“Um Lugar Silencioso – Parte II” quebra recordes de bilheteria
“Um Lugar Silencioso – Parte II” fez um barulho enorme nas bilheterias em sua estreia neste fim de semana. O lançamento da Paramount quebrou vários recordes de arrecadação da pandemia. Só na sexta (28/5), dia em que chegou aos cinemas, faturou US$ 19,3 milhões no mercado doméstico, a maior bilheteria de um único dia na América da Norte desde o começo das restrições. Até este domingo (30/5), o terror com alienígenas somou US$ 48 milhões nos EUA e Canadá, superando em três dias o recorde de abertura de “Godzilla vs. Kong”, que precisou de cinco dias em cartaz para chegar neste valor. Como o fim de semana é estendido por um feriado local (Memorial Day) na segunda-feira, as projeções apontam uma abertura de quatro dias de US$ 58 milhões, deixando ainda mais evidente o recorde conquistado. O que mais impressiona neste desempenho é que o montante reflete as previsões iniciais para o lançamento do filme… antes da pandemia. Vale lembrar que “Um Lugar Silencioso – Parte 2” deveria ter estreado originalmente em 20 de março de 2020 e chegou a ter projeções de vendas de ingressos na época, baseadas na procura antecipada. Esperava-se que o filme faturasse US$ 60 milhões em seu fim de semana inaugural e a “profecia” se cumpriu, independente do adiamento e da pandemia. “‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ é o primeiro lançamento doméstico deste ano a cruzar o limiar de ‘grande fim de semana de abertura devido à pandemia’ para ‘grande fim de semana de abertura, ponto final’, oferecendo uma prova inegável de que a bilheteria doméstica está de volta”, apontou Rich Gelfond, CEO da IMAX em um comunicado. A continuação ainda teve desempenho comparável ao primeiro filme, que abriu com US$ 50 milhões em 2018. Entretanto, o longa original custou apenas US$ 17 milhões, enquanto o segundo teve orçamento de US$ 61 milhões. O terror escrito e dirigido por John Krasinski, e estrelado por sua esposa Emily Blunt, também teve uma boa vendagem internacional. Por enquanto, a distribuição se limitou a 12 países, mas só a China foi responsável por US$ 15 milhões – 66% mais que o filme original. O sucesso ainda se estendeu à crítica, que rasgou elogios à produção e principalmente à direção de Krasinski. A média aferida pelo agregador Rotten Tomatoes foi de 91% de aprovação, altíssima não só para o gênero, mas para títulos que concorrem ao Oscar. O impacto de “Um Lugar Silencioso – Parte II” acabou eclipsando outra grande aposta de Hollywood nas bilheterias do fim de semana. Mas o lançamento simultâneo em streaming pode ter conspirado para um desempenho menos agressivo de “Cruella”. A produção da Disney, que atingiu 72% de aprovação no Rotten Tomatoes, faturou US$ 21,3 milhões em seus três primeiros dias nos cinemas norte-americanos, com projeções apontando um total de US$ 26,5 milhões até segunda-feira. O mercado internacional acrescentou mais US$ 16,1 milhões de 29 países, elevando a soma do faturamento para US$ 37,4 milhões em todo o mundo, com projeções de US$ 42,6 milhões até o Memorial Day. Cinemas da Austrália e Japão sofreram novo apagão no fim de semana, mas outros mercados tradicionais reagiram à pandemia, com o México liderando a arrecadação com US$ 2,6 milhões, seguido pela Coreia do Sul com US$ 2,5 milhões e o Reino Unido com US$ 2,2 milhões. A fábula desencantada ainda liderou as bilheterias em mercados impactados pela covid-19 e que não receberam a continuação de “Um Lugar Silencioso”, incluindo o Brasil. Apesar disso, o desempenho deixou claro que muita gente preferiu assistir a “Cruella” em casa, aproveitando a disponibilidade na plataforma Disney+. Os números do streaming, porém, estão guardados no calabouço de um castelo, cercado por espinhos e pela maldição de uma bruxa que impede seu acesso ao público.
