Jon Favreau revela novas fotos do set da primeira série live-action de Star Wars
O cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), criador de “The Mandalorian”, primeira série live-action da saga “Star Wars”, compartilhou duas fotos de objetos cenográficos (props) da produção em sua conta no Instagram. Uma delas destaca uma arma alienígena e a outra é sujeita à muita especulação. “The Mandalorian” seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. Favreau revelou a premissa da atração num post anterior no Instagram, publicado no começo de outubro. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Desenvolvida para a plataforma de streaming da Disney, “The Mandalorian” ainda não tem previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 12 de Out, 2018 às 7:17 PDT Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 12 de Out, 2018 às 4:17 PDT
Série live action da saga Star Wars ganha primeira foto e confirma Taika Waititi como diretor
A Lucasfilm divulgou a primeira foto de “The Mandalorian”, primeira série live action (com atores) de “Star Wars”. A imagem (acima) destaca o mandaloriano do título, com um visual que lembra Boba Fett. Desenvolvida pelo cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”) a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. Junto com a imagem oficial, o estúdio anunciou que Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) será um dos diretores do projeto. Além dele, Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”), Dave Filoni (criador de “Star Wars Rebels”) e a atriz Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) vão comandar episódios. E uma curiosidade é que o pai da atriz, Ron Howard, dirigiu o recente “Han Solo: Uma História Star Wars”). Favreau revelou a premissa da série num post publicado no Instagram na quarta (3/10). “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Ele também comentou anteriormente que a trama seria situada sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Na galáxia distante da saga, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de um novo clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019.
Primeira série live action do universo Star Wars ganha título e ligação com personagem conhecido
A primeira série “live action” (com atores reais) de “Star Wars” ganhou título e contexto. O diretor Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli: O Menino Lobo”), responsável pela produção, revelou as primeiras informações importantes sobre o projeto em seu Instagram. Com o nome oficial de “The Mandalorian”, a série seguirá um pistoleiro solitário, que seria uma espécie de “herdeiro” de Boba Fett. “Após as histórias de Jango e Boba Fett, outro guerreiro emerge no universo ‘Star Wars’. ‘The Mandalorian’ se passa após a queda do Império e antes da emergência da Primeira Ordem”, escreveu o cineasta, completando: “Acompanharemos os percalços de um pistoleiro solitário nos confins da Galáxia, longe da autoridade da Nova República”. Favreau já tinha comentado anteriormente que a produção ia se passar sete anos após a Batalha de Endor. Isto significa que o enredo vai cobrir o grande hiato entre os eventos de “O Retorno de Jedi” e os de “O Despertar da Força”, o que abre inúmeras possibilidades para os roteiristas se aventurarem. Naquela galáxia distante, mandaloriano é quem nasceu no planeta Mandalore, um território da Orla Exterior que abriga uma comunidade de guerreiros que se opõe aos Jedi. O termo ficou mais conhecido por ser de lá que vem Boba Fett, o caçador de recompensas que foi despachado por Luke Skywalker em “O Retorno de Jedi” – além de seu “pai”, Jango Fett, visto em “O Ataque dos Clones”. A sinopse de Favreau sugere que “outro guerreiro” emerge após as histórias de Jango e Boba, insinuando a possibilidade de outro clone da família Fett ou um contemporâneo de Mandalore. Para completar, há rumores de que Pedro Pascal (“Narcos”) pode viver o protagonista da série. A produção ainda está em estágio inicial e não tem previsão de estreia, mas a expectativa é que integre a primeira leva de séries exclusivas do novo serviço de streaming da Disney, com lançamento estimado para o final de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. #starwars #TheMandalorian Uma publicação compartilhada por Jon Favreau (@jonfavreau) em 3 de Out, 2018 às 4:17 PDT
Críticas racistas e misóginas de “fãs” de Star Wars foram criadas por trolls russos
