Ellen Pompeo reclama de como “Grey’s Anatomy” aborda questões sociais
A atriz Ellen Pompeo, estrela de “Grey’s Anatomy”, resolveu reclamar sobre a forma como a série trata de questões sociais. Em entrevista ao podcast Tell Me, a atriz e produtora da atração disse que atualmente a série se propõe a “pregar” sobre um determinado assunto em um episódio e depois parece esquecer completamente desse assunto. Para ela, uma solução melhor seria diluir essas questões, para que estejam presentes o tempo todo. Ela cita o exemplo de um episódio que abordou o tema de crimes de ódio contra asiáticos, afirmando que foi um episódio muito emocionante. Mas esse assunto nunca mais foi discutido ao longo da série. “Acho que gostaria de ver as coisas acontecerem um pouco mais sutilmente e ao longo do tempo. Você sabe, consistentemente, e menos do tipo ‘bater na sua cabeça’ por apenas uma hora e depois nunca mais falamos sobre isso.”, disse ela. Pompeo concluiu afirmando que ela gostaria “que pudéssemos abordar essas questões sociais que são importantes e tê-las como tópicos ao longo da série.”. Recentemente, Ellen Pompeo anunciou que vai se afastar de “Grey’s Anatomy” para estrelar uma minissérie. Aproveitando o gancho do final da 18ª temporada da série médica, em que Meredith (a personagem de Pompeo) assume a função de chefe interina de cirurgia do Grey Sloan Memorial, ela estará “ocupada” e aparecerá em menos episódios do novo ano. Ao todo, Pompeo atuará em apenas oito capítulos da 19ª temporada, que está começando a produção. Mas continuará a narrar e a atuar como produtora executiva de toda a temporada.
Estreias: “Sandman”, “Verônica” e as principais séries pra ver em streaming
A aguardada estreia de “Sandman”, adaptação de quadrinhos que fãs esperam ver desde os anos 1980, e duas produções nacionais, “Boa Noite, Verônica 2” e “Rensga Hits!”, são as séries que tendem a mobilizar maiores atenções neste fim de semana. Mas os destaques da programação do streaming ainda incluem animações para adultos e documentários sobre festivais de rock, entre outras opções. Confira abaixo as sugestões para maratonar. | SANDMAN | NETFLIX A adaptação dos famosos quadrinhos criados por Neil Gaiman nos anos 1980 foi um sonho alimentado pelos fãs durante anos. E agora o Sonho ganha carne, osso e interpretação de Tom Sturridge (“Longe Deste Insensato Mundo”). Com episódios baseados nos dois primeiros volumes da coleção em sua 1ª temporada, “Sandman” impressiona por sua capacidade de ser visualmente fiel aos quadrinhos, apesar dos contrastes na apresentação dos personagens, muitos deles escalados com intérpretes de raças e sexos diferentes das páginas originais – incluindo o Lúcifer vivido por Gwendoline Christie (a Brienne de “Game of Thrones”), a Morte interpreta por Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”) e Lucienne (antigamente conhecida como o assistente Lucien) em interpretação de Vivienne Acheampong (“The One”). A história também foi transposta para os dias atuais – em vez dos anos 1980 – , embora comece nos primeiros anos do século 20, quando o eterno conhecido como Sonho é preso pelo ritual de um mago. Ao se libertar após várias décadas, ele dá início a uma jornada para retomar o domínio do reino dos sonhos. Para isso, precisa recuperar três ferramentas que lhe foram roubadas – uma algibeira cheia de areia, um rubi e um elmo – , numa busca que o leva até o inferno. A narrativa é tão rica e ampla que os primeiros episódios parecem filmes diferentes entre si. Com uma mitologia complexa, que inclui a concepção dos irmãos do Sonho – eternos que representam Morte, Destino, Delírio, Desejo, Destruição e Desespero (em inglês, todos os nomes começam com a letra D) – a trama de “Sandman” capturou a imaginação de uma geração e ajudou a lançar o conceito de quadrinhos adultos numa época em que quadrinhos eram sinônimo de super-heróis. A ironia é que a situação não é muito diferente agora, com o lançamento da série num mercado cada vez mais dominado por adaptações de super-heróis. | BOM DIA, VERÔNICA 2 | NETFLIX A 2ª temporada da atração da Netflix troca o tema da violência doméstica, que marcou os episódios iniciais, pela violência