Amazon renova The Expanse e Carnival Row para novas temporadas
A Amazon renovou as séries “The Expanse” e “Carnival Row” para novas temporadas. Ambas são produções caras, ambiciosas e repletas de efeitos visuais. E têm outro detalhe em comum. A 4ª temporada de “The Expanse”, que também é a primeira produzida para a plataforma Prime Video, e a 1ª de “Carnival Row” ainda não estrearam. A chefe do Amazon Studios, Jennifer Salke, anunciou as renovações neste sábado (22/7), durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). No mesmo evento, ela também confirmou o cancelamento de três séries (leia aqui). Criada por Travis Beacham (roteirista de “Círculo de Fogo”) e René Echevarria (que também criou “The 4400”), “Carnival Row” se passa numa cidade chamada Burgue, que lembra a Londres vitoriana. A diferença é que é habitada por humanos e criaturas místicas. Essas criaturas fugiram de suas terras destruídas por uma guerra em busca de refúgio entre a humanidade. Mas, como acontece com os imigrantes no mundo real, sua chegada faz nascer guetos e tensões. E logo uma série de assassinatos começa a abalar a frágil paz da cidade. O elenco é liderado por Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) e Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”), respectivamente como uma fada e um inspetor de polícia, e a estreia está marcada para 30 de agosto. Já “The Expanse” foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy em maio do ano passado. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), a série adapta a saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey, passada 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a planetas mais distantes, mas apenas a partir do dia 13 de dezembro.
Nova Gossip Girl pode ter participação do elenco original
O criador de “Gossip Girl”, Josh Schwartz, afirmou que o elenco original da série pode participar do revival atualmente em desenvolvimento para a vindoura plataforma HBO Max. Em conversa com a imprensa americana durante o encontro semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), Schwartz confirmou que a produção não será um remake, mas uma continuação centrada em novos personagens. E que, portanto, “Serena, Blair & companhia existem no mundo do novo drama”. Dito isto, a porta está aberta para as estrelas originais, que incluem Blake Lively e Leighton Meester, fazer aparições. “Entramos em contato com todos eles para que saibam que isso está acontecendo e gostaríamos que eles se envolvessem se quisessem se envolver”, disse Schwartz. “Mas nós certamente não queremos depender da participação deles. Eles tocaram esses personagens por seis anos e queremos respeitar isso. Mas, obviamente, seria ótimo vê-los novamente. ” Schwartz foi ao encontro do TCA falar de “Looking for Alaska”, sua nova produção para a Hulu, e a 3ª temporada de “Runaways”, mas acabou bombardeado de perguntas sobre o recém-anunciado revival de “Gossip Girl”. Assim, acabou mencionando que a ideia de uma nova “Gossip Girl” era algo que ele e a co-criadora Stephanie Savage “vinham falando muito nos últimos dois anos”, e que o produtor-roteirista Joshua Safran, que trabalhou na série original, foi tem que sugeriu a abordagem da continuação. “Ele teve uma ótima ideia, que fez parecer que este era o momento de retomar”, explicou Schwartz. “Ele definitivamente queria subverter o paradigma original”. A nova série terá 10 episódios e apresentará uma nova geração de estudantes lindos e ricos das escolas de elite de Manhattan. De acordo com a anúncio da HBO Max, o programa “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudaram” desde o fim de “Gossip Girl”, exibida entre 2007 e 2012. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, e Chace Crawford, em “The Boys”, lançada nesta sexta (27/7) na Amazon. Mas também há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless, e o de Ed Westwick, que recentemente sofreu várias denúncias de estupro. Ainda não há previsão de estréia para “Gossip Girl 2.0”.
