Esquadrão Suicida: Diretor revela que Robin foi assassinado pelo Coringa
O diretor David Ayer acabou com a especulação sobre um detalhe de “Esquadrão Suicida” tão relevante quanto o papel de Jena Malone em “Batman vs. Superman”. Afinal, quem matou Robin? Assim como na saga em quadrinhos “Morte em Família”, o assassino foi mesmo o Coringa. Fãs tinha concluído, por conta própria, que o personagem, que não apareceu em nenhum filme do universo compartilhado da DC, teria sido morto pela Arlequina – graças a um rápido vislumbre na ficha corrida da criminosa, em “Esquadrão Suicida”. Mas não foi nada disso. O diretor chegou até a revelar que, após o assassinato, Batman basicamente arrebentou a cara do Coringa e o jogou no Asilo Arkham. E foi lá que o vilão teria feito a tatuagem de “estragado” (damaged) na testa, como uma forma de dizer que ele “era bonito antes, mas o Batman estragou minha cara”, explicou Ayer, em entrevista para a revista Empire, sobre a história pregressa criada para os personagens. Agora, com as respostas, os fãs podem especular se o Robin morto é Jason Todd, como nos quadrinhos, ou Dick Grayson, o herói original, ou até mesmo algum outro substituto. Nada disso sequer foi escrito no roteiro de “Esquadrão Suicida”, filme que teve “seis ou sete montagens diferentes” e dezenas de cenas cortadas. Atualmente em cartaz nos cinemas, “Esquadrão Suicida” também teve a cara quebrada pela crítica internacional, mas conseguiu estrear no topo das bilheterias, tanto nos EUA quanto no Brasil.
Soldado Invernal pode voltar no novo filme dos Vingadores
O elenco de “Vingadores: Guerra Infinita” começa a ser delineado. E, além dos nomes esperados, uma informação inesperada já repercute com gosto de spoiler. Isto porque, mesmo diante do final de “Capitão América: Guerra Civil”, o Soldado Invernal participará da nova reunião de super-heróis da Marvel. O nome do ator Sebastian Stan veio à tona ao final de uma reportagem do site The Hollywood Reporter, que informou casualmente que o ator irá rodar, junto com seus colegas da Marvel, o longa “Vingadores: Guerra Infinita” a partir do começo do ano que vem. A Marvel não se pronunciou sobre o assunto, mas o destino do Soldado Invernal pode ser resolvido até antes, no filme solo do “Pantera Negra”, devido aos desdobramentos de “Capitão América: Guerra Civil”. “Pantera Negra” vai chegar aos cinemas em fevereiro de 2018, três meses antes de “Vingadores: Guerra Infinita”, o que significa, em termos de universo compartilhado, que os eventos do primeiro filme terão consequência direta no outro.
Zack Snyder dirigiu cena importante de Esquadrão Suicida
Muitos fãs esperavam que “Esquadrão Suicida” fosse capaz de inaugurar uma nova etapa nos filmes baseados nos quadrinhos da DC Comics. Afinal, ao contrário de “Batman vs. Superman” e o anterior “O Homem de Aço”, ele tinha a distinção de ser o primeiro sem a direção de Zack Snyder, desde que a Warner lançou seu projeto de universo compartilhado em 2013. Mas agora vem a notícia de que nem isso era inteiramente verdade. Em entrevista ao site Collider, o diretor David Ayer admitiu que Zack Snyder dirigiu uma cena importante do filme. Trata-se da participação do Flash. A sequência em que o herói prende o vilão Capitão Bumerangue (Jai Courtney) nem sequer foi filmada nos EUA, como o resto do “Esquadrão Suicida”. Ela foi rodada no set da “Liga da Justiça”, na Inglaterra, quando “Esquadrão Suicida” já tinha encerrado sua fotografia principal e estava em pós-produção. Snyder filmou Ezra Miller como Flash, aproveitando um intervalo entre as filmagens da “Liga da Justiça”. “Flash sempre esteve no filme, mas fomos sortudos porque ‘Liga da Justiça’ estava sendo filmado e eles tinham o uniforme, tinham tudo pronto, então conseguimos filmar esta sequência”, contou Ayer. Muita coisa aconteceu no filme na pós-produção, especialmente na montagem, que cortou diversas cenas – segundo Jared Leto, o suficiente para um filme solo do Coringa – , e divergiu bastante do roteiro original do diretor, por pressão dos executivos da Warner Bros., após o mau desempenho de “Batman vs. Superman” junto à crítica. O resultado foi uma estreia ainda maisvilipendiada pela crítica, que deu a “Esquadrão Suicida” uma avaliação inferior (26% de aprovação) à já péssima cotação de “Batman vs. Superman” (27%). Mesmo assim, o longa de David Ayer abriu em 1º lugar em vários países, como os EUA e o Brasil, no fim de semana passado.
