“Stranger Things” terá salto temporal na 5ª temporada
Os irmãos Matt e Ross Duffer revelaram que planejam um salto temporal para a 5ª e última temporada de “Stranger Things”. Em entrevista ao site TV Line, os criadores da série da Netflix explicaram que isso se tornou uma necessidade, devido ao rápido amadurecimento do elenco mais jovem. “Tenho certeza que faremos um salto temporal. Queríamos ter gravado as temporadas 4 e 5 juntas, mas não havia um jeito viável de fazer isso”, disse Ross. Eles também comentaram a expectativa em torno do final da história. “O final é a parte mais difícil e estressante. Queremos acertar no encerramento. Aprendemos muito toda vez que fazemos uma nova temporada. Aprendemos muito com o elenco e com a equipe, com quem trabalhamos por um longo período na 4ª temporada. Então tenho certeza que algumas coisas vão mudar”, afirmou Matt. Apesar disso, ainda não começaram a escrever os episódios finais e nem fazem previsão sobre quando vão retomar a produção. Isto porque, segundo eles, o trabalho continua intenso na finalização dos últimos dois episódios do quarto ano da série, que estreiam em 1 de julho na Netflix.
“Stranger Things” coloca Kate Bush no Top 10 da Billboard
Embora “As It Was” de Harry Styles seja a música mais ouvida dos EUA pela quinta semana consecutiva, é um clássico de 1985 de Kate Bush que tem sido a canção mais falada e comentada nos últimos dias no mercado americano. Nesta semana, também virou uma das mais tocadas. “Running Up That Hill” apareceu pela primeira vez no Top 10 da revista Billboard, a principal parada de sucessos dos EUA. Estreou em 8º lugar, apesar de ter sido lançada há 37 anos. Na época do single original, a gravação atingiu apenas a 30ª posição. O fenômeno tem nome: “Stranger Things”. A música é ouvida durante vários capítulos da recém-lançada 4ª temporada da série da Netflix, além de se destacar em participação importante, integrando a trilha e também o roteiro da cena mais eletrizante dos novos episódios. De forma impressionante, a série rendeu o primeiro hit da cantora nos EUA. Bem-sucedida no Reino Unido, Kate Bush sempre teve dificuldades para ter suas músicas tocadas do outro lado do Atlântico. Apesar de ter sua primeira música registrada no Top 100 da Billboard em 1979, só agora, com “Stranger Things”, ela penetrou no Top 10. Os fãs da série da Netflix também impulsionaram “Running Up That Hill” à liderança da parada de comercialização digital da Billboard. Foi a música mais comercializada da semana, com 18,3 mil singles digitais vendidos. Também foi a 6ª música mais ouvida na parada de streamings, acionada 17,5 milhões de vezes nas plataformas musicais. Além disso, tocou 392 mil vezes nas estações de rádio do país. O mais interessante é que Kate Bush costuma impedir que filmes e séries usem suas músicas. Ela aceitou desta vez porque já era fã de “Stranger Things” e, ao receber os roteiros, adorou a forma como “Running Up That Hill” seria incorporada na trama. No fim de semana, ela usou seu site pessoal para agradecer aos fãs da série pela redescoberta da canção de 1985. “Vocês devem ter ouvido que a primeira parte da nova e fantástica série ‘Stranger Things’ foi lançada recentemente na Netflix. Ele apresenta a música ‘Running Up That Hill’, que está ganhando um novo sopro de vida por parte dos jovens fãs que amam a série – eu também amo!”, ela escreveu. Importante observar que o feito de “Running Up That Hill” é raro. É muito difícil uma música tão antiga conseguir entrar no Top 10 da Billboard. Mesmo mortes de artistas célebres não conseguem recuperar sucessos históricos. Nem mesmo clássicos natalinos entram no topo das paradas durante a época festiva. O único caso que vem à mente foi o estouro de “Bohemian Rhapsody” do Queen, que chegou ao 2ª lugar em 1992, impulsionada por uma cena hilária do filme “Quanto Mais Idiota Melhor”.
