Nada Ortodoxa: Série sobre judia em fuga de comunidade radical ganha trailer legendado
A Netflix divulgou fotos e o trailer da minissérie alemã “Nada Ortodoxa” (Unorthodox), baseada no best-seller “Unorthodox”, escrito por Deborah Feldman. A obra original é um livo de memórias que conta como ela fugiu de sua comunidade ortodoxa de judeus hassídicos em Nova York e se mudou para Berlim, sem dinheiro ou lugar para ficar, ao se rebelar contra um casamento arranjado aos 17 anos e as restrições radicais que a impediam de ler e estudar em inglês. A série é uma adaptação que já começa alterando o nome da personagem principal. A atriz isralense Shira Haas (“Foxtrot”) protagoniza a trama como Esther Shapiro. Outros detalhes também foram mudados – na vida real, ela Feldman fugiu com seu filho. Mas a essência é mantida. Ela começa a fazer amigos, conhecer coisas novas e ter experiências que jamais tinha imaginado. Porém, sua comunidade está em seu encalço para “resgatá-la”. A adaptação é assinada pela roteirista americana Anna Winger (criadora de “Deutschland 83”) e a canadense Alexa Karolinski (“Oma & Bella”), com direção a cargo da alemã Maria Schrader (“Stefan Zweig: Adeus, Europa”). A estreia está marcada para 26 de março.
Revelação de Projeto Flórida é repórter mirim no trailer da série Home Before Dark
A Apple divulgou três fotos e o primeiro trailer de “Home Before Dark”, série inspirada na história real de Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. A personagem é vivida por Brooklynn Prince, a jovem revelação de “Projeto Flórida” (2017). Na trama, a família de Hilde se muda de Nova York para uma pequena cidade à beira de um lago, e, quando chega lá, descobre um mistério que todos na cidade evitam comentar: o desparecimento do menino que era o melhor amigo de seu pai na infância. Querendo ser jornalismo como seu pai, ela resolve investigar o caso por conta própria. Na vida real, Hilde conseguiu novas pistas e trouxe à tona os implicados no assassinato, denunciando-os num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação da repórter-mirim chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos. A série foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e também destaca em seu elenco Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) como o pai da protagonista, além de Abby Miller (“The Sinner”), Joelle Carter (“Justified”) e Louis Herthum (“Westworld”). Com 10 episódios, a série estreia em 3 de abril na plataforma Apple TV+ e já está renovada para sua 2ª temporada.
Orange Is The New Black: Série premiada da Netflix estreia na Band
A série “Orange Is The New Black”, uma das primeiras produções originais e maiores sucessos da plataforma de streaming Netflix, chega à TV aberta brasileira neste sábado (7/3). A Band vai exibir os 13 episódios da 1ª temporada sem cortes, durante este e os próximos sábados, sempre às 23h. Será a primeira vez que uma série da Netflix terá uma temporada completa exibida numa rede de TV do Brasil. E com um detalhe: com a estreia na Band, “Orange Is The New Black” pulou a janela de exibição na TV paga para chegar diretamente na TV aberta. Anteriormente, “Stranger Things” chegou a ter um episódio veiculado no SBT, em uma ação comercial da Netflix, que comprou o horário de exibição para promover o lançamento da atração. Desta vez, porém, foi o contrário. A Band adquiriu os direitos de “Orange Is The New Black” para exibir a série integralmente, dentro de sua programação normal. Criada por Jenji Kohan (série “Weeds”) e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” mostra o dia a dia de detentas do sistema prisional norte-americano. A série foi lançada em 2013 na plataforma de streaming, acompanhando a jornada de Piper Chapman (Taylor Schilling) como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, aprendendo o melhor e o pior da vida de presidiária. A história da garota loira da classe média, que se vê num mundo desconhecido e ameaçador, não demorou a ampliar sua perspectiva para destacar as demais presidiárias latinas e negras da trama, numa narrativa plural que rendeu quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (Sindicado dos Atores dos EUA) para seu elenco. A série teve 91 episódios divididos em sete temporadas e encerrou sua história em 2019, mostrando o destino de Piper na conclusão da trama. Os últimos episódios foram exibidos em julho passado na plataforma de streaming. Curiosamente, “Orange Is the New Black” não é a primeira série sobre prisioneiras exibida na TV brasileira. O SBT arriscou mostrar a atração australiana “As Prisioneiras” em sua grade dominical, durante 1979, mas jamais completou a trama. Originalmente uma novela, “As Prisioneiras” teve nada menos que 692 capítulos produzidos.
