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  • Série

    Série da Patrulha do Destino ganha 93% de aprovação da crítica americana

    13 de fevereiro de 2019 /

    A série “Doom Patrol”, que reúne os heróis conhecidos no Brasil como Patrulha do Destino, superou as expectativas da crítica americana, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se de uma das maiores médias dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Perde apenas para “Black Lightning”, a série do Raio Negro, que tem 94% de críticas positivas. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” superou com folga o entusiasmo gerado por sua antecessora, “Titãs” (Titans, no original), que atingiu 82% no ano passado. “Tão maravilhoso e bizarro quanto os quadrinhos”, escreveu o jornal Boston Herald. “A série de super-heróis para assistir em 2019”, definiu o site We Got This Covered. “A DC Universe achou seu grande sucesso”, projetou o Collider. “Exatamente o que se podia esperar de personagens em quadrinhos conhecidos como ‘Os Heróis Mais Estranhos do Mundo'”, sintetizou o CBR. A fama de heróis estranhos acompanha os personagens desde sua criação em 1963, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Mas os figurantes continuam encarnando os heróis sob suas máscaras/bandagens. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. A série estreia oficialmente na sexta (16/2) nos Estados Unidos e, diferente de “Titãs”, não será lançada no Brasil pela Netflix. Confira abaixo um trailer da atração.

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  • Filme

    Dennis Quaid vai estrelar série de comédia na Netflix

    12 de fevereiro de 2019 /

    O ator Dennis Quaid se juntou à crescente lista de estrelas veteranas do cinema que estrelam séries da Netflix. Ele vai encabeçar o elenco de uma nova produção de comédia chamada “Merry Happy Whatever”. Trata-se de uma sitcom tradicional, gravada em estúdio, do produtor-roteirista Tucker Cawley (“Everybody Loves Raymond”). Quaid vai interpretar Don Quinn, patriarca de uma família complicada, que sofre com o estresse da época de Natal, quando sua filha mais nova traz para casa um novo namorado. A 1ª temporada terá 8 episódios que vão girar em torno do Natal. Caso faça sucesso, temporadas futuras poderão explorar outras reuniões de família em diferentes feriados. Quaid é um dos vários atores veteranos famosos que encontraram trabalho na Netflix, seguindo nomes como Jane Fonda e Lily Tomlin (“Grace & Frankie”), Michael Douglas e Alan Arkin (“O Método Kominsky”) e Kathy Bates (na já cancelada “Disjointed”). Mas, paralelamente, continua a manter sua carreira cinematográfica, com quatro filmes previstos para 2019.

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  • Série

    Chefe do Hulu sugere salvar as séries da Marvel canceladas pela Netflix

    12 de fevereiro de 2019 /

    Após anunciar a criação de um universo animado adulto da Marvel, a plataforma de streaming Hulu pode salvar “Demolidor” e as outras séries que foram canceladas pela Netflix. Pelo menos foi o que sugeriu o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich, em entrevista ao site The Wrap durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de “Demolidor”, as séries “Luke Cage” e “Punho de Ferro” foram canceladas em retaliação à decisão da Disney de tirar seu conteúdo da Netflix para lançar sua própria plataforma. Ainda são esperados os cancelamentos de “O Justiceiro”, que superou expectativas em sua 2ª temporada, e “Jessica Jones”, que deve exibir sua 3ª temporada em breve. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. A resposta obrigatoriamente vaga tem um elemento importante de informação: a questão da disponibilidade. O contrato assinado entre Netflix e Marvel impede que a Disney aproveite qualquer série que tenha sido cancelada antes de um prazo de dois anos. Entretanto, como estas produções são demoradas, a decisão de começar as gravações deve ser tomada nos próximos meses para um (re)lançamento no final de 2020. A plataforma Hulu já exibe uma série da Marvel, “Fugitivos” (Runaways), que estreou em 2017 e caminha para a sua 3ª temporada, ainda não confirmada oficialmente. Na segunda-feira (11/2), o serviço anunciou a produção de quatro séries de animação adultas com personagem dos quadrinhos da editora, num modelo que reflete o projeto da Marvel com a Netflix. “Eu tenho certeza que a nossa relação com a Marvel só vai se expandir a partir de agora”, comentou Erwhich. “Nós temos uma boa conexão criativa com eles. Muitas oportunidades ainda vão surgir, com certeza”. Em consonância com esse projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, confirmou que sua estratégia de streaming inclui reforçar o Hulu com material do estúdio focado no público adulto. Saiba mais aqui.

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.

