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  • Série

    Titans: Brenton Thwaites é Robin na primeira foto da série dos Novos Titãs

    1 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a primeira foto da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Ela traz o ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin. Thwaites será o segundo ator a viver o Menino Prodígio numa série, após Burt Ward nos anos 1960, mas outros três atores já interpretaram Robin no cinema – os dois primeiros ainda na década de 1940. O último tinha sido Chris O’Donnell, nos filmes “Batman Eternamente” (1995) e “Batman & Robin” (1997). A imagem desfaz uma dúvida em relação à produção, que em seu release chamava o personagem central apenas de Dick Grayson, sem identificar se ele apareceria como o Robin original e fundador da primeira versão dos Titãs nas publicações da DC Comics, ou como sua segunda identidade, Asa Noturna, adotada durante a época dos Novos Titãs. Com 28 anos, Thwaites é um pouco velho para viver o Robin de 13 anos (ou 16 anos, na revisão dos reboots) que formou a Turma Titã clássica. E para complicar de vez a cronologia, a atriz Lindsey Gort (intérprete da jovem Samantha Jones em “The Carrie Diaries”) entrou na série no papel da detetive de polícia Amy Rohrbach, a parceira de Grayson num arco da revista solo do Asa Noturna. Segundo o a sinopse da produção, a história gira em torno de Dick Grayson, que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo de heróis adolescentes para combater o crime, adotando o nome “Turma Titã” (Teen Titans, no original). Os Titãs clássicos também incluíram Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia, além de Lilith e outros menos famosos. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. Ainda não há previsão para a estreia da série ou do lançamento do serviço de streaming.

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  • Série

    3ª temporada de Stranger Things é oficializada

    1 de dezembro de 2017 /

    A Netflix anunciou oficialmente a renovação de “Stranger Things” para sua 3ª temporada. “Nem precisa guardar o pisca-pisca depois do Natal, porque vai ter 3ª temporada de ‘Stranger Things'”, publicou a plataforma nas redes sociais, numa referência ao enredo da temporada inaugural. Nenhuma surpresa nisso. Não só pela suposta grande audiência da atração – a Netflix não divulga números – , mas porque os criadores e o elenco já falavam sobre o futuro da série em todas as entrevistas. Assim como ocorreu na temporada deste ano, os próximos capítulos deverão registrar um salto temporal. Segundo os irmãos Duffer, criadores da série, isto é necessário porque o elenco infantil está crescendo rapidamente. “As crianças já se parecem muito mais velhas”, apontou Ross Duffer. Outro detalhe revelado em entrevistas aponta que os episódios inéditos deverão ter maior presença de Erica (Priah Fergunson), a irmã de Lucas (Caleb McLaughlin), além do possível retorno de Kali (Linnea Berthelsen). Ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada, que deve ser exibida no final de 2018. É oficial agora: nem precisa guardar o pisca-pisca depois do Natal, porque vai ter terceira temporada de Stranger Things sim! — Netflix (@NetflixBrasil) December 1, 2017

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  • Etc

    HBO passa a oferecer assinatura para dispositivos móveis no Brasil

    30 de novembro de 2017 /

    O HBO Go, serviço de streaming da HBO, já pode ser assinado pelos brasileiros sem a necessidade de contratação de um pacote de TV a cabo. A novidade começou a valar a partir desta quinta-feira (30/11). Segundo a empresa, o serviço funcionará como um aplicativo, que pode ser assinado pelas lojas virtuais da Apple e do Google Play. O HBO GO estará disponível em dispositivos móveis com sistema operacional iOS (iPad, iPhone, iPod Touch) ou Android e no site www.hbogo.com.br. E “Estamos muito animados com o lançamento da HBO GO nas lojas digitais no Brasil. É um passo importante para que os brasileiros possam ter mais acesso ao nosso conteúdo exclusivo e assisti-lo a qualquer hora e em qualquer lugar”, disse Francisco Smith, vice-presidente executivo da HBO Latin America, em comunicado oficial. “Oferecer esse serviço faz parte da estratégia da empresa de tornar o conteúdo premium da HBO ainda mais acessível, de maneira fácil e rápida”. O grande problema da oferta é que a assinatura de streaming não será mais barata que a da TV paga, o que impede qualquer comemoração a respeito da novidade. O serviço custará US$ 10,99 (cerca de R$ 35) ao mês para usuários da Apple, e R$ 34,90 para os de Android. Ou seja, praticamente o mesmo, senão um pouco maior, que o atualmente cobrado para assinantes de TV paga que adquirem os pacotes da empresa – com direito ao acesso via streaming. A lógica, porém, indica que o preço deveria ser menor, tendo em vista que o assinante da TV também tem acesso ao streaming, mas o do streaming só verá a série na TV se apelar para Chromecast, Xbox 360 (com Xbox Live), Apple TV da 4ª geração ou Android TV.

