Daryl assume o comando em seis vídeos e 22 fotos do próximo episódio de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou seis vídeos e 22 fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. As prévias incluem cinco cenas do capítulo, intitulado “Dead or Alive Or”. As cenas inéditas mostram Daryl (Norman Reedus) no comando dos sobreviventes de Alexandria, que caminham por território infestado por zumbis, mas o maior perigo parece ser um conflito interno, alimentado pela desconfiança. O tema também vem à tona nas conversas entre Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Eugene (Josh McDermitt). Confira abaixo. Amargando quedas históricas de audiência, a série retorna com um novo episódio no domingo (11/3). No Brasil, “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2. Com um detalhe: a partir deste fim de semana, passa a entrar no ar uma hora mais cedo – às 22h30.
O Poderoso Chefinho vira série animada e já tem trailer para a estreia em abril
“O Poderoso Chefinho”, animação da DreamWorks que concorreu ao Oscar 2018, vai ganhar uma série animada na Netflix. O anúncio já veio acompanhado de comercial. Os dubladores em inglês não são os mesmos – Alec Baldwin fazia a voz do bebê no longa – , mas isso não deve fazer diferença para o público brasileiro, que deve assistir a série dublada em português, como aconteceu com o filme no cinema. Com título de “The Boss Baby: Back in Business” em inglês, a série animada terá 13 episódios, com estreia marcada para 6 de abril. Seguindo o costuma de transformar todos os seus longas em séries animadas – e depois cancelar as franquias por falta de interesse nas continuações de cinema – , a DreamWorks também vai lançar desenhos derivados dos recentes “Trolls” e “As Aventuras do Capitão Cueca” na Netflix.
Life Sentence: Nova série da protagonista de Pretty Little Liars tem pior estreia da temporada
A estreia de “Life Sentence”, nova série da atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) não atraiu muitos espectadores para a rede CW. Exibida na noite de quarta-feira (7/3) nos Estados Unidos, foi vista ao vivo por apenas 670 mil telespectadores, a pior estreia do ano. Na verdade, a pior estreia da TV aberta desde o começo da temporada de outono, em setembro nos Estados Unidos. A produção se saiu melhor entre o público qualificado, registrando 0,3 ponto na faixa etária adulta de 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes. Isto representou um aumento de 0,1 em relação ao que “Dynasty” vinha marcando no mesmo horário até a semana passada. Mas “Dynasty”, assim como “Valor”, estrearam diante de mais de 1 milhão de telespectadores no outono. A segunda já foi cancelada e a primeira reza pela boa vontade do presidente do canal, Mark Pedowitz. O maior problema é que a baixa audiência de “Life Sentence” pode prejudicar “Riverdale”, que voltou à programação no mesmo dia com 0,5 na demo. Ainda assim, “Riverdale” foi assistido por 1,3 milhão de telespectadores ao vivo. Diante do resultado, “Life Sentence” deve ter curta duração. Foi mais uma aposta de comédia da rede CW que fracassou, após “No Tomorrow”, cancelada no começo do ano passado. O público da emissora não parece se interessar pelo gênero, mas Pedowitz segue insistindo, graças às indicações a prêmios obtidas pelas primeiras temporadas de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend”. Detalhe: as duas séries tem a pior audiência do canal. “Life Sentence” é uma criação de Erin Cardillo e Richard Keith (criadores da série “Significant Mother”) e o piloto teve direção do cineasta Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”). A trama gira em torno da personagem de Lucy Hale. Primeira integrante de “Pretty Little Liars” a emplacar projeto após o final das gravações da série de mistério adolescente, ela vive Stella Abbott, uma jovem que, nos últimos oito anos, lutou contra um diagnóstico pessimista de câncer. A trama gira em torno do que acontece após ela receber a notícia de que conseguiu se curar. Para começar, logo fica claro que sua família e marido faziam esforços sobre-humanos para mantê-la disposta em sua luta contra o câncer, inclusive concordando com tudo o que ela queria. Isto muda radicalmente após a cura, com a revelação de que seu marido pode ter gostos diferentes do que ela imaginava, sua mãe pretende se divorciar para ficar com sua amante lésbica, a irmã se tornou amarga por perder oportunidades para que ela fosse prioridade e o pai talvez tenha que vender a casa da família para cobrir as despesas de seu tratamento. Como se não bastasse, ela largou os estudos e não tem condições de conseguir um emprego decente. E sua dificuldade em lidar com situações em que é contrariada também não ajuda. Em suma, a protagonista precisará fazer grandes ajustes de perspectiva para sobreviver ao resto de sua vida. O elenco também inclui Dylan Walsh (série “Nip/Tuck”) e Gillian Vigman (série “Suburgatory”) como os pais, Brooke Lyons (série “The Affair”) e Jayson Blair (série “The New Normal”) como os irmãos, e Elliot Knight (o Merlin de “Once Upon a Time”) como o marido.
