A Noiva Fantasma: Vale a pena conhecer a primeira série malaia da Netflix
A Netflix lançou no Brasil, sem qualquer divulgação, sua primeira série malaia. Apesar da falta de interesse da plataforma para que ela seja conhecida, vale a pena descobrir “A Noiva Fantasma” (The Ghost Bride), que mistura terror, mistério, fantasia, humor e romance, e está disponível desde 23 de janeiro em streaming. Os vídeos abaixo, exclusivos da Netflix Asia, revelam mais sobre a produção de seis episódios, inspirada no best-seller homônimo de Yangsze Choo e imprópria para menores de 16 anos. Passada em 1890, a série acompanha Pan Li Lan (Huang Pei-jia). Ela é uma jovem bem instruída, que poderia arranjar um bom casamento, mas sua família está em decadência financeira e social desde a morte de sua mãe e reclusão de seu pai. A oportunidade de se casar com o herdeiro de uma família rica promete salvar o status de seu clã, mas o casamento arranjado é muito mais bizarro que o esperado, pois o noivo Lim Tian Ching (Kuang Tian) é recém-falecido. As chamadas “noivas fantasmas” eram uma tradição na China e na Malásia, que durou até o começo do século 20 – a prática foi banida por Mao Tsé-Tung durante a Revolução Cultural. O casamento era usado para tranquilizar um espírito inquieto, e garantir um lar e estabilidade para as mulheres sem fortuna. A série parte desta tradição para trazer a primeira virada da história, em que o espírito do noivo revela-se mais que inquieto. O espectro de Lim Tian Ching ameaça matar o “sogro” para atormentar sua noiva, mas acaba contando que seu ódio se deve ao fato de ter sido assassinado, embora todos neguem essa versão. Para salvar a vida do pai, Li Lan se oferece para descobrir quem o matou, apenas para perceber que todos os integrantes de sua nova família são suspeitos. Mas ela conta com a ajuda de outro ser sobrenatural para desvendar o mistério: Er Lang (Wu Kang-jen), um espírito justiceiro de 500 anos, imperfeito e mulherengo, mas extremamente dedicado à missão de Lei Lan, mesmo que isto a leve ao além. A série é criação de Wu Kai Yu, que tem experiência na TV americana, tendo escrito vários episódios de “The Flash” e produzido “Deception”. Já a direção dos episódios está a cargo de dois cineastas premiados: Ho Yu Hang (diretor de “At the End of Daybreak”, consagrado no festival de Locarno) e o jovem Quek Shio Chuan (de “Guang”, grande vencedor do Festival da Malásia do ano passado) Confira os vídeos abaixo.
Better Call Saul: Jimmy vira Saul no trailer da 5ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou um misto de trailer e bastidores comentados da 5ª temporada de “Better Call Saul”, que retorna após hiato de mais de um ano, finalmente materializando a protelada transformação do protagonista no personagem-título. No final da 4ª temporada, o advogado vivido por Bob Odenkirk declarou que não ia mais oferecer serviços sob seu nome verdadeiro, Jimmy McGill. Essa mudança abriu espaço para a adoção do pseudônimo pelo qual os fãs de “Breaking Bad” conheceram o personagem: Saul Goodman. A atração foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores e acabou virando ausência sentida em muitas premiações deste ano. Isto porque seu último capítulo inédito foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos. “Better Call Saul” será retomada só em 23 de fevereiro, mas já se encontra renovada para a 6ª temporada, que será a última da atração, disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Annie Awards: Klaus, Perdi Meu Corpo e Netflix dominam “Oscar da Animação”
O Annie Awards, premiação considerada uma espécie de “Oscar da animação”, surpreendeu expectativas com a vitória avassaladora de “Klaus”, produção natalina da Netflix, que venceu todos os sete troféus a que concorria na noite de sábado (25/1), incluindo Melhor Filme Animado do ano. O personagem-título de “Klaus” é um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma casa cheia de brinquedos feitos à mão. Vendo a facilidade do velho para fabricar brinquedos, o carteiro Jesper se propõe a distribuir suas criações às crianças da cidade, causando uma revolução da pequena Smeerensburg, cidade fria e triste em que os vizinhos não se falam. O filme marcou a estreia na direção do espanhol Sergio Pablos, que é o autor da história original de “Meu Malvado Favorito” (2010) e chegou a trabalhar em “Rio” (2011). Produtora de “Klaus”, a Netflix dominou a premiação, vencendo ao todo 19 categorias, incluindo Melhor Filme Independente com o francês “Perdi Meu Corpo”, que também venceu as categorias de Roteiro e Música, e Melhor Série Animada com “BoJack Horseman”. Outras atrações da plataforma que conquistaram troféus foram as séries “Love, Death & Robots”, “Carmen Sandiego” e a precocemente cancelada “Tuca & Bertie”. Outros destaques do Annie 2020 foram “Mickey Mouse”, como Melhor Série Animada Infantil, “Frozen 2”, que levou os prêmios de Melhor Dublagem em Filme Animado (Josh Gad como Olaf), e “Vingadores: Ultimato”, que ficou com o troféu de Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action. “Klaus” e “Perdi Meu Corpo” também vão disputar o Oscar 2020 com “Toy Story 4” (Disney/Pixar), “Como Treinar o Seu Dragão: O Mundo Secreto” (DreamWorks Animation) e “Link Perdido” (Laika).
