Zoe Saldana e Jennifer Garner se juntam a Ryan Reynolds em aventura da Netflix
As atrizes Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) entraram no elenco de “The Adam Project”, aventura de ficção científica da Netflix, que será estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”). A produção será o segundo filme seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria estrear em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. “The Adam Project” mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar uma versão adolescente dele mesmo. Garner viverá a mãe do jovem Adam (Reynolds), enquanto Saldana será sua esposa nos dias atuais. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”). A produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma.
Netflix vai lançar primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger
A Netflix fechou contrato para exibir a primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger, superando vários candidatos interessados em transmitir a atração produzida pela Skydance Television. Ainda sem título, a série foi criada por Nick Santora (criador de “Scorpion”), e trará o astro de 73 anos como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A personagem feminina será vivida por Monica Barbaro, que estrela a vindoura continuação de “Top Gun”. O negócio foi fechado apenas com uma apresentação preliminar e antes do roteiro do piloto ser finalizado, apurou o site The Hollywood Reporter. Além de estrelar, Schwarzenegger é um dos produtores da atração, ao lado de Santora e executivos da Skydance. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). Ainda em fase de desenvolvimento, a série só deve estrear em 2022.
Atriz do novo Top Gun vai estrelar série de ação com Arnold Schwarzenegger
A atriz Monica Barbaro, vista em “Stumptown”, “Chicago PD” e “The Good Cop”, foi escolhida para viver a filha de Arnold Schwazenegger na primeira série do veterano astro de ação. Ela teria sido convidada para o papel após os produtores verem seu desempenho no vindouro filme “Top Gun: Maverick”, em que interpreta a única mulher de uma equipe de pilotos de caça. O longa já está pronto e deveria ter sido lançado em junho passado, mas teve a estreia adiada devido à pandemia de coronavírus. Desenvolvida por Nick Santora (criador de “Scorpion”), a série ainda sem título trará o astro como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A produção é do estúdio Skydance, que já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). O projeto ainda não tem canal/plataforma definido, muito menos previsão de estreia.
Ator de Titãs será Jack Reacher em série da Amazon
Vivido por Tom Cruise em dois filmes, Jack Reacher terá um novo interprete em streaming. O ator Alan Ritchson, que vive o herói Rapina em “Titãs”, foi escolhido pela Skydance TV para dar vida ao personagem na série que deve chegar em 2022 na Amazon. A adaptação está a cargo de Nick Santora (criador de “Scorpion”) e também conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, como produtor. A 1ª temporada será baseada no primeiro livro de Reacher, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997, que introduz o personagem. Vale lembrar que os longas estrelados por Cruise adaptaram o 9º e o 18º livros da franquia. E descontentaram os leitores devido à baixa estatura do ator, que não combinava com a descrição do personagem. Ritchson não é tão famoso, mas tem o físico descrito nos livros. Lee Child, criador do personagem, tinha garantido a seus leitores que a produção escolheria um intérprete mais alto e encorpado. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava nos cinemas e renasceu com sucesso como uma série da Amazon: “Jack Ryan”. A escolha do intérprete demonstra que o projeto já tem cronograma de produção, mas não há informações sobre o começo das gravações.
Arnold Schwarzenegger vai estrelar sua primeira série
O astro Arnold Schwarzenegger vai estrelar a primeira série de sua longa carreira. Aos 73 anos, ele será o protagonista de uma atração de espionagem da Skydance Television. Desenvolvida por Nick Santora (criador de “Scorpion”), a série ainda sem título trará o astro como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). O projeto ainda não tem canal/plataforma definido, muito menos previsão de estreia.
