PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Série

    Alan Ritchson e Minka Kelly são Rapina e Columba em foto da série dos Novos Titãs

    15 de dezembro de 2017 /

    A Warner divulgou a segunda foto oficial da série “Titans”, baseada nos quadrinhos dos Novos Titãs. Depois de mostrar o ator australiano Brenton Thwaites (de “Deuses do Egito” e “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) vestido como Robin, é a vez de Alan Ritchson (série “Blood Drive”) e Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) aparecerem como os heróis Rapina e Columba. Assim como nos quadrinhos dos Titãs, os personagens serão recorrentes na trama da série, com a possibilidade de se tornarem regulares na 2ª temporada ou mesmo estrelarem um possível spin-off no futuro. Criados por Steve Ditko (que também criou o Homem-Aranha) e Steve Skeates, Rapina e Columba foram introduzidos em 1968 como os irmãos adolescentes Hank e Don Hall. Eles tinham opiniões conflitantes sobre tudo, evocando o país dividido entre reacionários e hippies do final dos anos 1960, até decidirem deixar as divergências de lado para tentar salvar seu pai, um juiz, de uma quadrilha de criminosos. A decisão chama atenção dos Lordes da Ordem e do Caos, que resolvem lhes dar poderes para salvar o pai, e que eles passam a usar para combater o crime, desde que consigam ficar sem brigar entre si. Entretanto, o pacifista Don foi morto tragicamente no final da década de 1980. Em seu lugar, Dawn Granger foi introduzida como a nova Columba. Enquanto Rapina tem superforça, velocidade e resistência, Columba tem poderes luminosos, agilidade, sexto sentido e capacidade de se curar rapidamente. A escalação de Alan Ritchson e Minka Kelly para viver os personagens realça o equívoco etário da produção. Se os personagens dos quadrinhos são adolescentes, a atriz tem 37 anos e o ator completa 33 anos em novembro. Ele até já foi Aquaman em “Smallville”… há 12 anos. À exceção de Ravena, os produtores escalaram intérpretes na faixa etária dos integrantes da Liga da Justiça cinematográfica. Mas, como os fãs dos quadrinhos sabem, os Titãs são um grupo de heróis adolescentes, originalmente formado pelos parceiros dos super-heróis principais. A “Turma Titã” original foi criada pelo roteirista Bob Haney em 1964, quando ele juntou Robin, Kid Flash e Aqualad, os parceiros adolescentes (então com 13 anos, ou 16 na revisão do último reboot) de Batman, Flash e Aquaman, numa mesma aventura. Foi um sucesso e eles voltaram a se reunir mais duas vezes antes de decidirem formar um grupo que ficou conhecido como “Turma Titã”. Os Titãs clássicos também incluíam Ricardito e a Moça-Maravilha, que com o tempo viraram Arsenal e Troia. Robin também mudou sua identidade para Asa Noturna nos anos 1980, quando a própria Turma Titã virou os Novos Titãs, numa fase em que a equipe trazia ainda Ciborgue, Ravena, Estelar e Mutano. Mas as mudanças não acabaram ali. Quando novos membros deram origens a outras formações – e à Justiça Jovem – , a equipe original voltou a se reunir sob o nome simplificado de Titãs, o mesmo escolhido para a série. Segundo o a sinopse oficial, a produção vai girar em torno de Dick Grayson (Thwaites), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Plataforma de streaming da Disney para rivalizar com a Neflix já existe: é a Hulu

