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    Fã brasileira encontra Trono de Ferro de Game of Thrones no Ceará

    25 de março de 2019 /

    A HBO espalhou seis Tronos de Ferro pelo mundo, como parte de uma ação para promover a 8ª e última temporada de “Game of Thrones”. E um deles foi encontrado em Beberibe, no Ceará. A descoberta foi feita no último domingo (24/3) e confirmada pelo perfil oficial do canal no Twitter. O trono cearense representava a região de Valyria na série e foi o quarto dos seis tronos encontrados na campanha, que promove uma espécie de caçada ao tesouro, com pistas deixadas no site e nas redes sociais da HBO. Confira abaixo a imagem da “rainha de Valyria” Claricia Amaro, que descobriu o trono na Praia das Fontes e também os vídeos em 360 graus com as pistas da sua localização. Os outros três tronos descobertos pelos fãs estavam na floresta de Puzzlewood, no Reino Unido, na região nevada de Björkliden, na Suécia, e em um castelo na Espanha. Ajoelhe-se perante a Rainha de Valyria. #PeloTrono #TronodeValyria #ForTheThrone #ThroneofValyria https://t.co/Ya5kZq9aDL pic.twitter.com/PTusf80MHS — HBO Brasil (@HBO_Brasil) March 24, 2019

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    The Walking Dead: Fotos e vídeos revelam colapso do Reino e tempestade de neve no fim da temporada

    25 de março de 2019 /

    Depois da calmaria vem a tempestade. Depois do episódio macabro “The Calm Before” vem “The Storm”, final da 9ª temporada de “The Walking Dead”. Como de praxe, o canal pago americano AMC divulgou 18 fotos, o trailer e duas cenas da atração, que já foram parcialmente legendados pelos fãs brasileiras. Confira abaixo. O último capítulo da temporada revela o colapso do Reino, que esgotou seus suprimentos, a peregrinação para uma novo lar e um confronto além da fronteira dos Sussurradores, desta vez em meio a uma tempestade de inverno, com direito a ataques de zumbis na neve. “The Storm” vai ao ar no domingo (31/3), com transmissão no Brasil pelo canal pago Fox.

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    The Walking Dead mata dez personagens em episódio macabro

    25 de março de 2019 /

    Intitulado de “The Calm Before”, o capítulo de domingo (24/3) de “The Walking Dead” fez justiça à comparação com o Casamento Vermelho de “Game of Thrones”, feita pelo Twitter oficial da produção. Em um dos episódios mais impactantes da série, dez personagens foram mortos brutalmente, entre eles três integrantes do elenco central, e suas cabeças fincadas em estacas para demarcar uma fronteira entre as comunidades e a terra dos Sussurradores. A cena era um momento muito esperado pelos fãs dos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, mas a showrunner Angela Kang mudou a seleção de personagens mortos. Spoilers. Nos quadrinhos, os personagens mortos por Alpha (Samantha Morton) e os Sussurradores incluíam Ezekiel (Khary Payton) e Rosita (Christian Serratos). Mas eles foram poupados na série. Em vez deles, entre as cabeças nas estacas apareceram Tara (Alanna Masterson), Enid (Katelyn Nacon) e Henry (Matt Lintz). As mortes não foram mostradas. Um rápido flashback, ao final, revelou apenas que eles foram capturados e lutaram contra os Sussurradores. Neste sentido, a série da HBO foi bem mais tensa. Mas isso não impediu o impacto da cena do encontro das cabeças decepadas, demarcando a fronteira macabra. A visão sinistra poderia muito bem terminar a temporada. Mas o título sugere que algo pior ainda está por vir. Traduzido como “a calmaria antes”, o título do episódio compõe um velho ditado, que se completa com o nome do último capítulo da temporada: “The Storm” (a tempestade). Em outra comparação com “Game of Thrones”, o inverno vai chegar a “The Walking Dead” no próximo domingo (31/3), com uma tempestade de neve devastadora. O diretor e produtor Greg Nicotero disse ao The Hollywood Reporter que o fim da 9ª temporada “é diferente de qualquer outro episódio que já produzimos”. A série também é exibida no Brasil aos domingos, pelo canal pago Fox.

