Silicon Valley é próxima série da HBO a acabar em 2019
“Silicon Valley” será a próxima atração a se despedir da HBO. Uma das comédias mais bem-sucedidas do canal pago, a série vai acabar no final da 6ª temporada, que estreia ainda este ano. E será um final sucinto. O sexto ano da produção criada por Mike Judge (“Beavis e Butt-Head”) terá apenas sete episódios, em vez dos oito capítulos das temporadas anteriores. Judge e o showrunner Alex Berg prometeram “um final adequado à jornada dos personagens”, em comunicado oficial. “‘Silicon Valley’ se provou um dos grandes momentos de nossa vida e de nossa carreira”, disseram no texto. “Vamos sentir muita falta da série, e teremos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, nossa equipe e nossos parceiros na HBO”. A série é ambientada no Vale do Silício, região na Califórnia que reúne empresas de tecnologia como Apple e Google, e acompanha um grupo de amigos que tenta emplacar sua própria empresa de informática. Os atores Thomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods e Martin Starr formam o núcleo principal do elenco. O comediante T.J. Miller (o Fuinha de “Deadpool”) também fez parte da produção até sua 4ª temporada, mas acabou saindo do elenco após uma série de polêmicas envolvendo o seu nome, incluindo abusos de álcool e drogas, acusações de assédio sexual e uma bizarra prisão por fazer falsa ameaça de bomba. O final de “Silicon Valley” vai acontecer no mesmo ano em que a HBO se despediu de dois de seus maiores sucessos de público e crítica, as séries “Game of Thrones” e “Veep”. A data de estreia dos últimos episódios ainda não foi divulgada.
Fotos e teaser confirmam que GLOW vai para Las Vegas na 3ª temporada
A Netflix anunciou que a 3ª temporada de “GLOW” vai chegar em 9 de agosto e se passar em Las Vegas. Além de um teaser com a data de estreia, a plataforma divulgou as primeiras fotos das protagonistas na nova locação da série. “GLOW” acompanha as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do segundo ano da série, elas foram chamadas para se apresentar ao vivo em Las Vegas. Segundo a sinopse dos novos episódios, a paixão de Ruth (Alison Brie) pela produção do programa vai perder espaço para sua “vida pessoal cada vez mais complicada”. Enquanto isso, Debbie (Betty Gilpin) se tornará cada vez mais confiante em sua posição como produtora. “Enquanto os dias se passam em Las Vegas, as linhas entre performance e realidade começam a desaparecer, e o elenco se vê lutando com suas próprias identidades, dentro e fora do ringue”, completa o texto. Criada por Liz Flahive e Carly Mensch (produtoras-roteiristas de “Nurse Jackie”) e produzida por Jenji Kohan (a criadora de “Orange Is the New Black”), a série também inclui no elenco Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. Os novos episódios estreiam em 9 de agosto.
Novos estudos ligam 13 Reasons Why ao aumento de suicídios entre jovens
Duas pesquisas diferentes, divulgadas nos últimos dias, apontaram aumento no número de suicídios de jovens americanos após a estreia da série “13 Reasons Why”, cujo tema é exatamente este. Os estudos não vinculam diretamente o aumento de mortes à popularidade da atração, mas fazem sugestões neste sentido. A primeira pesquisa foi realizada em conjunto por diversas universidades e hospitais dos Estados Unidos e o Instituto Nacional de Saúde Mental (INSM). Publicada na semana passada no periódico científico Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, mostrou que o número de mortes por suicídio nos Estados Unidos em abril de 2017 superou o registrado em