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  • Série

    Astro de Two and a Half Men será o vilão Lex Luthor na série Supergirl

    16 de novembro de 2018 /

    O ator Jon Cryer, premiado com o Emmy pelo papel de Alan Harper em “Two and a Half Men”, confirmou nas redes sociais que vai interpretar o supervilão Lex Luthor na série “Supergirl”. Ele publicou um tuíte comemorando o papel e o fato de seu novo visual careca vir a calhar. “Eu estou muito animado com isso. Finalmente a minha foto no perfil se justifica”, escreveu, linkando o comunicado oficial do papel. Veja abaixo. A informação foi antecipada pelos produtores de “Supergirl”, que lembraram um fato curioso da carreira do ator. Quando era adolescente, ele viveu Lenny, sobrinho de Lex Luthor, no filme “Superman IV – Em Busca da Paz”, de 1987. “Nós somos grandes fãs de Jon Cryer e ele logo se tornou o nosso ator perfeito para interpretar o icônico papel de Lex Luthor. Jon é super talentoso, e o fato de ter interpretado Lenny Luthor em “Superman IV” adiciona uma camada extra à sua escalação”, disseram Robert Royner e Jessica Queller, produtores-executivos da série, no comunicado da rede CW. A dupla tinha revelado que Luthor apareceria na série em outubro passado. Na época, dissera que estavam ansiosos “para vê-lo enfrentar não só a Supergirl, mas também sua irmã, Lena Luthor”. Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão. Mas todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. Mesmo assim, a influência do vilão invadiu a trama por meio de suas invenções, pela determinação de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”) de manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas de Lex, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). Cryer vai aparecer como Luthor no 15º episódio da atual temporada, ainda sem data para ir ao ar. A partir daí, será um personagem recorrente da série. “Supergirl” está em sua 4ª temporada, que pode ser vista no Brasil pelo canal pago Warner. Finally, my profile picture pays off! https://t.co/k2EUVrFK4u — Jon Cryer (@MrJonCryer) 16 de novembro de 2018

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  • Filme

    Filme das Aves de Rapina escala atriz de 12 anos para viver a heroína Cassandra Cain

    15 de novembro de 2018 /

    A produção do filme baseado nos quadrinhos das Aves de Rapina selecionou a novata Ella Jay Basco, de apenas 12 anos, para interpretar a personagem Cassandra Cain, que vira Batgirl nas publicações da DC Comics. Na história original, ela é uma jovem asiática de poucas palavras, privada da fala e de contato humano durante sua infância como condicionamento para se tornar a maior assassina do mundo. A personagem acabou encontrando a redenção ao ser resgatada por Batman, tornando-se a segunda Batgirl dos quadrinhos. Com a volta da Batgirl vivida por Barbara Gordon, Cassandra ganhou nova identidade e atualmente é conhecida como A Órfã nas publicações de super-heróis. Até entrar no filme, Ella Jay Basco tinha feito apenas aparições em cinco episódios de séries tão diferentes quanto “Grey’s Anatomy”, “Happyland”, “Superior Donuts”, “Vice” e “Teachers”. Ela vai se juntar ao elenco que conta com Margot Robbie como Arlequina (repetindo seu papel de “Esquadrão Suicida”), Rosie Perez (“O Conselheiro do Crime”) como a policial Renee Montoya, Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield, 10”) como a Caçadora e Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), que, numa inversão de etnia em relação aos quadrinhos (e à série “Arrow”), será mais uma intérprete negra a viver uma personagem chamada Negro, a Canário Negro. Além delas, Ewan McGregor (“Trainspotting”) foi escalado no papel do vilão Roman Sionis, o Máscara Negra Escrito por Christina Hodson (“Bumblebee”) e com direção da cineasta chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), o filme tem lançamento marcado para fevereiro de 2020.