Looking for Alaska: Série baseada no livro de John Green ganha primeiro teaser e fotos
A Hulu divulgou o primeiro teaser e cinco fotos da minissérie “Looking for Alaska”, inspirada no livro homônimo de John Green, que foi lançado no Brasil com o título “Quem É Você, Alasca?”. O clima da prévia, que retrata jovens amigos no interior dos EUA, em cenas à beira de um lago, é reminiscente da famosa série teen dos anos 1990 “Dawson’s Creek”. Primeiro livro de John Green (conhecido pelo estouro de “A Culpa É das Estrelas”), “Quem É Você, Alasca?” acompanha um adolescente chamado Miles Halter, que se muda para uma nova cidade, onde faz novos amigos e conhece a bela Alasca, por quem se apaixona, enquanto descobre que ela não é tão perfeita quanto ele imaginava. Miles é interpretado por Charlie Plummer (John Paul Getty III em “Todo o Dinheiro do Mundo”), Alaska é vivida por Kristine Froseth (de “Sierra Burgess É uma Loser”) e o brasileiro Henry Zaga (“13 Reasons Why?”) encarna Jake, o namorado charmoso dela. O elenco também inclui Jordan Connor (o Sweet Pea de “Riverdale”), Jay Lee (“American Vandal”), Sofia Vassilieva (“Medium”), Uriah Shelton (“Garota Conhece o Mundo”), Roman Armstrong (“Queen Sugar”) e Landry Bender (“Fuller House”). A obra chegou a ser cotada para o cinema, com Elle Fanning no papel de Alaska, mas após a baixa bilheteria de “Cidades de Papel”, segunda adaptação cinematográfica de Green, o projeto foi cancelado. O formato de série, por outro lado, permitirá maior liberdade para a exploração da trama, já que o livro causou certa polêmica e chegou a ser banido de diversas escolas dos EUA por fazer descrição de sexo entre adolescentes. A adaptação está cargo de Josh Schwartz, o criador de “Chuck” e “Gossip Girl”, que atualmente se divide entre o novelão de “Dynasty” e os super-heróis de “Runaways”. Ele estava envolvido com o projeto original do filme e tem sido um entusiasta do livro desde que a Paramount adquiriu os direitos em 2005. A produção está a cargo da Paramount TV e da Fake Empire, empresa de Schwartz e sua sócia criativa Stephanie Savage. Os dois trabalharão como showrunners da série, com consultoria do próprio Green. “Looking for Alaska” será lançada pela plataforma de streaming Hulu em 18 de outubro.
Netflix revolta a crítica com cancelamento de Tuca & Bertie
A Netflix anunciou o cancelamento da série animada “Tuca & Bertie” após apenas uma temporada. A animação criada por Lisa Hanawalt e produzida pela equipe do sucesso “BoJack Horsemen” contava a história de duas amigas passarinhas em suas aventuras e crises comuns às fêmeas de qualquer espécie, com dublagem original das comediantes Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”) e Ali Wong (“American Housewife”). O cancelamento foi muito lamentado pela crítica e até gerou alguns editoriais em publicações importantes, como a revista Variety. A série tinha 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e seu final abrupto, após apenas 10 episódios, foi considerado “uma perda desapontadora”. Fãs também estão reclamando ativamente nas redes sociais com a hashtag #SaveTucaAndBertie. Em seu comunicado oficial, a plataforma de streaming elogiou todo o trabalho dos produtores e elenco de voz, ressaltando que “ainda que ‘Tuca & Bertie’ não tenha uma 2ª temporada, temos orgulho de exibir essa história na Netflix por muitos anos”. Trata-se do texto padrão que acompanha o anúncio de cancelamentos de todas as séries da Netflix, que os fãs da Marvel sabem de cor. Detalhe: a Netflix Brasil jamais disponibilizou um trailer de “Tuca & Bertie” em seu canal do YouTube para avisar sobre a existência da série. Veja abaixo um trailer americano para “descobrir” do que se trata.
The Handmaid’s Tale é renovada para 4ª temporada
A Hulu renovou “The Handmaid’s Tale” para a sua 4ª temporada. A série inspirada pelo livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia”, é a atração de maior repercussão da plataforma por ter sido a primeira produção de streaming a vencer o Emmy de Melhor Série Dramática, em 2017. A renovação foi anunciada na reta final do terceiro ano da produção, faltando ainda três episódios para o encerramento da temporada. A empolgação da crítica, entretanto, vem caindo. A atual fase tem 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, contra 94% do primeiro ano. A série se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita onde antes existia os EUA. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito desde a 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista, June, vivida por Elisabeth Moss, também vencedora do Emmy em 2017 pelo papel. No Brasil, “The Handmaid’s Tale” é exibida pelo canal pago Paramount e pela plataforma Globoplay.
