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  • Série

    Olhos que Condenam: Minissérie da diretora de Selma ganha fotos e trailer legendado

    20 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou 16 fotos novas e o trailer completo legendado de “When They See Us”, minissérie que ganhou o título nacional de “Olhos que Condenam”. Na trama, a diretora Ava DuVernay retoma a temática de denúncia e injustiça racial de seu filme “Selma: Uma Luta Pela Igualdade” e do documentário “A 13ª Emenda”. A história examina o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram condenados por estuprar uma mulher branca no Central Park, em Nova York, em 1989, apesar de inocentes. Cada episódio vai se centrar num dos garotos e todos os cinco foram escritos e dirigidos por DuVernay, numa narrativa que abrange desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até sua exoneração em 2014, após passarem 25 anos na prisão sem culpa alguma. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção é uma obra de ficção com atores. O elenco conta com Jovan Adepo (“Um Limite Entre Nós”), Vera Farmiga (“Bates Motel”), Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), Joshua Jackson (“The Affair”), Famke Janssen (“How to Get Away with Murder”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), John Leguizamo (“Bloodline”), Niecy Nash (“Claws”), Chris Chalk (“Gotham”) e Blair Underwood (“Quantico”), entre outros. A estreia está marcada para 31 de maio em streaming.

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  • Filme,  Música

    Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”

    20 de abril de 2019 /

    “Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.

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  • Filme,  Música

    Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix

    20 de abril de 2019 /

    “Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.

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    Tripulação original de Star Trek pode ganhar série própria

    20 de abril de 2019 /

    O final da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” pode servir de gancho para o lançamento de um spin-off da série. A mensagem a seguir é do planeta spoiler. O desfecho mostrou a nave Discovery indo 950 anos para o futuro, mas a narrativa continuou focando os personagens que ficaram na linha temporal original, encerrando o episódio com a tripulação da Enterprise. Isto é, a tripulação do piloto de “Jornada nas Estrelas” recusado de 1964, que acabou se tornando conhecida quando um episódio de flashback de 1966 mostrou que Kirk não tinha sido o primeiro capitão da famosa nave espacial. A tripulação original teve grande importância na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery” e, apesar do medo dos produtores ao incluir esses personagens, a estratégia acabou agradando aos fãs. Demais até, pois eles têm feito campanhas para que suas aventures continuem. A revista The Hollywood Reporter perguntou a Alex Kurtzman, criador e showrunner de “Discovery”, se haveria chance disso acontecer. “Os fãs foram ouvidos. Tudo é possível no mundo de ‘Star Trek'”, disse Kurtzman, revelando, ao comentar o final da temporada, que os espectadores têm grandes chances de voltar a ver a ponte de comando da Enterprise preenchida pelo Capitão Pike (Anson Mount), Spock (Ethan Peck) e a Número Um (Rebecca Romijn). “Eu adoraria trazer de volta essa tripulação, mais do que tudo. Foi um enorme risco para nós. Uma das coisas mais gratificantes foi ver quão profundamente os fãs abraçaram Pike, Spock, Número Um e a Enterprise. A ideia de contar mais histórias com eles seria uma delícia para todos nós”, concluiu. Oficialmente, ainda não há uma série focada no Capitão Pike. Isto pode mudar após a repercussão de sua participação e a forma como o novo intérprete de Spock agradou aos fãs – a ponto de tornar difícil a vida de Zachary Quinto, caso volte a viver Spock no cinema. Entretanto, já existe um projeto passado nesse linha temporal, que poderia trazer de volta a tripulação da Enterprise. Trata-se de uma atração sobre a Seção 31, a organização semi-secreta e autônoma da Federação que faz parte da tradição da franquia desde que foi introduzida nos anos 1990 num episódio da série “Star Trek: Deep Space Nine”. Este spin-off está confirmado e será estrelado por Michelle Yeoh, retomando a personagem da Imperatriz Georgiou, e Shazad Latif como Ash Tyler. Saiba mais aqui. “Star Trek: Discovery” é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Glenn Close será avó de Amy Adams na Netflix

    19 de abril de 2019 /

    A atriz Glenn Close, que disputou o Oscar 2019 por “A Esposa”, vai trocar o cinema pela Netflix em seu próximo papel. Ela foi confirmada no elenco de “Hillbilly Elegy”, novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que será lançado pela Netflix. Na trama, Close viverá a avó de Amy Adams (“A Chegada”). O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito (Adams) que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água”, e a produção, orçada em US$ 45 milhões, ainda não tem previsão de estreia.