Os Novos Mutantes ganha pôster em clima de terror
A 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou um novo pôster de “Os Novos Mutantes”, em que os rostos do elenco viram caveiras sob o logotipo do filme, reforçando o clima de terror do longa. O cartaz chega um pouco mais de dois anos após a divulgação do pôster anterior, liberado em dezembro de 2017 e prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Nem a compra do estúdio pela Disney, que colocou o projeto no limbo, de onde só saiu recentemente. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. A estreia continua marcada para abril… mas em 2020.
Os Novos Mutantes: Diretor reúne elenco para primeira sessão do filme
O diretor Josh Boone publicou em seu Intagram uma foto da primeira sessão privada do filme “Os Novos Mutantes” para o elenco. A imagem mostra Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Alice Braga sentados numa sala particular de cinema para assistir à versão final do longa, que só vai chegar aos cinemas em abril. “Mostrando “Os Novos Mutantes’ para o elenco! Todos os mutantes na plateia”, ele escreveu. O filme estava no limbo desde que a Disney iniciou as negociações para a compra da Fox. Vale lembrar que o primeiro trailer foi divulgado em outubro de 2017 (e ainda está no ar!), prevendo um lançamento original em abril… de 2018. Mas após as primeiras sessões de teste revelarem que o público esperava que o filme fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, a Fox decidiu refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Só que os planos não levaram em conta a agenda do elenco, que se provou desafiadora devido aos projetos em que estavam envolvidos. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”), o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Este elenco teria voltado a se reunir em 2019 para refazer e acrescentar algumas cenas à produção. Não se sabe quando essas refilmagens aconteceram, qual foi a extensão, nem o tamanho do envolvimento da Marvel Studios nessa fase do projeto. A filmagem original dos “Novos Mutantes” foi feita sob supervisão do produtor Simon Kinberg, responsável pelas decisões que implodiram a franquia dos X-Men nos cinemas, mas, desde então, ele teve seus serviços dispensados pela Marvel. Ver essa foto no Instagram Screening New Mutants for the cast! All mutants in attendance. #newmutants newmutants Uma publicação compartilhada por Josh Boone (@joshboonemovies) em 24 de Jan, 2020 às 5:33 PST
Larissa Manoela anuncia segunda comédia na Netflix
Larissa Manoela anunciou o título de seu segundo filme na Netflix. A nova comédia vai se chamar “Lulli”. A atriz revelou também outros detalhes da produção neste sábado (25/1), durante participação no Tudum Festival Netflix, uma mini-Comic Con da plataforma, que acontece em São Paulo, dois dias após o lançamento de “Modo Avião”, seu primeiro filme para o serviço de streaming. “Estou muito feliz com o meu segundo filme na Netflix! Tenho o desafio de interpretar uma mulher super madura, que foge da minha realidade. Será uma história diferente, as pessoas vão se surpreender muito”, disse a atriz e cantora de 19 anos. Apesar da declaração, não se trata, de forma alguma, de “uma história diferente”. Segundo a sinopse divulgada pela Netflix, “Lulli” tem a mesmíssima “moral” da história de “Modo Avião”. A personagem do título é uma jovem estudante de medicina ambiciosa, que