A reação negativa extrema de uma parcela dos fãs a “Star Wars: Os Últimos Jedi”, especialmente os ataques sofridos pela atriz Kelly Marie Tran, de descendência vietnamita, pode ter sido orquestrada pela ação de trolls russos. É o que alerta um estudo da University of South Carolina, comandado pelo pesquisador Morton Bay. Segundo o relatório, repercutido pelo site Mashable, mais de 50% dos tuítes de ódio a “Os Últimos Jedi” enviados diretamente à conta do diretor Rian Johnson, foram escritos por robôs ou contas falsas, algumas delas administradas por usuários russos. Para chegar nestes usuários, Bay usou uma lista divulgada publicamente pelo Twitter de 2.752 contas conectadas à Agência de Pesquisa de Internet russa, apelidada de “fazenda de trolls” do governo. De mil usuários que enviaram mensagens para Johnson na época do lançamento de “Os Últimos Jedi”, 16 estavam nesta lista. Bay também descobriu, em seu estudo, que algumas das contas que enviaram mensagens para Johnson foram criadas única e exclusivamente com esse intuito. Um usuário chamado @MarcoSo94862885, por exemplo, só postou sobre isso durante os poucos meses em que se manteve ativo na rede social. O mesmo deve ter acontecido com Kelly Marie Tran, mas como a atriz deletou sua conta por causa do bullying intenso que sofreu, é impossível avaliar quantos trolls do governo russo tinham como missão atacá-la nas redes sociais. “Os Últimos Jedi” foi atacado por uma parcela dos fãs de “Star Wars” por ter dado muito destaque personagens que eram ou mulheres ou de etnias diversificadas. Kelly Marie Tran, que estreou no filme como a personagem Rose Tico, foi duplamente alvejada, por ser mulher e asiática, recebendo insultos racistas e misóginos. O momento que deveria ser o mais feliz de sua vida se tornou motivo de grande tristeza, fazendo-a sair das redes sociais. O estudo de Morton Bay decifrou as mensagens enviadas pelos trolls como “uso do debate em torno do filme para propagar mensagens de apoio a causas da extrema direita, além de discriminação por gênero, etnia ou sexualidade”. A franquia “Star Wars” volta aos cinemas com o “Episódio IX”, ainda sem título oficial, com direção de J.J. Abrams e estreia prevista para dezembro de 2019.
Presidente da Lucasfilm tem mandato renovado para mais três anos
A produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm e responsável pelos novos filmes do universo “Star Wars” desde a venda do estúdio para a Disney, seguirá no comando da empresa por mais três anos. A continuidade de Kennedy no cargo representa um voto de confiança da Disney em seu trabalho, que já rendeu US$ 4,5 bilhões em bilheterias no mundo todo, valor que não inclui os lucros com marketing e produtos licenciados. Isto representa um bom retorno financeiro para a Disney, que pagou US$ 4 bilhões pela empresa de George Lucas há apenas seis anos. Apesar disso, a gestão de Kennedy tem sido marcada por polêmicas. Sob seu comando, o estúdio demitiu diversos diretores. Alguns foram cortados antes de começarem as filmagens de seus projetos, como Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) e Colin Trevorrow (“Jurassic World”). Houve ainda o caso de Gareth Edwards (“Godzilla”), afastado em sigilo e substituído por Tony Gilroy em refilmagens de “Rogue One: Uma História Star Wars”. Mas a intromissão que marcou sua trajetória aconteceu durante a produção de “Han Solo: Uma História Star Wars”, quando a dupla Chris Lord e Phil Miller (“Anjos da Lei”) foi publicadamente demitida e substituída por Ron Howard (“Inferno”). O filme acabou se tornando o primeiro fracasso comercial da Lucasfilm, gerando perdas de até US$ 80 milhões e fez a Disney decidir desacelerar o calendário de projetos relacionados à franquia. O único filme de “Star Wars” atualmente em produção é “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título oficial, que chegará aos cinemas em dezembro de 2019. Paralelamente, a Lucasfilm passou a desenvolver mais séries ligadas à “Star Wars”, como a animação “Star Wars Resistence” para o Disney Channel, além de um revival de “Star Wars: The Clone Wars” e a primeira série live action da franquia, ambas em desenvolvimento para a plataforma de streaming que a Disney lançará no próximo ano.
General Leia e Poe Dameron aparecem no novo trailer da série Star Wars Resistance
O Disney Channel divulgou o pôster e o segundo trailer de “Star Wars Resistance”, nova série animada da franquia, que chega para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels”. A prévia revela grande conexão com os filmes da nova trilogia, destacando personagens como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma. Estes últimos são até dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Mas quem mais chama atenção é a General Leia, icônica personagem de Carrie Fisher, que segue viva na franquia apesar do falecimento da atriz. Ela é dublada na série animada por Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”). Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha a jornada de um jovem rebelde, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força” e mostra Poe como responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores originais os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener ( “Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos.
