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  • Filme

    Doutor Sono dá vexame com estreia em 5º lugar no Brasil

    12 de novembro de 2019 /

    O fracasso de “Doutor Sono” se estendeu ao Brasil. A adaptação de Stephen King estreou em 5º lugar entre os filmes mais assistidos de quinta a domingo (10/11) no país, segundo levantamento da auditoria Comscore. A sequência de “O Iluminado” (1980) ficou atrás de “Malévola: Dona do Mal”, “Coringa”, “A Família Adams” e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Com o excesso de blockbusters em cartaz, o filme foi exibido em apenas 191 salas. Com isso, levou 128 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,3 milhões. Nos EUA, a estreia foi a segunda maior bilheteria do fim de semana, mas teve uma arrecadação muito abaixo do esperado. Teorias para o fracasso incluem desde a saturação de adaptações de Stephen King – “Doutor Sono” é a terceira de 2019, sem contar as séries – , o título muito ruim e o fato de remeter a um filme com 39 anos, que a maioria dos frequentadores de cinema não lembra ou nem assistiu. Enquanto isso, “Malévola: Dona do Mal”, exibido há quatro semanas, foi o filme mais visto no Brasil no fim de semana. Em cartaz em mais salas que a concorrência – 411 ao todo – , o filme da Disney teve 410 mil espectadores e faturou R$ 7,1 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, o longa já foi visto por 4,1 milhões de pessoas e rendeu R$ 66,8 milhões. “Coringa” ficou com o 2º lugar, com exibição em 334 salas, público de 279 mil pessoas e R$ 5,2 milhões em ingressos vendidos. Desde a estreia, há seis semanas, o longa acumula 9 milhões de espectadores e R$ 144 milhões em bilheteria. “A Família Adams” completa o Top 3. Exibido em 343 salas, o longa teve público de 279,2 mil pessoas e vendeu R$ 4,6 milhões em ingressos. Em duas semanas, acumula 784 mil espectadores e R$ 12,6 milhões em bilheteria. Vale reparar o óbvio nesses números: os filmes com maior distribuição arrecadam mais. Teorias à parte, esta é a principal explicação para o fraco desempenho de “Doutor Sono” no Brasil. Confira abaixo a lista dos 10 filmes de maior bilheteria no Brasil, no levantamento semanal da consultoria Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil SEGUNDA 11/NOV:1. Malévola-Dona do Mal2. Coringa3. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio4. A Familia Adams5. Doutor Sono6. Parasita7. Zumbilândia Atire Duas Vezes8. A Odisseia dos Tontos8. Cadê você, Bernadette?9. Downtown Abbey — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 12, 2019

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  • Série

    Primeiras artes da série do Falcão e Soldado Invernal revelam novos visuais dos heróis

    12 de novembro de 2019 /

    A Marvel aproveitou o lançamento do Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) nesta terça (12/11) para divulgar as artes conceituais dos personagens de sua primeira série produzida para a plataforma, “Falcon and the Winter Soldier”, sobre os heróis Falcão e Soldado Invernal, introduzidos no filme “Capitão América: Guerra Civil” (2016). As imagens revelam os novos visuais dos dois protagonistas, que ganharam trajes novos e, no caso do Soldado Invernal, até um penteado diferente. Além da dupla de heróis dos Vingadores, vividos por Anthony Mackie e Sebastian Stan, as artes ainda destacam Emily Van Camp, de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, Daniel Brühl, que retomará a identidade de Barão Zemo, responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”, e uma novidade: Wyatt Russell (“Operação Overlord”), filho de Kurt Russell e Goldie Hawn, como John Walker num uniforme similar ao do Capitão América. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme. A presença de Walker deve envolver a disputa pelo título de novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans) deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie). Mas o Soldado Invernal (Sebastian Stan) era outro forte candidato para a vaga. A série deve continuar a história a partir daí. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a produção será dirigida por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. A série tem previsão de chegar à plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) no segundo semestre de 2020.