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  • Série

    O Último Guardião: Série turca de super-herói ganha trailer legendado

    15 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou dez fotos e o trailer legendado de “O Último Guardião” (The Protector). Trata-se de uma série turca de super-herói, mas a prévia, com cenas românticas e excesso de planos fechados, mais parece uma telenovela – a Globo, por sinal, exibe uma novela de nome parecido. Criada por Binnur Karaevli (“The Eye of Istanbul”), a trama segue um rapaz comum que recebe poderes místicos de um antigo talismã e se vê protegendo a cidade de Istambul de um vilão imortal. O ator turco Çagatay Ulusoy (“Delibal”) tem o papel-título. E entre os diretores responsáveis pelos episódios estão Can Evrenol, dos terrores “Baskin” (2015) e “Housewife” (2017), e Gökhan Tiryaki, cinematógrafo favorito do premiado cineasta Nuri Bilge Ceylan, que estreia na direção após assinar as fotografias de “Era uma Vez na Anatolia” (2011) e “Sono de Inverno” (2014), vencedor da Palma de Ouro em Cannes. A estreia está marcada para 14 de dezembro em streaming.

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  • Série

    Arqueiro Verde e Flash trocam de identidades nos primeiros teasers do crossover Elseworlds

    14 de novembro de 2018 /

    A rede The CW divulgou dois teasers de “Elseworlds”, novo crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. E as prévias dão sentido ao título da história, ao mostrar uma troca de identidades, com o ator Stephen Amell, protagonista de “Arrow”, vivendo a vida de casado de Barry Allen/Flash, e Grant Gustin, protagonista de “The Flash”, treinando como Oliver Queen/Arqueiro Verde. O título Elseworlds é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O crossover explora a confusão de identidades como ponto de partida para uma história de realidade alternativa. Mas isso deve ser apenas aperitivo de um projeto mais ambicioso, já que a trama introduzirá a Batwoman e Lois Lane no Arrowverso, além de elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Bane e Coringa surgem no novo trailer da temporada final de Gotham

    14 de novembro de 2018 /

    A rede americana Fox divulgou um novo trailer da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. Ao som de “The End”, clássico da banda The Doors, a prévia destaca a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”), e o novo visual de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan), que finalmente assume a aparência do Coringa. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. O arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra a cidade sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento eram causados por um Terremoto, mas na série foi um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska, Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Sophie Turner e Jessica Chastain vêm divulgar X-Men: Fênix Negra na Comic Con Experience

    14 de novembro de 2018 /

    As atrizes Sophie Turner e Jessica Chastain e o diretor Simon Kinberg virão ao Brasil divulgar “X-Men: Fênix Negra” na Comic Con Experience, que acontece entre os dias 6 e 9 de dezembro na São Paulo Expo (antigo Centro de Exposições Imigrantes) na capital paulista. Os três estarão no painel da Fox Film, que acontecerá no dia 7 dezembro no auditório principal, para falar dos bastidores da produção, que só estreia em 7 de junho de 2019. O filme vai mostrar a transformação da heroína Jean Grey, vivida por Sophie Turner, na vilã Fênix Negra, traçando sua evolução desde a infância até sua explosão de raiva contra a humanidade e o momento em que os X-Men decidem enfrentá-la. Já a personagem de Jessica Chastain é mantida em segredo. Simon Kinberg, roteirista e produtor da franquia dos X-Men, que aproveitou o último filme dos heróis produzido pela Fox para virar diretor, disse em entrevistas que ela “não é do nosso planeta” e que terá “uma história cósmica e extraterrestre”. Nos quadrinhos, a personagem extraterrestre que enfrenta Fênix é a Imperatriz Lilandra, mas Kinberg não é conhecido por seguir as histórias originais. Esta é a segunda vez que Kinberg aborda a mesma trama. É dele o roteiro do péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia, resultando num reboot no filme seguinte, “X-Men: Primeira Classe” (2011), após um hiato de cinco anos. Em “O Confronto Final”, Kinberg reinventou completamente a trama de “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, e agora filma novamente o mesmo enredo. Mas o que diferencia o novo filme de um remake? Pergunta para o painel da Comic Con Experience, cuja abreviatura é outro mistério – as iniciais são as mesmas de uma marca antiga e ruim de aparelhos eletrônicos, mas diante do perigo de virar CCE assumem a identidade secreta de CCXP. Agora, interessante mesmo será ver como os mediadores do painel vão evitar perguntas sobre “Game of Thrones” para Sophie Turner e “It: Capítulo Dois” para Jessica Chastain. O painel da Fox na CCXP também vai abordar os filmes “Alita: Anjo de Combate”, “O Menino Que Queria Ser Rei” e “Dragon Ball Super Broly – O Filme” com a presença de Wendel Bezerra, dublador do Goku.