Atriz mirim de Logan vai estrelar série baseada em A Bússola de Ouro
Os fãs que ficaram frustrados com a falta de continuação do filme “A Bússola de Ouro” (2007) finalmente poderão ver uma adaptação completa da obra do escritor Philip Pulman. A rede britânica BBC anunciou a produção de uma minissérie baseada na franquia literária de Pulman, conhecida como “Fronteiras do Universo” (His Dark Materials, no original). A atração será dirigida pelo cineasta Tom Hooper, vencedor do Oscar por “Discurso do Rei” (2010) e responsável também por “Os Miseráveis” (2012) e “A Garota Dinamarquesa” (2014). E já definiu a atriz Dafne Keen, revelação de “Logan” como a feroz mutante Laura (a X-23), no papel da jovem protagonista Lyra. A trilogia de Pullman inclui os livros “A Bússola de Ouro”, “A Faca Sutil” e “A Luneta Âmbar”. Todos os três livros serão abordados na série. Em vez de seguir a tradição da HBO de adaptar um livro por temporada, a BBC pretende contar toda a história das “Fronteiras do Universo” numa única tacada, ao longo de oito episódios. A história acompanha duas crianças órfãs, Lyra (Keen) e Will, entre universos paralelos. “A Bússola de Ouro” apresenta a menina e sua busca por um amigo sequestrado, numa trama que encobre um plano sinistro envolvendo crianças roubadas e um fenômeno conhecido como “O Pó”. É no segundo livro que ela conhece Will, em meio a uma guerra entre mundos que tem sua conclusão na terceira obra. A versão cinematográfica do primeiro livro foi comandada por Chris Weitz, antes dele emplacar o blockbuster “A Saga Crepúsculo: Lua Nova” (2009). A adaptação era estrelada por Nicole Kidman, Daniel Craig, Eva Green e trazia a estreante Dakota Blue Richards no papel de Lyra. O belo visual da fantasia não foi suficiente para impedir um fracasso de bilheterias. Como curiosidade, o Brasil foi um dos poucos países do mundo em que a produção lotou os cinemas.
Julia Roberts e Dermot Mulroney retomam parceria em série do criador de Mr. Robot
Julia Roberts vai voltar a contracenar com Dermot Mulroney após dois filmes de sucesso, a comédia romântica “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (1997) e o drama “Álbum de Família” (2013). O reencontro, porém, vai acontecer numa série. Ele se juntou à atriz no elenco de “Homecoming”, em desenvolvimento por Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”) para a Amazon. Mulroney fará uma participação especial como Anthony, o namorado de Heidi, a personagem de Roberts. Além deles, o elenco também inclui Bobby Cannavale (das séries “Boardwalk Empire” e “Vinyl”), Stephan James (do filme “Raça”) e Alex Karpovsky (série “Girls”). “Homecoming” é baseada num podcast de ficção sobre funcionários de uma agência governamental secreta, que estão desesperados para retornar à vida civil. O podcast tinha sua história narrada por meio de uma colagem de sessões de terapia, ligações telefônicas e conversas ouvidas à distância. Já a série vai se concentrar em uma assistente social (Roberts) que trabalha em uma instalação secreta do governo, em seu supervisor ambicioso (vivido por Cannavale) e num soldado (James) ansioso para se retornar à vida civil. A Amazon já encomendou duas temporadas do drama antes mesmo da estreia.