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  • Série

    Série animada da Arlequina ganha data de estreia e novo trailer com dublagem de Kaley Cuoco

    12 de novembro de 2019 /

    A DC Comics divulgou um novo trailer e a data de estreia da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) dublando a personagem de quadrinhos Arlequina. Ao som de “Think”, de Aretha Franklin, a prévia é anárquica e violenta, e mostra a Arlequina formando um novo grupo de vilões para provar sua independência do Coringa. As cenas também acompanham uma evolução visual da personagem, que começa com um uniforme ao estilo clássico das animações de Bruce Timm, criador da personagem na série animada do Batman dos anos 1980, e termina com uma aparência mais próxima da versão do filme “Esquadrão Suicida”. O novo desenho não é uma criação do time das animações da DC Comics, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Além de dublar a Arlequina, Cuoco também é produtora executiva da atração, que ainda traz as vozes de outros atores famosos, como Lake Bell (“Childrens Hospital”), Alan Tudyk (“Doom Patrol”), Ron Funches (“Undateable”), JB Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Jason Alexander (“Seinfeld”), Wanda Sykes (“Perfeita é a Mãe!”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Natalie Morales (“Bojack Horseman”), Jim Rash (“Community”), Diedrich Bader (“Veep”), Tony Hale (“Veep”), James Wolk (“Zoo”) e Christopher Meloni (“Happy!”). A série terá uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada, ainda sem previsão de estreia, na plataforma DC Universe, que por enquanto é exclusiva dos Estados Unidos. um vídeo de bastidores da série animada “Harley Quinn”, que traz a atriz Kaley Cuoco (“The Big Bang Theory”) como a voz a personagem de quadrinhos Arlequina. A prévia destaca os principais dubladores da atração: Alan Tudyk (“Doom Patrol”) como Coringa, Lake Bell (“Childrens Hospital”) no papel da Era Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada e Diedrich Bader (“Veep”) como Batman. Além disso, a equipe apresenta a produção como a versão mais insana da personagem. A 1ª temporada de 26 episódios será lançada na plataforma DC Universe no dia 29 de novembro, por enquanto apenas nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Cena deletada de Vingadores: Ultimato revela participação de Katherine Langford como filha de Tony Stark

    12 de novembro de 2019 /

    A cena deletada mais discutida de “Vingadores: Ultimato” virou um bônus da Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), a plataforma de streaming da Disney. Nela, Tony Stark (Robert Downey Jr.) reencontra a filha Morgan, já adulta, anos depois de sua morte. O vídeo, que foi compartilhado por fãs nas redes sociais em baixa definição, registra a participação de Katherine Langford (“13 Reasons Why”) como a versão adulta de Morgan na joia da alma. A atriz acabou ficando fora do filme, no corte final do cinema. “Eu te conheço?”, pergunta o herói, antes de reconhecer Morgan. “Oi pai”, ela responde. No diálogo entre pai e filha, a jovem parece perdoar Tony pela “decisão ruim” de se sacrificar para derrotar Thanos e salvar a humanidade. “Eu sobrevivi, eu cresci”, ela diz, mostrando que o plano funcionou. A sequência tem pouco mais de dois minutos e teria sido rejeitada durante testes, porque confundiu o público. Foi percebida uma dificuldade dos espectadores identificarem quem era a personagem, já que outra atriz (Lexi Rabe, de seis anos de idade) interpretou a filha de Stark no mesmo filme. A personagem é filha de Tony e Pepper Potts (Gwyneth Paltrow) e surge pela última vez no enterro do pai. A cena deletada com Katherine Langford não foi incluída entre o material extra do lançamento em vídeo de “Vingadores: Ultimato”, aparecendo apenas nos bônus do filme incluídos no serviço de streaming da Disney, que foi lançado oficialmente nesta terça (12/11) nos Estados Unidos, Canadá e Países Baixos (Holanda).

