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  • Série

    Atriz de Orange Is the New Black será super-heroína da série da Patrulha do Destino

    11 de agosto de 2018 /

    Os heróis da Patrulha do Destino ganharam mais um membro após a encomenda da série baseada em seus quadrinhos. Além dos personagens anteriormente anunciados, que serão introduzidos na série “Titans”, o grupo contará com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane. Crazy Jane é uma heroína com características similares as do vilão de “Fragmentado” (2016). Ela sofre do caso mais grave já conhecido de transtorno de personalidade múltipla, possuindo 64 personalidades distintas. E cada uma delas manifesta um superpoder diferente, o que faz dela a integrante mais poderosa da Patrulha do Destino, bem como a mais instável. A personagem também é relativamente recente comparada aos demais patrulheiros. Ela foi criada em 1989, quando o escritor Grant Morrision assumiu a publicação, acrescentando influências de dadaismo, surrealismo e arte abstrata nas tramas dos super-heróis. Já o grupo original foi criado pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. Mas graças à popularidade atingida pela publicação da Marvel, calhou de os patrulheiros serem apelidados de “X-Men da DC Comics”. Apesar disso, desde sua concepção o grupo estabeleceu um tom que causava mais medo e repulsa – ao juntar pessoas que foram mutiladas, desfiguradas ou têm poderes assustadores – que as reações positivas associadas aos super-heróis – o que se repetiu com os mutantes da Marvel. A sinopse oficial da série segue essa premissa: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier, dos X-Men. Os demais personagens são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série “Doom Patrol” (o título original) será um spin-off de “Titans”, atração dos Novos Titãs. As duas produções farão parte da programação original da plataforma DC Universe. Ainda não há data de estreia definida.

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  • Série

    The Flash: 5ª temporada terá nova vilã que era homem nos quadrinhos

    11 de agosto de 2018 /

    A 5ª temporada de “The Flash” ganhou uma nova integrante. A atriz canadense Kiana Madeira (vista em “Dark Matter” e “Wynonna Earp”) terá participação recorrente nos próximos episódios como Spencer Young. A personagem é descrita como “uma influenciadora de redes sociais que aproveita a oportunidade de realizar seus sonhos de ser famosa quando descobre que há um novo herói em Central City”. Com o avançar da trama, porém, ela vai se tornar a vilã Spin, que nos quadrinhos da DC Comics é um homem e tem um nome civil muito diferente – Mr. Auerbach, jornalista herdeiro de um império midiático, introduzido como antagonista do Flash em 2008. A série não tem muito compromisso em seguir os quadrinhos, já que esta não é a primeira vez que os produtores operam uma mudança de sexo num dos vilões da DC. Na 3ª temporada, o supervilão Pião (The Top) apareceu como uma loirinha vivida por Ashley Rickards (série “Awkward”). Os novos episódios de “The Flash” estreiam em 9 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Stephen Amell dá boas vindas à Ruby Rose no Arrowverse

    10 de agosto de 2018 /

    Stephen Amell, protagonista da série “Arrow”, foi ao Twitter desejar boas-vindas a Ruby Rose, recém-chegada ao Arrowverse como estrela da nova série da “Batwoman”. “Hey, Ruby Rose – Bem-vinda!! São personagens como a Batwoman que carregarão o nosso universo para o futuro. Te vejo em breve!”, escreveu o ator. E ela, que tinha prometido sair do Twitter para se concentrar no trabalho, voltou especialmente para agradecer. “Bastante obrigado, Stephen. Isto vai ser muito divertido”, ela respondeu. Ruby Rose vai encarnar Kate Kane, a Batwoman, num crossover previsto para ir ao ar no final do ano na CW. Nesta história, a nova heroína irá contracenar com os personagens de “Arrow”, “The Flash” e “Supergirl”. E depois, caso a audiência confirme as expectativas, ganhará sua própria série semanal, com lançamento planejado para 2019. Caroline Dries será a roteirista e showrunner do projeto. Ela tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”, e compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Para quem não acompanha quadrinhos, é interessante saber que Batwoman foi a primeira heroína de Gotham City. Kate Kane, a versão feminina de Batman, surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. Mas os tempos evoluem e, há dois anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. Agora, Ruby Rose será a primeira atriz a interpretar uma versão “live action” de Batwoman. Mais que isso, será a primeira protagonista lésbica de uma série de super-heróis. O produtor Greg Berlanti, que é gay assumido, tem introduzido diversos personagens LGBTQIA+ nas séries da DC. Vale lembrar que Sarah Lance, a Canário Branco, foi a primeira a ter relacionamento com outras mulheres no Arrowverse. A personagem interpretada por Caity Lotz define-se como bissexual. Já a policial Maggie Sawyer (vivida por Floriana Lima) se estabeleceu como a primeira lésbica em “Supergirl”, ajudando a irmã da heroína a descobrir sua verdadeira sexualidade. Por sinal, Maggie e Kate Kane tem história nos quadrinhos. As duas só não casaram porque a DC vetou, o que levou à demissão dos responsáveis pelo noivado do casal em 2013. Avanços e retrocessos. Thank you so much Stephen. This is going to be so much fun. X https://t.co/LI3TCuAfzm — Ruby Rose (@RubyRose) August 10, 2018