Disney pisa no freio e reconhece que errou ao lançar um filme de Star Wars por ano
A Disney planeja diminuir a velocidade no número de estreias da franquia “Star Wars”, declarou o presidente do grupo, Robert Iger, que reconheceu que foi um erro lançar um capítulo da saga por ano. “Tomei uma decisão sobre o cronograma (de estreias) e agora, quando olho para trás, vejo que cometi um erro, e assumo a culpa. Fui um pouco rápido demais”, assinalou Iger em uma entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Podem esperar uma desaceleração, mas não significa que deixaremos de fazer filmes”. A Disney programou estreias anuais de filmes relacionados a “Star Wars” desde o lançamento de “Star Wars: O Despertar da Força”, em 2015, intercalando títulos da saga central com prólogos. O mais recente, “Han Solo: Uma História Star Wars”, acabou virando fracasso comercial, com uma bilheteria de US$ 392 milhões em todo o mundo, o que pode parecer muito, mas não cobriu os custos da produção. O próximo “Star Wars”, o episódio IX, ainda sem título oficial, está previsto para dezembro de 2019. Depois disso, os novos projetos serão analisados com calma. “Estamos em um ponto em que vamos começar a tomar decisões sobre o que virá” depois do episódio IX, afirmou Iger. “Mas acho que seremos mais cuidadosos com o volume e o espaço de tempo”. Comprada pela Disney em 2012, a Lucasfilm tem atualmente mais duas trilogias em desenvolvimento e trabalhava paralelamente em novos prólogos. Entre os projetos confirmados, Rian Johnson, o roteirista e diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, e os criadores de “Game of Thrones” realizarão as duas novas trilogia da guerra estelar. Os filmes de David Benioff e D.B. Weiss se distanciarão da trama principal da família Skywalker e da nova trilogia de Johnson.
Ator que dá sorte a J.J. Abrams vai voltar a viver piloto rebelde em Star Wars: Episódio IX
Talismã de J.J. Abrams, o ator Greg Grunberg vai aparecer em “Star Wars: Episódio IX”. Ele já tinha surgido na franquia espacial no longa anterior dirigido por Abrams, “O Despertar da Força”, como o piloto rebelde Snap Wexley, e retomará o personagem no novo filme assinado pelo diretor. A presença de Grunberg nos projetos de Abrams é obrigatória há 20 anos, desde que ele coadjuvou na série “Felicity”, o primeiro grande sucesso do cineasta na televisão. Ele voltou a viver um coadjuvante importante em “Alias”, que aumentou ainda mais o prestígio de Abrams como produtor de séries, e foi o piloto do avião que caiu na ilha misteriosa de “Lost”, um fenômeno cultural. Também apareceu em “Missão Impossível III”, “Star Trek” e “Super 8”, todos dirigidos por Abrams e todos muito bem-sucedidos. A amizade entre os dois só se fortaleceu com a brincadeira e Abrams, ao que parece, não pretende arriscar fazer um filme sem Grunberg só para ver se a superstição é bobagem. Além da parceria com Abrams, o ator de 52 anos teve papel de destaque na série “Heroes”, onde interpretou o policial Matt Parkman, que ganhava a habilidade de ler mentes. Ele também integrou o elenco das séries “Agenda Proibida” (The Client List) e “Masters of Sex”, e só neste ano apareceu no telefilme da HBO “Paterno” e no vindouro “Nasce uma Estrela”. Por curiosidade, “Star Wars: Episódio IX” também marcará um reencontro dos dois amigos com Keri Russell, que viveu a personagem-título de “Felicity”. A estreia está marcada para dezembro de 2019.
Matt Smith reforça elenco de Star Wars: Episódio IX
O ator Matt Smith, que já foi o protagonista de “Doctor Who” e o príncipe Philip de “The Crown”, entrou no elenco de “Star Wars: Episódio IX”. Segundo fontes da revista Variety, ele terá um papel importante no filme, mas não há maiores detalhes de seu personagem, que pode ser tanto de um aliado dos rebeldes quanto da Primeira Ordem. Ele vai se juntar a outros novatos na franquia, como Dominic Monaghan (“O Senhor dos Anéis”), Keri Russell (“The Americans”), Richard E. Grant (“Logan”) e Naomi Ackie (“Lady Macbeth”), que também não tiveram seus papéis revelados. As filmagens do final da terceira trilogia começaram no início deste mês, também trarão de volta diversos integrantes da franquia, como Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Lourd, Anthony Daniels, Billy Dee Williams, Mark Hamill e até a falecida Carrie Fisher, que aparecerá por meio de imagens não utilizadas de “O Despertar da Força”. A estreia está marcada para dezembro de 2019.