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    The Politician: Bette Midler entra na série criada por Ryan Murphy para a Netflix

    24 de março de 2019 /

    A atriz e cantora Bette Midler (de “Abracadabra”), duas vezes indicada ao Oscar e considerada uma das grandes divas de Hollywood, entrou no elenco de “The Politician”, primeira série do produtor Ryan Murphy (criador de “Glee” e “American Horror Story”) para a Netflix. Ela não fazia parte do elenco de uma série de TV desde o início do século, quando sua sitcom “Bette” (2000-2001) foi cancelada. Depois disso, fez apenas uma participação em um episódio de “Murphy Brown” do ano passado, revivendo uma secretária que já tinha interpretado em 1998. O anúncio da escalação foi feito pelo próprio Ryan Murphy durante a PaleyFest, convenção anual sobre o mundo da televisão voltado para fãs. Além dela, Murphy também revelou a inclusão de Judith Light, indicada ao Emmy por sua atuação em “American Crime Story”. As duas atrizes se juntam a um elenco renomado, liderado por Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), em que também se destacam Gwyneth Paltrow (a Pepper Potts de “Homem de Ferro”, que também apareceu em “Glee”), Jessica Lange e Dylan McDermott (ambos de “American Horror Story”, outra produção de Murphy), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”). Platt tem o papel do título, um jovem rico da cidade de Santa Barbara, na Califórnia, que desde os 7 anos acredita que tem tudo para se tornar presidente dos Estados Unidos. Mas antes de assumir o governo da maior potência mundial, ele precisará vencer a disputa pelo grêmio do colégio em que estuda, tendo uma pequena amostra do que é a política. Cada temporada vai abordar uma eleição disputada pelo protagonista, e cada episódio reservará espaço para um grande número musical. A estreia foi marcada para 27 de setembro. Além de “The Politician”, Murphy anunciou duas outras séries na Netflix: “Ratched”, em que Sarah Paulson viverá a famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”, e “Hollywood”, que abordará a era de ouro do cinema americano. O produtor assinou um contrato de exclusividade com a plataforma no ano passado, para desenvolver novas atrações, avaliado em mais de US$ 300 milhões.

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    Série dos super-heróis Fugitivos é renovada para a 3ª temporada

    24 de março de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu renovou a série de super-heróis “Runaways”, baseada nos quadrinhos da Marvel publicados no Brasil como “Fugitivos”. A produção chegará a sua 3ª temporada com mais 10 episódios. A informação foi vazada pelo ator James Masters, durante uma convenção no fim de semana, e confirmada oficialmente por meio de um comunicado. A adaptação dos quadrinhos de Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. “Estamos muito animados para contar mais histórias dos Fugitivos e somos muito gratos à Marvel, Hulu, nosso incrível elenco e equipe, e, claro, nosso público apaixonado”, disseram os co-produtores Schwartz e Savage no comunicado. “A 3ª temporada será um momento mágico no Runaways, à medida que aprofundamos nossa conexão com o universo Marvel. Estamos honrados por poder continuar a brincar na caixa de areia criada por Brian K Vaughn e Adrian Alphona”.