“Stranger Things” domina Netflix e bate recordes
O fenômeno “Stranger Things” dominou completamente a audiência da Netflix na última semana. Completamente, neste caso, quer dizer que a criação dos irmãos Duffer ocupou do 1º ao 4º lugar do ranking das séries mais vistas em inglês da plataforma. De forma impressionante, todas as quatro temporadas da série registraram as maiores audiência do streaming entre a segunda-feira da semana passada (30/5) e o último domingo (5/6). É possível que muita gente tenha maratonado o começo para recordar eventos passados, mas há relatos de novos assinantes atraídos para descobrir o conteúdo que está eletrizando o público mundial. O lançamento da 4ª temporada em 27 de maio já tinha marcado o maior fim de semana de estreia da Netflix, com 287 milhões de horas assistidas em apenas três dias. Agora, na primeira semana completa de disponibilidade na plataforma, os sete novos episódios renderam mais 335 milhões de horas de streaming. Com isso, o novo ano de “Stranger Things” já ocupa o 3º lugar entre as temporadas de séries em inglês mais vistas na Netflix em todos os tempos, atingindo um total de 621,8 milhões de horas. Tudo indica ainda que o Mundo Invertido vai aparecer no topo do ranking no levantamento da semana que vem. À sua frente, estão apenas as duas temporadas produzidas de “Bridgerton”, mas praticamente coladas. A estreia do romance de época da produtora Shonda Rhimes ocupa o 2º lugar com 625,4 milhões de horas, enquanto a 2ª temporada lidera o ranking com 656,26 milhões de horas. A 4ª temporada de “Stranger Things” deve abrir grande vantagem sobre “Bridgerton” nos próximos dias e passar para uma disputa de outro nível, com a recordista de todas as línguas. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A Netflix calcula essa lista com base somente na audiência durante os primeiros 28 dias de disponibilidade de um título, o que significa que a 4ª temporada de “Stranger Things” ainda tem 18 dias para subir no ranking. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, continua escalando as paradas musicais, numa redescoberta da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década. Nesta semana, a gravação entrou pela primeira vez no Top 10 da revista Billboard, lugar que não tinha conseguido alcançar no lançamento original de 37 anos atrás. Fenômeno.
Vídeo entrega próxima vítima de Vecna em “Stranger Things”
A primeira parte da 4ª temporada de “Stranger Things” deixou os fãs ansiosos por notícias dos próximos capítulos. E o perfil oficial da série no Twitter publicou nesta segunda (6/5) um vídeo de bastidores que, sem querer, revelou um spoiler enorme do que vem por aí. Trata-se de uma nova vítima de Vecna. Quer saber? O vídeo de mais de 6 minutos detalha o cotidiano do elenco na produção, exibindo suas rotinas com maquiagem, figurinos e filmagens. Mas, na altura dos 2 minutos e 45 segundos, Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin, e Caleb McLaughlin, que dá vida a Lucas, iniciam um diálogo revelador. Caleb mostra um imagem no celular em que aparece com uma maquiagem especial. Reparem que a produção teve o cuidado de esconder o aparelho com um logotipo de “Stranger Things 4”, indicando que seria algo que o público não poderia saber. Entretanto, o diálogo revela detalhes. “Isso ficou tão… Nossa! Seus olhos! Cara, eles colocaram lentes de contato em você?”, pergunta Gaten. Caleb confirma. “Era desconfortável?”, questiona o intérprete de Dustin. “Sim”, responde o ator que vive Lucas, rindo. A conversa descompromissada indica que Lucas será o próximo personagem possuído por Vecna, já que a principal característica das possessões são mudanças de cor nos olhos das vítimas – os atores usam uma lente de contato de tom azul bem claro. Será que a produção vacilou mesmo e entregou esse spoiler? Ou se trata de uma pegadinha da dupla de malandrinhos? A resposta e a segunda parte da 4ª temporada “Stranger Things” chegam à Netflix em 1º de julho. ever wonder what a day in the life on the set of stranger things is like? look no further, nerds pic.twitter.com/kdTclcs7P2 — Stranger Things (@Stranger_Things) June 6, 2022
