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    Joaquin Phoenix confessa que tinha medo de viver o Coringa no cinema

    20 de agosto de 2019 /

    O ator Joaquin Phoenix confessou ter tido medo de aceitar o papel de Coringa, que ele interpreta no primeiro filme solo do vilão. Em entrevista para a revista Total Film, ele lembrou que inicialmente recusou o convite do diretor Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) com receio de estrelar sua primeira adaptação de quadrinhos. “Levou um tempo para eu me comprometer. Agora, eu olho para trás e não sei o motivo. Mas tinha muito medo, sim”, contou o ator, que no passado se recusou a viver os heróis Hulk e Doutor Estranho em produções da Marvel. O medo, no caso, não foi tanto de entrar no mundo dos quadrinhos de super-heróis, mas de encarar um personagem vivido por seu ídolo Jack Nicholson e que rendeu um Oscar a seu colega Heath Ledger. “Mas eu sempre digo que há o medo que motiva e há o medo que debilita”, ele continuou. “Tem o medo que paralisa e te impede de dar um passo e tem o medo que te leva a questionar, ‘Ok, o que fazemos? Não é bom o suficiente’. E isso te impulsiona a ir cada vez mais fundo. Eu amo esse tipo de medo. Ele nos guia, nos faz trabalhar mais”, completou o ator. Para aumentar ainda mais o desafio – e o medo – , o filme apresenta uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de a DC Comics nunca ter dado nome para a “identidade civil” do Coringa – que virou Jeremiah Valeska na série “Gotham”. O que já dá mostras do risco assumido por Phoenix. A produção também traz no elenco outro astro que não tinha sido visto ainda num longa de quadrinhos, o lendário Robert De Niro (de “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia”), além de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”). Passado entre os anos 1970 e 1980, “Coringa” será o primeiro filme da safra atual de adaptações da Warner sem qualquer ligação com o atual universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. O filme terá premiére mundial no Festival de Veneza, no final de agosto, e tem estreia comercial marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Modern Love: Série romântica estrelada por Anne Hathaway ganha primeiro teaser

    27 de julho de 2019 /

    A Amazon divulgou o primeiro teaser de “Modern Love”, série de antologia romântica que chama atenção por seu elenco hollywoodiano, encabeçado por Anne Hathaway (“Interestelar”). Outro detalhe curioso é que, apesar de ter o mesmo título de uma famosa música de David Bowie, a trilha que apresenta a série é a antiquada “Love Will Keep Us Together”, de Captain & Tennille. Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção tem oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Carrey terá a companhia da atriz Emmy Rossum (estrela de “Shameless”), Sharon Horgan (criadora de “Divorce”) e Tom Hall (“Sensation”) na direção dos episódios. Além de Anne Hathaway, o superelenco destaca Tina Fey (“30 Rock”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). A estreia está marcada para 18 de outubro.

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    Homecoming: Janelle Monáe substitui Julia Roberts como protagonista da 2ª temporada

    23 de julho de 2019 /

    A cantora Janelle Monáe vai voltar a explorar a atuação como protagonista da 2ª temporada de “Homecoming”, série da Amazon. Será o primeiro papel fixo de Monáe numa série, após se destacar no cinema em “Moonlight” e “Estrelas Além do Tempo” (ambos de 2016), mas ela já é conhecida dos assinantes da Amazon por participação num episódio da série “Electric Dreams”. A 2ª temporada de “Homecoming” vai acompanhar uma mulher (Monáe) que acorda em uma canoa no meio do oceano, sem nenhuma memória de como chegou até lá – ou mesmo de quem ela é. A atriz Julia Roberts, que protagonizou a 1ª temporada, não voltará a aparecer nos novos episódios, mas ainda seguirá como produtora executiva da atração. Já os demais membros do elenco original, como Bobby Cannavale, Stephan James, Hong Chau e Shea Whigham, devem retornar para a nova temporada. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi definida pelo serviço de streaming.