sexual, aprofundando o abuso psicológico de homens dominadores. O ponto de partida é uma narrativa que lembra os crimes denunciados contra João de Deus, que já foi um dos médiuns mais famosos do Brasil, antes de ser condenado à prisão. O vilão interpretado por Reynaldo Gianecchini abusa sexualmente de mulheres ao prometer a elas a cura para diferentes mazelas. Dentro de casa, ele também assedia sexualmente a própria filha, vivida por Klara Castanho. Quando a atriz revelou em junho ter sido vítima de um estupro, depois de sofrer exposição de uma gravidez, houve muita preocupação com sua participação na trama. Mas as cenas de assédio à sua personagem não incluem agressões. Os novos episódios também revelam que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da série, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na trama, a Verônica vivida por Tainá Müller tentará tornar públicos os crimes do vilão e da organização criminosa que ele comanda. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. | RENSGA HITS | GLOBOPLAY Depois do recorde de audiência em sua “première” na Globo, os primeiros quatro episódios chegam ao streaming. Com clima de novela das sete, a atração escrita por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”) aborda o universo das mulheres da música sertaneja. A trama acompanha Raíssa (Alice Wegmann, de “Onde Nascem os Fortes”), uma jovem do interior que viaja para a cidade grande com o intuito de se tornar cantora. Ela começa a fazer pequenas apresentações em um restaurante, mas logo descobre que uma de suas composições foi roubada e gravada por outra cantora, Gláucia (Lorena Comparato, de “Impuros”), o que inicia uma rivalidade entre as duas. A produção também destaca em seu elenco Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”), Stella Miranda (“Carnaval”), Guida Vianna (“Valentins”), Jeniffer Dias (“Amor de Mãe”), Sidney Santiago (“Segunda Chamada”), Maurício Destri (visto num clipe recente de Manu Gavassi), Alejandro Claveaux (“Coisa Mais Linda”) e ainda marca a volta de Lúcia Veríssimo às telas, oito anos após “Amor à Vida” (2013). Além disso, há participações da apresentadora Rafa Kalimann e da cantora Naiara Azevedo. | CANDY | STAR+ A minissérie de “true crime” estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”) conta a história verídica da dona de casa crente Candy Montgomery, que chocou os EUA em 1980 ao assassinar à machadadas sua vizinha e amiga de igreja Betty Gore. Criada por Robin Veith e Nick Antosca, que trabalharam juntos na premiada minissérie de “true crime” “The Act”, a trama acompanha o julgamento da personagem do título e flashbacks de seu relacionamento com Gore, interpretada por Melanie Lynskey (“Yellowjackets”), enquanto revela o que motivou crime tão bárbaro. | NINGUÉM MANDOU SE METER COM A GENTE | NETFLIX A série teen britânica gira em torno de um trio de cheerleaders em uma escola particular chique, que resolve reviver o clube anti-bullying de seus ex-colegas de classe para combater as injustiças e expor os valentões de sua escola. A produção é derivada de “Get Even”, também disponível na Netflix, apresentando uma história independente com novos personagens, mas com a mesma premissa da atração original de 2020. Ambas foram criadas por Holly Phillips (“Nearly Famous”) e são inspiradas nos livros da franquia “Don’t Get Mad”, de Gretchen McNeil. | PUSHING DAISIES | HBO MAX Pela primeira vez em streaming, a série vencedora de sete Emmys traz sua história completa (22 episódios de duas temporadas) para encantar quem nunca a viu e matar as saudades de quem amou sua narrativa peculiar. Apresentada como um “conto de fadas forense”, com um visual colorido, único e deslumbrante entre 2007 e 2009, “Pushing Daisies” girava em torno do dom especial de Ned (Lee Pace, de “Guardiões da Galáxia”), um confeiteiro que descobre ser capaz de trazer mortos de volta à vida com um simples toque. Porém, ele logo descobre que há consequências para o uso desse dom excepcional. Se ele tocar a pessoa que reviveu pela segunda vez, essa pessoa morre instantaneamente e não pode mais ser ressuscitada. Além disso, se ele deixar um morto reviver por mais de 60 segundos, outra pessoa nas