Foto mostra visual uniformizado de Rajada, nova heroína da série de Raio Negro
Demorou, mas a atriz China Anne McClain vai finalmente vestir traje de super-herói na série “Black Lightning”. Sua personagem Jennifer Pierce, filha do Raio Negro, vai assumir a identidade de Rajada (Lightning) na segunda metade da 2ª temporada. E a rede CW disponibilizou a primeira imagem da heroína uniformizada. Os poderes de Jennifer, cada vez mais desenvolvidos, são uma das surpresas da nova temporada da série do Raio Negro, que encerrou a primeira metade de sua temporada nesta semana. A atração retorna com novos episódios em 21 de janeiro nos Estados Unidos. No Brasil, os episódios são disponibilizados pela Netflix.
Referências a John Diggle como Lanterna Verde vão continuar após Elseworlds
Batwoman chamou mais atenção, mas outro super-herói famoso também pode ter sido introduzido em “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Ninguém menos que o Lanterna Verde. A introdução não foi explícita. Apenas sugerida. Mas sua repercussão pode render desdobramentos que nem os produtores das séries previam, como a inclusão do herói no Arrowverso. Um dos principais easter eggs da produção ocorreu quando Superman (Tyler Hoechlin) chega na Terra 1 e cumprimenta John Diggle (David Ramsey) pelo primeiro nome como se fosse bastante íntimo, perguntando-lhe porque não estava usando seu anel. A produtora de “Arrow”, Beth Schwartz, confirmou a referência. Não só isso. Ela revelou que as alusões a John Diggle como o Lanterna Verde John Stewart vão continuar aparecendo no Arrowverso. No entanto, ela não garante que o personagem se tornará o Lanterna Verde. “Vamos continuar. Nós estamos empolgados com essa referência. Mas eu não sei o que realmente vem pela frente”, contou a showrunner, em entrevista ao site ComicBook. Na mesma entrevista, o showrunner de “The Flash”, Todd Helbing, completou a informação, revelando que não “há nada escrito” sobre o Lanterna Verde no Arrowverso. Ainda. Nos quadrinhos, Hal Jordan, o Lanterna Verde original, era o melhor amigo de Oliver Queen, o Arqueiro Verde, e os dois chegaram a dividir a mesma revista durante os anos 1970 – publicação que marcou época, ao revelar Ricardito (Speedy) como viciado em drogas. John Stewart surgiu por volta dessa época, em 1971, quando o artista Neal Adams sugeriu criar um um Lanterna Verde substituto, durante uma crise de identidade de Jordan. A decisão de tornar o personagem negro foi tomada junto com o editor Julius Schwartz. E isso fez do novo Lanterna Verde o primeiro herói negro da DC Comics, seis anos antes do lançamento do Raio Negro (protagonista da série “Black Lightning”). Originalmente, o personagem era um arquiteto. Mas sua origem foi “corrigida” nos reboots da DC para lhe dar um passado militar. Exatamente como John Diggle. Após registrar as maiores audiências das séries de super-heróis da rede CW em 2018, “Elseworlds” chega ao Brasil neste domingo (16), com exibição dos três episódios consecutivos no canal pago Warner.
