Disney confirma série de Loki estrelada por Tom Hiddleston
Ao anunciar o nome oficial e os planos para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), o CEO da empresa, Bob Iger, confirmou que Tom Hiddleston vai voltar a viver Loki numa série do serviço. Porém, ele não revelou mais novidades, como roteiristas, diretores e data de lançamento do projeto. “Disney+ (Disney Plus) também está montando uma série de ação em live-action centrada em um dos personagens favoritos do Universo Cinematográfico da Marvel. A Marvel Studios está desenvolvendo um projeto baseado em Loki, o Deus do Trapaça, estrelado por Tom Hiddleston”, ele afirmou. A ideia é que outros personagens também ganhem séries em streaming. Já foram mencionados projetos envolvendo a Feiticeira Escarlate e uma parceria entre o Soldado Invernal e o Falcão. Segundo a Variety noticiou em setembro, o orçamento previsto para essas produções seria semelhante aos dos filmes dos super-heróis. Além disso, as atrações seriam as primeiras séries da Marvel produzidas por Kevin Feige, o presidente do estúdio e mentor do universo cinematográfico da Marvel. Junto da confirmação da série de Loki, Iger ainda revelou que Diego Luna vai voltar ao universo de “Star Wars” numa série derivada de “Rogue One – Uma História Star Wars”.
Disney anuncia nova série de Star Wars estrelada por Diego Luna
Ao apresentar o nome, logotipo e planos do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), o CEO da empresa Bob Iger anunciou uma nova série com atores derivada dos filmes de “Star Wars”. Ainda sem título definido, a produção será um prólogo de “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) centrado no personagem Cassian Andor, que, assim como no cinema, será interpretado por Diego Luna. As gravações vão começar em 2019 e os episódios seguirão Andor durante a formação da Aliança Rebelde, antes dos eventos apresentados em “Rogue One” e também do primeiro longa da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977). “Voltar para o mundo de ‘Star Wars’ é muito especial para mim”, disse o ator, em comunicado. “Ainda guardo muitas lembranças do excelente trabalho que fizemos e das amizades que conquistei durante essa jornada.” “Nós temos uma aventura fantástica pela frente, este novo formato vai nos dar a chance de explorar mais profundamente tais personagens”, completou Diego. No comunicado oficial da produção, a Lucasfilm acrescentou que a série “explorará contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança de uma galáxia nas garras do impiedoso Império”. O projeto vai se juntar a “The Mandalorian”, uma criação original do cineasta Jon Favreau (“Homem de Ferro” e “Mogli”), que, por sinal, se passa em período próximo na cronologia de “Star Wars”. As duas séries serão disponibilizadas na plataforma Disney+ (Disney Plus), que deve estrear no segundo semestre de 2019.
Seita satânica processa Netflix em US$ 50 milhões por cópia de estátua na série O Mundo Sombrio de Sabrina
A seita Templo Satânico (Satanic Temple) foi adiante em seu processo contra a Netflix e a Warner. A ação busca uma indenização de US$ 50 milhões pelo uso não autorizado da estátua de Baphomet na série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Lucien Graves, líder da seita, vem ameaçando a Netflix desde a estreia da série, no final de outubro. A Satanic Temple ficou conhecida nos Estados Unidos por perturbar governos estaduais que permitem adereços religiosos em público. Os integrantes chegaram até a colocar uma estátua de Baphomet ao lado de uma representação dos Dez Mandamentos em Oklahoma. A Netflix e a Warner ainda não se manifestaram publicamente sobre o caso. A razão do processo é a estátua da figura com cabeça de bode venerada pelos satanistas, que aparece com destaque na Escola das Artes Ocultas que Sabrina (Kiernan Shipka) frequenta para aprender a ser bruxa. Segundo Lucien Greaves, ela tem exatamente o mesmo design daquela que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Segundo o processo, o templo criou a estátua entre 2013 e 2014, baseando-se em uma iconografia datada do século 19, e por isso defende que o objeto é exclusivo e não pode ser copiado sem permissão, o que caracteriza violação de direito autoral. Por fim, o templo alega que sua obra foi copiada para servir como representação estereotipada do mal.