As 10 melhores séries de maio
Ninguém consegue acompanhar todas as séries lançadas semanalmente por cada vez mais plataformas digitais. Dá para tentar assistir, no máximo, aos destaques. E mesmo assim, alguma produção importante pode passar batida entre as inúmeras novidades. Esta lista mensal serve de alerta para os interessados, reunindo as 10 melhores estreias recentes de streaming. Encabeçada pelo fenômeno “Stranger Thigs”, a mostra de maio é repleta de títulos de ficção científica. Metade da seleção pertence ao gênero, mas ainda há comédias, suspenses e um drama policial. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque. | STRANGER THINGS | NETFLIX Após três anos de espera e expectativa nas alturas, a série sobrenatural adolescente retornou com clima cinematográfico, deixando claro que não foram economizadas despesas na produção de sua 4ª temporada – supostamente mais cara que a temporada final de “Game of Thrones”. São mais efeitos, mais ação e mais personagens, resultando em tramas paralelas e capítulos bastante longos. Em resumo, os episódios exploram uma guerra iminente entre os jovens protagonistas da atração e as ameaças do Mundo Invertido, levando a turma das bicicletas a encarar um novo monstrão batizado com o nome de mais uma criatura de “Dungeons and Dragons”. O jogo, por sinal, se torna ainda mais importante, porque um dos novos personagens é um grande mestre dos calabouços de tabuleiro. Parte do elenco mirim ainda vai lidar com uma casa mal-assombrada relacionada a Freddy Krueger – na verdade, a residência pertence a um personagem atormentado vivido pelo astro da franquia “A Hora do Pesadelo”, Robert Englund. E ainda há as histórias de Eleven (Millie Bobby Brown), que busca recuperar seus poderes, e do xerife Hopper (Jim Harbour) preso na Rússia. Tudo isso é equilibrando com drama e humor, mas com muito mais terror que antes, resultando na temporada mais assustadora de toda a série. Lançada em duas partes, a 4ª temporada da criação dos irmãos Matt e Ross Duffer teve apenas sete de seus nove episódios disponibilizados em maio, com os dois remanescentes guardados para o dia 1º de julho. | OBI-WAN KENOBI | DISNEY+ Sequência direta da trilogia “Star Wars” dos anos 2000, a série se passa dez anos após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e mostra a perseguição ao personagem-título, que volta a ser interpretado por Ewan McGregor. Após desafiar o Império e fugir com os filhos de seu ex-pupilo Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi se esconde no planeta Tatooine, acompanhando à distância o crescimento do jovem Luke. Mas o Império não desistiu de encontrar o velho mestre foragido, um dos poucos remanescentes do massacre da ordem Jedi, o que coloca em risco a segurança da menina Leia, sequestrada para tirar Kenobi de seu esconderijo. O elenco da produção também inclui Joel Edgerton e Bonnie Piesse, retomando seus papéis como os tios que criaram Luke Skywalker, Jimmy Smits como o Senador Organa, pai adotivo de Leia, além de Hayden Christensen, intérprete de Anakin, agora completamente transformado em Darth Vader. Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a produção ainda inclui participações de Kumail Nanjiani (“Eternos”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Maya Erskine (“PEN15”), o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) formidável como vilã e a menina Vivien Lyra Blair (“Bird Box”), que rouba as cenas como a Leia mirim. Após os três primeiros capítulos, a série segue com episódios inéditos todas as quartas. STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS | PARAMOUNT+ Nunca houve uma atração tão esperada. Foram nada menos que 58 anos para que “The Cage”, o mítico piloto rejeito de “Jornada nas Estrelas” em 