The Librarians é cancelada após quatro temporadas
O canal pago americano TNT cancelou “The Librarians” após quatro temporadas. A revelação foi feito pelo produtor da série, Dean Devlin, que usou o Twitter para informar aos fãs que tentará encontrar uma nova emissora para a série. A proposição é das mais difíceis, pois a série tem muita identificação com o canal que a dispensou. Fantasia em ritmo de aventura juvenil, “The Librarians” era um desdobramento da franquia de telefilmes “O Guardião” (The Librarian), estrelada por Noah Wyle (série “Falling Skies”). Os três telefilmes, exibidos entre 2004 e 2008 na TNT, narravam as aventuras do bibliotecário Flynn Carsen (Wyle) para proteger uma coleção de artefatos místicos. Wyle também era produtor e fez participações eventuais na série, que acompanhava um grupo de gênios reunido para substitui-lo em sua missão. O elenco incluía Rebecca Romijn (a Mística da trilogia original dos “X-Men”), Christian Kane (série “Leverage”), Lindy Booth (“Kick-Ass 2”), John Larroquette (série “Spin City”) e John Kim (série “Neighbours”). “The Librarians” chegou a quebrar recordes de audiência na sua estreia no canal em 2014, mas perdeu muito público desde então. Após começar com mais de 10 milhões de telespectadores, encerrou sua 4ª e agora última temporada, em fevereiro, com 1,4 milhão. Roteirista dos filmes “Stargate” (1994) e “Independence Day” (1996), Dean Devlin estreou este ano como diretor de cinema, após comandar diversos episódios de “The Librarians”. Mas o filme “Tempestade: Planeta em Fúria” foi um fracasso de bilheterias. Seu segundo longa como diretor, o suspense “Bad Samaritan”, estreia em abril nos Estados Unidos, e sua próxima série, a sci-fi “Outpost”, chega no verão norte-americano na rede CW. Just got the official call. TNT has cancelled #TheLibrarians – I will immediately begin the process of trying to move the show elsewhere. Please keep your fingers crossed for us! — Dean Devlin (@Dean_Devlin) March 9, 2018
Criadores de Strangers Things são acusados de abuso verbal nas gravações da série
A contrarregra H. Peyton Brown acusou os criadores de “Stranger Things”, os irmãos Matt e Ross Duffer, de abusarem verbalmente e causar demissões de diversas mulheres no set de gravação da série. Ela aproveitou o tema do Dia Internacional da Mulher para fazer uma postagem em sua conta pessoal do Instagram, afirmando que não voltaria mais a trabalhar em “Stranger Things” em apoio à irmandade feminina. Sem dar nomes, ela acusou “dois homens, em alta posição de poder” de destratar várias funcionárias durante a produção da 2ª temporada. “Acho que não há dia melhor que o Dia Internacional da Mulher para dizer que ‘time’s up’ (nome de uma iniciativa contra assédio, que significa ‘o tempo acabou’)”, ela escreveu, explicando que não poderia continuar na série depois do que testemunhou. “Eu pessoalmente testemunhei dois homens, em alta posição de poder naquele set, abusarem verbalmente de múltiplas mulheres. Eu prometi a mim mesma que, se fosse colocada em uma situação onde tivesse que dizer algo, eu iria. Então estou falando isso para os meus 11,5 mil seguidores: TIME’S UP”, escreveu na postagem. Apesar de não citar nominalmente os irmãos, ela confirmou que se referia a eles quando questionada por seguidores nos comentários. Ela também deu exemplos dos abusos: “Houve gritos, insultos, ameaças e pessoas sendo demitidas ou forçadas a se demitir por causa deles”. Entretanto, logo após a postagem, os comentários e as respostas foram apagados. O post original continua no ar e pode ser visto abaixo. I guess there’s no better day than #nationalwomensday to say #timesup and announce that I will not be a part of the filming of Season 3 of Stranger Things. Why, you ask? Because I stand with my sisters. I personally witnessed two men in high positions of power on that set seek out and verbally abuse multiple women. I promised myself that if I were ever in a situation to say something that I would. I have 11.5 thousand followers who can hear me say this, TIME IS UP. Women in the film industry are POWERFUL. We will rise and we will scream from mountain tops in support of each