Sebastian Stan revela nova foto da série do Falcão e o Soldado Invernal
O ator Sebastian Stan divulgou uma nova foto da série “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e Soldado Invernal) em seu Instagram. A imagem remete a uma cena vista no comercial das séries da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus), exibido no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl nos EUA (e que pode ser visto aqui também). A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e, além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Stan (Soldado Invernal), também traz Emily Van Camp de volta ao papel de Sharon Carter, que ela interpretou em dois filmes do Capitão América, e Daniel Brühl, que retoma a identidade de Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. A principal novidade no elenco central fica por conta da participação de Wyatt Russell (“Operação Overlord”) como John Walker, o Agente Americano (U.S. Agent). A série deve ser lançada ainda este ano na Disney+ (Disney Plus), com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. Ver essa foto no Instagram #TheFalconAndTheWinterSoldier @disneyplus 📸: @chuckzlotnick Uma publicação compartilhada por Sebastian Stan (@imsebastianstan) em 3 de Fev, 2020 às 7:16 PST
Spinning Out é cancelada pela Netflix
Mais uma série foi cancelada pela Netflix. “Spinning Out” não terá 2ª temporada. A decisão se tornou pública um mês após o lançamento dos 10 episódios inaugurais – e finais – da série, que chegaram à plataforma em 1 de janeiro. A série trazia a atriz inglesa Kaya Scodelario (“Maze Runner”, “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que é filha de brasileira, como uma atleta no competitivo mundo da patinação no gelo. Prestes a desistir do esporte após uma desastrosa queda, que fez com que perdesse uma competição importante, ela decide passar para a categoria de duplas, com um patinador “bad boy” que não consegue arranjar um par. O elenco ainda destacava January Jones (“Mad Men”) como a mãe da protagonista, Willow Shields (“Jogos Vorazes”) como sua irmã e Evan Roderick (“Arrow”) como o “bad boy” da patinação. “Spinning Out” foi criada por Samantha Stratton (“The Arrangement”), que teve carreira como patinadora, em coprodução com Lara Olsen (“A Bela e a Fera”). Vale destacar, ainda, que a série ganhou uma das “traduções” mais bizarras da seleção de bizarrices da Netflix Brasil. “Spinning Out” foi lançada no Brasil com o título “nacional” de “Spin Out”! É sério. Será que foi cancelada porque pesquisas de “Spinning Out” resultavam em série inexistente? Não deve ser possível.
Pluto TV: Plataforma gratuita de filmes, séries e variedades chega à América Latina em março
A ViacomCBS anunciou que vai lançar sua plataforma gratuita de streaming Pluto TV nos países da América Latina no final de março. O anúncio foi feito em evento para imprensa nesta segunda (3/2), um ano após o conglomerado de comunicação americano adquirir a PlutoTV por US$ 340 milhões. O Brasil, porém, terá que esperar um pouco mais. A expectativa é que o serviço seja disponibilizado em português até o final do ano. Ao contrário da franqueza da WarnerMedia em relação ao HBO Max, a ViacomCBS não cita questões relacionadas à economia e à legislação brasileira por trás de sua decisão de adiar o lançamento no país. Mas esse “atraso” também pode ter motivação política. De forma diferente dos serviços de streaming mais populares, como Amazon, Netflix, Globoplay e Apple+, o uso da PlutoTV é gratuito. Em vez de assinaturas, seu modelo de negócios é baseado na venda de anúncios, que o usuário é obrigado a assistir em seus vídeos. Atualmente, a Pluto TV tem cerca de 20 milhões de usuários mensais nos Estados Unidos e desde setembro, quando iniciou sua expansão mundial, também opera na Europa. O lançamento na América Latina vai disponibilizar 24 canais gratuitos de filmes, séries, variedades, desenhos e programação ao vivo. Mas o planejamento é chegar a quase 100 no final de 2020 – junto com a provável estreia no Brasil. O conteúdo vem, primordialmente, das empresas do conglomerado, como os estúdios de cinema Paramount e DreamWorks Animation, os canais pagos MTV, Nickelodeon, E!, Bravo, Comedy Central e as redes CBS e Sky, mas também de parcerias com terceiros, como a rede BBC, os estúdios MGM e Sony Pictures e os canais pagos NBC News e Fox Sports. Além disso, no Brasil, a Viacom é sócia do grupo Porta dos Fundos. O acesso à plataforma será disponibilizada por três meios: por aplicativo (iOS e Android), pelo site da empresa e também no menu de canais das operadoras de TV paga. Vale lembrar que a ViacomCBS também possuiu uma plataforma de streaming com modelo de assinatura, a CBS All Access, que tem programação exclusiva e, por enquanto, continua restrita ao público americano.