qualquer outro mês durante o período de cinco anos analisado pelos pesquisadores. Ao individualizar os índices de acordo com o sexo da vítima, foi notado um aumento significativo entre homens jovens no mês seguinte à estreia da série. Houve um crescimento entre o sexo feminino, mas ele foi considerado estatisticamente insignificante. “Os resultados devem servir de alerta de que os jovens são especialmente sensíveis ao que é exibido pela mídia”, disse Lisa Horowitz, cientista do INMS e autora do estudo. “Todos os profissionais, inclusive da mídia, devem se preocupar em serem construtivos e cuidadosos ao lidar com temas relacionados a crises de saúde pública.” O segundo estudo, publicado nesta quinta (30/5) na revista Jama Psychiatry, tem dados diferentes, mas afirma que houve um aumento de 13% nos suicídios de jovens de 10 a 19 anos entre abril e junho de 2017, com uma maior incidência em mulheres. O estudo foi realizado por uma equipe dirigida por Thomas Niederkrotenthaler, do Centro de Saúde Pública da Universidade de Medicina de Viena, usando os dados de suicídios dos Centros de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. “As associações identificadas aqui devem ser interpretadas com certa cautela, mas parecem demonstrar um aumento dos suicídios que é consistente com o potencial de contágio da mídia”, escreveram. No começo da semana, Brian Yorkey, criador de “13 Reasons Why”, e Rebecca Hedrick, psiquiatra consultora na série, defenderam a atração na revista The Hollywood Reporter, apontando que “o impacto positivo da série [também] foi observado em inúmeras pesquisas. Em um estudo, a maioria dos que admitiram ter praticado bullying antes de assistir à 1ª temporada disse que mudou seu comportamento após a série”. “Outro estudo apontou que assistir ’13 Reasons Why’ deu a estudantes uma melhor compreensão do suicídio, mas não gerou pensamentos ou comportamentos suicidas”, escreveram na coluna. Os dois ainda apontaram que em 2018 a série ganhou um prêmio por encorajar conversas “entre pais, estudantes e defensores da saúde mental acerca da epidemia de suicidio, depressão e bullying em adolescentes”. Além disso, contestam relatos de aumento de suicídios depois da estreia da série com a informação de que a série gerou mais ligações para canais de ajuda. Em outras palavras, a série teria incentivado as pessoas a procurarem ajuda. À imprensa, a Netflix disse analisar os resultados de todos os estudos. E citou outros que conflitam com os dados atuais. “Especialistas concordam que não existe uma única razão para as pessoas tirarem suas próprias vidas – e que as taxas de adolescentes que tomam essa atitude vêm aumentando tragicamente por anos nos Estados Unidos. Os dois estudos levantam questões importantes, mas são conflitantes entre eles, ainda que sejam baseados nos mesmos dados fornecidos pelo governo dos Estados Unidos. Eles também não explicam o aumento de casos entre meninas em novembro de 2016, e entre meninos em março de 2017 – antes do lançamento da série”, disse a plataforma em comunicado oficial. “’13 Reasons Why’ aborda a realidade desconfortável da vida para muitos jovens hoje e nós ouvimos deles, e de médicos especialistas, que a série ajudou muitos espectadores a terem coragem de falar sobre o assunto e procurar ajuda”, conclui o texto. A 1ª temporada de “13 Reasons Why” foi ao ar em 31 de março de 2017. Ela conta a história de uma adolescente que se mata e deixa 13 gravações que explicam os motivos que a levaram a fazer isso. A 2ª temporada foi lançada em maio de 2018 e uma 3ª está atualmente em produção.