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    Larry Cohen (1941 – 2019)

    24 de março de 2019 /

    O diretor Larry Cohen, criador da série clássica “Os Invasores” e da franquia de terror “Nasce um Monstro”, entre outras produções cultuadas, morreu no sábado (23/3) aos 77 anos, cercado de seus familiares. Maiores detalhes sobre sua morte não foram divulgados. Cohen começou a carreira como roteirista de TV nos anos 1960, e após demonstrar seu talento em episódios de séries famosas como “O Fugitivo” e “Os Defensores”, começou a criar suas próprias atrações televisivas. A maioria não passou da 1ª temporada, mas duas conseguiram completar o segundo ano: “Branded” (1965–1966), western estrelado por Chuck Connors, e “Os Invasores” (1967-1968). A série sci-fi de 1967 acompanhava a descoberta de uma invasão alienígena por um homem comum (interpretado por Roy Thinnes) e se tornou uma das mais cultuadas e influentes do gênero – inspiração de “Projeto UFO”, “Arquivo X” e várias outras. Apesar de ter só 43 episódios, eternizou-se em reprises, além de ter rendido uma minissérie derivada em 1995. A repercussão de “Os Invasores” o credenciou a escrever para o cinema, onde perseguiu o terror, aterrorizando mulheres em “A Psicose do Medo” (1969) e “Scream Baby Scream” (1969). Ambos traziam psicopatas focados em vítimas jovens. Mas o primeiro, em que a vítima abortou o filho de seu potencial assassino, também foi prelúdio do nascimento de sua obra mais conhecida. Entretanto, Cohen começou sua carreira de diretor num gênero muito diferente daquele que o popularizou. Ele se lançou na carona da blaxploitation, assinando comédias e dramas criminais de baixo orçamento, estrelados por astros negros. Em “Bone” (1972), mostrou Yaphet Cotto (de “Alien”) invadindo uma mansão de Beverly Hills para fazer seus ricos moradores brancos de refém. Em “O Chefão de Nova York” (Black Caesar, 1973), orientou Fred Williamson (“Um Drink no Inferno”) a refazer os passos de Edward G. Robinson no clássico de gângster “Alma no Lodo” (1931) para coroá-lo como o rei do crime do Harlem. E ainda escreveu e dirigiu a sequência, “Inferno no Harlem” (1973), lançada apenas oito meses depois. Como filmes baratos não lhe rendiam muito, Cohen ainda escrevia episódios de “Columbo” (entre 1973 e 1974) quando teve a inspiração para parir seu maior clássico. “Nasce Um Monstro” (It’s Alive, 1974) acompanhava um bebê mutante assassino, materializado no set pelo rei dos efeitos de maquiagem de terror Rick Baker. E fez tanto sucesso que rendeu duas sequências, também escritas e dirigidas por Cohen: “A Volta do Monstro” (1978) e “A Ilha dos Monstros” (1987) – sem esquecer um remake em 2003. A partir daí, Cohen ficou conhecido por seus filmes de terror que invariavelmente viravam terrir (comédia de horror), como “Foi Deus Quem Mandou” (1976), “O Jovem Lobisomem” (1981), “Q – A Serpente Alada” (1982), “Efeitos Especiais” (1984) e especialmente “A Coisa” (1985), sobre uma sobremesa deliciosa que transformava seus consumidores em zumbis famintos por mais. Ainda dirigiu a adaptação de Stephen King “Os Vampiros de Salem, o Retorno” (1987) e “A Madrasta” (1989), último filme estrelado por Bette Davis. E, como se não bastasse, originou outra franquia famosa ao escrever o roteiro de “Maniac Cop” (1988) para o diretor William Lustig. A popularidade de “Maniac Cop” voltou a transformá-lo em roteirista requisitado por outros diretores. Entre muitos roteiros, assinou “Os Invasores de Corpos: A Invasão Continua” (1993) para Abel Ferrara, e conseguiu sucesso inesperado com as tramas tensas dos thrillers “Por um Fio” (2002), estrelado por Colin Farrell, e “Celular: Um Grito de Socorro” (2004), com o jovem Chris Evans. Depois de uma década sem filmar, Cohen se despediu dos sets com um episódio da série “Mestres do Terror” em 2006, antologia que reunia os maiores nomes do terror americano dos anos 1970 e 1980. O criador da série, Mick Garris, insistiu muito para Cohen interromper a aposentadoria para participar da produção-homenagem, reconhecendo a importância do cineasta não apenas pelo sucesso de seus filmes baratos, mas por sua capacidade de injetar comentários sociais de forma irônica em tramas de terror. “Eu queria tentar lidar com o que acontecia no mundo em meus filmes”, disse Cohen em entrevista à revista Diabolique em 2017. “Muitos dos filmes que fiz são extremamente voláteis e lidam com assuntos controversos como o racismo”, argumentou. “Meu primeiro longa, ‘Bone’, estava muito à frente de seu tempo – e continua polêmico até hoje, porque ainda não superamos o racismo”, disse, antes de destacar outro filme. “Veja outro exemplo, ‘A Coisa’, que era sobre produtos vendidos no supermercado que matavam pessoas. Ainda há inúmeros produtos nocivos para a saúde vendidos até hoje, e toda vez que anunciam uma pílula diferente de algum tipo, deixam para avisar só depois sobre os efeitos colaterais. ‘A Coisa’ foi uma alegoria ao consumismo e ao fato de que grandes corporações vão te vender qualquer coisa para conseguir seu dinheiro, mesmo que isso te mate”. Nos últimos anos, a obra de Cohen inspirou diversos documentários, com direito a comentários de Martin Scorsese, JJ Abrams, John Landis, Joe Dante e outros a quem o cineasta inspirou com sua criatividade. Filmes como “King Cohen: The Wild World of Filmmaker Larry Cohen” (2017), “Cohen on Cohen” (2017) e “Cohen’s Alive: Looking Back At The It’s Alive Films” (2018) convidam o público a conhecer as maiores obscuridades de sua carreira e descobrir porque Larry Cohen era cultuado por diretores que os cinéfilos chamam simplesmente de mestres.