Thor: Tom Hiddleston volta a viver Loki nos bastidores das filmagens
O ator Tom Hiddleston postou em seu Instagram uma foto em que aparece caracterizado como o vilão Loki no set de “Thor: Ragnarok”, acompanhada por uma legenda autoexplicativa: “Ele está de volta”. Veja acima. Pela cronologia das filmagens, isto pode significar que o esperado reencontro entre Loki e o Hulk, após a surra de “Os Vingadores” (2012), pode não acontecer, uma vez que o ator Mark Ruffalo já encerrou as filmagens de suas cenas no longa. Ruffalo vai repetir o papel de Hulk na produção, que também contará com as voltas de Chris Hemsworth como Thor, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin, além das estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Cate Blanchett (“Carol”) como Hela, a Deusa da Morte, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 27 de julho de 2017.
Robert Downey Jr. se junta aos fãs que querem heróis da TV nos filmes da Marvel
O ator Robert Downey Jr. compartilhou no Facebook um pôster de fã do próximo filme dos Vingadores, que destaca o nome de todos os intérpretes importantes do universo Marvel. Além de incluir “Guardiões da Galáxia”, a lista também integra os astros das séries de TV. Junto da imagem, ele pergunta: “Excitado?” (veja abaixo) Com isso, Downey demonstra apoiar a vontade dos fãs de verem Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro ao lado dos Vingadores no cinema. Os comentários sob a imagem indicam que o público quer mesmo isso. Mas o diretor da divisão televisiva da Marvel, Jeph Loeb, jogou água fria nesse desejo. Em entrevista realizada no evento de verão da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA), ele revelou que os universos Marvel do cinema e da TV não vão se cruzar. Loeb disse que é impossível realizar crossovers entre séries e filmes, devido às particularidades de cada tipo de produção. “Parte do desafio de fazer esse tipo de coisa é que os filmes são planejados com anos de antecedência”, disse Loeb no painel de “Luke Cage” no evento. “Já a televisão avança com uma velocidade incrível. E a outra parte do problema é que, quando você está filmando uma série de TV, vai fazer isso pelos próximos seis ou oito meses. Como eu vou conseguir encaixar Mike [Colter, o Luke Cage] em um filme? Eu preciso que Mike esteja na série”, justificou. Mesmo assim, o lobby para que isto aconteça começa a ganhar cada vez mais força. E com ninguém menos que Tony Stark encabeçando esta nova “guerra civil”. “Vingadores: Guerra Infinita” tem estreia marcada apenas para maio de 2018.