“Army of the Dead” entra no Top 10 de todos os tempos da Netflix
A Netflix já começou a alardear o sucesso de “Army of the Dead” na plataforma, celebrando sua entrada no Top 10 de seus filmes mais assistidos de todos os tempos. A empresa divulgou uma estimativa de 72 milhões de visualizações para o longa em seu primeiro mês de exibição. Só tem um detalhe: a aventura de terror foi lançada há apenas uma semana. Apesar de ser uma projeção, muita gente – vários sites brasileiros, por exemplo – , embarcaram na confusão de afirmar que o filme recém-lançado deve superar “Resgate”, thriller com Chris Hemsworth, que teve marca maior no mesmo período projetado, por acreditar que os dados seriam referentes à sua primeira semana do lançamento. Não são. A contabilidade da Netflix tem o costume de divulgar projeções de números futuros, evitando abrir dados factuais. O fato é que, depois do comunicado inicial, não toca mais nesses números, sem dizer qual foi realmente a totalização final do período previsto. A menos que haja superação das expectativas, como aconteceu com “Bridgerton”. Outro fator obscuro embutido em seus dados é que a empresa considera que um filme inteiro foi visto se um assinante assistir a somente dois minutos de sua duração. Este balanço futurista e inflado faz parte do estilo triunfal da Netflix, que busca citar sempre números gigantes e esconder fatos negativos. Isto também está por trás da tendência de transformar até cancelamentos em notícias positivas. Nos últimos tempos, em vez de falar em cortes, a plataforma tem anunciado que séries foram renovadas para mais uma temporada, que por acaso serão suas últimas. Já se a decisão for simplesmente tirar do ar, a Netflix opta por ignorar o assunto, deixando elenco e produtores com a missão de dizer aos fãs que suas séries favoritas acabaram, muitas vezes com tramas interrompidas. Não há o tradicional comunicado de agradecimento pelo trabalho realizado. O que é certo em relação a “Army of the Dead” é que a Netflix investiu pesado no filme de Zack Snyder. Além do grande orçamento e uma refilmagem caríssima para trocar um ator na pós-produção, a empresa fez o maior lançamento cinematográfico de sua História ao distribuir o longa em 600 cinemas dos EUA antes da estreia em streaming. Também se adiantou encomendando um filme derivado e uma animação baseada nos personagens, alimentando uma expectativa que ajudou o filme a atingir o 1º lugar na plataforma em 70 países. É um sucesso. Mas não é um sucesso de 72 milhões de visualizações em uma semana. Pelo menos, “Army of the Dead” dispõe de números. Chutados, mas que não deixam de ser parâmetros para avaliar o desempenho do longa em relação a outras contagens similares. Pela matemática da própria Netflix, “Army of the Dead” seria o 9º maior sucesso de seu catálogo de filmes originais, empatado com “O Céu da Meia-Noite”. Isto é mais do que se pode dizer sobre a forma como a HBO Max tratou “Liga da Justiça de Zack Snyder”, filme do mesmo diretor, que não teve nem sequer projeções divulgadas. É um fracasso. Mas é difícil precisar de qual tamanho, embora dados não oficiais da Samba TV tenham apontado meros 1,8 milhão de views. Veja abaixo a lista dos dez maiores sucessos da Netflix com a audiência projetada (e nunca totalizada) pela própria empresa no primeiro mês de exibição. 1. “Resgate” – 99 milhões 2. “Bird Box” – 89 milhões 3. “Troco em Dobro” – 85 milhões 4. “Esquadrão 6” – 83 milhões 5. “Mistério no Mediterrâneo” – 83 milhões 6. “The Old Guard” – 78 milhões 7. “Enola Holmes” – 76 milhões 8. “Power” – 75 milhões 9. “O Céu da Meia-Noite” e “Army of the Dead” – 72 milhões 72 million households are betting on dead. ARMY OF THE DEAD has been the #1 film around the world and is projected to be one of Netflix’s most popular films ever in its first 4 weeks. pic.twitter.com/85foTPFAny — NetflixFilm (@NetflixFilm) May 28, 2021
Ator de “Bridgerton” será anti-herói da DC na série do Pacificador
O ator Freddie Stroma, que vive o príncipe Friedrich em “Bridgerton”, entrou na série do herói Pacificador, derivada do filme “O Esquadrão Suicida”. Na trama, ele viverá outro anti-herói da DC Comics: o Vigilante. Stroma substitui o ator Chris Conrad (“Patriota”), anteriormente ligada ao papel, que deixou a produção após “diferenças criativas”. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Adrian Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. A série do Pacificador começou a ser gravada em janeiro pelo diretor James Gunn, responsável pelo novo filme do Esquadrão Suicida. A atração é centrada no personagem do título (Peacemaker, em inglês), interpretado por John Cena (“Bumblebee”). O elenco ainda conta com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Steve Agee (também de “Brightburn”). Os dois últimos aparecerão em “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Com oito episódios escritos e dirigidos por James Gunn, “Peacemaker” ainda não recebeu uma data de lançamento na HBO Max, mas só deve estrear após “O Esquadrão Suicida” chegar nos cinemas em agosto.