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  • Série

    Elle Fanning será a imperatriz Catarina, a Grande, em minissérie

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu anunciou a produção de “The Great”, série de época estrelada por Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz russa Catarina, a Grande, que reinou 1762 e 1796. A trama vai se centrar na ascensão ao trono de Catarina II e sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que será vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Criada por Tony McNamara, que concorre ao Oscar 2019 como roteirista de “A Favorita”, a produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção a partir de “Skins”, em 2007. Curiosamente, a série vai enfrentar concorrência de uma produção similar. A HBO está produzindo “Catherine the Great”, uma minissérie sobre o final do reinado da imperatriz, que será estrelada por Helen Mirren (“A Rainha”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Catch-22: Minissérie de George Clooney ganha primeiro trailer

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. A prévia mostra o clima maníaco da trama, que se passa num acampamento militar em tempo de guerra. O papel de Clooney é pequeno, ainda que permita ao ator chamar atenção com tiques exagerados. A produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999, mas seu maior envolvimento se dá atrás das câmeras. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A estreia vai acontecer em 17 de maio.

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  • Série

    Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio farão minissérie sobre o primeiro serial killer dos EUA

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a produção de uma minissérie de uma dupla de peso: Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio. Trata-se de “The Devil in the White City”, sobre aquele que é considerado o primeiro serial killer da história dos EUA. “The Devil in the White City” é um projeto de longa data da dupla. DiCaprio comprou os direitos da história em 2010, planejando estrelar um filme dirigido por Scorsese. Agora, eles participarão da série apenas como produtores. Trata-se de uma adaptação do romance homônimo de Erik Larson sobre o serial killer Dr. H.H. Holmes, que usou uma feira de tecnologia no final do século 19 para fazer inúmeras vítimas. O livro narra a trama a partir do ponto de vista de dois homens: Daniel H. Burnham, consagrado arquiteto e urbanista que teve de superar diversos obstáculos para a construção do espaço onde foi realizada a Feira Mundial de Chicago, e H.H. Holmes, que usava seu charme para atrair vítimas em potencial para seu hotel nas proximidades da exposição, onde construiu câmaras de gás e crematórios para esconder seus corpos – local que ficou conhecido como “castelo de horrores”. O serial killer confessou o assassinato de 27 pessoas quando foi preso e executado, em 1894.

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  • Série

    Hulu anuncia quatro séries animadas adultas da Marvel, do pato Howard à cantora Cristal

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a expansão da sua parceria com a Marvel, iniciada com a série “Fugitivos” (Runaways), que está a caminho de sua 3ª temporada. A ideia é similar ao projeto que lançou as séries da editora na Netflix, com a produção simultânea de quatro atrações diferentes, que depois se cruzarão em uma minissérie, dando origem a um novo “supergrupo” de heróis. O detalhe é que as produções serão animadas. E o novo supergrupo foi batizado com o antônimo de The Defenders (Os Defensores), a minissérie da Netflix. Os heróis se chamarão The Offenders (Os Ofensores). O principal destaque é a produção de uma série animada de “Howard, o Pato” (Howard the Duck), um pato antropomórfico que fuma charutos e trabalha como detetive, criado por Steve Gerber e Val Mayerik em 1973, uma década antes das “Tartarugas Ninja”, com quem compartilha algumas coincidências – como a melhor amiga gostosa. O personagem já teve até filme, “Howard, o Super-Herói”, um fracasso clamoroso de 1986, e apareceu na franquia “Guardiões da Galáxia”. O cineasta Kevin Smith (“O Balcoinista”) vai conduzir a nova série de Howard, que pretende incorporar o humor ácido que tornou o pato falante tão popular nos quadrinhos. “Tigra & Dazzler Show” é outra série sobre personagens que também tiveram revista própria no passado distante da Marvel. Vai mostrar a heroína-cantora pop Cristal e sua amiga Tigresa vivendo em Los Angeles, com produção da comediante Chelsea Handler (que até 2017 tinha o seu próprio talk show na Netflix). Nem todas são estreladas por heróis. “M.O.D.O.K.” traz o clássico vilão da I.M.A. (espécie de H.I.D.R.A. tecnológica) de cabeça enorme, que luta para manter sua organização criminosa e sua família unidas em um momento difícil, e terá o comediante Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) como showrunner. Por fim, a quarta série é “Hit-Monkey”, que acompanha um macaco que se torna assassino profissional após aprender as habilidades necessárias para o trabalho com um dos melhores mercenários do mundo – entre eles, Deadpool, com quem o símio contracenou em sua primeira aparição nos quadrinhos em 2010. É escrita por Josh Gordon e Will Speck (“A Última Ressaca do Ano”). As quatro séries se juntarão em “The Offenders”, após finalizarem suas primeiras temporadas. Nenhum dos projetos tem data de estreia definida, por enquanto.

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  • Filme

    Juanita: Trailer legendado mostra Alfre Woodard em busca da felicidade

    11 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da comédia “Juanita”, que traz Alfre Woodard (a Mariah Dillard de “Luke Cage”) no papel-título. Na trama, ela vive uma mulher insatisfeita com a vida, com os filhos já adultos, mas ainda folgados, que a impedem de se divertir. Seu único conforto são sonhos eróticos com o ator Blair Underwood (que interpreta a si mesmo no filme). Até que enche o saco e decide largar tudo. Vai pro c* dos EUA, ou uma cidade com nome bem parecido (“Pronuncia-se Butte”, corrige a vendedora da passagem), onde reinventa sua trajetória como cozinheira do único restaurante da região, fazendo sucesso e encontrando amor com um jovem nativo-americano (Adam Beach, de “Cowboys & Aliens”). A prévia conta tudo isso e muito mais, deixando pouco para ser descoberto no filme. Baseado no livro homõnimo de Sheila Williams, “Juanita” é o primeiro filme dirigido por Clark Johnson, ator da série “Bosch”. A estreia está marcada para 8 de março em streaming.