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  • Filme

    Os Incríveis 2 é o filme da família super-empoderada

    10 de agosto de 2018 /

    Fazia 14 anos que a Pixar levou às telas a animação “Os Incríveis”, sobre uma família de super-heróis que não podem ser quem eles realmente são, mas na verdade estão preparados para ajudar a solucionar os crimes da cidade onde vivem. Em “Os Incríveis 2”, o diretor e roteirista Brad Bird (também responsável por “Ratatouille” e “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma“) dá uma turbinada na vida secreta dos super-heróis e dificulta ainda mais sua missão. Isso porque no novo filme, a família Incrível, composta pelo senhor Incrível, pela Mulher-Elástica e pelos filhos Violeta, Flecha e Zezinho, tenta ser normal, mas não consegue se esconder por muito tempo. Além de contar a luta contra o vilão, que é o hipnotizador, a trama enfoca a troca de papéis tradicionais do homem e da mulher. No filme, agora a mulher sai de casa para salvar a cidade, enquanto o homem fica cuidando dos filhos. A Mulher-Elástica foi escolhida por uma grande empresa para encabeçar um projeto que pretende fazer com que os super-heróis deixem de se esconder. Enquanto ela sai para salvar o mundo, começando pela cidade New Urben, o senhor Incrível fica em casa ajudando Flecha a estudar matemática (que mudou, desde quando ele estudou), Violeta a superar o fora do provável namorado e o desenvolvimento dos primeiros super-poderes de Zezinho. Aqui, Bird aproveita para mostrar uma mulher empoderada, como se diz hoje em dia, enquanto o homem, sem problema nenhum, troca a fralda e faz o bebê dormir, além de sentir na pele as dificuldades de todas as mulheres quando viram mães: é muito mais difícil cuidar de um bebê em casa do que trabalhar fora… A mulher desempenha o seu trabalho com louvor, mas não sem sentir culpada por não ter participado do desenvolvimento do bebê. Por outro lado, o pai se empenha em se sair bem nessa sua nova função, embora se sinta colocado de escanteio, quando vê a mulher ser escolhida para ser a heroína da vez. O longa-metragem de 2004 foi um dos primeiros desenvolvidos em animação que buscou melhorar a técnica na construção e interpretação de pessoas – em vez dos tradicionais bichos falantes. De lá para cá, surgiram muitos outros, como “Up – Altas Aventuras”, “Valente”, “Divertida Mente” e o mais recente “Viva – A Vida É Uma Festa”, e “Os Incríveis 2” mostra como a tecnologia evoluiu para ajudar bastante na finalização do filme. Embora seja um filme de super-heróis, “Os Incríveis 2” não poderia ser live action, ou seja, com personagens de verdade. Neste caso, não teria o mesmo efeito, embora os efeitos especiais estejam aí para isso. Aqui, o navio navega em alta velocidade, o carro sai do asfalto e vai para a água sem problemas, além de os super-poderes serem fáceis de engrandecer em uma animação. O som está ainda melhor, principalmente quando temos a sensação de que tem alguém falando com a gente ao nosso lado ou logo atrás, de tão realista que parece. Por falar em som, a trilha sonora do longa é um ponto extra. Michael Giacchino é o responsável pelas composições, assim como fez em outros tantos longas que estão no seu currículo, como “Viva – A Vida É Uma Festa“. A versão dublada tira a oportunidade de ouvir Brad Bird interpretando Edna Mode e Samuel L. Jackson como o Gelado. Mas tem o jornalista Evaristo Costa dublando um jornalista. Desde que ele saiu da Globo, há um ano, pode aceitar convites como esse. Além de animar as crianças, “Os Incríveis 2” fala para os adultos de maneira tão natural sobre família e tudo o que ela representa, que dá vontade de sair correndo do cinema e apertar um nenê…