Rodrigo Santoro compartilha foto de bastidores de sci-fi com Joseph Gordon-Levitt e Jamie Foxx
Rodrigo Santoro publicou a primeira foto de bastidores de seu novo filme, uma sci-fi desenvolvida para a Netflix. Na imagem, o ator brasileiro aparece ao lado dos atores Joseph Gordon-Levitt (“500 Dias com Ela”) e Jamie Foxx (“Django Livre”) “Divertindo-me muito trabalhando com Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt em um novo projeto para a Netflix, dirigido por Henry Joost e Ariel Schulman”, escreveu Santoro sucintamente no Instagram. Ainda sem titulo, o filme tem premissa que lembra a série baseada nos quadrinhos de “Raio Negro” (Black Lightning). Em suma, gira em torno do tráfico de uma nova droga sintética, altamente viciante, que dá superpoderes a seus usuários. Gordon-Levitt interpretará um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. Já Foxx será um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga e encontrar seu fabricante. Não há descrição para os papéis de Santoro e demais coadjuvantes, que incluem Amy Landecker (“Transparent”), Dominique Fishback (“The Deuce”), Colson Baker, mais conhecido como Machine Gun Kelly (“Nerve”), Allen Maldonado (“The Last O.G.”), Andrene Ward-Hammond (“Loving”) e Kyanna Simpson (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) O filme é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro (não muito original) é de Mattson Tomlin (“Rene”) e Chris Bremner (“Padrinhos Ltda.”). A produção está sendo gravada na cidade de Nova Orleans, nos EUA. Santoro, que integra a série “Westworld”, da HBO, também está no elenco do filme “Reprisal”, que o serviço de streaming Hulu pretende lançar em 2019, além de fazer uma participação especial como o Louco em “Turma da Mônica: Laços”, protagonizado pelos personagens criados por Mauricio de Sousa. Visualizar esta foto no Instagram. Having such a great time working with @iamjamiefoxx and @hitrecordjoe on a new project for @netflix ? directed by @relsonmandela and @hurricanejoost Me divertindo muito trabalhando com @iamjamiefoxx e @hitrecordjoe em um novo projeto pra @netflix ? dirigido por @hurricanejoost e @relsonmandela Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 15 de Dez, 2018 às 10:30 PST
Elseworlds: Super-heróis têm maior audiência do ano com crossover, que estreia domingo no Brasil
O crossover “Elseworlds” rendeu as maiores audiências das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” em 2018 nos Estados Unidos, com o episódio final registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Contando uma história completa, a atração introduziu Batwoman (Ruby Rose), Lois Lane (Elizabeth Tullock) e o Monitor (LaMonica Garrett) no Arrowverso, e será exibida neste domingo (16/12) no Brasil. A história também funcionou como midseason finale para as três séries, que só voltarão a ter novos episódios a partir da segunda metade de janeiro. E ainda serviu de aperitivo para o próximo grande crossover dos super-heróis: “Crise nas Infinitas Terras”, anunciado nos momentos finais de “Elseworlds”.
Nebula vai enfrentar Thanos em Vingadores: Ultimato
A atriz Karen Gillan adiantou que sua personagem Nebula terá papel importante em “Vingadores: Ultimato”. Ela vai enfrentar Thanos (Josh Brolin), que a criou como filha. “O que eu posso dizer? Thanos é o pai dela e isso definitivamente vai levá-la a confrontar sua relação com o vilão. Isso é uma certeza”, afirmou a atriz, durante uma entrevista para a revista People. “Eu prometi manter o segredo, mas definitivamente, tudo que nós construímos, toda a história entre Nebula e Thanos, vai chegar ao clímax no novo filme dos Vingadores. E com certeza ela vai confrontar memórias traumáticas”, completou Gillan. Durante a entrevista, a atriz ainda revelou que Nebula deve ganhar um novo parceiro de cena, sem revelá-lo. Há quem acredite que a atriz esteja se referindo a Tony Stark, já que, de acordo com o primeiro trailer, os dois estão vagando pelo espaço. Mas a personagem pode também se reunir com Rocket (o guaxinim dublado por Bradley Cooper). Afinal, Rocket e Nebula foram os únicos personagens de “Guardiões da Galáxia” que sobreviveram ao estalo de Thanos em “Vingadores: Guerra Infinita”, que dizimou 50% de toda a vida no universo. “Vingadores: Ultimato” deve mostrar o embate final entre Thanos e os Vingadores, com a inclusão de Capitã Marvel e Homem-Formiga no time de heróis. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 25 de abril, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Robin enfrenta Batman no trailer violento do final da temporada de Titãs
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 1ª temporada de “Titãs” (Titans). E a prévia já está dando o que falar. Se, até então, as cenas de violência vinham sendo toleradas, ao mostrar Batman pela primeira vez a série ultrapassa limites. O trailer mostra Batman como um assassino ensandecido, que mata o Coringa e provoca um massacre de vilões. Isto leva o Robin atual a pedir ajuda ao Robin original. Jason Todd aparece de cadeira de rodas, para aumentar o impacto. Há closes no cadáver do Coringa. Na mão enrijecida de Duas Caras, ainda segurando sua moeda da sorte. E tudo conduz a um confronto entre pupilo e mestre, com os Titãs incentivando Dick Grayson a enfrentar Batman. Melhor aguardar pelo episódio para protestar contra a forma como o Cavaleiro das Trevas está sendo retratado. Afinal, a DC não autorizaria, supostamente, a transformação de seu herói mais famoso num serial killer. E o jeito como o episódio anterior encerrou sugere que se trata de um pesadelo/delírio de Dick Grayson. Vale reparar que, em nenhum momento, o vídeo mostra o rosto de Batman – sem revelar quem interpreta o herói ou se é realmente Bruce Wayne que está sob o famoso capuz. O que ajuda a caracterizar a aparição como pesadelo. O elenco central da série é formado por Brenton Thwaites (de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) como Dick Grayson/Robin, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Anna Diop (“24: Legacy”) como Estelar e Ryan Potter (“Supah Ninjas”) como Mutano, e entre os coadjuvantes se destacam Alan Ritchson (“Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (“Friday Night Lights”) como Columba, Curran Walters (“Mulheres do Século 20”) como Jason Todd/Robin e Conor Leslie (“Shots Fired”) como Donna Troy/Moça-Maravilha. O final da 1ª temporada vai ao ar na próxima sexta (21/12) nos Estados Unidos. E a série finalmente estreia no Brasil duas semanas depois, em 11 de janeiro, via Netflix.
Disney não pode relançar Demolidor, Punho de Ferro e Luke Cage antes de 2020
Muitos fãs das séries da Marvel canceladas na Netflix estão estranhando o silêncio da Disney sobre o destino das produções. Oficialmente, houve apenas manifestações genéricas sobre os personagens continuarem a ter aventuras, o que ser pode apenas uma referência às publicações em quadrinhos. Mas agora a Variety revelou o que pode estar por trás dessa falta de determinação. Segundo apurou a revista, o contrato entre a Netflix e a Marvel proíbe que os personagens apareçam em qualquer filme ou série fora do serviço de streaming por pelo menos dois anos após o cancelamento. Ou seja, Punho de Ferro, Luke Cage e Demolidor só poderiam ressurgir em novas atrações em 2020. O prazo seria um pouco maior para Jessica Jones, que exibirá a sua 3ª temporada em 2019 na Netflix. Mas pode não valer para o Justiceiro, já que o personagem, cuja 2ª temporada estreia em janeiro, não fazia parte do acordo original entre a Marvel e a plataforma de streaming. Após o cancelamento de “Demolidor”, que diversas empresas de auditoria independentes afirmam ter uma das maiores audiências da Netflix, o mesmo destino é esperado para “Justiceiro” e “Jessica Jones” após a exibição de suas próximas temporadas. Tudo indica que os cancelamentos são retaliação da Netflix contra a Disney, que vai lançar sua plataforma Disney+ (Disney Plus) para disputar o mercado de streaming em 2019.
Aquaman inicia seu reinado nos cinemas brasileiros com estreia em 1,6 mil salas
“Aquaman” é a principal estreia de cinema da semana. Embalado por uma bilheteria recorde na China, o filme do super-herói chega ao Brasil uma semana antes de ser lançado nos Estados Unidos. Mas já agradou à crítica por lá, atingindo 75% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes – a segunda maior nota das adaptações dos quadrinhos da DC, atrás só de “Mulher-Maravilha”. Para manter o ímpeto, o lançamento vai acontecer em 1,6 mil salas, uma das maiores distribuições já registradas no país. Há 12 anos, este era o total de telas disponíveis em todo o território nacional. Combinação de efeitos visuais de última geração e aventura à moda antiga, o filme estrelado por Jason Momoa e diversos coadjuvantes famosos (Amber Heard, Nicole Kidman, Willem Dafoe, Patrick Wilson e até Julie Andrews!) tem direção de James Wan, mais conhecido por filmes de terror como “Invocação do Mal”, “Sobrenatural” e “Jogos Mortais”, que, entretanto, já tinha desafiado expectativas ao estourar no gênero ação com “Velozes e Furiosos 7”. Com seu monopólio de telas, a produção da Warner deixa pouco espaço para a concorrência, resultando numa das semanas de programação mais enxuta de 2018. Apenas outro filme tem distribuição razoável: “Colette”, que também caiu nas graças da crítica internacional – 87% no Rotten Tomatoes – , em particular graças à performance de Keira Knightley (“Anna Karenina”) no papel-título. O filme é uma cinebiografia da escritora francesa e ícone feminista Sidonie Gabrielle Colette, autora dos célebres romances “Chéri” (1920) e “Gigi” (1944). Mas quando a trama começa, ela é apenas uma jovem provinciana do final do século 19 que se casa com o escritor Henry Gauthier-Villars (Dominic West, da série “The Affair”), conhecido pelo nome artístico de Willy. O drama mostra sua exploração inicial, quando começa a escrever suas experiências da época da adolescência e o livro, “Claudine”, torna-se um fenômeno. Só que é creditado a Willy. Pressionada a escrever continuações e sem receber nenhum reconhecimento, Colette se rebela, o que leva à separação e à sua luta para ser reconhecida como autora. Paralelamente, a jovem também embarca em novas descobertas (bi)sexuais. E tudo isso passa a alimentar sua literatura, que se aprimora e é aclamada pela crítica, tornando sua trajetória símbolo do empoderamento e da independência feminina. Além de um prato cheio para Keira Knightley encarnar outra mulher forte, à frente de seu tempo. “Colette” também é uma homenagem do diretor Wash Westmoreland (“Para Sempre Alice”) para seu marido e parceiro artístico, Richard Glatzer, que trabalhava no roteiro na ocasião de sua morte em 2015. Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) é creditada como corroteirista. O terceiro e último longa de ficção da programação é o drama brasileiro “Intimidade entre Estranhos”, de José Alvarenga Jr. (“Dez Segundos para Vencer”), produção modesta que faria mais sentido, com outra pegada, há 30-40 anos atrás, quando o desejo sexual movimentava tramas excitantes e não relacionamentos de telenovela no cinema nacional. Fecham a lista dois documentários femininos. “Chá com as Damas” serve uma conversa agradável entre quatro estrelas veteranas do teatro e cinema britânicos – Eileen Atkins (“Paddington 2”), Judi Dench (“Assassinato no Expresso do Oriente”), Joan Plowright (“As Crônicas de Spiderwick”) e Maggie Smith (“O Exótico Hotel Marigold”). E “Minas do Futebol” é um golaço. Um filme da Disney sobre a vida real e, ainda por cima, passado no Brasil. A história edificante acompanha um time feminino de futebol infantil que, inconformado por não ter um campeonato para disputar, inscreve-se na competição masculina. As jogadoras não só são aceitas na disputa, como surpreendem quando começam a vencer e vencer, até se consagrarem como campeãs do torneio. Empoderador e emocionante, o documentário do estrante Yugo Hattori é ótimo por conta própria, mas também serve de exemplo para o tipo de blockbuster infantil que o cinema comercial brasileiro deve ao grande público. Essas minas são musas. Roteiristas, inspirem-se na história delas. Confira abaixo os trailers e as sinopses dos cinco lançamentos desta quinta (13/12) nos cinemas. Aquaman | EUA | Super-Heróis Filho do humano Tom Curry (Temuera Morrison) com a atlante Atlanna (Nicole Kidman), Arthur Curry (Jason Momoa) cresce com a vivência de um humano e as capacidades meta-humanas de um atlante. Quando seu irmão Orm (Patrick Wilson) deseja se tornar o Mestre dos Oceanos, subjugando os demais reinos aquáticos para que