proximidades acaba morrendo em seguida em seu lugar. Com a ajuda de um detetive particular (Chi McBride, de “Havaí Cinco-0”), ele passa a capitalizar esse dom revivendo mortos por alguns segundos para desvendar assassinatos. Até que descobre que Charlotte “Chuck” Charles (Anna Friel, de “Marcella”), a paixão da sua infância, morreu de repente. Ao sucumbir ao impulso de ressuscitá-la, Ned dá início a mais platônica das relações televisivas, pois tocá-la novamente seria fatal. Para piorar, ela se torna sua companheira inseparável, querendo ajudar a desvendar crimes, enquanto se esconde de suas tias, que poderiam morrer de susto ao descobrir que ela foi ressuscitada. Além desses personagens, ainda há outros coadjuvantes esquisitos e maravilhosos, como a garçonete Olive Snook, vivida por Kristin Chenoweth, vencedora do Emmy pelo papel. A repercussão crítica da atração consagrou o showrunner Bryan Fuller, que se tornou um dos roteiristas-produtores mais requisitados da TV americana, vindo a criar posteriormente “Hannibal”, “Star Trek: Discovery” e “Deuses Americanos” (American Gods). Mas muito do tom de “Pushing Daisies” se deve à direção de Barry Sonnenfeld, que comandou os episódios inaugurais com a excentricidade lúdica de seus dois filmes de “A Família Addams”. | HARVEY BIRDMAN: ATTORNEY AT LAW | HBO MAX Bem antes da Mulher-Hulk, outro super-herói marcou época como advogado na televisão. Lançado no ano 2000, “Harvey, o Advogado” (Harvey Birdman: Attorney at Law) se tornou um dos desenhos mais cultuados do Adult Swim por resgatar, em tom de paródia, o protagonista da série animada “Homem-Pássaro”, criada em 1967 por Alex Toth (criador também de “Space Ghost” e “Os Herculóides”). Na atração, o super-herói retorna como um advogado sério em histórias nonsense, defendendo clientes sem tirar a máscara e as asas nas sessões formais de julgamentos. Mas o que mais chama atenção é ver personagens do estúdio Hannah-Barbera, como Peter Potamos, Capitão Caverna, Salsicha e Scooby-Doo, Manda-Chuva, Fred Flintstone, Catatau e o Dr. Benton Quest (o pai de Jonny Quest) como clientes, enquanto Harvey enfrenta os vilões de seus desenhos clássicos como advogados rivais nos tribunais. As quatro temporadas (todas disponíveis) de “Harvey, o Advogado” também destacaram a coadjuvante Birdgirl, personagem obscura (vista num único episódio) do desenho de 1967, que recentemente ganhou série própria, com duas temporadas já lançadas na HBO Max. | BOB’S BURGUER 12 & THE GREAT NORTH 2 | STAR+ Duas vezes vencedora do Emmy de Melhor Série Animada, “Bob’s Burgers” é exibida desde 2011 e acompanha Bob Belcher, sua esposa e três filhos na missão de manter um restaurante e os membros da família unidos. Entre as histórias da 12ª temporada, os fãs da série vão se deparar com uma epidemia em particular, um novo emprego temporário para Bob, que vai dar a eles muita diversão e problemas às crianças, uma visita estranha ao aeroporto e uma mentira que persegue Bob e Linda após muitos anos. Da mesma equipe de “Bob’s Burgers”, também chega a 2ª temporada de “The Great North”. A série acompanha as aventuras dos Tobin, uma família formada por um pai solteiro e quatro filhos que levam uma vida “comum” no distante e gélido Alasca. A atração é uma criação das irmãs Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que se destacaram escrevendo episódios de “Bob’s Burgers”. Elas também atuam como showrunners da atração, que ainda conta, entre seus produtores, com Loren Bouchard, o criador de “Bob’s Burgers”. | ROCK IN RIO: A HISTÓRIA | GLOBOPLAY A série documental conta a história do festival, que já foi muito importante para a cultura jovem, trazendo artistas que nunca tinham vindo antes ao Brasil numa celebração histórica. Com capítulos divididos por edição do evento, o primeiro é disparado o melhor pela importância representada de seu lançamento em 1985, em meio ao processo de abertura política do Brasil e ao surgimento da melhor geração do rock brasileiro. Da noite de metal com Iron Maiden e Ozzy Osbourne ao new wave de B-52’s e Go-Go’s, passando pelo megashow do Queen, foi um retrato marcante de sua época, até hoje lembrado pelas imagens de Freddie Mercury