Diário de um Confinado terá especial de Natal
A série “Diário de um Confinado” vai ganhar um especial de Natal com participação dos atores que apareceram nas duas temporadas exibidas na Globoplay. Primeira série da Globo feita remotamente durante a fase de quarentena da pandemia, a série acompanha Murilo, um homem solteiro que passa por situações cômicas durante o isolamento. Criada e estrelada por Bruno Mazzeo, no papel de Murilo, a produção também inclui Renata Sorrah como a mãe neurótica do protagonista, Debora Bloch como a vizinha paranoica e Fernanda Torres como sua terapeuta. Depois do sucesso da 1ª temporada, lançada em junho, o programa voltou em setembro com participações de Tonico Pereira, Luis Lobianco, Renato Góes, Marcello Novaes e Leticia Colin. As gravações do especial do Natal devem contar com todos eles. Com direção de Joana Jabace, a produção está prevista para começar no fim deste mês.
Interrogation: Série criminal de Peter Sarsgaard é cancelada após 1ª temporada
A plataforma CBS All Access cancelou “Interrogation”, estrelada por Peter Sarsgaard (“Escobar: A Traição”), após a 1ª temporada. Co-criado por John Mankiewicz (“House of Cards”) e o sueco Anders Weidemann (“Monky”), “Interrogation” era baseada na história do crime real de um jovem condenado por assassinar brutalmente sua mãe. Sarsgaard interpretava um detetive no caso e Kyle Gallner (“Veronica Mars”) vivia o assassino. A principal novidade da produção era estruturar cada episódio a partir de um interrogatório policial diferente, tirado diretamente dos arquivos do caso real. Além disso, os primeiros nove episódios foram disponibilizados simultaneamente sem numeração, sugerindo ao público que eles poderiam ser assistidos em qualquer ordem, com o final da temporada guardado para ser revelado em uma data posterior. “Essa abordagem não-linear da narrativa está mais próxima de como os detetives reais trabalham, trilhando seus próprios caminhos através das evidências em busca da verdade”, disse Weidemann em fevereiro, época do lançamento.
Para Todos os Garotos: Noah Centineo diz que final da trilogia é sua cena favorita
Uma das principais atrações da versão virtual do Festival Tudum, da Netflix, o ator Noah Centineo falou com os fãs brasileiros sobre o terceiro e último filme da trilogia “Para Todos os Garotos”. E durante a interação sugeriu que o final pode ser diferente do esperado. A revelação aconteceu quando ele foi questionado, durante sua participação por videoconferência no evento brasileiro, sobre sua cena favorita do terceiro longa, intitulado “Para Todos os Garotos: Agora e para Sempre, Lara Jean”. “É tão difícil responder essa pergunta, porque tem tantas cenas boas. Mas tem uma cena em que Lara Jean e Pete meio que fazem uma decisão final e é uma escolha final para todo o universo”, ele contou. “O jeito como eles lidam com essa situação representa muito um relacionamento saudável para mim e por isso ela me deixa muito feliz e é uma das minhas cenas favoritas”. Centineo também aproveitou o evento, mediado por Maisa Silva, para relembrar sua participação presencial na primeira edição do Tudum. Ele assumiu ter ficado encantado com os fãs brasileiros e pelo fato de a franquia ter se tornado tão querida no país. Maisa aproveitou para perguntar se ele vai sentir falta de seu personagem, Peter, quando o terceiro filme finalmente estrear e Noah disse que vai sentir saudades não apenas do personagem, mas de todo universo de “Para Todos os Garotos”. “Foi uma parte tão importante da minha vida, mas acredito que demos tudo de nós para esse mundo e para os personagens. Sou grato pelas amizades que fiz por causa da (escritora) Jenny Han. Vamos terminar com o coração doendo, mas quando olharmos para trás, serão apenas memórias incríveis e lindas”, explicou. O lançamento do final da trilogia estrelada por Centineo e Lana Condor é esperado para o começo de 2021. Veja abaixo a íntegra do primeiro dia do Tudum. A entrevista com Centineo está no final.
