Amor com Fetiche: Comédia com cantora de K-pop ganha trailer legendado
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer legendado da comédia romântica sul-coreana “Amor com Fetiche” (Love and Leashes). A prévia mostra de forma leve, divertida e sem tabus o relacionamento entre dois colegas de trabalho, após a personagem de Seohyun, integrante do grupo musical Girls’ Generation, descobrir sem querer que um de seus subordinados gosta de ser submisso (Lee Jun-young). O que começa como curiosidade logo vira prazer compartilhado, conforme ela demonstra cada vez mais interesse nos joguinhos do rapaz com gostos peculiares. Dirigido por Park Hyun-jin, “Amor com Fetiche” é baseado em um popular webtoon intitulado “Moral Sense”. O filme chega na Netflix em 11 de fevereiro.
Série transforma Neymar na personalidade mais buscada do Google no Brasil
A série documental “Neymar: o Caos Perfeito” conseguiu a façanha de aumentar ainda mais a popularidade de Neymar. O craque do PSG e da Seleção Brasileira virou a personalidade mais buscada do Google do Brasil após o lançamento da atração da Netflix na terça-feira (25/1). Segundo os dados do Google Trends, Neymar ultrapassou o interesse por todos os participantes do “BBB”, altamente pesquisados, e demais nomes do entretenimento, do esporte e da política, figurando no topo do ranking da busca. Entre as pesquisas feitas com seu nome, aparecem vários assuntos relacionados à vida pessoal do jogador, como local de nascimento, nome completo e principalmente quando voltará a jogar. As pesquisas relacionadas ao documentário também estouraram, com dúvidas sobre horário de estreia e como assistir. Com três episódios, a produção mostra a vida de Neymar desde o início no Santos, passando pelos seus anos de Barcelona, na seleção e no time francês atual, além de revelar o lucrativo negócio de marketing que gira em torno do atleta, suas discussões com seu pai e empresário, e as polêmicas que acumulou ao longo da carreira. O lançamento coincide com um momento em que Neymar enfrenta críticas pelo estilo de vida e por passar mais tempo fora do que dentro do campo. A oportunidade da série surgiu no momento em que Neymar se recupera de uma lesão ligamentar no tornozelo. Ele está sem jogar desde 28 de novembro e só deve voltar em fevereiro.
Marco Pigossi revela roteiro da 2ª temporada de “Cidade Invisível”
O ator Marcos Pigossi compartilhou em suas redes sociais uma foto em que lê o roteiro do capítulo de estreia da 2ª temporada de “Cidade Invisível”. A imagem revela que o episódio se chama “A Lenda de Eric”. Na legenda, Pigossi brincou: “Preparados?”. Criada pelo diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, a série traz Pigossi no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. A trama explora figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini, e ficou na lista de conteúdos mais vistos em cerca de 40 países. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-os de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Ao mesmo tempo em que comemorou o sucesso internacional da atração, Carlos Saldanha disse, no comunicado sobre a renovação, que está levando todas as críticas em consideração para a 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marco Pigossi (@marcopigossi)
Spotify prefere ter negacionista que rock de Neil Young