Ryan Reynolds lança programa de inclusão social na produção de seus filmes
O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) anunciou em seu canal no YouTube a criação de um programa de inclusão social, que ele implantará na produção de seus filmes. Com o nome de Group Effort Initiative (Iniciativa de Esforço em Grupo), o astro pretende ajudar a formar profissionais de “comunidades marginalizadas” para trabalhar na indústria do cinema. “Fazer um filme é um esforço de grupo, mas por muito tempo esse grupo excluiu sistematicamente negros, indígenas, pessoas de cor e várias outras comunidades marginalizadas. Esse é um problema global que não será corrigido de um dia para a noite, mas as alterações podem começar local e imediatamente”, afirmou o ator em vídeo sobre o projeto (veja abaixo). O plano de Reynolds consiste em recrutar de 10 a 20 aprendizes “de todas as idades, porque nunca é muito tarde”, que receberão pagamento, alojamento e terão suas despesas de viagem cobertas, para acompanhar no set o cotidiano de filmagens e aprender na prática como funciona a produção de um filme. Eles “passarão seus dias aprendendo com os profissionais no set e obtendo uma experiência da vida real, até que, esperançosamente, se não se desiludirem, alcancem uma carreira na indústria cinematográfica”, explicou o ator. O primeiro dos filmes de Reynolds que adotará esse iniciativa será sua próxima produção da Netflix, um longa de viagem no tempo ainda sem título, com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). “Essa é uma ação esperada há muito tempo, mas tenho que agradecer à Netflix e à [produtora] Skydance por nos deixar fazer isso. E como se chama Esforço em Grupo, esperamos que (outras) pessoas com o privilégio que eu tenho possam se juntar a esse esforço”, concluiu o ator. Detalhes das inscrições e o cronograma das filmagens serão revelados nas próximas semanas, mas os interessados em participar já podem se registrar no site recém-lançado da Iniciativa: https://www.groupeffortinitiative.com/.
Netflix vai lançar mais um filme estrelado por Ryan Reynolds
A Netflix fechou contrato com a produtora Skydance e a Paramount para distribuir mais um filme do ator Ryan Reynolds (“Deadpool”), após o sucesso de “Esquadrão 6” na plataforma. Trata-se de uma aventura com viagem no tempo, que mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar sua própria versão adolescente. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”) e agora será dirigido por Shawn Levy (da trilogia “Uma Noite no Museu”). Reynolds e Levy acabaram de filmar o primeiro trabalho juntos, a comédia sci-fi “Free Guy: Assumindo o Controle” – com lançamento marcado para dezembro pela Disney. E o fato de emendarem um novo projeto significa que a parceria deve ter agradado aos dois, a ponto de repetirem a colaboração imediatamente após o final da primeira produção. Ainda sem título oficial, o longa atraiu interesse da Netflix não apenas por causa de “Esquadrão 6”, mas também devido ao sucesso de “The Old Guard”, outra produção da Skydance na plataforma. A produtora espera agora fazer mais negócios com a empresa de streaming. Ainda não há previsão para o início das filmagens.
Série que adapta clássico sci-fi Fundação ganha trailer épico
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série baseada em “Fundação” (Foundation), considerada uma das principais obras da ficção científica mundial, escrita nos anos 1950 por Isaac Asimov (1920-1992). A prévia tem introdução do roteirista-produtor David S. Goyer (da trilogia “Cavaleiro das Trevas”) e se revela tão ambiciosa quanto o livro, com fôlego e escala épicos, manifestados na visualização de diferentes planetas e muitos efeitos visuais. O projeto está sendo desenvolvido por Goyer e Josh Friedman (criador de “Emerald City”), em parceria com a produtora Skydance, e destaca os atores Jared Harris (“Chernobyl”) e Lee Pace (“Capitã Marvel”) como protagonistas. Harris interpretará o cientista Hari Seldon e Pace será Brother Day, o atual Imperador da galáxia. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galático. Mas um matemático chamado Hari Seldon desenvolve um método de prever a queda do império. Ele descobre que a atual forma de governo galáctico vai entrar em colapso em mil anos, mergulhando a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie, levando outros 40 mil anos para que a civilização possa se recuperar. De posse desse conhecimento, ele passa a liderar um grupo conhecido como A Fundação, para preservar a humanidade e criar um novo império. Em 1981, após a trilogia da “Fundação” ser incensada como um dos trabalhos mais importantes da ficção científica moderna, Asimov foi convencido por seus leitores a escrever um quarto livro, que se tornou “Limites da Fundação” (1982). Inspirado, ele escreveu mais uma sequência, “Fundação e Terra” (1986), além de dois prólogos, “Prelúdio para Fundação” (1988) e “Origens da Fundação” (1993), e interligou na sua série vários outros trabalhos, criando um universo estendido por mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015, com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento se provou impeditivo para a TV. Aparentemente, o preço cabe no bolso da Apple. Além de “A Fundação”, Issac Asimov também é conhecido por ter formulado as chamadas “leis da robótica” em outro de seus livros famosos, que já teve, inclusive, adaptação (bastante livre) de Hollywood: “Eu, Robô”, estrelado por Will Smith em 2004. Ainda não há data definitiva para a estreia de “Foundation” (o nome da série em inglês) na plataforma Apple TV+, mas a prévia coloca o lançamento em 2021.
