A Casa do Dragão: Trailer apresenta conflito épico do prólogo de “Game of Thrones”
A HBO Max divulgou um novo trailer legendado de “A Casa do Dragão”, o primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019), que apresenta o conflito central da trama. Como os fãs de “Game of Thrones” se acostumaram a esperar, não faltam complôs, batalhas, dragões e um clima absolutamente épico. A história acompanha a família Targaryen, o clã de Daenerys, 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”, e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”). A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, o príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o mentor literário desse universo, o escritor George R.R. Martin, e conta com produção e direção de Miguel Sapochnik, que venceu um Emmy como diretor do famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”. A estreia está marcada para 21 de agosto.
A Casa do Dragão: Vídeo revela bastidores do spin-off de “Game of Thrones”A Casa do Dragão,
A HBO Max divulgou um vídeo de bastidores de “A Casa do Dragão”, o primeiro spin-off do fenômeno “Game of Thrones” (2011-2019), que explora o set e as filmagens da nova produção, bem como o legado da franquia, e conta com depoimentos do roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”), do diretor Miguel Sapochnik (responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos” de “Game of Thrones”) e do criador literário desse universo, o escritor George R.R. Martin. Centrado na família Targaryen, o clã de Daenerys, a nova série se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones” e se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), que deu origem a um conflito conhecido nos livros de George R.R. Martin como “Dança dos Dragões”. A disputa se instala porque Viserys escolheu sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde a infância, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder, entre eles o irmão do rei, o príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A série foi co-criada por Condal e o próprio Martin, e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A estreia está marcada para 21 de agosto.
Spin-off de “The Boys” reúne elenco para anunciar título oficial
A Amazon anunciou o título oficial da nova série derivada de “The Boys”. Ela vai se chamar “Gen V” e não “Varsity” como chegou a circular. “V” é o nome da droga usada pela Vought para dar superpoderes à população. O nome da série foi divulgado num vídeo com o elenco. Mas o brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) não participou da gravação, que reuniu apenas os integrantes jovens da tal Geração V, como Jaz Sinclair e Chance Perdomo (ambos de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Lizze Broadway (“Here and Now”), Maddie Phillips (“Caçadoras de Recompensas”), London Thor (“Shameless”), Derek Luh (“Shining Vale”), Shelley Conn (“Bridgerton”), Patrick Schwarzenegger (o filho de Arnold), Sean Patrick Thomas (“A Tragédia de Macbeth”) e o estreante Asa Germann. A nova atração vai se passar numa universidade de super-heróis e abordará “as vidas hormonais e competitivas dos jovens heróis, conforme testam seus limites físico, sexual e moral, e disputam os melhores contratos nas melhores cidades”. “Gen V” foi desenvolvido pelo roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, mas ele abandonou o projeto durante a produção do piloto, alegando diferenças criativas. Em seu lugar, Michele Fazekas e Tara Butters, criadoras de “Reaper” e “Emergence”, assumiram o posto de showrunners e fizeram várias mudanças no projeto – inclusive no elenco inicialmente cogitado. Ainda não há previsão de estreia para a produção.
Tales of The Walking Dead: Teaser da nova série de zumbis resgata a vilã Alpha
O canal pago americano AMC divulgou um novo teaser de “Tales of The Walking Dead”, próxima série do universo de “The Walking Dead”. O vídeo confirma a data de estreia da atração, marcada para 14 de agosto. A 1ª temporada contará seis histórias diferentes e completas passada durante o apocalipse zumbi. Cada capítulo irá abordar diferentes fases da pandemia, fora da continuidade da série principal. Com isso, pretende resgatar personagens já mortos ou que sumiram da trama central e ainda apresentar novos sobreviventes. Uma das personagens que pode ser vista de volta na prévia é a vilã Alpha, vivida por Samantha Morton. Mas ela surge com um visual mais antigo, antes de raspar a cabeça e liderar os Sussurradores. Além de Samantha Morton, o elenco também destaca Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Terry Crews (“Brooklyn Nine-Nine”), Parker Posey (“Perdidos no Espaço”), Anthony Edwards (“Plantão Médico”/E.R.), Daniela Pineda (“Cowboy Bebop”), Jessie T. Usher (“The Boys”), Danny Ramirez (“Falcão e o Soldado Invernal”), Jillian Bell (“Fada Madrinha”), Poppy Liu (“Hacks”), Loan Chabanol (“Carga Explosiva: O Legado”), Embeth Davidtz (“The Morning Show”) e Gage Munroe (“Anônimo”).