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  • Série

    Titãs é renovada para a 3ª temporada

    11 de novembro de 2019 /

    A plataforma DC Universe renovou “Titãs” para sua 3ª temporada. Primeira série do serviço de streaming da DC Comics, “Titãs” mantém uma média de 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os números de sua audiência são desconhecidos – uma característica que acompanha a produção de séries para streaming. Nos capítulos da trama atual, a produção juntou os Novos Titãs dos quadrinhos, formados por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) e Estelar (Anna Diop, de “24: Legacy”), com a Turma Titã original, que na série inclui, além de Robin, Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Para completar, também trouxe de volta o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), e introduziu Bruce Wayne (vivido por Iain Glen de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Sem abrir mão do tom sombrio dos episódios inaugurais, também já eliminou alguns desses personagens de forma trágica. O final da temporada está marcado para 29 de novembro nos Estados Unidos, mas ainda há previsão para o lançamento no Brasil – o que deve acontecer entre dezembro e janeiro pela Netflix.

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras: Primeiro teaser revela parceria surpreendente

    10 de novembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou o primeiro teaser de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover das séries do Arrowverso. A prévia reúne diversos heróis e até um supervilão, numa parceria surpreendente. No vídeo de apenas 15 segundos, é possível ver Lex Luthor (Jon Cryer) perfilado ao lado do marciano J’onn J’onnz (David Harewood), Sara Lance (Caity Lotz), Flash (Grant Gustin), Supergirl (Melissa Benoist), Batwoman (Ruby Rose) e o estreante Ryan Choi (interpretado por Osric Chau, de “Supernatural”). Luthor tem grande importância na história dos quadrinhos originais, mas numa versão de outra parte do multiverso – tanto que Michael Rosenbaum chegou a ser convidado a reprisar seu papel de “Smallville”, porém recusou. Já Ryan Choi não faz parte da história de 1985. Apesar disso, é um personagem importante da DC Comics, porque vira ninguém menos que o novo Elektron (Atom, no original em inglês) nos quadrinhos. Por sinal, Brandon Routh, que vive Ray Palmer, o Elektron da série “Legends of Tomorrow”, despediu-se dos fãs durante a gravação do crossover, sugerindo que pode ser uma das vítimas do evento. De todo modo, ele sairá com uma homenagem da produção, que lhe deu a oportunidade de aparecer novamente como Superman, seu papel no filme “Superman – O Retorno” (2006). Sua versão do personagem também pode ser vista no teaser e representa um Superman clássico do multiverso, mais conhecido pela minissérie/graphic novel “O Reino do Amanhã” (Kingdom Come), de 1996. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Sem esquecer personagens de séries e filmes da DC Comics, como “Smallville”, “Batman” (de 1966), “Batman do Futuro”, “Superman – O Retorno”, “Birds of Prey” e outras produções.

