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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror revela o trailer de sua sátira de Star Trek

    5 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e quatro fotos de mais um episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. Trata-se de “USS Callister”, episódio que parodia a série “Star Trek”, ao acompanhar as aventuras de uma tripulação espacial. A direção é de Toby Haynes, que já comandou episódios de “Doctor Who” e a minissérie de fantasia “Jonathan Strange & Mr Norrell”. O elenco destaca Jesse Plemons (série “Fargo”), Cristin Milioti (série “How I Met Your Mother”), Jimmi Simpson (série “Westworld”), Michaela Coel (série “The Aliens”) e Billy Magnussen (série “Get Shorty”). Este é o sexto e último trailer de episódio individual divulgado pela Netflix, após prévias de “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”), e “Metalhead”, de David Slade (de “30 Dias de Noite” e das séries “Hannibal” e “American Gods”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. A divulgação optou por destacar episódios individuais em vez de focar a temporada inteira, após a surpresa do prêmio Emmy 2017. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Etc,  Série

    Astros de The Crown comparam série com o noivado de Meghan Markle e príncipe Harry

    5 de dezembro de 2017 /

    Os atores Claire Foy e Matt Smith, interpretes da rainha Elizabeth II e do príncipe Philip na série “The Crown”, comentaram o anúncio do casamento do príncipe Harry com a atriz Meghan Markle (da série “Suits”), durante evento da produção da Netflix, ocorrido na segunda-feira (4/12) em Nova York. Eles refletiram como o noivado dos dias de hoje sinaliza uma grande mudança de atitudes da monarquia em relação à época retratada na série, ainda que a rainha seja a mesma – Elizabeth é a monarca mais longeva da história britânica. “Elizabeth teve que proibir a irmã de se casar com um homem divorciado. O noivado atual mostra como os tempos mudaram e o quanto eles tiveram que mudar. Isso [o casamento] não teria sido concebível, não teria acontecido 50 anos atrás. E acho que é por isso que a monarquia vai sobreviver e prosperar, porque ela está disposta a mudar, ouvir as pessoas e notar que alguns elementos da instituição são ultrapassados e desnecessários”, disse Claire Foy. A comparação de Foy com a história da princesa Margaret (Vanessa Kirby) se deve a Markle ser divorciada. Mais que isso, ela é uma divorciada americana. Exatamente como Wallis Simpson, por quem o Rei Edward VIII (Alex Jennings) abdicou ao trono da Grã-Bretanha. Ele não poderia ser rei e se casar com uma americana divorciada em 1936. Na ocasião, preferiu o amor e foi muito criticado, ao abandonar seu reinado na véspera da 2ª Guerra Mundial. Para completar, Markle também é negra. “E ela também é uma atriz, então há esperança para todas nós”, brincou Foy, que se disse fã do trabalho da colega na série “Suits”. Já Matt Smith foi mais realista. “Eu sinto pena dela”, disse o ator. “Será uma mudança muito grande na vida dela, e é tanta coisa para lidar. A vida como ela conhece acabou. Mas ela está se casando com o príncipe da Grã-Bretanha – muito legal para ela”. Claire Foy e Matt Smith voltam a viver seus personagens reais na 2ª temporada de “The Crown”, que estreia na sexta (8/12) na Netflix. Veja abaixo o vídeo do evento em que eles participaram.