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    Atriz de Andi Mack vai viver a heroína Devastadora na série dos Titãs

    23 de março de 2019 /

    A série “Titãs” escalou mais um integrante da família do vilão Exterminador (Deathstroke). A atriz Chelsea T. Zhang (a Britney da série “Andi Mack”) foi confirmada na 2ª temporada como Rose Wilson, filha de Slade Wilson/Exterminador. Ela também é conhecida como o heroína Devastadora (Ravager). Anteriormente, Esai Morales (“Ozark”) foi escalado como Exterminador e o modelo transexual Chella Man ganhou o papel de seu filho Joe Wilson, o herói chamado Jericó (Jericho). Um dos maiores desgostos da vida de Slade Wilson foi ver seus filhos se juntarem a seus maiores inimigos. Mas, no caso de Rose, quem a levou aos Titãs foi ele mesmo. Nos quadrinhos, o Exterminador só descobriu que tinha uma filha quando ela já era adolescente e manifestava seus poderes. Com a morte da mãe da jovem e sem saber como cuidar de uma garota superpoderosa, Slade procurou Asa Noturna para treiná-la. Rose se provou um desafio para o antigo Robin, com grandes problemas para distinguir o bem e o mal, mas ao final acabou se identificando mais com os heróis que com seu pai vilão – especialmente após desenvolver um crush pelo novo Robin, Tim Drake. Claro, a atriz é asiática, embora a personagem da DC seja uma jovem ocidental de cabelos prateados. Mas a produção não tem apego por esses “detalhes”. Afinal, Joe Wilson tampouco é transexual, nem o Exterminador é um homem latino. Além da família Wilson, a 2ª temporada de “Titans” também escalou o ator australiano Joshua Orpin para viver o herói Superboy. “Titãs” foi a primeira série produzida pelo serviço de streaming americano DC Universe, exclusivo para produções da DC Comics, e é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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    Matthew Rhys vai estrelar remake da série clássica Perry Mason na HBO