The Mandalorian: Gina Carano anuncia o fim das gravações da 2ª temporada
A atriz Gina Carano confirmou o término de gravações da 2ª temporada de “The Mandalorian”, primeira série live-action do universo de “Star Wars”, com a divulgação de uma foto tirada no set. “Encerramos a produção da 2ª temporada. Eu absolutamente amo esse trabalho e todas as pessoas envolvidas nele”, ela escreveu ao lado da foto, no Instagram. O post também confirma a volta de sua personagem Cara Dune, uma combatente rebelde que, apesar de aparecer em apenas três episódios da 1ª temporada, tornou-se uma das favoritas dos fãs da série nos EUA. A 2ª temporada vai estrelar em outubro na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Ver essa foto no Instagram That’s a wrap on season 2.. I absolutely love this work and the people in it. 🤍 #storytelling ✨#themandalorian Uma publicação compartilhada por G I N A J🌹Y C A R A N O (@ginajcarano) em 6 de Mar, 2020 às 1:36 PST
Jornalismo da Globo vai produzir minisséries documentais para a Globoplay
A Globo definiu uma estratégia inovadora para aproveitar sua forte equipe de jornalismo em seus planos de sinergia – o projeto “Uma Só Globo” – , visando produção de conteúdo para streaming. A minissérie “Marielle – O Documentário”, que será lançada na próxima quinta (12/3) – não confundir com a série de ficção de José Padilha, prevista para 2021 – , inaugura um nova linha de produções de jornalismo para a Globoplay. “Decidimos que o jornalismo da Globo vai produzir documentários para a Globoplay”, disse Erick Brêtas, diretor do serviço de streaming, durante entrevista coletiva desta sexta (6/3), em que anunciou as duas produções focadas no assassinato da vereadora Marielle Franco. Um dia após o primeiro episódio da atração documental ser exibida na rede Globo, a série completa será disponibilizada na Globoplay. Outras atrações jornalísticas deverão se seguir a esse primeiro projeto. Mas a decisão de começar com um famoso caso criminal demonstra a vontade da Globo de avançar num território em que a Netflix vinha reinando sozinha: as series de “true crime”. A plataforma americana chegou até a produzir uma minissérie sobre um caso brasileiro – “Bandidos na TV” – , feita por produtores estrangeiros. A emissora costumava dedicar-se ao jornalismo investigativo de fôlego no programa “Globo Repórter”, antes dessa atividade ser substituída por pautas de turismo e culinária. “Marielle – O Documentário” é dirigido por Caio Cavechini, que trabalhou em outro programa de jornalismo semanal da emissora, “Profissão Repórter”. Veja abaixo um teaser da primeira minissérie documental do Globoplay.
Irmãos Russo e casal Obama vão se juntar em produção da Netflix
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, vão se juntar ao casal Barack e Michelle Obama para produzir para a adaptação de “Exit West”, livro do paquistanês Mohsin Hamid (autor de “O Relutante Fundamentalista”) sobre a crise de refugiados vindos do Oriente Médio. A trama de “Exit West” mistura realismo e fantasia, ao acompanhar um casal do Oriente Médio, que busca deixar seu país em busca de uma vida menos violenta. Para isso, eles usam três portas mágicas que oferecem diferentes opções de asilo: um campo de refugiados lotado na ilha grega de Mykonos; um quarto privado em uma mansão ocupada por nigerianos em Londres; e um local na Califórnia, nos Estados Unidos. A cada escolha, o relacionamento do casal é testado por suas necessidades para sobreviver e pelos obstáculos culturais que enfrentam. O filme é uma coprodução das empresas AGBO, dos Russo, e Higher Ground, dos Obama, e será lançado pela Netflix. Apesar de seu envolvimento na produção, os Russo não vão dirigir o filme. Eles adquiriram os direitos do livro e escalaram Jessica Goldberg (criadora da série “The Path”) para escrever o roteiro e Yenn Demange (do elogiado “71: Esquecido em Belfast”) para assumir a direção. A produção também está negociações avançadas com o ator Riz Ahmed (“Venom”) para assumir o papel principal. “Exit West” ainda não tem data para entrar em produção ou previsão de lançamento.