1964, virasse uma série. Até recentemente um rodapé na história da franquia, o conceito original de Gene Roddenberry é a origem da nova série. Antes de criar o Capitão Kirk, Roddenberry concebeu o galante Capitão Pike no comando da nave Enterprise, acompanhado por uma imediata feminina, chamada apenas pelo codinome de Número 1. Entretanto, essa configuração foi rejeitada pelos executivos da NBC, levando o criador da série a mudar tudo. De todos os personagens, apenas um fez a transição do piloto rejeitado para a versão aprovada: o oficial alienígena Spock. Esta história seria mera curiosidade, não fosse a decisão do produtor de reciclar cenas do piloto de 1964 numa trama de duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas”, que revelou a tripulação perdida da Enterprise. Aquela aparição de 1966 gerou muita curiosidade, mas foi só décadas depois, em 2019, durante a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que os personagens esquecidos ganharam um novo e breve arco narrativo. Com os fãs indo a loucura, a Paramount+ percebeu que tinha atingido um nervo, e Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”) receberam aprovação para criar uma série inteira centrada no comando do Capitão Pike. Além de Pike (interpretado por Anson Mount), Número 1 (Rebecca Romijn) e Spock (Ethan Peck), a atração foi vitaminada com outros personagens do cânone, como a jovem cadete Uhura e a enfermeira Christine Chapel, ambas da série de 1966, além do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: uma descendente do famoso vilão Khan como uma das três criações inéditas da produção. O detalhe é que a nostalgia não se restringe aos personagens. Ao contrário das narrativas serializadas das novas séries trekkers, o programa tem episódios contidos, uma história completa por semana, como a velha série original. Também é mais leve, divertida e com aventuras que remetem ao espírito dos capítulos dos anos 1960, inclusive se conectando a algumas tramas clássicas, como o noivado de Spock. Como resultado, a série da velha geração, a “Star Trek” antes do Capitão Kirk, consegue ser a melhor “Star Trek” desde “A Nova Geração” do Capitão Picard nos anos 1990. E também a mais “Star Trek” de todas as produções da franquia desde o voo inaugural da Enterprise. TEERÃ | APPLE TV+ Produzida por um dos mentores da premiada “Fauda” e criada pela equipe de “Magpie”, a série de espionagem israelense traz Niv Sultan (“The Stylist”) como uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente ao Irã para uma missão secreta: destruir uma usina nuclear. O plano dá errado e na 2ª temporada, enquanto tenta passar despercebida, ela é contatada por uma nova personagem vivida por Glenn Close (“A Esposa”), que lhe transmite uma nova missão perigosa. Só que a chefe pode estar escondendo algo, que inevitavelmente colocará a vida da espiã em risco. Repleto de ação, perseguições e tiroteios, o thriller recebeu críticas muito positivas, atingindo 94% de aprovação no Rotten Tomatoes em sua 1ª temporada, além de ter vencido o Emmy Internacional como Melhor Série de Drama. O elenco também destaca Shaun Toub (de “Homeland”), Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). THE WILDS | AMAZON PRIME VIDEO As reviravoltas explodem em tensão na 2ª temporada. Originalmente apresentada como uma variação de “Lost”, a série começou com um grupo de garotas adolescentes numa ilha deserta, após sobreviverem a um acidente de avião. Só que, na verdade, nunca houve acidente. Elas foram colocadas na ilha de forma proposital. E após passarem por desafios físicos e mentais, descobrem que não foram as únicas a participar da experiência ilegal de cientistas sem ética. Um conjunto de rapazes também está em outra ilha. Mas os responsáveis pela experiência jamais imaginaram que os dois grupos pudessem se encontrar. A trama de sobrevivência física e desafio psicológico foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”) e Troy