Aruanas: Foto revela Joaquim de Almeida como vilão da 2ª temporada
A plataforma Globoplay liberou a primeira foto do astro português Joaquim de Almeida na 2ª temporada de “Aruanas”. Ele fará parte do núcleo dos antagonistas da série, ao lado de Camila Pitanga e Cacá Amaral. Seu personagem é um inglês, que se revela o chefe oculto de uma indústria de petróleo internacional. Mas não é uma grande participação, porque Almeida gravou suas cenas em apenas dois dias, em locações na Avenida Paulista e no Morumbi. O ator já trabalhou anteriormente no Brasil, tendo vivido o Sherlock Holmes de “O Xangô de Baker Street”, baseado no livro de Jô Soares, o antagonista de José Wilker em “O Duelo”, e até o vilão de “Velozes & Furiosos 5”, rodado parcialmente no Rio. Ele pode ser visto atualmente na série “Warrior Nun”, renovada para a 2ª temporada na Netflix. A nova leva de episódios de “Aruanas”, escrita por Marcos Nisti e Estela Renner, mostrará a relação entre empresários e lobistas da indústria do petróleo com políticos. A série é estrelada por Débora Falabella, Leandra Leal, Taís Araujo e Thainá Duarte, que interpretam ativistas ambientais, e os novos episódios também contarão com participações de Lima Duarte, Daniel de Oliveira e Elisa Volpatto.
Cauã Reymond desenvolve série sobre futebol no Globoplay
Cauã Reymond está desenvolvendo uma série no Globoplay. Intitulada “Mata-Mata”, a atração terá como tema o futebol e será ambientada no Rio. A ideia do ator de “Ilha de Ferro” e “Dois Irmãos” é mostrar tanto os bastidores como a intimidade das pessoas envolvidas no esporte. O piloto tem redação final de Thiago Dottori (da série “Psi” e do filme “Turma da Mônica – Laços”) e Lucas Paraizo (de “Sob Pressão”) faz a supervisão de texto.
Elenco de “Virgin River” revela data de estreia da 3ª temporada
A Netflix anunciou via redes sociais a data de estreia da 3ª temporada de “Virgin River”. Os novos episódios chegam ao streaming no dia 9 de julho. Para dar a notícia, a plataforma juntou o elenco da produção num vídeo, que pode ser visto abaixo. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge, ex-“American Horror Story”), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson, ex-“Grey’s Anatomy”). Mas como essa história tem que durar várias temporadas, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas. Vale lembrar que a 2ª temporada foi lançada em novembro do ano passado e terminou num cliffhanger (gancho) sangrento. Por sorte, os fãs não vão sofrer por muito tempo, já que a série será retomada após um hiato bastante curto, de apenas oito meses, bem menor que a média da Netflix. Depois daquele final eu não podia deixar vocês esperando. Então o elenco de Virgin River tem um recadinho pra dar: a 3ª temporada estreia dia 9 de julho. 💖 pic.twitter.com/d4ZAwHKhQl — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 28, 2021
Miles Teller substitui Armie Hammer em série sobre “O Poderoso Chefão”
O ator Miles Teller, conhecido por filmes como “Whiplash” e a saga “Divergente”, assumiu o papel principal na minissérie “The Offer”, sobre os bastidores do filme “O Poderoso Chefão”. Ele vai substituir Armie Hammer na produção, após o ator de “Me Chame pelo Seu Nome” ser afastado em meio a um escândalo sexual, que envolve vazamento de supostas conversas em que diz ser canibal e, mais recentemente, o processo de uma ex-namorada por estupro e agressão. A série de 10 episódios foi escrita por Michael Tolkin, do clássico “O Jogador” (1992) e da recente minissérie premiada “Escape from Dannemora”, e é baseada nas experiências nunca antes reveladas de Al Ruddy, o produtor do filme de 1972 – e também criador da cultuada série “Guerra, Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroes). Sempre festejada como um marco do cinema, um dos maiores sucessos de bilheteria de todos os tempos e um consenso da crítica, a produção vencedora de três Oscars na verdade teve um desenvolvimento turbulento, com muitas reviravoltas e bastidores conturbados. A direção da minissérie está a cargo de Dexter Fletcher, que assinou “Rocketman” e finalizou “Bohemian Rhapsody”. Fletcher e Teller também serão produtores-executivos, ao lado do próprio Al Ruddy, da showrunner Nikki Toscano (“Hunters”) e do produtor Leslie Greif (“Hatfields & McCoys”). Antes da demissão de Hammer, a expectativa era realizar as gravações durante o verão em Los Angeles (já em junho) para um lançamento em 2022 na plataforma Paramount+. Vale lembrar que “The Offer” não é o único projeto sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão” em desenvolvimento. O veterano cineasta Barry Levinson (“Rainman”) está à frente de uma versão cinematográfica da história, “Francis and The Godfather”, que está mais adiantada na escalação de seu elenco.