other and I will not contribute my time, efforts, and talent to such abusive people. There is too much going on in this world to be regressive. There are too many amazing and highly respected men in respective positions of power that I have had the utmost pleasure of working beside. Those are the people I want to surround myself with. Those are the projects I want to be a part of. This industry is no longer led by a “few good men,” but instead by an OCEAN of ASTOUNDING WOMEN. Enough is enough. For my sisters- Time is up. #timesup #theabusestopsnow #ontobiggerandbetter #standupforwhatsright #womenempowerment #ladygrip #sisterhood #iatsesisters #wewillbeheard #thispicsaysitall Uma publicação compartilhada por P (@peytonnbrown) em 8 de Mar, 2018 às 10:18 PST
Site afirma que Black Mirror terá episódio gravado no Brasil
A 5ª temporada da série “Black Mirror” teria um episódio passado no Brasil. Segundo fontes do site BuzzFeeds News, uma equipe internacional estaria de viagem marcada para as gravações, que aconteceriam em São Paulo e no Rio durante abril. O site afirma ter obtido a informação de três profissionais brasileiros que foram contratados para prestar apoio à equipe, e teve acesso aos seus contratos, todos com cláusulas de sigilo. Eles trabalhariam para a Conspiração Filmes. O set deve ser misto, com profissionais locais e estrangeiros, mas a equipe brasileira ainda não viu o roteiro do episódio. Nem a produtora, nem a Netflix confirmaram a notícia. A série, que gravou as primeiras temporadas no Reino Unido, seu local de origem, começou a rodar o mundo quando passou a ser produzida pela Netflix na 3ª temporada. Alguns episódios foram gravados em Toronto, no Canadá, na Almeria, cidade no sul da Espanha, na capital islandesa Reykjavik, no deserto de Nevada, nos Estados Unidos, e em Lanzarote, uma das ilhas Canárias. Caso a gravação se confirme, não será a primeira vez que uma produção da Netflix usa o país como locação. Em 2016, o elenco de “Sense8” veio participar da parada LGBT de São Paulo e gravou cenas que foram exibidas na 2ª temporada da série. O anúncio da renovação de “Black Mirror” foi feito na segunda (5/3) pela Netflix, que não deu maiores detalhes, como a quantidade de episódios que constituirá a 5ª temporada ou uma previsão de estreia para sua exibição.
Fotos revelam encontro de Morgan com personagens de Fear The Walking Dead
O canal pago AMC divulgou 34 fotos da 4ª temporada de “Fear the Walking Dead”. As imagens confirmam que todos os protagonistas sobreviveram à explosão da represa no final da temporada passada, ao mostrar Kim Dickens, Frank Dillane, Alycia Debnam-Carey e Colman Domingo. Até a cubana Danay Garcia, intérprete da sumida Luciana, vai reaparecer na nova temporada, junto de diversas novidades, como o personagem Morgan vivido por Lennie James, que fará transição de “The Walking Dead” para o spin-off, passando a integrar “Fear the Walking Dead”. Um das imagens mostram seu encontro pouco amistoso com Nick, o personagem de Frank Dillane. Além deles, a temporada irá introduzir três personagens novos, vividos por Maggie Grace (de “Lost” e “Busca Frenética”), Garret Dillahunt (série “The Gifted”) e Jenna Elfman (série “Imaginary Mary”). Maggie Grace interpreta Althea, “alguém excepcionalmente qualificada para sobreviver neste mundo por causa de quem era antes do apocalipse”, adiantou o co-showrunner Ian Goldberg. Garret Dillahunt é John, “uma alma gentil e inocente, mas que não desconhece a violência”. E Jenna Elfman vive Naomi, “uma sobrevivente que tem uma ótima razão para manter as pessoas à distância”. “Mesmo assim, ela acabará desenvolvendo algumas conexões que a surpreenderão com a família de Madison, especialmente um vínculo com a Alicia”. Todos os personagens também ganharam retratos da produção, em poses sombrias, que podem ser conferidos aqui. As gravações da 4ª temporada aconteceram no Texas. O local representa uma mudança de locação da série, refletindo o que disse o vilão vivido por Ray McKinnon (da série “Sons of Anarchy”) a respeito de viajar para “o que restou de Houston”. Os novos episódios de “Fear the Walking Dead” estreiam em 15 de abril.