Winbush (“Os Goldbergs”). | HACKS | HBO MAX Rara série com 100% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, “Hacks” venceu três prêmios Emmy em sua temporada inaugural – Melhor Roteiro, Direção e Atriz. Criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky, todos roteiristas de “Broad City”, a atração traz Jean Smart (“Watchmen”) como uma lendária comediante de Las Vegas. Enfrentando a decadência e a falta de humor, ela se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas, mas as duas se odeiam à primeira vista, até perceberem que o desprezo de uma pela outra é o ingrediente ideal para uma boa parceria. A “estagiária” do humor é interpretada pela novata Hannah Einbinder. Além de co-escrever e co-produzir a série, Aniello também dirige e Downs integra o elenco da atração – que ainda inclui Carl Clemons-Hopkins (“Chicago Med”), Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Christopher McDonald (“Professor Iglesias”), Mark Indelicato (“Ugly Betty”), Poppy Liu (“Sunnyside”), Johnny Sibilly (“Pose”), Meg Stalter (“The Megan Stalter Show”) e Rose Abdoo (“Duas Tias Loucas de Férias”). | MADE FOR LOVE | HBO MAX Baseada no romance homônimo da criadora Alissa Nutting (“False Positive”), a comédia sci-fi com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes gira em torno de um casal, Byron e Hazel, que inaugura uma tecnologia capaz de compartilhar pensamentos e manifestá-los com imagens realistas. Tudo parece ir bem, até que Hazel resolve pedir o divórcio. E isso cria um problema crucial: o que fazer com o chip caríssimo e invasivo implantado em seu cérebro? Após escapar do controle do marido megalômano, a 2ª temporada acompanha Hazel provisoriamente de volta ao “lar”, para que Byron use sua tecnologia revolucionária no pai dela, que sofre com câncer terminal. Os personagens são vividos por Cristin Milioti (“Black Mirror”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), além de Ray Romano (“O Irlandês”) como o pai viúvo de Hazel, que mora com uma “garota sintética”. A CIDADE É NOSSA | HBO MAX Criada pela dupla George Pelecanos e David Simon, da cultuada série “A Escuta” (The Wire), e dirigida por Reinaldo Marcus Green, o cineasta de “King Richard: Criando Campeãs”, a minissérie criminal acompanha uma força tarefa do Departamento de Polícia de Baltimore, que utiliza a guerra contra as drogas como fachada para roubar dinheiro do tráfico. A história é real e baseada no livro homônimo escrito por Justin Fenton, repórter do jornal Baltimore Sun. E seu elenco destaca Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Wunmi Mosaku (“Loki”), Jamie Hector (“Bosch”), Don Harvey (“The Deuce”), McKinley Belcher III (“The Passage”), Jermaine Crawford (“A Escuta”) e Treat Williams (“Everwood”), entre outros. THE MAN WHO FELL TO EARTH | PARAMOUNT+ Outra sci-fi criada por Alex Kurtzman e Jenny Lumet (“Star Trek: Strange New Worlds”) também é destaque na Paramount+. Trata-se de uma continuação do filme “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que traz Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como um alienígena em busca de salvação para seu mundo. Sua chegada é uma resposta ao sinal enviado há mais de 40 anos pelo extraterrestre original – interpretado por David Bowie em 1976 e por Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) como sua versão mais velha – , que abandonou sua missão e vive recluso desde a descoberta de sua identidade. A atração apresenta o protagonista em dois tempos, em flashforward como um inventor-empresário visionário e durante sua chegada à Terra, quando era ingênuo, sem filtro e sempre se metia em confusões – inclusive com a polícia – , tentando aprender o idioma local e habilidades sociais para passar despercebido. Suas aparições iniciais rendem cenas engraçadas, mas também dramáticas, pois seu destino se mostra ligado ao de uma mãe solteira endividada (Naomie Harris, de “007 – Sem Tempo Para Morrer”), que trabalha...