Nova “Gossip Girl” ganha teaser e pôsteres de personagens
A HBO Max divulgou o primeiro teaser legendado e uma coleção de pôsteres com os personagens do reboot de “Gossip Girl”. A prévia, que mantém a narração venenosa de Kristen Bell (“The Good Place”), anuncia a data de estreia da série na plataforma de streaming: 8 de julho! Vale lembrar que o serviço da WarnerMedia chega ao Brasil no dia 29 de junho, permitindo aos fãs brasileiros acompanharem a série desde seu primeiro episódio. Como a série original, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e baseada no livro homônimo de Cecily von Ziegesar. A trama se passa oito anos depois que o blogue original da “garota fofoqueira” foi desativado, quando uma nova Gossip Girl surge para vigiar outra geração de estudantes da elite de Nova York. A trama abordará o quanto a mídia social – e a própria paisagem de Nova York – mudou desde o fim da atração anterior, em 2012. O elenco está definido desde o ano passado com Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Legacies”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”) e o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”) – como de praxe, intérpretes bem mais velhos (alguns 10 anos mais velhos) que a idade dos personagens supostamente adolescentes. Além deles, a série contará com Elizabeth Lail, a vítima da 1ª temporada de “Você”. E aí rola uma curiosidade. “Você” foi estrelado pelo verdadeiro Gossip Girl. Apesar do gênero e narração feminina, Gossip Girl era na verdade um homem: Dan Humphrey. Penn Badgley viveu Humphrey antes de atormentar Lail como o psicopata Joe Goldberg em “Você”. A nova “Gossip Girl” também tem produção dos criadores da versão original, Josh Schwartz e Stephanie Savage. E a direção dos primeiros episódios está a cargo da atriz Karena Evans (“Mary de Morte/Mary Kills People”), que virou diretora com clipes de Drake em 2018.
Ator de “Charmed” será o patriarca da família Bridgerton na Netflix
O ator Rupert Evans, que integra o elenco de “Charmed”, vai participar da 2ª temporada de “Bridgerton”. Ele fará o papel de Edmund Bridgerton, o marido amoroso e devotado de Violet Bridgerton (Ruth Gemmell), e pai dos oito filhos que apareceram na trama da série da Netflix. A participação será em flashbacks nos primeiros episódios da nova temporada, já que, nos livros que inspiram a atração, Edmund está morto há muitos anos. Ele teve uma reação alérgica a uma picada de abelha e faleceu com 38 anos, enquanto sua esposa esperava sua filha mais nova, Hyacinth Bridgerton. Maior sucesso recente da Netflix, a série adapta a coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e já se encontra renovada até a 4ª temporada. Segundo a plataforma, a atração foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da história do serviço de streaming – superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”.
