensificará campanhas internas em prol da diversidade, respeito e união, por serem causas importantes e alinhadas com os valores institucionais”. Além do comunicado, o clube multou e suspendeu o jogador, forçando-o ainda a fazer uma retratação pública. Na terça (26/10), Mauricio pediu desculpas sem dizer pelo quê, escrevendo uma mensagem sem a esperada retratação no Twitter, onde tem menos seguidores, ao mesmo tempo em que manteve as publicações com teor homofóbico no Instagram. “Pessoal, após conversar com meus familiares, colegas e diretoria do Clube, pensei muito sobre as últimas publicações que eu fiz no meu perfil. Estou vindo a público pedir desculpas a todos a quem desrespeitei ou ofendi, esta não foi minha intenção. Tenho refletido muito e reitero minhas desculpas pelo posicionamento”, o jogador escreveu, sem se aprofundar. Acompanhando o caso da Itália, onde defende atualmente o Vibo Valentia, Douglas desabafou: “O famoso não vai dar em nada, né. Toda vez a mesma coisa, cansado disso, de sempre ter falas criminosas e no máximo que rola é uma ‘multa’ e uma retratação nas redes sociais. Até quando? Feliz pelas empresas se juntando contra e triste por atletas tentar passar o pano nisso. Vergonhoso. Todos os dias, todas as horas um dos nossos morrem. E o que temos? Uma retratação”. Craque da seleção e capitã do time feminino do Minas, Carol Gattaz compartilhou a publicação de Douglas mostrando solidariedade. “Estou com você”, disse. A central também se posicionou em seu Instagram, destacando que “homofobia é crime” e exigindo respeito. “Já toleramos desrespeito, gracinhas e preconceitos disfarçados de opinião por muito tempo. Chega”, postou. As reações reforçaram que a resolução do caso não era o que se esperava. Após indícios de que os patrocinadores procuraram a diretoria do clube de Belo Horizonte para cobrar a necessidade de um post no Instagram e que fossem deletados os posts homofóbicos, Mauricio foi novamente às redes sociais nesta quarta (27/10), desta vez em vídeo gravado para o Instagram, onde voltou a “pedir desculpas a quem se sentiu ofendido”. Entretanto, ele se recusou a fazer uma retratação. Ao contrário, defendeu que “ter opinião e defender o que se acredita não é ser homofóbico com ninguém”. “Eu fico triste com tudo que está acontecendo, porque infelizmente a gente não pode mais dar opinião, colocar os valores acima de tudo. Valores de família, valores que a gente acredita. Mas os valores de vocês a gente tem que respeitar de qualquer custo, se não a gente é taxado de homofóbico, preconceituoso…”, reclamou o jogador. O anúncio do desligamento do Minas ocorreu logo depois que a nova postagem foi ao ar. “O Minas Tênis Clube informa que o atleta Maurício Souza não é mais jogador do Clube”, divulgou a entidade esportiva, de forma curta e seca, nas redes sociais. Procurado pela imprensa para repercutir o fato, Renan dal Zotto, técnico da seleção brasileira de vôlei, também fechou as portas para Maurício Souza. O treinador se posicionou de forma contundente contra as declarações homofóbicas do meio de rede do Minas Tênis Clube. Em entrevista ao jornal Extra, Renan justificou sua posição: “É inadmissível este tipo de conduta do Maurício e eu sou radicalmente contra qualquer tipo de preconceito, homofobia, racismo. Em se tratando de seleção brasileira, não tem espaço para profissionais homofóbicos. Acima de tudo, preciso ter um time e não posso ter este tipo de polêmica no grupo. Não me refiro apenas ao elenco dos atletas. É geral, para todos os profissionais”.