    14 de dezembro de 2017 /

    Os planos de crescimento da Disney a partir da compra da Fox começam a ficar mais claros, nas entrevistas do CEO Bob Iger após a transação. Uma das incógnitas era o que a Disney faria com a percentagem da Fox que passaria a controlar na plataforma de streaming Hulu. Afinal, o próprio Iger mencionou planos de lançar um serviço para rivalizar com a Neflix, com filmes, séries e conteúdo original da sua companhia. O projeto da nova plataforma ainda existe. Mas deixou de ser prioridade. A negociação com a Fox apressou o cronograma de Iger, graças ao Hulu. A Disney somou seus 30% de ações aos 30% da Fox e passou a controlar a empresa – formada em joint venture com a Comcast, proprietária da Universal, que ainda detém 30%, e a Warner, dona de 10% do negócio. Falando a analistas de mercado, conforme registrado pelo site The Hollywood Reporter, ele abordou os planos imediatos para a plataforma e como sua ambição é torná-la o principal rival da Netflix. “Hulu, obviamente, é uma ótima oportunidade para expandir no espaço de produto direto para o consumidor”, disse Iger. “Possuir cerca de um terço disso foi ótimo, mas ter controle nos permitirá acelerar muito o Hulu nesse espaço e torná-lo um concorrente ainda mais viável para os serviços que já existem”. Ele acrescentou: “Nós seremos capazes de fazer isso não só por fluir mais conteúdo na direção do Hulu, mas por essencialmente ter seu controle, na medida em que a gestão de Hulu torna-se um pouco mais clara, um pouco mais eficiente, um pouco mais eficaz, ao virarmos um acionista controlador”. O chefe da Disney revelou que a aquisição da Fox lhe abre a oportunidade de oferecer vários serviços de streaming diferentes, focados em públicos específicos, com o Hulu posicionado como um serviço mais orientado para adultos, que complementaria planos de um serviço esportivo da ESPN e outro mais voltado às famílias e/ou aos jovens com super-heróis e desenhos. Iger deixou ainda mais claro seu plano de transformar a Hulu num rival para a Netflix em entrevista à Bloomberg TV, na manhã desta quinta (14/12), ao confirmar que não renovará seu acordo de distribuição de conteúdo com o gigante de streaming. Mais: tampouco renovará os contratos de licenciamentos para a produção de séries. Este segundo ponto representa o fim das séries da Marvel na Netflix. O acordo de distribuição de filmes termina em 2019, mas não se sabe a duração do licenciamento das propriedades da Marvel. Não só isso. A HBO também será afetada. E todos os outros canais que não pertençam ao conglomerado. “Vamos priorizar as oportunidades mais diretas de atingir o consumidor para a nossa empresa e, se isso nos obrigar a interromper relacionamentos com outros distribuidores, é o que faremos, assim como a Disney fez com a Netflix”, disse ele. Iger acrescentou que a Disney usará as propriedades de Fox “para fazer o Hulu crescer, provavelmente em um ritmo mais acelerado. Também usaremos os recursos da Fox para complementar nossos outros serviços, nossos serviços diretos ao consumidor da Disney”. O chefe da Disney disse que o estúdio teve que refletir longamente para decidir acabar com o acordo de licenciamento da Netflix, mas concluiu que precisava fazê-lo para avançar no mercado direto para o consumidor. “Estamos no negócio de criar valor de longo prazo”, acrescentou. “À medida que olhamos para a frente e vemos um mundo onde a interação direta com o consumidor é muito mais atraente, acreditamos que é chegada hora de sair do nosso relacionamento com Netflix e vamos tomar essa mesma abordagem com os ativos que estamos comprando também”, concluiu. Este ano, a Disney lançou sua primeira série da Marvel no Hulu: “Runaways”, adaptação dos quadrinhos dos Fugitivos. E o consenso entre a crítica é que o lançamento se provou a melhor série de super-herói de 2017. 2017 também foi o ano que uma produção de streaming venceu pela primeira vez o Emmy de Melhor Série Dramática. O feito histórico se deu por intermédio de “The Handmaid’s Tale”, do Hulu. Se isso for um indicativo do que vem por aí, a Netflix pode começar a se preocupar.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Disney oferece US$ 52,4 bilhões pela Fox