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  • Série

    4ª temporada de Black Mirror revela seu trailer mais macabro

    29 de novembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster, três fotos e o trailer de mais um capítulo da 4ª temporada de “Black Mirror”. Intitulado “Black Museum”, o episódio tem direção do cineasta Colm McCarthy (do filme de zumbis “Melanie – A Última Esperança”) e contará três histórias, ligadas a um museu macabro dedicado a crimes, que permite às pessoas vivenciarem os ocorridos de forma aflitiva. A estrutura sugere até uma série própria, inspirada nos artefatos do museu, e celebra as antigas antologias de terror da antiga produtora britânica Amicus. No vídeo, o ator Douglas Hodge (das séries “Night Manager”, “Penny Dreadful” e “Falling Water”) apresenta as torturas para a impressionável Letitia Wright (da série “Humans” e que estará no filme “Pantera Negra”). Este é o terceiro trailer divulgado pela Netflix, após prévias dos episódios “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), e “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. Assim, a divulgação segue destacando episódios individuais, em vez de focar a temporada inteira. A estratégia reflete a perspectiva do prêmio Emmy. Este ano, a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” terá ao todo seis episódios, mas ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Ator de Hart of Dixie entra na 3ª temporada de Demolidor

    28 de novembro de 2017 /

    O ator Wilson Bethel, que estrelou “Hart of Dixie” e as minisséries “Generation Kill” e “The Astronaut Wives Club”, entrou no elenco da 3ª temporada de “Demolidor”. Ele vai interpretar um agente do FBI, que terá papel fundamental no conflito entre Matt Murdock (o Demolidor) e Wilson Fisk (o Rei do Crime). Charlie Cox e Vincent D’Onofrio voltam aos papéis de Murdock e Fisk na nova temporada. Segundo o site da revista Variety, apesar de não parecer um personagem importante dos quadrinhos, há a possibilidade do papel ser, na verdade, o vilão Devorador de Pecados, cuja participação na 3ª temporada da série tem sido objeto de rumores. Devorador de Pecados era um agente da SHIELD chamado Stanley Carter, que virou oficial da polícia de Nova York e enlouqueceu devido a uma droga experimental, passando a perseguir todos que ele considerava como pecadores. Nos quadrinhos, ele é um grande inimigo do Demolidor e do Homem-Aranha. A Netflix ainda não anunciou a data de estreia da 3ª temporada de “Demolidor”.

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  • Série

    House of Cards deve retomar produção da 6ª temporada em dezembro

    26 de novembro de 2017 /

    A Media Rights Capital, empresa responsável pela produção de “House of Cards”, emitiu um comunicado definindo a intenção de retomar a produção da 6ª e potencialmente última temporada da série. O hiato foi oficialmente estendido até 8 de dezembro, após as gravações serem suspensas no final de outubro, em meio a acusações de assédio contra o ator Kevin Spacey, protagonista e produtor da atração. A pausa será duas semanas maior que o originalmente previsto. A MRC e a Netflix consideraram que um mês seria suficiente, mas na prática os roteiristas precisaram de mais tempo para resolver como eliminar o personagem de Kevin Spacey da trama já escrita. Ele foi demitido da série após o escândalo sexual tomar proporções “epidêmicas”. Além disso, o final da temporada está sendo reescrito para deixar aberta a possibilidade de um spin-off da série. A Netflix ainda não aprovou esse projeto, mas seria uma forma de continuar o legado de “House of Cards”, primeiro sucesso da plataforma, sem a sombra da participação de Spacey. “Estes últimos dois meses testaram todos nós de maneiras que nenhum de nós poderia ter previsto”, diz o comunicado da MRC. “A principal coisa que aprendemos ao longo deste processo é que esta produção é maior do que apenas uma pessoa e não podemos estar mais orgulhosos de estar associados a uma das mais leais e talentosas equipes de produção e elenco neste negócio”.