Temporada final de Lucifer ganha seis episódios a mais
A temporada final de “Lucifer” vai ter seis episódios a mais que o previsto. A Netflix anunciou que o quinto ano da série terá 16 episódios e não 10, como previsto anteriormente. A plataforma cancelou a série após a exibição da 4ª temporada em maio, anunciando a decisão como “renovação” para uma última temporada. Muitos sorrisos amarelos do elenco comemoraram a “renovação”, exaltando o fato de que a trama acabaria da melhor forma, já que haveria tempo de sobra para planejar o desfecho. “Estamos incrivelmente gratos à Netflix por nos deixar terminar a história de Lúcifer em nossos termos. Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor está por vir!”, disseram os showrunners na época do cancelamento/renovação. Pois o melhor, ou pelo menos uma notícia melhor que o cancelamento, veio nesta sexta (26/7). E nem os lucifãs mais devotados contavam com essa nova reviravolta, que ampliou um pouco mais a vida da produção. Pela segunda vez. Vale lembrar que a exibição da 4ª temporada pela Netflix já tinha representado um ressurgimento da morte certa, após a série ter sido cancelada na TV aberta americana pela Fox. O resgate, porém, foi breve, como tem sido a duração das séries da plataforma de streaming.
Majur canta cover de Grades do Coração em clipe da série Orange Is the New Black
A Netflix lançou um vídeo musical para marcar a estreia da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black” nesta sexta (26/7). Feito especialmente para o público brasileiro, traz o(a) artista não-binário Majur numa versão estilizada do uniforme laranja das presidiárias da série cantando um cover dançante de “Grades do Coração”, grande sucesso pagodeiro do Grupo Revelação. Tendo como fundo projeções de cenas marcantes de “Orange Is the New Black”, Majur termina o clipe em frente a um grande letreiro proclamando #OrangeForever, com a imagem de Poussey Washington (Samira Wiley), personagem que teve um fim trágico na série, em destaque. Majur também esteve em destaque recentemente por sua parceria com Emicida e Pabllo Vittar, “AmarElo”, que pode ser visto aqui, celebrando histórias emocionantes de superação na periferia do Rio de Janeiro.
Modo Avião: Netflix divulga foto de filme com Larissa Manoela e Erasmo Carlos
A Netflix divulgou a foto do elenco de “Modo Avião”, filme brasileiro da plataforma, que vai juntar Larissa Manoela (“Meus 15 Anos”) e Erasmo Carlos (“Paraíso Perdido”). De acordo com a plataforma, “Modo Avião” “conta a história da jovem Ana (Larissa Manoela), que estudou moda sonhando em ser uma grande estilista. Mas largou tudo para virar uma influenciadora digital da famosa marca True Fashion, liderada pela executiva Carola (Katiuscia Canoro, de “Tô Ryca!”).” Sempre conectada e postando, Ana não larga o celular nem para dirigir e acaba sofrendo um acidente sério. O problema a afasta das redes sociais e a leva à casa do avô Germano (Erasmo Carlos), no interior, onde ela entra em um “detox digital”. Germano é dono de um antigo carro Mustang, também fotografado, que Ana ajudará a consertar, numa jornada para conhecer sua família e a si própria. Completam o elenco André Luiz Frambach (“Chico Xavier”) e Dani Ornellas (“O Inventor de Sonhos”). O filme é baseado em roteiro do mexicano Alberto Bremmer (“Ya Veremos”). A versão brasileira é escrita por Renato Fagundes (“Vai que Cola – O Começo”) e Alice Name-Bomtempo (“Vai que Cola – série”). A direção está a cargo de César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”).