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    Colorista da DC é afastado após criticar bissexualidade do filho de Superman

    22 de outubro de 2021 /

    Gabe Eltaeb, responsável por colorir as primeiras edições das HQs “Superman: Son of Kal-El”, foi afastado da publicação pela DC Comics, após fazer comentários preconceituosos sobre a história em que Jon Kent, filho de Clark Kent/Superman, dá um beijo em outro rapaz e se revela bissexual. O colorista participou de uma transmissão ao vivo com integrantes do movimento Comicsgate, que é contra a diversidade nos quadrinhos. No evento, Gabe afirmou: “Estou cansado deles arruinarem esses personagens. Eles não têm o direito de fazer isso”. Ele também reclamou da mudança do lema do Superman, que costumava ser “Verdade, Justiça e o Jeito Americano”, e com Jon Kent passa a ser “Verdade, Justiça e um Mundo Melhor”. “Meu avô quase morreu na 2ª Guerra Mundial, não temos o direito de destruir as m****s que as pessoas morreram para nos dar. É absurdo para c******”, acrescentou o colorista, que ainda afirmou que a DC estaria prejudicando o público por não dizer que a mentalidade conservadora é melhor que a de esquerda. Um dos argumentos dos membros do Comicsgate para defender um mundo mais branco, machista e homofóbico é que o destaque para minorias raciais, mulheres e personagens LGBTQIAP+ diminuiria as vendas dos quadrinhos. Só que a DC Comics anunciou nesta semana que a edição de “Son of Kal-El” em que Jon Kent se revela bissexual bateu recorde de pré-venda, um mês antes de seu lançamento. Por conta disso, a editora vai reimprimir e relançar os quatro números anteriores da publicação, incluindo neles o selo DC Pride (“Orgulho DC”, em homenagem aos personagens LGBTQIAP+). Os nerds conservadores também apostaram que “Mulher-Maravilha”, “Capitã Marvel” e “Pantera Negra” fracassariam nas bilheterias de cinema, e ainda fizeram campanha para negativar as notas destes filmes em sites de cotação do público, como o IMDb e na votação popular do Rotten Tomatoes.

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    “Superman & Lois” mostra tour pela casa da família Kent

    16 de outubro de 2021 /

    A Warner Bros. TV divulgou um vídeo de bastidores de “Superman & Lois” apresentado no evento DC Fandome. O vídeo é um tour comentado pelo cenário principal da série, a casa da família Kent, apresentado por Elizabeth Tulloch e Alex Garfin, intérpretes de Lois Lane e seu filho Jordan Kent. O elenco também destaca Tyler Hoechlin como Superman e Jordan Elass como o outro filho adolescente da família, Jonathan Kent. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a nova série encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos crescidos. Após perderem seus empregos no Planeta Diário, a família decide se mudar para a antiga fazenda Kent de Smallville, onde tentam levar uma vida mais tranquila – ao menos, quanto não estão lutando para impedir a destruição do mundo. Uma das atrações de maior audiência da rede americana The CW, “Superman & Lois” foi renovada para sua 2ª temporada em março passado, mas os novos episódios ainda não tem previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma HBO Max.

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    Filho de Superman se assume bissexual nos quadrinhos