Elite: Série da Netflix vai perder mais dois atores na 4ª temporada
Sucesso da Netflix, “Elite” tem sofrido grandes perdas em seu elenco e se despediu de muitos dos seus personagens ao final da 3ª temporada, mas as mudanças não terminam por aí. Os atores Itzán Escamilla e Omar Ayuso, intérpretes de Samuel e Omar, anunciaram que o quarto ano da produção também será seu último na série criada por Carlos Montero e Darío Madrona. “Queremos encerrar o ciclo, mas tenho certeza que sentiremos muitas saudades depois. Tem sido como ir à escola: você vai, se relaciona e depois sente falta, mesmo que agora queira fazer outras coisas”, contou Escamilla para o portal Hola!. Ayuso também usou a metáfora da escola para falar da série. “Entramos como bebês e saímos um pouco mais maduros, mas não completamente”. Além deles, já se sabia que Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério) e Álvaro Rico (Polo) não voltariam nos próximos episódios. Diante deste quadro, os fãs estão questionando se a despedida também se estenderá aos outros veteranos que seguem na trama, como Claudia Salas (Rebecca), Miguel Bernardeau (Guzman), Georgina Amorós (Cayetana) e Arón Piper (Ander). Por outro lado, os próximos episódios vão apresentar novos personagens, que pretendem estender a história com suas próprias jornadas. Eles serão vividos por Pol Granch, Carla Díaz, Manu Ríos e Martina Cariddi. As gravações da 4ª temporada terminam em dezembro e a expectativa é que a série retorne em 2021.
Castle Rock é cancelada após duas temporadas
A plataforma Hulu anunciou o cancelamento da série de terror “Castle Rock” após duas temporadas. A atração tinha formato de antologia e contou duas histórias diferentes durante dois anos distintos, utilizando a cidade e personagens criados pelo mestre do terror Stephen King. Na 2ª temporada, Lizzy Caplan (“Masters of Sex”) deu vida à Annie Wilkes, vilã encarnada por Kathy Bates no filme “Louca Obsessão” (1990). O último episódio foi exibido há quase um ano, em dezembro de 2019. A série era uma criação de Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”) e tinha produção de JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e do próprio Stephen King. O escritor citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. E um dos personagens daquele filme, “Ace” (interpretado no longa por Kiefer Sutherland), também apareceu na série (na pele de Garrett Hedlund). Apesar do cancelamento, King e Abrams vão continuar sua parceria, que também inclui a minissérie “11.22.63”, lançada em 2016 na Hulu. A dupla vai agora realizar um spin-off de “O Iluminado”, chamado “Overlook Hotel”, para a plataforma HBO Max. Não é demais lembrar que “Castle Rock” encerrou sua 1ª temporada com uma cena pós-créditos que aludia a uma história em potencial focada em “O Iluminado”.
STF proíbe censura do Especial de Natal do Porta dos Fundos
A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) definiu nesta terça (3/11), por unanimidade, que o “Especial de Natal Porta dos Fundos: A Primeira Tentação de Cristo”, deve permanecer no ar na Netflix. A obra de ficção humorística, que retrata Jesus como homossexual, foi alvo de críticas de conservadores e religiosos, que consideraram ofensiva a associação do cristianismo com a comunidade LGBTQIA+. O julgamento atual ocorreu a pedido da própria Netflix, em protesto contra a censura de seu especial. Em dezembro de 2019, a exibição do programa foi suspensa pela Justiça do Rio de Janeiro. Mas o programa acabou liberado por uma liminar concedida pelo ministro Dias Toffoli, então presidente da Corte. A legalidade da veiculação foi contestada pela Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, responsável pelo processo que resultou na censura carioca. A entidade alegou que o especial ofendeu a fé cristã e promoveu discurso de ódio contra a religião. Em parecer enviado ao STF antes do julgamento, a PGR (Procuradoria-Geral da República) apontou que o que houve no Rio foi uma tentativa de censura e defendeu a permanência do especial de Natal do Porta dos Fundos no ar. Em seus votos, os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski consideraram procedente a reclamação da Netflix e concluíram que não deve haver censura. Ao anunciar sua decisão, o relator e ministro Gilmar Mendes afirmou: “Ao analisar os presentes autos, concluo que a obra não incita violência contra grupos religiosos, mas constitui mera crítica, realizada por meio de sátira, a elementos caros ao cristianismo. Por mais questionável que possa vir a ser a qualidade desta produção artística, não identifico em seu conteúdo fundamento que justifique qualquer tipo de ingerência estatal”. Tanto Gilmar Mendes quanto o ministro Edson Fachin ressaltaram durante o julgamento que a Netflix agiu corretamente ao disponibilizar classificação indicativa de idade para o especial do Porta dos Fundos, assim como uma descrição para o conteúdo. O ministro relator destacou que os ofendidos pelo material podem simplesmente não assistir ao vídeo, sem que seja necessário restringir o acesso a ele de toda a sociedade. Cármen Lúcia concordou e disse que o especial não está exposto aos que não querem vê-lo. Lembrando que a sede do Porta dos Fundos no Rio de Janeiro foi vítima de ataque com bombas após o lançamento do especial, também foram citados casos como o da revista “Charlie Hebdo”, da França, que sofreu atentado após publicar charge ironizando Maomé. O autor confesso do atentado violento contra o Porta dos Fundos chegou a comemorar a decisão do desembargador carioca que mandou censurar o especial.