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  • Etc

    Marvel Comics homenageia Stan Lee com vídeo emocionante

    14 de novembro de 2018 /

    A editora Marvel Comics prestou uma emocionante homenagem a Stan Lee com a divulgação de um vídeo, que combina cenas de arquivo e declarações do artista com imagens de suas criações e depoimentos dos editores e executivos do editora. “Ele é o coração do universo Marvel”, define o vídeo-coral. Claro que podia ser mais aprofundado, com participação de artistas que trabalharam de verdade com Stan Lee, como Roy Thomas, seu sucessor na Marvel e uma das últimas pessoas a conversar com ele em vida. Mas não se trata de um documentário e sim uma forma de agradecer ao homem que possibilitou o emprego de todas aquelas pessoas que aparecem em cena. O que chama atenção, entretanto, é que foi um esforço exclusivo do ramo editorial da Marvel. Fox, Sony e Warner foram mais enfáticas, até o momento, que a Disney em relação aos tributos. O CEO da Disney, Bob Iger, esteve entre os primeiros a se manifestar após a morte de Stan Lee, na segunda (12/11). Mas nenhuma produção de série ou filmes derivados da Marvel, com o selo da Disney, seguiu sua deixa, embora atores tenham se manifestado de forma individual.

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  • Série

    Série The Gifted, baseada nos quadrinhos dos X-Men, presta homenagem a Stan Lee

    14 de novembro de 2018 /

    A série “The Gifted” homenageou Stan Lee em seu mais recente episódio, que foi ao ar na noite de terça-feira (13/11) nos Estados Unidos. A atração exibiu uma foto com o artista em meio ao elenco da atração, tirada na San Diego Comic-Con no ano passado. Como costuma fazer com quase todas as produções inspiradas em personagens da Marvel, Stan Lee fez uma participação especial em “The Gifted”. No episódio piloto da série, ele aparecia saindo de um restaurante. Segundo o ator Coby Bell, a rápida aparição de Lee não foi nem mesmo combinada com o estúdio Fox, responsável por sua produção. “Foi totalmente surpreendente. Estávamos filmando em Dallas [no Texas] e ficamos sabendo que Stan estava por lá também. Matt [Nix, criador] foi até onde ele estava hospedado e disse: ‘Ei, cara, estamos fazendo uma série de TV dos ‘X-Men’, e ele imediatamente topou”, disse. Stan Lee não criou pessoalmente nenhum dos personagens da série, mas era editor da Marvel quando Jim Steranko introduziu Polaris nos X-Men em 1968. E, claro, foi o criador do universo mutante dos quadrinhos, junto com Jack Kirby, em 1963. Desenvolvida por Matt Nix (que também criou “Burn Notice”), “The Gifted” usa personagens e situações dos quadrinhos dos “X-Men” e derivados para contar uma história original, onde os mutantes são perseguidos e se dividem em duas facções com ideias diferentes de como enfrentar o preconceito humano. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox com um dia de diferença em relação aos Estados Unidos. Isto significa que a homenagem a Stan Lee será mostrada nesta quarta (14/11) na TV paga brasileira. RIP #StanLee ending credits #TheGifted pic.twitter.com/hCMTZuuX2a — The Gifted Wiki (@TheGiftedWiki) 14 de novembro de 2018

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  • Série

    Wild Cards: Saga de super-heróis do criador de Game of Thrones deve render séries em streaming