Cineasta de “Bela Vingança” vai escrever spin-off de “John Wick”
A cineasta Emerald Fennell, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Bela Vingança”, vai escrever “Ballerina”, o spin-off de “John Wick”. Quem deu a notícia foi a atriz Ana de Armas, que estrelará e também produzirá o filme. Falando à revista, a atriz de “007 – Sem Tempo Para Morrer” contou que esteve “intimamente envolvida na busca da roteirista”. “Foi muito importante para mim contratar uma roteirista mulher, porque até aquele momento, quando me envolvi no projeto, era apenas o diretor, Len Wiseman, e outro cara”, comentou Armas sobre a ausência de mulheres no projeto. “E eu fiquei tipo, ‘Isso não vai funcionar.’ Então eu entrevistei, tipo, cinco ou seis escritoras. Contratamos a Emerald Fennell, do que eu estou muito orgulhosa.” Co-roteirista de “Parabellum”, Shay Hatten era o “outro cara”, que assinava a trama original do spin-off, antes da chegada de Fennell. A direção continua a cargo de Len Wiseman, que lançou a franquia “Anjos da Noite” em 2003, além de ter comandado “Duro de Matar 4.0” (2007) e o remake de “O Vingador do Futuro” (2010). A premissa do longa parte de um elemento visto apenas de relance em “John Wick 3: Parabellum”, lançado este ano. Quando o personagem de Keanu Reeves visita A Diretora (Anjelica Huston), a cena revela garotas sendo treinadas em artes marciais e balé. Uma dessas assassinas letais vai ancorar a trama de “Ballerina” – sim, é também a premissa das Viúvas Negras da Marvel e de vários animes. A produção também está a cargo do diretor Chad Stahelski e do astro Keanu Reeves, responsáveis pelo sucesso da saga principal. Paralelamente, o estúdio Lionsgate prepara um quarto filme de “John Wick” para 2023 e uma série focada no Hotel Continental, outro elemento importante do universo do personagem.
Demolidor vai aparecer na série “Eco” da Marvel
A volta do Demolidor ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) está mais próxima do que se imaginava. Nesta quinta (7/7), os sites The Hollywood Reporter e Deadline publicaram que o herói vivido por Charlie Cox vai aparecer em “Eco” (Echo), a série derivada de “Gavião Arqueiro”, atualmente em produção para a Disney+. E ele não virá sozinho. Wilson Fisk, o Rei do Crime interpretado por Vincent D’Onofrio, também está no elenco da produção, apesar de ter sido supostamente morto por Maya Lopez, a Eco, na série anterior. Interpretada por Alequa Cox, Eco foi introduzida como vilã em “Gavião Arqueiro”. Mas depois de descobrir a participação de Fisk no assassinato de seu pai, resolveu mudar de lado. A participação de Matthew Murdock, o Demolidor, vai representar uma reunião de dois personagens deficientes da Marvel. Enquanto o herói é cego, a anti-heroína é surda – e compensa a falta de audição com a capacidade de copiar perfeitamente os movimentos ou estilo de luta de outra pessoa, tornando-a uma oponente formidável num combate corpo-a-corpo. Segundo apuraram as publicações, Murdock vai surgir em “Eco” investigando o paradeiro de uma pessoa desaparecida. E segundo o podcast The Weekly Planet, esta pessoa é ninguém menos que Jessica Jones (Krysten Ritter). Essa última informação, no entanto, não foi confirmada pelas publicações, que a consideraram um rumor. “Eco” foi escrita pelo casal Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e Emily Cohen, e só vai chegar em 2023 na Disney+. Depois disso, o Demolidor deverá reaparecer em sua série própria, atualmente em desenvolvimento pelos produtores-roteiristas Matt Corman e Chris Ord, criadores de “Cover Affairs”.