    11 de outubro de 2021 /

    Depois de Robin, o filho de Superman também vai sair do armário. A quinta edição da nova revista em quadrinhos “Superman: Son of Kal-El”, que será lançada em novembro pela DC Comics, vai mostrar que Jon Kent, filho de Clark Kent, faz parte da comunidade LGBTQIAP+. As primeiras imagens divulgadas da publicação mostram o jovem de 17 anos trocando beijos com outro adolescente. Na trama, ele terá um relacionamento com o repórter e ativista Jay Nakamura, que tem ligações com seus pais, Superman e Lois Lane. O escritor da história, Tom Taylor, revelou que o novo Superman, que assume o papel do pai, enquanto Kal-El/Clark Kent viaja numa missão espacial, será retratado como bissexual na revista. “Quando me perguntaram se eu queria escrever a primeira história de um novo Superman para o Universo DC, eu sabia que substituir o Clark com outro cara hetero e branco seria uma oportunidade perdida. Eu sempre disse que todo mundo precisa de heróis e todo mundo merece ver a si mesmo em seus heróis. Agora, o Superman, o herói mais forte do planeta, está se assumindo”, disse Taylor, em entrevista para o site IGN. Ele também destacou a importância do relacionamento entre Jon e Jay para o arco narrativo do personagem. “Devido a mudança na idade de Jon, por ele ter passado um tempo no futuro, ele não tem amigos no presente que possuem sua idade. Ele não tem seu ‘elenco’ de apoio”. Apesar disso, o roteirista afirma que ele formará uma parceira importante com Damian Wayne, o filho de Batman. Vale reparar que o novo Superman não é o primeiro personagem da DC que Taylor transforma em bissexual. Ele também foi o responsável pelo arco narrativo de Arlequina em “Injustice”, onde ela acaba casando com a Hera Venenosa. “[A Arlequina] foi a primeira personagem que eu pude escrever sendo abertamente bissexual”, ele contou. “Mesmo no nosso universo próprio de ‘Injustice’, pudemos contar histórias e mostrar relacionamentos que não estavam acontecendo em outras publicações naquela época. E eu me senti honrado de ter a chance de escrever o casamento da Arlequina e Hera Venenosa ano passado em Injustice: Ano Zero”, comentou. “Relacionamentos na vida amorosa da Harley são sempre uma loucura. Ainda assim, a principal lição é ser o mais natural possível, acompanhando as ações dos personagens, deixando eles serem levados pelas emoções e deixar eles irem. Eu espero alcançar a mesma coisa com Jon e Jay”, concluiu. Jon Kent vai se assumir bissexual poucos meses após a sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrar Tim Drake, o terceiro Robin, da mesma forma. O quinto número de “Superman: Son of Kal-El” será publicado em 9 de novembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Veja a capa abaixo.

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    Atores de “Teen Wolf” vão se reencontrar em “Superman & Lois”

    2 de outubro de 2021 /

    O ator Tyler Hoechlin, que interpreta o Superman do Arrowverso, voltará a contracenar com Ian Bohen na 2ª temporada de “Superman & Lois”. Trata-se de um reencontro de “Teen Wolf”, série que os dois estrelaram em papéis de tio e sobrinho rivais. Hoechlin mostrou o reencontro “surpresa” num vídeo sobre os bastidores do começo das gravações, publicado em seu Instagram na sexta-feira (1/10). Bohen viverá o Tenente Mitch Anderson nos próximos episódios. Descrito como um novo líder do Departamento de Defesa, após a decisão do General Lane (Dylan Walsh) de se afastar, ele não gosta da independência de Superman e tentará colocar o herói sob sua autoridade. Nos quadrinhos, Mitch Anderson foi introduzido de forma muito diferente no arco da “Morte do Superman” e virou um super-herói chamado Explosão (Outburst), líder de uma milícia meta-humana que Lex Luthor tentou manipular, mas que se aliou a Superman. A escalação de Ian Bohen é a primeira novidade revelada da 2ª temporada de “Superman & Lois”. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a nova série encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem seus empregos no Planeta Diário, o casal decide viver com os filhos na antiga fazenda Kent de Smallville, onde tentam levar uma vida mais tranquila – quando não estão enfrentando planos alienígenas para a destruição do mundo. Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Tyler Hoechlin (@tylerhoechlin)

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    Michael B. Jordan pode virar “Superman negro”