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    The Boys ganha trailer mais violento já visto numa série de super-heróis

    17 de abril de 2019 /

    A Amazon divulgou o segundo trailer de “The Boys”. E é a prévia mais violenta e insana já vista para apresentar uma série de super-heróis, capaz de dar outro sentido à expressão “sufocar de amor”. Melhor ver (abaixo) que descrever. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. Afinal, é baseada em publicação de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série escatológica, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a nova atração. A prévia traz um esboço de explicação da trama. Em resumo, a história acompanha um grupo de vigilantes truculentos, que recebem a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, só mesmo pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, além de Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) como os super-heróis babacas. Para completar, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. A série terá 8 episódios em sua 1ª temporada, e o capítulo inaugural vem assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), com lançamento em 26 de julho na plataforma de streaming da Amazon.

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    Em meio à crise, série do Monstro do Pântano ganha primeiro teaser

    17 de abril de 2019 /

    Em meio às notícias de interrupção da produção da série do Monstro do Pântano, boatos de fim da plataforma DC Universe e ausência completa de comunicado oficial, a Warner resolveu divulgar o primeiro teaser da atração. A prévia mostra os pântanos em que a trama se passa e o primeiro close do protagonista, vivido em sua forma monstruosa por Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”). A série da plataforma DC Universe está encerrando seus trabalhos após a gravação de 10 episódios, em vez dos 13 encomendados. A notícia da interrupção nos trabalhos chegou à equipe de produção na noite de terça-feira (16/4). Originalmente, a produção se estenderia até o final de maio na Carolina do Norte. Além do teaser, a Warner disponibilizou um vídeo de bastidores da produção, mas ele foi abruptamente tirado do ar após poucos minutos. Os fatos têm originado muitas especulações. Em vez de tranquilizar equipes desta e de outras séries do DC Universe, bem como assinantes do serviço e fãs dos quadrinhos, com um comunicado conciso, a estratégia da Warner parece ser ignorar a crise de bastidores, focando-se num vídeo com a data de estreia da atração. A série do “Monstro do Pântano” foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Aquaman”). A estreia está marcada para 31 de maio, ainda na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos.

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    Produção da série do Monstro do Pântano é interrompida e boatos falam em fim da DC Universe

    17 de abril de 2019 /

    Uma notícia de crise nos infinitos streamings veio à tona nos pântanos do sul dos EUA. A produção da série do “Monstro do Pântano” foi interrompida, afirma um jornal da cidade de Wilmington, onde a atração está sendo rodada. Segundo a publicação Star News, a série da plataforma DC Universe vai encerrar seus trabalhos após a gravação de 10 episódios, em vez dos 13 encomendados. A notícia da interrupção nos trabalhos chegou à equipe de produção na noite de terça-feira (16/4), recomendando a rápida finalização do 10º episódio. Originalmente, a produção se estenderia até o final de maio na região. Na manhã desta quarta-feira (17/4), a atriz Virginia Madsen confirmou o encerramento da produção em um post no Instagram que dizia: “Estou muito triste. Que decisão terrível. Fomos cortados na carne por aqueles que nunca puseram os pés no Pântano”. O post foi posteriormente deletado. Mas outros integrantes da equipe compartilharam seu choque nas redes sociais. Alguns posts indicaram que a decisão foi repentina e pegou desprevenida centenas de integrantes da produção, que de uma hora para outra ficaram desempregados. O fato tem originado muitas especulações. Fala-se em retomada posterior dos trabalhos, após os roteiro serem reescritos. Mas o próprio Star News chegou a publicar uma informação mais preocupante, que foi posteriormente apagada em seu site, na qual afirmava que a decisão de parar as gravações de “Swamp Thing” (título original da série) seria consequência de discussões para encerrar a plataforma DC Universe. A WarnerMedia tem planos de lançar sua própria plataforma de streaming em 2020, mas faria mais sentido incorporar conteúdo inédito em vez de cortar, se o objetivo fosse mesmo competir com a Netflix, Amazon, Disney+ (Disney Plus) e Apple, e não apenas oferecer filmes antigos. A série do “Monstro do Pântano” foi desenvolvida pelos roteiristas-produtores Mark Verheiden (“Constantine”) e Gary Dauberman (“It: A Coisa”) para a produtora Atomic Monster, do diretor James Wan (“Aquaman”). A estreia está marcada, até segunda ordem, para 31 de maio na plataforma DC Universe, disponível apenas nos Estados Unidos. Não há, até o momento, nenhum comunicado oficial para a imprensa a respeito do status da produção.