Marco Pigossi revela foto dos bastidores do spin-off de “The Boys”
O ator Marco Pigossi (“Cidade Invisível”) postou a primeira foto dos bastidores do spin-off de “The Boys”. A imagem foi feita diante de uma porta com o nome de seu personagem, o Dr. Edison Cardosa. Quando o papel foi revelado, muitos acharam que pudesse ser um erro de grafia. Não é. O ator interpretará o Dr. Cardosa e não Dr. Cardoso, como seria mais adequado para um personagem brasileiro. Ao lado da imagem publicada no Instagram, Pigossi ainda escreveu: “Por que tão sério, Doutor?”, em inglês. Não há mais informações sobre o papel, mas além de Pigossi também fazem parte do elenco os atores Jaz Sinclair e Chance Perdomo (ambos de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Lizze Broadway (“Here and Now”), Maddie Phillips (“Caçadoras de Recompensas”), London Thor (“Shameless”), Derek Luh (“Shining Vale”), Shelley Conn (“Bridgerton”), Patrick Schwarzenegger (o filho de Arnold), Sean Patrick Thomas (“A Tragédia de Macbeth”) e o estreante Asa Germann. A nova atração vai se passar numa universidade de super-heróis e abordará “as vidas hormonais e competitivas dos jovens heróis, conforme testam seus limites físico, sexual e moral, e disputam os melhores contratos nas melhores cidades”. O spin-off foi desenvolvido pelo roteirista Craig Rosenberg (“O Mistério das Duas Irmãs”), que faz parte da equipe de “The Boys”, mas ele abandonou o projeto durante a produção do piloto, alegando diferenças criativas. Em seu lugar, Michele Fazekas e Tara Butters, criadoras de “Reaper” e “Emergence”, assumiram o posto de showrunners e fizeram várias mudanças no projeto – inclusive no elenco inicialmente cogitado. Ainda não há previsão de estreia para a produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marco Pigossi (@marcopigossi)
Criadores de “Stranger Things” desenvolvem cinco novos projetos
Os criadores de “Stranger Things” anunciaram um novo acordo de produção com a Netflix nesta quarta-feira (5/6) e revelaram que o desenvolvimento de cinco projetos, que serão realizados por meio de sua nova produtora, Upside Down Pictures – batizada com o nome em inglês do Mundo Invertido. Duas das novas obras, por sinal, serão ambientadas no Mundo Invertido: a série derivada de “Stranger Things” que andam mencionando em entrevistas e uma peça teatral baseada na série, que será produzida por Sonia Friedman (produtora da peça “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”) e pelo diretor Stephen Daldry (“Billy Elliot”). Os outros projetos são uma série live-action baseada no anime “Death Note”, uma adaptação do romance “Talismã”, de Stephen King, e uma série original de Jeffrey Addis e Will Matthews, criadores de “O Cristal Encantado: A Era da Resistência”. A produção de “Death Note” não terá relação com o filme lançado na Netflix em 2017, mas não há maiores informações sobre a abordagem. Já o projeto de “Talismã” é uma coprodução com a Amblin Entertainment e a Paramount Television. Vale notar que o romance de 1984 foi citado no final da 4ª temporada de “Stranger Things”. Os Duffers dizem que a Upside Down Pictures terá como objetivo criar o tipo de história que os inspirava na infância. “Histórias que acontecem naquela bela encruzilhada em que o ordinário encontra o extraordinário, onde o grande espetáculo coexiste com o trabalho íntimo de personagens, onde o coração vence sobre o cinismo”, eles descreveram em comunicado. No momento, todos os cinco projetos estão em fase de desenvolvimento. O acordo entre os Irmãos Duffer com a Netflix também cobre a realização da 5ª e última temporada de “Stranger Things”, em coprodução com a 21 Laps do cineasta Shawn Levy.