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  • Etc,  Filme

    Marvel estaria pressionando Disney a recontratar James Gunn para Guardiões da Galáxia Vol. 3

    10 de agosto de 2018 /

    A Marvel Studios estaria fazendo lobby junto à Walt Disney Pictures para recontratar o diretor James Gunn, demitido em 20 de julho de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, quando tuítes de conteúdo ofensivo, publicados há uma década, foram resgatados de sua conta na rede social por militantes da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o site Deadline, a conversa entre Marvel e Disney é consequência da carta aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que professou lealdade ao diretor. Na mensagem, os atores declararam repetidamente que queriam ver Gunn recontratado. O texto foi assinado por todos os protagonistas da franquia – Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). Para completar, os fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” lançaram uma petição pedindo a recontratação do diretor, que já registrou mais de 374 mil assinaturas. Gunn, enquanto isso, parou de se manifestar. Ele pediu desculpas e justificou os tuítes, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/07/direita-americana-resgata-piadas-ofensivas-de-james-gunn-que-se-desculpa-e-explica-o-contexto/”>contextualizando as piadas sobre pedofilia e estupro ao lembrar o tipo de filmes transgressores que fazia na época. O cineasta chegou a dizer que respeitava a decisão da Disney e estava pronto para sofrer as consequências. Ele já havia finalizado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e estava preparado para começar a pré-produção. Por conta disso, Dave Bautista, o mais inconformado do elenco, avisou que pretende pedir para ser dispensado de seu contrato e substituído na produção, caso o roteiro de Gunn não seja utilizado. O problema é que o diretor foi demitido pelo próprio presidente da Disney, Alan Horn, que classificou as mensagens denunciadas pela direita como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Por outro lado, o fato de a Warner cobiçar Gunn para comandar filmes da DC Comics, como foi revelado na quinta-feira (9/8), pode estar tirando o sono do próprio Horn, e alimentando o empenho de Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para encontrar uma solução conciliadora que resulte na recontratação do diretor.

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  • Filme

    Vin Diesel anuncia início da produção da adaptação dos quadrinhos de Bloodshot

    9 de agosto de 2018 /

    Vin Diesel publicou um vídeo em seu Instagram para marcar o começo da produção de seu novo filme. Trata-se da adaptação dos quadrinhos de “Bloodshot”, que pode inaugurar um universo de personagens da editora Valiant no cinema, em produções da Sony. No vídeo, ele se apresenta com uma camiseta com o logotipo de “Bloodshot” e revela que já está em Cape Town, na África do Sul, para o começo das filmagens. Com ele, também aparece o diretor Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, e gira em torno do assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acaba traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar. Suas memórias são apagadas e diversos nanocomputadores são implantados em seu corpo. E enquanto tenta recuperar sua memória, Angelo se divide entre batalhas com a polícia e com os bandidos. Há quatro anos, havia um roteiro sendo escrito por Jeff Wadlow (diretor de “Kick-Ass 2”) e Eric Heisserer (“A Chegada”), mas muita coisa mudou desde então – o projeto original seria dirigido por David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”). Além de Diesel, o elenco inclui Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). Para completar, Guy Pearce (também de “Os Inocentes”, da Netflix) negocia viver o vilão da trama. Segundo o site Deadline, o filme deverá seguir o tom de clássicos sci-fi dos anos 1980, como “Robocop”, “O Exterminador do Futuro” e “O Vingador do Futuro”. E há rumores de que será bastante violento e focado num público adulto, como a recente adaptação de “Logan”. #Bloodshot Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 5 de Ago, 2018 às 9:51 PDT

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  • Filme

    Sony desiste de juntar Gata Negra e Sabre de Prata para priorizar filmes solos de coadjuvantes do Homem-Aranha