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    Série do Capitão Picard define elenco de sua nova geração de Star Trek

    17 de abril de 2019 /

    A série da franquia “Star Trek” que marcará a volta de Patrick Stewart ao papel do Capitão Picard (de “A Nova Geração”) começou a formar seu elenco. E é uma nova geração literal. Os integrantes da produção são Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Isa Briones (“Ladrões”, “American Crime Story”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”) e Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”). A trama da série continua em segredo, embora o produtor Alex Kurtzman tenha afirmado que vai seguir o Capitão Picard no “próximo capítulo de sua vida”, possivelmente após deixar o comando da Enterprise. Hanelle Culpepper, que trabalhou em “Star Trek: Discovery”, vai dirigir os dois primeiros episódios da série. Alex Kurtzman, que conduz produções da saga desde o filme “Star Trek” (2009), vai servir como um dos showrunners. A data de estreia da atração, que será distribuída através do serviço de streaming CBS All Access nos EUA, ainda não foi definida.

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    Shrill é renovada para a 2ª temporada

    17 de abril de 2019 /

    A plataforma de streaming americana Hulu anunciou a renovação de “Shrill” para sua 2ª temporada. A série de comédia recebeu uma encomenda de 8 episódios – dois a mais do que em sua temporada inaugural. A renovação aconteceu depois de um mês do lançamento simultâneo dos seis episódios iniciais, que atingiram 91% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Baseada num livro de memórias da escritora Lindy West, a série traz Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) como Annie, uma jovem jornalista com sobrepeso que quer mudar sua vida, mas não seu corpo. Annie tenta fazer isso enquanto lida com namorados ruins, pais doentes e um chefe perfeccionista, enquanto o mundo ao seu redor não a considera boa o suficiente devido a seu peso. Além de estrelar, Bryant é creditada como cocriadora da série, ao lado da autora do livro e da showrunner Alexandra Rushfield (roteirista-produtora das séries “Love” e “Parks and Recreation”). A 2ª temporada de “Shrill” tem previsão de estreia somente para 2020.

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    Netflix sugere que Umbrella Academy é sua série de maior audiência

    16 de abril de 2019 /

    A Netflix abriu novos dados de audiência num relatório para o mercado de ações. O texto traz algumas revelações, como o fato de “Umbrella Academy” ter sido vista por 45 milhões de pessoas em seu primeiro mês. Este é o maior número já revelado pela Netflix a respeito de uma série. Anteriormente, a plataforma só tinha aberto o público de duas séries, “Você” (You) e “Sex Education”, que estariam “prestes” a atingir 40 milhões em seu primeiro mês. Na terminologia da Netflix, uma série é considerada “vista” se um usuário assistiu a pelo menos 70% de um único episódio. A plataforma vem, aos poucos, eliminando o sigilo sobre sua audiência, como forma de estabelecer um patamar diante da chegada de novos rivais ao mercado. E porque suas ações estão em queda. Mas os números não impressionam. Considerando que “Umbrella Academy” teve 10 episódios em sua 1ª temporada, isso significa que cada capítulo foi visto por 4,5 milhões de pessoas. Seria razoável em canais de baixa audiência, como Fox e The CW. Só que esse número não é relativo ao público americano. É mundial. Imagina-se que “Stranger Things” tenha mais público. Mas a boa-vontade da Netflix em relação à transparência é recente e não incluiu os números dessa série. Quando e caso isso ocorra, pode representar um choque de realidade. Afinal, o relatório também aponta o público total da Netflix. Está em 148,9 milhões em todo o mundo, tendo crescido 9,6 milhões no último ano. Na prática, isto significa que uma série de 10 episódios, vista por absolutamente todos os assinantes do serviço, teria menos público por capítulo que “Game of Thrones”. O negócio muda de figura em relação a filmes, cuja audiência não se pulveriza entre muitos episódios. A Netflix revelou que “Operação Fronteira” foi assistido por 52 milhões de pessoas em um mês, o que o transforma num blockbuster de seu gênero. Até o medíocre “Estrada Sem Lei” – 55% de aprovação no Rotten Tomatoes – teria obtido sucesso, com 40 milhões em um mês. Mas nenhum dos dois atingiu o status de “Bird Box”, visto por 45 milhões em uma semana, um fenômeno cultural que também rendeu desafios na internet e turismo ligado ao cenário real da produção. “Bird Box continuou a ser visto até atingir 80 milhões de pessoas. Os dados impressionantes são da própria plataforma, mas também indicam um limite para seus maiores sucessos globais: 53,7% de sua audiência total. Os 148,9 milhões de assinantes representaram um faturamento anual de US$ 4,5 bilhões para a companhia, que teria investido muito mais em conteúdo no mesmo período. A estimativa é de uma diferença de US$ 3,5 milhões negativos. Após a divulgação do relatório, as ações da Netflix reagiram, subindo 3% – após caírem os mesmos 3% na sexta-feira (12/4), dia seguinte à apresentação da plataforma concorrente Disney+ (Disney Plus).