Paul De Meo (1953 – 2018)
Morreu Paul De Meo, produtor-roteirista ligado ao universo dos quadrinhos, que adaptou “Rocketeer” e criou a primeira série do herói Flash. Ele tinha 64 anos e faleceu inesperadamente em 26 de fevereiro, mas apenas há poucos dias seu amigo e parceiro de longa data Danny Bilson divulgou a notícia nas redes sociais. Paul De Meo e Danny Bilson compartilharam praticamente toda a carreira juntos. Seu primeiro trabalho foi o roteiro da cultuada sci-fi de baixo orçamento “Trancers: O Policial do Futuro”, de 1984. O filme foi dirigido pelo lendário produtor Charles Band e ganhou diversas sequências, abrindo as portas para a dupla na produtora do cineasta, a Empire Pictures. Na Empire, os dois assinaram um punhado de ficções científicas B, como “Patrulheiros do Espaço” (1985), que Bilson dirigiu, “Mandroid, O Exterminador” (1986) e “Arena” (1989). Apesar de derivativas, as produções tinham algumas ideias originais. E o fato de disporem de efeitos visuais razoáveis, diante dos baixos orçamentos da Empire, convenceram a Warner a contratá-los para desenvolver uma série de TV. Em 1990, Bilson e De Meo criaram “The Flash”. Muito antes da rede CW apresentar Grant Gustin como Barry Allen, a dupla escalou John Wesley Shipp no papel do técnico forense que, após sofrer um bizarro acidente elétrico, transformava-se no homem mais rápido do mundo. A série durou apenas uma temporada, mas é lembrada com saudosismo, a ponto de ser referenciada pela encarnação moderna do herói. Os produtores atuais convidaram Amanda Pays e Mark Hamill a reviver seus personagens dos anos 1990 na nova “The Flash”, mas principalmente Shipp, homenageado em papel duplo, como pai de Barry Allen e como Jay Garrick, o Flash de um universo paralelo. A experiência da dupla com personagens quadrinhos teve seu auge na adaptação de “Rocketeer” (1991), a versão da Disney para a criação de Dave Stevens, por sua vez inspirada nos antigos seriados de aventura dos anos 1930 – época de sua trama. Mesmo sem as referências às pin-ups da obra original, o filme dirigido por Joe Johnston (que depois fez “Capitão América: O Primeiro Vingador”) tornou-se cultuadíssimo. Os dois ainda criaram outra série derivada da DC Comics em 1992, “Human Target”, baseada no mestre dos disfarces Alvo Humano. Além disso, emplacaram mais duas criações originais: a sci-fi “Viper” e a série de ação “The Sentinel”, exibidas até 1999. A partir dos anos 2000, De Meo e Bilson se voltaram à produção de videogames, desenvolvendo vários jogos, incluindo quatro lançamentos derivados da franquia cinematográfica 007. Em 2006, a dupla voltou ao Flash, mas em forma de quadrinhos, escrevendo a revista “The Flash: Fastest Man Alive” para DC Comics. Seu último trabalho em conjunto foi um retorno ao filme que começou a parceria. Em 2013, eles assinaram “Trancers: City of Lost Angels”, um curta que conclui a trama do personagem Jack Deth, vivido por Tim Thomerson, e com direção de Charles Band – após a franquia atingir seis continuações. Além de roteirista e produtor, De Meo foi professor na USC School of Cinematic Arts.
Encontro de Supernatural e Scooby-Doo ganha primeiro trailer divertido
A rede CW divulgou o trailer do episódio de “Supernatural” com participação de Scooby-Doo e sua turma animada. A prévia do crossover insano mostra Sam e Dean virando animações da TV (dubladas por seus intérpretes, os atores Jared Padalecki e Jensen Ackles). A cena mais divertida acontece logo após o encontro da dupla com a turma de Scooby, quando Dean pede preferência para dar em cima de Daphne. Como a Warner, que produz a série, também é dona dos direitos de “Scooby-Doo”, não houve grande burocracia para os produtores realizarem o projeto, que junta os caçadores de monstros da família Winchester com Salsicha, Fred, Velma, Daphne e seu cachorro falante na resolução de um mistério… sobrenatural. Esta será a primeira vez que Sam e Dean contracenarão com personagens estabelecidos de outra produção, mas “Supernatural” já teve um episódio em que a dupla viveu situações de outras séries. Exibido em 2009, “Changing Channels” mostrou Sam e Dean enfeitiçados e a viver paródias de sucessos televisivos – de “Grey’s Anatomy” a “CSI”. A série também costuma referenciar, de forma oblíqua e metalinguista, os trabalhos de seu elenco em outras atrações, como o bastão de Negan em “The Walking Dead” e a relação de Padalecki com a série “Gilmore Girls”. Além do vídeo abaixo, a revista Entertainment Weekly adiantou três imagens da produção, que revelam participação de uma versão animada do anjo Castiel, vivido por Misha Collins. Intitulado “ScoobyNatural”, o episódio animado da 13ª temporada vai ao ar em 29 de março nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Spin-off de Suits com Gina Torres é aprovado