    9 de agosto de 2018 /

    A Sony Pictures não vai mais produzir “Silver & Black”, filme que juntaria Gata Negra e Sabre de Prata, coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. O projeto foi desenvolvido para apresentar as duas personagens, mas o estúdio agora planeja desenvolver filmes solo para elas, apurou a revista Variety. “Acreditamos que a Gata Negra é forte suficiente, com uma ótima história e vasto material, para justificar seu próprio filme”, disse Sanford Panitch, presidente da Columbia Pictures, e o executivo que supervisiona o que está sendo chamado, internamente, de Universo de Personagens Marvel da Sony (SUMC, na sigla em inglês). Embora uma decisão final ainda tenha que ser tomada, a cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), que faria “Silver & Black”, deverá assumir a produção dos filmes solos das duas personagens, mas se sua agenda não permitir maior envolvimento, ela será substituída na direção por outra mulher. Segundo a reportagem, a Sony também pretende explorar mais personagens femininas dos quadrinhos do Aranha, como Silk, uma super heroína coreana-americana que foi mordida pela mesma aranha que transformou Peter Parker em herói, e Jackpot, uma vigilante mascarada de meia idade, que rompe o padrão de juventude do gênero. “Homem-Aranha se conecta a muitos personagens”, disse Panitch. “Existem vilões, heróis e anti-heróis, e muitas são personagens femininas com boas intenções, conflitos internos e absolutamente únicas.” Entre outros planos para filmes desse universo, Panitch confirmou os projetos de Morbius, o Vampiro Vivo, que será estrelado por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Kraven, o Caçador, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), e Nightwatch, um herói negro que é resultado de um paradoxo, inspirado a virar vigilante ao ser salvo na infância por uma versão adulta de si mesmo, vinda do futuro. Spike Lee estaria negociando dirigir este filme. “Sentimos que não há motivo para os personagens da Marvel não poderem abraçar a diversidade”, acrescentou Panitch. A maioria desses projetos já vinha alimentando rumores na internet (clique em seus títulos para saber mais sobre cada um). De todos, apenas Jackpot não tinha sido aventada anteriormente. Entretanto, a moda dos planos de lançar “universos” de personagens tem rendido enormes fiascos em Hollywood. O chamado “Dark Universe” dos monstros da Universal foi cancelado após o lançamento de seu primeiro filme, “A Múmia”. E apenas o filme solo de Bumblebee sobrou dos planos do “Universo Transformers”. O futuro desse Universo de Personagens Marvel da Sony passa inevitavelmente pelo rendimento nas bilheterias de seu primeiro lançamento, o filme do vilão “Venom”, estrelado por Tom Hardy, que chega aos cinemas em outubro. Caso se comprove um fracasso, todos os planos anunciados da Sony podem seguir o caminho do “Homem Invisível” estrelado por Johnny Depp, na Universal, e literalmente desaparecer em pleno ar.

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  • Série

    Ruby Rose se emociona por virar Batwoman e revela ligação com morcegos desde criança

    9 de agosto de 2018 /

    A atriz australiana Ruby Rose revelou-se bastante emocionada por ter sido escalada para o papel de Batwoman numa nova série da rede CW. Não apenas por viver um tipo de personagem que ela não tinha a oportunidade de ver na TV quando era pequena, mas também porque brincava com morcegos quando era criança. A confissão foi feita na noite de quarta (8/8) em sua participação no programa “Tonight Show”. Ela foi convidada para falar da estreia nos cinemas de “Megatubarão”, mas o assunto Batwoman dominou as conversas com o apresentador Jimmy Fallon. Ruby contou que recebeu a notícia de que tinha passado nos testes para o papel uma hora antes da première do longa, e que teve de segurar as lágrimas no evento. “Eu estava tão emocionada, que eu pulei todos com quem tinha que falar, porque eu iria começar a chorar se me entrevistassem, como estou quase fazendo agora.” “Mal tive tempo de pensar nisso, eu soube ontem que passei no teste para ser a Batwoman. É um divisor de águas. Eu sinto que a razão para eu me emocionar tanto é porque eu cresci vendo TV e nunca havia alguém com quem me identificar, ainda mais uma super-heroína”, relembrou, referindo-se ao fato de Batwoman ser lésbica assumida como ela. Fallon brincou que será melhor ver crianças no Halloween vestidas como Batwoman do que o papel anterior, como presidiário com o uniforme laranja de “Orange is the New Black”. “As crianças vão poder ver e se identificar, é uma ótima oportunidade”, comentou Rose. Foi então que ela revelou que sua mãe tem uma tatuagem de morcego, porque ela criava morceguinhos como se fossem de estimação. “Pois é, ela cuidava desses morcegos bebês, ajudava-os a sobreviver, mas depois eles não tinham para onde ir, porque cresceram dentro de uma casa, ficaram domésticos e cagando na casa toda”, riu ela. Rose contou que isso a inspirou a fazer suas primeiras asinhas, imitando morcegos. “A gente não tinha dinheiro, então eu fazia meus brinquedos. Uma vez, construiu umas asas de papelão, e eu dormia com elas, corria com elas, pulava de lugares altos para minha mãe me pegar. E agora eu vou ter asas que não serão de papelão!”. Confira abaixo a entrevista original, com mais detalhes.