I Am Not Okay with This: Série teen com astros de It – A Coisa ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”). A prévia mostra justamente um encontro constrangedor dos dois a caminho da escola. De quebra, revela como os dois atores adolescentes mudaram fisicamente em três anos, mas mantém os mesmos cortes de cabelo. A série adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman (autor de “The End of the F***ing World”), que giram em torno de Sydney (a personagem de Lillis), uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade e misteriosos superpoderes que começa a desenvolver. A adaptação tem roteiros de Christy Hall e direção de Jonathan Entwistle, justamente a dupla responsável pela versão live-action de “The End of the F***ing World”. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). Com oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, “I Am Not Okay with This” chega na plataforma de streaming em 26 de fevereiro.
Marvel revela primeiras cenas de Falcão e o Soldado Invernal, WandaVision e Loki
A Marvel surpreendeu o público com as primeiras imagens de suas séries exclusivas da plataforma Disney+ (Disney Plus), apresentadas sem aviso durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA. O comercial com cenas inéditas de “Falcon and the Winter Soldier” (Falcão e o Soldado Invernal), “WandaVison” e “Loki” foi imediatamente disponibilizado na internet e pode ser conferido abaixo. Na prévia, é possível ver Sam/Falcão (Anthony Mackie) treinando com o escudo do Capitão América, o novo visual de cabelos curtos de Bucky/Soldado Universal (Sebastian Stan), o vilão Barão Zemo (Daniel Brühl), o Agente Americano (Wyatt Russell) em evento patriótico, a metamorfose ambulante criada por Wanda/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão (Paul Bettany) e Loki (Tom Hiddleston) prometendo incendiar tudo. Sem dúvida, a maior revelação do vídeo diz respeito ao tom de “WandaVison”, que vai alternar radicalmente de estilo entre os episódios, indo do sitcom clássico em preto e branco à comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes – Wanda aparece, finalmente, com seu traje clássico de Feiticeira Escarlate. Vale considerar que a série “Supernatural” já usou o recurso de mostrar os personagens presos num universo televisivo, em que cada sequência vinha de um programa diferente. A trama de “Falcão e o Soldado Invernal” está a cargo do roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”) e a direção é assinada por Kari Skogland, diretora premiada de episódios de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”. “WandaVision” é escrita por Jac Schaeffer (do vindouro filme da “Viúva Negra”) e dirigida por Matt Shakman (de “Game of Thrones”). E “Loki” tem roteiros de Michael Waldon (“Rick & Morty”) e direção de Kate Herron (“Sex Education”). As duas primeiras séries devem estrear ainda em 2020, enquanto “Loki” está prevista para 2021.