possa atacar a superfície, cabe a Arthur a tarefa de impedir a guerra iminente. Para tanto, ele recebe a ajuda de Mera (Amber Heard), princesa de um dos reinos, e o apoio de Vulko (Willem Dafoe), que o treinou secretamente desde a adolescência. Collete | Reino Unido | Drama Colette (Keira Knightley) é uma romancista francesa que sofre com o seu casamento abusivo e com o seu parceiro que tenta ganhar créditos em cima de suas obras de maneira ilegal. Para superá-lo, ela emerge como uma grande escritora no seu país e, consequentemente, como uma candidata ao Prêmio Nobel em Literatura. Intimidade entre Estranhos | Brasil | Drama Maria (Rafaela Mandelli) acaba de se mudar para o Rio de Janeiro, com o objetivo de acompanhar Pedro (Milhem Cortaz), seu namorado, que será um dos protagonistas de uma minissérie bíblica sobre Noé. Por mais que seja carioca, o retorno à cidade não a agrada devido às lembranças que tem com o pai, já falecido. O casal se muda para um prédio cujo síndico é o jovem Horácio (Gabriel Contente), que é bem rigoroso com as regras do local. De início Maria bate de frente com ele, mas aos poucos se aproxima do vizinho. Chá com as Damas | Reino Unido | Documentário Juntas no mesmo ramo por décadas, as consagradas atrizes Eileen Atkins, Judi Dench, Joan Plowright e Maggie Smith deixam de lado os holofotes por alguns instantes para realizarem conversas intimistas, sinceras e reflexivas a respeito de suas carreiras, vidas pessoais e as influências de suas carreiras para a consolidação de uma amizade entre as quatro. Minas do Futebol | Brasil | Documentário Treinando diariamente desde a pré-adolescência para conseguir alcançar o topo do futebol feminino, um grupo de jogadoras passa por um momento inédito quando ganha um campeonato masculino disputado por times da elite brasileira como Corinthians e São Paulo. Depois de serem reveladas para o Brasil, chega a hora de finalmente brilhar.
2ª temporada do Justiceiro revela primeira cena e previsão de estreia
A Netflix revelou o primeiro vislumbre da 2ª temporada da série do “Justiceiro”, bem como uma previsão de estreia dos episódios, num vídeo que destaca o que vai chegar à plataforma em janeiro de 2019. Divulgado pelo YouTube da Netflix polonesa, a apresentação traz a cena inédita, com Jon Bernthal de volta ao papel de Frank Castle, ao final do vídeo. Confira abaixo. O dia de estreia dos novos episódios em janeiro ainda não foi revelado. A série do “Justiceiro” é uma das duas produções da Marvel remanescentes na Netflix, após os cancelamentos de “Punho de Ferro”, “Luke Cage” e “Demolidor”. A outra é “Jessica Jones”, que vai estrear sua 3ª temporada em 2019. A Disney ainda não se manifestou sobre a retomada das séries canceladas em outra plataforma.
Astro de Sharknado será o Demônio Azul em série da DC Comics
O ator Ian Ziering vai trocar os tubarões voadores pelos demônios coloridos. O astro da franquia “Sharknado” foi confirmado no elenco de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing), nova série derivada dos quadrinhos da DC Comics. A produção, inclusive, já divulgou um pôster de seu personagem. Ou melhor, um meta-pôster, já que ele interpreta um ator na trama. Veja abaixo. Ziering vai viver Daniel Cassidy, um ex-dublê que virou ator e ficou semi-famoso ao interpretar o Demônio Azul no cinema. A imagem divulgada é de um filme de terror fictício de Cassidy como o personagem. O Demônio Azul surgiu em 1984 e chegou a ter sua própria publicação, que durou mais de 30 edições. Desde então, ele virou figurante de luxo de várias histórias da DC, com mais proeminência na fase atual da “Liga da Justiça Sombria”. Sua origem envolve um confronto com um demônio real, que o funde com a fantasia do Demônio Azul de forma permanente, ao mesmo tempo em que lhe dá força e resistência sobre-humanas. Esta história deve preencher um dos episódios da produção, que começou a ser gravada no mês passado. A série foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Invocação do Mal”). E seu elenco oficial incluiu Crystal Reed (a Sofia Falcone de “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason de “Sexta-Feira 13”), Jennifer Beals (da série “Taken” e do musical clássico “Flashdance”), Kevin Durand (da série “The Strain”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Henderson Wade (“Extant”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”) e Jeryl Prescott (“Ray Donovan”, “The Walking Dead”). O primeiro episódio tem direção de Len Weiseman (“Anjos da Noite”), mas ainda não há previsão para a estreia. “Monstro do Pântano” será disponibilizada na plataforma DC Universe nos Estados Unidos.