comandando um coro de centenas de milhares em “Love of My Live” e de Cazuza cantando “pro dia nascer feliz” – que virou um hino das Diretas Já. Seu renascimento em 1991 trouxe Guns ‘N Roses e Faith No More, mas também iniciou seu afastamento do rock, abrindo espaço para o pop excepcional de Prince e George Michael, além de ampliar a inclusão de ritmos brasileiros. A partir dos anos 2000, o Rock in Rio se agigantou ainda mais, virou franquia e foi para Lisboa, virando basicamente um parque temático, em vez de evento musical. Longe da inovação da estreia, passou a montar escalações repetitivas, tornando-se um festival de nostalgia. Uma experiência altamente previsível de velhos artistas conhecidos – Iron Maiden vem pela quinta vez em 2022! – , que só deu o que falar nos últimos tempos por demorar a abrir seu palco para o funk brasileiro. | DESASTRE TOTAL: WOODSTOCK 99 | NETFLIX O Festival de Woodstock entrou para História como ponto alto da era hippie, mas seus organizadores perderam uma fortuna...
Kevin Spacey é condenado a pagar US$ 31 milhões à produtora de “House of Cards”
O ator Kevin Spacey foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, que ele estrelou entre 2013 e 2017. O juiz Mel Red Recana, do Tribunal Superior de Los Angeles, entendeu que o ator causou prejuízo à empresa por seu comportamento, que ao assediar integrantes da produção criou um escândalo sexual responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. A sentença foi em segunda instância, confirmando decisão anterior expedida em primeira instância por outro magistrado, em outubro de 2020, que condenou Spacey ao pagamento de US$ 29,5 milhões em danos à MCR, além de outro R$ 1,5 milhão em taxas e custos processuais. De acordo com a avaliação dos dois juízes, Spacey violou repetidamente as obrigações contratuais de fornecer serviços “de maneira profissional” e “consistente com as orientações, práticas e políticas razoáveis” da MCR. Por causa de Spacey, a produtora teve que interromper as gravações da 6ª temporada da série, reescrever a temporada e encurtá-la de 13 para oito episódios para cumprir o prazo de entrega. Além disso, a Netflix optou por cancelar a série após o escândalo. Spacey chegou a alegar que tinha direito a uma indenização, porque foi a decisão da MRC e da Netflix de demiti-lo — ou seja, não sua conduta — que causou perdas financeiras. Não conseguiu convencer. A produção de “House of Cards” foi interrompida dois dias após a primeira denúncia de assédio contra Spacey vir à tona, em outubro de 2017, quando o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) revelou que o intérprete do presidente Francis Underwood tentou abusar dele quando tinha 14 anos, em 1986. A partir daí, as denúncias contra o ator se multiplicaram e os funcionários da atração perderam o medo de acusá-lo. Entre os autores das denúncias, estava um assistente de produção que acusou o ator de apalpá-lo sem seu consentimento. Além de demitir o protagonista de “House of Cards”, a Netflix também cancelou o lançamento da cinebiografia de Gore Vidal, “Gore”, estrelada e produzida por Spacey, que já se encontrava em pós-produção. Outro prejuízo causado pelo ator foi a refilmagem de “Todo o Dinheiro do Mundo”. O diretor Ridley Scott decidiu refazer parte do filme para retirar o ator do longa, que já estava finalizado quando o escândalo estourou. Ele foi substituído por Christopher Plummer, que chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho. Spacey também chegou a ser investigado por oficiais do Departamento de Abuso Infantil e Ofensas Sexuais de Los Angeles, que coletaram um total de seis denúncias. Prescrição e falta de provas impediram todos os casos de ir a julgamento. Por conta disso, ele não foi condenado e ainda brincou num vídeo de 2019 que aquele “foi um ano muito bom”. Embora “House of Cards” tenha sido cancelada, Spacey continuou postando vídeos caracterizado como seu personagem nos EUA, chegando a comparar sua situação a de pessoas que perderam empregos durante a pandemia. Recentemente, ele voltou a ser acusado de assédio e abuso sexual, num processo iniciado neste ano na Inglaterra. Na audiência prelimitar, ele se declarou “inocente”.