Netflix mata e enterra Francis Underwood num cemitério da Carolina do Sul, nos EUA
Francis Underwood está morto e enterrado, literalmente. Em uma ação para promover a última temporada da série “House of Cards”, a Netflix colocou uma lápide com o nome de Underwood num cemitério da cidade de Gaffney, na Carolina do Sul (EUA), terra natal do personagem. A lápide se encontra nos arredores do Oakland Cemetery, e fãs podem visitá-la e tirar fotos. O centro de turismo de Gaffney, animado com a ação, pediu para os fãs enviarem suas fotos para um e-mail (events@getintogaffney.com) a fim de serem compartilhadas com a equipe da Netflix. Não foi esclarecido o que a plataforma vai fazer com as imagens. O local ficará aberto para o público até o sábado (10/11). Quando a morte de Underwood foi anunciada, antes do lançamento da 6ª temporada de “House of Cards”, o principal jornal de Gaffney publicou até um obituário do “presidente”, descrito como “um patriota que não deixou nada impedi-lo de servir seu país”. A morte de Underwood foi revelada em um teaser lançado meses antes dos episódios da temporada. Esta foi a solução encontrada pelos roteiristas para explicar o sumiço do personagem após a demissão do ator Kevin Spacey, que o interpretava. Spacey foi denunciado por diversas pessoas por assédio e abuso sexual, entre elas funcionários da equipe da própria série.
1983: Primeira série polonesa da Netflix ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou o novo trailer legendado de “1983”, primeira série polonesa da plataforma. A premissa lembra “O Homem do Castelo Alto”, ao contar uma versão alternativa da História, em que um conflito teve resultado diferente da realidade. No caso, o fim do comunismo. Apesar do título, a trama acontece em 2003, duas décadas após um atentado terrorista impedir a Polônia de se tornar independente da União Soviética. Os personagens centrais são um estudante de Direito e um policial que descobrem a conspiração dos anos 1980 que fez com que o país continuasse sendo um estado comunista da Cortina de Ferro em pleno século 21. O elenco polonês inclui Maciej Musial (“Hotel 52”), Andrzej Chyra (“Estados Unidos Pelo Amor”), Michalina Olszanska (“Eu, Olga Hepnarová”), Agnieszka Zulewska (“Perdoai as Nossas Dívidas”), Robert Wieckiewicz (“Walesa”), Helena Sujecka (“Agnus Dei”), Miroslaw Zbrojewicz (“O Forasteiro”) e Zofia Wichlacz (“Rastros”). Criada por Joshua Long (“Scary Stories to Tell in the Dark”) e produzida por Frank Marshall (“Jurassic World”), Robert Zotnowski (“House of Cards”) e a cineasta Agnieszka Holland (“Rastros”), que também assina a direção de episódios, “1983” tem estreia marcada para 30 de novembro.
Michael Peña e Diego Luna se enfrentam em novo trailer legendado e 34 fotos de Narcos: México
A Netflix divulgou três pôsteres, 34 fotos e um novo trailer legendado da volta de “Narcos”, que passará por uma reinvenção completa ao mudar a ação para um país diferente e apresentar novos personagens. Michael Peña (“Homem-Formiga) e Diego Luna (“Rogue One: Uma História Star Wars”) lideram o elenco, totalmente renovado em relação aos anos anteriores. O personagem interpretado por Luna é Miguel Ángel Félix Gallardo, também conhecido como El Jefe dos Jefes ou El Padrino (como o filme “O Poderoso Chefão” ficou conhecido no México), fundador do primeiro cartel de Guadalajara nos anos 1980. A principal ameaça a seus objetivos será encarnada por Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), intérprete do agente do DEA (departamento de combate à drogas dos EUA) Enrique “Kiki” Camarena, que se infiltra no cartel para derrubá-lo. Como os personagens são reais não é difícil saber como esse conflito acaba. Nada bem. Mas com impacto capaz de motivar uma 5ª temporada. Por curiosidade, os dois astros da temporada trabalharam juntos anteriormente na cinebiografia dramática “Cesar Chavez” (2014), que Peña protagonizou e Luna dirigiu. A 1ª temporada de “Narcos: México” – ou 4ª temporada de “Narcos” – estreia em 16 de novembro em streaming.