Astro de Community vai viver super-herói em nova série derivada de quadrinhos da DC Comics
O comediante Joel McHale, que estrelou a série “Community”, entrou no elenco de “Stargirl”, a nova série de super-heróis da plataforma DC Universe. O papel que ele vai desempenhar é… bem, a revista Variety, que deu a notícia em primeira mão, revelou ser Starman. A publicação americana afirmou que McHale viverá “Sylvester Pemberton, o Starman”, que tira seus poderes de um cetro místico capaz de desafiar a gravidade e que luta contra o crime ao lado do Listrado, cuja identidade civil, Pat Dugan, torna-se padrasto de Courtney Whitmore, a Stargirl. O problema nessa história é simples. A Variety descreveu um herói diferente do Starman, com o cetro do Starman. Sylvester Pemberton é a identidade de Sideral (Star-Spangled Kid, em inglês), parceiro do Listrado (Stripesy) na era de ouro dos quadrinhos. Criados em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, e desenhados por Hal Sherman, Sideral e Listrado foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, dois heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, eles também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se casou com a mãe de Courtney Whitmore. E a jovem resolveu assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, foi um revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Aqui é que a história fica (mais) confusa. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebe de presente o cetro de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que decide se aposentar. É quando ela assume a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e entra no grupo de heróis da Sociedade da Justiça da América. A mistura de personagens não foi culpa da Variety. Após a repercussão do “equívoco”, a DC publicou em seu site oficial que Joel McHale vai mesmo viver “Sylvester Pemberton, o Starman”. E ainda acrescentou que “provavelmente não é o Starman que você espera”. A série de “Stargirl” vai “simplificar” a origem da heroína ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, chamar Sideral de Starman, simplesmente. Na versão da série, Sylvester Pemberton se torna Starman e usa o cetro de Starman, mas o uniforme e as aventuras de seu passado são as mesmas de Sideral. Deu para entender? Isso também faz com que Stargirl não passe pelo estágio de viver Sideral. Ela já começa como Stargirl na série, ao receber o cetro do herói. Quem optou por essa narrativa foi Geoff Johns, criador da série, que também criou a própria Stargirl nos quadrinhos em 1999, inspirado em sua irmã, morta num acidente aéreo três anos antes. Mesmo assim, houve reclamações pela falta de créditos ao personagem de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. A super-heroína, por sua vez, será vivida por Brec Bassinger (“The Goldbergs”). Na trama, Courtney é uma jovem adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. Os atores Yvette Monreal (de “Matador” e do vindouro “Rambo 5”) e Christopher James Baker (“True Detective” e “Ozark”) também estão no elenco, mas seus papéis não foram divulgados. Ainda sem previsão de estreia, “Stargirl” será lançada no serviço de streaming da editora, o DC Universe.
DC anuncia seu próximo crossover de séries de super-heróis: Crise nas Infinitas Terras!!!