Vídeo de bastidores revela jornada de Galadriel na série de “O Senhor dos Anéis”
A Amazon Prime Video divulgou um vídeo legendado de bastidores “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”, com depoimentos do elenco e da equipe, que destaca a jornada da jovem Galadriel (Morfydd Clark) para encontrar e combater o mal que ameaça a Terra Média. Para isso, ela forma uma irmandade com elfos, anões e humanos. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” tem mais de 20 personagens, interpretados por nomes como Peter Mullan (“Westworld”), Benjamin Walker (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”), Cynthia Addai-Robinson (“Spartacus”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”), Trystan Gravelle (“A Descoberta das Bruxas”), Augustus Prew (“The Morning Show”), Charles Edwards (“The Crown”), Lenny Henry (“The Witcher”), Simon Merrells (“Spartacus”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), entre outros. Criada por J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), a superprodução se passa milhares de anos antes da aventura de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da famosa trilogia do escritor britânico J.R.R. Tolkien, e pretende mostrar a forja dos icônicos Anéis do Poder que batizam a atração, além da ascensão do Lorde das Trevas Sauron e a Última Aliança de Elfos e Homens. A direção dos episódios é assinada por J.A. Bayona (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Wayne Yip (“Doctor Who”) e Charlotte Brändström (“The Witcher”), e a estreia está prevista para 2 de setembro.
2ª temporada de “Manhãs de Setembro” ganha data de estreia e novidades no elenco
A Amazon divulgou anunciou a data de estreia da 2ª temporada de “Manhãs de Setembro”, série brasileira estrelada pela cantora Liniker. A atração retorna com novos episódios em 23 de setembro na plataforma Prime Video. A data foi revelada junto de um pôster (em dois formatos), que reúne o elenco e registra pela primeira vez as participações de Seu Jorge (“Marighella”) e Samantha Schmütz (“Tô Ryca!”). Principais novidades da temporada, ele viverão os pais de Cassandra, a personagem de Liniker. Na história, Cassandra (Liniker) é uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça. A 2ª temporada vai acompanhar os desdobramentos da vida de Cassandra após se assumir pai, enquanto sua vida muda drasticamente, aprofundando a sensação de descontrole. Produção da O2 Filmes, a série tem roteiro de Josefina Trotta (“Amigo de Aluguel”), Alice Marcone (“Born to Fashion”) e Marcelo Montenegro (“Lili, a Ex”), direção de Luis Pinheiro (“Samantha”) e Dainara Toffoli (“Amigo de Aluguel”), e ainda inclui em seu elenco Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”), a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”), e a cantora e ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”) em participação especial.
Keanu Reeves vai estrelar série produzida por DiCaprio e Scorsese
O ator Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”) vai estrelar a série “The Devil In The White City”, adaptação do romance “O Demônio na Cidade Branca”, escrito por Erik Larson. A atração está sendo desenvolvida para o serviço de streaming Hulu e conta com produção do astro Leonardo DiCaprio e do cineasta Martin Scorsese (ambos de “O Lobo de Wall Street”). A obra literária conta a história verídica de dois homens, um arquiteto e um assassino em série, cujos destinos se tornaram ligados pela Feira Mundial de Chicago de 1893. A trama segue Daniel H. Burnham, um arquiteto brilhante e meticuloso que tenta deixar sua marca no mundo, e Henry H. Holmes, um médico que tem como ideal arquitetônico um “Castelo do Assassinato” – um palácio construído para seduzir, torturar e mutilar mulheres jovens. As páginas de Larson levam o leitor a uma jornada de assassinato, romance e mistério durante a era dourada do final do século 19. Os direitos do livro foram adquiridos por Leonardo DiCaprio em 2010, visando estrelar uma versão cinematográfica dirigida por Martin Scorsese. Mas desde então projeto foi reconfigurado como uma série para a plataforma Hulu, com DiCaprio e Scorsese assinando a produção. A adaptação está sendo escrita por Sam Shaw (criador de “Castle Rock”) e a direção, por sua vez, ficará a cargo de Todd Field, cineasta indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006). A série marcará o retorno de Reeves à televisão. Ele começou a sua carreira fazendo participações em séries e filmes televisivos. Mas desde que se tornou um astro de cinema, ele tinha se mantido afastado da telinha, com exceção de algumas participações especiais (como na série “Swedish Dicks”). “The Devil In The White City” ainda não tem previsão de estreia. Keanu Reeves tem pela frente a nova continuação da franquia “John Wick”, que estreia em março de 2023, além de “BRZRKR”, adaptação de uma história em quadrinhos que ele mesmo escreveu.