Flipped: Nova série de comédia com Will Forte e Kaitlin Olson ganha primeiro trailer
A plataforma de streaming Quibi divulgou o trailer de sua primeira série de comédia, “Flipped”. E é hilário. A prévia resume a premissa, que mistura gângsteres e reality show de renovação de interiores. A série traz Will Forte (“The Last Man on Earth”) e Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”) como um casal que entra num concurso para apresentar um programa televisivo de renovação de interiores, e ao invadir uma casa abandonada para gravar seu piloto, descobrem uma fortuna de traficantes nas paredes da residência. Com o dinheiro, resolvem contratar uma equipe profissional para fazer o trabalho para eles, ganhando o programa de TV. Mas o gângster dono da bolada logo aparece para cobrar a dívida. Eles terão que pagar cada centavo… reformando casas de todo o cartel. É que o traficante adorou o que o casal fez em seu antigo esconderijo e os coloca sob “contrato” privado. Os criadores da série, Steve Mallory (“A Chefa”) e o estreante Damon Jones, inspiraram-se no casal de apresentadores do programa americano “Fixer Upper” para conceber “Flipped”, que também traz em seu elenco os atores Andy Garcia (“Doze Homens e um Segredo”) e Eva Longoria (“Desperate Housewives”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.
O Fugitivo: Nova versão da série clássica ganha trailer com Boyd Holbrook e Kiefer Sutherland
A plataforma de streaming Quibi divulgou o primeiro trailer da nova versão de “O Fugitivo” (The Fugitive), série clássica dos anos 1960 que também rendeu um filme premiado em 1993. O novo fugitivo do título é interpretado por Boyd Holbrook (“O Predador”), ex-presidiário acusado de um crime que não cometeu, que passa a ser perseguido pelo detetive vivido por Kiefer Sutherland (“24 Horas”) – situação vivida por Harrison Ford e Tommy Lee Jones no cinema. Como mostra a prévia, a trama básica será atualizada com a paranoia terrorista dos dias atuais. E também com uma boa dose de fake news. A sinopse divulgada diz que, quando uma bomba explode no metrô de Los Angeles, tuítes sugerem que o personagem de Holbrook foi o responsável pelo atentado. Acusado injustamente – e muito publicamente -, ele deve provar sua inocência descobrindo o verdadeiro criminoso, antes que o lendário policial que lidera a investigação possa prendê-lo. O reboot foi criado por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e a direção estará a cargo do cineasta Stephen Hopkins (“Raça”). A série estará disponível junto com o lançamento da Quibi, em abril. O detalhe é que todas as produção desse serviço tem episódios de curta duração, com 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular, tanto que o conteúdo será disponibilizado via aplicativo, exclusivamente para aparelhos móveis. Saiba mais sobre a Quibi aqui.
Plataforma Quibi ganha seu primeiro comercial
A vindoura plataforma de streaming Quibi divulgou seu primeiro comercial. O vídeo foi produzido para exibição no domingo (2/2) durante o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), espaço publicitário mais valorizado da TV dos EUA, mas já pode ser visto abaixo, antecipado no YouTube. Criada especificamente para celulares, a Quibi vai apresentar programas de até 10 minutos de duração. Seu nome, usado como sinônimo de atividade rápida no comercial, vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, é o responsável pela iniciativa, que construiu um portfólio impressionante de projetos para seu lançamento. Entre outras produções em desenvolvimento, há desde séries de terror de Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e Sam Raimi (“Evil Dead”), um drama sobre suicídio do cineasta Peter Farrelly (“Green Book”), um thriller de ação com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”), um drama policial produzido por Antoine Fuqua (“O Protetor”), uma comédia estrelada e produzida por Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”), uma ficção científica com Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Emily Mortimer (“Chernobyl”), uma comédia musical com Darren Criss (“Glee”), uma produção de super-heróis de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), uma adaptação do filme “Marcação Cerrada” (1999), um remake da série clássica “O Fugitivo” (1963), atrações não reveladas dos diretores Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) e Paul Feig (“Um Pequeno Favor”), entre muitos projetos, incluindo reality shows. Cada programa terá capítulos de 7 a 10 minutos. O que vai na contra-mão dos novos hábitos de consumo alimentados pela Netflix, que popularizou longas maratonas de séries. A aposta é no baixo nível de atenção e foco de quem navega por celular. A plataforma conseguiu um aporte de US$ 1 bilhão de investidores como Sony Pictures, Disney, Warner Bros., MGM e Alibaba, e pretende oferecer 175 conteúdos semanais e 8,5 mil episódios ao longo de seu primeiro ano. Apesar da aposta no formato, as iniciativas de emplacar séries curtas e exclusivas de dispositivos móveis não deram certo até o momento – veja-se, como exemplo, a falta de repercussão dos lançamentos do Snapchat. A plataforma Quibi será inaugurada em 6 de abril nos EUA.