    14 de novembro de 2018 /

    Mais uma saga de George R.R. Martin, cujos livros inspiraram “Game of Thrones”, vai virar série. A plataforma Hulu pode emplacar não apenas um, mas dois projetos baseados nos livros de “Wild Cards”. Uma fonte confirmou ao site The Hollywood Reporter que produtores da Universal Cable Productions estão perto de fechar um acordo com o Hulu para desenvolver duas séries baseadas nessa obra de Martin. A adaptação estaria a cargo do roteirista-produtor Andrew Miller (“O Círculo Secreto”). Os livros de “Wild Cards” começaram a ser publicado por Martin e vários de seus colegas de jogos de RPG ainda nos anos 1980 e já contam com dezenas publicações, além de inspirarem quadrinhos e jogos, formando um universo compartilhado. A história se passa nos anos 1940 numa Nova York alternativa, após um grande ataque de vírus alienígena matar 90% da população da cidade. Os 10% que sobreviveram desenvolveram superpoderes. E o vírus, que dá nome à saga, passa de geração para geração e pode ser ativado após um evento traumático. O projeto ainda não foi oficialmente anunciado pelo Hulu.

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  • Etc,  Filme

    Sony homenageia Stan Lee com vídeo reunindo aparições nos filmes do Homem-Aranha

    13 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou um vídeo em homenagem a Stan Lee, que morreu na segunda (12/11) aos 95 anos. O material traz o quadrinhista falando sua sua maior criação, o Homem-Aranha, lembrando como se sentia feliz pela repercussão mundial do personagem, em especial como era satisfatório poder conversar com as pessoas nas Comic Cons internacionais, nos vários países em que ele visitou, e ver como o Homem-Aranha era amado por todas as pessoas de diferentes origens e idades. O vídeo encerra reunindo rapidamente algumas das aparições de Stan Lee nos filmes do Homem-Aranha, desde o primeiro, em 2002, quando ensinou ao Peter Parker vivido por Tobey Maguire que uma pessoa podia fazer diferença, até os mais recentes, em que o personagem é vivido por Tom Holland. Stan Lee deve aparecer ainda no universo do Homem-Aranha, em “Homem-Aranha no Aranhaverso”, animação da Sony que chega aos cinemas brasileiros em janeiro. Mas não há informações sobre se teria filmado sua participação em “Homem-Aranha: Longe de Casa”, previsto para julho.