Prólogo de “Outlander” ganha título e sinopse
O canal pago americano Starz confirmou a produção de uma série derivada de “Outlander” e revelou alguns detalhes sobre a sua trama. Chamada de “Outlander: Blood of My Blood”, a nova série será focada no romance entre Ellen MacKenzie e Brian Fraser, que são os pais do personagem Jamie Fraser (Sam Heughan). O prólogo será escrito por Matthew B. Roberts, que também vai atuar como produtor e showrunner da atração, repetindo assim a sua função na série principal. O time de produtores ainda conta com Maril Davis e Ronald D. Moore, criador de “Outlander”. A ideia de explorar o universo de “Outlander” não é nenhuma surpresa, visto que a série é um dos maiores sucessos do canal pago americano Starz, mas sua história já se aproxima do fim. A 6ª temporada foi exibida no início do ano e a 7ª já está sendo produzida, restando apenas a 8ª ainda não confirmada oficialmente, que deverá encerrar a trama com a adaptação do último livro remanescente da coleção literária “A Viajante do Tempo”, de Diana Gabaldon. “’Outlander’ é uma série fascinante que, de temporada a temporada, conquistou os corações de seus fãs em todo o mundo”, disse Kathryn Busby, presidente de programação original da Starz. “Estamos empolgados em retirar as camadas deste mundo vibrante para trazer ao nosso público a origem de como tudo começou. Matthew, Maril e Ronald continuarão trazendo sua excelente visão e criatividade para esta nova produção, e mal podemos esperar para ver o que acontece a seguir.” A série “Outlander” é disponibilizada em streaming no Brasil pela plataforma Star+. Veja abaixo o trailer nacional da 6ª temporada.
Atriz de “Batgirl” se manifesta sobre cancelamento do filme
Um dia depois do cancelamento da estreia de “Batgirl”, a atriz Leslie Grace, estrela da produção, manifestou-se sobre a decisão da Warner Bros. Discovery no Instagram. Fugindo de críticas ao estúdio, a estrela de “Em um Bairro em Nova York” optou por um tom positivo, celebrando seus colegas no projeto e os fãs que a apoiaram no papel. “Querida família! No rastro das notícias recentes sobre nosso filme ‘Batgirl’, eu tenho orgulho do amor, trabalho duro e a intenção que todo o nosso incrível elenco e incansável equipe colocaram nesse filme ao longo de sete meses na Escócia. Eu me sinto abençoada por ter trabalhado entre grandes e forjado relacionamentos que durarão por uma vida, nesse processo. A cada fã de Batgirl: Obrigado! Por seu amor e por acreditar, me permitindo assumir a capa e me tornar, como diz Babs, ‘minha própria heroína’. Batgirl para sempre”, escreveu a atriz. A atriz estava entusiasmada com o projeto e chegou a dar uma entrevista sobre os planos para uma possível continuação. Já filmado, o filme será engavetado pela Warner e não ganhará sequer exibição em streaming. A decisão seria consequência da estratégia da nova administração do estúdio, após a fusão com a Discovery, que não quer mais filmes feitos apenas para a HBO Max, especialmente se podem queimar franquias com potencial cinematográfico. A decisão pegou a todos de surpresa. Os diretores do filme também se manifestaram na quarta (3/8), dizendo-se “chocados”. Mas logo o assunto extrapolou a produção do filme, conforme assinantes começaram a constatar o sumiço de alguns filmes originais da plataforma sem aviso prévio. O desaparecimento dos Max Originals alimentou boatos sobre o fim da plataforma, que encontraram eco no silêncio completo da empresa sobre o assunto. Diante do caos, as atenções estão todas voltadas para a apresentação dos relatórios de desempenho financeiro do primeiro trimestre da Warner Bros. Discovery, que vai acontecer nesta quinta-feira (4/8), quando se espera que o CEO David Zaslav aborde o destino do serviço de streaming. Sabe-se que Zaslav, que veio da Discovery para assumir a Warner Bros. Discovery, pretende unir as plataformas HBO Max e Discovery+ num único serviço, com o objetivo de economizar US$ 3 bilhões em custos com cargos redundantes – ou seja, o anúncio será acompanhado por uma grande leva de demissões. Mas os detalhes estão sendo mantidos em sigilo até o pronunciamento oficial, que em sua demora tem levado os assinantes da HBO Max ao desespero. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leslie Grace (@lesliegrace)