Luke Cage: Trailer da nova série da Marvel é pura blaxploitation
O serviço de streaming Netflix divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Luke Cage”, sua terceira série de super-herói da Marvel. A prévia mostra a origem e a relutância do protagonista (vivido por Mike Colter desde “Jessica Jones”) em usar seus poderes, seu encontro com Claire Temple (Rosario Dawson, repetindo seu papel de “Demolidor”) e a decisão de proteger as vítimas do crime organizado, representado pela figura “coroada” de Cornell “Cottonmouth” Stokes (Mahershala Ali, da série “House of Cards”). O clima é pura “blaxploitation” (filmes de cineastas e elencos negros dos anos 1970 com tema criminal), reforçado pela locação no Harlem e a trilha sonora urbana, com destaque para o soul clássico “Walk on By”, de Isaac Hayes, e o remix de “Heart Is Full”, de Miike Snow, com participação da dupla hip-hop Run the Jewels. Considerado um dos personagens negros mais importantes do quadrinhos, Luke Cage foi criado em 1972 por Archie Goodwin e John Romita como um ex-presidiário que ganha superforça ao participar como voluntário de uma experiência científica. A partir daí, passa a atuar como herói de aluguel, usando seus poderes para quem pagar melhor. Passada no mesmo universo de “Demolidor” e “Jessica Jones”, a série foi desenvolvida por Cheo Hodari Coker, produtor executivo de “Ray Donovan”, que roteirizou os dois primeiros episódios. O elenco ainda inclui Simone Missick (vista na série “Ray Donovan”) como a heroína Misty Knight, a brasileira Sonia Braga (“Tieta do Agreste”) como a mãe de Claire, Frankie Faison (série “Banshee”), Frank Whaley (série “Ray Donovan”) e vilões vividos por Theo Rossi (série “Sons of Anarchy”), Erik LaRay Harvey (série “Boardwalk Empire”) e Alfre Woodard (“12 Anos de Escravidão”). A estreia está marcada para 30 de setembro no Netflix.
Esquadrão Suicida: Jared Leto diz que as cenas cortadas dariam um filme solo do Coringa
A montagem final do filme “Esquadrão Suicida” continua dando o que falar. Depois da revista The Hollywood Reporter apurar que a empresa que fez o trailer editou o longa-metragem, dando um tom diferente – mais alegre, colorido e superficial – para o roteiro e a filmagem do diretor David Ayer, o ator Jared Leto confirmou que seu trabalho de incorporação do Coringa foi desperdiçado. Leto demonstrou descontentamento ao falar sobre a quantidade de material que foi cortado em duas entrevistas diferentes. “Teve alguma cena que não foi cortada?”, chegou a ironizar, ao comentar a montagem para o site IGN. “Foram tantas cenas cortadas do filme, que não sei nem por onde começar”, lamentou. “Fizemos várias experimentações no set, nós exploramos muito. Há tanta coisa que nós filmamos que não está no filme. Se eu acabar morrendo em breve, é bem provável que esse material vai surgir em algum lugar. A boa notícia sobre a morte de um ator é que tudo isso acaba aparecendo”, disse, de forma mórbida. De fato, só nos trailers divulgados há duas cenas do Coringa não mostradas nos cinemas. Questionado pela BBC Radio 1 sobre o que teria motivado tantos cortes, Leto respondeu: “Acho que eu levei tanta coisa para cada cena que provavelmente foi preciso filtrar toda a loucura. Como eu queria dar várias opções, acho que provavelmente há metragem suficiente para montar um filme do Coringa. Se eu morrer amanhã, talvez o estúdio edite uma versão”, disse, retomando o tom mórbido. O ator também lamentou que a Warner não tenha lançado o filme com uma classificação etária mais alta: “Se tem um filme que deveria ter classificação adulta, deveria ser o filme sobre os vilões”. E encerrou comentando sua participação em futuras produções da DC Comics. “Isso dependerá inteiramente da resposta do público. Se eles responderem positivamente a este Coringa, eu posso imaginar o Coringa voltando, mas se não responderem bem, certamente não vou querer prolongar minha permanência no papel”.
Novo filme solo de Superman vira prioridade da Warner
Superman deve ganhar um novo filme solo em breve. Segundo o site The Wrap, a Warner já está desenvolvendo uma sequência de “O Homem de Aço” (2013), que estaria sendo tratada como alta prioridade. O objetivo seria “acertar” o tom do personagem, após as críticas negativas de “Batman vs. Superman”, e usar o super-herói para dar uma nova direção ao universo cinematográfico da DC Comics. O estúdio não comentou oficialmente as informações, mas há duas datas reservadas para lançamentos não revelados da DC Comics: 5 de outubro de 2018 e 1º de novembro de 2019. Uma delas deve ser utilizada pelo filme solo do Batman vivido por Ben Affleck, enquanto a outra pode vir a ser ocupada pelo Superman. Apesar das críticas negativas a “Batman vs. Superman” e até “O Homem de Aço”, a interpretação de Henry Cavill como Clark Kent/Superman nunca foi questionada. E ele voltará a vestir a capa vermelha no filme da “Liga da Justiça”, que está atualmente sendo filmado. A estreia desta produção está marcada para novembro de 2017.