Clipe de Pabllo Vittar traz cantor animado com música da série Super Drags
A Netflix divulgou o clipe da música “Highlight”, que Pabllo Vittar canta na série animada “Super Drag”. O vídeo em estilo “cheguei” começa com a versão animada de Vittar na série, a cantora Goldiva, e logo mostra a carne, osso e closes por trás da personagem, com seu arsenal de figurinos e força nas perucas. Além de Pabllo – que, vale lembrar, faz sucesso como drag queen, mas não é transexual – , a série contará com as vozes de ícones LGBTQIA+ brasileiros, como Silvetty Montilla e Suzy Brasil. Criada por Anderson Mahanski, Fernando Mendonça e Paulo Lescaut, do Combo Estúdio (que lançou a primeira youtuber animada brasileira, a Any Malu), a série acompanha Patrick, Donny e Ramon, três amigos que trabalham em uma loja de departamento durante o dia. Mas que, à noite, se transformam nas fabulosas drags Lemon Chiffon, Safira Cian e Scarlet Carmesim para combater os haters com muita purpurina. A animação é para maiores de 16 anos e estreia nesta sexta (9/11) em streaming.
The Walking Dead: Atriz revela que Jadis pretendia sequestrar Negan
A atriz Polyanna McIntosh, intérprete de Anne/Jadis em “The Walking Dead”, fez uma revelação interessante sobre a intenção de sua personagem ao se associar a Negan (Jeffrey Dean Morgan) na 8ª temporada, que também tem a ver com o fato dela manter em segredo seus contatos com o misterioso helicóptero visto na série. Durante um painel da Walker Stalker Con, evento dedicado à série que aconteceu em Atlanta, ela contou que sua personagem tinha planos para capturar Negan e trocá-lo por suprimentos ou sua passagem para longe dali com o pessoal do helicóptero. “Eu tinha planos para pegar o Negan, sim. Eu tinha planos para trocá-lo, mas também era tentador pegar ele para minha segurança. Ele poderia ter sido mais útil para mim como barganha”, comentou McIntosh. Ela também comentou a misteriosa comunicação com o helicóptero por rádio, questionada sobre o que significava ser um integrante do “grupo A e B”. “Funciona como uma ferramente útil para definir dois grupos de pessoas, isso é tudo o que eu posso dizer”, explicou a atriz. Ao final, ela ficou sem ninguém para trocar por sua passagem para longe de Alexandria, e pretendia usar o revólver que carregava para surpreender o piloto e forçá-lo a levá-la embora. Mas teve a sorte de encontrar Rick meio morto, à beira do rio, e o usou como passagem, identificando-o como alguém do grupo B. Assim como Andrew Lincoln, intérprete de Rick, e Lauren Cohan, a Maggie, Polyanna McIntosh não voltará mais a aparecer em “The Walking Dead” nesta temporada. Entretanto, ela estará no filme que revelará o destino de Rick, anunciado no domingo passado (4/11), após a despedida de Andrew Lincoln da série. As filmagens vão começar no começo de 2019 com uma intenção de lançamento para o final do ano.