Disney+ e Globoplay fazem parceria para lançar combo de assinatura
A Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus) e a Globoplay anunciaram nesta terça (3/11) uma parceria estratégica para o lançamento da plataforma americana no Brasil. Com o acordo, a Disney+ (Disney Plus) será oferecido num combo com a Globoplay por um preço promocional de R$ 37,90 por mês. A oferta do combo Disney Plus-Globoplay pode ser contratada pelo site globoplay.com/disneyplus. A aliança não verá os parceiros compartilhando uma interface, mas aponta para um modelo de parceria de assinatura conjunta de desconto, que pode se tornar uma tendência no mercado, já que até mesmo as maiores plataformas querem garantir o maior alcance de público possível, em um mercado internacional que já se acostumou com a Netflix e a Amazon. Os combos também podem ajudar a atrair assinantes a mais de um serviço simultâneo sem estourarem suas contas. A aliança Disney Plus-Globoplay também fortalece o conceito de alternativa à Netflix, já que a Globoplay é o serviço que mais cresce na América Latina e ainda tem a ambição de aprimorar sua oferta em 2021. A parceria acontece de forma paralela à pré-venda isolada da assinatura da plataforma da Disney, que também começou a ser comercializada nesta terça, com preço promocional de pré-venda, duas semanas antes do lançamento do serviço em toda a América Latina, incluindo o Brasil, em 17 de novembro. Vale ainda lembrar que o Grupo Globo lançou recentemente uma nova assinatura com o nome de Canais Globoplay Plus, que fornece acesso à programação ao vivo dos canais pagos da Globosat. A parceria com a Disney também inclui um combo com esse produto, em planos mensais e anuais. Os descontos vão de 10% a 25% em relação aos preços dos produtos assinados isoladamente no plano mensal. Durante o anúncio dessa estratégia comercial, a Globo também anunciou para os próximos meses versões em podcast de seus noticiários de TV matinais, que poderão ser utilizados em carros enquanto os brasileiros viajam para o trabalho, e planos de investimento de US$ 250 milhões em conteúdo e tecnologia na Globoplay em 2021. “Nosso objetivo é nos tornar o maior serviço de streaming de vídeo do Brasil até o final desta década”, disse Erick Brêtas, diretor de produtos e serviços digitais da Globo, na apresentação do negócio.