    23 de março de 2019 /

    A HBO aprovou a produção do remake da série clássica “Perry Mason”, que será estrelado por Matthew Rhys, vencedor do Emmy 2018 por “The Americans”. Perry Mason é um dos advogados criminais mais famosos da ficção, originalmente criado pelo escritor Erle Stanley Gardner numa franquia literária, iniciada em 1933 e que rendeu mais de 80 livros, cujas histórias giram em torno de um julgamento de tribunal, em que Mason precisa provar a inocência de seu cliente. O personagem também rendeu sete filmes, entre 1934 e 1940 – quatro deles com interpretação de Warren William. Mas foi na TV que se tornou verdadeiramente popular, na série clássica estrelada por Raymond Burr entre 1957 e 1966, que marcou época como a primeira produção televisiva semanal realizada em Hollywood – até então, filmes eram feitos em Hollywood e séries em Nova York. A produção também criou uma fórmula replicada à exaustação nas produções jurídicas que se seguiram. Geralmente, os episódios terminavam com uma reviravolta. Sempre que Mason estava prestes a perder a causa que defendia, surgia uma testemunha ou uma prova definitiva que inocentava os acusados. Além do veredito quase sempre favorável, a série também mostrava interrogatórios intrigantes, e no final o culpado era aquele de quem menos se poderia suspeitar. A série venceu três Emmys, dois de Melhor Ator para Raymond Burr e um de Melhor Atriz para Barbara Hale, que vivia Della Street, a secretária do advogado. A dupla era tão identificada com seus papéis que a primeira tentativa de emplacar um remake da série (“The New Adventures of Perry Mason”) com outro elenco fracassou clamorosamente em 1973, durando só 15 episódios. Mas quando os produtores resolveram realizar um telefilme com os dois atores reprisando seus papéis em 1985, foi um sucesso tão grande que deu origem a um revival, na forma de vários filmes de TV consecutivos, ao longo de uma década inteira – produção que durou dois anos a mais que o próprio Raymond Burr, morto em 1993. O remake vai voltar ao começo da carreira do advogado, retomando uma característica marcante do personagem: ele só atende clientes que considera verdadeiramente inocentes. E para se diferenciar totalmente da série clássica, não terá encenação contemporânea. A produção será um drama de época, passado nos anos 1930, época dos romances originais de Erle Stanley Gardner. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr. (“Vingadores: Guerra Infinita”) e sua esposa Susan Downey, que adquiriram os direitos do personagem e chegaram a considerar uma adaptação cinematográfica. A série terá direção de Timothy Van Patten, que assinou o primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Ainda não há previsão para a estreia do novo Perry Mason.

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    Os Cavaleiros do Zodíaco: Trailer japonês revela mais do visual computadorizado e data de estreia do remake

    23 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo trailer do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco” – por enquanto, disponível apenas em japonês sem legendas, que mostra um pouco mais do visual dos heróis em versão computadorizada e revela a data de estreia. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A começar pela aparência de Andromeda, que virou mulher – e rendeu polêmica. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 19 de julho.

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    The Politician: Primeira série de Ryan Murphy para a Netflix ganha pôster e data de estreia

    22 de março de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster de “The Politician”, primeira série de Ryan Murphy para a plataforma, que também será a primeira criação musical do produtor desde “Glee” (2009-2015). A imagem destaca o elenco grandioso e revela a data de estreia. O elenco é liderado por Ben Platt (“A Escolha Perfeita”), no papel de um político da região de Santa Barbara, nos EUA. Cada temporada vai abordar uma eleição disputada pelo protagonista, e cada episódio reservará espaço para um grande número musical. Entre os demais integrantes destacam-se Gwyneth Paltrow (a Pepper Potts de “Homem de Ferro”, que também apareceu em “Glee”), Jessica Lange e Dylan McDermott (ambos de “American Horror Story”, outra produção de Murphy), Zoey Deutch (“O Plano Imperfeito”) e Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”). A estreia foi marcada para 27 de setembro. Além de “The Politician”, Murphy anunciou duas outras séries na Netflix: “Ratched”, em que Sarah Paulson viverá a famosa enfermeira vilã do filme (e livro) “Um Estranho no Ninho”, e “Hollywood”, que abordará a era de ouro do cinema americano. O produtor assinou um contrato de exclusividade com a plataforma no ano passado, para desenvolver novas atrações, avaliado em mais de US$ 300 milhões.