Kingdom: Zumbis e luta pelo poder marcam o trailer legendado da 2ª temporada
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Kingdom”, uma série de zumbis passada na Coreia medieval. A prévia mostra os protagonistas cercados por uma horda de mortos-vivos, enfatizando a tensão da trama, ao mesmo tempo em que explora intrigas palacianas e luta pelo poder. Criada por Kim Eun-hee, roteirista-produtor da série “Signal” – uma espécie de “Frequency” sul-coreana – , a produção se passa durante a dinastia Joseon e traz Ju Ji-hoon (de “O Traidor”) como um príncipe herdeiro que vê seu reino dominado por um surto de zumbis. A praga se espalha logo após o rei recém-falecido se levantar. E cabe ao príncipe enfrentar essa nova espécie de inimigos canibais para salvar seu reino. O elenco também inclui Bae Doona (“Sense8”), Ryu Seung-ryong (“A Guerra das Flechas”) e Kim Sang-ho (“Fabricated City”). A série é dirigida pelo aclamado cineasta coreano Kim Seong-hun, responsável pela excepcional combinação de crime e humor negro de “Um Dia Difícil” (2014) e pelo drama de sobrevivência “The Tunnel” (2016). E deve ter agradado muito, pois, antes mesmo da estreia, já tinha sido renovada para sua 2ª temporada. A 2ª temporada de “Kingdom” chega ao serviço de streaming em 13 de março.
Taika Waititi vai criar séries animadas baseadas em A Fantástica Fábrica de Chocolate
A Netflix anunciou que o cineasta Taika Waititi, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Jojo Rabbit”, está desenvolvendo duas séries animadas inspiradas em “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. Uma é baseada no livro clássico de Roald Dahl e a outra é focada nos personagens Oompa-Loompa. Waititi deve escrever, dirigir e ser produtor executivo de ambos os projetos. “As séries vão manter o espírito essencial das histórias originais, enquanto constroem um mundo e personagens para muito além das páginas dos livros de Roald Dahl pela primeira vez”, revelou a plataforma em comunicado. “A Fantástica Fábrica de Chocolate” já foi adaptada em dois filmes com atores de verdade. O primeiro, estrelado por Gene Wilder no papel de Willy Wonka em 1971, é considerado um clássico, enquanto o mais recente, de 2005, representou o maior sucesso da parceria entre o ator Johnny Depp e o diretor Tim Burton. A empresa de streaming informou ainda que a parceria com Waititi também será ampliada para outras obras de Dahl, como “Matilda” e “O Bom Gigante Amigo”. Os direitos das criações de Dahl foram adquiridos pela Netflix em 2018, num negócio estimado em US$ 1 bilhão, visando justamente o lançamento de diversas séries de animação. Na época, especulou-se que as séries poderiam ter narrativas interconectadas, criando assim um “universo compartilhado” inspirado nas obras de Dahl. “Achar um parceiro que trouxesse esse mundo para a animação foi um desafio… até Taika entrar no recinto”, disse a vice-presidente de animações originais da Netflix, Melissa Cobb. “Então, tudo ficou óbvio. Se Dahl tivesse criado um personagem cineasta para adaptar seu trabalho, teria sido Taika”. Ainda não foram informadas as datas de lançamento das séries animadas.