Stranger Things: Criadores desenvolvem série derivada “muito diferente”
O sucesso de “Stranger Things” tem sido um verdadeiro fenômeno da Netflix desde seu lançamento em 2016. Não é à toa que, às vésperas da produção de sua temporada final, esteja prestes a ganhar uma série derivada. Em uma entrevista ao podcast Happy Sad Confused, os criadores Matt e Ross Duffer confirmaram que têm uma nova aventura em mente, mas ela será “muito diferente” do que os fãs estão acostumados. Em outras palavras, a nova atração não deve contar com os personagens favoritos do público. “Não está centrada em… eu li esses rumores de que haveria um spin-off de Onze, ou de Steve e Dustin”, disseram os Duffers. “Isso não é interessante para nós porque já fizemos tudo isso”. Eles explicaram que já abordaram narrativas individuais sobre Onze, Steve, Dustin e outros que os fãs gostariam de ver em suas próprias séries. “Passamos não sei quantas horas explorando tudo isso”, justificaram. Desta forma, a série derivada será “mil por cento diferente” de “Stranger Things”, tendo como conexão apenas a “sensibilidade narrativa”. Eles também não pretendem escrever e produzir os episódios como fizeram com a série atual. Embora se digam “realmente animados” com a ideia, os criadores esperam “encontrar a pessoa certa para passar o bastão” e assumir a tarefa de showrunner. Até o momento, os Duffer não contaram seus planos para o derivado nem mesmo para os executivos da Netflix. No entanto, revelaram no mês passado que o jovem ator Finn Wolfhard (o Mike) já adivinhou do que se trata. “Achamos que todos – incluindo a Netflix – ficarão surpresos quando ouvirem o conceito, porque é muito, muito diferente. Mas, de alguma forma, Finn Wolfhard – que é um garoto loucamente inteligente – adivinhou corretamente sobre o que seria. Mas, fora o Finn, ninguém mais sabe!”, disseram.
“Tom Swift” é cancelada após cinco episódios
A rede americana The CW cancelou “Tom Swift” após a exibição de cinco episódios. O spin-off de “Nancy Drew” foi lançado há apenas um mês, mas não conseguiu decolar, classificando-se entre as séries menos assistidas da CW, com 535 mil espectadores ao vivo. A atração é desdobramento de um episódio (piloto embutido) da 2ª temporada de “Nancy Drew”, que introduziu Tian Richards (de “A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) como o personagem-título um gênio inventor, filho de bilionário, negro e gay. Na trama da série, o desaparecimento de seu pai lança o jovem Tom num mundo de conspirações sci-fi e fenômenos inexplicáveis. E para encontrar a verdade, ele precisa abandonar o conforto de seu estilo de vida para pegar a estrada e se esconder de um grupo misterioso, que está determinado a detê-lo. O personagem original surgiu em 1910 numa coleção literária concebida pelo editor Edward Stratemeyer – o mesmo que, duas décadas depois, lançou o primeiro livro de Nancy Drew – como um jovem gênio inventor perseguido por indivíduos mal-intencionados. Mas não era negro, muito menos gay nos livros infantis que ajudou a vender. Um detalhe curioso é que o cancelamento precoce mantém uma maldição de “Tom Swift”, devido a décadas de dificuldades para emplacar adaptações live-action do personagem. A lista de tentativas frustradas inclui desde um piloto perdido de 1958, com o loiro Gary Vinson (“McHale’s Navy”) no papel principal, um projeto