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    Twitter de The Walking Dead compara próximo episódio à matança de Game of Thrones

    22 de março de 2019 /

    O Twitter oficial de “The Walking Dead” fez uma comparação audaciosa do próximo episódio da série com “Game of Thrones”. O post em questão inclui uma foto de Walder Frey (David Bradley) num dos capítulos mais mortais da atração do canal pago HBO, conhecido entre os fãs como “o casamento vermelho”, onde houve uma chacina de personagens queridos. A legenda diz apenas: “Só vamos deixar isso aqui”. Intitulado “The Calm Before”, o próximo episódio de “The Walking Dead”, que vai ao ar no domingo (24/3), é o penúltimo e será um dos mais longos da 9ª temporada, com quase uma hora de duração sem comerciais (57 minutos). Ele vai mostrar a feira de comércio do Reino. Nos quadrinhos de Robert Kirkman, em que a série se baseia, a realização da feira coincide com a morte de dois personagens importantes e dois coadjuvantes recentes, entre outros. “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox. Just going to leave this here pic.twitter.com/8g0Rtdxckc — The Walking Dead (@TheWalkingDead) March 21, 2019

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    Supernatural vai acabar na 15ª temporada

    22 de março de 2019 /

    A série “Supernatural”, mais antiga produção da rede americana The CW, vai acabar na 15ª temporada, prevista para próximo outono norte-americano (entre setembro e novembro). O anúncio foi feito pelas estrelas da série, Jared Padalecki, Jensen Ackles e Misha Collins em suas redes sociais nesta sexta-feira (22/3), e complementado por um comunicado dos produtores executivos. “Primeiramente, gostaríamos de agradecer a todas as pessoas que estiveram envolvidas no programa, tanto na frente quanto atrás da câmera. Para nós, foi uma experiência de vida inteira. O apoio que temos da Warner Bros Television e da rede The CW tem sido incrível. Gostaríamos de agradecer especialmente a Jensen, Jared e Misha por tornar esta jornada tão especial. Agora é mais importante para nós dar a esses personagens que amamos o desfecho que eles merecem ”, disseram os produtores Robert Singer e Andrew Dabb em seu comunicado conjunto. “Bem, é oficial. Só mais uma rodada para os irmãos Winchester. Embora nada nunca realmente termine em ‘Supernatural’… não é?” Ackles escreveu ao lado de um vídeo, em que os três protagonistas do programa se dirigem aos fãs para falar sobre o final da série. “Acabamos de dizer à equipe que, embora estejamos muito entusiasmados em entrar na nossa 15ª temporada, será a última. Quinze anos de um show que certamente mudou minha vida, eu sei que mudou a vida desses dois caras. E nós só queríamos que vocês soubessem que, embora estejamos empolgados com o próximo ano, será o final. O grande final de uma instituição”, disse Ackles no vídeo. “Eu vou dizer isso, uma definição de Eric Kripke, o criador deste mundo e desses personagens, que fez uma série sobre uma família que se tornou o orgulho de sua vida, principalmente porque se tornou uma família de verdade. Então, obrigado pessoal por isso”. Mais longeva produção de gênero fantástico (sci-fi, terror e fantasia) da TV americana, “Supernatural” foi criada por Eric Kripke em 2005 e terá atingido 327 episódios quando terminar na próxima temporada. Seu final também marcará a despedida da última série remanescente da antiga rede WB (Warner), que se fundiu com a UPN (United Paramount Network) para virar a CW (CBS-Warner) em 2006. O presidente da CW, Mark Pedowitz, sempre garantiu que continuaria a renovar “Supernatural” enquanto Padalecki e Ackles, intérpretes de Sam e Dean Winchester, quisessem continuar a fazer a série. “Enquanto a audiência se mantiver e os caras quiserem fazer isso, nós continuaremos”, disse o executivo em janeiro. Atualmente na reta final de sua 14ª temporada, “Supernatural” vem mantendo uma média semanal de 2,4 milhões de espectadores (com gravações digitais) e ainda tem mais público que metade da programação da rede CW, inclusive as séries de super-heróis “Black Lightning”, “Legends of Tomorrow” e “Arrow”, que também vai se despedir na próxima temporada. A única frustração dos produtores de “Supernatural” foi não conseguir emplacar um spin-off. Dois pilotos foram plantados em episódios da série, mas acabaram recusados por Pedowitz. Mas talvez o final traga de volta a possibilidade de “Wayward Sisters”, centrada nas personagens femininas da série, sair do papel. A 15ª temporada terá 20 episódios, como de costume. E seu capítulo final marcará o fim de uma era na rede CW. Com o final de “Supernatural” e “Arrow”, o canal perderá suas duas séries mais emblemáticas em 2020. Além disso, também se despedirá de “Jane the Virgin” e “Crazy Ex-Girlfriend” neste ano. Isto representa uma grande reformulação para a CW, que deverá aprovar mais pilotos que o costume para preencher as brechas significativas abertas em sua programação. No Brasil, “Supernatural” é exibida no canal pago Warner e na rede SBT (traduzida como “Sobrenatural”). Visualizar esta foto no Instagram. Well, it’s official. One more round for the Winchester brothers. Though nothing ever really ends in Supernatural…does it? ? Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 22 de Mar, 2019 às 1:32 PDT Visualizar esta foto no Instagram. The rest of the vid. #spnfamily for life. Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 22 de Mar, 2019 às 1:38 PDT

