Astro de Aliens e Exterminador do Futuro entra no elenco de The Mandalorian
O ator Michael Biehn, astro de clássicos como “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”, dirigidos por John Cameron, vai voltar ao gênero sci-fi na série “The Mandalorian”. O site Making Star Wars revelou sua contração, que foi confirmada por várias publicações mais renomadas. Entretanto, o personagem do ator permanece desconhecido. A participação em “The Mandalorian” será o principal papel de Biehn em quase uma década. Nos últimos anos, ele vinha estrelando diversos filmes B, após a frustração de ver o projeto de “Aliens 5”, que marcaria sua volta ao papel do cabo Hicks, ser cancelado pela Fox. Ele se junta a Rosario Dawson (“Luke Cage”) entre as novidades da 2ª temporada. A atriz vai viver a versão live-action de Ahsoka Tano, heroína da série animada “Star War: Clone Wars”. A 2ª temporada de “The Mandalorian” já teria sido gravada. A atriz Gina Carano chegou a compartilhar uma foto, no começo de março, comemorando o final dos trabalhos. A Disney marcou a estreia da produção para outubro, na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus).
Os Irmãos Willoughbys: Animação baseada em best-seller infantil ganha trailer dublado em português
A Netflix divulgou o pôster e o trailer dublado da animação “Os Irmãos Willoughbys”, adaptação do best-seller infantil “The Willoughbys”, de Lois Lowry, em que crianças tentam se livrar dos pais. As crianças do título têm a intenção de enviar seus pais para “férias” distantes – de preferência, perigosas. O motivo? Os pais não se interessam pelos filhos, apenas por si mesmos. Mas a conquista da liberdade dura pouco, já que as crianças passam a ser perseguidos por funcionários de uma instituição governamental destinada a “corrigir” a situação de menores sem pais. O elenco de dublagem original conta com vários astros conhecidos, como Will Forte (“O Último Cara da Terra”), Maya Rudolph (“The Good Place”), Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Martin Short (“Vício Inerente”), Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Ricky Gervais (“After Life”) e a cantora Alessia Cara. A direção é de Kris Pearn (“Tá Chovendo Hambúrguer 2”), Cory Evans (animador de “Os Oblongs”) e Mark Stanleigh (artista de “Thomas e seus Amigos”), e a estreia em streaming vai acontecer no dia 22 de abril. Veja embaixo duas versões da prévia, dublada em português e com as vozes originais.
Survive: Sophie Turner enfrenta vício, desastre aéreo e a natureza em novo trailer
A plataforma Quibi divulgou um novo trailer de “Survive”, série estrelada por Sophie Turner (a Sansa “Game of Thrones”). A prévia apresenta sua personagem como uma jovem viciada que, ao embarcar num voo, sofre um acidente de avião. Apenas ela e outro passageiro, vivido por Corey Hawkins (“24: Legacy”), sobrevivem à queda, mas ela ainda precisa enfrentar impulsos suicidas e o desafio de descer uma montanha congelada para voltar à civilização. “Survive” é baseada no livro homônimo de Alex Morel, sobre dois sobreviventes de um acidente aéreo presos em um ambiente frio e montanhoso, que precisam lutar por suas vidas, enfrentando a natureza e seus traumas pessoais. Com episódios dirigidos por Mark Pellington (da série “Blindspot” e do drama indie “A Ultima Palavra”), a série vai estrear em 6 de abril junto da plataforma. A Quibi está mantendo a data de seu lançamento, mas disponibilizará todo o seu conteúdo gratuitamente por 90 dias. Voltada à transmissão de conteúdos para dispositivos móveis, a plataforma apenas programas com episódios de curta duração, de 10 minutos ou menos, na contramão das longas maratonas da Netflix. O nome do serviço vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços). Criada por Jeffrey Katzenberg, o fundador da DreamWorks Animation, a ideia original da Quibi era se focar em celulares e se tornar passatempo de quem tem pouco tempo. Ironicamente, o que as pessoas mais tem agora, com a quarentena contra a pandemia de coronavírus, é tempo.