sonha em virar a melhor cirurgiã do mundo e não pretende deixar nada nem ninguém atrapalhar seus planos – nem mesmo o seu recém-ex-namorado. A sinopse revela que a trama tem uma “virada” sobrenatural, quando Lulli é eletrocutada por um aparelho de ressonância eletromagnética e começa a ouvir pensamentos alheios. A partir daí, a garota que até então era incapaz de ouvir as pessoas ao seu redor precisará aprender sobre as maravilhas e os perigos de saber o que os outros estão pensando. Obviamente, essa será uma experiência transformadora, capaz de fazer a personagem prestar mais atenção nos outros em vez de si mesma. Experimente imaginar essa história com algumas modificações. Troque o choque elétrico por um acidente de carro, a ambição médica pela carreira de influencer digital e o aumento da percepção sobrenatural pelo aumento da percepção natural de quem é obrigado a se afastar do celular, para perceber como trajetória de Lulli lembra o desenvolvimento de “Modo Avião”. A Netflix divulgou a sinopse sem identificar o autor da história. Mas a premissa também evoca outros filmes. A capacidade de ouvir pensamentos alheios via acidente banal é mais um sinal da americanização das comédias brasileiras, uma vez que se trata do mesmo ponto de partida de “Do que as Mulheres Gostam” (2000), que inclusive ganhou uma recentíssima versão feminina, “Do que os Homens Gostam” (2019). Além disso, junta-se ao filão de comédias teens de viagem no tempo, troca de corpos e similares, que reduzem a produção nacional à mera reciclagem das ideias fantasiosas de Sessões da Tarde clássicas – e, portanto, muito conhecidas. “Lulli” tem previsão de lançamento para 2021.
Felipe Neto destaca importância da Educação Sexual em comercial da série Sex Education
A Netflix divulgou seu melhor comercial nacional desde que a Xuxa apareceu falando dos baixinhos de “Stranger Things”. Para divulgar a 2ª temporada de “Sex Education”, a plataforma contratou o youtuber Felipe Neto e produziu um vídeo divertido e politicamente engajado. No comercial, ele invade a escola de Moordale para enfrentar a disseminação de fake news sobre sexo, que mantém os jovens burros e desinformados, e potencialmente sujeitos a doenças e riscos desnecessários. “Eu nunca vi tanto adolescente fazendo m**** junto”, diz o youtuber, que embute até uma autocrítica, ao lembrar de seus primeiros vídeos lançados ainda em 2010. “Fazendo vídeo burro achando que estava arrasando”, completa. A desinformação sexual é consequência direta do veto ideológico-religioso de certos temas no currículo escolar – situação que piorou no Brasil atual. Mas Felipe promete combater as trevas com informação, divulgando uma história em quadrinhos que ensina Educação Sexual – e que realmente foi elaborada pela Netflix, baseada na série. “Digamos que eu tenho um pouquinho de experiência em afrontar autoridade para distribuir livro proibido”, ele diz no vídeo, lembrando a ocasião em que comprou livros com temática LGBTQIA+ para distribuir durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em represália à ameaça de censura do bispo prefeito Marcelo Crivella no ano passado. Eis porque o comercial é melhor que a maioria das campanhas engraçadinhas com celebridades que a Netflix popularizou: contexto. A 2ª temporada de “Sex Education” já está disponível em streaming. E os quadrinhos de Educação Sexual, inspirados pela série, podem ser lidos aqui.