La Casa de Papel: Parte 4 ganha trailer supertenso e eletrizante
A Netflix divulgou o trailer legendado da Parte 4 de “La Casa de Papel”. A prévia mostra a situação desesperada em que se encontram os assaltantes com máscaras de Salvador Dalí, cercados pela polícia, paranoicos, com Nairóbi (Alba Flores) ensanguentada e cheios de dúvidas sobre a capacidade do Professor (Álvaro Morte) de tirá-los da situação. Supertenso e eletrizante, o vídeo é repleto de ação e reviravoltas, com referências a vários clássicos cinematográficos, como “Um Dia de Cão” (1975) e o primeiro “Duro de Matar” (1988). Série mais vista em língua não inglesa do serviço de streaming, “La Casa de Papel” retorna com seus novos capítulos no dia 3 de abril.
Filme Filme: Nova plataforma traz o circuito dos festivais para cinéfilos brasileiros
A falta de títulos de cinema de arte representa uma das principais lacunas da programação dos serviços de streaming. Apesar dos esforços da Netflix em adquirir produções premiadas em festivais, os títulos do gênero são raros e esparsos na plataforma. Apenas a Spcine Play e a americana Mubi – que oferece opção de legendas em português – vinham suprindo a paixão online dos cinéfilos. Mas isso começa a mudar. Visando esse mercado pouco atendido, Buno Beauchamps, Ilda Santiago e Mayra Auad, sócios da distribuidora Pagu Filmes, estão lançando nesta quinta (5/3) a plataforma Filme Filme, com uma programação exclusiva de “filmes de festivais”. O serviço, porém, não funciona à base de assinatura. É uma locadora virtual, que cobra por filme, ao estilo VOD (vídeo on demand), como o YouTube Filmes, iTunes e a sessão On Demand do Telecine. O catálogo inicial também não inclui clássicos, apenas lançamentos que passaram recentemente pelos cinemas brasileiros. A lista de filmes disponíveis dispõe de várias obras premiadas nos principais festivais europeus de cinema, como o francês “120 Batimentos por Minuto”, o brasileiro “Central do Brasil”, o chinês “As Montanhas Se Separam”, o indiano “The Lunchbox” e o documentário “Eu Não Sou Seu Negro”. Cada obra pode ser alugada por R$ 6 e pode ser assistida ao longo de uma semana. Para facilitar a escolha do usuário, os títulos estão divididos em dois ambientes: filmes em cartaz, com estreias semanais de obras recentes, e catálogo, para quem tiver mais tempo para procurar. Cada ambiente também está dividido em três categorias: documentários, populares e filmes de festivais. Mas trata-se de uma divisão pouco restrita, já que vários títulos ditos “populares” também são filmes de festivais – por exemplo: o brasileiro “O Grande Circo Místico” e o francês “Um Banho de Vida”, considerados “populares”, estrearam na mesma edição do Festival de Cannes em 2018. O endereço do Filme Filme na web é https://plataforma.filmefilme.com.br/. Iniciativas como a Filme Filme e Spcine Play são importantíssimas no Brasil, onde o circuito de filmes de arte é limitadíssimo e não atende aos cinéfilos distantes das grandes capitais, que raramente tem acesso aos lançamentos especializados.
Netflix cancela a série brasileira Samantha!