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  • Filme

    Warner quer diretor de Guardiões da Galáxia nos filmes da DC Comics

    8 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney, James Gunn não vai ficar desempregado por muito tempo. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o diretor da franquia “Guardiões da Galáxia” tem sido sondado por vários estúdios, inclusive a Warner, que gostaria de contar com ele em adaptações dos super-herói da DC Comics. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Mas os demais estúdios não são tão identificados com o público infantil e estariam dispostos a contratá-lo, especialmente após a manifestação coletiva de apoio do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que publicou uma carta aberta conclamando a Disney a recontratá-lo para o terceiro filme da franquia. A revista conversou com alguns executivos e registrou comentários, sem identificar seus autores. “Eu trabalharia com ele em um piscar de olhos”, disse, por exemplo, um executivo sênior de um estúdio identificado como grande rival da Disney. Ofertas oficiais ainda não foram feitas, porque James Gunn não pode discutir com outros estúdios enquanto não terminar de negociar os detalhes de sua demissão com a Disney. Ele ainda tem direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Além disso, há boatos de que a Marvel estaria tentando salvar o relacionamento com o diretor, pressionando a Disney a aceitar a filmagem do roteiro que Gunn escreveu para “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e mantê-lo sob contrato para um próximo filme. A situação estaria gerando um impasse, que impede maiores definições na carreira do cineasta. “Fui avisado de que não podemos lhe oferecer nada até que a questão da Disney esteja 100% resolvida”, disse outro executivo de estúdio, registrado pelo THR. A publicação confirmou, porém, que a Warner Bros. é um dos principais interessados nos serviços do diretor, mas há também produtoras menores, vencedoras do Oscar, na lista de pretendentes ao talento do cineasta. Vale lembrar, de todo modo, que a Warner tem planos para realizar um filme da Tropa dos Lanternas Verdes, que é basicamente os Guardiões da Galáxia da DC Comics, e este projeto ainda não tem diretor encaixado. Deve demorar alguns meses até um anúncio oficial, mas James Gunn não será renegado por Hollywood, como aconteceu com Roseanne Barr também por conta de tuítes. A grande diferença entre os dois é que o caso do diretor foi instigado por ativistas de extrema direita, que reviraram sua lata de lixo até encontrar seus podres de uma década atrás, enquanto a atriz e produtora manifestou seu racismo de forma espontânea e em período recente. Um executivo chegou a comentar sobre se havia potencial polêmico numa contratação do diretor. “A maioria das pessoas acha que seus comentários eram derivados do estilo de comédia provocativa” que ele fazia na época. “Ter um senso de humor inadequado não deveria ser considerado um crime.”