Stephen Amell antecipa foto do próximo crossover televisivo dos super-heróis da DC Comics
O ator Stephen Amell, intérprete do Arqueiro Verde na série “Arrow”, postou em seu Twitter a primeira foto dos bastidores do próximo e aguardado crossover entre as séries “Arrow”, “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Supergirl”. A imagem flagra as pernas do elenco de quatro séries diferentes, todas “à caráter” em seus devidos uniformes. É possível ver as botas do próprio Amell, como Arqueiro Verde, de Melissa Benoist, como Supergirl, de Caity Lotz como Canário Branco, de Grant Gustin como Flash e de Brandon Routh como Eléktron (Atom). Durante sua passagem pela San Diego Comic-Con, o produtor executivo Marc Guggenheim afirmou que será a Supergirl quem conectará todas as séries. “Uma ameaça externa irá envolver Supergirl em ‘The Flash’, depois em ‘Arrow’ e depois em ‘Legends of Tomorrow’”, contou o realizador. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a trama, mas será a primeira vez que integrantes de quatro séries distintas se encontrarão numa história contínua que se passará entre episódios das diferentes séries envolvidas. Embora personagens de mais séries já tenham contracenado juntos antes, nunca, na história da TV, a aparição se estendeu por quatro séries simultaneamente. Por isso, a produção desse evento está sendo considerado o maior crossover já mostrado na TV. A 2ª temporada de “Supergirl” estreia em 10 de outubro nos EUA. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Esquadrão Suicida estreia em 1º lugar no Brasil, mas não supera Batman vs. Superman
O filme do “Esquadrão Suicida” foi lançado em número recorde de salas no Brasil – 1.405 salas, incluindo 912 telas 3D e todas as 12 de IMAX no país. Ou seja, seu lançamento representou uma das raras vezes em que quase metade de todo o parque exibidor do país exibiu o mesmo filme, com destaque para as salas com ingressos mais caros. Este monopólio, como esperado, garantiu-lhe o 1º lugar nas bilheterias, com R$ 35,3 milhões de arrecadação e 2 milhões de ingressos vendidos no fim de semana estendido. Considerando as premières pagas de quarta-feira (3/8) na conta, o valor chega até R$ 38,7 milhões e 2,2 milhões de ingressos, segundo os dados computados pela empresa de consultoria ComScore. Mas, mesmo assim, a arrecadação não superou as estreias de “Capitão América: Guerra Civil” (2,6 milhões de ingressos e R$ 43,9 milhões) e “Batman vs Superman” (2,4 milhões de ingressos e R$ 39 milhões – ou R$ 44 milhões contando a pré-estreia), para citar dois blockbusters deste ano, que tiveram lançamentos “menores”. Como consolo, o filme registrou alguns recordes pontuais no país, como a maior abertura de um filme lançado no mês de agosto ou protagonizado por Will Smith no Brasil. O recorde anterior era de “MIB³ – Homens de Preto 3” (2012). No mercado norte-americano, “Esquadrão Suicida” também dominou o fim de semana e bateu o recorde para uma estreia no mês de agosto, com US$ 135,1 milhões, bem acima dos US$ 94,3 milhões registrados por “Guardiões da Galáxia” em 2014. Segundo estimativas, o filme deve somar US$ 267,1 milhões em todo mundo em sua estreia, na contramão das críticas negativas que recebeu. Mas é esperada uma grande queda para a próxima semana.