Amazon confirma série baseada em Jack Reacher
A Amazon oficializou a produção da série “Jack Reacher”, baseada nos livros de Lee Child (pseudônimo de James D. Grant), que já rendeu dois filmes estrelados por Tom Cruise. A adaptação está a cargo de Nick Santora (criador de “Scorpion”) e também conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes de 2012 e 2016, como produtor. A 1ª temporada será baseada no primeiro livro de Reacher, “Dinheiro Sujo” (The Killing Floor), publicado em 1997, introduzindo o personagem como ele foi criado na literatura. Vale lembrar que os longas estrelados por Cruise adaptaram o 9º e o 18º livros da franquia. E descontentaram os leitores devido à baixa estatura do ator, que não combina com a descrição do personagem. Outro ator será agora escalado no papel, e o escritor garantiu que a produção escolherá um intérprete mais alto e encorpado. A série está sendo desenvolvida pela Skydance e a Paramount, que já foram bem-sucedidas ao relançar outra franquia literária que derrapava nos cinemas e renasceu com sucesso como uma série da Amazon: “Jack Ryan”.
Esquadrão 6: Novo trailer legendado apresenta os “heróis secretos” recrutados por Ryan Reynolds
A Netflix divulgou o terceiro trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground). Este é menos “Velozes e Furiosos”, concentrando-se mais nos personagens, que são apresentados individualmente com suas respectivas habilidades. Curiosamente, o vídeo também destaca um vício da produção. A seleção de imagens tem mais closes que as novelas da Globo. “Esquadrão 6” acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. Dirigido por Michael Bay, o filme também tem, contratualmente, muitas explosões. Não por acaso, seu orçamento é de US$ 125 milhões. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming já na sexta-feira (13/12).
Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.
Esquadrão 6: “Velozes e Furiosos de Michael Bay” ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster e o segundo trailer legendado de “Esquadrão 6” (6 Underground), que confirma a produção como um “Velozes e Furiosos” dirigido por Michael Bay. A prévia é toda centrada na destruição causada pelo carro em disparada dos protagonistas pelas ruas repletas de arte e relíquias históricas de Florença, na Itália. Algumas cenas surgem do nada e vão para lugar algum, sempre acompanhadas de piadinhas, explosões e comentários machistas. O orçamento é de US$ 125 milhões, mas o pôster parece ter sido feito por um aprendiz de Photoshop. “Esquadrão 6” acompanha um grupo de ex-militares que se transforma em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas, após serem dados como mortos. E esta parece ser a única diferença para “Velozes e Furiosos”: os protagonistas são ex-militares, em vez de ex-ladrões. O roteiro é de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram “Zumbilândia” e “Deadpool”, e o elenco destaca Ryan Reynolds (o próprio “Deadpool”), Dave Franco (“O Artista do Desastre”), Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”), Ben Hardy (“X-Men: Apocalipse”), Manuel Garcia-Rulfo (“Sicario: Dia do Soldado”), Adria Arjona (“Amanda 2018 Círculo de Fogo: A Revolta”) e Corey Hawkins (série “24: Legacy”). “Esquadrão 6” estreia em streaming no dia 13 de dezembro.
Novo Exterminador do Futuro pode dar prejuízo de US$ 130 milhões
Com título profético, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” deve representar o final da franquia nos cinemas. O lançamento deste fim de semana conseguiu ficar em 1º lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá, mas a arrecadação de US$ 29 milhões foi muito abaixo do esperado. Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões para a a Skydance Media, Paramount Pictures e 20th Century Fox – cada um desses estúdios bancou 30% do orçamento. Além deles, a empresa chinesa Tencent cobriu 10% da produção, orçada em US$ 185 milhões sem incluir P&A (custos de cópias e publicidade). O desempenho internacional é que impede um desastre maior – acima de US$ 200 milhões de prejuízo, o que seria um recorde indesejável. Mas o fracasso é realmente global. Como medida de comparação, o lançamento na China foi similar ao americano, abaixo das expectativas, e ainda assim foi a maior abertura no exterior – US$ 28 milhões. O total do filme em todo o mundo está em US$ 123,6 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger. Sem aliviar, o filme ainda dividiu opiniões entre a crítica. Conseguiu 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas apenas 55% entre os críticos top (da grande imprensa). Falando candidamente sobre os bastidores da produção, Cameron confessou ter entrado em brigas ferozes com o diretor Tim Miller sobre a edição do filme. “O sangue ainda está escorrendo das paredes”, admitiu o produtor e roteirista do novo/último “Exterminador do Futuro”, em tom quase de brincadeira.