de filme cancelado, que seria dirigido por Gene Kelly (“Cantando na Chuva”) em 1968, e até uma produção de Glen A. Larson (criador de “Magnum”, “Supermáquina” e “Battlestar Galactica”) que o juntaria com Nancy Drew e os Hardy Boys em 1977. Ao final, este último projeto acabou virando “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries” sem Tom Swift. Até a série da CW, o personagem só se materializou uma única vez na TV, num telefilme de 1983, “The Tom Swift and Linda Craig Mystery Hour”, em que foi interpretado por Willie Aames (“Charles in Charge”). Também era para ser o piloto de uma série, mas foi um fracasso enorme de audiência. A versão da CW apresentava um elenco predominantemente negro. Além de Tian Richards, havia grande destaque para Ashleigh Murray, a intérprete de Josie em “Riverdale” e “Katy Keene”. De acordo com apurações do site Deadline, os chefões da CW gostam da parte criativa da série, mas não conseguiram mantê-la com a audiência baixa. Como os contratos do elenco se encerraram nesta semana, a rede decidiu avisar que não pretendia renovar a atração. A série ainda tem cinco episódios não exibidos na temporada e permanece inédita no Brasil. Veja abaixo o trailer original da atração.
Dakota Johnson diz que começa a filmar “Madame Teia” em julho
A atriz Dakota Johnson revelou que as filmagens de “Madame Teia”, novo filme derivado do universo do Homem-Aranha, começarão em julho. Em entrevista à Vanity Fair, ela contou que anda malhando e pretende fazer ela mesma quantas cenas de ação deixarem. “Sinto que posso fazer umas coisas meio Tom Cruise”, disse sobre a produção. Ela não mencionou onde a produção será filmada. Mas a informação sobre cenas de ação é reveladora sobre seu papel. Afinal, há dúvidas sobre qual Madame Teia ela viver no cinema. Criada nos quadrinhos por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. (filho de um dos maiores desenhistas do Homem-Aranha) em 1980, Madame Teia surgiu como uma mutante bastante idosa chamada Cassandra Webb, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixou paralisada e cega, mas lhe deu poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Só que Dakota Johnson não tem mais de 60 anos de idade. Em vez de encher a atriz de maquiagem, é muito provável que ela não seja esta Madame Teia, que, paralisada numa cadeira de rodas, também não faria muitas cenas de ação. O detalhe mais importante, portanto, é lembrar que, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, originalmente a segunda Mulher-Aranha, que também virou uma Madame Teia. Graças aos novos poderes, ela acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. Daí, o treinamento para lutas que Johnson estaria tendo. Outra informação relevante é que Cassandra Webb serviu de mentora não apenas para Julia Carpenter, para várias gerações de Mulheres-Aranhas, desde a primeira, Jessica Drew, até Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que explicaria a participação de várias atrizes no elenco: Sydney Sweeney (“Euphoria”), Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”) e Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”) – além de Tahar Rahim (“O Mauritano”), que deve viver o vilão. O roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis pelo fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”) e ainda há data prevista para o lançamento.