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    The Perfection: Novo terror perturbador com atriz de Corra! ganha trailer legendado

    15 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do filme “The Perfection”, que volta a trazer a atriz Allison Williams ao gênero do terror. Ela se destacou no filme “Corra!” como a namorada má-intencionada de um rapaz negro. Desta vez, ela é amiga de uma jovem negra (Logan Browning, de “Cara Gente Branca”) com resultados similares, já que sua presença se prova uma ameaça para a vida da outra. O vídeo inclui a revelação de estranhas criaturas rastejando sob a pele de Logan, que recebe um cutelo afiado de Allison como solução para se livrar do problema. Na trama, Charlotte (Allisson) é um prodígio musical em uma prestigiada academia. Treinada no violoncelo, ela se aproxima e forja uma amizade com a nova garota da escola, Elizabeth (Logan) – mas as suas intenções podem não ser tão boas quanto parecem. “Se você parasse este filme a cada 20 minutos e perguntasse para as pessoas assistindo o que elas achavam que ia acontecer, elas estariam erradas. Sempre. Até o último segundo”, afirmou Williams em entrevista para a revista Entertainment Weekly. A história foi criada por dois roteiristas da série “Supernatural”, Eric C. Charmelo e Nicole Snyder, em parceria com o cineasta Richard Shepard, responsável pela direção do terror. Ele é mais conhecido por comédias de ação como “O Matador” (2005) e “A Recompensa” (2013), além de ter dirigido 12 episódios de “Girls”, série em que Williams atuava. O filme teve première em setembro passado no Fantastic Fest, festival americano de cinema de terror, quando recebeu elogios rasgados, atingiu 75% de aprovação no Rotten Tomatoes e acabou adquirido pela Netflix. A estreia está marcada para 24 de maio em streaming.

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    The Mandalorian: Primeira série live-action de Star Wars ganha novas fotos

    14 de abril de 2019 /

    A Lucasfilm divulgou novas fotos de “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”. As imagens revelam o protagonista mascarado vivido por Pedro Pascal (“Narcos”), o veterano Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) e Gina Carano (“Deadpool”), além do logotipo da atração. O elenco central da série também inclui Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Emily Swallow (“Supernatural”), Omid Abtahi (“Deuses Americanos”), Nick Nolte (“Temporada de Caça”) e até o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”). A série da plataforma Disney+ (Disney Plus) tem sido descrita como uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, um subgênero que já rendeu uma série clássica, “Firefly”, e que o próprio criador de “The Mandalorian”, o cineasta Jon Favreau, já visitou no cinema em “Cowboys & Aliens” (2011). O título refere-se ao papel de Pascal, um nativo do planeta Mandalore, que os fãs de “Star Wars” conhecem como a terra natal dos notórios caçadores de recompensas Boba Fett e Jango Fett. A trama se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem. Isto é, entre os filmes “Star Wars: O Retorno de Jedi” (1983) e “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). Dave Filoni, responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, dirige o piloto da série, que também tem episódios comandados pelos diretores Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”). E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Além de “The Mandalorian”, a Disney anunciou recentemente que o personagem Cassian Andor (Diego Luna), visto em “Rogue One: Uma História Star Wars”, também vai ganhar a sua própria série no serviço de streaming. A plataforma Disney+ (Disney Plus) será lançada em 12 de novembro, inicialmente apenas nos Estados Unidos.

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