The Handmaid’s Tale vira maior sucesso da Hulu e é renovada para 2ª temporada
A plataforma de streaming Hulu anunciou a renovação da série sci-fi distópica “The Handmaid’s Tale”, que teve seus primeiros episódios disponibilizados na semana passada. A atração vai retornar para uma 2ª temporada em 2018. Como a Netflix e outros serviços de vídeo sob demanda, a Hulu não divulga informações de audiência, mas a estreia de “The Handmaid’s Tale” foi um sucesso retumbante entre a crítica, com 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes, além de ter conquistado grande repercussão nas redes sociais. Mesmo sem dar números, a Hulu afirma que a estréia da série foi assistida por mais espectadores do que qualquer outra de seu catálogo. “A resposta que tivemos de ‘The Handmaid’s Tale’ em apenas uma semana desde sua estréia foi absolutamente incrível”, disse Craig Erwich, diretor de conteúdo original da Hulu, em um comunicado. “‘The Handmaid’s Tale’ é exatamente o tipo de narrativa emocionante e estimulante que queremos trazer para os telespectadores.” Para a Hulu, que tem investido fortemente em conteúdo original nos últimos dois anos, a série é a primeira que gera tanta atenção quanto as produções de seus concorrentes mais famosos, Netflix e Amazon. Tudo indica que “The Handmaid’s Tale” atrairá para a plataforma o mesmo tipo de atenção que “House of Cards” e “Transparent” trouxeram para seus rivais. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e traz Elizabeth Moss como a protagonista Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”).
5ª temporada de House of Cards ganha novas fotos e trailer poderoso
A Netflix divulgou um banner, 15 novas fotos e o trailer legendado da 5ª temporada de “House of Cards”. Acompanhado por um discurso ambicioso e revoltante de Frank Underwood (Kevin Spacey), a prévia dá a dimensão do projeto de poder do presidente-vilão, que conta com o apoio de sua mulher, Claire (Robin Wright), para perpetuar a família na Casa Branca. Como Frank não foi eleito presidente, mas beneficiou-se de manipulações e escândalos para ocupar o cargo, ele enfrentará seu maior teste nos próximos episódios, mostrando se será capaz de encantar o povo americano e vencer uma eleição presidencial. A 5ª temporada de “House of Cards” terá algumas novidades no elenco, como Patricia Clarkson (“Maze Runner”) e Campbell Scott (“O Espetacular Homem-Aranha”), que estamparam as primeiras fotos divulgadas pela Netflix, em fevereiro. Os próximos episódios estarão disponíveis em 30 de maio.
Netflix revela planos de lançar seus filmes no cinema
Após a polêmica causada pela inclusão de dois filmes da Netflix no Festival de Cannes, a plataforma de streaming deixou claro que está revendo seus planos de lançamento, buscando uma alternativa cinematográfica. Mas para isso precisará superar um grande entrave para a exibição de suas produções nos cinemas do país: a janela de exibição. Na França, um filme só pode ser exibido em um serviço de streaming 36 meses após sua saída dos cinemas. “Estamos certos de que os amantes franceses de cinema não vão querer ver esses filmes três anos depois do resto do mundo”, disse a Netflix em um comunicado. “Com isso dito, nós estamos explorando a distribuição teatral destes dois filmes na França, para uma estreia limitada, na mesma data da disponibilização na Netflix. Estamos entusiasmados por explorar todas e quaisquer opções que deem a esses filmes a oportunidade de serem vistos por um público tão amplo quanto possível, em uma variedade de telas, porque, como os exibidores franceses, também queremos continuar a contribuir para o desenvolvimento e financiamento de filmes”. Os filmes da Netflix selecionados para o festival francês são “Okja”, de Bong Joon-ho, e “The Meyerowitz Stories, de Noah Baumbach. Mas os planos da empresa não se resumem apenas a estes dois lançamentos e exclusivamente à França. A diretoria da Netflix enviou um comunicado aos seus acionistas mencionando estar aberta a negociar com redes exibidoras em todo o mundo para levar suas produções aos cinemas em grande escala. “Como nossos assinantes