Remake da influente série sci-fi The 4400 começa a ser desenvolvido
A cultuada série de ficção científica “The 4400” pode voltar a ser produzida. Mas não será uma continuação. Segundo a revista Variety, a rede CW encomendou um remake, que está sendo escrito pela dupla Taylor Elmore e Craig Sweeny. Os dois trabalharam juntos como produtores e roteiristas de “Limitless”. E Sweeny, que criou “Limitless”, foi roteirista e supervisor de produção da série original, por sua vez criada por René Echevarria e Scott Peters. “The 4400” foi ao ar entre 2004 e 2007 em dois canais diferentes nos Estados Unidos, durando quatro temporadas bastante criativas que até hoje influenciam inúmeras produções televisas, entre elas o atual sucesso da TV americana “Manifest”. A história começava como um episódio de “Arquivo X”, com um casal de agentes federais investigando o surgimento misterioso de 4400 pessoas no mesmo local, após serem dadas como desaparecidas há vários anos. Cada uma dela vinha de épocas diferentes e reaparecia como se o tempo não tivesse passado para elas. Joel Gretsch (que depois estrelou “V: Visitantes”) e Jacqueline McKenzie (atualmente na série australiana “Pine Gap”) viviam os investigadores, mas o destaque acabou sendo o elenco de apoio, com diversos atores de peso, entre eles Mahershala Ali (vencedor do Oscar por “Moonlight”), Patrick John Flueger (“Chicago P.D.”), Billy Campbell (“Helix”, “The Killing”), Megalyn Echikunwoke (“Vixen”), Samantha Ferris (“Salvation”), Laura Allen (“Ravenswood”), Jeffrey Combs (o eterno Herbert West da franquia de terror “Re-Animator”), Peter Coyote (“Law & Order: Los Angeles”), Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”) e a musa sci-fi Summer Glau (de “Firefly”, “Terminator”, “Dollhouse”, “Alphas” e “Arrow”). Aos poucos, esses desaparecidos começam a manifestar superpoderes, cuja explicação revela uma vasta teoria de conspiração com origem no futuro, sobre como os 4400 seriam a chave para impedir o apocalipse. Entretanto, evocando os X-Men, eles acabavam sendo considerados uma ameaça, perseguidos e tratados como foras-da-lei. A série também fazia um paralelo com a Igreja da Cientologia, ao mostrar um grupo dos 4400 formando uma seita. E acabou com um desfecho bombástico, bastante satisfatório, ainda que os fãs esperassem por uma renovação para a 5ª temporada que jamais veio. De acordo com a Variety, a nova versão será ligeiramente diferente. Em vez de pessoas de várias idades, os desaparecidos serão jovens adultos. E a história terá ligação com o lançamento do satélite Sputnik, pela Rússia, em 1957. Abduzidos misteriosamente no passado, os personagens também não vão reaparecer juntos na floresta, mas nos mesmos lugares em que foram vistos pela última vez. Sem conseguir lembrar de nada do que aconteceu, eles passam a enfrentar uma realidade agressiva, bastante diferente do mundo que conheciam. Por enquanto, apenas o roteiro foi encomendado. A história precisa agradar para que a rede CW banque o piloto, última etapa antes da aprovação ou rejeição do projeto. Caso vire série, a produção estará a cargo da CBS/Paramount Television (sócia da Warner no controle da CW), produtora responsável pela série original.
Breaking Bad vai ganhar capítulo inédito… em filme!