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  • Filme

    Scarlett Johansson e Adam Driver vão estrelar novo filme do diretor de Frances Ha

    25 de novembro de 2017 /

    O diretor Noah Baumbach, responsável por comédias indies cultuadas como “Frances Ha” (2012), “Mistress America” (2015) e a recente “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”, lançado pela Netflix, está juntando um grande elenco para seu próximo filme. Segundo a revista Variety, os atores Adam Driver (“Logan Lucky – Roubo em Família”), Scarlett Johansson (“Ghost in the Shell”), Laura Dern (da série “Big Little Lies”) e Merrit Wever (série “Nurse Jackie”) estarão no elenco da produção. Assim como “Os Meyerowitz”, o filme será financiado e distribuído pela Netflix. Mas por enquanto não há detalhes sobre a trama ou dos personagens que serão vividos pelos atores. O projeto não tem um título oficial até o momento, além de não possuir previsão de lançamento.

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  • Série

    Stranger Things: Irmã de Lucas terá papel maior na 3ª temporada

    25 de novembro de 2017 /

    A atriz Priah Ferguson, que interpreta Erica, a irmã caçula de Lucas (Caleb McLaughlin) em “Stranger Things”, terá papel maior na trama da 3ª temporada. A revelação foi feita por Matt Duffer, um dos criadores de “Stranger Things”, que elogiou bastante a menina em entrevista ao site Vulture. “Não existe nenhuma versão da 3ª temporada em que Erica não esteja com um papel realmente maior! Ela terá. Ela é muito boa”, ele comentou. Duffer disse ainda que Ferguson foi um grande achado para a produção. “Ela chegou arrasando no set, e eu pensei ‘talvez ela tenha dado sorte na audição’, mas era todo dia. Qualquer desculpa que temos para colocar Erica em ação, nós usamos”. Ainda não há previsão para a estreia da 3ª temporada de “Stranger Things” na Netflix.

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  • Série

    Arlequina vai ganhar série animada dos produtores de Powerless

    22 de novembro de 2017 /

    A Warner vai lançar uma série animada focada na Arlequina, personagem que surgiu, justamente, numa série animada de “Batman” dos anos 1990 e em pouco tempo se tornou a vilã mais popular da DC Comics. A produção será disponibilizada na plataforma de streaming da DC, atualmente em desenvolvimento, com uma 1ª temporada de 26 episódios de 30 minutos cada. Além do anúncio da produção, a Warner divulgou a sinopse e a primeira imagem da série, que exibe um estilo visual bem diferente dos desenhos anteriores da personagem, inclusive do recém-lançado longa animado “Batman e Arlequina”. A razão da diferença é que a atração não é uma produção de Bruce Timm, criador da Arlequina, ou do time das animações da DC, mas dos produtores da série de comédia “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. Segundo o site Deadline, a Warner tenta convencer Margot Robbie, intérprete da personagem no filme “Esquadrão Suicida”, a dublar a vilã nos desenhos. Na trama animada, Arlequina terá se separado de vez do Coringa tentará see estabelecer como a Rainha do Crime de Gotham City. A série também contará com participações de Hera Venenosa e outros conhecidos vilões e heróis da DC Comics. A produção é a terceira atração desenvolvida para plataforma digital da DC, que também exibirá a 3ª temporada de “Young Justice” (Justiça Jovem) e “Titans”, uma série com atores dos Novos Titãs.