    23 de julho de 2021 /

    O ator Michael B. Jordan (de “Creed” e “Pantera Negra”) pode virar o “Superman negro” que vazamentos de maio passado revelaram estar entre os próximos projetos da Warner para o cinema. Novas informações sobre o filme foram publicadas pelo site Collider, que afirma que a produção na verdade será uma minissérie da HBO Max e não apresentará uma versão negra de Clark Kent/Kal-El, mas um novo personagem, Val-Zod. Jordan vai coproduzir a atração por meio de sua produtora, Outlier Society, e deve atuar no projeto, mas sua participação como Val-Zod não está confirmada. Na verdade, nenhum detalhe desta notícia tem confirmação oficial e nenhum outro site americano corroborou qualquer uma dessas informações. O registro só está sendo feito porque o Collider geralmente tem boas fontes, conquistadas em vários anos de submissão ao circuito dos junkets – o formato industrial das entrevistas de cinema. Para os curiosos, vale lembrar que Val-Zod foi criado em 2014 por Tom Taylor, Nicola Scott e o brasileiro Robson Rocha, que morreu de covid-19 aos 41 anos na semana passada. A realização do projeto também seria uma forma de homenagear o artista. Nos quadrinhos, o personagem é filho adotivo dos pais kryptonianos do Superman, que sobreviveu à destruição de seu planeta com Kara e Kal-El, e ao crescer se tornou o segundo homem a usar o uniforme do herói no universo paralelo da Terra 2.

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    Séries online: Superman chega em dose tripla ao streaming

    23 de julho de 2021 /

    Superman rende as maiores maratonas da semana com o lançamento de três séries diferentes na HBO Max. Apenas uma é inédita no Brasil: “Superman & Lois”, que ao estrear na TV em fevereiro tornou-se a atração mais vista da rede americana The CW em todos os tempos. Apesar de integrar o “Arrowverso”, é completamente diferente das demais produções deste universo televisivo, graças à fotografia cinematográfica e uma trama assumidamente dramática. A trama encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase nunca antes retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes, de volta à antiga fazenda Kent em Smallville. “Smallville”, por sinal, é outra série do pacote. Ao longo de 10 temporadas, mostra como o adolescente Clark Kent se tornou Superman. E ainda há as 3 temporadas de “Superman: A Série Animada”, considerada por muitos a melhor versão de Superman fora dos quadrinhos. A programação de streaming ainda destaca a volta de “Ted Lasso”, série mais popular e premiada da Apple TV+, que começa sua 2ª temporada nesta sexta (23/7), a nova animação de He-Man, “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, a primeira atração brasileira da HBO Max, “Os Ausentes”, a adaptação do filme “Uma Dupla Quase Perfeita” (Turner & Hooch) e duas minisséries clássicas da TV sul-americana, a brasileira “Hilda Furacão” e a argentina “Okupas”. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana.     Superman & Lois | EUA | 1ª Temporada (HBO Max)     Smallville | EUA | 1ª a 10ª Temporada (HBO Max)     Superman: A Série Animada | EUA | 1ª à 3ª Temporada (HBO Max)     Mestres do Universo: Salvando Eternia | EUA | 1ª Temporada – Parte 1 (Netflix)     Ted Lasso | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+)     Turner e Hooch | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Sky Rojo | Espanha | 2ª Temporada (Netflix)     Os Ausentes | Brasil | 1ª Temporada (HBO Max)     Okupas | Argentina | Minissérie (Netflix)     Hilda Furacão | Brasil | Minissérie (Globoplay)

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    HBO Max lançará novas séries animadas de Batman e Superman