Séries online: A volta de “Lucifer” e as maratonas da semana
As ofertas de séries de streaming da semana vão disputar a atenção do público com boas opções de fantasia, adrenalina e humor. O título mais conhecido é “Lucifer”, que retorna com oito episódios inéditos para completar sua 5ª temporada. Originalmente concebida para encerrar a série, a narrativa destaca o reencontro do protagonista com seu pai, também chamado de Deus pelo resto dos mortais. Na trama, Deus (vivido por Dennis Haysbert, o presidente da série “24 Horas”) decide que vai se aposentar, o que faz Lucifer (Tom Ellis) considerar ocupar sua vaga. Mas não é assim que acaba a história, pois a série ganhou sobrevida com uma renovação inesperada para mais uma temporada. A Netflix tem outra continuação de trama mística, “Ragnarok”, com uma versão alternativa de Thor e outros deuses nórdicos, além da estreia do anime pós-apocalíptico “Eden” e a produção sul-coreana de viagem no tempo “O Mito de Sísifo”. Fãs de viagens temporais ganham ainda uma derradeira chance de embarcar em “Future Man – O Viajante do Tempo”, que chega ao fim na Globoplay. Com três temporadas, a série de comédia sci-fi estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”) e produzida por Seth Rogen (“The Boys”) foi uma das primeiras produções exclusivas da plataforma americana Hulu, segue um jovem gamer que luta pelo futuro da humanidade e tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. A aposta da Amazon é “Panic”, thriller adolescente na linha de “Nerve: Um Jogo Sem Regras”, que acompanha uma competição entre formandos do Ensino Médio com desafios arriscados no interior dos EUA – valendo um prêmio em dinheiro para o vencedor e um destino trágico para os derrotados. A produção é de Lauren Oliver, escritora de “Antes que Eu Vá”, que também assina o best-seller em que a trama da série se baseia. Para completar, entre as boas opções de comédia – a volta de “Trying” e o final de “O Método Kominsky” – , a Starzplay começou a exibir “Run the World”, sobre quatro amigas negras bem-sucedidas do Harlem, em Nova York, que atingiu impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A exibição semanal é simultânea com o a transmissão pelo canal pago Starz nos EUA. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Lucifer | EUA | 5ª Temporada – Parte 2 (Netflix) Future Man – O Viajante do Tempo | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) Panic | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Run the World | EUA | 1ª Temporada (Starzplay) Ragnarok | Noruega | 2ª Temporada (Netflix) O Método Kominsky | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Trying | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) O Mito de Sísifo | EUA | 1ª Temporada (Netflix) As Crônicas de Evermoor | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Eden | EUA, Japão | 1ª Temporada (Netflix)
Filmes online: “Cruella” e outras opções de cinema em casa
A expressão “cinema em casa” tem significado literal neste fim de semana, já que a principal estreia do circuito cinematográfico também é destaque na programação de streaming. A Disney lançou “Cruella” simultaneamente nas salas de exibição e em sua plataforma digital (por um custo adicional, além da mensalidade do serviço). A produção é a fábula mais sombria já feita pelo estúdio, superando “Malévola”, mas também apresenta um espetáculo fashion e clima roqueiro capaz de fazer muitos adultos disputarem espaço no sofá ao lado das crianças. Concebido como um prólogo de “101 Dálmatas”, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella, vivida por Emma Stone (“La La Land”) como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que compete com sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, de dálmatas. O detalhe é que este não é o único lançamento simultâneo. O documentário “Alvorada”, espécie de “BBB” dos últimos dias de Dilma Rousseff como presidente, também chegou ao mesmo tempo em tela grande e online, disponibilizado em diversas plataformas de VOD. Com ênfase em docs políticos, a lista ainda inclui “Libelu – Abaixo a Ditadura”, sobre movimento estudantil dos anos 1970 e 1980, que venceu o recente festival “É Tudo Verdade”, e um programa duplo do premiado bielorrusso Sergey Loznitsa, “The Trial” e “State Funeral”, que joga luz sobre as perseguições, mentiras e fanatismo do stalinismo. Há também dramatização política, via “Oslo”, que chega no sábado (29/5) na TV paga e no streaming da HBO, com o tema atualíssimo das discussões impossíveis de paz entre palestinos e israelenses. Em outro registro, a identidade israelense também é tema da comédia “Synonymes”, vencedora do Leão de Ouro do Festival de Berlim. A programação se completa com três títulos inéditos nos cinemas nacionais. Um dos últimos filmes estrelados por Johnny Depp, “Cidade de Mentiras” traz o ator investigando o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. Igualmente com ligação musical, “Stardust” acompanha um