Disney+ (Disney Plus) começa pré-venda de assinaturas no Brasil
A plataforma Disney+ (Disney Plus) começou nesta terça (2/11) o período de venda antecipada de assinaturas para seu serviço no Brasil, que começará a funcionar em 17 de novembro. A partir de hoje, o público brasileiro poderá assinar o streaming da Disney por um preço anual especial: R$ 237,90 (equivalente a R$ 19,82 por mês). Já a partir de 17 de novembro, a mensalidade do serviço começará a ser cobrada pelo preço normal, de R$ 27,90 mensais. A oferta do preço anual, por sua vez, passará a R$ 279,90 (o que equivale a R$ 23,32 por mês). Além do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai também começam a fazer a pré-venda do serviço. A promoção é válida até o dia 16 de novembro, um dia antes do lançamento do serviço na América Latina. A assinatura poderá ser aproveitada em até quatro dispositivos simultaneamente, com a capacidade de configurar sete perfis diferentes. O Disney+ (Disney Plus) será o único serviço de streaming onde se encontrará todos os conteúdos exclusivos e originais da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic. Por isso, os títulos do estúdio foram retirados dos catálogos da Netflix e da Amazon. As assinaturas podem ser feitas no site oficial da plataforma: www.disneyplus.com.
David Ayer torna públicas reclamações contra Warner por Esquadrão Suicida
O diretor David Ayer acabou com o clima ameno com que tratava os cortes sofridos por “Esquadrão Suicida”, aparentemente enciumado pela autorização de uma versão de diretor de “Liga da Justiça”, que os fãs batizaram de “Snyder Cut” (em referência ao diretor original do filme, Zack Snyder). Desde que a HBO Max encomendou o “Snyder Cut”, Ayer vem fazendo campanha para também levar à plataforma sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas diante da falta de entusiasmo com seu “Ayer Cut”, ele subiu o tom e distribuiu caneladas numa série de tuítes contra a Warner. Ayer denunciou no fim de semana que várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para o filme de 2016. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Por isso, ele afirma que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ele chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção tinha passado por “seis ou sete” montagens diferentes, mas com seu aval e que todo o material foi utilizado. Ele chegou a dizer que não existia uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida era a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Tudo mudou após o “Snyder Cut”, com a declaração de que tinha sim uma versão radicalmente diferente, que estaria “quase completa, faltando alguns efeitos visuais”. Mas se ele imagina que a mudança de tom leve ao lançamento de “Ayer Cut”, o clima inamistoso deve tornar ainda menos provável que a Warner Bros. retome a produção. Em última análise, o desabafo é só mais um pesadelo de relações públicas para o DC Extended Universe. E para virar a página, a Warner não deve parar de conferir no calendário a data de estreia do novo filme dos personagens, “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, com lançamento previsto para agosto de 2021. The first 40 minutes https://t.co/eCGmK0KCFl — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 It was ripped to pieces – I can’t emphasize that enough https://t.co/O40q3Qozy7 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 For sure that became a factor – but the reason was BVS got chewed up by the critics, and the success of Deadpool – the studio leadership at the time panicked. Then major elements of my cut were ripped out before I could mature the edit. Then Johns wrote pages I had to reshoot 😔 https://t.co/MNmiXoH1Cc — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho https://t.co/ENJjdvhez0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020
Christopher Walken vai estrelar primeira série da carreira
O ator Christopher Walken vai estrelar a primeira série de sua carreira, aos 77 anos de idade. Vencedor do Oscar em 1979 por seu papel no clássico “O Franco Atirador”, Walken entrou no elenco de “Severance”, comédia da Apple TV+. Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível. O personagem de Walken é Burt, o chefe de óptica e design da empresa. O elenco também destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”) e John Turturro (“Transformers”) nos papéis principais, além de Britt Lower (“Man Seeking Woman”), Tramell Tillman (“Godfather of Harlem”), Jen Tullock (“Quando Você Menos Espera”) e Zach Cherry (“Crashing”). A produção vai começar a ser gravada no fim do mês.