    14 de dezembro de 2017 /

    A Walt Disney Company fez uma oferta oficial de US$ 52,4 bilhões pelas divisões de entretenimento da 21st Century Fox. O negócio, que marca a união de dois gigantes de Hollywood, foi aceito preliminarmente nesta quinta-feira (14/12). O valor total da transação é, na verdade, mais alto: US$ 66,1 bilhões, uma vez que a Disney também assumiu US$ 13,7 bilhões de dívidas da Fox. Com a compra, a Disney vai se tornar o maior conglomerado de entretenimento do mundo, adicionando a seus negócios o estúdio de cinema 20th Century Fox, a produtora indie Fox Searchlight Pictures, a produtora Fox 2000, mais um estúdio de animação, o Blue Sky (de “Rio” e “A Era do Gelo”), o grupo de canais pagos FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu e a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar realities como “Big Brother” e “MasterChef”), além das ações da Fox na rede europeia de canais pagos Sky e na rede indiana Star. E, como se não fosse suficiente, participação em mais uma editora de quadrinhos, a Boom! Studios. Em declaração oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que a aquisição “reflete a demanda crescente dos consumidores por uma maior diversidade de experiências de entretenimento, que sejam mais atraentes, acessíveis e convenientes”. “Estamos honrados e gratos por Rupert Murdoch [diretor da 21st Century Fox] ter confiado a nós o futuro do negócio que ele passou a vida construindo, e estamos felizes com essa oportunidade de aumentar significativamente o nosso portfólio de franquias amadas e conteúdos de marca para aprimorar nossas ofertas aos consumidores. O acordo também irá expandir substancialmente o nosso alcance internacional, permitindo a nós oferecer conteúdo de primeira qualidade e plataformas de distribuição inovadoras a mais consumidores em mercados estratégicos ao redor do mundo”, acrescentou. Murdoch também se pronunciou em comunicado: “Nós estamos extremamente orgulhosos de tudo o que construímos na 21st Century Fox, e eu acredito muito que essa junção com a Disney irá trazer ainda mais valores aos acionistas, conforme a nova Disney continue a ditar os rumos do que é uma indústria empolgante e dinâmica. Além disso, estou convencido de que essa combinação, sob a liderança de Bob Iger, será uma das maiores empresas do mundo. Sou grato a Bob por ter decidido prosseguir e estar comprometido a ser bem-sucedido com um time que não fica atrás de ninguém”. A empolgação de Murdoch se deve ao fato de parte do pagamento pela 21st Centory Fox ser com ações da Disney. Na prática, ele virou sócio de seu comprador, e tem interesse em que Iger seja bem-sucedido no comando dos negócios. Bob Iger, por sinal, estendeu seu contrato como CEO da Disney por mais dois anos, para liderar a transição do novo gigante, pois a expectativa é que o negócio só seja concluído em 18 meses, por precisar ser aprovado pelos órgãos regulatórios do governo americano. Além disso, a Disney tem planos de completar a aquisição da rede Sky e isso enfrentará outra etapa burocrática no Reino Unido. Haverá ainda um período longo de ajustes, com definições de quem comandará cada setor da nova empresa. São esperadas demissões, pois alguns cargos serão duplicados na junção das duas companhias. A Disney espera economizar US$ 2 bilhões só na unificação das operações, fechando escritórios internacionais, divisões de distribuição e marketing da Fox, já que passaria a administrar o estúdio no modelo em que trabalha com a Pixar, a Marvel e a Lucasfilm, suas aquisições anteriores, todas incorporadas numa única operação de distribuição, marketing, etc. Alguns desdobramentos são mais fáceis de alinhavar que outros, como a absorção dos personagens da Marvel que estavam na Fox. Heróis como X-Men, Deadpool, Novos Mutantes e Quarteto Fantástico passarão para o Marvel Studios, algo que o produtor Kevin Feige estava “ansioso” para que acontecesse. Mesmo assim, as consequências disso para a continuação da franquia “Deadpool” e filmes de super-heróis para maiores – “R-rated” – como “Logan” ainda são uma incógnita. A Disney, que já era líder em franquias de animação e de super-heróis, também vai virar a maior produtora de filmes de ficção científica de Hollywood, passando a explorar os mundos de “Avatar”, “Alien”, “Predador” e “Planeta dos Macacos”. Ao mesmo tempo, a companhia terá que aprender a trabalhar com filmes menores: as produções da Fox Searchlight, que costumam ser fortes candidatos ao Oscar. Para se ter ideia, o estúdio “indie” da Fox é responsável por “Três Anúncios de um Crime”, “A Forma da Água” e “A Guerra dos Sexos”, que devem aparecer no Oscar 2018. O conteúdo televisivo também é promissor. A Disney domina o mercado de séries infanto-juvenis por meio de três canais: Disney Channel, Disney XD e Freeform. Mas não tinha acesso ao mercado adulto, que o FX e seu spin-off FXX lhe abre. Além disso, o Fox Studios é responsável por diversos hits em exibição na TV aberta, como “This Is Us”, “Modern Family” e, claro, “The Simpsons”. Sem esquecer das séries clássicas da 20th Century Fox Television que podem ganhar novas versões. Uma delas, por sinal, já estava sendo desenvolvida na Netflix: “Perdidos no Espaço”. E, sim, há planos ambiciosos para o lançamento de um serviço de streaming capaz de rivalizar com a própria Netflix. A marca Fox, porém, continuará com o magnata Rupert Murdoch e seus filhos, James e Lachlan. Segundo rumores, o CEO da 21st Century Fox, James Murdoch, tende a ir para a Disney com a venda, enquanto seu irmão, diretor executivo, deve passar a comandar a nova Fox. James Murdoch é considerado um executivo visionário, por ter ampliado sensivelmente a participação da Fox no mercado internacional, o que, no final das contas, foi a cereja no bolo negociado. Com o acordo, a Disney se tornará a maior provedora de conteúdo da rede Fox. O conglomerado não poderia ter duas redes de TV aberta nos Estados Unidos e já é dono da ABC. Mas pode produzir o que o outro canal exibe, já que Murdoch pretende se focar em desenvolver apenas notícias e coberturas esportivas, explorando os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. Por conta destes canais, a Fox também manterá a parte física dos estúdios e escritórios da companhia nos Estados Unidos. Especula-se ainda que os bens da Fox sejam recombinados com os da News Corp., a empresa de Murdoch dedicada a conteúdo impresso – jornais e revistas. As duas companhias haviam sido separadas em 2013, para evitar que a Fox fosse atingida pelo escândalo de espionagem de celebridades que acabou levando ao fechamento do jornal News of the World no Reino Unido. Este escândalo, por sinal, foi o que levou os reguladores britânicos a barrarem o crescimento do controle da Fox sobre a Sky. A Disney não enfrentará o mesmo problema para adquirir a maior companhia de TV paga da Europa. Mas as repercussões do negócio ainda não foram totalmente exploradas. Muitas novidades serão anunciadas nos próximos dias.