financiam estes filmes, eles deveriam ser os primeiros a assisti-los”, diz o texto. “Mas nós também estamos abertos para apoiar grandes redes de cinemas dos Estados Unidos, como AMC e Regal, se elas quiserem oferecer nossos filmes, como ‘Bright’, com Will Smith”. A Netflix conta, especialmente nos EUA, com o interesse dos grandes estúdios de Hollywood para conseguir avanços sobre a barreira da janela de exibição. Os estúdios também estão interessados em disponibilizar seus filmes em serviços de streaming como a Netflix, mas para isso não querem esperar os 90 dias obrigatórios que um longa-metragem precisa aguardar após sua saída de cartaz no país para reaparecer em outro meio. Disponibilizar os filmes mais rapidamente para consumo online seria uma forma dos estúdios competirem não apenas com a Netflix, mas também com a pirataria, além de lhes dar uma nova fonte de renda. Por outro lado, os exibidores temem que isso prejudique o hábito de assistir filmes no cinema. A pressão de Hollywood deve resultar numa diminuição da janela de exibição, fazendo com que os grandes sucessos do cinema possam ser disponibilizados mais rapidamente para consumo doméstico. Seria uma grande reviravolta, já que a Netflix sofreu boicote das redes americanas ao buscar um meio termo em seu primeiro filme. O plano original da empresa para “Beasts of No Nation” em 2015 era exibir a produção em alguns cinemas selecionados dos Estados Unidos, mas as redes de exibidores proibiram que seu circuito fosse utilizado e o filme só entrou em 31 salas independentes. Por conta disso, o serviço de streaming acabou desistindo dos cinemas, lançando seus filmes posteriores diretamente na plataforma.
Vídeos apresentam os personagens da série distópica The Handmaid’s Tale
O serviço de streaming Hulu divulgou sete vídeos destacando os personagens da série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, uma das mais esperadas do ano. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. Elizabeth Moss vive Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulamento do planeta. Assim, ela é obrigada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”), Max Minghella (“Amaldiçoado”), O-T Fagbenle (série “Looking”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”). A adaptação foi criada por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) e a estreia está marcada para esta quarta (26/4) nos EUA. A crítica americana já viu e as resenhas extremamente positivas renderam 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes.
Série com atores dos Jovens Titãs vai lançar “Netflix” da DC Comics
A Warner anunciou que vai lançar um serviço de streaming focado nas séries da DC Comics a partir de 2018. E para inaugurar sua “Netflix”, já prepara uma série “live action” (com atores) dos “Jovens Titãs”, além de uma temporada inédita da animação “Justiça Jovem”. Intitulada “Titans”, a série terá em sua formação Dick Grayson (o release não informa se como Robin ou Asa Noturna), Estelar, Ravena e outros que serão confirmados. Em seu Twitter, o produtor Geoff Johns acrescentou mais um nome à turma: Mutano. É quase a formação do desenho animado do Cartoon Network, “Os Jovens Titãs em Ação”. “‘Titans’ segue um grupo de jovens super-heróis que serão recrutados em todos os cantos do Universo DC”, diz o comunicado de imprensa da Warner Bros. “Nesta série cheia de ação, Dick Grayson emerge das sombras para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar, Ravena e muitos outros. ‘Titans’ é uma série dramática série de aventuras que vai explorar e comemorar uma das mais populares equipes de quadrinhos de todos os tempos”. A ideia de recrutar heróis “em todos os cantos do Universo DC” faz lembrar que as séries da rede CW já apresentaram Titãs originais dos quadrinhos: Arsenal e Kid Flash. Os dois foram membros fundadores da chamada “Turma Titã”, ainda nos anos 1960. Uma integrante ainda mais recente do grupo também andou aparecendo em episódios de “Supergirl”: a Miss Marte. Entretanto, a personagem foi retratada bem mais velha que nas publicações. De todo modo, a formação listada pelos produtores é a dos “Novos Titãs”, que foi popularizada nos anos 1980, e ainda não deu as caras na televisão. O nome do grupo e a formação dos Titãs variaram muito durante os anos. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo de heróis adolescentes para combater o crime, adotando o nome “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas, anos depois, a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. A atração está sendo desenvolvida pelo superestimado roteirista Akiva Goldsman (das bombas “Um Conto do Destino”, “A Série Divergente: Insurgente”, “A 5ª Onda” e “O Chamado 3”) e a dupla Geoff Johns e Greg Berlanti. Johns é o diretor da DC Entertainment e Berlanti o produtor de todas as séries da DC Comics exibidas na rede CW. Os dois também criaram juntos a série “The Flash”. “Titãs” será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, também intitulado “Titans”, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. A inclusão de Greg Berlanti, por outro lado, assinala que houve revisão no conceito e a série de streaming estará conectada ao “Arrowverso” da rede CW – como aconteceu com “Supergirl”, mesmo quando era exibida em outro canal. Para completar a informação, a série animada “Justiça Jovem”, que teve duas ótimas temporadas no Cartoon Network, será relançada com o título “Young Justice: Outsiders” e uma nova aventura completa em sua 3ª temporada.
House of Cards entra em clima eleitoral em fotos da 5ª temporada
A Netflix divulgou mais quatro fotos da 5ª temporada de “House of Cards”, que revelam a campanha para o segundo mandato de Frank Underwood (Kevin Spacey), agora com sua mulher, Claire (Robin Wright), a seu lado na disputa como vice-presidente. Como Frank não foi eleito presidente, mas beneficiou-se de manipulações e escândalos para ocupar o cargo, ele enfrentará seu maior teste nos próximos episódios, mostrando se será capaz de encantar os eleitores. A 5ª temporada de “House of Cards” terá algumas novidades no elenco, como Patricia Clarkson (“Maze Runner”) e Campbell Scott (“O Espetacular Homem-Aranha”), que estamparam as primeiras fotos divulgadas pela Netflix, em fevereiro. Os próximos episódios estarão disponíveis em 30 de maio.
Fox disponibiliza na íntegra a 2ª temporada inédita de Outcast por streaming
O canal pago Fox decidiu disponibilizar toda a 2º temporada da série “Outcast” de uma só vez no Brasil, em sua plataforma de streaming Fox Play. A iniciativa surpreendeu os fãs da atração, porque os novos episódios só começaram a ser exibidos há duas semanas nos EUA, pelo canal pago Cinemax. Dos dez episódios disponíveis para streaming no Brasil, oito são completamente inéditos nos EUA. Claro que tem uma pegadinha. Os episódios inéditos são restritos aos assinantes da Fox Premium, pacote “de luxo” da emissora, disponível apenas numa assinatura mais cara. Mas é possível fazer uma degustação, durante um período de 15 dias de testes, e consequentemente maratonar “Outcast”. A série também é exibida simultaneamente com os EUA pelo canal pago Fox Premium 1 no Brasil, com transmissão aos sábados, às 23h. “Outcast” é baseada numa publicação de quadrinhos de terror de Robert Kirkman, o autor de “The Walking Dead”. A diferença em relação à série de zumbis é que, desta vez, ele se envolveu também na criação da versão televisiva. A trama acompanha Kyle Barnes, um jovem que foi afligido por possessões demoníacas desde a infância, e ficou marcado por agredir a esposa durante um surto, embora ninguém saiba o verdadeiro motivo. Novamente em liberdade, ele embarca em uma jornada para encontrar respostas, descobrindo que sua cidade foi dominada por pessoas possuídas. O protagonista é vivido por Patrick Fugit (“Quase Famosos”) e o elenco também inclui o ator britânico Philip Glenister (série “Life on Mars”), Reg E. Cathey (série “House of Cards”), Wrenn Schmidt (série “Boardwalk Empire”), Kate Lyn Sheil (“Você É o Próximo”), Brent Spiner (“Independence Day: O Ressurgimento”) e as crianças Callie Brook McClincy (série “The Originals”), Madeleine McGraw (“Sniper Americano”) e Gabriel Bateman (“Annabelle”).