Gwyneth Paltrow é acusada de promover charlatanismo em série sobre saúde da Netflix
A atriz Gwyneth Paltrow (“Vingadores: Ultimato”) está às voltas com uma nova polêmica envolvendo seu negócio como empresária-celebridade. A série da Netflix em que divulga sua grife de produtos femininos e dá dicas para mulheres foi considerada um “risco considerável à saúde” por Simon Stevens, diretor-executivo do respeitado Serviço Público de Saúde Britânico (NHS, na sigla em inglês). Durante um evento acadêmico realizado na quinta (30/1) em Oxford, Stevens condenou os “produtos duvidosos de bem-estar e tratamentos suspeitos” oferecidos pela Goop, empresa de Paltrow, que são abordados na série de streaming “The Goop Lab”, apresentada pela atriz. Para ele, a série serve apenas para espalhar “mitos” e “desinformação”. A crítica contundente levou a Netflix a divulgar uma nota, em que afirma que o programa foi “criado para entreter e não para fornecer orientações médicas”. “The Goop Lab”, que estreou em 24 de janeiro, testa a suposta eficácia de terapias alternativas para doenças físicas e mentais — e é gravada na sede da Goop. Uma porta-voz da empresa também disse que eles são “transparentes ao abordar tópicos que podem não ter respaldo científico ou estar em estágios iniciais de avaliação”. Ao longo da série de seis capítulos, Paltrow se cerca de médicos, pesquisadores e profissionais de medicina alternativa para avaliar práticas que variam de “exorcismos energéticos” ao uso de drogas psicodélicas no tratamento de distúrbios de saúde mental. Mas, para Stevens, o resultado é a simples promoção do charlatanismo às custas da saúde dos espectadores. “A Goop acaba de lançar uma nova série de TV, na qual Gwyneth Paltrow e sua equipe testam tratamentos como ‘facelift do vampiro’ e apoiam um massagista que afirma curar tanto traumas psicológicos agudos quanto efeitos colaterais, simplesmente ao mover as mãos duas polegadas acima do corpo do cliente”, disse o chefe do NHS. “A marca dela vende repelente para vampiros, diz que filtro solar químico é uma péssima ideia, promove a lavagem intestinal e máquinas para enema de café, apesar de apresentarem riscos consideráveis à saúde.” “Enquanto antes as notícias falsas costumavam passar de boca em boca, agora todo mundo sabe que mentiras e informações incorretas podem circular pelo mundo com um clique”, continuou Stevens. “Os mitos e a desinformação foram turbinados pela disponibilidade de informações equivocadas online. Embora o termo ‘fake news’ leve a maioria das pessoas a pensar em política, a preocupação natural com a própria saúde e, especialmente, com a de seus entes queridos, torna esse terreno particularmente fértil para charlatães, impostores e excêntricos”, acrescentou. A Goop surgiu em setembro de 2008 como uma newsletter sobre estilo de vida produzida por Paltrow para seus amigos. Desde então, se transformou em um negócio de beleza e estilo de vida avaliado em US$ 250 milhões, com um site, loja online, lojas físicas, uma revista e, agora, a série da Netflix. Mas todo esse crescimento foi acompanhado por polêmicas e até processos judiciais. Em 2018, a Goop fez um acordo para pagar uma multa de US$ 145 mil por ter feito “afirmações não científicas” sobre o uso de “ovos vaginais” de pedras e cristais, que estava vendendo. A empresa dizia que os ovos de jade e quartzo rosa, inseridos no canal vaginal, eram capazes de equilibrar os hormônios e regular o ciclo menstrual, entre outras coisas. Segundo especialistas médicos, o uso de tais ovos não tinha embasamento científico e poderia até ser perigoso para a saúde. O pagamento foi feito rapidamente num acordo dentro de um processo de propaganda enganosa movido pelo Departamento de Proteção ao Consumidor da Califórnia, que acusou a Goop de fazer afirmações infundadas sobre supostos benefícios para a saúde do ato de inserir pedras na vagina. Apesar disso, os chamados “ovos de jade” continuam a ser comercializados até hoje no site da companhia. Veja abaixo o trailer da série de Paltrow.