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  • Etc

    Textos editoriais escritos por Stan Lee há 50 anos viralizam nas redes sociais

    13 de novembro de 2018 /

    Dois textos escritos por Stan Lee em 1968 viralizaram nas redes sociais, após a morte do criador da era Marvel dos quadrinhos, que aconteceu na segunda-feira (12/11). Abordando preconceito e intolerância, os textos foram originalmente escritos para a coluna “Stan’s Sopabox”, publicada na sessão editorial dos quadrinhos da Marvel na época, e compartilhados pela jornalista do Los Angeles Times Jen Yamato, que notou como soavam atuais. Em pouco tempo, as mensagens atemporais de Stan Lee se multiplicaram por milhares de contas do Twitter, mostrando-se tão importantes hoje quanto há 50 anos. “Vamos ser totalmente sinceros: o preconceito e o racismo estão entre os maiores males que assolam o mundo hoje em dia”, escreveu Lee. “No entanto, ao contrário de um time de supervilões, eles não podem ser parados com um soco ou um tiro de arma a laser”. “A única forma de destruí-los é expô-los, mostrando-os como os males insidiosos que eles são”, continua. “O preconceituoso é um hater sem raciocínio, ele odeia cegamente, fanaticamente, indiscriminadamente”. “Se o problema dele é com homens negros, ele odeia todos os homens negros. Se uma ruiva o ofende uma vez, ele odeia todas as ruivas”, diz ainda. “Se um estrangeiro ganhou um emprego no lugar dele, ele odeia todos os estrangeiros”. “Ele odeia pessoas que ele nunca viu, pessoas que ele nunca conheceu, com a mesma intensidade e com o mesmo veneno”, prossegue. “Não estamos querendo dizer que não é razoável um ser humano desagradar ao outro. Mas, embora todo mundo tenha o direito de odiar alguém, é totalmente irracional, patentemente doido, odiar toda uma raça, toda uma nação, toda uma religião”. “Mais cedo ou mais tarde, se desejamos ser dignos de nosso destino, precisamos encher o nosso coração de tolerância”, completa. “Então, e só então, seremos dignos do conceito de que Deus nos criou em sua imagem e semelhança, um Deus que chama a todos nós de seus filhos”. No segundo texto, o quadrinista debate com leitores que não gostam quando a Marvel inclui temas sociais em suas histórias, um tema relevante até para a situação política do Brasil atual, quando se debate a chamada “Escola sem partido”. “De tempos em tempos, recebemos cartas de leitores que nos perguntam por que nossas revistas têm que ser tão moralizantes. Eles sempre dizem que os quadrinhos deveriam ser diversão escapista e nada além disso”. “De alguma forma, eu não consigo ver as coisas desse jeito. Para mim, uma história sem mensagem, mesmo que subliminar, é como um homem sem alma. De fato, até a literatura mais escapista de todas, os contos de fada e lendas heroicas, têm um ponto de vista moral e filosófico”. “Em todos os campi de universidade onde vou discursar, sempre há tanta discussão sobre guerra e paz, sobre direitos civis, sobre a chamada rebelião jovem, quanto há nas nossas revistas. Nenhum de nós vive em um vácuo. Nenhum de nós não é tocado pelos eventos do dia a dia”. “Estes eventos moldam as nossas histórias e a nós mesmos. É claro que nossas histórias podem ser escapistas, mas só porque algo é divertido não significa que precisamos desligar o cérebro enquanto lemos”, completa. "Bigotry and racism are among the deadliest social ills plaguing the world today." "A story without a message… is like a man without a soul." RIP Stan Lee #StansSoapbox pic.twitter.com/S8PvuDassx — jen yamato (@jenyamato) 12 de novembro de 2018

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  • Filme

    Personagens de Homem-Aranha no Aranhaverso ganham pôsteres individuais

    13 de novembro de 2018 /

    A Sony divulgou novos pôsteres da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que destacam individualmente os diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha do filme. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Stan Lee vai aparecer nas animações WiFi Ralph: Quebrando a Internet e Homem-Aranha no Aranhaverso

    13 de novembro de 2018 /

    Stan Lee, que morreu na segunda (12/11) aos 95 anos, fará participação póstuma em dois longas animados, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, que estreia na semana que vem nos Estados Unidos, e “Homem-Aranha no Aranhaverso”, produção da Sony marcada para dezembro na América do Norte. Ambos só chegam ao Brasil em janeiro de 2019. “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” será o primeiro filme da Disney a juntar personagens da Pixar, Lucasfilm e Marvel. E nada é mais Marvel que Stan Lee, o criador que virou personagem e apareceu na maioria dos filmes baseados em seus quadrinhos. A aparição de Lee acontece em uma cena na qual Vanellope está fugindo pelos corredores do site oficial da Disney, perseguida por Stormtroopers de “Star Wars”. Ela esbarra em vários astros dos filmes da Disney por lá, incluindo o mais famoso de todos, Stan Lee. Já “Homem-Aranha no Aranhaverso” reúne as diversas versões do Homem-Aranha que habitam os quadrinhos da Marvel desde que Stan Lee e Steve Ditko criaram o original nos anos 1960. Ele aparece logo no início do filme interagindo com Miles Morales, que é criação de outros artistas, no papel de um vendedor de loja. Ainda não há informação sobre se Stan Lee chegou a filmar figurações em “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Seu agente revelou que ele aparece em “Capitã Marvel”, mas não deu detalhes. De todo modo, isso faz de “Vingadores 4” sua última aparição confirmada nos filmes da Marvel. Em abril, o diretor Joe Russo revelou que ele fez sua cena para o filme inédito no mesmo dia em que registrou suas aparições para “Vingadores: Guerra Infinita” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Além desses, ele também pode surgir de surpresa em “Once Upon a Time a Deadpool”, a reedição para menores de “Deadpool 2”.

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