    20 de maio de 2021 /

    A HBO Max anunciou a produção de novas séries animadas de Batman e Superman, que serão conduzidas pelo co-criador de “Batman: A Série Animada”, Bruce Timm, e o presidente da Warner Bros. Animation, Sam Register. Com maior impacto, “Batman: Caped Crusader” trará Bruce Timm de volta ao universo que já rendeu para o estúdio a personagem da Arlequina. Ele vai trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do vindouro filme do “Batman”. “Estamos muito empolgados em trabalhar juntos para trazer esse personagem de volta, para contar novas histórias cativantes em Gotham City”, disseram o trio num comunicado conjunto. “A série será emocionante, cinematográfica e evocativa das raízes noir do Batman, enquanto mergulha mais fundo na psicologia desses personagens icônicos. Mal podemos esperar para compartilhar este novo mundo.” “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, acrescentou Sam Register. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.” Register é o principal produtor de “My Adventures With Superman”, que está mais adiantada, tem dubladores definidos, e vai estrear com a 2ª temporada já encomendada. A atração vai mostrar Clark Kent, identidade do super-herói mais poderoso do mundo, em seus primeiros dias como repórter do Planeta Diário. A trama vai destacar sua parceria como seu melhor amigo, o fotógrafo Jimmy Olsen, conforme eles começam a descobrir o que podem realizar juntos como uma equipe de jornalismo investigativo. Olsen será retratado como um jovem preto, seguindo a mudança estabelecida pela série “Supergirl”, em vez do visual ruivo dos quadrinhos originais. A série também destacará Lois Lane como uma estrela das notícias, que coloca Jimmy sob sua proteção, enquanto começa a se apaixonar por Clark. Os atores Jack Quaid (“The Boys”) e Alice Lee (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) darão voz aos supernamorados mais conhecidos dos quadrinhos. “Tem sido uma ótima parceria trabalhar com Cartoon Network e HBO Max para trazer mais super-heróis da DC para a plataforma de maneiras novas e criativamente interessantes”, declarou Register. “Esta é a primeira série animada do Superman em muitos anos e queremos contar nossa história do Superman através do trio formado por Clark, Lois e Jimmy – cuja dinâmica de relacionamento permitirá tramas ricas, serializadas e envolventes, enquanto exploramos suas vidas como indivíduos e seu crescimento como melhores amigos.” As séries terão abordagens e visuais bem diferentes, como se pode ver pelo material adiantado. A atração de Batman se inspira nos desenhos mais sombrios de Bob Kane, criador do personagem em 1939, enquanto o material de Superman assume uma aparência moderna e leve de anime. As fotos acima e abaixo já são registros das duas produções.

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    Warner procura diretor e ator negros para seu próximo Superman

    5 de maio de 2021 /

    O próximo Superman dos cinemas será negro. A revista The Hollywood Reporter fez uma reportagem sobre os bastidores da produção da Warner e revelou que o estúdio busca um ator e um diretor pretos para filmar a produção. A decisão estaria ligada à encomenda do roteiro à Ta-Nehisi Coates, jornalista, escritor e autor de quadrinhos do Pantera Negra na Marvel. Ele se tornou roteirista de cinema recentemente, pelas mãos do cineasta Ryan Coogler (“Pantera Negra”), assinando a trama do vindouro drama “Wrong Answer”, que ainda não tem previsão de estreia. O reboot do Homem de Aço está sendo produzido pelo também cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), dentro de um contrato milionário de desenvolvimento que ele fechou para sua empresa Bad Robot com a Warner. Vale lembrar que Abrams chegou a escrever um filme do herói, “Superman: Flyby”, em 2002, que nunca foi produzido. Mas as fontes do THR afirmam que seu nome foi descartado como diretor, porque seria um equívoco racial. Segundo apurou a publicação, o roteiro de Coates vai mostrar um Kal-El preto, que chega de Krypton e tem vivências similares às conhecidas pelos fãs de quadrinhos, ao mesmo tempo em que evocarão o tratamento diferente que ele recebe por não ser branco. A época em que a trama se passa está aberta à discussões, mas, também de acordo com o THR, a produção tende a ser de época e se passar no século 20 para explorar o conflito racial em potencial. Ainda em desenvolvimento, o roteiro só deve ficar pronto no fim do ano. A Warner teria dado até dezembro para Coates encerrar a história. Entre os diretores considerados para a comandar o longa estão Steven Caple Jr. (“Creed II”), Regina King (“Uma Noite em Miami”) e Shaka King (“Judas e o Messias Negro”). O último teria vantagem por já trabalhar com o estúdio. “Judas e o Messias Negro” foi uma produção da Warner e conquistou dois Oscars em abril passado. Nos últimos dias, o astro Michael B. Jordan (“Creed”, “Pantera Negra”) se retirou da disputa pelo papel principal. “Estou lisonjeado que as pessoas me incluam nessa conversa”, ele disse ao THR enquanto promovia “Sem Remorso”, da Amazon. “É definitivamente um elogio, mas vou apenas assistir a este filme.” O último filme-solo do personagem foi “Homem de Aço”, de 2013, que introduziu a versão atual do herói nos cinemas, interpretada por Henry Cavill. Desde então, este Superman apareceu em “Batman vs. Superman” (2015) e “Liga da Justiça” (2017), que ganhou uma segunda versão (do diretor por Zack Snyder) em março passado. O Superman negro pode ser novidade dos cinemas, mas uma versão afro-americana do herói já apareceu nos quadrinhos, criada por Grant Morrison e Doug Mahnk em 2009. Ao vir de Krypton, ele adotou o nome de Calvin Ellis (mais parecido com Kal-El) e, ao contrário de Clark Kent, conseguiu um emprego bem mais importante que jornalista, tornando-se presidente dos Estados Unidos! A história deste Superman se passa em outra Terra no Multiverso. E a Warner pretende introduzir o Multiverso nos cinemas no vindouro filme “The Flash”, que começou recentemente a sua produção.