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  • Filme

    Midway surpreende com estreia à frente de Doutor Sono na América do Norte

    10 de novembro de 2019 /

    “Midway – Uma Batalha em Alto Mar” surpreendeu o mercado, ao abrir em 1º lugar nos Estados Unidos e Canadá com uma bilheteria de US$ 17,5 milhões. Mas os valores baixos da arredação indicam mais um problema de desempenho de “Doutor Sono”, terror que continua “O Iluminado” (1980) e entrou em cartaz cercado de expectativas. Imaginava-se uma vitória tranquila da mais nova adaptação de Stephen King. Entretanto, fez apenas US$ 14,1 milhões, em 2º lugar. Dirigido por Roland Emmerich, “Midway” recria a maior batalha natal da 2ª Guerra Mundial, que já tinha rendido um blockbuster em 1976 e foi considerado um longa à moda antiga (antiquado, em outras palavras), com aprovação de apenas 44% pela crítica cotada pelo site Rotten Tomatoes. Entretanto, o elenco com atores famosos e jovens populares – o cantor Nick Jonas, entre eles – , somada à expectativa de cenas de ação do diretor de “Independence Day” (1996), ajudou-o a vender mais ingressos que o estimado. “Doutor Sono” foi lançado em 500 salas a mais, o que só deve aumentar a incredibilidade da Warner, que imaginava repetir o fenômeno de “It – A Coisa”. Afinal, a produção agradou a crítica, com 74% de aprovação, e também conta com atores conhecidos – Ewan McGregor e Rebecca Ferguson. No entanto, os espectadores ficaram mais entusiasmados com “Midway”, e não apenas na bilheteria, conforme atesta a nota A no CinemaScore, que pesquisa a opinião do público, enquanto o terror atingiu um B+. Mesmo com a vitória, “Midway” não pode comemorar. US$ 17,5 milhões não é bilheteria de abertura digna para uma superprodução que custou mais de US$ 100 milhões. A Lionsgate não está em posição financeira confortável para somar um novo prejuízo em suas contas. A aposta, agora, é transformar a atenção gerada pela conquista norte-americana em atrativo para o mercado internacional. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima semana, em 20 de novembro. O fim de semana ainda trouxe mais dois lançamentos aos cinemas da América do Norte. A trama infantil de “Brincando com Fogo”, estrelada por John Cena, e a comédia romântica natalina “Uma Segunda Chance para Amar”, com Emilia Clarke, abriram em 3º e 4º lugares, respectivamente. Ambos tiraram notas baixas junto à crítica e parecem produções típicas da Netflix. “Uma Segunda Chance para Amar” chega aos cinemas brasileiros em 28 de novembro, enquanto “Brincando com Fogo” tem previsão de estreia apenas para janeiro de 2020. O Top 5 se completa com “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”, que caiu do 1º para o 5º lugar em apenas uma semana. Fracasso nos EUA, onde ainda se arrasta para atingir US$ 50 milhões, a continuação de ficção científica está com praticamente US$ 200 milhões mundiais. Enquanto isso, “Coringa” continua em campanha para ingressar no clube dos bilionários. Se repetir a arrecadação deste fim de semana, a carteirinha de membro exclusivo será emitida já no próximo domingo (17/11). Ao todo, a adaptação dos quadrinhos atingiu com US$ 984,7 milhões mundiais neste fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 17,5M Total EUA e Canadá: US$ 17,5M Total Mundo: US$ 17,5M 2. Doutor Sono Fim de semana: US$ 14,1M Total EUA e Canadá: US$ 14,1M Total Mundo: US$ 19,7M 3. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 12,8M Total EUA e Canadá: US$12,8M Total Mundo: US$ 15,3M 4. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 11,6M Total EUA e Canadá: US$ 11,6M Total Mundo: US$ 14,7M 5. Exterminador do Futuro: Destino Sombrio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 48,4M Total Mundo: US$ 199,3M   6. Coringa Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 313,4M Total Mundo: US$ 984,7M 7. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 97,3M Total Mundo: US$ 430,3M 8. Harriet Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 23,4M Total Mundo: US$ 23,4M 9. Zumbilândia: Atire Duas Vezes Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 66,6M Total Mundo: US$ 101,9M 10. Família Addams Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 91,4M Total Mundo: US$ 154,8M

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  • Série

    Crise nas Infinitas Terras vai ganhar aftershow apresentado por Kevin Smith

    9 de novembro de 2019 /

    A rede CW vai exibir seu primeiro “aftershow”. Trata-se de “Crisis Aftermath”, um programa dedicado aos eventos do crossover deste ano do Arrowverse, “Crise nas Infinitas Terras”, que será apresentado pelo cineasta Kevin Smith (“O Balconista”). O nome “aftershow” é derivado da primeira produção do gênero, “The After Show”, criado em 2006 pela MTV Canadá para acompanhar os realities “Laguna Beach” e “The Hills”. Este tipo de programa ganhou popularidade após o lançamento de “Talking Dead”, que vai ao ar nos Estados Unidos (e na Fox Premium no Brasil) após os episódios de “The Walking Dead”, mas nunca tinha sido realizado antes na TV aberta. “Crisis Aftermath” será exibido como programa especial. Por enquanto, tem confirmadas apenas duas edições, em 8 de dezembro, após a série “Supergirl”, e 10 de dezembro, após “The Flash”. São também os dois primeiros dias do crossover. Por coincidência, o apresentador Kevin Smith já dirigiu episódios das duas séries. A produção de um after-show também dá ideia da dimensão do crossover, da expectativa do canal para a audiência do evento e principalmente o impacto que “Crise nas Infinitas Terras” deverá ter nas séries de super-heróis da DC Comics exibidas pela CW. Espera-se mortes – Brandon Routh, intérprete de Ray Palmer/Atom/Elektron até já se despediu do público – e consequências drásticas para o futuro das séries – incluindo spin-offs e o final de “Arrow” – , resultante de uma narrativa sobre o fim do multiverso. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Sem esquecer personagens de séries e filmes clássicos da DC Comics, como “Smallville”, “Batman” (de 1966), “Batman do Futuro”, “Superman – O Retorno”, “Birds of Prey” e outras produções. Veja abaixo o anúncio do programa nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram #CrisisOnInfiniteEarths is coming, and so is the aftershow! Crisis Aftermath, hosted by @thatkevinsmith, will go in-depth to explore every angle of this year’s 5-episode crossover! Uma publicação compartilhada por Arrow (@cw_arrow) em 8 de Nov, 2019 às 2:25 PST