    Leia mais
  • Etc

    Netflix ridiculariza hábitos de assinantes e assusta o mundo

    13 de dezembro de 2017 /

    A Netflix decidiu ridicularizar os hábitos de seus assinantes no Twitter. A exemplo do que fez em outros países, inclusive no Brasil, ironizou usuários exagerados dos Estados Unidos com humor depreciativo. “Às 53 pessoas que assistiram ‘O Príncipe do Natal’ todo dia nos últimos 18 dias: Quem machucou vocês?”, escreveu o serviço. Em pouco tempo, o comentário viralizou negativamente. Seguiu-se uma revolta contra a mensagem “assustadora” do “Big Brother”, numa referência à criação orwelliana, que sabia tudo e controlava a vida de todos na sci-fi distópica “1984”. Os protestos tomaram conta da rede social, mas também renderam comentários de colunistas dos jornais The New York Times e The Guardian. Para estes, houve invasão de privacidade e pouco caso com a divulgação de informações pessoais. “O tuíte oficial demonstra que a empresa usará dados para ridicularizar usuários; a Netflix não respeita sua base de consumidores e suas preocupações em torno do uso equivocado de dados pessoais”, apontou um usuário. “Por que expor as pessoas assim, individualmente, Netflix?”, quis saber uma usuária estarrecida. “Só queria saber se vocês estão bem”, retrucou o serviço, aumentando a polêmica. Detalhe: o filme “água com açúcar” é uma produção da própria Netflix.

    Leia mais
  • Filme

    Will Smith não gosta de fadinhas no novo trailer e fotos de Bright

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou 22 novas fotos e mais um trailer de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. Ainda sem legendas, a prévia repete a premissa anteriormente apresentada, mas inclui uma cena inédita ao final, em que Will Smith diz uma variação racista do slogan da campanha contra assassinatos de negros pela polícia americana: “Vidas de fadas não importam”. O filme acompanha a parceria entre dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. Durante uma patrulha noturna, eles entram em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo, e se vêem cercados de inimigos. Assim, devem esquecer suas diferenças para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que nas mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