O canal pago USA Network aprovou a produção do spin-off de “Suits”, centrado na personagem da advogada Jessica Pearson, papel de Gina Torres. O projeto terá roteiro e produção executiva do criador da série, Aaron Korsh e irá mostrar a advogada no mundo complexo e sujo da política de Chicago. “O retrato de Gina como uma das mulheres de negócios mais fortes e bem-sucedidas da televisão teve um grande impacto entre os fãs”, disse Chris McCumber, presidente de conteúdo da NBCUniversal Cable Entertainment. “Estamos ansiosos por explorar este novo capítulo no legado de ‘Suits’ – e um novo mundo para Jessica”, completou o executivo. A atriz deixou o elenco fixo de “Suits” durante a temporada passada, alegando que gostaria de ficar mais tempo com sua família, em Los Angeles. Ela não queria mais passar boa parte do ano em Toronto, no Canadá, onde a atração é gravada – apesar de a trama acontecer em Nova York. Sua saída foi amigável, com a personagem Jessica Pearson se mudando para Chicago. E Torres até fez participações especiais no novo ano, após a atriz afirmar que gostaria de continuar interpretando a advogada em aparições eventuais. Com isso, Korsh decidiu priorizar a criação de uma produção derivada para a personagem, arrependido de quase ter matado Jessica Pearson quando a atriz anunciou sua saída da série. Nos planos originais, ela seria assassinada pelo pai de seu último cliente. Mas conversas entre a equipe e os executivos do canal acomodaram um final feliz para a personagem, com a possibilidade de seu retorno numa série própria. Gina Torres fará participação no final da 7ª temporada de “Suits” para introduzir a premissa de sua série. O spin-off irá coexistir com a série principal, uma vez que “Suits” foi renovada para a 8ª temporada, apesar de ter perdido dois de seus atores principais, Meghan Markle e Patrick J. Adams.
Ator de Gossip Girl é acusado de escravizar sexualmente uma mulher
O ator Ed Westick, intérprete de Chuck Bass na série “Gossip Girl”, virou alvo de nova denúncia de abuso sexual. Desta vez, ele foi acusado por uma estilista de escravizá-la sexualmente por dois dias após uma festa na casa do ator. O caso veio à tona durante um processo da estilista Haley Camille Freedman, localizado pelo site de celebridades TMZ. Na ação, ela alega ter ido com um grupo de amigos à casa de Westick em 2014. Após todos irem embora, ela permaneceu na residência e os dois fizeram sexo. Mas as coisas ficaram estranhas quando ele lhe pediu para estrangulá-lo, espancá-lo e cuspir nele. Quando ela se negou a fazer isso, o ator teria começado a fazer nela. Após o sexo, a estilista teria caído no sono e passado a noite na casa. Na manhã seguinte, quando estava tomando banho, Westick entrou no banheiro e fez sexo com ela contra a sua vontade. Em seguida, ela percebeu que estava presa no local, com o ator se recusando a liberá-la. Ela ficou trancada por dois dias sem sinal de telefone. Westick a teria trancado para continuar fazendo sexo com ela e a agredir. Ainda na acusação, Haley afirma que sofreu contusões e sangramentos. O curioso é que o processo não é criminal nem dirigido contra o ator, mas uma ação civil por indenização contra ex-parceiros de negócios da atriz, que a afastaram quando ela ameaçou denunciar Westwick na imprensa. Freedman afirma que levou a história para a imprensa, mas a equipe de relações públicas do ator barrou a divulgação, afirmando que se tratou de sexo consensual. Ela ainda sofreu uma campanha de difamação e perdeu clientes. Mas após o movimento #MeToo, outros casos vieram à tona. Freedman é a quarta mulher a dizer que foi estuprada pelo ator. Por coincidência, todos os eventos aconteceram em 2014 – período em que ele estava desempregado. Westwick afirma que todas as alegações contra ele são mentirosas. Sua carreira praticamente acabou após a primeira acusação vir à tona. Sem projetos encaminhados, o ator foi demitido de todas as séries em que trabalhava. Além disso, os produtores da minissérie “Ordeal by Innocence”, adaptação da obra homônima de Agatha Christie, pegaram a deixa de Ridley Scott e regravaram a produção já finalizada para substitui-lo por outro intérprete.