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  • Série

    Finais de Arrow, Supernatural e The Good Place têm datas de exibição definidas

    9 de novembro de 2019 /

    As redes americanas The CW e NBC divulgaram as datas em que “Arrow”, “Supernatural” e “The Good Place” vão acabar. A primeira baixa acontecerá na CW, com o final de “Arrow” programado para o dia 28 de janeiro, duas semanas após a conclusão do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. A série que deu origem ao Arrowverse se encerrará em sua 8ª temporada, mas deixará um legado duradouro de personagens e produções derivadas, além de um novo spin-off centrado em heróis remanescentes da atração. Dois dias depois, será a vez de “The Good Place” se despedir na NBC. O final será um episódio especial de 90 minutos, com exibição marcada para 30 de janeiro nos Estados Unidos. A decisão de concluir a trama de forma precoce, na 4ª temporada, foi do próprio criador da atração, Mike Schur, com o objetivo de contar uma história completa e preservar a qualidade do programa – uma das séries de comédia mais bem-avaliadas da TV americana. “Supernatural” se despedirá bem mais tarde, no dia 18 de maio, após 15 temporadas. Série mais duradoura da CW – é anterior à própria fundação do canal, que surgiu da fusão de dois outros – , vai sair do ar sem ter rendido nenhum spin-off – mas não por falta de tentativas. “Arrow” e “Supernatural” são exibidas pelo canal pago Warner no Brasil, enquanto “The Good Place” pode ser vista pela Netflix.

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  • Etc

    Coringa vira a adaptação de quadrinhos mais lucrativa de Hollywood

    9 de novembro de 2019 /

    De acordo com as contas da revista Forbes, “Coringa” se tornou o filme de quadrinhos mais lucrativo de Hollywood. O longa dirigido por Todd Phillips superou a arrecadação mundial de US$ 950 milhões nesta sexta (8/11), o que representa mais de 15 vezes o seu orçamento de US$ 62,5 milhões. Mas o mais curioso é que “Vingadores: Ultimato”, filme de maior bilheteria em todos os tempos, nem entra no Top 5 de lucratividade apresentado pela publicação. Antes de “Coringa”, a adaptação que mais deu retorno financeiro tinha sido “O Máskara”, que arrecadou US$ 351 milhões com um orçamento de US$ 26 milhões. Ainda segundo a Forbes, o Top 5 do gênero se completa com “Venom” (faturou US$ 854 milhões com um orçamento de US$ 90 milhões), “Batman” (US$ 411 milhões com um orçamento de US$ 35 milhões) e “Deadpool” (US$ 783 milhões com um orçamento de US$ 58 milhões). Este ranking, entretanto, não considera as despesas de marketing e divulgação, nem as variações de impostos e taxas sobre os filmes em diferentes países – na China, por exemplo, o retorno para Hollywood é de apenas 25% da arrecadação. O que torna o termo “lucrativo” impreciso. De todo modo, a Forbes prevê que “Coringa” ultrapassará US$ 1 bilhão nas bilheterias. Quando isso acontecer, a produção da Warner irá bater um recorde mais mensurável, tornando-se o filme mais barato a atingir a marca – até o momento, “Jurassic Park” tem essa honra, por ter custado US$ 63 milhões.