    Leia mais
  • Série

    Altered Carbon: James Purefoy narra novo teaser legendado da série sci-fi

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo teaser legendado da série sci-fi “Altered Carbon”. A prévia traz narração de James Purefoy (de “The Following”), que explica como se tornou o homem mais rico de vários planetas e conseguiu viver mais de 300 anos trocando de corpos, até ser assassinado. E como isso o motivou a contratar alguém para descobrir quem o matou. É a deixa para aparição em cena do ator sueco Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), numa sequência de imagens que evocam “Blade Runner” (1982). Kinnaman, que volta para as séries após sua marcante passagem por “The Killing” (2011–2014), interpreta Takeshi Kovacs, um antigo guerreiro derrotado no conflito que resultou no admirável mundo novo do futuro. Com a mente aprisionada em criogenia durante séculos, ele recebe a oportunidade de viver de novo, quando é resgatado por Laurens Bancroft (Purefoy), um dos homens mais ricos e velhos do mundo, em troca da realização de uma missão: resolver um assassinato num mundo em que a tecnologia tornou a morte obsoleta… o do próprio Bancroft. Passada no século 25, a série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), com base no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan, e tem como premissa uma tecnologia futurista capaz de digitalizar a mente humana para que possa ser transferida de um corpo para o outro. Curiosamente, o diretor do piloto, o inglês Miguel Sapochnik (responsável pelos melhores episódios da 6ª temporada de “Game of Thrones”) já fez um filme de temática similar: “Repo Men: O Resgate de Órgãos” (2010). A produção ainda inclui em seu elenco Antonio Marziale (“Project MC²”), Chris Conner (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Kristin Lehman (“Ghost Wars”), Hiro Kanagawa (“iZombie”), Alika Autran (“When We Rise”), Teach Grant (“Damnation”), Hayley Law (“Riverdale”), Tamara Taylor (“Bones”), Adam Busch (“Colony”), Byron Mann (“The Expanse”) e Dichen Lachman (“The Last Ship”). A estreia vai acontecer em 2 de fevereiro no serviço de streaming.

    Leia mais
  • Série

    Teaser legendado de Jessica Jones revela data de estreia e tema da 2ª temporada

    9 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado da 2ª temporada de “Jessica Jones”, que revela a data de estreia dos novos episódios e confirma que a heroína (vivida por Krysten Ritter) vai vasculhar seu passado em busca do motivo de ter superpoderes. Ao som do rock “Barracuda”, da banda Heart, ela aparece distribuindo afagos violentos e chutes em traseiros. E avisa que se alguém lhe disser que “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, pode vomitar. A 2ª temporada de “Jessica Jones” estreia em 8 de março na plataforma de streaming.

    Leia mais
  • Série

    Lucy Punch é a novidade das primeiras fotos da 2ª temporada de Desventuras em Série

    8 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais da 2ª temporada da série “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events). As fotos destacam um dos reforços do elenco, a atriz Lucy Punch (“A Intrometida”), que aparece em duas imagens ao lado de Neil Patrick Harris, intérprete do vilão Conde Olaf. A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, publicados entre 1999 e 2006, que mostram como os irmãos órfãos Violet, Klaus e Sunny Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que “Desventuras em Série” é um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada ainda não possui previsão de estreia, mas a série já garantiu seu terceiro ano de produção.

    Leia mais
  • Série

    Remake de One Day at a Time recria abertura da série original de 1975 para anunciar 2ª temporada

    8 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou um vídeo informando a data de estreia da 2ª temporada do remake da série de comédia “One Day at a Time”. Mas a maior curiosidade é que o vídeo faz uma recriação da abertura da série original, grande sucesso da TV americana, exibida ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984. Compare abaixo com a abertura dos anos 1970 para apreciar o trabalho de recriação. A produção original foi criada por Norman Lear, que continua como produtor no remake. Um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970, Lear também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. Em 1975, “One Day at a Time” acompanhava a mãe divorciada vivida por Bonnie Franklin, após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Muitos sintonizaram a versão original para ver Mackenzie Phillips, filha do cantor da banda The Mamas and the Papas, que coestrelou o melhor filme de George Lucas com participação de Harrison Ford (e não é “Star Wars”), “Loucuras de Verão” em 1973. Na nova versão da Netflix, a família é latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origens cubanas que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (Rita Moreno) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. Todos retornam para viver suas desventuras no dia 26 de janeiro no serviço de streaming.