O Spotify preferiu manter um negacionista em seu catálogo que todos os rocks de Neil Young. Na contramão de outras plataformas digitais, como Facebook, Instagram, YouTube e Twitter, que implementaram ações para coibir a divulgação de fake news, o serviço especializado em música se aliou a Joe Rogan, o apresentador de um podcast acusado de espalhar desinformação sobre covid-19 e vacinação, ao ser pressionado por Young. O veterano roqueiro canadense deu um ultimato ao Spotify na terça (24/1), pedindo à plataforma para escolher entre ele e Rogan. Numa carta aberta, Young exigiu que suas músicas fossem retiradas do Spotify por não compactuar com a divulgação de informações falsas perigosas pela plataforma, via o podcast “Joe Rogan Experience”. “Eles podem ter Young ou Rogan. Não os dois”, escreveu o músico. O documento dizia: “Estou fazendo isso porque o Spotify está espalhando informações falsas sobre vacinas – potencialmente causando a morte daqueles que acreditam na desinformação espalhada por eles.” Frank Gironda, empresário de Young, confirmou a decisão do músico ao site The Daily Beast: “É algo que é realmente importante para Neil. Ele está muito chateado… ” O que mais chateia Young é que “The Joe Rogan Experience” é o podcast mais popular do Spotify e um dos maiores do mundo, tendo seu formato de entrevista copiado em diversos países. Em 2020, Rogan assinou um contrato de exclusividade de US$ 100 milhões com a empresa. Em comunicado, o Spotify afirmou: “Queremos que todo o conteúdo de música e áudio do mundo esteja disponível para os usuários do Spotify. Com isso vem uma grande responsabilidade em equilibrar a segurança para os ouvintes e a liberdade para os criadores. Implementamos políticas de conteúdo detalhadas e removemos mais de 20.000 episódios de podcast relacionados a covid desde o início da pandemia. Lamentamos a decisão de Neil de remover sua música do Spotify, mas esperamos recebê-lo de volta em breve”. O texto não menciona Rogan ou o ultimato do cantor. Ao decidir simplesmente remover as músicas de Young, o Spotify tomou um lado claro, demonstrando não possuir escrúpulos em relação à origem de seus lucros. Mas o passo dado pelo cantor pode ser o primeiro de muitos. Diante de uma debandada geral, a plataforma pode assumir subitamente uma consciência social. Recentemente, 270 médicos, cientistas e profissionais de saúde também assinaram uma carta aberta solicitando que o Spotify agisse contra o “histórico de desinformação de Rogan, particularmente em relação à pandemia de Covid-19”. Muitos dos comentários de Rogan sobre a pandemia são similares aos de Bolsonaro no Brasil, como o famoso “histórico de atleta” que não seria afetado por uma “gripezinha”, a defesa do “tratamento precoce” com ivermectina e a comparação da obrigatoriedade da vacinação com o Holocausto nazista. Neste mês de janeiro, o YouTube começou a banir os vídeos mais polêmicos de Rogan. Enquanto isso, Neil Young lembra aos fãs que realmente vive aquilo que canta: “It’s better to burn out than to fade away, my my hey hey”.
Apple divulga fotos e data de estreia da adaptação de “Pachinko”
A Apple TV+ divulgou as primeiras imagens e a data de estreia da série dramática “Pachinko”, que estará disponível mundialmente na Apple TV+ a partir de 25 de março. Falada em três idiomas, a produção é baseada no aclamado romance homônimo de Min Jin Lee sobre três gerações de imigrantes coreanos no século 20. Como pano de fundo, há uma história de amor proibido que atravessa décadas e se transforma em uma saga épica, acompanhando a protagonista Sunja entre a Coréia, o Japão e os EUA, e por guerra, paz, amor, perda, triunfo e acerto de contas. O elenco destaca as atrizes Minha Kim, Yu-na Jeon e Youn Yuh Jung (vendedora do Oscar pelo filme “Minari: Em Busca da Felicidade”) que interpretam a personagem principal em três fases distintas da história. Criada, escrita e produzida por Soo Hugh (criadora da série de terror “The Whispers”), a série também inclui em elenco Soji Arai (“O Sabor de uma Paixão”), Jin Ha (“Devs”), Lee Min-ho (“Lutador Misterioso”), Kaho Minami (“Oh Lucy!”), Steve Sanghyun Noh (“Sense8”), Anna Sawai (“Velozes & Furiosos 9”) e Jimmi Simpson (“Westworld”), entre outros. Com oito capítulos, “Pachinko” estreará seus três primeiros episódios em 25 de março e seguirá com exibição de inéditos todas as sextas-feiras até 29 de abril.