Pesquisa da Netflix revela que jovens brasileiros preferem séries com maior diversidade racial e sexual
A Netflix divulgou na sexta-feira (24/1) o resultado de uma pesquisa realizada entre os jovens brasileiros. Os dados, baseados nas respostas de mil pessoas entre 16 e 25 anos, revelam que esse público procura se ver representado de alguma maneira nas telas, seja em séries ou filmes. Isto significa que o jovem brasileiro prefere assistir conteúdos com maior diversidade racial e sexual. De acordo com a empresa, essa diversidade tem deixado de ser um problema para virar atrativo para a grande maioria parte dos jovens, com 79% das pessoas afirmando que se identificam com conteúdos como “Sintonia” e “Sex Education”. Outro dado aponta que 69% procura filmes e séries com personagens parecidos com eles próprios. De acordo com Maria Ângela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix, a empresa está motivada a levar histórias cada vez mais diversas para os assinantes, citando produções como “Para Todos os Garotos que Já Amei”, com uma protagonista asiática, “Atypical”, sobre um jovem autista, que tem uma irmã lésbica, e “Sex Education”, onde um dos personagens centrais é negro e gay. Os dados foram colhidos pela NetQuest, que conduziu a pesquisa entre os dias 13 e 15 de janeiro deste ano com jovens de 16 a 25 que tem acesso à internet e consumem filmes e produções televisivas por streaming ou métodos tradicionais como TV aberta e paga. A plataforma divulgou um vídeo com base no resultado, veja abaixo.
Marvel cancela metade das séries animadas que estava desenvolvendo para a Hulu
A Marvel Studios resolveu cortar pela metade os projetos de séries animadas que a antiga Marvel Television estava desenvolvendo para a plataforma Hulu. O estúdio limou as atrações de maior apelo comercial, centradas em Howard, o Pato, e na parceria entre Tigresa & Cristal. Por outro lado, as animações do vilão M.O.D.O.K. e do assassino símio Hit-Monkey seguem em produção. As quatro foram apresentadas como um novo universo animado da Marvel na Hulu, que se juntaria num crossover batizado de The Offenders (Os Ofensores), da mesma forma que as quatro séries live-action da Netflix se uniram na minissérie “Os Defensores”. A série “Tigra & Dazzler” (da Tigresa & Cristal) já vinha apresentando problemas desde dezembro de 2019, quando todos os roteiristas foram demitidos, após 15 semanas de trabalho, e seus roteiros descartados. Já “Howard the Duck”, cujo personagem-título apareceu nos filmes dos “Guardiões da Galáxia” e em “Vingadores: Ultimato”, nem chegou a entrar em pré-produção. Os cancelamentos acompanham o apagar das luzes da Marvel Television e se juntam ao projeto de “Ghost Rider” (a série do Motoqueiro Fantasma), que também foi descartado na Hulu. Os fracassos consecutivos das produções televisivas da Marvel, a partir do fiasco de “Inhumans” (Inumanos), fez o departamento ser absorvida pela divisão cinematográfica. Essa mudança foi sacramentada por uma promoção de Kevin Feige, que em outubro deixou de ser Presidente da Marvel Studios para assumir o cargo de Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, passando a responder também pelas séries da empresa. Os cancelamentos das últimas séries live-action produzidos pela Marvel Television, “Cloak & Dagger” (Manto e Adaga), “Runaways” (Fugitivos) e “Agents of SHIELD”, representam o fim de uma era.
Rosario Dawson vai estrelar série baseada em quadrinhos da DC Comics
A atriz Rosario Dawson (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) vai estrelar mais uma série baseada em quadrinhos. Ela entrou no elenco de “DMZ”, atração desenvolvida para a plataforma HBO Max pela cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”). Lançados no Brasil como “ZDM – Terra de Ninguém”, os quadrinhos de Brian Wood e Riccardo Burchielli foram publicados pela Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. A trama se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo, e acompanha um estagiário que se torna um dos poucos jornalistas vivos da região, além das pessoas com quem cria vínculos, como uma ex-estudante de medicina e uma jornalista rival, em meio a conflitos de gangues pelo controle da região. A premissa tem vários pontos em comum com a história clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Rosario Dawson especializou-se em estrelar produções baseadas em quadrinhos. Não apenas por seu proeminente papel nas séries da Marvel exibidas pela Netflix, em que apareceu como Claire Temple, mas também por filmes como “MiB: Homens de Preto II” e “Sin City”. Além disso, ela tem uma forte relação com a DC Comics, tendo dublado as heroínas Batgirl em “LEGO Batman” e a Mulher-Maravilha em diversas animações, incluindo a recente “Mulher-Maravilha: Linhagem de Sangue”. A série também será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Não há previsão para a estreia para “DMZ”. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não tem expectativa de chegar no Brasil.