Ncuti Gatwa não vai sair de “Sex Education”
O ator Ncuti Gatwa, intérprete de Eric em “Sex Education”, está confirmado na 4ª temporada da série. Várias especulações sobre a saída do ator surgiram nas últimas semanas, diante da confirmação de que ele será o novo protagonista de “Doctor Who” e após a saída de quatro atrizes do elenco da atração da Netflix. Nos últimos dias, as atrizes Rakhee Thakrar (professora Sands), Simone Ashley (Olivia), Patricia Allison (Ola) e Tanya Reynolds (Lily) anunciaram que não voltarão à produção. A criadora, roteirista e produtora executiva de “Sex Education”, Laurie Nunn, segue à frente da série, que vai explicar a ausência das quatro atrizes no contexto da nova trama da produção, que vai se passar após o fechamento da escola dos personagens. Após o fim de Moordale High, eles serão relocados para outra instituição, onde se integrarão com novos personagens. Mas nem todos irão para a mesma escola. “Sex Education” foi renovada para sua 4ª temporada em setembro do ano passado, mas ainda não há previsão para o lançamento dos novos episódios.
Oscar Isaac está no Cairo para 2ª temporada de “Cavaleiro da Lua”
“Cavaleiro da Lua” já estaria com sua 2ª temporada em desenvolvimento. Em um vídeo compartilhado no TikTok, a jovem Haya, filha do diretor Mohamed Diab, questionou o pai sobre a renovação da série. Enquanto ele faz cara de desentendido, o vídeo também revela a presença do ator Oscar Isaac. Brincando com as especulações, a resposta de Isaac é direta: “Por que mais estaríamos no Cairo”? E, de fato, todos aparecem num barco no Rio Nilo. A Marvel já tinha indicado que a série teria uma 2ª temporada ao divulgar o vídeo do capítulo final. Embora tenha sido lançada como uma minissérie, a atração recebeu um aviso revelador em sua última prévia, liberada no começo de maio, que chamou o último capítulo de “final da temporada”. Com isso, “Cavaleiro da Lua” se torna a segunda série renovada da Marvel, após “Loki” garantir sua 2ª temporada. Curiosamente, a nova atração não teve a mesma repercussão que as séries anteriores. E embora fãs dos quadrinhos possam ter visto referências aos eventos da saga “Punho da Vingança”, a verdade é que a ideia do conflito mental e de transtorno de personalidades de super-heróis já foi explorada melhor e com mais profundidade na psicodélica série “Legion” (2017-2019). A série chegou ao fim com a reconciliação entre as personalidades de Mark Spector e Steven Grant (vividos por Oscar Isaac da franquia “Star Wars”) e o surgimento de uma terceira personalidade, Jake Lockley, que deverá ser explorada na continuação. A produção foi desenvolvida pelo roteirista-produtor Jeremy Slater, que criou “The Exorcist” e “The Umbrella Academy” (também sobre super-heróis, na Netflix), e a equipe conta com o citado diretor Mohamed Diab (“Clash”), uma das grandes revelações recentes do cinema egípcio, além da dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, especialistas em terrores independentes, como os premiados e cultuados “Primavera” (2014) e “O Culto” (2017). @hayaattiaaa Since y’all have been asking #oscarisaac #mohameddiab #moonknight ♬ original sound – haya
Séries “NCIS” e “NCIS: Hawai’i” terão crossover