Um novo capítulo de “Breaking Bad” está em sendo escrito pelo criador da série. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, Vince Gilligan está trabalhando em um filme de duas horas, embora a publicação não saiba precisar se ele será lançado nos cinemas ou feito para a televisão. Na verdade, a THR não tem maiores detalhes sobre o projeto. Não está claro se seria um prólogo, ao estilo de “Better Call Saul”, ou uma trama derivada que acompanharia algum dos personagens da trama. Nem há informações sobre se Bryan Cranston ou Aaron Paul estão envolvidas, revivendo seus papéis icônicos de Walter White e Jesse Pinkman. Entre as escassas informações, a THR afirma que Gilligan vai escrever, produzir e possivelmente dirigir o filme, que estaria previsto para começar a ser rodado já no mês que vem no Novo México, mesmo local onde se passava a série original. O New Mexico Film Office confirmou que um projeto com o título de “Greenbrier” está programado para ser filmado na região. Esta é a identificação que a THR afirma ser o título de trabalho do projeto. A premissa do longa seria a fuga de um homem sequestrado e sua busca pela liberdade. Representantes de Gilligan e da Sony Pictures Television, que produziu a série, não responderam aos pedidos de comentários da revista. “Breaking Bad” foi a série mais premiada do canal pago AMC e durou cinco temporadas, entre 2008 e 2013. Teve tanta repercussão que o AMC encomendou um prólogo, “Better Call Saul”, centrado num personagem coadjuvante, o advogado vivido por Bob Odenkirk, que atualmente está renovado para sua 5ª temporada. Curiosamente, o ator Bryan Cranston disse em julho, numa entrevista no programa de Conan O’Brien, que não acreditava que Walter White tinha realmente morrido no final da série. Ele é visto agonizando, com um ferimento à bala, enquanto a polícia se aproxima, sugerindo que aqueles são seus últimos momentos de vida. “Talvez Walter White tenha se safado de tudo no fim”, disse Cranston. “Nós vimos um relatório policial (sobre a morte)? Não. Há um obituário? Não.”
The Purge: Série baseada na franquia Uma Noite de Crime é renovada para 2ª temporada
O canal pago americano USA Network renovou “The Purge”, série que adapta a franquia cinematográfica lançada no Brasil como “Uma Noite de Crime” e “12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição” (no terceiro longa). Desenvolvida por James DeMonaco, diretor e roteirista dos filmes originais, a série se tornou a mais vista da programação atual do canal, com 2,3 milhões de telespectadores por episódio. Situada em uma América alternativa, governada por um partido político totalitário, a trama segue vários personagens que vivem na mesma cidade durante a vigência do “expurgo”. À medida que o relógio gira, cada personagem é forçado a lidar com a violência, enquanto descobre até onde é capaz de chegar para sobreviver à noite em que todo o crime é permitido. “O USA Network está muito orgulhoso por ser o lar televisivo da icônica franquia ‘The Purge'”, disse Chris McCumber, presidente da NBCUniversal Cable Entertainment, em comunicado. “A parceria e a confiança criativa do produtor Jason Blum e de todos na Blumhouse Television e Universal Pictures garantiram a transição bem-sucedida de ‘The Purge’ do cinema para a TV – e, juntamente com a Universal Cable Productions, esperamos aprofundar ainda mais a mitologia na 2ª Temporada”. . “James Demonaco fez isso de novo – a história propulsora e convincente que ele criou para a 1ª temporada de ‘The Purge’ realmente ressoou com o público de uma maneira significativa”, disse Jason Blum. “Estamos entusiasmados por embarcar na 2ª temporada, e mal podemos esperar para trazer mais da visão de James para os EUA e os fãs de ‘The Purge’ .” A 1ª temporada com 10 episódios estreou no dia 4 de setembro nos Estados Unidos e se encerrou nesta terça (6/11), reunindo em seu elenco Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Jessica Garza (série “Six”), Hannah Emily Anderson (“Jogos Mortais: Jigsaw”), Lili Simmons (série “Banshee”), Amanda Warren (“Três Anúncios Para um Crime”), Colin Woodell (série “The Originals”), Lee Tergesen (série “Defiance”), William Baldwin (série “MacGyver”), Fiona Dourif (“A Maldição de Chucky”) e Reed Diamond (série “Designated Survivor”).