Kate Bush agradece sucesso de “Running Up That Hill” em “Stranger Things”
A cantora Kate Bush também se rendeu a “Stranger Things”. Numa rara declaração, feita em seu site oficial, ela comentou a redescoberta de “Running Up That Hill”, sua canção de 1985, que voltou a liderar paradas de sucesso após sua inclusão na 4ª temporada da série. “Vocês devem ter ouvido que a primeira parte da nova e fantástica série ‘Stranger Things’ foi lançada recentemente na Netflix. Ele apresenta a música ‘Running Up That Hill’, que está ganhando um novo sopro de vida por parte dos jovens fãs que amam a série – eu também amo!”, ela escreveu. “Por causa disso, ‘Running Up That Hill’ está nas paradas em todo o mundo e chegou ao número 8 das paradas do Reino Unido. É tudo muito emocionante! Muito obrigado a todos que apoiaram a música”, acrescentou a cantora. “Espero, com a respiração presa, pelo resto da série em julho.” “Running Up That Hill” também se tornou a música mais tocada no iTunes, no fim de semana de estreia dos novos episódios de “Stranger Things”, e atingiu o 2º lugar na parada americana do Spotify. Sem lançar discos há uma década, e praticamente afastada da mídia desde a virada do século, Kate Bush sempre recusou todos os pedidos de liberação de músicas para filmes e séries. Mas isto mudou ao ser procurada pela equipe de “Stranger Things”. Confessando que era fã da série, a cantora não só liberou como adorou a forma como os produtores idealizaram usar sua música na trama. Os fãs de “Stranger Things” também amaram como “Running Up That Hill” se encaixou na história. Um comentário no perfil oficial de Kate Bush no Instagram resume o sentimento geral: “Obrigado por salvar Max”. Na trama, a música foi responsável por tirar a personagem Max (Sadie Sink) do transe que a levaria à morte. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados em 27 de maio, enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho. Criadores da atração da Netflix, os irmãos Matt e Ross Duffer já adiantaram que a música de Kate Bush voltará a tocar num “momento épico” do final da temporada, o que explica porque a cantora disse esperar “com a respiração presa, pelo resto da série em julho”.
Stephen King alfineta “Stranger Things” e roteiristas respondem
A nova temporada de “Stranger Things” é o assunto do momento e até o rei do terror, Stephen King, decidiu comentar. Ele elogiou os novos episódios, com mais “terror até agora”, além de destacar referência a suas obras, mas considerou a divisão em duas partes uma ideia de centavos. “A nova temporada de ‘Stranger Things’ é muito legal – tão boa ou melhor que as três anteriores. Tem até umas notas de ‘Carrie’. É a temporada inteira ou é mais uma daquelas que foi dividida em 2 partes? Na minha opinião, isso é meio trouxa”, escreveu King na noite de quarta-feira (1/6). Vendo o comentário, a conta oficial dos roteiristas da série respondeu rapidamente: “Desculpe, tio Stevie, ainda não terminamos [os episódios] 8 e 9, mas estamos trabalhando o mais rápido que podemos! Que bom que você está gostando e que pegou nossa citação super sutil da ‘Carrie'”. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados na sexta (27/5), enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho. Sorry Uncle Stevie, 8+9 aren’t done yet, but we’re working as fast as we can! Glad you’re enjoying and that you picked up on our super subtle Carrie riff 😜 — stranger writers (@strangerwriters) June 1, 2022
Diretor diz que próximos episódios de “Stranger Things” serão “soco no coração”
Além de dirigir filmes de sucesso como “Free Guy” e “O Projeto Adam”, Shawn Levy também é produtor e diretor da série “Stranger Things”. Ele assinou dois dos capítulos mais importantes da primeira parte da 4ª temporada e revelou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, que a segunda parte dará um “soco bem no coração” dos fãs. “Tendo visto os dois capítulos finais, eles são tão emocionantes quanto são cinematográficos. Eles são realmente um deleite para os olhos, mas eles dão um soco bem no coração. Então, é assim que eu os defino”, explicou. Responsável pelos episódios “O Monstro e a Super-Heroína” e “Querido Billy” na atual leva, Levy contou que as duas últimas partes também esclarecerão o mistério de Hawkings. Ele afirmou que os criadores da série, Matt e Ross Duffer, decidiram ter chegado a hora das respostas. “É a hora de explicar tudo”, disse. “O final reposiciona tudo que sabemos sobre o mal em Hawkins e os vilões sobrenaturais. Certamente, serve de trampolim para o que vem depois.” O diretor também comentou a expectativas para o encerramento da série, na 5ª temporada. “Será agridoce para nós gravarmos e será agridoce para o público ver, mas esperamos que seja também profundamente satisfatório, porque todos nós sabemos, como fãs de outras séries, que poucos sentimentos são tão ruins quando um final decepcionante. E não há a menor chance que daremos qualquer coisa menos que um final satisfatório aos nossos fãs fieis”. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados na sexta (27/5), enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho.