Filhas de Eva: Série com Renata Sorrah, Giovanna Antonelli e Vanessa Giácomo estreia em 2021
A Globoplay anunciou a previsão de lançamento de sua próxima série nacional em streaming: “Filhas de Eva” vai chegar à plataforma em 2021. Estrelada pelas atrizes Renata Sorrah (a eterna Nazaré de “Senhora do Destino”), Giovanna Antonelli (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), a série “convida o público a pensar sobre mudanças na vida”, segundo a apresentação, mas sua sinopse sugere uma novela tradicional. Na trama, Stella (Renata Sorrah) decide pedir o divórcio ao marido, Ademar (Cacá Amaral, de “O Mecanismo”), durante a festa de bodas de ouro do casal. A decisão inesperada afeta a filha deles, Lívia (Giovanna Antonelli), mas também Cléo (Vanessa Giácomo), que até então não conhecia a família e está na festa apenas como responsável por levar o bolo. A partir daí, os caminhos das três acabam se cruzando. A partir desta premissa, “Filhas de Eva” pretende conta a trajetória dessas três mulheres que estão presas a padrões que não as fazem felizes. Stella repete o destino de sua geração, que abriu mão de sonhos pelo casamento e pela maternidade. Lívia tem sua carreira, mas sofre por não ter o controle da vida afetiva que idealizou. Já Cléo, com sua baixa autoestima, precisa garantir teto e sobrevivência antes de pensar em qualquer realização pessoal. Além das três, a história também acompanha Dora (Debora Ozório, de “Me Chama de Bruna”), neta de Stella e filha de Lívia, que se debate entre os modelos familiares e o feminismo das jovens de hoje. O roteiro é de Adriana Falcão (“O Inventor dos Sonhos”), Jô Abdu (“Linda de Morrer”), Martha Mendonça (“As Canalhas”) e Nelito Fernandes (“Tá no Ar”), a direção é assinada por Leonardo Nogueira (“Malhação”) e o elenco tem ainda Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Stênio Garcia (“O Beijo no Asfalto”), Erom Cordeiro (“A Divisão”), Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”), Analu Prestes (“TOCs de Dalila”) e Cecília Homem de Mello (“Sessão de Terapia”).
Sem Seu Sangue: Terror brasileiro ganha trailer para estreia na Netflix
A Vitrine Filmes divulgou o trailer de “Sem Seu Sangue”, terror brasileiro que vai estrear na Netflix em 20 de novembro, mais de um ano depois de passar na seção Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, na Mostra de São Paulo e no Festival do Rio. O filme conta uma história de amor adolescente, entre Silvia (Luiza Kosovski), uma jovem introspectiva, e Artur (Juan Paiva), um garoto que sofre de hemofilia, doença hereditária que impede o sangue de coagular corretamente. Os dois mergulham em uma convivência intensa, interrompida por um acidente. “Sem Seu Sangue” marca a estreia em longas de Alice Furtado, que antes lançou os curtas “Duelo Antes Da Noite” e “A Rã e Deus”, mas apesar do trailer destacar elogios da crítica, o filme não se tornou exatamente uma unanimidade internacional, com 49% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Sophie Turner vai virar princesa britânica em série animada
A atriz Sophie Turner entrou no elenco de “The Prince”, série em desenvolvimento para HBO Max, criada pelo produtor-escritor-dublador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy) Gary Janetti. A série é baseada nas crianças da família real britânica e centrada nas travessuras do príncipe George, de sete anos, primogênito do príncipe William e Kate Middleton, duquesa de Cambridge. O próprio Janetti dubla o príncipe do título, enquanto Turner fará a voz da sua irmã, a princesa Charlotte. O criador da série publicou uma prévia do desenho, já com a voz da estrela de “Game of Thrones”, em seu Instagram. “Conheça Charlotte – Sophie Turner”, escreveu Janetti na legenda do vídeo, com tema de Halloween. No clipe, George tenta coordenar as fantasias de Halloween de seus irmãos, apenas para perceber que eles escolheram suas próprias roupas para a ocasião – e nenhuma tem a ver com a dele. Veja abaixo. “The Prince” também conta com Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) como o príncipe Harry, Condola Rashad (“Billions”) como Meghan Markle, Lucy Punch (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Kate Middleton, Iwan Rheon (também de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Tom Hollander (“Bohemian Rhapsody”) como o príncipe Charles, Frances de la Tour (“Enola Holmes”) como a Rainha Elizabeth e Alan Cumming (“Instinct”) como o mordomo de George, Owen. Produção da 20th Television e do estúdio de animação Bento Box Entertainment, “The Prince” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Meet Charlotte – Sophie Turner @sophiet The Prince coming to @hbomax Uma publicação compartilhada por Gary Janetti (@garyjanetti) em 31 de Out, 2020 às 9:19 PDT