NBC cancela todas as suas séries novatas da midseason
A rede NBC desceu a guilhotina sobre toda as suas séries novas desta midseason. A comédia “Abby’s”, o drama “The Village” e o thriller “The Enemy Within” foram cancelados. Estes cancelamentos se juntam ao corte da série de comédia “AP Bio”, em sua 2ª temporada, para zerar quase completamente a programação da emissora no período que equivale à primavera norte-americana (entre março e maio). Apenas “Good Girls” sobreviveu ao massacre, renovada para sua 3ª temporada – ao lado dos programas de competição “The Voice” e “World of Dance”. A decisão não é surpreendente, já que nenhuma dessas séries ganhou muitos elogios da crítica ou se provou um sucesso de público. “The Village” e “The Enemy Within” encerraram suas primeiras temporadas na semana passada, enquanto “Abby’s” ainda tem mais cinco episódios antes de seguir para o cemitério das séries. Todas eram produções da Universal. Criada por Mike Daniels (roteirista-produtor de “Shades of Blue” e “Sons of Anarchy”), “The Village” era um drama lacrimoso ao estilo de “This Is Us”. Girava em torno dos residentes de um prédio de Manhattan, diferentes em idade, raça, cultura e estilo de vida, que têm suas vidas entrelaçadas para provar o velho clichê de que os desafios da vida são melhores quando enfrentados junto a quem se ama. O elenco incluía Lorraine Toussaint (série “Orange Is the New Black”), Warren Christie (série “Chicago Fire”), Moran Atias (série “Tyrant”), Daren Kagasoff (série “The Secret Life of the American Teenager”), Grace Van Dien (série “Greenhouse Academy”), Dominic Chianese (série “The Sopranos”), Michaela McManus (série “Aquarius”), Jerod Haynes (“Benji”) e Frankie Faison (série “Banshee”). “The Enemy Within” era uma espécie de “The Blacklist” feminino. Criada por Ken Woodruff (produtor-roteirista de “The Mentalist” e “Gotham”), trazia Jennifer Carpenter (de “Dexter” e “Limitless”) como a protagonista Erica Shepherd, a maior traidora da história da CIA. A trama começa com ela saindo da prisão para trabalhar com o agente do FBI Will Keaton (Morris Chestnut, da série “Rosewood”) numa missão que lhe permitiria se vingar do homem responsável por sua situação. “Abby’s”, por sua vez, provou-se um raro fracasso do produtor Michael Schur (criador de “Brooklyn Nine-Nine” e “Parks and Recreation”). Desenvolvida por Josh Malmuth (roteirista-produtor de “New Girl” e “Superstore”), Abby’s é o nome de um bar improvisado no quintal da casa da personagem-título, vivida por Natalie Morales (das séries “Parks and Recreation” e “Santa Clarita Diet”), com o objetivo de ser o oposto de tudo que a incomoda nas noitadas de hoje em dia. Sim, lembra “Cheers”, a famosa série de bebuns dos anos 1980, com um diferencial do século 21. Agora, a principal personagem feminina não é garçonete, mas dona do bar. É fácil constatar que nenhuma das três atrações se destacava por sua originalidade. Mas, apesar da lógica comercial por trás dos cancelamentos, a opção radical de zerar a programação pode ter efeitos colaterais. Além de desapontar os anunciantes que apostaram nas séries – e todo ano são convidados a investir nas novidades do canal – , não há pesquisas sobre o impacto psicológico produzido por cancelamentos em massa nos hábitos do público televisivo. Sem final, as produções só podem ter decepcionado sua pequena, mas fiel audiência. O detalhe é que a radicalização da NBC representa apenas o pico de uma tendência que marcou o final da atual temporada, com vários cancelamentos de séries estreantes na ABC, CBS e Fox. O efeito disso é o oposto da fidelização da audiência. Sem garantia de continuidade, o público não tem estímulo para se dedicar a séries estreantes na TV aberta – o que, a longo prazo, tende a trazer consequências muito sérias para o setor. Vale apontar ainda que, exceção à regra, a rede The CW não cancelou nenhuma série novata em 2019. Todas as suas séries atuais, das estreantes às mais antigas, voltarão ao ar no outono norte-americano.