Doutor Estranho: Veja o primeiro comercial do novo filme de super-herói da Marvel
O primeiro comercial do novo filme da Marvel, “Doutor Estranho”, foi lançado em parceria com a rede americana Cinemark. Sem mostrar cenas inéditas, a prévia destaca os efeitos visuais da produção, que irão apresentar “uma nova realidade” que é melhor apreciada, segundo ao anúncio, em 3D – ou “Cinemark XD”… O filme introduz o primeiro super-herói místico da Marvel, mostrando a transformação de Stephen Strange (vivido por Benedict Cumberbatch, de “O Jogo da Imitação”). Inicialmente um médico arrogante, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião ele busca a cura no Himalaia, onde é acolhido por um (uma, no filme: Tilda Swinton, de “O Grande Hotel Budapeste”) mestre das artes místicas e inicia sua jornada de redenção para se tornar o maior mago do universo Marvel. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”) e Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Saga de super-heróis do autor de Game of Thrones vai virar série
O escritor George R. R. Martin, autor das “Crônicas de Gelo e Fogo”, que viraram a série “Game of Thrones”, terá outra de suas obras transformada em atração televisiva. Ele revelou em seu blogue que a Universal Cable Productions adquiriu os direitos da saga “Wild Cards”. Os livros de “Wild Cards” começaram a ser publicado por Martin e vários de seus colegas de jogos de RPG ainda nos anos 1980 e hoje contam com mais de 20 publicações. A história se passa nos anos 1940 numa Nova York alternativa, após um grande ataque de vírus alienígena mortal que matou 90% da população da cidade, enquanto os demais desenvolveram superpoderes. Ao dar notícia, Martin lembrou as diversas adaptações que a saga já ganhou. “’Wild Cards’ é uma série de livros, graphic novels, jogos… Mas, acima de tudo, é um universo tão grande, diverso e incrível quanto as séries de quadrinhos da Marvel e da DC”. Ele também lembrou que o universo da série é compartilhado, com todas as publicações feitas por vários escritores ao longo dos 30 anos da saga. Os livros, inclusive, são vendidos no Brasil. Assim como aconteceu com “Game of Thrones”, o escritor não está envolvido com a produção da adaptação. Mas como está em seu estágio inicial, a produção ainda deve demorar a sair do papel. Além de “Wild Cards”, Martin também tem seu conto “Skin Trake”, sobre lobisomens, atualmente em fase de desenvolvimento de piloto para o canal pago Cinemax.
Brie Larson posta foto em que aparece de uniforme e lendo os quadrinhos da Capitã Marvel
A atriz Brie Larson, vencedora do Oscar 2016 por “O Quarto de Jack”, já está “treinando” para estrelar o filme da Capitã Marvel. Ela postou uma foto em seu Twitter, em que aparece vestida com o uniforme da super-heroína e lendo os quadrinhos da personagem, confortavelmente em seu sofá. A confirmação de Larson no longa-metragem foi feita durante a San Diego Comic-Con. Na ocasião, o presidente do Marvel Studios, Kevin Feige, falou sobre a escolha da atriz. “A primeira escolha de elenco do nosso próprio estúdio foi Robert Downey Jr. como Tony Stark”, ele lembrou. “Então, definimos um parâmetro muito, muito elevado para as escolhas futuras. Cada vez que contratamos alguém, precisamos corresponder à ótima escolha que foi Downey Jr. Com Carol Danvers, com o nosso primeiro filme de super-heroína, não poderíamos decepcionar. E o fato de que Brie, mesmo depois de ter vencido o Oscar, estar interessada em conversar conosco fez com que nos apaixonássemos por ela. Tivemos muita sorte”, concluiu. A trama de “Capitã Marvel” está sendo escrita pelas roteiristas Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e ainda não tem diretor(a) definido(a). Criada em 1968 por Roy Thomas e Gene Colan como coadjuvante das aventuras do Capitão Marvel, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que passou por uma transformação radical, adquirindo superpoderes ao ser salva de uma explosão de tecnologia alienígena (Kree) pelo super-herói. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Graças ao acidente, ele virou a Miss Marvel, ressurgindo em sua própria revista em quadrinhos em 1977. Desde então, a personagem passou por muitas outras transformações, ao ponto de um trecho traumático de sua história – um estupro seguido por gravidez – ser “apagado” da sua cronologia oficial. Ao longo de vários reboots, ela acabou virando uma personagem completamente diferente, tendo até seu nome alterado para Capitã Marvel em 2012. A estreia do filme solo da heroína está marcada para 14 março de 2019 no Brasil.