Reverie é cancelada após 1ª temporada
A rede NBC cancelou “Reverie” após sua 1ª temporada. A série sci-fi foi a estreia de pior audiência do canal durante a última temporada de verão. Estrelado por Sarah Shahi (“Person of Interest”) e Dennis Haysbert (“24 Horas”), “Reverie” estreou em 30 de maio e teve uma média de 2,1 milhões de telespectadores ao vivo até seu final, em 8 de agosto. Desenvolvida por Mickey Fisher (criador também de “Extant”), o programa girava em torno de Mara Kint (Shahi), ex-negociadora de reféns e especialista em comportamento humano que se tornou professora universitária após enfrentar uma tragédia pessoal. Na premissa, ela acaba atraída por seu ex-chefe, Charlie Ventana (Haysbert), para um projeto secreto, que visa salvar pessoas comuns que se perderam em um programa imersivo de realidade virtual altamente avançado, em que é possível viver seus sonhos mais loucos. O elenco também incluía Sendhil Ramamurthy (“Heroes”), Jessica Lu (“Awkward.”) e Kathryn Morris (“Cold Case”), e o piloto foi dirigido pelo cineasta Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”).
Good Behavior é cancelada após duas temporadas
O canal pago TNT cancelou a série “Good Behavior” após duas temporadas. O cancelamento foi anunciado no Instagram pelo criador da série, Chad Hodge (criador também de “Wayward Pines”), quase um ano após a exibição do último episódio, que foi ao ar em dezembro de 2017. Veja abaixo. Apesar das críticas positivas e de uma estrela popular, Michelle Dockery em sua primeira série americana (após se destacar em “Downton Abbey”), a produção nunca atraiu público amplo, ficando entre os programas de menor audiência do canal. Ainda assim, tinha fãs apaixonados e bom desempenho nas plataformas digitais, o que rendeu negociações entre Hodge e o presidente da TNT, Kevin Reilly, para produzir uma temporada final de conclusão da trama. “Não vejo muitas outras temporadas, mas pode haver uma maneira de compensar o público que realmente a adorou”, chegou a dizer Reilly em maio. Segundo o site Deadline, as conversas continuaram até recentemente, mas a compra do canal pela AT&T, no negócio da aquisição da Time-Warner, pode ter levado os auditores à conclusão da inviabilidade financeira do negócio. Inspirada em livros de Blake Crouch, “Good Behavior” trazia Dockery como Letty Dobesh, uma ladra e trapaceira cuja vida sempre esteve um pouco fora dos eixos. Ao ser libertada da prisão e se reunir com seu filho de 10 anos, criado por sua mãe, ela acaba retomando o costume das trapaças. Mas sua vida tem uma reviravolta quando um de seus alvos se revela um assassino profissional (o argentino Juan Diego Botto, de “Roma, Um Nome de Mulher”), com quem ela acaba se envolvendo num jogo perigoso de sedução. Visualizar esta foto no Instagram. With a heavy heart I have to let you know that Good Behavior will not return for a third season on TNT. I’ve always said I could write about Letty and Javier for 500 episodes. Their relationship and place in the world live on the edge of something unique and beautiful and I’m more proud of creating their story than anything in my TV career thus far. The experience of making Good Behavior was also the best of my career. Collaborating with Michelle Dockery, Juan Diego Botto and the entire cast… with pilot director Charlotte Sieling, producing director Mikkel Nørgaard, and all the episodic directors… with Blake Crouch and the writers… with my producing partners Marty Adelstein and Becky Clements… with our kick-ass creative team and crew… we were one family making this show and it was better because of every person who donated their creative lifeblood. You can see it on display in every episode currently streaming on Hulu. To our fans… our incredible fans around the world: THANK YOU. Thank you for loving what we made, for the letters and DMs and gifts, for the love. If I could keep writing the story of Letty and Javier for you I would. The last episode of S2 is not the ending. Actually I did write a bonus scene for you that would have been in Season 3… swipe left and you’ll see. So just know that Letty and Javier are out there somewhere… living their best lives (eh probably not lol). But they are alive. Their story continues. Though for now, as Letty would say… BYE. #GoodBehavior Uma publicação compartilhada por Chad Hodge (@chadhodge) em 6 de Nov, 2018 às 12:04 PST