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  • Série

    Marvel define roteiristas das séries da Mulher-Hulk e do Cavaleiro da Lua

    8 de novembro de 2019 /

    A Marvel definiu os roteiristas de suas novas séries live-action com os heróis Mulher-Hulk e Cavaleiro da Lua, que serão lançadas na plataforma Disney+ (Disney Plus). “She-Hulk”, a série da Mulher-Hulk, será escrita e produzida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”. E “Moon Knight”, do Cavaleiro da Lua, terá como showrunner Jeremy Slater, que criou as séries “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix). A série de She-Hulk vai acompanhar a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), que nos quadrinhos se transforma numa versão feminina do Hulk ao receber uma transfusão de sangue de seu parente mais famoso. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores. Diferente do primo, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. Já o Cavaleiro da Lua é uma espécie de Batman da Marvel, que usa capuz e capa brancas. Criado em 1975 por Doug Moench, como coadjuvante de uma história em quadrinhos do Lobisomem, o personagem apareceu em vários gibis antes de ganhar sua revista própria em 1980. Originalmente, Marc Spector era um mercenário que se transformou no herói após ser abandonado para morrer durante uma missão no Egito, ocasião em que teve uma visão do deus egípcio da lua. Assim como Batman, ele aparece em público como um milionário e se mostra um mestre dos disfarces, trabalhando também como um taxista comum para obter informações do submundo do crime. Nos últimos anos, virou ainda “Mr. Knight”, um consultor da polícia que se veste de branco e usa uma máscara para resolver crimes incomuns. Uma série do Cavaleiro da Lua é discutida desde 2010 e chegou a ser cogitada na Netflix, dentro do universo dos Defensores. A Marvel está desenvolvendo oito séries exclusivas para o serviço de streaming da Disney, mas até agora apenas uma entrou em produção, “Falcon and the Winter Soldier”, em que Anthony Mackie e Sebastian Stan retomam os personagens Falcão e o Soldado Invernal dos filmes dos Vingadores.

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  • Série

    Série de Loki terá ligação com próximo filme do Doutor Estranho

    8 de novembro de 2019 /

    “WandaVision” não será a única série da plataforma Disney+ (Disney Plus) que terá ligação com o próximo filme do Doutor Estranho. O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a trama de “Loki” também afetará o próximo filme do personagem vivido por Benedict Cumberbatch. “Não sei se já tínhamos confirmado isso antes, mas terá ligação”, ele afirmou sobre “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston. A revelação joga nova luz sobre o título do filme, que foi batizado, em inglês, de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). Como a própria existência de Loki – e provavelmente do Visão em “WandaVision” – resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade cronológica do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? A primeira arte conceitual de “Loki” mostrou o vilão em 1975, enquanto a arte de “Wandavision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, evocou a estética dos anos 1950. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Também foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que junta Anthony Mackie e Sebastian Stan e já começou a ser gravada, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A Disney+ (Disney Plus) será lançada na terça-feira (12/11) na América do Norte e só deve chegar ao Brasil no final de 2020.

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  • Série

    Série do Gavião Arqueiro era originalmente um filme

    8 de novembro de 2019 /

    A série do Gavião Arqueiro, prevista para a plataforma Disney+ (Disney Plus), seria originalmente um filme solo do herói. A revelação foi feita pelo chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, em uma abrangente entrevista para a Bloomberg. Feige contou que viu a oportunidade de transformar o projeto numa série após consulta de Bob Iger, CEO da Disney, sobre projetos da Marvel para o streaming. Mas admitiu ter ficado preocupado sobre como Jeremy Renner reagiria à mudança de planos. Segundo ele, o ator foi compreensivo. “Ele entendeu completamente e disse ‘vamos nessa'”, disse Feige à Bloomberg. A série está sendo escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”) e vai introduzir Kate Bishop, jovem que é treinada por Clint Barton (Jeremy Renner, reprisando seu papel dos filmes) para se tornar a substituta do Gavião nos Vingadores. Ainda não há confirmação oficial da escalação da intérprete da heroína, mas a Variety chegou a noticiar que Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) negociava o papel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Gavião Arqueiro será a quarta série da Marvel no Disney+ (Disney Plus), com lançamento previsto para o fim de 2021. Ela vai chegar na plataforma após “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision” e “Loki”.

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