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    Krypton: Regé-Jean Page comenta notícia de que perdeu papel por ser negro

    7 de abril de 2021 /

    O ator Regé-Jean Page, intérprete do Duque de Hastings de “Bridgerton”, postou nas redes sociais sua reação à reportagem da revista The Hollywood Reporter que revelou que ele não conseguiu o papel principal da série “Krypton” por ser negro. “Ouvir sobre essas conversas não dói menos agora do que doeu naquela época”, Page tuitou nesta quarta-feira (7/4). “Para ser honesto, os esclarecimentos quase doem ainda mais”, acrescentou Embora Page não mencione “Krypton” no tuíte, ele termina com as palavras “Nós ainda voamos” – que aparentemente se refere à capacidade do Superman de voar. Uma longa reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre as acusações de Ray Fisher contra a Warner Bros. revelou que Geoff Johns, quando foi presidente da DC Entertainment entre 2010 e 2018, impediu os produtores da série “Krypton” de escalar Regé-Jean Page como protagonista da série “Krypton”. De acordo com as fontes da produção ouvidas pela THR, Johns teria citado especificamente o fato de Page ser negro como impedimento para que ele interpretasse o papel. “Krypton”, que ficou no ar entre 2018 e 2019, contava as aventuras de Seg-El, avô de Kal-El (o futuro Superman), antes da destruição de seu planeta. O papel acabou interpretado por Cameron Cuffe, um ator branco. Representantes de Johns responderam à acusação dizendo que o produtor achou, na época, que os fãs esperariam um ator “que se parecesse com um jovem Henry Cavill” no papel de Seg-El. Em outras palavras, os fãs não aprovariam um negro como avô de Superman. Hearing about these conversations hurts no less now than it did back then. The clarifications almost hurt more tbh. Still just doing my thing. Still we do the work. We still fly. 👊🏽 — Regé-Jean Page (@regejean) April 7, 2021