Ator de Lost vai voltar a trabalhar com o criador da série no próximo filme de Star Wars
Dominic Monaghan vai voltar a ser dirigido por JJ Abrams. Após os dois trabalharem juntos no piloto da série “Lost”, série criada por Abrams, Monaghan entrou em “Star Wars: Episódio IX”, novo filme do cineasta. O ator não escondia seu interesse em aparecer em “Star Wars”, e chegou a comentar que abordaria o assunto com Abrams em 2015, quando o diretor preparava “Star Wars: O Despertar da Força”. Na época, Abrams lhe disse que estava criando um elenco com astros menos conhecidos, de forma semelhante ao que aconteceu no filme original de 1977. O papel de Monaghan no “Episódio IX” é desconhecido. As filmagens do final da terceira trilogia começaram no início deste mês, trazendo de volta Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Lourd, Anthony Daniels, Billy Dee Williams, Mark Hamill e até a falecida Carrie Fisher, que aparecerá por meio de imagens não utilizadas em “O Despertar da Força”. As novidades do longa incluem Richard E. Grant (“Logan”), Keri Russell (“The Americans”) e Naomi Ackie (“Lady Macbeth”). A estreia está marcada para dezembro de 2019.
Kelly Marie Tran responde aos racistas que a atacaram no Instagram com promessa de fazer mais sucesso
A atriz Kelly Marie Tran, estrela de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, assinou um artigo na edição desta terça-feira (21/8) do jornal The New York Times sobre os efeitos do bullying que sofreu nas redes sociais,. Tran foi a primeira mulher asiática em um papel de destaque na saga espacial, mas o que seria um marco da inclusão em Hollywood acabou se tornando inspiração para manifestações racistas e misóginas, com autodenominados fãs de “Star Wars” afirmando que sua personagem precisava morrer, já que era uma “vagabunda burra”. A situação escalou a ponto de hackers reescreverem sua biografia num site dedicado à franquia com ofensas à ascendência vietnamita da atriz. Desconhecida até o lançamento de “Os Últimos Jedi”, a atriz foi convencida pelo elenco a criar uma conta no Instagram. “Pessoal, posso contar um segredo? Eu evitei entrar nas redes sociais por um longo tempo por puro medo. (…) Foi preciso um ano de muito trabalho e de amigos que me apoiaram para eu perceber que não me interessa se as pessoas gostam de mim ou não. Isso não muda minhas metas, meus sonhos e o que eu quero fazer com as oportunidades que me apareceram”, escreveu Kelly em uma publicação de outubro do ano passado. Oito meses depois, ela apagou todas suas postagens, registrando em sua página apenas uma descrição: “Com medo, mas fazendo mesmo assim”. Tran decidiu abandonar as redes sociais sob pressão da campanha de ódio. No texto, ela reflete que “o problema não foram as palavras deles, mas o fato de que eu passei a acreditar nelas e entrei em uma espiral de ódio por mim mesma”. Tran descreve, ao longo do artigo, como o bullying destrói a auto-estima e traumatiza quem o recebe, ao descrever como os insultos impactaram sua personalidade. “As palavras pareciam confirmar o que minha vivência como mulher e pessoa não branca me ensinou: que eu deveria permanecer nas margens, nos espaços, e que eu era válida apenas como uma personagem coadjuvante nas suas vidas e histórias”, escreveu. “Essa experiência reforçou uma narrativa que ouvi minha vida toda: de que eu era ‘a outra’, que eu não pertencia aqui, que não era boa o bastante, simplesmente porque não era como todo mundo”. “Todos esses sentimentos, eu percebo agora, podem ser resumidos em um só: vergonha. Vergonha daquilo que me faz diferente, vergonha da cultura da qual eu venho”, acrescentou a atriz, que nasceu nos Estados Unidos, mas é filha de refugiados vietnamitas. “Por mais que eu odeie admitir isso, quando comecei a receber essas mensagens odiosas, me culpei. Pensei: ‘Bom, talvez se eu fosse mais magra, ou deixasse crescer o meu cabelo’. Pior de tudo, cheguei a pensar: ‘Bom, talvez se eu não fosse asiática'”, continua. “Eu passei por uma espécie de lavagem cerebral em que achava que minha existência era limitada pelas fronteiras da aprovação de outra pessoa”. Ela conclui prometendo lutar contra esse padrão em todos os seus futuros papéis. “Quero viver em um mundo onde crianças de outras etnias não precisem crescer desejando ser brancas. Quero viver em um mundo onde mulheres não são objetos de escrutínio por sua aparência, suas ações, sua existência no geral”, discursa. “Eu quero viver em um mundo onde pessoas de todas as raças, religiões, classes socioeconômicas, orientações sexuais, gênero e habilidades sejam vistas como o que sempre foram: seres humanos”. Contrariando os fãs de extrema direita da saga espacial, a atriz deve retornar para o papel da mecânica Rose Tico em “Star Wars: Episódio 9”, que ainda não tem título oficial, mas já começou a ser filmado pelo diretor J.J. Abrams para lançamento em dezembro de 2019. “Você pode me conhecer como Kelly. Eu sou a primeira mulher de cor a ter um papel principal em um filme de ‘Star Wars’. Eu sou a primeira mulher asiática a aparecer na capa da revista Vanity Fair. Meu nome verdadeiro é Loan. E estou apenas começando”, ela encerra, quase como na abertura de uma série de super-heroína. O texto causou comoção nas redes sociais, onde foi aplaudido por vários atores de descendência asiática, que trabalham em Hollywood. Por sinal, o timing não poderia ser melhor, logo após o fim de semana em que o filme “Podres de Rico”, primeira produção hollywoodiana com elenco totalmente composto por atores de descendência asiática em 25 anos (desde “O Clube da Felicidade e da Sorte”), estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte.