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  • Etc

    Disney avança e pode anunciar compra da Fox na semana que vem

    5 de dezembro de 2017 /

    A compra de parte da Fox pela Disney deve ser anunciada na semana que vem, de acordo com fontes do Wall Street Journal e do canal pago CNBC. A notícia das negociações surgiu no começo de novembro, e desde então avanços e recuos têm sido comentados pelas publicações de economia, inclusive com o surgimento de novos interessados, como a Comcast, proprietária dos estúdios Universal. Justamente pelo interesse de concorrentes, a Disney teria aumentado sua oferta. O valor dos ativos da Fox estaria cotado acima de US$ 60 bilhões, conforme informações da CNBC. Mas a aquisição deixaria de fora os canais de TV com a marca Fox, como a própria rede Fox, a Fox News e a Fox Sports, porque a Disney já possuiu um rede de TV, a ABC, e um canal de esportes, ESPN. A aquisição de concorrentes diretos não seria aprovada pelo governo americano. A Disney está mais interessada em empresas como o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora de séries Fox Television, o estúdio de animação Blue Sky, os canais pagos FX, FXX e National Geographic e as ações da empresa no serviço de streaming Hulu e no canal pago europeu Sky Atlantic. Logicamente, os personagens da Marvel que a Fox explora no cinema e na TV estão inclusos no pacote. Com a venda, a Fox abriria mão do segmento de entretenimento, passando a se apresentar como uma empresa de notícias. Isto iria reverter a atual 21st Century Fox ao status original da News Corp., empresa do magnata Rupert Murdoch, que adquiriu a Fox em 1986. Parte dos executivos da 21st Century Fox acreditam que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. A aquisição da Fox pela Disney faria Hollywood tremer. Após comprar a Pixar, a Marvel e a LucasFilm, a Disney se consolidou como o estúdio mais lucrativo do mundo, liderando as bilheterias mundiais por três anos consecutivos. Agora, prepara-se para lançar uma plataforma exclusiva de conteúdo, pretendendo fazer frente à Netflix. O conteúdo da Fox facilitaria este objetivo. A Fox também ajudaria a Disney a se estabelecer em áreas pouco exploradas da companhia, que não tem um canal pago de séries para adultos. A dona do Disney Channel, Disney XD e Freeform entraria num novo nicho com o FX e FXX, além de encontrar sinergia no National Geographic com iniciativas isoladas sob o nome de Disney Nature. A Disney ainda ganharia penetração na Europa com a aquisição dos 39% de participação da Fox na Sky Atlantic. Mas o que fará ao se tornar majoritária no Hulu é uma incógnita que ninguém sabe responder. Não houve comentário oficial de nenhuma das companhias até o momento.

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  • Série

    Altered Carbon: Primeiro teaser legendado da nova série sci-fi da Netflix tem visual cinematográfico

    4 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos e o teaser legendado da nova série sci-fi “Altered Carbon”. A prévia combina anúncio publicitário das conveniências da vida futurista e efeitos visuais cinematográficos, ao mesmo tempo em que lembra que este tipo de marketing já foi visto antes, assim como a premissa da atração, sobre a reciclagem de corpos para a extensão da vida humana. O que não impede que histórias de medicina distópica continuem a render interesse. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. A atração marca a volta do sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”) para as séries, após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014). Ele interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (James Purefoy, de “The Following”), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, para cumprir uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. Curiosamente, o diretor do piloto, o inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”) já fez um filme de temática similar: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

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  • Filme

    Trailer revela nova série de Sakura Card Captors e data de estreia no Brasil

    3 de dezembro de 2017 /

    O anime clássico “Sakura Card Captors” (1998–2000) vai ganhar continuação. Intitulada em inglês “Cardcaptor Sakura: Clear Card”, a nova série animada ganhou trailer legendado e data de estreia no Brasil. Embora a série tenha sido interrompida há 17 anos, a nova história vai registrar a passagem de apenas dois anos desde o fim da trama original, para mostrar a pré-adolescente Sakura Kinomoto descobrindo que todas as suas cartas ficaram transparentes e perderam seus poderes – daí, o título “Clear Card”. Com isso, ela parte em uma jornada para entender o que aconteceu, capturando novas cartas com a ajuda de um novo báculo (sério, é a palavra usada no desenho para crianças!) mágico, além de seus amigos Syaoran e Tomoyo e dos guardiões Kerberos e Yue. O serviço de streaming Crunchyroll disponibilizará a série no Brasil simultaneamente com o Japão a partir de 7 de janeiro, com legendas em português. O maior problema pode ter sido adiantado pela prévia abaixo, que precisa de uma revisão gramatical para fazer sentido. “Assegurar!”

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  • Filme

    Mudbound ganha trailer legendado e subtítulo oficial com erro de português

    3 de dezembro de 2017 /

    Já disponível na Netflix nos Estados Unidos, o drama de época “Mudbound” será lançado no Brasil nos cinemas… somente em fevereiro! Achou ruim? Piora. A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado do filme, que revela um subtítulo “crássico” para o lançamento nacional: virou o “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, com um apêndice melodramático que destaca a palavra “Mississipi”. Para quem não sabe, como os “tradutores oficiais”, a grafia em inglês é “Mississippi” e nos dicionários de português a palavra (paroxítona terminada em I) inclui um acento agudo, “Mississípi”. Impressionante. “Mudbound” – esqueçamos o subtítulo, é melhor – conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A história de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu em 17 de novembro nos Estados Unidos. Por aqui, o filme só estreia três meses depois, em 22 de fevereiro.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror revela o trailer de seu episódio em preto e branco

    3 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e duas fotos de mais um episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. Trata-se de “Metalhead”, episódio rodado em preto e branco com clima pós-apocalíptico. A direção é de David Slade (de “30 Dias de Noite” e das séries “Hannibal” e “American Gods”) e o elenco inclui Maxine Peake (“A Teoria de Tudo”), Jake Davies (série “The Missing”) e Clint Dyer (“Campo Minado”). Este é o quinto trailer divulgado pela Netflix, após prévias dos episódios “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), e “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”) Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. A divulgação optou por destacar episódios individuais em vez de focar a temporada inteira. A estratégia reflete a perspectiva do prêmio Emmy. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Série