Freud: Netflix lança série em que o pai da psicanálise caça serial killer
A Netflix lançou nesta segunda (23/3) a série “Freud”, produção austríaca de suspense que acompanha Sigmund Freud, o pai da psicanálise, caçando um serial killer. Passada em Viena no fim do século 19, a trama encontra Freud ainda jovem, vivido por Robert Finster (de “Stefan Zweig: Adeus, Europa”), aprimorando suas técnicas inovadoras de investigação do subconsciente, quando cruza com um psicopata assassino. A série foi criada pelo cineasta Marvin Kren e o roteirista Benjamin Hessler, que trabalharam juntos nos filmes de terror “Rammbock – Berlin Undead” (2010) e “Geleira Sangrenta” (2013). A première aconteceu no Festival de Berlim, onde dividiu a crítica. Definitivamente, não é uma biografia do célebre psicanalista. Mas quem gostou de “O Corvo”, em que Edgar Allan Poe perseguia um psicopata, deve se divertir. Veja abaixo o trailer da produção. A prévia tem legendas em inglês – porque a Netflix brasileira travou em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”. O que não impede a admiração pelo climão sinistro e a recriação de época, que também lembram “Penny Dreadful” e mais precisamente “Vienna Blood” (sobre um aluno de Freud que investiga os crimes de um serial killer).
Globoplay e outros serviços da Globo limitarão qualidade de vídeos para poupar a internet no Brasil
Em comunicado divulgado neste domingo (22/3), o grupo Globo anunciou que todos os seus serviços de streaming terão uma limitação na entrega de dados a partir de segunda-feira, em resposta ao aumento do consumo de dados da internet no país nos últimos dias, devido à quarentena forçada pela pandemia de coronavírus. “A medida tem como objetivo gerar um perfil de consumo de tráfego mais conservador para evitar um possível colapso da infraestrutura de troca de tráfego público e também garantir uma experiência de qualidade em todas as plataformas”, diz a emissora. Além da Globoplay, a iniciativa atinge também G1, Globoesporte.com, GShow e Globosat Play, limitando os vídeos da empresa à resoluções SD (standard) e, no máximo, 720p. As opções resoluções mais elevadas como 4K e Full HD (1080p) serão temporariamente suprimidas. “A medida só afeta o tráfego de dados, não havendo limites para a quantidade de vídeos nem para o total de horas consumidas”, completa a empresa. Medidas semelhantes já foram adotadas na Europa, onde Netflix e YouTube atenderam pedido da União Europeia para reduzir a qualidade das suas transmissões com o objetivo de diminuir a possibilidade de um colapso por excesso de consumo da internet. Por este motivo, a Globo diz esperar que “seu movimento seja acompanhado por outros provedores de serviços na Internet, especialmente os de streaming” no Brasil. Na sexta-feira (20/3), a Netflix já tinha dito que considerava a possibilidade de diminuir a qualidade de seus vídeos também no Brasil. “Começamos com a Europa, dadas as preocupações relatadas pelo comissário sobre as redes europeias. Continuaremos a trabalhar com provedores de serviços de Internet e governos de todo o mundo e aplicaremos essas mudanças conforme necessário em outros lugares.” A Globoplay também anunciou que vai oferecer partir desta segunda-feira todos os capítulos da primeira parte de “Amor de Mãe” para não assinantes.
Arlequina destrói tudo no trailer completo da 2ª temporada da animação
A plataforma DC Universe divulgou o pôster e o trailer oficial da 2ª temporada de “Harley Quinn”, a série animada da Arlequina. O vídeo traz Arlequina destruindo tudo com seu bastão, especialmente supervilões masculinos que não a respeitam, além de gritar “vagina” com enorme satisfação. A 2ª temporada foi finalizada antes da quarentena forçada pelo coronavírus e será lançada em 3 de abril nos EUA. A rapidez com que os produtores completaram os novos capítulos não tem segredo. O primeiro ano, que foi encerrado em 21 de fevereiro nos Estados Unidos, tinha sido inicialmente previsto para durar 26 episódios semanais. Mas a DC Universe decidiu dividir esse volume de episódios em dois, possibilitando que duas temporadas fossem produzidas em tempo menor. O novo desenho não é uma produção do time das animações da DC Comics, que criou a Arlequina, mas dos responsáveis pela subestimada série de comédia da DC “Powerless”, Justin Halpern, Patrick Schumacker e Dean Lorey. “Harley Quinn” traz Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) como voz da protagonista e conta ainda com Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”) como o Coringa e o Cara de Barro, Lake Bell (“Bless This Mess”) como Hera Venenosa, Jim Rash (“Community”) como o Charada, Diedrich Bader (“Veep”) como Batman e Wayne Knight (o Newman de “Seinfeld”) como o Pinguim. A série é inédita no Brasil e só deve chegar por aqui quando a Warner lançar a plataforma HBO Max no país – ainda sem previsão.