A Última Coisa que Ele Queria: Anne Hathaway investiga escândalo Irã-Contras em trailer de thriller político
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “A Última Coisa que Ele Queria”, em que Anne Hathaway (“Interestelar”) viva uma jornalista destemida, que investiga o escândalo Irã-Contras. O thriller é baseado no livro homônimo de Joan Didion, sobre uma jornalista política que esbarra num dos maiores escândalos internacionais de todos os tempos, ao encontrar o pai em um acordo de negócios na América Latina. O detalhe é que o negócio do pai é comercialização de armas. Seguindo pistas, ela descobre conexão da CIA no tráfico ilegal de armas para o Irã, que estava sujeito a um embargo internacional, como parte de um acordo para assegurar a libertação de reféns americanos e, ao mesmo tempo, financiar os Contras (guerrilheiros de direita) nicaraguenses, que pretendiam derrubar o governo de esquerda daquele país. O caso vazou na mídia em 1985 e abalou o governo do presidente Reagan, rendendo investigação do Congresso. Mas terminou sem a menor consequência – as 14 pessoas da cúpula do governo, que foram condenadas durante a investigação, receberam anistia do presidente seguinte, Bush. O elenco da adaptação inclui Willem Dafoe (“O Farol”) como o pai armamentista, Ben Affleck (“Batman vs. Superman”) como um funcionário da CIA, mais Rosie Perez (do vindouro “Aves de Rapina”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Edi Gathegi (“The Blacklist”). O filme tem direção de Dee Rees (“Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi”) e fará sua première mundial no Festival de Sundance, que começa nesta quinta (23/1) em Park City, Utah, nos EUA. A estreia em streaming está marcada para 21 de fevereiro.
Série documental Tudo ou Nada: Seleção Brasileira ganha trailer da Amazon
A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer de sua primeira série original brasileira. Intitulada “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, a série documental registra os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América de 2019. A prévia é repleta de imagens exclusivas e visual cinematográfico, e tem como pano de fundo as divisões políticas do país, para apresentar uma narrativa de reencontro da Seleção com o povo brasileiro, orgulhoso do desempenho da equipe no campeonato. E com um detalhe: sem o polêmico Neymar. A produção será disponibilizada em mais de 200 países e territórios, dentro da franquia de “realities” esportivos “All or Nothing”, que lançou minisséries sobre o Manchester City, os times de futebol americano Dallas Cowboys e Carolina Panthers, a equipe McLaren, da Fórmula 1, e a seleção de rugby All Blacks, da Nova Zelândia. A estreia vai acontecer na próxima semana, em 31 de janeiro.
Continuação de Para Todos os Garotos que já Amei ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o segundo trailer legendado da continuação de “Para Todos os Garotos que já Amei”, estrelada por Lana Condor e Noah Centineo. A prévia explora o romance do casal, mas também introduz um segundo destinatário das cartas do primeiro filme, transformando a história de amor original num triângulo. A adaptação do best-seller juvenil “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para o cinema pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, que acabou vendendo seus direitos para a Netflix numa negociação envolvendo vários projetos. Assim, a história sobre a garota tímida que escreve cartas secretas para seus crushes sem intenção de enviá-las, e que é obrigada a lidar com a situação quando as cartas vão parar no correio, acabou se tornando um dos maiores sucessos da plataforma. No novo longa, Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) são um casal feliz de namorados. Mas quando John Ambrose (Jordan Fisher), um outro recipiente de uma das cartas de Lara Jean, entra em sua vida novamente, ela precisa confiar nela mesma para enfrentar seu primeiro dilema real: será que ela pode amar dois garotos ao mesmo tempo? Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro de 2020. E Lana Condor e Noah Centineo vêm a São Paulo no próximo fim de semana para divulgar a produção, com participação no Tudum Festival Netflix, evento de marketing da plataforma. Saiba mais aqui. Entretanto, este não será o fim da história. A Netflix confirmou a produção de um terceiro filme baseado nos livros de Janny Han. “Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, Lara Jean” ainda não tem previsão de lançamento, mas já começou a ser rodado. Os três filmes vão contar toda a trilogia literária assinada por Jenny Han.