Google lança YouTube TV, seu serviço de TV por assinatura
As operadoras de TV paga estão ganhando mais uma dor de cabeça. O Google vem aí. Na quarta-feira (5/4), a empresa começou a divulgação do novo serviço de seu portal de vídeos YouTube. A novidade, chamada de YouTube TV, é basicamente uma versão online do serviço oferecido pelas operadoras, com assinaturas para algumas das principais redes americanas de televisão dos Estados Unidos, como a ABC, CBS, Fox e NBC, além de canais fechados destes grupos, incluindo programação de esportes (ESPN, Fox Sports Networks, Comcast SportsNet), notícias (CNBC, MSNBC e Fox News Channel) e entretenimento (FX, USA, Disney Channel e Bravo), por exemplo. O preço não é exatamente acessível para o bolso brasileiro. A assinatura mais básica do pacote com cerca de 50 canais vai sair por US$ 35 (aproximadamente R$ 110) nos EUA. O comercial divulgado mostra que, por este valor, é possível assistir TV em todo o lugar, inclusive nos celulares, e armazenar séries para assistir mais tarde, sem limites de espaço, com a tecnologia de nuvem, além de permitir uma interação entre os aparelhos móveis e os monitores de televisão. “O YouTube TV foi criado especificamente para as necessidades de uma nova geração de fãs de TV, que desejam assistir ao que quiserem, quando quiserem, como quiserem, sem compromisso”, explicou Susan Wojcicki, diretora-executiva do YouTube, no comunicado de lançamento. O serviço é uma mistura da atividade das operadoras tradicionais de cabo com a tecnologia de streaming disseminada pela Netflix. Diferente da TV por assinatura tradicional, em que é necessária a instalação de cabos e decodificadores, no serviço da Google basta uma conexão por internet de alta velocidade, disponível em qualquer smart phone. A princípio, a novidade está sendo lançada apenas em algumas cidades do território norte-americano, como Nova York, Los Angeles, São Francisco, Chicago e Filadélfia, com oferta de um mês de graça para degustação. Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento do serviço para outros países.
Desventuras em Série é renovada para a 3ª temporada, antes de começar a produção da 2ª
A Netflix está tão animada com “Desventuras em Série” que resolveu renovar a atração para sua 3ª temporada, quase um ano antes da estreia da 2ª. A informação, confirmada pelo site TVLine, vem menos de um mês após a renovação da série para seu segundo ano e antes de começar a produção dos novos capítulos já encomendados. Tudo indica que se trata de uma estratégia logística para emendar as gravações das duas temporadas, refletindo uma entrevista de Daniel Handler, o criador dos livros em que a série é baseada. “Considerando como os atores jovens envelhecem rápido, queremos tentar filmar tudo o mais rápido possível”, ele disse. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Handler sob o nome Lemony Snicket, publicados entre 1999 e 2006, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Ainda não há informações sobre a quantidade de episódios encomendados para a 3ª temporada, uma vez que a 2ª terá dez, dois a mais que a temporada inaugural.