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    Criador da série Demolidor é primeiro contratado da nova divisão televisiva da Disney

    21 de março de 2019 /

    A nova divisão televisiva da Disney, vitaminada pela compra da Fox, anunciou o roteirista e produtor Drew Goddard, criador da série “Demolidor”, como seu primeiro contratado. Ele assinou contrato de exclusividade para desenvolver séries para a 20th Century Fox TV, que desde quarta (20/3) é propriedade da Disney. A ideia é que ele crie atrações para os canais da Disney, que incluem, entre outros, a rede ABC, os canais pagos Freeform e FX, e as plataformas Hulu e Disney+ (Disney Plus). O negócio foi anunciado por Dana Walden, ex-presidente da Fox TV e nova chefona dos estúdios de TV da Disney, que trabalhou com Goddard no começo de sua trajetória na Fox. Na ocasião, ele também iniciava a carreira de roteirista nas séries “Buffy: A Caça Vampiros” e seu spin-off “Angel”. “Queríamos continuar a trabalhar com Drew desde o dia em que seu trabalho em ‘Angel’ acabou. Isso foi em 2004”, disse Walden. “Ter um novo acordo com ele depois de todo esse tempo me deixa indescritivelmente feliz. Como escritor e diretor, ele é nota 10; como colaborador e imã para outros escritores incríveis, diretores e atores, ele está acima de qualquer nota. Nosso objetivo é apoiar Drew para ele construir sua própria empresa de produção espetacular dentro do novo Disney Television Studios”. Além de roteirista e produtor de séries, Goddard também faz sucesso no cinema. Ele criou a franquia “Cloverfield” (em 2008) e foi indicado ao Oscar pelo roteiro de “Perdido em Marte” (2015). Além disso, dirigiu os elogiados “O Segredo da Cabana” (2011) e “Maus Momentos no Hotel Royale” (2018).

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