Eu Nunca: Nova série criada por Mindy Kaling ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou nove fotos e o primeiro teaser de “Eu Nunca…” (Never Have I Ever), nova série de comédia criada por Mindy Kaling (“Project Mindy”). A série é baseada na juventude da comediante e acompanha uma adolescente que precisa lidar com os problemas típicos de uma estudante de high school americana com os hormônios à flor da pele, que sofre pressão extra por pertencer a uma família tradicional indiana. A prévia apresenta o humor resultando desse choque cultural ao trazer a versão jovem de Mindy, ou melhor, Devi (interpreta pela estreante Maitreyi Ramakrishnan), pedindo aos deuses hindus por, entre outras coisas, qualquer gostosão burro do time de futebol da escola. “Eu Nunca…” chega à Netflix em 27 de abril.
Nova série anime de Ghost in the Shell ganha trailer legendado
A Netflix Asia divulgou o trailer legendado da série animada “Ghost in the Shell: SAC_2045”, que traz novas aventuras de Motoko Kusanagi em bela computação gráfica. O anime foi anunciado há três anos e é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Os dois também dirigiram o anime do “Ultraman” na Netflix, que estreou no ano passado. A união dos diretores de “Appleseed” e “Stand Alone Complex” num novo “Ghost in the Shell” é especialmente apropriada por considerar que o criador do mangá original, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. “Ghost in the Shell” surgiu em quadrinhos em 1989 e explodiu na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995, dirigido por Mamoru Oshii. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow para o mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. A história acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que lutava contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo era levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e inspirou o lançamento da adaptação live-action dirigida por Rupert Sanders, que foi criticada por escalar uma atriz branca, Scarlett Johansson, no papel de Kusanagi. Agora, a franquia volta às suas origens japonesas. A última animação da franquia tinha sido “Ghost in the Shell: The New Movie”, de 2015, que concluía a trama da série “Ghost in the Shell: Arise”. A estreia está marcada para 23 de abril em streaming.
Pós-produção em ritmo de coronavírus deve atrasar 3ª temporada de Star Trek: Discovery
Os atores Anthony Rapp e Wilson Cruz fizeram algumas revelações sobre a produção da 3ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Durante uma live nas redes sociais, Cruz confirmou que todos os episódios foram gravados antes da paralisação geral das produções pela pandemia de coronavírus. E seu colega de elenco acrescentou, nos comentários, que os novos episódios já estão em pós-produção, mas, como os profissionais de efeitos especiais estão trabalhando em suas casas, o processo pode ficar mais lento e, portanto, atrasar a data de estreia. Veja na captura de tela abaixo. A plataforma de streaming CBS All Access ainda não anunciou a data oficial de lançamento, mas, antes da crise sanitária, a atriz Sonequa Martin-Green sugeriu que o plano era disponibilizar o primeiro capítulo no começo de 2020. Os novos episódios vão mostrar que o salto temporal do final da 2ª temporada levou a Discovery mais longe no futuro que qualquer outra nave do universo trekker, num período em que a Federação dos Planetas Unidos não existe mais. A viagem no tempo muda a perspectiva da série, até então situada como prólogo da primeira “Star Trek” de 1966, e abre uma infinidade de possibilidades para os roteiristas, que se livram das amarras canônicas ao colocar os personagens num período que nunca foi abordado na franquia. A CBS All Access já divulgou um trailer, que também pode ser visto abaixo. No Brasil, a série é distribuída pela Netflix.