“Succession” domina indicações do prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA
O Sindicato dos Diretores dos EUA (DGA, na sigla em inglês) divulgou a lista dos indicados nas categorias televisivas de seu prêmio anual, o DGA Awards. E a relação traz uma surpresa: o monopólio sem precedentes de um único título na categoria de Melhor Direção em Série Dramática. Todas as cinco vagas da categoria estão sendo disputadas por episódios diferentes da série “Succession”, da HBO. Isto garante uma certeza: “Succession” vai vencer um prêmio do sindicato. Na relação das comédias, também há uma produção com vantagem, mas não da mesma forma. Episódios de “Ted Lasso”, da Apple TV+, aparecem em três das cinco indicações, ao lado das estreantes “Hacks” e “The White Lotus”. A disputa é mais equilibrada entre as minisséries, em que dois capítulos de “Dopesick” disputam com episódios individuais de “The Underground Railroad”, “Station Eleven” e “Mare of Easttown”. Esta categoria, na verdade, premia telefilmes e minisséries, mas deveria mudar de denominação, porque os telefilmes hoje são filmes de streaming que competem no Oscar. A lista do DGA Awards também chama atenção por um detalhe relevante: nenhuma produção da Netflix foi considerada boa o suficiente para disputar o prêmio deste ano. Os indicados das categorias de cinema do DGA Awards serão revelados na quinta-feira (27/1). A cerimônia de premiação está marcada para 12 de março, em Los Angeles. Veja abaixo a lista dos diretores de séries que disputam o prêmio de 2022. MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE DRAMÁTICA Kevin Bray, por “Retired Janitors of Idaho” (“Succession”) Mark Mylod, por “All the Bells Say” (“Succession”) Andrij Parekh, por “What it Takes” (“Succession”) Robert Pulcini & Shari Springer Berman, por “Lion in the Meadow” (“Succession”) Lorene Scafaria, por “Too Much Birthday” (“Succession”) MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE CÔMICA Lucia Aniello, por “There is no Line” (“Hacks”) MJ Delaney, por “No Weddings and a Funeral” (“Ted Lasso”) Erica Dunton, por “Rainbow” (“Ted Lasso”) Sam Jones, por “Beard After Hours” (“Ted Lasso”) Mike White, por “Mysterious Monkeys” (“The White Lotus”) MELHOR DIREÇÃO EM TELEFILME OU MINISSÉRIE Barry Jenkins, por “The Underground Railroad” Barry Levinson, por “First Bottle” (“Dopesick”) Hiro Murai, por “Wheel of Fire” (“Station Eleven”) Danny Strong, por “The People vs. Purdue Pharma” (“Dopesick”) Craig Zobel, por “Mare of Easttown”
“Ozark” é série mais vista da Netflix na semana
A primeira parte da última temporada de “Ozark” liderou a lista de séries mais vistas da Netflix na última semana. No novo Top 10 da plataforma, divulgado nesta terça (25/1), o drama criminal estrelado por Jason Bateman e Laura Linney registrou 77 milhões de horas assistidas, apesar de ter chegado apenas no final da semana. O lançamento dos novos episódios também fez a 1ª temporada de “Ozark” reaparecer na lista das séries mais vistas: em 5º lugar, com 25 milhões de horas – sugerindo que novos fãs ainda estão descobrindo o programa. O 2º lugar registrou uma surpresa: a série estreante de terror sobrenatural “Arquivo 81”, vista por 71 milhões de horas na plataforma. O sucesso da atração deve garantir a produção de sua 2ª temporada. Em seu primeiro fim de semana, a brasileira “Temporada de Verão”, lançada no mesmo dia de “Ozark” (21/1), não acumulou horas suficientes para aparecer no Top 10 das séries internacionais (isto é, não faladas em inglês). Entre os filmes, o destaque foi “Não Olhe para Cima”. Terceiro longa mais visto da semana, o filme está a menos de 5 milhões de horas de superar “Alerta Vermelho” e virar o mais visto da Netflix em todos os tempos.