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  • Etc,  Série

    Produtor da Warner impediu Regé-Jean Page de estrelar série por ser negro

    6 de abril de 2021 /

    Uma longa reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre as acusações de Ray Fisher contra a Warner Bros. revelou que Geoff Johns, quando foi presidente da DC Entertainment entre 2010 e 2018, impediu os produtores da série “Krypton” de escalar Regé-Jean Page (o futuro Duque de Hastings de “Bridgerton”) como protagonista da série “Krypton” por ser negro. De acordo com fontes da THR, Johns teria citado especificamente o fato de Page ser negro como impedimento para que ele interpretasse o papel. “Krypton”, que ficou no ar entre 2018 e 2019, contava as aventuras de Seg-El, avô de Kal-El (o futuro Superman), antes da destruição de seu planeta. O papel acabou interpretado por Cameron Cuffe, um ator branco. Representantes de Johns responderam à acusação dizendo que o produtor achou, na época, que os fãs esperariam um ator “que se parecesse com um jovem Henry Cavill” no papel de Seg-El. Em outras palavras, os fãs não aprovariam um negro como avô de Superman. Mas este não teria sido o único problema de escalação em “Krypton”. Johns também teria vetado a possibilidade do personagem Adam Strange, um herói interpretado por Shaun Sipos, ser retratado como gay ou bissexual. O personagem, que viaja do futuro para avisar Seg-El sobre o ataque do vilão Brainiac (Blake Ritson) e contar a ele sobre os feitos do seu neto, é heterossexual nos quadrinhos. Na série, supostamente por determinação de Johns, a sexualidade de Strange é apenas sugerida. O personagem é visto sorrindo para um soldado nu do sexo masculino em uma cena de “Krypton”, mas também tem uma breve conversa com Alanna, seu interesse romântico nos quadrinhos, que implica um passado entre eles. “Geoff celebra e apoia personagens LGBTQIAP+, incluindo a Batwoman, que voltou aos quadrinhos em 2006, como uma mulher lésbica, em uma série coescrita por ele”, comentaram os representantes do produtor, sem citar o caso específico relatado na matéria. O THR ainda cita a roteirista Nadria Tucker, que tuitou em 24 de fevereiro: “Não falo com Geoff Johns desde o dia em que ele tentou me dizer o que é e o que não é uma coisa negra”. Procurada para esclarecer o comentário, ela disse que Johns impediu que o penteado de uma personagem negra fosse mudado em cenas que aconteceram em dias diferentes. “Eu disse que nós, mulheres negras, tendemos a mudar nosso cabelo com frequência. Não é estranho, é uma coisa negra”, ela afirmou. “E ele disse: ‘Não, não é’. ” O porta-voz de Johns respondeu que a preocupação do produtor era sobre continuidade. “O que eram notas de continuidade padrão para uma cena estão sendo comentadas de uma forma que não é apenas pessoalmente ofensiva para Geoff, mas para as pessoas que sabem quem ele é, conhecem o trabalho que ele fez e conhecem a vida que ele vive, pois Geoff conhece pessoalmente, em primeira mão, os efeitos dolorosos dos estereótipos raciais em relação ao cabelo e outros estereótipos culturais, tendo sido casado por uma década com uma mulher negra e por sua segunda esposa ser asiática-americana, assim como seu filho, que é mestiço”. A reportagem ainda sugere que as fontes da reportagem não foram ouvidas na investigação iniciada pela Warner para apurar as acusações de Fisher sobre os bastidores de “Liga da Justiça”, que terminaram supostamente enquadrando apenas o diretor Joss Whedon, responsável pelos problemas iniciais com o elenco. Supostamente, porque o nome de Whedon não foi apontado na conclusão dos trabalhos. Em comunicado oficial, o estúdio disse apenas: “A investigação da WarnerMedia sobre o filme da ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Dias antes, Whedon tinha anunciado que estava se afastando de “The Nevers”, série que ele criou e que estreia no domingo (11/4) na HBO. Geoff Johns, por sua vez, continua à frente da série “Stargirl”, que ele criou, baseando-se em quadrinhos que ele também escreveu, além de ter trabalhado, após “Liga da Justiça”, nos roteiros de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”.