Aaron Paul escreve texto emocionante de despedida para a série BoJack Horseman
O ator Aaron Paul usou as redes sociais para se despedir de outro personagem marcante de sua carreira. Após ter a chance de mostrar o destino de Jesse Pinkman, de “Breaking Bad”, no telefilme do ano passado “El Camino”, foi a vez de dar adeus a Todd, seu personagem na animação “BoJack Horseman”, que disponibilizou seus últimos capítulos na última sexta (31/1), na Netflix. Ele publicou uma galeria de fotos da equipe no Instagram e citou cada um dos protagonistas, parabenizando o trabalho de Will Arnett, Amy Sedaris, Alison Brie e Paul F. Tompkins, além do criador Raphael Bob-Waksberg e a roteirista-produtora Lisa Hanawalt. O texto é extremamente emocionante. Leia abaixo: “As palavras não podem descrever como tem sido trabalhar em ‘BoJack Horseman’ nos últimos 6 anos. Raphael Bob-Waksberg, você é uma lenda, meu amigo. Obrigado por me deixar ir nessa jornada com você. Lisa Hanawalt, o mundo que você criou para interpretar não poderia ser mais perfeito. Você é um talento tão incrível e um espírito ainda mais bonito. Will Arnett, meu deus, homem. Eu tenho sido um grande fã seu por tantos anos, mas você levou seu talento a um nível completamente diferente com esta série. Tão orgulhoso de ter trabalhado ao seu lado nesta tragédia lindamente dramática. Nós não estaríamos aqui sem você. A vida é difícil e esse programa nunca teve medo de contar as verdades difíceis. Paul F Tompkins, você, meu amigo, é extraordinário. As vozes que você tem flutuando dentro da sua cabeça são algo que eu sempre admirarei. Só posso sonhar em ter um mínimo do seu talento. Que tesouro você é. Obrigado pelo Sr. Peanut Butter e todos os outros personagens incríveis que você criou para nós. Alison Brie, o que você fez com Diane será para sempre a âncora deste show para mim. Ela era tão honesta e pura, quebrada e bonita. Você absolutamente arrasou todas as temporadas e esse show não seria o mesmo sem você. Amy Sedaris, sentirei falta de ouvir sua voz pelo viva-voz enquanto você telefonava toda semana para nossas leituras escandalosamente agradáveis. Sempre que você falava, a sala vibrava com amor e energia que só poderiam ser criadas por você. À quantidade infinita de escritores e animadores … eu me curvo diante de vocês. Obrigado. E para nossos fãs, esta série não existiria sem o amor e o apoio de cada um de vocês. Obrigado por espalhar o amor e nos manter no ar. Para a Netflix, obrigado por nos dar uma casa! Obrigado por acreditar em nós. Todd Chavez, eu não poderia ter mais orgulho de interpretar você. Para representá-lo. Representar uma comunidade pela qual me apaixonei profundamente. Vou sentir saudades. E para Bojack, eu amo você. Meu querido amigo, eu sinto muito pela dor que você passou quando criança. Pela dor que você superou como adulto. Você merecia mais. Obrigado por todas as risadas e todas as lágrimas. Adeus, meu amigo” Ver essa foto no Instagram Words could not possibly describe what it’s been like working on @bojackhorseman over the past 6 years. Raphael Bob-Waksberg you are a damn legend my friend. Thank you for letting me come on this journey with you. @lisadraws the world you created for us to play in couldn’t be more perfect. You are such an incredible talent and an even more beautiful spirit. @arnettwill my god man. I have been such a huge fan of yours for so many years but you took your talents to a completely different level with this one. So