The Boys: Super-heróis são os vilões no trailer final da nova série da Amazon
A Amazon divulgou o trailer final de “The Boys”, série que retrata os super-heróis como vilões ultraviolentos. A prévia sugere algumas mudanças em relação aos quadrinhos originais, como a transformação da missão dos “boys” do título numa vingança pessoal. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Nos quadrinhos, os protagonistas são um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. Até aqui, porém, os trailers prometem algo ainda mais subversivo. Sem menção à CIA, os boys surgem como um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias. Só que, numa reviravolta narrativa, desta vez eles têm razão. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreia na próxima sexta (27/7), com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). A série já se encontra renovada para o segundo ano.
Netflix cancela a série Designated Survivor
A Netflix cancelou “Designated Survivor” após a 3ª temporada, que também foi a primeira e única produzida exclusivamente para streaming, após a plataforma resgatar a atração cancelada pela TV americana. Com apenas 10 episódios, a 3ª temporada foi disponibilizada em 7 de junho e seu encerramento agora conclui a série criada por David Guggenheim (roteirista do filme de ação “Protegendo o Inimigo”), que dividiu a produção com o astro Kiefer Sutherland, Mark Gordon (produtor de “Criminal Minds”, “Grey’s Anatomy” e inúmeros filmes) e Simon Kinberg (produtor-roteirista da franquia “X-Men”). O título da série é um termo técnico utilizado para se referir a um integrante do governo americano que é levado a um local isolado e seguro, durante reuniões conjuntas do Presidente e outros líderes do país. O objetivo é que, em caso de algum acidente fatal, este “sobrevivente designado” possa assumir o comando do país. Na trama, um atentado terrorista elimina todos os representantes eleitos do pais, cabendo ao sobrevivente, o secretário de desenvolvimento urbano Tom Kirkman (papel de Sutherland), assumir o governo durante o momento de crise. Na última temporada, ele tenta permanecer no poder, desta vez na disputa de sua primeira eleição, ao mesmo tempo em que enfrenta a ameaça de um ataque biológico iminente no país. O cancelamento reflete uma tendência cada vez maior da plataforma de se desfazer de produções que atingem três temporadas. E também acontece após um prejuízo bilionário no mercado de ações, que deve impactar o desenvolvimento do modelo de negócios do streaming.
O Guia do Mochileiro das Galáxias vai virar série dos roteiristas de Mulher-Maravilha e Lost
Um dos maiores clássicos da ficção científica, “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, vai virar série. A plataforma de streaming Hulu fechou com os roteiristas Carlton Cuse (“Lost”, “Bates Motel”, “Colony”) e Jason Fuchs (“Mulher-Maravilha”) para a produção de uma adaptação da comédia radiofônica de 1978, que acabou se desdobrando em cinco best-sellers do escritor Douglas Adams. A história gira em torno de Arthur Dent, um inglês azarado, que se mete em muitos apuros após a destruição da Terra pelos alienígenas Vogons. Logo no começo da saga, ele se junta a um alienígena, um robô paranoico, à última mulher do mundo e ao presidente da Galáxia para descobrir o sentido do universo. Spoiler: é 42. O aspecto “educativo” da obra ainda ensina que a toalha é a melhor amiga dos nerds. “O Guia do Mochileiro das Galáxias” já foi adaptado para a TV em 1981, numa minissérie da rede britânica BBC. O primeiro livro da saga também virou filme em 2005, com direção de Garth Jennings (“Sing”) e Martin Freeman (“O Hobbit”) no papel de Arthur Dent, coadjuvado por Sam Rockwell (“Três Anúncios Para um Crime”), Zooey Deschanel (“500 Dias com Ela”) e o rapper Mos Def (“Rebobine, Por Favor”). Criado por Adams originalmente como uma comédia para a rádio BBC, em 1978, o texto original foi transformado em livro no ano seguinte e ganhou mais quatro continuações assinadas pelo autor original: “O Restaurante no Fim do Universo” (1980), “A Vida, o Universo e Tudo Mais” (1982), “Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes!” (1984) e “Praticamente Inofensiva” (1992). Após a morte de Adams, em 2001, o autor irlandês Eoin Colfer teve a bênção da família para escrever mais uma continuação da saga. Com o título “E Tem Outra Coisa…”, o sexto “Guia” foi lançado em 2009. Ainda não há previsão para a estreia da série, que deve adaptar a coleção literária completa.