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  • Etc,  Filme

    Spcine inaugura plataforma digital para o cinema brasileiro

    21 de novembro de 2017 /

    A Spcine, iniciativa cultural mais importante da gestão Haddad na Prefeitura de São Paulo, vai ampliar seu alcance reduzido com um grande reforço digital na atual administração Dória. A partir de quinta-feira (23/11), começará a funcionar a Spcine Play, uma plataforma de vídeo sob demanda (VOD, na sigla em inglês) dedicada exclusivamente a filmes nacionais, que pode revolucionar a distribuição do cinema brasileiro. A plataforma foi desenvolvida pela Spcine em parceria com a O2 Play, da produtora O2 Filmes, e o Hacklab, um laboratório de produções digitais, e quer ser “uma janela privilegiada para o cinema brasileiro no mercado de VOD”, nas palavras do secretário da Cultura de São Paulo, André Sturm, de reconhecida militância cineclubista em São Paulo. Em seu lançamento, a plataforma terá apenas 10 filmes, mas porque vai iniciar a operar em versão de teste – que deve, porém, ser longa: na apresentação do projeto, falou-se em seis meses. Entre os filmes disponibilizados, estão produções recentes e premiadas, como “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert, “Califórnia”, de Marina Person, e a animação “O Menino e o Mundo”, indicada ao Oscar. Cada filme poderá ser “alugado” por R$ 3,90 por sete dias. O mais importante é que o lucro resultante dos aluguéis dos filmes será divido igualmente com os produtores da obra: ficarão com metade dos valores cobrados aos consumidores. Isto é mais que revolucionário, até subversivo num mercado dominado por distribuidoras multinacionais, cujo padrão de atuação é colocar um único blockbuster americano em cartaz simultaneamente em metade do total das telas disponíveis no país, limitando as estreias nacionais ao eixo Rio-São Paulo. Ao apresentar o projeto, Strum ressaltou a revolução possível para a produção brasileira com este projeto, que pode ser usado para levar filmes até o público de cidades sem cinemas. “O filme estreia em São Paulo, mas não vai passar em João Pessoa, em Campina Grande. Então por que não pensar em soluções em que a gente estreia no cinema em São Paulo, Rio, Porto Alegre, e no VOD em praças em que não há cinema? Acho que a SPcine vai possibilitar, no segundo momento, que a gente trabalhe lançamentos de filmes de maneira mais criativa e eficiente.” Por ser um projeto da administração pública, a Spcine Play também terá a transparência que a Netflix não tem. “A parte pública do nosso tripé exige isso e estamos felizes em fazer isso. A ideia é que a gente faça um relatório colocando para o mercado dados como quais municípios mais acessaram a plataforma”, afirmou Igor Kupstas, diretor da O2 Play. Infelizmente, a Spcine Play não terá aplicativo próprio, o que é um complicador tecnológico frustrante, que se soma à limitada oferta de títulos. Mas um passo de cada vez também gera movimento. Por enquanto, a plataforma pode ser acessada em dispositivos móveis pelos navegadores Chrome e Firefox neste link. Veja abaixo o vídeo de divulgação do projeto e, a seguir, a lista de filmes disponíveis na Spcine Play. Lista de filmes da Spcine Play “A Batalha do Passinho”(2013), de Emílio Domingos. “As Fabulas Negras”(2014), de Rodrigo Aragão, Petter Baiestorf, Joel Caetano e José Mojica Martins. “Ausência” (2015), de Chico Teixeira. “Califórnia” (2015), de Marina Person “De Menor” (2014), de Caru Alves de Souza. “Lira Paulistana e a Vanguarda Paulista” (2013), de Riba de Castro. “Mãe Só Há Uma” (2016), de Anna Muylaert. “O Menino e o Mundo” (2013), de Alê Abreu. “Paratodos” (2016), de Marcelo Mesquita. “Uma Noite em Sampa” (2016), de Ugo Giorgetti.

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  • Etc,  Série

    Jeffrey Tambor anuncia sua saída da série Transparent

    19 de novembro de 2017 /

    Jeffrey Tambor anunciou neste domingo (19/11) que não participará mais de “Transparent”, série da Amazon que lhe rendeu um Globo de Ouro e dois Emmys, vencidos por seu papel como a transexual Maura Pfefferman. A decisão aconteceu após o ator americano de 73 anos ser acusado por uma atriz e uma ex-assistente de assédio sexual. “Fazer Maura Pfefferman em ‘Transparent’ foi um dos maiores privilégios e uma das maiores experiências criativas da minha vida”, disse Tambor em comunicado enviado ao site da revista Variety. “O que ficou claro nas últimas semanas, no entanto, é que este não é mais o trabalho que eu aceitei há quatro anos”. O ator ressaltou que seus atos podem ter sido “mal interpretados”. “Eu já deixei claro meu profundo arrependimento se alguma ação minha tenha sido mal interpretada por qualquer um como agressiva, mas a ideia de que eu assediaria deliberadamente alguém é simplesmente e completamente falsa”. E concluiu: “Por conta da atmosfera politizada que parece ter afetado nosso set, eu não vejo como posso voltar a ‘Transparent'”. O ator foi acusado pela ex-assistente Van Barnes e pela colega de elenco Trace Lysette de ter feito comentários sexuais e tentado abusar delas em ocasiões diferentes. Ambas são transexuais. Tambor negou as acusações e as investigações estão em andamento na produção do programa. Um dia antes de Tambor anunciar sua saída série, o site da revista The Hollywood Reporter apurou que a criadora da atração, Jill Soloway, teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. Além de estrelar “Transparent”, o ator também faz parte do elenco de “Arrested Development”, que tem uma 5ª temporada atualmente em produção na Netflix. Por coincidência, a plataforma rival da Amazon já precisa lidar com uma situação similar na produção de “House of Cards”, após perder o protagonista Kevin Spacey, afastado da produção em decorrência de inúmeras acusações de assédio e abuso sexual.