proud to have worked along side you on this beautifully dramatic tragedy. We wouldn’t be here without you. Life is hard and this show wasn’t ever afraid to tell the hard truths. @pftompkins you my friend are extraordinary. The voices you have swimming inside of your head is something I will always admire. I can only dream of having a glimpse of your talents. What a treasure you are. Thank you for Mr. PeanutButter and all of the other incredible characters you created for us. @alisonbrie what you did with Diane will forever be the anchor of this show for me. She was so honest and pure and broken and beautiful. You absolutely crushed it every single season and this show would not be the same without you. @amysedaris I will miss hearing your voice over the speaker phone while you called in every single week for our outrageously enjoyable table reads. Anytime you would speak up the room would vibrate with love and energy that could only be created by you. To the endless amount of writers and animators…I bow down to you. Thank you. And to our fans, this show could not exist without the love and support from each and everyone of you. Thank you for spreading the love and keeping us on the air. To @netflix, thank you for giving us a home! Thank you for believing in us. Todd Chavez, I could not be more proud to play you. To represent you. To represent a community that I have deeply fallen in love with. I will miss you. And to Bojack, I love you. My dear friend. I am so sorry for the pain you went through as a child. The pain you have overcome as an adult. You deserved more. Thank you for the laughs and all of the tears. Goodbye my friend.🥃😢 Uma publicação compartilhada por Aaron Paul (@aaronpaul) em 31 de Jan, 2020 às 11:58 PST
Locke & Key: Novo trailer revela mais personagens da série de terror
A Netflix divulgou o segundo trailer da série “Locke & Key”, baseada nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. Desta vez sem legendas, a prévia mostra novos personagens, além da família central, envolvendo os colegas de aula dos jovens protagonistas na trama de sua mansão assombrada. A premissa de “Locke & Key” é centrada na mudança de uma mãe e seus três filhos para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. Lá, eles encontram chaves místicas para outras dimensões, que acabam por libertar uma entidade do mal, mas também os ajudam a escapar. Os jovens Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Jackson Robert Scott (“It: A Coisa”) vivem, respectivamente, os irmãos Tyler, Kinsey e Bode Locke, enquanto a mãe é interpretada por Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). Trata-se do terceiro elenco diferente da produção, que antes de ganhar sinal verde da Netflix teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. Por sinal, Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, já estava escalado num piloto anterior. A estreia da série marca o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”). E naquela ocasião o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), foi rejeitado. O produtor que conseguiu materializar a série foi Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”), que se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que se tratava de uma produção do diretor Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Mas mesmo após seu afastamento, Muschietti continua creditado como produtor. A 1ª temporada tem 10 episódios e estreia na próxima sexta (7/2).