    Criador de The Vampire Diaries fará “versão de suspense” de Once Upon a Time

    3 de dezembro de 2017 /

    A plataforma de streaming CBS All Access encomendou uma nova série de Kevin Williamson, criador das séries “Dawson’s Creek”, “The Vampire Diaries” e “The Following”. Intitulada “Tell Me a Story”, trata-se de remake da série espanhola “Cuéntame un Cuento”, de 2013, mas a descrição sugere uma versão de suspense de “Once Upon a Time”. A trama reimagina os contos de fadas clássicos como histórias passadas no mundo moderno. A atração original é de Marcos Osorio Vidal, que trabalhou na versão espanhola de “Supermax”, a série de reality show de terror da Globo. Concebida como antologia, a série espanhola abordava um conto diferente por episódio, mas não está claro se este será o mesmo formato da produção americana, já que o comunicado do projeto fala em juntar as fábulas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e o Pé de Feição” numa história de amor, perda, ganância, vingança e assassinato. Williamson vai escrever os roteiros e produzir a atração para o CBS Television Studios. Será a primeira série desenvolvida pelo roteirista sem o envolvimento da Warner Bros. Television após os fracassos de “Time After Time”, na rede ABC, e “Stalker”, na CBS. Em compensação, “The Following” durou três temporadas na Fox e “The Vampire Diaries” oito na CW. “Tell Me a Story” vai reforçar a programação de séries originais do serviço CBS All Access, que atualmente inclui a sci-fi “Star Trek: Discovery”, o drama jurídico “The Good Fight” e a comédia “No Activity”, e em breve também ganhará o remake de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone) e a série de ocultismo “Strange Angel”. Veja abaixo alguns trailers da série original espanhola.

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  • Série

    The Oath: Série criminal com Sean Bean, Ryan Kwanten e Katrina Law ganha primeiro trailer

    2 de dezembro de 2017 /

    O serviço de streaming Crackle divulgou o primeiro trailer da nova série criminal “The Oath”. A prévia revela o bom elenco e o clima tenso da produção, que explora o mundo das gangues de policiais, sociedades corruptas e secretas que fazem de tudo para permanecer impunes. O elenco inclui Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”), Ryan Kwanten (o Jason Stackhouse de “True Blood”), Katrina Law (a Nyssa al Ghul de “Arrow”), Arlen Escarpeta (o príncipe Ess de “The Magicians”), Elisabeth Röhm (a Allison Shaw de “The Last Ship”), Joseph Julian Soria (o Marco de “Animal Kingdom”) e Cory Hardrict (“Sniper Americano”). A série foi criada por Joe Halpin (roteirista de “Havaii Five-0”), que anteriormente trabalhou como policial infiltrado para o departamento de narcóticos em Los Angeles, e tem produção de Curtis Jackson (“Power”), também conhecido como o rapper 50 Cent. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, “The Oath” estreia em 8 de março. Saiba aqui como assistir ao Crackle no Brasil.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror revela trailer de episódio romântico

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer, o pôster e uma foto de mais um episódio da 4ª temporada de “Black Mirror”. Intitulado “Hang the DJ”, ele lida com uma tecnologia de encontros românticos, mas os resultados não são os imaginados. A direção é de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”) e o elenco inclui Georgina Campbell (série “Broadchurch”), Joe Cole (“Olhos da Justiça”), George Blagden (série “Vikings”) e Gina Bramhill (série “Being Human”). Este é o quarto trailer divulgado pela Netflix, após prévias dos episódios “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), e “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. Assim, a divulgação segue destacando episódios individuais, em vez de focar a temporada inteira. A estratégia reflete a perspectiva do prêmio Emmy. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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  • Série