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    Superman & Lois vira estreia de série mais vista da rede The CW

    6 de março de 2021 /

    “Superman & Lois” bateu outro recorde na rede The CW. Depois de estrear com a maior audiência ao vivo de uma série da DC desde 2019, com 1,7 milhão de espectadores na televisão, a atração somou mais 1,5 milhões em streaming, reprises e gravações digitais, atingindo 3,2 milhões de pessoas em uma semana. O desempenho semanal transformou “Superman & Lois” na estreia de série mais vista na história da rede. A atração também registrou aumento de 105% sobre seu índice demográfico inicial, atingindo uma classificação de 0,76 após uma semana entre o público adulto. Graças a esses números, a rede CW anunciou que vai exibir todos os novos episódios de “Superman & Lois” com cenas extras no aplicativo da rede e no site CWTV.com após sua transmissão na televisão. Isto vai acontecer de graça, sem necessidade de assinatura especial. A duração das cenas adicionais, não exibidas na TV, vai variar de capítulo a capítulo. A série também já foi renovada para sua 2ª temporada. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção, com clima cinematográfico, encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. Um acidente leva Clark a finalmente revelar ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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    Superman & Lois é renovada para 2ª temporada

    2 de março de 2021 /

    A rede americana The CW anunciou a renovação de “Superman & Lois” para sua 2ª temporada, uma semana após a exibição do episódio de estreia. A série conquistou números surpreendentes para a CW, assistida ao vivo por 1,71 milhão de espectadores – a segunda maior estreia de uma adaptação da DC Comics da emissora desde “Batwoman” em 2019. E ainda acrescentou mais 1 milhão de espectadores com a exibição de reprise, somando ao todo 2,7 milhões em seus primeiros três dias no ar. Os números não contabilizam a audiência em streaming da plataforma do canal (CW Seed), que o presidente da rede, Mark Pedowitz, afirma ter sido “fenomenal” e que fontes do site Deadline dizem ter batido o recorde como o maior pico de streaming da história da rede. “A estreia multiplataforma fenomenal de ‘Superman & Lois’, que foi um grande sucesso tanto em uma base linear quanto em streaming, é uma prova da criatividade, trabalho árduo e dedicação das pessoas talentosas que trabalharam incansavelmente na frente e atrás do câmera, especialmente neste ambiente desafiador”, disse Pedowitz, em comunicado. “Estamos entusiasmados por agora ter dois novos sucessos genuínos em ‘Superman’ e ‘Walker’, ambos renovados para a próxima temporada junto com mais 11 de nossos programas, posicionando-nos ainda fortes para a próxima temporada.” “Superman & Lois” eleva para 13 o número de séries da CW renovadas para a temporada 2021-2022. A confirmação de sua 2ª temporada segue de perto o mesmo anúncio em relação a “Walker”, que garantiu sua 2ª temporada após dois episódios, que também registraram grande audiência. A diferença é que, ao contrário de “Walker”, destruída pela crítica, “Superman & Lois” caiu nas graças da imprensa norte-americana, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A atração foi criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, e encontra Clark Kent e Lois Lane numa fase que ainda não tinha sido retratada em live-action, muitos anos após seu casamento e com filhos já adolescentes. Após perderem os empregos no Planeta Diário e uma tragédia na vida de Clark, eles decidem voltar à antiga fazenda Kent em Smallville. Mas mantém a identidade do herói em segredo dos filhos. A produção, com clima cinematográfico, começa com Clark revelando ser o Superman para os filhos incrédulos, ao mesmo tempo em que descobre que um deles herdou seus superpoderes. Além de Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais (que eles já viveram em “Supergirl”), o elenco destaca Jordan Elass como Jonathan e Alexander Garfin como Jordan Kent, os filhos adolescentes do casal. Inédita no Brasil, “Superman & Lois” pode aparecer na HBO, que atualmente exibe “Batwoman”, ou ser disponibilizada junto com a plataforma HBO Max, que chega em junho por aqui. Veja abaixo o trailer oficial da série.

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