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  • Etc

    Causa da morte de Margot Kidder foi suicídio por overdose

    8 de agosto de 2018 /

    A morte da atriz Margot Kidder, intérprete de Lois Lane em quatro filmes de Superman (entre 1978 e 1987), foi confirmada oficialmente como suicídio. A filha da atriz, Maggie McGuane, revelou à agência Associated Press que já sabia a causa da morte no dia do falecimento e se sente aliviada por a informação vir a público, considerando que é importante discutir o assunto. “É um grande alívio que a verdade seja conhecida”, disse McGuane. “É importante ser aberto e honesto, e não ter vergonha ao lidar com isso.” Kidder foi encontrada morta em sua casa em Montana em 13 de maio. Na época, a causa da morte não foi revelada, mas a empresária da atriz, Camilla Fluxman Pines, disse que ela morreu pacificamente durante o sono. Na verdade, ela sofreu um overdose de drogas e álcool, segundo o relatório do médico legista Richard Wood. O boletim médico afirma que nenhum outro detalhe seria divulgado. A atriz de 69 anos tinha sido diagnosticada com distúrbio bipolar em 1996, e chegou a sofrer um acidente de carro que a deixou paralisada por dois anos. Sua longa carreira começou no final dos anos 1960, em diversas aparições em séries. Mas seu talento só ficou claro após o papel duplo de “Irmãs Diabólicas” (1972), primeiro suspense da carreira do diretor Brian De Palma, em que Kidder se alternou entre duas personagens, a gêmea boazinha e a gêmea psicopata. A repercussão do filme a transformou numa espécie de “scream queen” e a levou a outros lançamentos cultuados do terror, como o slasher “Noite do Terror” (1974), de Bob Clark, e o primeiro “Horror em Amityville” (1979), de Stuart Rosenberg. E esta poderia ter sido a tendência de sua filmografia, caso não tivesse sido “salva” por um super-herói voador. Ao ser escalada para formar par com Christopher Reeve em “Superman: O filme” (1978), Margot Kidder reivindicou um lugar de destaque na cultura pop. Ela não foi apenas a protagonista feminina de um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Ela foi destaque num elenco que tinha Marlon Brando e Gene Hackman roubando cenas. Sua atuação introduziu elementos cômicos ao papel da repórter determinada, além de dar a Lois um viés feminista, conforme ela tenta superar Clark Kent para virar a primeira jornalista a entrevistar Superman. Ao mesmo tempo, a química entre os dois personagens também aproximou a adaptação dos quadrinhos das tramas clássicas das comédias românticas, em que rivais se atraem. E, para completar, também comoveu com um arco dramático, a ponto de inspirar até música de Gilberto Gil: “Super-Homem – A Canção”, centrada no amor do herói por sua musa, tão forte que era capaz de “mudar o curso da História por causa da mulher”, numa alusão à trama. O papel de Lois Lane atingiu ainda maior desenvolvimento em “Superman II – A Aventura Continua” (1980), que foi além do que os quadrinhos ousavam mostrar na época, sugerindo sexo entre a repórter do Planeta Diário e Clark Kent/Superman. A atriz viveu Lois em mais dois filmes, até “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), mas eles não repetiram nem a qualidade nem o sucesso dos primeiros lançamentos. Ao mesmo tempo, sua opção por investir em comédias acabou estagnando sua carreira por falta de sucessos – mesmo contracenando com ases do humor, como Richard Pryor (“Apuros e Trapalhadas de um Herói”) e Ted Danson (“Pequeno Tesouro”). De forma inesperada para todos que a assistiram levantar voo no cinema, Kidder desapareceu no final dos anos 1980. Havia boatos de que ela se tornara uma atriz difícil de lidar. Mas a verdade é que seu comportamento resultava de uma luta, até então perdida, contra um transtorno bipolar. A situação se tornou pública de forma sensacionalista, quando ela foi descoberta morando nas ruas, como uma sem-teto, em 1996. O incidente teve uma repercussão enorme e ajudou Kidder a recuperar algo parecido com uma carreira, com participações em séries em filmes. Ela apareceu até em “Smallville”, série sobre a juventude do Superman, como homenagem dos produtores em 2004, e tornou-se porta-voz da causa das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Seu último trabalho foi o filme B “The Neighborhood”, lançado em 2017.

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  • Filme

    Nick Fury e Maria Hill vão aparecer no próximo filme do Homem-Aranha

    7 de agosto de 2018 /

    O filme “Homem-Aranha: Longe de Casa” (o título errado da Sony no Brasil para “Spider-Man: Far from Home”) vai contar com a participação de dois agentes da SHIELD, Nick Fury e Maria Hill, respectivamente vividos por Samuel L. Jackson e Cobie Smulders. A informação é do site Vulture. Os dois foram vistos pela última vez desaparecendo num estalar de dedos de Thanos, durante os créditos finais de “Vingadores: Guerra Infinita”. Além desse filme, Fury ainda reaparecerá no “flashback” de “Capitão Marvel”, que tem uma trama passada nos anos 1990. Atualmente sendo filmado na Inglaterra, com direção de Jon Watts (responsável pelo filme anterior), “Homem-Aranha: Longe de Casa” também trará de volta Tom Holland no papel principal e confirmou Jake Gyllenhaal na pele do vilão Mystério. A estreia está marcada para julho de 2019.