    Brenton Thwaites revela novas fotos como Robin na série Titans

    2 de dezembro de 2017 /

    Após a divulgação oficial da primeira foto de Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, o ator postou mais imagens em seu Instagram. Uma delas traz apenas um detalhe do traje: a icônica letra R. A outra o mostra com o uniforme sob um casaco. Nas legendas, ele informa que começou a gravar suas primeiras cenas como o herói na série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. A confirmação do personagem desfaz uma dúvida em relação à produção, que em seu release chamava o protagonista apenas de Dick Grayson, sem identificar se ele apareceria como o Robin original e fundador da primeira versão dos Titãs ou como sua segunda identidade, Asa Noturna, adotada durante a época dos Novos Titãs. Segundo o a sinopse da produção, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). Para complicar de vez a cronologia, a atriz Lindsey Gort (intérprete da jovem Samantha Jones em “The Carrie Diaries”) também está na série, no papel da detetive de polícia Amy Rohrbach, a parceira de Grayson num arco da revista solo do Asa Noturna. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um grande sucesso editorial e a DC voltou a reunir os heróis mirins mais duas vezes antes de decidir lançar uma revista com os heróis adolescentes, batizada de “Teen Titans”, em inglês. Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith, Rapina, Columba e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980 (e logo Kid Flash virou Flash e Aqualad Tempestade) e até a Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming. Here we go!!! First fight scene with my R Kicking ass in a downtown Gotham alleyway. #robinrevealed #titans Uma publicação compartilhada por Brenton Thwaites (@brentonthwaites) em Dez 1, 2017 às 5:08 PST What's a pirate's favourite letter??? More soon! #titans #robinrevealed Uma publicação compartilhada por Brenton Thwaites (@brentonthwaites) em Dez 1, 2017 às 2:40 PST

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  • Série

    Netflix cancela Haters Back Off! após 2ª temporada

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix cancelou a série de comédia “Haters Back Off!” após sua 2ª temporada. Embora a plataforma não divulgue números de audiência, a série tinha mais haters que fãs entre os críticos americanos, com apenas 47% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A atração acompanhava a vida de Miranda Sings, uma jovem sem talento algum, mas cheia de vontade de conquistar a fama com vídeos no YouTube. A personagem foi criada pela atriz e cantora Colleen Ballinger em 2008 para um canal no YouTube – com 7 milhões de inscritos. Ela canta (mal), dança (pior ainda), dá opiniões sobre os mais diversos assuntos (sem entender nada) e “encanta” a todos com seu inconfundível batom vermelho, usado de forma exagerada. A série mostrava a vida em família de Sings, com participações de sua mãe hipocondríaca (Angela Kinsey, da série “The Office”), seu tio (Steve Little, da série “Eastbound and Down”), que está decidido a fazer da sobrinha uma estrela da internet, e a irmã mais nova (Francesca Reale, vista em “Blue Bloods”), que tenta sobreviver à insanidade dos parentes. Para completar, Miranda tem um vizinho (Erik Stocklin, da série “Stalker”) que a ama de verdade e a quem ela usa sem piedade. A decisão de cancelar “Haters Back Off!” foi tomada 40 dias após a estreia da 2ª temporada e três meses após o cancelamento de “Gypsy”, mostrando que a Netflix tem diminuído sua taxa de tolerância. Isto é reflexo de um discurso do CEO Reed Hastings, que disse publicamente que a plataforma de conteúdo não estava cancelando séries suficientes.

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  • Série

    Sabrina, Aprendiz de Feiticeira vai virar série de terror na Netflix

    2 de dezembro de 2017 /

    A Netflix encomendou a série “Chilling Adventures of Sabrina”, uma versão de terror de “Sabrina, Aprendiz de Feiticeira”. O projeto estava em desenvolvimento na rede CW, mas a Netflix fez uma proposta que a WBTV (Warner Bros Television) não conseguiu resistir, dispensando a produção de piloto e contratando duas temporadas para começar. Cada temporada terá 10 episódios, três a menos que teria na TV aberta. O responsável pelo projeto é Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e editor da Archie Comics, que novamente trabalhará com o produtor Greg Berlanti e o diretor Lee Toland Krieger, que dirigiu o piloto aprovado de “Riverdale”. Originalmente, Sabrina faria parte do mesmo universo de “Riverdale”, mas com a mudança para a Netflix, não está claro se as duas séries ainda terão ligação. De todo modo, a Netflix também exibe “Riverdale” no mercado internacional. A Sabrina da nova atração será bem diferente daquela vista nos desenhos animados dos anos 1960 e na série dos anos 1990 estrelada por Melissa Joan Hart. A produção trocará o tom de comédia adolescente, geralmente associada à personagem, por uma estética de terror, algo que Roberto Aguirre-Sacasa já introduziu em algumas publicações bem-sucedidas da Archie Comics – como “Afterlife with Archie” e, justamente, “Chilling Adventures of Sabrina”. O novo projeto reimagina a origem e as aventuras de Sabrina como uma história de horror, ocultismo e, claro, feitiçaria. Na trama, a protagonista luta para reconciliar sua natureza dupla – meio bruxa, meio mortal – e contra as forças do mal que ameaçam sua família e o mundo em que os seres humanos habitam. A série deve estrear em 2018.

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