Stranger Things: Música de Kate Bush vai impactar Parte 2 da temporada
Depois de cumprir um papel importante na primeira parte da 4ª temporada de “Stranger Things”, a música “Running Up That Hill”, de Kate Bush, vai voltar a ser ouvida na segunda parte. E, segundo os criadores da série, ela tocará num momento significativo do final. Os irmãos Matt e Ross Duffer contaram detalhes desse retorno musical, além de como chegaram nesta música e o apoio de Kate Bush à série, numa nova entrevista ao site Tudum, da própria Netflix. Eles revelaram que tinha outra ideia para tirar Max (Sadie Sink) do transe, mas a pesquisa que fizeram para a série acabou influenciando a decisão. “Estávamos pesquisando sobre pessoas que têm coma e essas coisas, e acho que foi isso que nos levou à canção. A música tem o poder de alcançar as pessoas, mesmo quando elas estão nesses estados catatônicos. Mas então pensamos: ‘Bem, seja qual for a música, tem que ser perfeita’”, explicou Ross. Segundo o showrunner, a faixa ideal precisaria ser cinematográfica para combinar com o momento de tensão do confronto da Max com o Vecna. “Sabíamos que a cena, em que ela está passando pelo que chamamos de camada mental, precisava ter um alcance cinematográfico. Ao mesmo tempo, precisava ser emocional. E as letras de Kate Bush são emocionais”. Assim que se decidiram por “Running Up That Hill”, eles entraram em contato com Kate Bush. “Ela tem sido incrível. Enviamos as cenas para que ela visse como a música é usada na série”, revelou Matt. Foi neste ponto da entrevista que ele revelou: “Há um momento épico de Kate Bush no final [episódio 9] que não esperávamos, meio que descobrimos enquanto estávamos editando”. “A sequência ficou muito legal, mas faltava uma coisinha. E eu fiquei, tipo: ‘Bem, vamos tentar Kate. Quando Kate nos decepcionou?’. Enviamos a cena para ela e ela foi gentil o suficiente para nos deixar usar sua música mais uma vez. A faixa volta de uma maneira importante”, completou. Por conta da sua inclusão em “Stranger Things”, “Running up that Hill”, clássico de Kate Bush, atingiu o topo do iTunes 37 anos após seu lançamento, além de ter ficado em 2º lugar no Spotify americano no fim de semana. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados na sexta (27/5), enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho.
Sadie Sink revela que música atual a salvaria de qualquer coisa
Um dos momentos mais comentados da volta recordista de audiência de “Stranger Things” é a relação de Max, personagem interpretada pela atriz Sadie Sink, com a música “Running Up That Hill”, da cantora Kate Bush. A música literalmente salva a vida da adolescente na série da Netflix. Graças a seu uso em “Stranger Things”, a música de 1985 atingiu o 1º lugar na parada de sucessos do iTunes e o 2º lugar na parada americana do Spotify neste fim de semana. Além disso, a redescoberta da canção tem despertado interesse na carreira da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década. Inevitavelmente, Sadie Sink, que pertence a uma geração bem diferente de Max, acabou sendo perguntada sobre o tema. Em entrevista ao site Tudum, criado pela própria Netflix, a atriz revelou que música atual a salvaria na vida real. A resposta foi “August”, de Taylor Swift. Segundo Sink, “essa música honestamente pode me reviver de qualquer coisa”. Vale lembrar que a intérprete de Max já apareceu num clipe de Taylor Swift: o curta que ilustrou a versão de 10 minutos da música “All Too Well” – ao lado do ator Dylan O’Brien (“Maze Runner”), no ano passado. Relembre “August”, a música de salvação de Sadie Sink.