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  • Etc

    Gal Gadot compartilha apoio a menino que quis ir com tiara e mochila da Mulher-Maravilha para a escola

    7 de agosto de 2018 /

    A atriz Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha nos cinemas, usou o Twitter para manifestar seu apoio a um garoto de 5 anos da Flórida, nos Estados Unidos, que decidiu usar uma mochila da heroína e ir com a tiara da personagem em seu primeiro dia de escola. “Acabei de ler esse artigo sobre a quebra de estereótipos de gênero escrito por Katie Alicea”, disse a atriz, linkando uma matéria do site “Romper” em que a jornalista, mãe do menino, expressava sua preocupação sobre a forma como o seu filho seria tratado na escola. “Esse é um tópico tão importante, e eu acredito tanto nele. Eu espero que Isaac possa usar sua tiara e sua mochila orgulhosamente na escola. #GarotoMaravilha”, conclui Gadot. No artigo, Katie Alicea explica que deixou o filho escolher qualquer modelo de mochila durante as compras para a volta às aulas. “Quando ele escolheu a mochila da Mulher-Maravilha, minha primeira resposta foi: ‘Você tem certeza?’. Ele disse: ‘Sim, olhei para todas elas, e adoro super-heróis. Essa é a minha favorita!'”, escreveu a jornalista. “Eu perguntei se ele tinha certeza não porque a mochila me incomodava, mas porque imaginei que Isaac enfrentaria brincadeiras de mau gosto na escola, e ele precisa fazer amigos”, continua. “A verdade é que, se eu começar a me preocupar com o que o mundo pensa, Isaac também vai, e eu não quero isso”. Gal Gadot vai voltar ao papel da heroína dos quadrinhos em “Mulher-Maravilha 1984”, que tem estreia marcada para outubro de 2019.

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  • Filme

    Filme de Arlequina pode ter definido seu vilão

    7 de agosto de 2018 /

    O próximo longa da Arlequina, que não será exatamente um filme solo, ganhou seu vilão. Supostamente, porque a informação vem de fontes de Umberto Gonzales, repórter que se especializou em “furos geeks” e seus desmentidos, e arma sua barraquinha atual no site The Wrap. O escolhido teria sido Máscara Negra, um dos adversários que se destacou nos mais recentes quadrinhos do Batman. Criado por Doug Moench e Tom Mandrake em 1985, o Máscara Negra já foi amigo de Bruce Wayne. Antes de se tornar vilão, Roman Sionis era herdeiro de uma empresa de cosméticos de Gotham. Mas teve o rosto desfigurado por uma nova linha de produtos que pretendia lançar e quase foi à falência após a morte de seus pais. Wayne resgatou o amigo comprando sua empresa, mas ele se tornou amargurado e, usando uma máscara construída da madeira do mausoléu dos pais, assumiu a identidade vilanesca. Sua melhor história foi “Jogos de Guerra”, em que roubou planos do próprio Batman para destruir sua concorrência e se tornar o poderoso chefão do crime de Gotham, buscando matar, no processo, os integrantes da família de vigilantes do herói de Gotham. Pesada, a história de 2004 o mostrou torturando a jovem heroína Spoiler, que chegou a ser considerada morta após este encontro. Até recentemente, a produção da Warner era chamada de “Untitled Harley Quinn Girl Gang Movie” (“filme sem título da gangue feminina da Arlequina”, em tradução livre). E, segundo fontes do site The Hollywood Reporter, o projeto seria uma espécie de versão feminina do “Esquadrão Suicida”. Mas novos detalhes surgiram, como o título “Aves de Rapina”(Birds of Prey, em inglês), grupo originalmente formado por Barbara Gordon (como Oráculo e Batgirl), Caçadora e Canário Negro, mas que também já incluiu Katana (presente em “Esquadrão Suicida”), além de algumas vilãs. Segundo rumores, o time principal de “Aves de Rapina” seria formado por Canário Negro, Caçadora, Renee Montoya, Cassandra Cain e Arlequina. O detalhe é que Cassandra Cain se tornou a segunda Batgirl, após Barbara ficar paraplégica num ataque do Coringa – em “A Piada Mortal”. Já Renee Montoya é uma criação da série animada de Batman, assim como Arlequina. Ao fazer sua transição para os quadrinhos, Montoya chegou a adotar a identidade do super-herói Questão, mas no último reboot voltou a ser a parceira do detetive Harvey Bullock na GCPD (polícia de Gotham). Recentemente, o estúdio confirmou Christina Hodson (“Paixão Obsessiva”) como roteirista e a cineasta indie chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”) como diretora. As filmagens devem iniciar no começo de 2019, mas a data de estreia ainda não foi definida.

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