Madame Teia: Emma Roberts entra no novo filme derivado do Homem-Aranha
A atriz Emma Roberts, presença recorrente na série “American Horror Story”, é a mais recente adição ao elenco de “Madame Teia”, novo filme do universo cinematográfico do Homem-Aranha em desenvolvimento na Sony. Ela se junta a Dakota Johnson (“Cinquenta Tons de Cinza”), Sydney Sweeney (“Euphoria”), Celeste O’Connor (“Ghostbusters: Mais Além”), Isabela Merced (“Dora e a Cidade Perdida”) e Tahar Rahim (“O Mauritano”). Mas apenas Johnson teve seu papel (meio que) confirmado até o momento. Ela viverá a Madame Teia do título. Só não se sabe qual das versões da personagem. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. (filho de um dos maiores desenhistas do Homem-Aranha) em 1980, Madame Teia era Cassandra Webb, uma mutante bastante idosa, que sofria de uma doença neuromuscular que a deixava paralisada e cega. A perda dos movimentos era compensada pelo desenvolvimento de poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela previsse eventos futuros. Cassandra Webb também serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos, o que tende a ser o caso dos papéis das atrizes anunciadas. Só que Dakota Johnson não tem mais de 60 anos de idade. Em vez de encher a atriz de maquiagem, é muito provável que ela não seja esta Madame Teia. Afinal, ao “morrer” pela primeira vez, Cassandra passou seus poderes – e sua cegueira – para uma “herdeira”: Julia Carpenter, a segunda Mulher-Aranha da Marvel. Nos quadrinhos, Julia também virou uma Madame Teia e, graças aos novos poderes, acabou se tornando importante para a conexão entre os personagens das diferentes dimensões do Aranhaverso. Pra completar, ela ainda é treinada em artes marciais por ninguém menos que Shang-Chi. O detalhe é que o roteiro foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, responsáveis por vários desastres cinematográficos, incluindo o fracassado filme de “Morbius”, também passado no universo do Homem-Aranha da Sony. A direção está a cargo de S.J. Clarkson (da série “Jessica Jones”) e ainda há cronograma conhecido da produção, que está em desenvolvimento desde 2019.
Furiosa: Novo “Mad Max” terá volta do vilão Immortan Joe
A Warner Bros. divulgou a sinopse oficial de “Furiosa”, spin-off de “Mad Max” centrado na principal personagem feminina do filme “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015). Diz o texto: “Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos de uma grande horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam pelo poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar o caminho de volta para casa.” O estúdio também confirmou que as filmagens já começaram, embora o astro Chris Hemsworth (“Thor”) tenha revelado o início dos trabalhos no começo de junho, com uma foto do set. Hemsworth deve viver um dos vilões do filme, que trará a atriz Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) no papel principal, vivido originalmente por Charlize Theron no premiado filme de 2015. O cineasta George Miller, que comanda a franquia “Mad Max” desde o primeiro filme, de 1979, volta à cadeira de diretor e também escreveu o roteiro, explorando o passado da personagem apresentada em “Estrada da Fúria” como líder de uma revolta contra o cruel Immortan Joe (Hugh Keays-Byrne, falecido em 2020). De acordo com a Variety, Miller considerou usar efeitos especiais para rejuvenescer Theron e permitir que ela interpretasse Furiosa novamente, mas acabou descartando a possibilidade, encontrando em Taylor-Joy sua versão jovem da personagem. O projeto vem sendo desenvolvido desde a pré-produção de “Estrada da Fúria”. Miller e seu co-roteirista, Nick Lathouris, construíram histórias extensas para todos os personagens daquele filme, desde o antagonista Immortan Joe até o secundário Doof Warrior, que empunha a guitarra-lança-chamas. Mas foi Furiosa quem recebeu mais atenção. Miller procurou responder a perguntas sobre como era a vida da personagem no idílico “Green Place” e como ela se tornou a guerreira inexorável vista em “Estrada da Fúria”. Nesse processo criativo, ele achou o passado de Furiosa tão envolvente que decidiu desenvolver um roteiro completo sobre a personagem, antes mesmo de “Estrada da Fúria” começar a ser filmado. Mas o projeto só está saindo do papel agora porque o diretor e a Warner se desentenderam, com direito a processo sobre os direitos financeiros referentes a “Estrada da Fúria”. Por isso, Miller decidiu priorizar outro filme de “Estrada da Fúria”: “Three Thousand Years of Longing”, que teve première mundial em 20 de maio, no Festival de Cannes. Com esse trabalho finalizado e o fim de seu conflito com a Warner, ele voltou ao projeto do prólogo. “Furiosa” tem previsão de estreia somente para maio de 2024.