O final de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, apresentou um anúncio-surpresa que deve ter derrubado os fãs de quadrinhos de suas poltronas. Pela primeira vez, a rede CW resolveu antecipar o título de seu próximo crossover. E com a antecedência de um ano! Isto porque não será um crossover qualquer, mas o maior de todos os crossovers da DC Comics, aquele que originou o primeiro reboot da história dos quadrinhos… “Crise nas Infinitas Terras”. Só o título é capaz de arrepiar o fanboy mais enrustido. Toda a preparação de “Elseworlds” parecia se encaminhar para esse projeto. Por conta dos personagens envolvidos no crossover deste ano e das pistas despejadas em “The Flash”, a Pipoca Moderna (quem mais?) cravou em setembro que “Crise nas Infinitas Terras” seria o próximo grande evento das séries de super-heróis da DC. Para quem não lembra, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” foi concebida com o objetivo simplificar a cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A ideia era juntar todos os personagens de Terras paralelas num mesmo universo coeso, que se reiniciaria após o desfecho do evento. Por sinal, a mesma confusão vem marcando as séries da rede CW, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todas as Terras paralelas, reunindo os sobreviventes de outras dimensões na única Terra remanescente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime). O evento foi tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança das outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, um homem chamado Krona foi responsável por criar o Multiverso, num momento que também originou duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A cargo do escritor Marv Wolfman e do artista George Pérez (mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980), a história de 1985 ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. Os dois super-heróis fazem parte do atual universo televisivo da DC Comics – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da editora. O principal sinal de que a equipe do produtor Greg Berlanti cometeria a ousadia de adaptar essa trama épica surgiu quando o ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) foi escalado para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor, em “Elseworlds”. Menos evidente, outra pista veio com a inclusão de um personagem secundário entre os criminosos vistos no Asilo Arkham, na segunda parte de “Elseworlds”: o Pirata Psíquico, que foi vivido por Bob Frazer (do terror “1922”). Nos quadrinhos, o vilão é o único habitante da Terra que se lembra do multiverso após o reboot da “Crise”. Isso o enlouquece. Mas há outro detalhe importante em relação ao personagem no universo televisivo da DC Comics: ele foi citado em “The Flash” muito antes de estrear em “Elseworlds”. A famosa reportagem de um jornal do futuro sobre o desaparecimento do herói após uma Crise, evocada desde a 1ª temporada e retomada na 5ª e atual de “The Flash”, refere-se a Roger Hayden, identidade do Pirata Psíquico, como alguém que “afirma se lembrar dos acontecimentos”. O artigo sempre revisto pelo herói no computador de Gideon afirma que o vilão “disse após sua prisão: ‘Mundos viveram, mundos morreram. Nada será como antes.'” O último episódio de “Elseworlds” foi ao ar na noite de terça (11/12) nos EUA e os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner. Já o próximo crossover, “Crise nas Infinitas Terras”, só será transmitido no final de 2019. Até lá, muitas teorias, especulações e até informações verdadeiras alimentarão a ansiedade dos fãs. A principal dúvida, claro, é se o tamanho épico da história irá se limitar ao universo televisivo da rede CW ou incluirá também os heróis da plataforma DC Universe, cujas séries compartilham o mesmo produtor, Greg Berlanti. Já imaginaram? Com ou sem “Titãs” e cia., “Crise nas Infinitas Terras” promete ser o maior crossover televisivo de todos os tempos. Na verdade, isto é o mínimo que se espera dessa história. Veja abaixo o logo oficial do evento em captura de tela e lembre de um tributo já feito à história clássica num pôster da 2ª temporada de “Supergirl”.
Gotham: Temporada final ganha novos trailers e retratos individuais dos personagens
A rede americana Fox divulgou dois novos trailers e os retratos individuais dos personagens da 5ª temporada de “Gotham”, que irá encerrar a série. Legendadas por fãs, as prévias destacam a premissa de “Terra de Ninguém” (No Man’s Land no original), título de um crossover dos quadrinhos de Batman, que mostra a cidade sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento foram causados por um Terremoto, mas na série aconteceram após um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), da Mulher Gato (Camren Bicondova) e do Charada (Cory Michael Smith), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Além desse elenco central conhecido, as imagens também destacam a introdução do vilão Bane, que será vivido por Shane West (“Nikita”, “Salem”). Os 12 episódios finais de “Gotham” estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos.