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  • Filme

    Diretor divulga nova imagem e confirma classificação etária de Coringa

    16 de junho de 2019 /

    O diretor Todd Phillips divulgou uma nova imagem do filme “Coringa”, em que Joaquin Phoenix finaliza a maquiagem do personagem. No texto, ele escreveu: “Dando os retoques finais”, sugerindo que o trabalho de pós-produção está praticamente pronto. Ele também confirmou que o filme será para maiores nos Estados Unidos, ao responder a um fã sobre a classificação etária. “Será ‘R-Rated’. Muitas pessoas têm me perguntado isso. Imaginei que já soubessem”, explicou. “R-Rated” significa que “Coringa” será proibido para menores de 17 anos nos EUA. Conforme aconteceu com “Logan” e “Deadpool”, isso deve representar classificação para 16 anos no Brasil. Mais conhecido como diretor de comédias como a trilogia “Se Beber, Não Case”, Phillips quis fazer um “Coringa” mais sombrio, “realista” e diferente dos quadrinhos. O primeiro trailer mostrou que ele se inspirou nos filmes de Martin Scorsese – em especial “Taxi Driver” (1976) e “O Rei da Comédia” (1982) – para buscar o tom da produção. O filme apresenta uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de a DC Comics nunca ter dado nome para a “identidade civil” do Coringa – que virou Jeremiah Valeska na série “Gotham”. O que já dá mostras da “inovação” do diretor, que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). Além de Joaquin Phoenix, o elenco ainda conta com Robert De Niro (de “Taxi Driver” e “O Rei da Comédia”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”). “Coringa” será o primeiro filme da safra atual de adaptações da Warner sem qualquer ligação com o universo cinematográfico da DC Comics – e nem sequer com os quadrinhos da DC, se é que isso faz sentido. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram Finishing touches. Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 16 de Jun, 2019 às 9:50 PDT

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    Joaquin Phoenix dá show no primeiro trailer legendado do filme do Coringa

    3 de abril de 2019 /

    A Warner divulgou o pôster nacional e o primeiro trailer legendado de “Coringa” (Joker), filme sobre a origem do vilão dos quadrinhos. E a prévia é um show do ator Joaquin Phoenix (“A Pé Ele Não Vai Longe”). Literalmente, já que ele se apresenta num palco em uma cena, mas também simbolicamente, porque aparece em todos os instantes do material, ilustrando a tragédia do personagem como um palhaço desiludido, que sofre uma violência atrás da outra até enlouquecer. O tom e a cenografia são de produções dos anos 1970, o que torna referencial a participação de Robert De Niro no elenco – “Taxi Driver” (1976) e “O Rei da Comédia” (1982), de Martin Scorsese, parecem inspirar a trama. Mas também há uma alusão explícita a Charles Chaplin num rápido take, trazendo à tona paralelos com “Luzes da Ribalta” (1952). Ao longo do vídeo, Phoenix aparece em diferentes roupas de palhaço – a maioria vislumbrada nas fotos tiradas por paparazzi durante as filmagens. Até trocar a peruca verde por uma tintura de cabelo da mesma cor, para combinar com o figurino roxo e a maquiagem branca que conjuram uma imagem mais próxima do ícone da DC Comics. Parece bastante promissor. Mas poderia se chamar Palhaço, já que não há nada no material que realmente remeta ao Coringa. Até mesmo a inclusão do Asilo Arkham, para situar a história em Gotham em vez de uma evidente Nova York, troca a arquitetura gótica do hospício dos quadrinhos pela estética funcional de uma unidade de saúde pública. E, claro, o Coringa jamais usou maquiagem para enfrentar Batman. A pele branca e os cabelos verdes são “naturais”, por assim dizer, resultado de um acidente com produtos químicos. O filme obviamente mostra uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de a DC Comics nunca ter dado nome para a “identidade civil” do Coringa – que virou Jeremiah Valeska na série “Gotham”. O que já dá mostras da “inovação” do diretor Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). O elenco ainda conta com Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme da safra atual de adaptações da Warner produzido sem qualquer ligação com o universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Primeiro pôster de Coringa traz Joaquin Phoenix como palhaço ensanguentado