Impulse: 2ª temporada ganha primeiro trailer
O YouTube divulgou o trailer da 2ª temporada de “Impulse”. A prévia aprofunda os problemas da protagonista Henrietta “Henry” Coles (Maddie Hasson, da série “Twisted”), pressionada pela polícia e perseguida por um homem misterioso (Callum Keith Rennie, de “Jessica Jones”), que tem os mesmos poderes. O vídeo também traz elogios da crítica à temporada inaugural, com ênfase nos 100% de aprovação obtido pela série no Rotten Tomatoes. A trama de “Impulse” é derivada do filme “Jumper”, lançado em 2008 com direção de Doug Liman (mais conhecido por “A Identidade Bourne” e “No Limite do Amanhã”). Liman é um dos produtores da série e também foi responsável pela direção do primeiro episódio. Para quem não lembra, o filme acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de se teletransportar para qualquer lugar do mundo em um instante. Ao conhecer outro jovem habilidoso chamado Griffin (Jamie Bell), ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. A série continua a história, focada numa nova geração de jumpers. Enquanto o filme adaptava o primeiro livro de Steven Gould, intitulado justamente “Jumpers” e lançado em 1992, a atração do YouTube é baseado no terceiro livro, igualmente chamado “Impulse” e publicado em 2013. A trama foi adaptada por Jeffrey Lieber (série “Lost”), Jason Horwitch (série “Luke Cage”) e Gary Spinelli (roteirista do filme “Feito na América”, também dirigido por Liman) e acompanha uma adolescente rebelde de 16 anos, que prefere ser chamada pelo nome masculino de Henry e sempre se sentiu diferente de seus colegas. Seu maior desejo era escapar de sua cidade pequena. E isto é prontamente atendido, quando ela descobre que possui a habilidade extraordinária de se teletransportar. Mas sua habilidade não se manifesta de forma suave, causando catástrofes ao seu redor. O elenco ainda inclui Missi Pyle (“O Artista”), Sarah Desjardins (série “Van Helsin”), Enuka Okuma (série “Rookie Blue”), Craig Arnold (série “Degrassi: A Próxima Geração”) e David James Elliott (série “Secrets and Lies”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer no outono norte-americano, entre setembro e novembro.
Wu Assassins: Série de lutas marciais da Netflix ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou o pôster, oito fotos e o trailer de “Wu Assassins”, série sobrenatural de artes marciais estrelada pelo indonésio Iko Uwais (o astro de “Operação Invasão”). Criada por John Wirth (roteirista das séries “Terminator”, “V” e “Falling Skies”), “Wu Assassins” se passa na Chinatown de São Francisco e gira em torno de Kai Jim (Uwais), um chef de cozinha que se torna “o último assassino Wu”, possuído por um monge guerreiro poderoso para enfrentar uma grande ameaça. O detalhe é que esta ameaça é seu próprio pai, chefe de uma tríada criminosa, que também possuiu seus próprios poderes fantasiosos. O elenco ainda destaca o célebre Mark Dacascos (“John Wick 3: Parabellum”), como o espírito do guerreiro que guia Uwais, Byron Mann (“The Expense”) como seu pai mafioso, além de Katheryn Winnick (a Lagertha de “Vikings”), Lewis Tan (“Into the Badlands”), Li Jun Li (“Quantico”), Lawrence Kao (“The Originals”), JuJu Chan (“O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino”), Celia Au (“Lodge 49”) e Tommy Flanagan (“Sons of Anarchy”). Além de estrelar, Uwais também produz, coreografa as lutas e coordena os dublês da produção. Os dois primeiros episódios tem direção de Stephen Fung (“O Mestre da Guerra”) e a estreia está marcada para 8 de agosto em streaming.