jovem David Bowie na viagem aos EUA que marcou a grande reviravolta da sua carreira – divisivo, não foi aprovado pela família do cantor que proibiu suas músicas na trilha. Por fim, a maior descoberta da programação. Lançado em 2015 e até então inédito no Brasil, “Black – Amor em Tempos de Ódio” marcou a estreia de Bilall Fallah e Adil El Arbi, dois jovens cineastas belgas de famílias marroquinas que hoje formam uma das duplas mais requisitadas de Hollywood. A história de gangues violentas foi premiada no Festival de Toronto e no circuito europeu, ganhou elogios da crítica e rendeu o convite para os dois gravarem o piloto de “Snowfall” e a sequência “Bad Boys para Sempre”, que se tornou o maior sucesso do cinema americano em 2020. Com esses cartões de visita, foram cortejados pela Marvel, gravaram a vindoura série “Ms. Marvel” e agora estão ligados à DC, onde começam a trabalhar no filme de “Batgirl”. Mas tudo começou com o drama criminal independente abaixo. Confira abaixo os trailers das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana. Cruella | EUA | Fantasia (Disney+) Cidade de Mentiras | EUA | Crime (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Black – Amor em Tempos de Ódio | EUA | Crime (Reserva Imovision) Oslo | EUA | Drama (HBO Go) Synonymes | França, Israel | Comédia (Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Stardust | Reino Unido | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) The Trial | Holanda, Rússia | Documentário (MUBI) State Funeral | Holanda, Lituânia | Documentário (MUBI) Alvorada | Brasil | Documentário (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Libelu – Abaixo a Ditadura | Brasil | Documentário (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)
Danai Gurira vai estrelar série sobre Wakanda na Disney+
A atriz Danai Gurira, que interpretou a guerreira Okoye em “Pantera Negra” e nos dois últimos filmes dos “Vingadores”, vai retomar o papel numa série sobre Wakanda, que está sendo desenvolvida por Ryan Coogler, o diretor do filme do herói africano, para a plataforma de streaming Disney+. O nome de Gurira é o primeiro a vazar do elenco da produção, que ainda não foi anunciada oficialmente, mas faz parte dos planos de expansão do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) mencionados por Coogler ao fechar um contrato de desenvolvendo com a Disney em fevereiro passado. Okoye é a general das Dora Milaje, as guerreiras amazonas africanas da Marvel, além de chefe das forças armadas de Wakanda. Com a atração, Gurira voltará a estrelar uma série após abandonar “The Walking Dead” – onde vivia Michonne – em março do ano passado. Mas ela não será a primeira wakandana a aparecer numa série do Marvel Studios. Neste ano, a atriz Florence Kasumba retomou seu papel como a guerreira Ayo, outra membro das Dora Milaje, em vários episódios de “Falcão e o Soldado Invernal”. Por enquanto, a série teve poucos detalhes revelados, mas sua trama deve ser um desdobramento da continuação de “Pantera Negra”. Coogler reformatou o segundo filme do herói após a morte de Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra, para enfatizar os diversos personagens da nação africana. Intitulado, em inglês, “Black Panther: Wakanda Forever”, a produção começará a ser rodada daqui a poucas semanas, visando um lançamento em julho de 2022. Lançado em 2018, “Pantera Negra”, o filme que apresentou a avançada nação de Wakanda, foi um dos maiores sucessos a Marvel nos cinemas, vencendo três Oscars e arrecadando mais de US$ 1,3 bilhão nas bilheterias mundiais.
Veja o dueto de Lisa Kudrow e Lady Gaga no especial de “Friends”
Um dos pontos altos do especial de reencontro de “Friends”, o dueto entre Lisa Kudrow e Lady Gaga já virou hit nas redes sociais. O vídeo da cena, em que Gaga aparece de violão em punho para cantar “Smelly Cat”, pode ser visto abaixo. Originalmente uma canção desafinada e constrangedora, que marcou a trajetória de Phoebe Buffay (a personagem de Kudrow) na série, “Smelly Cat” ganha interpretação poderosa de Gaga, com direito até a coral gospel em seu final apoteótico. Em entrevista à revista Variety, o diretor Ben Winston explicou que Kudrow concordou em reviver a canção no especial, mas queria realizar um dueto com algum artista. Assim, ambos procuraram quem topasse, até confirmarem a presença de Lady Gaga. “Ambos concordamos que Gaga, se conseguíssemos, seria a melhor porque ela se identifica e se sente muito próxima da Phoebe de várias formas. A própria Gaga diz isso no especial. Foi um momento realmente lindo”, contou o diretor. O especial “Friends: The Reunion” estreou nesta quinta (27/5) nos EUA, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês para assistir a reunião, que é disponibilizado com exclusividade pela plataforma HBO Max. A plataforma só vai estrear no Brasil em 29 de junho. smelly cat – lisa kudrow and lady gaga pic.twitter.com/ZbqWRdE9y5 — friends reunion scenes (@scenesofriends) May 27, 2021