    2 de abril de 2019 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster de “Coringa” (Joker), filme sobre a suposta origem do vilão dos quadrinhos. A imagem traz o rosto do ator Joaquin Phoenix (“A Pé Ele Não Vai Longe”) com maquiagem de palhaço e ensanguentado. O tamanho reduzido do ator na arte e o fato dele estar praticamente fora do quadro não deixa de ser simbólico. Afinal, o personagem que ele interpreta não é o Coringa que os fãs conhecem. O filme vai mostrar uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de a DC Comics nunca ter dado nome para a “identidade civil” do Coringa – que virou Jeremiah Valeska na série “Gotham”. O que já dá mostras da “inovação” planejada pelo diretor Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). O elenco ainda conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme da safra atual de adaptações da Warner produzido sem qualquer ligação com o universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para 3 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Julia Roberts não vai estrelar a 2ª temporada de Homecoming

    16 de janeiro de 2019 /

    Julia Roberts não vai voltar como atriz na 2ª temporada de “Homecoming”, série que ela estrelou para o serviço de streaming Amazon Prime Video em 2018. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ela tinha contrato para aparecer apenas em uma temporada e seguirá apenas como produtora executiva do segundo ano. Sam Esmail (“Mr. Robot”) seguirá como showrunner da atração, mas não há notícias sobre o retorno dos demais membros do elenco da série, como Stephan James, Bobby Cannavale, Shea Whigham, Alex Karpovsky, Hong Chau e Sissy Spacek. A atriz interpretava a protagonista da série, uma psicóloga que fazia parte de um programa governamental para ajudar veteranos de guerra a se adaptarem novamente à vida em sociedade. O problema é que, anos depois, a personagem parecia não se lembrar desse trabalho, empregada como garçonete em uma cidade do interior dos EUA. Sua conexão com um paciente seria a chave para desvendar o mistério. “Homecoming” rendeu indicações ao Globo de Ouro e ao Critics Choice para Julia Roberts e tem 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes.

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    Anne Hathaway, Andy Garcia e Tina Fey são confirmados na série Modern Love

    27 de novembro de 2018 /

    Confirmou. Anne Hathaway vai mesmo estrelar a série “Modern Love” conforme especulado, marcando sua volta ao gênero, após 18 anos de trabalhos no cinema. Ela começou a carreira na série “Caia na Real” (Get Real), que durou duas temporadas entre 1999 e 2000. Além dela, a Amazon anunciou um elenco de peso na produção, que é baseada na famosa coluna homônima do jornal The New York Times sobre casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento será bem diferente, como uma antologia de histórias fechadas e sem personagens fixos. Os episódios contarão com Tina Fey (“30 Rock”), Andy Garcia (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”), Dev Patel (“Lion”), John Slattery (“Mad Men”), Catherine Keener (“Corra!”), Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”), Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”), Andrew Scott (“Sherlock”), Julia Garner (“Ozark”), Shea Whigham (“O Primeiro Homem”), Gary Carr (“The Deuce”), Sofia Boutella (“A Múmia”) e John Gallagher Jr. (“Hush: A Morte Ouve”). Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção deverá ter oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Mas ele terá a companhia de diferentes diretores na condução dos capítulos, na forma da atriz Emmy Rossum (estrela de “Shameless”), Sharon Horgan (criadora de “Divorce”) e Tom Hall (“Sensation”). A estreia ainda não foi definida.

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    Coringa: Joaquin Phoenix corre da polícia até ser atropelado em vídeo e fotos das filmagens

    23 de novembro de 2018 /

    Joaquin Phoenix nunca deve ter corrido tanto para fazer um filme. Novas fotos e vídeo flagraram mais uma cena das filmagens de “Coringa” em que o ator precisa fugir em disparada enquanto usa maquiagem de palhaço, desta vez perseguido por dois policiais – vividos por Shea Whigham (“O Primeiro Homem”) e Bill Camp (“Operação Red Sparrow”). O filme vai mostrar uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada pelo diretor Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). O elenco ainda conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”), Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019.

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    O Primeiro Homem transforma conquista da lua em drama intimista

    9 de novembro de 2018 /

    “Nós decidimos ir à Lua nesta década e fazer as outras coisas, não porque são fáceis, mas porque são difíceis”, disse o presidente americano John F. Kennedy em 1962, num discurso célebre que deu um novo gás para a corrida espacial e culminou com a pegada do astronauta Neil Armstrong no solo lunar. “O Primeiro Homem”, nova parceria do cineasta Damien Chazelle com o ator Ryan Gosling (ambos de “La La Land: Cantando Estações”), conta a história de Armstrong mostrando que as dificuldades mencionadas por Kennedy vão muito além dos problemas tecnológicos. Escrito por Josh Singer (“The Post – A Guerra Secreta”) com base no livro de James R. Hansen, o roteiro acompanha quase uma década na vida de Neil Armstrong (Gosling), um piloto de testes que, ao pilotar um X-15, teve o seu primeiro vislumbre do espaço. A tranquilidade espacial é substituída pela conturbada realidade terrestre. Após perder a filha, vítima de câncer, Neil decide voltar ao trabalho. Mas quando lhe empurram um serviço burocrático – que lhe daria tempo para pensar na sua perda –, ele enxerga a oportunidade de sair dali e ingressar no programa espacial. Assim, fica estabelecida desde o início a relação trabalho-família, algo que vai ser reforçado ao longo de toda a narrativa. Chazelle explicita isso ao demonstrar como o relacionamento de Armstrong com a sua família melhora quando seu trabalho está indo bem – e como piora quando as coisas vão mal. Além disso, o diretor investe em uma montagem paralela que mostra Neil no espaço e sua esposa, Janet (Claire Foy, de “The Crown”), na Terra, dando igual importância a estes dois eventos. A relação trabalho-família também é um fator determinante para levá-lo a aceitar a missão. Quando questionado sobre os motivos de querer ir até à Lua, Neil fala da possibilidade de poder enxergar as coisas sob outra perspectiva. Sua perspectiva, porém, tem mais a ver com a sua trajetória pessoal para lidar com o luto do que com as mudanças que tal viagem causaria no mundo. Por mais que o personagem de Buzz Aldrin (Corey Stoll, de “Homem Formiga”) ofereça uma opinião dissonante – falando sobre a corrida espacial contra a União Soviética –, fica claro que o filme se posiciona de maneira contrária à opinião pragmática de Aldrin e favorável à motivação emocional de Armstrong. Marcado por um histórico de tragédias, o protagonista parece se afastar de todos como forma de se proteger. Afinal, é na solidão que encontra a segurança para lidar com os seus problemas. Numa determinada cena, Neil vê um balanço na árvore e menciona para o colega Ed White (Jason Clarke, de “Planeta dos Macacos: O Confronto”) que a sua filha tinha um igual. Porém, antes de levar a conversa adiante e expor demais a sua intimidade ao amigo, ele se afasta, retornando à sua escuridão solitária. E Gosling, que não é um ator expressivo, representa bem essa personalidade introvertida justamente pela frieza da sua atuação. Damien Chazelle também opta por uma abordagem intimista. Apostando em planos fechados, o realizador transforma a sua câmera num personagem que acompanha os astronautas, vendo as coisas sob o mesmo ponto de vista deles – os voos são filmados todo no interior dos foguetes, e não por fora, como costumam ser filmes sobre o espaço. Mais do que isso, porém, a câmera parece sentir o que eles sentem, partilhando a tensão deles durante os voos – em muitos casos, a câmera treme tanto que não dá pra identificar o que está sendo mostrado, numa representação subjetiva da visão daquelas pessoas. E é bastante significativo que, quando finalmente chegam à Lua, a câmera seja a primeira a sair. Contando uma história que já é, ao menos em partes, conhecida pelo público, o longa é mais focado nos desafios da viagem, e não no seu destino. E foram muitos desafios. O design de som destaca o ranger dos metais das aeronaves antes da decolagem, apontando para o perigo iminente que aquela tecnologia representa. Trata-se de um perigo real, que custou a vida de alguns astronautas ao longo dessa jornada. Tal insegurança é reproduzida pelo próprio Armstrong quando conversa com a família pouco tempo antes de embarcar e fala da possibilidade de não voltar. Porém, apesar de temer a viagem, ele a aceita, uma vez que, de certa maneira, ele precisa dela. “Este é um pequeno passo para o homem, mas um gigantesco salto para a humanidade” disse Neil Armstrong ao pisar na superfície lunar pela primeira vez. O filme de Damien Chazelle, porém, faz o caminho inverso, diminuindo o salto representado pela humanidade naquele momento e aumentando a importância do passo para aquele primeiro homem.

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    Joaquin Phoenix aparece com versão cor-de-rosa do traje do Coringa

    5 de novembro de 2018 /

    O diretor Todd Phillips (da trilogia “Se Beber, Não Case”) divulgou uma nova foto em seu Instagram do filme do Coringa, que traz Joaquin Phoenix (“O Homem Irracional”) incorporando o protagonista do longa. Na legenda, o cineasta comenta apenas que se trata de uma pausa de descanso na filmagem. De fato, a foto mostra o ator relaxando, enquanto fuma um cigarro. Mas há um detalhe revelador na imagem. Ela mostra o ator – ainda com maquiagem de palhaço – usando uma roupa cor-de-rosa muito parecida com o tradicional traje roxo do vilão nos quadrinhos. Caso o roxo tenha virado rosa, será apenas mais uma das mudanças que os fãs dos quadrinhos terão que relevar ao ir ao cinema. Isto porque o diretor pretende mostrar a história de Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada por Phillips, que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). Além de Joaquin Phoenix, o elenco do longa conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Brett Cullen (“Narcos”) e Shea Whigham (“Agent Carter”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019. Visualizar esta foto no Instagram. On set. Five minute break. ? @nikotavernise Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em 4 de Nov, 2018 às 3:59 PST

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    Filme do Coringa vai ter Bruce Wayne criança

    25 de outubro de 2018 /

    O filme do Coringa escalou intérpretes para os papéis do mordomo Alfred e do menino Bruce Wayne. Eles serão vividos, respectivamente, por Douglas Hodge (da série “Penny Dreadful”) e Dante Pereira-Olson (série “Happy!”). Eles vão se juntar ao elenco encabeçado por Joaquin Phoenix (“Ela”), que também conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Brett Cullen (“Narcos”) e Shea Whigham (“Agent Carter”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. Considerando que o Coringa tem a idade de Joaquin Phoenix na época em que o futuro Batman está começando o Ensino Fundamental, isso significa que ele teria cerca de 70 anos ao enfrentar o Batman adulto. Um senhor bem vigoroso pelo que mostram os quadrinhos. Aparentemente, a Warner não está preocupada com esse “furo”. Isto porque o filme pretende mostrar a história de Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada pelo diretor Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. Pelo jeito que a trama anda, o filme podia muito bem receber o selo “Elseworlds”, que acompanha quadrinhos passados em universos paralelos, onde a realidade é muito diferente daquela que todos conhecem.

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    Estreias: Filmes da conquista da Lua e do Planet Hemp são destaques da semana

    18 de outubro de 2018 /

    As principais estreias da semana são dois dramas que contam histórias reais, “O Primeiro Homem” e “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”. O drama americano volta a reunir o ator e o diretor de “La La Land” (2016). Ryan Gosling vive o personagem do título, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua, numa reconstituição minuciosa da missão mais importante da NASA pelas mãos do cineasta Damien Chazelle. Recebido com fortes aplausos durante sua première mundial no Festival de Veneza 2018, “O Primeiro Homem” tem 88% de aprovação da crítica na média do site Rotten Tomatoes. O drama brasileiro, por sua vez, tem título composto com hífen, cinco palavras e nenhuma delas refere-se ao fato de que a trama conta a origem da banda Planet Hemp. A titulagem é um problema crônico no mercado cinematográfico nacional. Outro, mais grave, é a distribuição. Este longa, por exemplo, foi premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro há um ano, e só agora chega ao circuito comercial. Imaginem se seu tema não fosse popular. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé (que fizeram “Chocante”). E o resultado supera expectativas ao se concentrar na amizade entre o jovem Marcelo (Renato Góes) e o falecido rapper Skunk (Ícaro Silva), antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990. É uma história de sucesso, mas sem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Os demais lançamentos não tem a mesma qualidade, sendo versões genéricas de histórias manjadas. Dois são dirigidos por franceses e falados em inglês. Com título ainda mais longo que o da estreia nacional, “A Casa do Medo – Incidente em Ghostland” é um terror de casa mal-assombrada que decepciona quem conhece o diretor Pascal Laugier pelo brutal “Mártires” (2008). Já a “versão feminina” de “Desejo de Matar” (1974), “A Justiceira”, tem direção de Pierre Morel, do primeiro “Busca Implacável” (2008), e levou a atriz Jennifer Garner a decidir voltar para a televisão. O circuito limitado ainda inclui duas comédias igualmente já vistas. “Estás Me Matando Susana” é mais uma história de choque cultural de mexicano nos Estados Unidos, desta vez com Gael García Bernal (“Deserto”) em vez de Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”), enquanto “O Poder de Diane” é a versão cinematográfica francesa da série “The New Normal” (2012–2013) com uma “Juno” (2007) adulta. E ainda há o documentário brasileiro semanal de tese acadêmica, sempre feito à base de depoimentos, como numa produção de TV Educativa. Confira abaixo todas as sinopses e veja os trailers das estreias da semana. O Primeiro Homem | EUA | Drama A vida do astronauta norte-americano Neil Armstrong (Ryan Gosling) e sua jornada para se tornar o primeiro homem a andar na Lua. Os sacrifícios e custos de Neil e toda uma nação durante uma das mais perigosas missões na história das viagens espaciais. Legalize Já – Amizade Nunca Morre | Brasil | Drama Skunk (Ícaro Silva) é um jovemrevoltado com a opressão e o preconceito diário sofrido pelas comunidades de baixa renda, que busca expor sua insatisfação através da música. Um dia, ao fugir da polícia, ele literalmente esbarra em Marcelo (Renato Góes), um vendedor de camisas de bandas de heavy metal. O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima, assim como a habilidade de Marcelo em compor letras de forte cunho social e questionador. Impulsionado por Skunk, ele adentra o universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp. A Casa do Medo – Incidente em Ghostland | França, Canadá | Terror Pauline acaba de herdar uma casa de sua tia e decide morar lá com suas duas filhas. Mas, logo na primeira noite, o lugar é atacado por violentos invasores e Pauline faz de tudo para proteger as crianças. Dezesseis anos depois, as meninas, agora já crescidas, voltam para a casa e se deparam com coisas estranhas. A Justiceira | Estados Unidos | Thriller Quando o marido e a filha são mortos a tiros diante de um parque de diversões, Riley (Jennifer Garner) acorda de um coma e passa os anos seguintes aprendendo a se tornar uma máquina de matar. No quinto aniversário da morte de sua família, ela tem como alvo todos os responsáveis: a gangue que cometeu o crime, os advogados que os libertaram e os policiais corruptos que permitiram que tudo acontecesse. Estás Me Matando Susana | México, Canadá | Comédia Eligio (Gael García Bernal) acorda em uma manhã e descobre que sua esposa Susana (Verónica Echegui) o deixou sem dizer uma palavra sobre seus motivos ou paradeiro. Ele decide embarcar em uma viagem da Cidade do México até uma universidade de Iowa, nos Estados Unidos, para lutar pela mulher que ama. Ao chegar, ela parece ter seguido em frente com sua vida, mas Eligio resolve usar seu charme para conquistá-la enquanto enfrenta as dificuldades de um lugar estrangeiro. O Poder de Diane | França | Comédia Diane (Clotilde Hesme) é uma jovem mulher perdida na vida. Entre uma festa e outra, ela decide servir como a barriga de aluguel para Thomas (Thomas Suire) e Jacques (Gregory Montel), um casal de amigos muito próximos. Durante a gestação, ela se muda para a casa dos avós no campo e conhece Fabrice (Fabrizio Rongione), um eletricista local. Enquanto ela se prepara para dar a luz, os dois iniciam um romance improvável. A Última Abolição | Brasil | Documentário Uma retrospetiva detalhada de um momento emblemático da história do Brasil, a abolição da escravidão, apresentado de uma outra perspectiva. Ao contrário do que foi pregado por livros didáticos e outras vertentes da história oficial por muito tempo, não foi meramente a assinatura da Princesa Isabel na Lei Áurea em 13 de maio de 1888 que libertou os escravos, e tampouco tal liberdade foi um presente ou um passo na direção da mitológica democracia racial.

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