Gregório Duvivier revela que anda com seguranças e pensou em sair do país após ataque ao Porta dos Fundos
Gregório Duvivier, que interpreta o Jesus Gay no Especial de Natal do Porta dos Fundos para a Netflix, revelou em entrevista à agência francesa de notícias AFP que, desde o ataque com bombas incendiárias à produtora, anda com seguranças e até pensou em sair do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, ficou “com vontade ainda maior de lutar” e que a liberdade de expressão é algo “inegociável”. Logo após a disponibilização do especial “A Primeira Tentação de Cristo”, o Porta dos Fundos foi alvo de várias críticas de grupos religiosos e movimentos conservadores, gerando desde processos na Justiça pela censura do programa até manifestações no Congresso Nacional contra a Netflix pelo lançamento da produção. Este clima culminou num atentado violento, em que quatro homens encapuzados atiraram coquetéis molotov contra a sede da produtora no Rio de Janeiro. As cenas foram registradas em vídeos de segurança e pelos próprios criminosos, que posteriormente as divulgaram junto de um “manifesto revolucionário” típico de ações terroristas de fundamentalistas religiosos. “Fiquei muito assustado porque a imagem é assustadora mesmo. O vigia que estava lá sofreu sério risco de ter morrido. Nesse momento, você se diz: talvez seja o momento de sair do país. Estão tentando colocar fogo na minha empresa. Por outro lado, também dá aquela vontade ainda maior de lutar”, contou sobre o ataque. Ele continuou: “As ameaças são constantes, e não vêm apenas de pessoas anônimas. Há inclusive congressistas que falam, no Congresso… Tem sujeito berrando: a justiça não se faz só no céu, se faz também na Terra. São ameaças veladas, não ameaças de morte. Se chegar um momento em que eu sentir de fato que as ameaças são serias e algo pode acontecer, vou sair daqui, não faz sentido.” Gregório ainda contou na entrevista que o conglomerado americano Viacom, acionista majoritário na produtora Porta dos Fundos, tem cuidado de sua proteção. “O momento já está bastante inconfortável, estou só andando com segurança e carro blindado, por decisão da Viacom. É uma coisa constrangedora, cerceia a liberdade, mas por outro lado se estão propiciando isso pra gente, temos que aproveitar essa estrutura de proteção”, contou. O humorista considera que a intolerância e escalada de violência seja fruto da ascensão de Bolsonaro e da extrema direita ao poder no país, uma vez que o presidente trata determinadas manifestações artísticas como “degeneradas” e inimigas da família brasileira. Mas, em seu ponto de vista, o verdadeiro inimigo do Brasil é o próprio Bolsonaro. “O que me preocupa é a erosão da democracia, nossa democracia é muito recente. Isso se vê em todas a áreas, inclusive a cultura. Todos esses filmes que foram premiados no ano passado em Cannes (‘Bacurau’, vencedor do Prêmio do Júri, e ‘A Vida Invisível’, filme que conta com Duvivier no elenco, vencedor da mostra Um Certo Olhar) foram feitos com incentivos fiscais, graças a uma política que demorou 30 anos para ser implementada. Essa política já foi para o ralo. Já desmontou tudo, já não existe. Outra coisa que me preocupa é o meio ambiente. O Brasil tinha criado uma estrutura para inibir o desmatamento, controlar ele, com Ibama, Inpe. Isso já foi por água abaixo. Ele exonerou o presidente do Inpe por divulgar a realidade. O grande inimigo dele é a realidade. O que mais me preocupa com isso é que é um ponto que não dá mais para voltar. De todos os absurdos que ele fala, talvez esse seja o mais sério, porque não tem volta. Não tem outro planeta pra gente se mudar”.
Taylor Swift lança música inédita do documentário Miss Americana
A cantora Taylor Swift disponibilizou uma nova música nesta sexta (31/1), intitulada “Only the Young”, que faz parte de seu documentário “Miss Americana”, lançado pela Netflix no mesmo dia. A canção traz Swift encorajando seus jovens fãs a enfrentar um mundo caracterizado como injusto. “Não diga que está cansado demais para lutar/ É só uma questão de tempo/ Ali na frente está a linha de chegada/ Então corra”, diz um trecho. A letra reflete o tom do documentário, em que a cantora aborda as pressões que enfrentou no começo da carreira para apresentar uma imagem conformista de “boa garota”, contra a qual decidiu se rebelar. Dirigido por Lana Wilson (“The Departure”), “Miss Americana” teve sua première mundial no Festival de Sundance, nos EUA, onde foi elogiado pela crítica por fazer um panorama completo da carreira da jovem estrela pop. O filme atingiu 89% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes.