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  • Etc

    Conglomerados da Sony, Universal e Paramount também querem comprar a Fox

    18 de novembro de 2017 /

    O vazamento de que a Disney tinha aberto negociações para comprar a Fox atraiu interesse de outros conglomerados de Hollywood, que também querem discutir a aquisição dos ativos da empresa de TV e cinema. Segundo a revista Variey, as empresas Sony, Comcast (dona da Universal) e Viacom (dona da Paramount) já sondaram a 21st Century Fox para saber se há possibilidade de negócios. O interesse da Comcast é pelos mesmos ativos em discussão com a Disney: o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e as participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. A Sony visaria um pacote menor e não há notícias sobre o que atrai a Viacom. A Comcast não poderia comprar o canal Fox, já que as leis antitruste impedem que uma mesma empresa tenha mais de uma rede de TV no Estados Unidos. A Comcast é proprietária da rede NBC. Há especulações de que Rupert Murdoch, sócio majoritário da 21st Century Fox, quer vender parte da companhia para remanejar o restante numa nova versão da News Corp., centrada em publicações e canais de notícias. A atual configuração da Fox foi separada da News Corp. em 2013, após o escândalo de espionagem de celebridades que envolveu a divisão de jornais da empresa no Reino Unido. Para evitar contaminação financeira e acompanhando previsões pessimistas sobre o futuro da mídia impressa, Murdoch dividiu a empresa em duas. Agora, estaria interessado em desfazer essa separação, concentrando-se apenas em notícias – TV, streaming e imprensa – , o que inclui também esportes. Se o estúdio de cinema, a produtora de TV, canais de TV paga e participações em serviços de streaming foram adquiridos por um concorrente, haverá uma grande mudança na correlação de forças de Hollywood. A Disney sonhava em juntar os Vingadores aos X-Men, mas a Sony poderia juntar o Homem-Aranha aos heróis mutantes, enquanto a Comcast passaria a ser majoritária no Hulu, somando 60% das ações na joint venture (que ainda inclui Disney e Warner), podendo assumir o controle do serviço para se posicionar na vindoura guerra de streamings que se aproxima. Mais modesta, a Viacom é quem teria o maior salto, já que não possui os mesmos ativos dos rivais.

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  • Série

    Criadora de Transparent avalia matar personagem de Jeffrey Tambor na série

    18 de novembro de 2017 /

    As acusações de assédio sexual contra o ator Jeffrey Tambor terão grande impacto na trama da premiada série “Transparent”. O site da revista The Hollywood Reporter apurou que a criadora da atração, Jill Soloway, teria solicitado para a Amazon um tempo maior para o desenvolvimento da 5ª temporada, visando estudar uma maneira de retirar a personagem Maura, interpretada por Tambor, da trama. Uma das alternativas que estaria sendo considerada é a morte da personagem. O ator foi acusado pela ex-assistente Van Barnes e a colega de elenco Trace Lysette de ter feito comentários sexuais e ter exposto suas partes íntimas. Ambas são transexuais. Tambor negou as acusações e as investigações estão em andamento na produção do programa. Tambor venceu dois prêmios Emmy de Melhor Ator de Série de Comédia por “Transparent”, em que interpreta um transexual novato da Terceira Idade, cuja transição de gênero pega a família de surpresa. Toda a narrativa da série foi construída em torno deste fato e do personagem.

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