A estreia das novas temporadas das séries “NCIS” e “NCIS: Hawai’i” será marcada por um croosover entre as duas atrações, ambas do canal americano CBS. O croosover vai acontecer no dia 19 de setembro, ao longo de dois episódios, e vai começar no primeiro episódio da 20ª temporada de “NCIS”, como evento comemorativo da franquia. Intitulado “A Family Matter”, o episódio tem início logo após o cliffhanger deixado na temporada anterior e mostra Alden Parker (Gary Cole) em fuga ao lado da sua ex-mulher, Vivian (Terri Polo), depois de ele ter sido acusado de assassinato. Em paralelo a isso, a equipe de Parker tenta encontrar quem está armando contra o protagonista, na esperança de limpar o nome dele. A agente Jane Tennant (Vanessa Lachey) e o especialista em informática Ernie Malick (Jason Antoon), ambos de “NCIS: Hawai’i”, são chamados para ajudar. A dupla está na cidade para uma reunião com o diretor Leon Vance (Rocky Carroll), como forma de preparação para um exercício militar. A trama iniciada em “A Family Matter” será concluída no episódio “Prisoners’ Dilemma”, exibido logo em seguida, que marca a estreia da 2ª temporada de “NCIS: Hawai’i”. No episódio, a equipe de Tennant, junto com os agentes do NCIS Nick Torres (Wilmer Valderrama) e Jessica Knight (Katrina Law), rastreiam o paradeiro do vilão Raven e ficam sabendo dos planos dele de atacar o local que sediará o maior exercício de guerra marítima do mundo. Ao final dos episódios, ambas as séries continuarão as suas narrativas separadas. “NCIS” e “NCIS: Hawai’i” fazem parte do catálogo da Globoplay no Brasil e a primeira também pode ser vista na Paramount+.
Santo: Série espanhola estrelada por Bruno Gagliasso ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o teaser de “Santo”, thriller criminal espanhol que destaca o ator Bruno Gagliasso (“O Sétimo Guardião”) num dos papéis principais. A prévia anuncia que a estreia vai acontecer em 16 de setembro. Criada pelo espanhol Carlos López (“Tempos de Guerra”), a trama gira em torno da investigação de um narcotraficante que ninguém nunca viu, mas todos conhecem pelo apelido de Santo. Ele é investigado pelos policiais federais Ernesto Cardona (Gagliasso) e Miguel Millán, que são radicalmente opostos e terão que aprender a colaborar um com o outro para resolver o caso e manter suas vidas seguras. A série policial, que teve gravações no Brasil e na Espanha, também é estrelada pelos espanhóis Raúl Arévalo (“Pecados Antigos, Longas Sombras”) no papel de Millán, Greta Fernández (“O Vazio do Domingo”), Iria del Río (“Elite”) e a portuguesa Victoria Guerra (“Variações”).. E além da Gagliasso, a produção ainda traz outros brasileiros, como o ator Gustavo Lipsztein (“Travessia Mortal”) e o diretor Vicente Amorim (“A Divisão”) atrás das câmeras.
Série da Mulher-Hulk tem estreia alterada
A Disney+ anunciou uma nova data de lançamento de “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”, sua próxima série da Marvel. Anteriormente, a atração chegaria na plataforma numa quarta-feira (17/8). Agora, vai estrear um dia depois, na quinta-feira, 18 de agosto. A série traz Tatiana Maslany (“Orphan Black”) como Jennifer Walters, advogada de pessoas superpoderosas, que acaba se tornando a super-heroína chamada de Mulher-Hulk. Embora a prévia não mostre exatamente como ela herda os poderes do Hulk, a trama manteve seu parentesco com Bruce Banner, que aparece como seu alter-ego esverdeado para ensinar a prima a controlar seus novos poderes. O produção também contará com vários outros personagens do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), como o Abominável (novamente vivido por Tim Roth após “O Incrível Hulk”), o Mago Supremo Wong (Benedict Wong) e a vilão Titânia (Jameela Jamil, de “The Good Place”), mas até o Demolidor (Charlie Cox) vai aparecer na série. “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” foi desenvolvida por Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, e conta com direção de Kat Coiro, conhecida por trabalhar em comédias televisivas como “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me) e “It’s Always Sunny in Philadelphia”.