A Netflix cancelou a série “Samantha!”, produção brasileira estrelada por Emanuelle Araújo (a Gretchen de “Bingo: O Rei das Manhãs”), após duas temporadas. A plataforma não costuma anunciar seus fracassos, e as notícias de cancelamentos acabam surgindo em revelações da equipe e do elenco das produções dispensadas. Segundo “vazamento” de fontes ligadas à série, um dos fatores que pesaram para o cancelamento foi a decisão de Emanuelle Araújo de voltar a fazer novelas. A atriz, que foi uma das coadjuvantes de “Órfãos da Terra”, da rede Globo, teria pedido um afastamento temporário de “Samantha!” para se dedicar a esse papel. Como a série não teve a mesma repercussão em sua 2ª temporada – porque a Netflix decidiu não fazer muita divulgação – , a plataforma teria optado por cancelar a atração. O cancelamento de “Samantha!” vem à tona um dia depois da notícia do fim de “Ninguém Tá Olhando”, outra produção nacional da Netflix, encerrada após apenas uma temporada. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), “Samantha!” era uma produção da empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga, e evocava em sua trama eventos similares à trajetória de vida da ex-cantora Simony. A série girava em torno da personagem-título, uma ex-celebridade infantil dos anos 1980 que tenta retornar aos holofotes com planos absurdos. Para completar, Samantha era casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. O elenco ainda incluía os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves). A 2ª temporada de “Samantha!” foi lançada há quase um ano, em 19 de abril de 2019, e terminou sem dar um final para a história da personagem.
Lucifer: Tom Ellis fecha contrato para provável 6ª temporada da série
“Lucifer” deve mesmo ganhar uma 6ª temporada. O ator Tom Ellis, que vive o personagem-título, assinou contrato para retomar o papel em novos episódios. Seu contrato se segue a um novo acordo com os showrunners Ildy Modrovich e Joe Henderson para continuarem à frente da produção, que chegou a ter seu final anunciado e gravado pela Netflix no ano passado. Essas negociações confirmam a viabilidade da continuação da série, permitindo à Netflix avançar nas negociações com a WBTV (Warner Bros Television) para realizar a 6ª temporada de “Lucifer”. A decisão de encerrar a série foi anunciada em junho passado pela própria Netflix. Tanto que Ildy Modrovich tratou de acalmar os fãs revoltados, avisando que, daquela vez, o cancelamento era irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas”, já que não existia a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção. Vale lembrar que “Lucifer” tinha sido cancelada pela Fox ao final da 3ª temporada e foi resgatada pela Netflix, que exibiu sua 4ª temporada em maio do ano passado. Desde o anúncio de que a 5ª temporada encerraria a série, os episódios finais foram desmembrados em duas partes. O detalhe é que essa divisão quase dobrou o número de capítulos encomendados, valendo praticamente por duas temporadas. A reta final de Lucifer teria inicialmente apenas 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada – e quase já assumindo o arrependimento. A estreia dos oito episódios iniciais está prevista para maio de 2020. Outro detalhe importante é que a WBTV negociou com a Netflix a permissão para o ator Tom Ellis aparecer como Lúcifer no crossover “Crise nas Infinitas Terras”, exibido na rede americana The CW. Como a participação foi um sucesso imenso, com grande repercussão na mídia, pode ter sido decisiva para convencer a plataforma a reconsiderar o cancelamento. Embora as principais partes envolvidas aparentemente já tenham se acertado, a Netflix ainda não fez anúncio oficial sobre a 6ª temporada.
Netflix renova Ragnarok para 2ª temporada
A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação da série norueguesa “Ragnarok” para sua 2ª temporada. Inspirada na mitologia nórdica, a atração propõe um Thor (ou Magne) diferente da versão da Marvel. A série se passa em uma pequena e fictícia cidade norueguesa, chamada Edda, envenenada pela poluição e abalada pelo derretimento das geleiras. Em meio a esses sinais apocalípticos, os deuses antigos voltam a se manifestar. Com produção executiva e roteiro de Adam Price, “Ragnarok” traz personagens das lendas nórdicas para os tempos atuais, mostrando um mundo em que as histórias dos deuses são reais. Criação de Adam Price, responsável pelo fenômeno nórdico “Borgen”, a série foi lançada em 31 de janeiro com apenas seis episódios e um final com gancho para eventos importantes. A atração é estrelada por três atores da série “Skam”: David Stakston, Herman Tømmeraas e Theresa Frostad Eggesbø, além de Jonas Strand Gravli (“Wisting”) e Emma Bones (“Heimebane”), entre outros. Trago a seguinte profecia: a segunda temporada de Ragnarok está confirmada⚡⚡! — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 4, 2020