Apesar dos haters, Punho de Ferro pode ser um dos maiores sucessos da Netflix
Contrariando a enxurrada de críticas negativas que precedeu seu lançamento, a série Punho de Ferro pode ser um dos maiores sucessos da Netflix. Quem avalia é a pesquisa 7Park Data. Especializada em medir as visualizações de assinantes de serviços de streaming, a 7Park diz que a série fisgou o público, fazendo com 54,7% de seus espectadores tenham assistido três ou mais episódios de uma vez. Isto mostra que o público fez maratona da série. Ainda segundo a pesquisa, a série conquistou 14,6% da audiência total da Netflix em sua primeira semana, superando com folga todos os outros campeões do serviço de streaming, não só as outras séries da Marvel, mas até o fenômeno “Stranger Things” e favorita do público “Orange Is the New Black”. Questionado pela revista Variety, o analista sênio da companhia, Christopher Coby, comentou que o público de séries tradicionalmente não se importa tanto com as cr´tiicas. “Considere as décadas de 1970, 1980 e 1990 onde há uma longa lista de programas com altíssimos números de audiência mas com poucos Globos de Ouro ou Emmys. Nossos dados mostram que os programas que os críticos consideram de qualidade e aqueles que o público considera os melhores podem ser coisas muito diferentes. ‘Punho de Ferro’ é mais um desses exemplos.” Vale ressaltar que os números não são oficiais, uma vez que a Netflix não divulga informações sobre visualizações ou hábitos de consumo de seus assinantes. Leia a crítica da série aqui.
Série sobre o ataque às Torres Gêmeas completa seu elenco grandioso
O serviço de streaming Hulu definiu um elenco grandioso para a série “The Looming Tower”, adaptação da obra vencedora do prêmio Pulitzer do escritor Lawrence Wright. O livro, que no Brasil recebeu o título “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até 11/9” relata a crescente ameaça de Osama bin Laden e a Al-Qaeda, culminando nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. A obra levanta uma questão polêmica, ao tratar da rivalidade entre a CIA e o FBI, que resultou na falta de compartilhamento de informações na véspera da tragédia de 11 de setembro, possibilitando a tragédia. A série está sendo desenvolvida por Dan Futterman (roteirista indicado ao Oscar por “Foxcatcher” e “Capote”) e Alex Gibney (vencedor do Oscar com o documentário “Um Táxi para a Escuridão”). Entre os nomes escalados para a produção estão Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Tahar Rahim (“O Profeta”), Peter Sarsgaard (“Jackie”), Wrenn Schmidt (série “Outcast”), Ella Rae Peck (série “Gossip Girl”) e Virginia Kull (série “Gracepoint”).
Audiências de Record e SBT desabam após saída da TV paga
As audiências das redes Record e SBT desabaram nas primeiras horas após o corte dos sinais das duas emissoras e da RedeTV nas operadoras de TV paga Net, Sky, Claro e Oi na Grande São Paulo. A madrugada desta quinta-feira (30/3) também foi a primeira após o apagão analógico na região metropolitana. A Record, que das três redes é a que tem mais público na TV paga, foi a mais afetada. O “Programa do Porchat”, que vinha registrando média de 4,4 pontos no Ibope, caiu para 3,0 na última madrugada, uma redução de 32%. Já o “Fala que Eu te Escuto”, que vinha com média de 2,3 pontos, despencou para 0,8, ou 65% a menos. No SBT, o “The Noite” teve queda de 15%. Oscilou de 4,8 pontos para 4,1. Exibido em seguida, o primeiro “SBT Notícias” perdeu um ponto, indo de 3,0 para 2,0. Na RedeTV!, curiosamente, quase não houve alteração. O “Leitura Dinâmica” perdeu apenas um décimo (foi de 0,7 para 0,6) e o programa de Amaury Jr. manteve a média regular de 0,6 ponto, mas cresceu 300% em relação à quarta-feira anterior (0,2). Desde os primeiros minutos da madrugada desta quinta, a maioria das operadoras de TV por assinatura de São Paulo não carrega mais os sinais de SBT, Record e RedeTV!. Com o fim da TV analógica, as emissoras ganharam o direito de negociar um valor por seus sinais digitais, mas não houve acordo com as empresas de TV por assinatura, que precisaram tirá-las de suas programação. Apenas a Vivo continua com os sinais das três redes. Segundo pesquisa do Ibope, realizada em março, 35% dos telespectadores da Grande São Paulo só veem televisão por meio de assinatura. Isso quer dizer que cerca de 7 milhões de pessoas estão sem acesso à Record, ao SBT e à RedeTV! no principal mercado publicitário do país. Para enfrentar o problema que elas próprias criaram, as redes têm buscado ensinar aos telespectadores como trocar de operadora ou pedir para cancelar o serviço, após o corte dos canais. Os últimos programas da noite de quarta nas três emissoras dedicaram bastante espaço para reforçar esta mensagem. A Igreja Universal, ligada à Record, também estaria mobilizando seus fiéis para reclamar junto às operadoras. Os canais também estão contando com outros revezes que podem afetar as operadoras. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já notificou as operadoras Net-Claro, Sky e outras a respeito da retirada das redes dos pacotes de seus assinantes, abrindo um Procedimento para Apuração de Descumprimento de Obrigações (Pado) “para apurar indícios de descumprimento de obrigações contidas no Regulamento Geral de Direitos dos Usuários de Serviços de Telecomunicações”. As operadoras notificadas têm agora 15 dias para se explicar, com base no art. 28 da resolução 488/2007 da Anatel, segundo o qual “qualquer alteração no Plano de Serviço deve ser informada ao Assinante no mínimo 30 (trinta) dias antes de sua implementação, e caso o Assinante não se interesse pela continuidade do serviço, poderá rescindir seu contrato sem ônus”. As operadoras dizem não ter descumprido nada e vão se defender, já que a decisão de sair foi das redes e elas não são canais pagos, portanto nunca foram cobrados dos assinantes. A briga vai longe.
Operadoras informam aos assinantes sobre a perda dos canais Record, SBT e RedeTV!
As operadoras de TV paga Net e a Claro estão informando a seus assinantes que perderão os canais Record, SBT e RedeTV! a partir desta quarta-feira (29/3). A interrupção ocorrerá agora em São Paulo, porque a cidade e mais 38 municípios da região metropolitana terão o sinal analógico cortado a partir das 23h59, em cumprimento ao cronograma estabelecido pelo Ministério das Comunicações, e as três emissoras querem cobrar pela transmissão de seus canais digitais. Brasília, que foi a primeira capital a migrar para o serviço digital, já ficou sem os três canais nesta semana. Em um comunicado exibido em seus canais de informação, a NET afirma ter acordo de distribuição com Globo, Gazeta, Rede Gospel, Ideal TV, Mega TV, Rede 21, TV Cultura e Band. A programação dessas emissoras, portanto, continuará a ser exibida. Entretanto, a operadora revela que, até o momento, não há acordo com Record, RedeTV! e SBT. “A fim de atender a uma solicitação das próprias empresas, a NET deixará de transmitir os sinais digitais destes canais a partir de 29 de março”, diz o texto. “É importante esclarecer que estes canais sempre foram distribuídos gratuitamente. A NET quer continuar a transmiti-los e segue negociando para que você volte a receber o sinal aberto na sua TV por assinatura como sempre recebeu: sem ter que pagar a mais por eles”, finaliza o texto. Em nota enviada à imprensa pela Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), o órgão reforça que a decisão de não permitir a transmissão dos sinais digitais das três emissoras na TV por assinatura em Brasília e São Paulo foi uma iniciativa do grupo Simba, formado por SBT, Record e RedeTV!. Segundo a ABTA, “as operadoras de TV por assinatura sempre estiveram e continuam abertas ao diálogo”. No entanto, diz a associação, “a maior parte delas informa que sequer recebeu uma proposta comercial da Simba”. Segundo apurou o blog Notícias da TV, a estratégia das três redes abertas é fazer com que os assinantes se voltem contra as operadoras de TV paga, protestando e cancelando seus contratos, para só então negociar seus sinais por um bom preço. Bispos da Igreja Universal, ligada à Record, estariam orientando fiéis a liderarem os protestos. SBT, Record e RedeTV! se espelham na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia. Depois de São Paulo, Goiânia será a próxima capital a ter o sinal analógico desligado, no dia 31 de maio. As últimas serão as três capitais da Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, com desligamento previsto para janeiro de 2018. É cliente Vivo? Entre em contato com o número da Vivo e saiba se seu pacote se enquadra.