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  • Filme

    Io é só mais uma sci-fi fraquinha da Netflix

    10 de fevereiro de 2019 /

    Graças à ganância do homem e sua exploração infinita da fauna e da flora, a vida na Terra acabou. Não dá mais para respirar e a (parte rica da) humanidade deixou o planeta em busca de um novo lugar para morar. Apenas uma pessoa é deixada para trás. E não estamos falando do robozinho Wall-E, mas de Margaret Qualley (“The Leftovers”). A premissa de “Io” é a mesma de “Wall-E” (2008), mas seu desenvolvimento parte para outro caminho, embora dê em um lugar já muito visitado. Esse nem é o maior problema, afinal é a jornada que importa, mas ela é desenvolvida através de clichês, situações previsíveis e diálogos pobres. Margaret Qualley é Sam, filha de um renomado cientista. Ambos ficaram na Terra para estudarem a possibilidade de reconstrução ou a readaptação do planeta. O resto foi para Io, nome de uma lua de Júpiter. Num belo dia, ela cruza com outro perdido que chega do nada de balão (!). Micah é interpretado por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Guerra Infinita”), que recita Platão para ilustrar o que já estamos vendo em cena, e explica em seguida, novamente, para quem não entendeu o claro significado da reflexão. Até sua ponta em “Homem-Formiga” é mais profunda que toda sua participação em “Io”. E não adianta o diretor Jonathan Helpert encher o filme de paisagens belas ou o cabelo de Sam ao vento, quando nenhuma imagem contribui para traduzir o que ela está pensando nem propõe a dimensão de sua angústia. Em resumo, “Io” é só mais uma ficção científica fraquinha da Netflix, como “Titã”, “Mudo”, “Onde Está Segunda?”, “Spectral”, “O Paradoxo Cloverfield” e “Próxima Parada: Apocalipse”.

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  • Série

    Peter Dinklage vai estrelar série pós-apocalíptica do diretor de Planeta dos Macacos

    8 de fevereiro de 2019 /

    Peter Dinklage já definiu sua próxima série após o fim das gravações de “Game of Thrones”. O intérprete de Tyrion Lannister vai trocar os dragões da fantasia medieval por um futuro pós-apocalíptico em “Last Sons of America”, adaptação dos quadrinhos homônimos para a Netflix. A série é uma produção do cineasta Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), que está sendo desenvolvida pelo diretor Josh Mond (“James White”). Publicados pela Boom! Studios nos EUA, os quadrinhos escritos por Phillip Kennedy Johnson e desenhados por Matthew Dow Smith apresentam um futuro similar ao do filme “Filhos da Esperança” (2006), em que os adultos se tornaram estéreis. A diferença é que este problema só afeta os americanos, o que faz com que crianças de outras nacionalidades se tornem a comodidade mais valiosa da economia nacional. Os protagonistas são os irmãos Julian (Dinklage) e Jackie, que vivem na Colômbia, onde tentam convencer famílias a venderem seus recém-nascidos para famílias dos EUA. Quando os dois cometem um grande erro, todo o seu lucrativo negócio pode ir por água abaixo. A história original foi uma minissérie de apenas quatro exemplares. Veja as capas abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a produção.

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  • Série

    Nova série de super-heróis, Patrulha do Destino ganha teaser engraçadinho

    8 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma DC Universe divulgou o pôster e o segundo teaser da série da “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), grupo que foi introduzido em “Titãs” (Titans). A prévia revela um tom completamente diferente da série anterior, focado na comédia. Esta é uma característica recente dos quadrinhos dos personagens, que perderam popularidade com o tempo, mas formaram o primeiro grupo de heróis rejeitados e excluídos do DC Comics, antecipando-se até aos X-Men da Marvel. O grupo da DC é até mais rejeitado pela humanidade que os mutantes, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani, chegaram às bancas três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. A sinopse oficial da série diz: “Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra contra o que eles encontram”. O Chefe é o codinome de Dr. Niles Calder, um gênio confinado a uma cadeiras de rodas – como Charles Xavier. Os demais personagens que apareceram em “Titãs” são Cliff Steele, o Homem-Robô, Larry Trainor, o Homem-Negativo, e Rita Farr, a Mulher-Elástica. A série acrescentou mais dois personagens ao grupo e mudou praticamente todo o elenco em relação ao episódio da série do Robin, embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe será vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Já o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, serão dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Além disso, a Patrulha contará com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. A série da Patrulha do Destino vai estrear em 15 de fevereiro nos Estados Unidos, e deve chegar ao Brasil entre abril e maio via Netflix.

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  • Etc,  Série

    Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro

    6 de fevereiro de 2019 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.

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