Volta de “Stranger Things” vira maior estreia da história da Netflix
A Netflix registrou uma audiência recorde com o retorno de “Stranger Things”. Três anos após o lançamento dos últimos capítulos, a estreia da 4ª temporada acumulou 286,79 milhões de horas de visualização em todo o mundo. E isto em apenas três dias, desde o lançamento na sexta (27/5) até o domingo (29/5) passado. Os números superam com folga o recorde anterior de estreia em inglês na plataforma, registrado em março pelo lançamento da 2ª temporada de “Bridgerton”, com 193 milhões de horas de exibição em seu primeiro fim de semana. Outro detalhe impressionante da façanha da série sci-fi dos irmãos Duffer é que a audiência de seus primeiros dias já representa 44% de toda a visualização da temporada recordista de “Bridgerton”. A produção de época de Shonda Rhimes possui a maior audiência das séries em inglês da Netflix, com 656,26 milhões de horas de exibição acumulada em todo o mundo no período de 28 dias desde seu lançamento. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A estreia altamente antecipada da 4ª temporada de “Stranger Things” também ajudou a resgatar o interesse nas temporadas anteriores da série, que ressurgiram no Top 10 global da plataforma. Na verdade, no Top 5, ocupando a 3ª, 4ª e 5ª posições do ranking, atrás de “O Poder e a Lei” (The Lincoln Lawyer) em 2º lugar. A volta de “Stranger Things” também foi um fenômeno nas redes sociais. Apenas no Twitter, foram feitas quase 5 milhões de postagens no mundo inteiro, sendo que o Brasil correspondeu a cerca de um terço de toda esta movimentação. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, alcançou o 1º lugar na parada de sucessos do iTunes e o 2º lugar na parada americana do Spotify neste fim de semana. Isto também tem despertado interesse na carreira da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década.
Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista
Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo? | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS | KATE BUSH | 1979 | WOW | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL
Conheça as músicas da 4ª temporada de “Stranger Things”
A trilha sonora da 4ª temporada de “Stranger Things” surpreendeu os fãs que esperavam apenas hits dos anos 1980. Eles estão lá, mas acompanhados até por composições eruditas. A seleção de faixas que sonoriza a produção dos irmãos Duffer inclui ópera, sinfonias, jazz, surf music, funk, rock, synthpop e até rap recente. O mais curioso é que, apesar da trama se passar em 1986, apenas uma gravação presente na seleção foi lançada naquele ano: a versão de “California Dreamin'” dos Beach Boys, ouvida no primeiro episódio. Algumas músicas se repetem, como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald, mas principalmente “Running Up that Hill”, de Kate Bush, transformada numa espécie de tema da personagem Max (Sadie Sink). Veja abaixo, por ordem cronológica de lançamento, as 20 músicas mais importantes dos sete episódios da primeira parte da 4ª temporada da atração, disponíveis desde sexta (27/5) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME | RICKY NELSON | 1961 | TRAVELIN’ MAN | SURFARIS | 1963 | WIPE OUT | KISS | 1976 | DETROIT ROCK CITY | TALKING HEADS | 1977 | PSYCHO KILLER | THE CRAMPS | 1980 | I WAS A TEENAGE WEREWOLF | THE CRAMPS | 1980 | FEVER | MUSICAL YOUTH | 1982 | PASS THE DUTCHIE | DONNELL PITMAN | 1983 | BURNING UP | PHILIP GLASS | 1983 | PROPHECIES | PHILIP GLASS | 1984 | AKHNATEN AND NEFERTITI | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL | DEAD OR ALIVE | 1985 | YOU SPIN ME ROUND (LIKE A RECORD) | FALCO | 1985 | ROCK ME AMADEUS | BALTIMORA | 1985 | TARZAN BOY | STARPOINT | 1985 | OBJECT OF MY DESIRE | BEACH BOYS | 1986 | CALIFORNIA DREAMIN’ | EXTREME | 1989 | PLAY WITH ME | HIPBONE SLIM & HIS FROGMEN | 2013 | LEGLESS | ABM CUTTHROAT | 2020 | SURVIVE