Série coreana abordará impunidade de menores infratores. Veja o trailer
A Netflix divulgou o pôster americano e o trailer legendado de “Juvenile Justice”, série jurídica de trama polêmica. A prévia enfatiza o motivo da controvérsia, destacando o desdém de menores infratores pelo código penal. A trama gira em torno de uma juiza notoriamente conhecida por sua aversão aos crimes juvenis violentos, que é nomeada para um tribunal de menores no distrito de Yeonhwa. Vítima da delinquência juvenil, ela se depara com a falta de leis mais duras que estimulam a sensação de impunidade dos jovens criminosos. Escrita por Kim Min Sook (“O Impiedoso”) e estrelada por Kim Hye-soo (“Hyena”), a série estreia em 25 de fevereiro.
Flula Borg reprisará papel de “A Escolha Perfeita 2” em série
O ator Flula Borg vai reprisar seu papel como Pieter Krämer na série derivada da trilogia “A Escolha Perfeita”. Ele vai se juntar a Adam Devine no elenco da produção, que será exibida na plataforma americana Peacock. A série da Universal Television tem produção da atriz Elizabeth Banks, que estrelou os três filmes e dirigiu o segundo longa da trilogia. Na adaptação, a estrela-produtora-cineasta vai voltar a trabalhar com Max Handelman e Paul Brooks, com quem ela produziu a franquia no cinema. A franquia lançada em 2012 arrecadou mais de US$ 600 milhões ao acompanhar o grupo vocal feminino da Barden University, as Barden Bellas, em competições contra outros grupos a cappella. Anna Kendrick, Anna Camp, Rebel Wilson, Brittany Snow e Hailee Steinfeld eram algumas das estrelas. Mas a série vai se concentrar no destino do vilão favorito dos fãs, Bumper Allen (papel de Adam Devine), vários anos depois que os espectadores o viram pela última vez no segundo longa-metragem. Na trama, ele vai se mudar para a Alemanha para tentar reviver sua carreira musical, após uma de suas canções estourar em Berlim. Esta é a deixa para seu reencontro com Pieter (Borg), o co-líder do poderoso grupo alemão Das Sound Machine, rivais europeus das Barden Bellas. Lembre uma das performances do grupo Das Sound Machine em “A Escolha Perfeita 2”.
Série de “Percy Jackson” é oficializada na Disney+
A plataforma Disney+ oficializou a produção da série “Percy Jackson e os Olimpianos” (Percy Jackson and the Olympians). A plataforma divulgou um vídeo em que o escritor Rick Riordan, autor da saga literária original, confirma o sinal verde para o início das gravações da 1ª temporada. “A espera acabou, semideuses”, brincou Riordan no vídeo. “Estou emocionado por ser o primeiro a dizer que ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ estão realmente, verdadeiramente, e com certeza chegando às suas telas.” Anteriormente, o autor revelou que a atração de streaming vai adaptar “os cinco livros de Percy Jackson, começando com ‘O Ladrão de Raios’ na 1ª temporada”, além de afirmar estar pessoalmente envolvido “em todos os aspectos da série”. A história do adolescente que descobre ser um semideus – filho do deus do Olimpo Poseidon com uma mortal – , teve dois filmes estrelados por Logan Lerman. O primeiro foi justamente “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” (2010), que conta sua origem. A ideia era dar um tratamento de “Harry Potter” à franquia, mas as adaptações não tiveram sequência após o segundo capítulo cinematográfico, “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), decepcionar nas bilheterias (US$ 199 milhões mundiais para um orçamento de US$ 90 milhões). A versão do streaming contará com produção de Jon Steinberg (“The Old Man”) e direção de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”.
Star+ vai lançar “How I Met Your Father” em março
A plataforma Star+ anunciou que lançará “How I Met Your Father”, série derivada da sitcom de sucesso “How I Met Your Mother”, em 9 de março no Brasil. A série estrelada por Hilary Duff (“Younger”) estreou na terça passada (18/1) nos EUA, na plataforma Hulu. A nova atração repete a estrutura de “How I Met Your Mother”, trazendo em cada episódio a versão mais velha da protagonista, Sophie, enquanto conta aos filhos como conheceu o pai deles em 2022. É basicamente o que fez Ted Mosby (Josh Radnor) na atração anterior sobre a história da mãe de seus filhos. A explicação de Mosby/Radnor durou 9 temporadas e, ao fim, frustrou todo o público que acompanhou a série desde 2014. A nova versão tem ao menos dez capítulos garantidos em sua 1ª temporada. A produção também inclui Chris Lowell (“Bela Vingança”), Francia Raísa (“Grown-Ish”), Tom Ainsley (“Safe Inside”), Tien Tran (“A Lenda de Candyman”) e Suraj Sharma (“As Aventuras de Pi”) como a turma de melhores amigos da protagonista, além de Josh Peck (“Turner & Hooch”) como um dos interesses românticos e Kim Catrall (“Sex and the City”) como narradora. Hilary Duff, Chris Lowell, Francia Raisa, Tom Ainsley, Tien Tran e Suraj Sharma protagonizam #HIMYF. Lindo grupo. Disponível em 9 de março, só no #StarPlusBR. pic.twitter.com/PjgNcRv6VD — Star+ Brasil (@StarPlusBR) January 24, 2022
Ivory Aquino viverá personagem transexual de “Batgirl”
A atriz Ivory Aquino (“When We Rise”) foi escalada no filme “Batgirl” como Alysia Yeoh, a melhor amiga de Barbara Gordon (Leslie Grace, de “Em um Bairro de Nova York”), também conhecida como Batgirl. A confirmação aconteceu poucos dias após Leslie Grace se antecipar e postar uma foto do set nos Stories de seu Instagram, marcando Aquino e legendando a imagem (de duas mulheres atravessando a rua) com “Barbara e Alysia”. Alysia Yeoh apareceu pela primeira vez numa publicação de 2011 da revista em quadrinhos “Batgirl”, e foi criada pela roteirista Gail Simone e o artista Ardian Syaf. Tanto a personagem quanto sua intérprete são transexuais, marcando a primeira vez que um filme da DC Comics apresenta uma personagem abertamente transexual. Apesar desta escalação, vale lembrar que a série “Supergirl” foi pioneira em apresentar a primeira super-heroína transexual da TV, Nia Nal, a Sonhadora, vivida por Nicole Maines. Desenvolvido para a plataforma HBO Max, “Batgirl” tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e direção dos belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”), e seu elenco também vai contar com a volta de J.K. Simomns como James Gordon, revivendo sua participação no DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) após “Liga da Justiça”, e Michael Keaton como Batman, após retomar o papel no vindouro filme do Flash.
“The Lost Symbol” é cancelada após 1ª temporada
A plataforma americana de streaming Peacock cancelou “The Lost Symbol”, série baseada nos livros de Dan Brown sobre o personagem Robert Langdon, que foi interpretado por Tom Hanks em três filmes. A atração durou apenas uma temporada com Ashley Zukerman (da série “Succession”) no papel principal. Apesar do livro “O Símbolo Perdido” ser o terceiro da saga, situado entre “O Código Da Vinci” e “Inferno”, mudanças foram feitas na trama para apresentar a série como uma história de origem do personagem. O diretor Ron Howard, que filmou “O Código Da Vinci” (2006), “Anjos e Demônios” (2009) e “Inferno” (2016), era um dos produtores da atração, ao lado do próprio Dan Brown, mas a adaptação esteve a cargo da dupla Dan Dworkin e Jay Beattie, criadores da série sci-fi “The Crossing”. Na trama, o professor de Harvard é convidado a desvendar o significado da pirâmide maçônica e impedir uma (mais uma, para quem viu os filmes) conspiração global. O elenco também incluía Valorie Curry (“The Following”), Sumalee Montano (“Scandal”), Rick Gonzalez (“Arrow”), Eddie Izzard (“A Batida Perfeita”) e Beau Knapp (“The Good Lord Bird”). Em comunicado, a Peacock ressaltou que a a série foi exibida de forma “completa e satisfatória” para seus assinantes, já que todo o livro original foi adaptado em sua trama, sem deixar ganchos. Mas não haverá uma nova história. Inédita no Brasil, a série deve chegar por aqui nos próximos meses pela Globoplay.