7Seeds: Parte 2 do anime pós-apocalíptico da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster japonês e o trailer legendado da Parte 2 de “7Seeds”, anime pós-apocalíptico que se passa muitos anos após a Terra ser destruída pela colisão de um asteroide gigante. Quando as condições de vida retornam ao planeta, cinco grupos de seres humanos são reanimados de seu sono criogênico e passam a procurar as sete estações criadas para sua sobrevivência. Entretanto, o tempo que se passou foi tão longo que permitiu o surgimento de novas e inesperadas espécies. A produção animada é do estúdio Gonzo, tem direção de Yukio Takahashi (de “Moribito: Guardian of the Spirit”) e adapta o mangá homônimo de Yumi Tamura, publicado desde 2001 – isto é, antes de a série “The 100” surgir com premissa similar. A Parte 2 de “7Seeds” estreia na próxima quinta (26/3) em streaming.
4ª temporada de The Last Kingdom ganha data de estreia
A Netflix anunciou a data de estreia da 4ª temporada de “The Last Kingdom”. Em post nas redes sociais, a produção convoca os seguidores para mais uma batalha, em 26 de abril. Os próximos capítulos marcarão o segundo ano de produção da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após ela quase ser cancelada, com a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como um nobre britânico. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano deverá se concentrar no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne). Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Shield walls at the ready, Arselings! Prepare for battle as Season 4 of The Last Kingdom comes to NETFLIX on Sunday 26th April ⚔️ #TheLastKingdom #Season4 pic.twitter.com/6P6axGz9p0 — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) March 19, 2020
Frozen 2 chega à plataforma Now no Brasil
A animação “Frozen 2” chegou aos serviços de VOD do Brasil. O filme está disponível desde sexta (20/3) na plataforma NOW, da Claro Net. O lançamento foi adiantado em três meses, originalmente apenas para assinantes da Disney+ (Disney Plus). Mas a Disney negociou a liberação da produção para outras plataformas em países que ainda não tem seu serviço exclusivo de streaming. Em comunicado, a empresa disse que pretendia “surpreender as famílias com um pouco de diversão e alegria durante esse período desafiador”, uma referência à crise global de saúde. O filme bateu recorde de faturamento, atingindo US$ 1,45 bilhão, a segunda maior bilheteria de animação de todos os tempos – ou a 1ª para a Disney, que não considera seu próprio filme “O Rei Leão” uma animação, embora seja. Na trama, querendo descobrir porque Elsa nasceu com poderes mágicos, as irmãs e seus amigos embarcam em mais uma perigosa, mas inesquecível jornada. Veja abaixo o trailer dublado em português da animação.
Promotora retratada em Olhos que Condenam processa Netflix
A promotora Linda Fairstein, personagem real da minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us), está processando a Netflix pela forma que foi retratada na produção. Em documento obtido pelo site TMZ, Fairstein contesta a premissa do programa, que a mostrou como alguém que manipulou os fatos, usou expressões racistas e escondeu evidências que provariam a inocência dos Cinco Exonerados. Segundo Fairstein, sua personagem – vivida por Felicity Huffman – é “uma vilã racista e sem ética que está determinada a prender crianças inocentes de cor, custe o que custar”. Por conta disso, ela está processando a plataforma e também as roteiristas Ava DuVernay e Attica Locke por difamação. A Netflix rapidamente respondeu à ameaça de processo, afirmando que se posiciona ao lado da minissérie. “O processo leviano de Linda Fairstein não tem mérito algum. Nós pretendemos defender ‘Olhos que Condenam’ vigorosamente, assim como Ava DuVernay, Attica Locke e a incrível equipe por trás da série.” A série também é processada pela empresa que criou a “técnica Reid” de interrogatório policial, que denunciou caracterizações falsas para criticar a técnica. A premiada minissérie, criada e dirigida por DuVernay, aborda a história real de cinco adolescentes de Nova York que foram condenados por um estupro que ocorreu no Central Park, em 1989, mas foram inocentados mais de uma década depois, por exames de DNA. “Olhos que Condenam” virou a minissérie mais assistida da plataforma de streaming nos Estados Unidos.