    Leia mais
  • Série

    Revival de Além da Imaginação terá produção dos diretores de Corra! e X-Men: Fênix Negra

    7 de dezembro de 2017 /

    Anunciado há um mês pelo presidente da CBS, o revival da série clássica “Além da Imaginação” (“The Twilight Zone”, no original em inglês) ganhou encomenda de 1ª temporada e será exibido em 2018 pelo serviço de streaming CBS All Access nos Estados Unidos. A CBS vinha ensaiando retomar a franquia há algum tempo, com Bryan Singer (“X-Men”) à frente de uma das tentativas e Ken Levine (criador do game “BioShock”) de outra, que seria “interativa”, mas o projeto acabou ganhando ímpeto nas mãos de outras pessoas. O comando do remake será compartilhado por Jordan Peele, roteirista e diretor do terror “Corra!”, Simon Kinberg, roteirista-produtor da franquia “X-Men”, e Marco Ramirez, criador da minissérie de super-heróis “Os Defensores”, que escreverá o roteiro do piloto e funcionará como showrunner. “Muitas vezes, este ano, sentimos que estávamos vivendo num episódio de ‘Além da Imaginação’, e não consigo pensar em um momento melhor para reintroduzir a série para o público moderno”, disse Peele em comunicado. A ideia é que o novo “Twilight Zone” se junte a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes, especialmente entre os fãs americanos de ficção científica. Um das séries mais famosas da ficção científica em todos os tempos, “Além da Imaginação” foi criada e apresentada por Rod Serling entre 1959 a 1964 na própria CBS, num total de 156 episódios. A marca é tão forte que, depois disso, a CBS desenvolveu dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). Além disso, o programa virou até filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas por ninguém menos que Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel.

    Leia mais
  • Série

    4ª temporada de Black Mirror ganha trailer completo e data de estreia na Netflix

    6 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou a data de estreia da 4ª temporada de “Black Mirror”, num trailer que reúne cenas dos seis novos episódios da produção. O vídeo com o panorama do conteúdo e a data do lançamento chega após a plataforma de streaming divulgar os episódios da temporada individualmente, com trailers e pôsteres criados para cada um dos capítulos: “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster (“Jogo do Dinheiro”), “Crocodile”, de John Hillcoat (“Os Infratores”), “Black Museum”, de Colm McCarthy (“Melanie – A Última Esperança”), “Hang the DJ”, de Timothy Van Patten (das séries “Game of Thrones” e “Boardwalk Empire”), “Metalhead”, de David Slade (“30 Dias de Noite”) e “USS Callister”, de Toby Haynes (série “Doctor Who”). Todos os capítulos são escritos por Charlie Brooker, o criador da série. Vale lembrar que a Academia da Televisão dos Estados Unidos considerou um episódio isolado da 3ª temporada, “San Junipero”, como o Melhor Telefilme do ano! A 4ª temporada de “Black Mirror” estreia em 29 de dezembro.

    Leia mais
  • Série

    Cena deletada mostra lua de mel do Flash interrompida por culpa de Stranger Things

    5 de dezembro de 2017 /

    A rede CW divulgou uma hilária cena deletada da série “The Flash”. Ela mostra como os planos de Ralph/Homem-Elástico (Hartley Sawyer) para maratonar “Stranger Things” em seu plantão de fim de ano nos laboratórios S.T.A.R. acabam por interromper a lua de mel dos recém-casados Barry/Flash (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton) – com direito a alerta de nível 11 (Eleven)! A cena acabou ficando de fora do último episódio do ano, intitulado “Don’t Run”, que vai ao ar na noite desta terça (5/12) nos Estados Unidos. Depois deste capítulo, a série só volta em 2018, mas a data ainda não foi divulgada. No Brasil, “The Flash” é exibida no canal pago Warner.

    Leia mais
  • Filme

    Kurt Russell será Papai Noel em produção do diretor de Esqueceram de Mim para a Netflix

    5 de dezembro de 2017 /

    O ator Kurt Russell (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”) vai virar Papai Noel para a Netflix. Ele vai estrelar uma comédia natalina, ainda sem título, sobre duas crianças que tentam gravar a chegada o bom velhinho no Natal, para provar que o Papai Noel existe. A produção está a cargo de Chris Columbus, que sabe uma coisa ou duas (mais exatamente “Esqueceram de Mim” e “Esqueceram de Mim 2”) sobre crianças que aprontam no Natal. O filme vai misturar live action com animação e contará com direção de Clay Kaytis (“Angry Birds – O Filme”). Além de Russell, o elenco tem confirmados os atores mirins Judah Lewis (“A Babá”) e Darby Camp (série “Big Little Lies”) como os irmãos paparazzi de Papai Noel. As filmagens vão começar em janeiro, visando um lançamento no Natal de 2018.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie