Netflix abre bastidores da adaptação de “One Piece”
A Netflix divulgou na Geeked Week um vídeo de bastidores da adaptação live-action do mangá “One Piece”. Com apresentações entusiasmadas dos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”), Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”) e do ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), que interpreta o protagonista Luffy, a prévia destaca a construção dos cenários da série na África do Sul, especialmente os navios. A trama dos quadrinhos de Eiichiro Oda, lançados no Brasil pela editora Conrad e atualmente publicados pela Panini, gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna, seu maior segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Publicada desde 1997 no Japão, a trama acompanha um grupo desses aventureiros, os Piratas de Chapéu de Palha, liderado por Monkey D. Luffy, que além buscar o tesouro também quer se consagrar como o rei dos piratas. A história também é conhecida por seu desenho animado, produzido até hoje, com mais de 900 episódios. O elenco da adaptação também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Ainda não há previsão de estreia.
Elenco de “Vikings: Valhalla” agradece audiência da Netflix
A Netflix aparentemente não tinha nada novo de “Vikings: Valhalla” para mostrar na Geeked Week. Por isso, divulgou um vídeo com erros de gravação da 1ª temporada, além de trazer agradecimentos dos três protagonistas pela audiência, que garantiu a renovação da série para mais duas temporadas. A nova série é uma continuação da recém-encerrada “Vikings”. Desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, passa-se um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos: os irmãos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”) e Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”), um viking cristão que se apaixona por Freydis. Com um papel menos ativo em “Valhalla” – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , Hirst deixou o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart, que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Com a confirmação de mais duas temporadas, os espectadores devem esperar maior destaque para William, o Conquistador, o primeiro rei normando da Inglaterra. O personagem é descendente direto de Rollo, irmão de Ragnar, cuja ascensão na monarquia franca (atual França) foi mostrada em “Vikings”. Mas o segundo ano da produção ainda não tem previsão de estreia.
4ª temporada de “Manifest” ganha primeira prévia da Netflix
A Netflix divulgou a primeira prévia da 4ª temporada de “Manifest” na Geeked Week. O vídeo apresenta uma cena inédita, em que Michaela Stone (Melissa Roxburgh) investiga containers suspeitos numa doca portuária. A plataforma virou o novo endereço da atração após salvar “Manifest” do cancelamento, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar. A plataforma encomendou 20 capítulos inéditos, que darão um final à trama, interrompida sem fim em sua 3ª temporada. Com isso, a 4ª temporada será a maior de toda a série, que geralmente tinha 13 episódios por temporada. Mas a Netflix deve dividir a exibição em duas partes, que ainda não ganharam previsão de estreia – “em breve”, diz a prévia. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. Segundo os produtores, entre eles o célebre cineasta Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), a trama foi inspirada pelo desaparecimento misterioso do voo 370 da Malaysia Airlines, mas a premissa também sugere influência de “Lost” e “The 4400”. O elenco é liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Matt Long (“Helix”), Daryl Edwards (“Demolidor”) e Holly Taylor (“The Americans”). Já Athena Karkanis (série “Zoo”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), integrantes das três temporadas originais, não vão voltar devido aos fatos vistos no final do último capítulo exibido.
Vídeo de “Fate: A Saga Winx” introduz Flora
A Netflix divulgou durante a Geeked Week uma cena completa da 2ª temporada de “Fate: A Saga Winx”, que revela Paulina Chávez (“Ashley Garcia: A de Amor”) como a personagem Flora – a fada que é prima da Terra (Eliot Salt, de “Normal People”). A adaptação live-action do desenho animado italiano “O Clube das Winx” foi desenvolvida por Brian Young (roteirista de “The Vampires Diaries”) e também traz em seu elenco Abigail Cowen (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Hannah van der Westhuysen (“Grantchester”), Precious Mustapha (“Endeavour”), Elisha Applebaum (“Undercover Hooligan”), Sadie Soverall (“Rose Interpreta Julie”), Freddie Thorp (“A Descoberta das Bruxas”), Danny Griffin (“So Awkward”), Theo Graham (“Hollyoaks”) e Jacob Dudman (“Não Fale com Estranhos”). A trama acompanha a jornada de cinco fadas adolescentes em Alfea, um internato mágico que fica em Outro Mundo – literalmente, Outro Mundo é o nome do lugar. Por lá, elas devem aprender a dominar seus poderes enquanto lidam com suas vidas amorosas, novas amizades, rivalidades e monstros que ameaçam suas existências. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia.
Netflix divulga cenas do final de “Locke & Key”
A Netflix divulgou o teaser da 3ª e última temporada de “Locke & Key” na Geeked Week. A prévia apresenta novas chaves, ameaças e a data de estreia, marcada para 10 de agosto. Baseada nos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) desenhados por Gabriel Rodriguez, a série acompanha uma mãe e seus três filhos, após se mudarem para a antiga casa da família, como consequência do brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. O elenco destaca Emilia Jones (do filme vencedor do Oscar 2022 “No Ritmo do Coração”), Connor Jessup (“Falling Skies”) e o menino Jackson Robert Scott (o Georgie de “It: A Coisa”) como os jovens irmãos protagonistas, Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) no papel da mãe, Aaron Ashmore (“Killjoys”) como um tio da família e um elenco rotativo como a entidade Dodge, capaz de mudar de forma. Como curiosidade, a primeira intérprete de Dodge, que retorna na prévia, é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Desenvolvida por Meredith Averill (criadora de “Star-Crossed”), Aron Eli Coleite (criador de “Daybreak”) e Carlton Cuse (criador de “Bates Motel” e “Jack Ryan”), a série vai retornar de forma bem rápida, já que estreou sua 2ª temporada em outubro do ano passado.
Netflix apresenta série de terror de Guillermo del Toro
A Netflix divulgou o primeiro teaser da nova série de terror do cineasta Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água” (2017). Visto durante a programação da Geeked Week, o vídeo adianta alguns detalhes da produção, que vai se chamar “Guillermo del Toro’s Cabinet of Curiosities”. Trata-se de uma antologia que abordará histórias de todas as tendências do terror, do gótico clássico à fantasia mística, escritas por um time especialmente selecionado pelo diretor. A lista dos encarregados a escrever e dirigir os episódios inclui alguns nomes conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. Del Toro também ajudou a selecionar pessoalmente o elenco grandioso, formado por Rupert Grint (“Harry Potter” e “Servant”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), Luke Roberts (“Black Sails”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Glynn Turman (“Fargo”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Elpidia Carrillo (“Mayans M.C.”), Hannah Galway (“Sex/Life”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Demetrius Grosse (“Fear the Walking Dead”), David Hewlett (“A Forma da Água”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”), Sebastian Roché (“The Originals”) e Peter Weller (o RoboCop original). Ainda sem previsão de estreia, a antologia estende a colaboração entre o cineasta e Netflix, que começou com a animação “Trollhunters”, também criada por Del Toro.
Teaser revela visual de Jenna Ortega como Wandinha Addams
A Netflix liberou sua primeira novidade em paralelo à Geeked Week: um teaser de “Wandinha”, que apresenta o visual perfeito de Jenna Ortega (de “Você” e do novo “Pânico”) no papel da filha de Mortícia e Gomez Addams. A série vai acompanhar a caçula da família Addams (que se chama Wednesday em inglês) pela primeira vez como uma jovem adulta. Na trama, ela é uma estudante na Nevermore Academy, onde terá alguns desafios pela frente: dominar suas habilidades psíquicas emergentes, frustrar uma monstruosa onda de assassinatos que aterroriza a cidade e resolver um mistério sobrenatural que envolveu seus pais 25 anos atrás – tudo enquanto navega em seus novos e complicados relacionamentos, sem perder suas adoráveis características mórbidas. Os responsáveis pelos roteiros são Alfred Gough e Miles Millar, dupla que criou “Smallville” e a mais recente sci-fi de artes marciais “Into the Badlands”. Já o visual gótico estilizado estará sob comando de um especialista. Conhecido por vários terrores cômicos e juvenis ao longo da carreira, incluindo “Os Fantasmas se Divertem” (1988) e “Edward Mãos de Tesoura” (1990), Tim Burton vai dirigir os episódios e também produzir a atração. Além de Jenna Ortega, o elenco ainda inclui Catherine Zeta Jones (“A Máscara do Zorro”) e Luis Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”) como Morticia e Gomez Addams, mais Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), Thora Birch (Gamma em “The Walking Dead”), Riki Lindhome (“Entre Facas e Segredos”), Jamie McShane (“Mank”), Hunter Doohan (“Your Honor”), Georgie Farmer (“Treadstone”), Moosa Mostafa (“The Last Bus”), Emma Myers (“Girl in the Basement”), Naomi J. Ogawa (“Skylin3s”), Joy Sunday (“Cara Gente Branca”), Percy Hynes White (“The Gifted”) e participação especial de Christina Ricci, a Wandinha dos dois filmes live-action de “A Família Addams” dos anos 1990. Por enquanto, a estreia está prevista apenas para “em breve”.
James Marsden vai voltar a “Westworld”
O ator James Marsden está de volta a “Westworld”, após passar uma temporada completa e quatro anos inteiros fora da série. Intérprete do cowboy Teddy nas duas primeiras temporadas, ele vai aparecer pela primeira vez fora do parte temático que batiza a produção, como um novo personagem. Na trama, Marsden voltará a fazer par com Evan Rachel Wood, a Dolores. Só que ela também será uma nova personagem, chamada Christina – já que Dolores morreu no final do terceiro ano da atração. “Às vezes, você precisa ir embora para voltar”, disse o ator em participação surpresa no ATX Festival, evento de televisão dos EUA que recebeu um painel de “Westworld”. “Já são sete anos da nossa série, e é incrível ver para onde a história vai. No começo, eu não sabia, mas estou feliz de ver agora”, completou. Ao falar sobre as novidades, a showrunner e criadora Lisa Joy confirmou que Dolores realmente morreu, mas isso não foi o fim da participação de Evan Rachel Wood. “Eu gosto muito de Evan, então tive que trazê-la de volta. Criei uma nova personagem”, explicou. A personagem Christina é descrita como uma mulher que mora em uma cidade semelhante à Nova York, onde divide um apartamento com uma colega interpretada pela vencedora do Oscar Ariana DeBose (por “Amor, Sublime Amor”). “Ela é uma mulher normal vivendo na cidade grande e tentando construir uma carreira como escritora. Nada acontece com ela, na verdade, e isso é tudo o que posso dizer”, contou Wood ao público do ATX Festival. Dolores era a grande protagonista da série. Enquanto as duas primeiras temporadas detalharam a gradual revolução implantada pela androide vivida por Evan Rachel Wood no parque temático do título, visitado por humanos para “liberar” seus piores instintos, ao brincar de foras-da-lei no Velho Oeste, o terceiro ano levou a trama para o mundo real – isto é, o futuro distante – , após Dolores conseguir escapar e dar início a sua vingança contra a empresa responsável por Westworld. Os novos episódios da série criada pelo casal Jonathan Nolan e Lisa Joy vão estrear em 26 de junho – oficializando um hiato de 25 meses desde o final da 3ª temporada – tanto na HBO televisiva quanto no streaming da HBO Max.
As 10 melhores séries de maio
Ninguém consegue acompanhar todas as séries lançadas semanalmente por cada vez mais plataformas digitais. Dá para tentar assistir, no máximo, aos destaques. E mesmo assim, alguma produção importante pode passar batida entre as inúmeras novidades. Esta lista mensal serve de alerta para os interessados, reunindo as 10 melhores estreias recentes de streaming. Encabeçada pelo fenômeno “Stranger Thigs”, a mostra de maio é repleta de títulos de ficção científica. Metade da seleção pertence ao gênero, mas ainda há comédias, suspenses e um drama policial. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque. | STRANGER THINGS | NETFLIX Após três anos de espera e expectativa nas alturas, a série sobrenatural adolescente retornou com clima cinematográfico, deixando claro que não foram economizadas despesas na produção de sua 4ª temporada – supostamente mais cara que a temporada final de “Game of Thrones”. São mais efeitos, mais ação e mais personagens, resultando em tramas paralelas e capítulos bastante longos. Em resumo, os episódios exploram uma guerra iminente entre os jovens protagonistas da atração e as ameaças do Mundo Invertido, levando a turma das bicicletas a encarar um novo monstrão batizado com o nome de mais uma criatura de “Dungeons and Dragons”. O jogo, por sinal, se torna ainda mais importante, porque um dos novos personagens é um grande mestre dos calabouços de tabuleiro. Parte do elenco mirim ainda vai lidar com uma casa mal-assombrada relacionada a Freddy Krueger – na verdade, a residência pertence a um personagem atormentado vivido pelo astro da franquia “A Hora do Pesadelo”, Robert Englund. E ainda há as histórias de Eleven (Millie Bobby Brown), que busca recuperar seus poderes, e do xerife Hopper (Jim Harbour) preso na Rússia. Tudo isso é equilibrando com drama e humor, mas com muito mais terror que antes, resultando na temporada mais assustadora de toda a série. Lançada em duas partes, a 4ª temporada da criação dos irmãos Matt e Ross Duffer teve apenas sete de seus nove episódios disponibilizados em maio, com os dois remanescentes guardados para o dia 1º de julho. | OBI-WAN KENOBI | DISNEY+ Sequência direta da trilogia “Star Wars” dos anos 2000, a série se passa dez anos após os eventos de “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e mostra a perseguição ao personagem-título, que volta a ser interpretado por Ewan McGregor. Após desafiar o Império e fugir com os filhos de seu ex-pupilo Anakin Skywalker, Obi-Wan Kenobi se esconde no planeta Tatooine, acompanhando à distância o crescimento do jovem Luke. Mas o Império não desistiu de encontrar o velho mestre foragido, um dos poucos remanescentes do massacre da ordem Jedi, o que coloca em risco a segurança da menina Leia, sequestrada para tirar Kenobi de seu esconderijo. O elenco da produção também inclui Joel Edgerton e Bonnie Piesse, retomando seus papéis como os tios que criaram Luke Skywalker, Jimmy Smits como o Senador Organa, pai adotivo de Leia, além de Hayden Christensen, intérprete de Anakin, agora completamente transformado em Darth Vader. Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a produção ainda inclui participações de Kumail Nanjiani (“Eternos”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Maya Erskine (“PEN15”), o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”), Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) formidável como vilã e a menina Vivien Lyra Blair (“Bird Box”), que rouba as cenas como a Leia mirim. Após os três primeiros capítulos, a série segue com episódios inéditos todas as quartas. STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS | PARAMOUNT+ Nunca houve uma atração tão esperada. Foram nada menos que 58 anos para que “The Cage”, o mítico piloto rejeito de “Jornada nas Estrelas” em 1964, virasse uma série. Até recentemente um rodapé na história da franquia, o conceito original de Gene Roddenberry é a origem da nova série. Antes de criar o Capitão Kirk, Roddenberry concebeu o galante Capitão Pike no comando da nave Enterprise, acompanhado por uma imediata feminina, chamada apenas pelo codinome de Número 1. Entretanto, essa configuração foi rejeitada pelos executivos da NBC, levando o criador da série a mudar tudo. De todos os personagens, apenas um fez a transição do piloto rejeitado para a versão aprovada: o oficial alienígena Spock. Esta história seria mera curiosidade, não fosse a decisão do produtor de reciclar cenas do piloto de 1964 numa trama de duas partes da 1ª temporada de “Jornada nas Estrelas”, que revelou a tripulação perdida da Enterprise. Aquela aparição de 1966 gerou muita curiosidade, mas foi só décadas depois, em 2019, durante a 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, que os personagens esquecidos ganharam um novo e breve arco narrativo. Com os fãs indo a loucura, a Paramount+ percebeu que tinha atingido um nervo, e Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”) receberam aprovação para criar uma série inteira centrada no comando do Capitão Pike. Além de Pike (interpretado por Anson Mount), Número 1 (Rebecca Romijn) e Spock (Ethan Peck), a atração foi vitaminada com outros personagens do cânone, como a jovem cadete Uhura e a enfermeira Christine Chapel, ambas da série de 1966, além do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: uma descendente do famoso vilão Khan como uma das três criações inéditas da produção. O detalhe é que a nostalgia não se restringe aos personagens. Ao contrário das narrativas serializadas das novas séries trekkers, o programa tem episódios contidos, uma história completa por semana, como a velha série original. Também é mais leve, divertida e com aventuras que remetem ao espírito dos capítulos dos anos 1960, inclusive se conectando a algumas tramas clássicas, como o noivado de Spock. Como resultado, a série da velha geração, a “Star Trek” antes do Capitão Kirk, consegue ser a melhor “Star Trek” desde “A Nova Geração” do Capitão Picard nos anos 1990. E também a mais “Star Trek” de todas as produções da franquia desde o voo inaugural da Enterprise. TEERÃ | APPLE TV+ Produzida por um dos mentores da premiada “Fauda” e criada pela equipe de “Magpie”, a série de espionagem israelense traz Niv Sultan (“The Stylist”) como uma hacker nascida em Teerã, que se tornou agente do Mossad e volta ilegalmente ao Irã para uma missão secreta: destruir uma usina nuclear. O plano dá errado e na 2ª temporada, enquanto tenta passar despercebida, ela é contatada por uma nova personagem vivida por Glenn Close (“A Esposa”), que lhe transmite uma nova missão perigosa. Só que a chefe pode estar escondendo algo, que inevitavelmente colocará a vida da espiã em risco. Repleto de ação, perseguições e tiroteios, o thriller recebeu críticas muito positivas, atingindo 94% de aprovação no Rotten Tomatoes em sua 1ª temporada, além de ter vencido o Emmy Internacional como Melhor Série de Drama. O elenco também destaca Shaun Toub (de “Homeland”), Navid Negahban (“Aladdin”), Shervin Alenabi (“Gangs of London”) e Liraz Charhi (“Jogo de Poder”). THE WILDS | AMAZON PRIME VIDEO As reviravoltas explodem em tensão na 2ª temporada. Originalmente apresentada como uma variação de “Lost”, a série começou com um grupo de garotas adolescentes numa ilha deserta, após sobreviverem a um acidente de avião. Só que, na verdade, nunca houve acidente. Elas foram colocadas na ilha de forma proposital. E após passarem por desafios físicos e mentais, descobrem que não foram as únicas a participar da experiência ilegal de cientistas sem ética. Um conjunto de rapazes também está em outra ilha. Mas os responsáveis pela experiência jamais imaginaram que os dois grupos pudessem se encontrar. A trama de sobrevivência física e desafio psicológico foi criada pela roteirista-produtora Sarah Streicher (“Demolidor”) e destaca em seu elenco as jovens Sophia Ali (“Grey’s Anatomy”), Jenna Clause (“Cold Brook”), Reign Edwards (“Snowfall”), Shannon Berry (“Hunters”), Helena Howard (“Don’t Look Deeper”), Erana James (“Golden Boy”), Sarah Pidgeon (“Gotham”) e a estreante Mia Healey, além dos adultos Rachel Griffiths (“Brothers & Sisters”), David Sullivan (“Objetos Cortantes”) e Troy Winbush (“Os Goldbergs”). | HACKS | HBO MAX Rara série com 100% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, “Hacks” venceu três prêmios Emmy em sua temporada inaugural – Melhor Roteiro, Direção e Atriz. Criação de Paul W. Downs, Lucia Aniello e Jen Statsky, todos roteiristas de “Broad City”, a atração traz Jean Smart (“Watchmen”) como uma lendária comediante de Las Vegas. Enfrentando a decadência e a falta de humor, ela se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet para lhe escrever novas piadas, mas as duas se odeiam à primeira vista, até perceberem que o desprezo de uma pela outra é o ingrediente ideal para uma boa parceria. A “estagiária” do humor é interpretada pela novata Hannah Einbinder. Além de co-escrever e co-produzir a série, Aniello também dirige e Downs integra o elenco da atração – que ainda inclui Carl Clemons-Hopkins (“Chicago Med”), Kaitlin Olson (“It’s Always Sunny in Philadelphia”), Christopher McDonald (“Professor Iglesias”), Mark Indelicato (“Ugly Betty”), Poppy Liu (“Sunnyside”), Johnny Sibilly (“Pose”), Meg Stalter (“The Megan Stalter Show”) e Rose Abdoo (“Duas Tias Loucas de Férias”). | MADE FOR LOVE | HBO MAX Baseada no romance homônimo da criadora Alissa Nutting (“False Positive”), a comédia sci-fi com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes gira em torno de um casal, Byron e Hazel, que inaugura uma tecnologia capaz de compartilhar pensamentos e manifestá-los com imagens realistas. Tudo parece ir bem, até que Hazel resolve pedir o divórcio. E isso cria um problema crucial: o que fazer com o chip caríssimo e invasivo implantado em seu cérebro? Após escapar do controle do marido megalômano, a 2ª temporada acompanha Hazel provisoriamente de volta ao “lar”, para que Byron use sua tecnologia revolucionária no pai dela, que sofre com câncer terminal. Os personagens são vividos por Cristin Milioti (“Black Mirror”) e Billy Magnussen (“A Noite do Jogo”), além de Ray Romano (“O Irlandês”) como o pai viúvo de Hazel, que mora com uma “garota sintética”. A CIDADE É NOSSA | HBO MAX Criada pela dupla George Pelecanos e David Simon, da cultuada série “A Escuta” (The Wire), e dirigida por Reinaldo Marcus Green, o cineasta de “King Richard: Criando Campeãs”, a minissérie criminal acompanha uma força tarefa do Departamento de Polícia de Baltimore, que utiliza a guerra contra as drogas como fachada para roubar dinheiro do tráfico. A história é real e baseada no livro homônimo escrito por Justin Fenton, repórter do jornal Baltimore Sun. E seu elenco destaca Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Wunmi Mosaku (“Loki”), Jamie Hector (“Bosch”), Don Harvey (“The Deuce”), McKinley Belcher III (“The Passage”), Jermaine Crawford (“A Escuta”) e Treat Williams (“Everwood”), entre outros. THE MAN WHO FELL TO EARTH | PARAMOUNT+ Outra sci-fi criada por Alex Kurtzman e Jenny Lumet (“Star Trek: Strange New Worlds”) também é destaque na Paramount+. Trata-se de uma continuação do filme “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que traz Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como um alienígena em busca de salvação para seu mundo. Sua chegada é uma resposta ao sinal enviado há mais de 40 anos pelo extraterrestre original – interpretado por David Bowie em 1976 e por Bill Nighy (“Simplesmente Amor”) como sua versão mais velha – , que abandonou sua missão e vive recluso desde a descoberta de sua identidade. A atração apresenta o protagonista em dois tempos, em flashforward como um inventor-empresário visionário e durante sua chegada à Terra, quando era ingênuo, sem filtro e sempre se metia em confusões – inclusive com a polícia – , tentando aprender o idioma local e habilidades sociais para passar despercebido. Suas aparições iniciais rendem cenas engraçadas, mas também dramáticas, pois seu destino se mostra ligado ao de uma mãe solteira endividada (Naomie Harris, de “007 – Sem Tempo Para Morrer”), que trabalha...
Kate Bush agradece sucesso de “Running Up That Hill” em “Stranger Things”
A cantora Kate Bush também se rendeu a “Stranger Things”. Numa rara declaração, feita em seu site oficial, ela comentou a redescoberta de “Running Up That Hill”, sua canção de 1985, que voltou a liderar paradas de sucesso após sua inclusão na 4ª temporada da série. “Vocês devem ter ouvido que a primeira parte da nova e fantástica série ‘Stranger Things’ foi lançada recentemente na Netflix. Ele apresenta a música ‘Running Up That Hill’, que está ganhando um novo sopro de vida por parte dos jovens fãs que amam a série – eu também amo!”, ela escreveu. “Por causa disso, ‘Running Up That Hill’ está nas paradas em todo o mundo e chegou ao número 8 das paradas do Reino Unido. É tudo muito emocionante! Muito obrigado a todos que apoiaram a música”, acrescentou a cantora. “Espero, com a respiração presa, pelo resto da série em julho.” “Running Up That Hill” também se tornou a música mais tocada no iTunes, no fim de semana de estreia dos novos episódios de “Stranger Things”, e atingiu o 2º lugar na parada americana do Spotify. Sem lançar discos há uma década, e praticamente afastada da mídia desde a virada do século, Kate Bush sempre recusou todos os pedidos de liberação de músicas para filmes e séries. Mas isto mudou ao ser procurada pela equipe de “Stranger Things”. Confessando que era fã da série, a cantora não só liberou como adorou a forma como os produtores idealizaram usar sua música na trama. Os fãs de “Stranger Things” também amaram como “Running Up That Hill” se encaixou na história. Um comentário no perfil oficial de Kate Bush no Instagram resume o sentimento geral: “Obrigado por salvar Max”. Na trama, a música foi responsável por tirar a personagem Max (Sadie Sink) do transe que a levaria à morte. Dividida em duas partes, “Stranger Things” teve os primeiros sete episódios de sua 4ª temporada disponibilizados em 27 de maio, enquanto a segunda parte, com mais dois capítulos, será lançada no dia 1º de julho. Criadores da atração da Netflix, os irmãos Matt e Ross Duffer já adiantaram que a música de Kate Bush voltará a tocar num “momento épico” do final da temporada, o que explica porque a cantora disse esperar “com a respiração presa, pelo resto da série em julho”.
Ator de “Andi Mack” é condenado a dois anos de prisão por assédio a menor
O ator Stoney Westmoreland (da série “Andi Mack”) foi condenado a dois anos de prisão federal e dez anos de liberdade supervisionada, após ser detido em 2018 por suspeita de fazer sexo com um menor de 13 anos de idade. Na época, ele tinha 48 anos. Intérprete de Henry “Ham” Mack, o avô de Andi Mack na atração homônima do Disney Channel, o ator foi detido em Salt Lake City, cidade onde a série é gravada. Ele foi acusado de “guardar materiais prejudiciais a menor” e “seduzir menor por internet ou texto”, e sua sentença poderia chegar a 10 anos de prisão. Admitindo sua culpa, ele conseguiu um acordo judicial com os promotores, que reduziu sua sentença. De acordo com os documentos do caso no 3º Tribunal Distrital, ele teve contato com a vítima por meio de um aplicativo “usado para namorar e conhecer pessoas com o propósito de se envolver em atividade sexual”. Em conversa com o adolescente assediado, a polícia local descobriu que Westmoreland enviou fotos pornográficas e pediu ao menor de idade se envolver em atos sexuais com ele e enviar fotos nuas. O ator planejava levá-lo a um quarto de hotel quando o Departamento de Polícia de Salt Lake City e a Força Tarefa de Exploração Infantil do FBI o prenderam. Após a prisão, a Disney informou que o ator foi desligado de “Andi Mack”. Mesmo assim, ele apareceu até quase metade da 3ª e última temporada da atração. O cancelamento foi considerado precoce na época, já que a série era um dos dos maiores sucessos do Disney Channel. “Andi Mack” acompanha a personagem-título e seus amigos pré-adolescentes em uma jornada de descobertas, e incluiu o primeiro personagem gay jovem de uma produção do estúdio Disney.
Paul Schrader foi pago para não participar da série “Gigolô Americano”
O cineasta Paul Schrader declarou neste sábado (4/6) que, ao contrário do que chegou a circular, ele não tem nenhum envolvimento com a série baseada em seu filme “Gigolô Americano”, de 1980. Em uma publicação no Facebook, o cineasta afirmou que o projeto foi feito à sua revelia, e que ele inclusive recebeu dinheiro para não se envolver. “Depois que saiu o trailer do [canal americano] Showtime, me perguntaram se estava envolvido. A resposta é não”, ele escreveu. Schrader explicou que, anos atrás, chegou a ser sondado por telefone pela Paramount sobre uma possível adaptação do filme para a TV. “Eu respondi que achava uma péssima ideia. Os tempos mudaram, a pornografia na internet redefiniu o que é o trabalho sexual masculino, há vírus etc. Eu não conseguia imaginar Julian Kay em uma despedida de solteira”. Depois de considerar que aquela ligação encerraria o assunto, veio outra chamada dizendo que o produtor Jerry Bruckheimer e a Paramount tinham os direitos do filme para poder desenvolver a produção. “Eu disse que iria pensar em como tal série poderia ser estruturado. Mas quem ligou explicou que eles não queriam o meu envolvimento”, ele acrescentou. “Recebi três opções: 1- Ganhar US$ 50 mil e não me envolver; 2 – Não ganhar nada e não me envolver; 3 – Ameaçar um processo caro e inútil, e não me envolver. Eu aceitei os US$ 50 mil”, resumiu. Schrader disse ainda que não pretende assistir à série, que será estrelada por Jon Bernthal (o “Justiceiro” da Marvel), e afirmou que conseguiu impedir a adaptação de outro clássico em que trabalhou: “Taxi Driver”, dirigido por Martin Scorsese. “Scorsese e eu lutamos contra tentativas similares de retomar ‘Taxi Driver’ ao longo dos anos”, revelou. Na série, Jon Bernthal vive o mesmo personagem do filme, Julian Kaye, que foi interpretado pelo então galã Richard Gere há 40 anos. A trama é uma continuação passada 15 anos após o lançamento original e segue o personagem após sair da prisão pelo crime em que foi falsamente implicado. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista-produtor David Hollander, um dos principais escritores de “Ray Donovan”, que já tinha lidado com a indústria do sexo no longa “Censura Máxima” (2000). Mas ele foi demitido durante as gravações, após denúncia e investigação de mau comportamento nos sets, deixando o cargo de showrunner nas mãos de Nikki Toscano – que trabalhou em “Revenge”, “Bates Motel” e na recente “The Offer”. Veja abaixo os trailers do filme clássico e da nova série, além do post original de Paul Schrader no Facebook. Clarification. AMERICAN GIGOLO. After the Showtime trailer appeared online I've been asked if I am involved. The answser… Publicado por Paul Schrader em Sábado, 4 de junho de 2022
“Raised by Wolves” é cancelada após duas temporadas
A HBO Max cancelou a série sci-fi “Raised by Wolves” após duas temporadas bem avaliadas pela crítica. Com 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a atração produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”) não terá 3ª temporada, o que deixa sua trama sem final. O último episódio foi exibido em março e terminou num gancho impactante para o terceiro ano de produção, que não será mais realizado. “Não é surpreendente, especialmente depois das notícias da fusão [Warner Bros. Discovery] e do que está acontecendo na Warner, com muitos programas sem ter suas histórias terminadas”, tuitou Abubakar Salim, um dos astros da produção, diante das notícias do cancelamento. Criada por Aaron Guzikowski (roteirista de “Os Suspeitos”), a sci-fi acompanhava um casal de androides responsável por criar crianças em um planeta semi-deserto, ensinando-lhes valores humanistas e ateístas após a destruição da Terra numa guerra religiosa apocalíptica. No entanto, integrantes da facção religiosa fundamentalista e seus inimigos também sobreviveram e chegam ao planeta para estabelecer colônias rivais, iniciando uma batalha em torno da libertação das crianças dos androides. Gravados em cenários naturais da África do Sul, os episódios iniciais de “Raised by Wolves” contaram com direção do próprio Ridley Scott, em sua estreia em séries, além de seu filho Luke Scott (“Morgan: A Evolução”) e do brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. o bom elenco destacava a dinamarquesa Amanda Collin (“Guerreiro da Escuridão”) em sua estreia em inglês, como a Mãe androide superpoderosa, o inglês Abubakar Salim (“Jamestown”) como o Pai, e Travis Fimmel (“Vikings”) como um integrante da milícia religiosa que não era quem aparentava ser – além de Winta McGrath (“Doctor Doctor”), Niamh Algar (“The Bisexual”), Susan Danford (“A Salvação”), Jenna Upton (“Um Dia para Viver”), Matias Varela (“Assassins’ Creed”), Jordan Loughran (“Emerald City”), Ethan Hazzard (“O Desafio”), Aasiya Shah (“Unforgotten”) e Felix Jamieson (“Game of Thrones”). Embora não divulgue dados de audiência, a HBO Max revelou que “Raised by Wolves” foi a série original mais vista da HBO Max em seus primeiros seis meses no Brasil, à frente da badalada “The Flight Attendant”. O cancelamento, que vazou nesta sexta (3/6), ainda não foi anunciado oficialmente e, segundo o ator Abubakar Salim, há um motivo: negociações para a série continuar em outra plataforma. “Há esperanças”, ele escreveu, convocando os fãs a lançarem a hashtag #RenewRaisedByWolves no Twitter. “Enquanto falamos, [a produtora] Scott Free e os criativos estão pressionando para que a série continue em outra plataforma – compartilhando a recepção e a atração da série para outros contadores de histórias”, Salim explicou. “Não há como negar que estamos em um momento em que o poder da voz das comunidades pode fazer mudanças. Houve muitos casos que testemunhamos coletivamente onde isso aconteceu, alguns que vêm à mente são ‘The Expanse’, ‘Top Boy’, bem como com o bom e velho SynderCut…”, continuou. “Eu vejo o puro amor, paixão e perguntas (demais) que surgem diariamente no Twitter sobre ‘Raised by Wolves’. Então, continuem e, com ainda mais vigor, mostrem esse amor genuíno aqui, ali e em todos os lugares enquanto procuramos nosso novo lar”, acrescentou. And unfortunately, one of those shows is Raised by Wolves. Nothing has been publicly shared yet. And there is a reason for that. An important one. One which I’m here to share with you now. There is hope. — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 The reason the cancellation hasn’t been announced, and that’s because there’s still a chance the story can continue, and be finished at a new home. This is where you all come in. — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 There is no denying that we are in a time where the power of a communities voice can make change. There’s been many instances we’ve collectively witnessed where this has happened, few that spring to mind is The Expanse, Top Boy as well as with good ol Synder… — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 It’s never that simple. It’s only a slither of hope, and a lot of this comes down to the die rolling in our favour. But as most of you know, I enjoy rolling the dice every now and then, and rolling “nat 20s” seems to be a thing for me 😉 — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022 So let’s give it a shot. Let’s give it our all. Let’s get that door finally open, and get the light we see of this show, flooding into other homes. That was a joke. But a serious one. #RenewRaisedByWolves — Abubakar Salim (@Abzybabzy) June 3, 2022