General Leia Organa vai aparecer na nova série animada de Star Wars
A dubladora Rachel Butera (voz de Natasha no remake de “Alceu e Dentinho”) revelou que dará vida – literalmente – a uma famosa personagem da franquia “Star Wars” na nova série animada da franquia espacial. Ela compartilhou entre seus seguidores no Twitter que dublará a General Lea Organa, personagem que marcou a carreira da falecida atriz Carrie Fisher. A revelação foi feita após a exibição do primeiro trailer de “Star Wars Resistence”, que destacou a participação vocal de Oscar Isaac como Poe Dameron. Além do ator de “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, a produção também contará com a voz de Gwendolyne Christie, repetindo seu papel como a vilã Phasma. “Finalmente posso anunciar que tenho a incompreensível honra de dublar o papel de Leia Organa na nova série ‘Star Wars Resistance’ em outubro deste ano”, ela escreveu em seu Twitter. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, inclusive o robô BB-8, que terá destaque na trama sobre o surgimento da Primeira Ordem. Poe Dameron será responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz, o protagonista da série, para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho androide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criado por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”) e Josh Brener (“Silicon Valley”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. I can finally announce that I have the incomprehensible honor of voicing the role of Leia Organa in the new Star Wars Resistance out this October. Thank you @CESDTalent @DisneyLucasfilm @sternshow + Carrie Fisher. Sneak peak trailer here: https://t.co/4bVZW4Nvf6 — Rachel Butera (@RachelAButera) August 18, 2018
Nova série animada Star Wars Resistance ganha trailer com personagens de O Despertar da Força
O Disney Channel divulgou o primeiro trailer de “Star Wars Resistance”, nova série animada da franquia, que chega para substituir a recém-finalizada “Star Wars Rebels”. Como todas as séries – e pensando nisso, até os filmes – da franquia, a ação acompanha os esforços de um novato, que desta vez é Kazuda “Kaz” Xiono (dublado, em inglês, por Christopher Sean, de “Hawaii Five-0”). Ele é “um jovem piloto recrutado pela Resistência e encarregado de uma missão ultrassecreta para espionar a crescente ameaça da Primeira Ordem”, de acordo com a sinopse oficial. A série vai se passar antes dos eventos de “Star Wars: O Despertar da Força”, mas contará com integrantes conhecidos do longa-metragem, como o robô BB-8, o piloto Poe Dameron e a vilã Capitão Phasma, que serão dublados pelos atores dos filmes originais, Oscar Isaac e Gwendoline Christie. Na estreia da série, Poe é responsável por despachar o recém-nomeado espião Kaz para o Colossus, uma gigantesca plataforma de reabastecimento de aeronaves em um planeta aquático externo, lar de alienígenas, droids e criaturas novas e coloridas. Enquanto está disfarçado, Kaz trabalha como mecânico e mora com um velho amigo de Poe, Yeager, piloto veterano que opera uma oficina de reparos numa espaçonave, que ainda inclui em sua tripulação: Tam, Neeku e seu velho andróide astromecânico Bucket. Com Kaz, também vem BB-8, que o ajudará a competir em corridas espaciais perigosas, manter sua missão em segredo e evitar o perigo da Primeira Ordem. Criada por Dave Filoni, que também foi responsável por “Star Wars Rebels”, a nova série ainda inclui entre seus dubladores os atores Donald Faison (“Scrubs”), Jim Rash (“Community”), Bobby Moynihan (“Saturday Night Live”), Suzie McGrath (“East Enders”), Scott Lawrence (“Mr. Mercedes “), Myrna Velasco (“Elena de Avalor”), Josh Brener ( “Silicon Valley”) e Rachel Butera (“Golan the Insatiable”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos Estados Unidos. Além de “Resistance”, o vindouro serviço de streaming da Disney também anunciou um revival da série animada “Clone Wars”.