Ator é demitido de série, filme e perde empresário por mau comportamento
O ator Jason Mitchell, que chamou atenção ao interpretar o rapper Eazy-E em “Straight Outta Compton”, foi demitido da série que ele estrelava, “The Chi”, após o final da 2ª temporada. Além disso, também foi dispensado do filme “Desperados”, longa da Netflix em que estava trabalhando há menos de uma semana, e perdeu seus agente, advogado e contrato com a firma que cuida de sua carreira. O motivo de seu atual desemprego são denúncias contra seu comportamento nos sets em relação às mulheres. Ele foi acusado de ser desrespeitoso com as colegas e até com as chefes. A produção de “The Chi” tentou contornar o problema por meio de palestras obrigatórias para o elenco, opção inicial da criadora da série, Lena Waithe, para lidar com os comentários sobre o ator no set da 1ª temporada. Ela também teve a ideia de contratar uma mulher para chefiar a produção em sua 2ª temporada e, assim, inibir o mau comportamento. De fato, a nova showrunner, Ayanna Floyd, não levou desaforos para casa. Levou para o departamento de Recursos Humanos, após as atitudes do ator piorarem. Ao falar com a revista The Hollywood Reporter, a showrunner disse ter feito tudo que podia para tentar enquadrar o ator. Porém, também acabou virando alvo da raiva e do comportamento inapropriado de Mitchell. Mesmo com sua demissão, as acusações permanecem vagas. Mas publicações americanas apuraram que o ator assediou a atriz Tiffany Boone, sua colega de elenco. Ela prestou queixa e, como o resultado inicial foi a palestra mencionada, pediu para sair da série mesmo com a demissão do ator. Entretanto, ela não foi a única a reclamar. E não apenas em “The Chi”. As atrizes do filme “Desperados”, que inclui em seu elenco Nasim Pedrad (de “Aladdin”) e Anna Camp (“A Escolha Perfeita”), também registraram reclamações. A denúncia inicial de Tiffany Boone fez os fãs de Mitchell atacarem a atriz nas redes sociais. Por conta disso, ela não quer mais participar da série. No entanto, embora tenha sido a primeira a se revoltar, a revista The Hollywood Reporter revelou que a produção de “The Chi” só dispensou o ator após ele ter sido demitido pela Netflix. Fontes da publicação afirmaram que o ator começou a deixar as atrizes de “Desperados” desconfortáveis assim que elas chegaram ao México, onde o filme está sendo rodado. “Houve dois incidentes em quatro dias”, disse o informante anônimo. Uma das ocasiões envolveu observações altamente inapropriadas de Mitchell ao querer entrar nos dormitórios femininos. O acúmulo levou ao desemprego e provavelmente ao fim da carreira do ator de 32 anos, que também estrelou os dramas “Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi”, “Rebelião em Detroit” e a fantasia “Kong: A Ilha da Caveira”. Mitchell já foi substituído por Lamorne Morris (de “New Girl”) em “Desperados”. Renovada para a 3º temporada pelo canal pago Showtime, “The Chi” terá agora que lidar com as ausências do ator e, possivelmente, de Tiffany Boone em seus próximos episódios.
Destino de Bran no final de Game of Thrones foi ideia de George R.R. Martin
Fãs que lamentaram a falta de livros de George R. R. Martin como base para o final de “Game of Thrones” podem ficar desolados em saber que foi o próprio escritor, autor da saga literária que inspirou a produção, quem determinou que Bran Stark fosse coroado rei dos Sete… ou Seis Reinos no desfecho da série. Em entrevista ao Making Game of Thrones, site oficial da série do canal HBO, o ator Isaac Hempstead Wright revelou que o destino de seu personagem foi influenciado pelos planos originais de Martin. “Os criadores [da série] me falaram que Martin tinha planejado duas coisas para Bran: a revelação de Hodor e que ele seria rei”, disse o ator. “Então é muito especial estar envolvido diretamente em algo que fez parte da visão de George. Foi uma ótima maneira de amarrar tudo”. Ele descobriu isso só após gravar as cenas, ao conversar com os showrunners David Benioff e Dan Weiss, que até então não tinham dado explicações sobre a produção dos últimos episódios. “Quando eu fui para a cena da coroação no último episódio e ouvi ‘E que tal o Bran?’, eu tive que levantar e comecei a caminhar pelo estúdio”, disse o ator, lembrando sua surpresa numa entrevista anterior para a entrevista à revista Entertainment Weekly. Foi só naquele instante que ele percebeu que aquilo era sério. “Eu sinceramente pensei que fosse uma piada e que [Benioff e Weiss] tivessem enviado um roteiro para cada um indicando que seus personagens tinham ficado com o Trono de Ferro. ‘Legal, mandaram bem, pessoal’. Oh, droga, isso era real?”, completou o ator. No final da série, um conselho reunindo todas as casas nobres de Westeros decidiu seguir a indicação de Tyrion (Peter Dinklage) para que Bran fosse coroado o Rei dos Seis Reinos – o sétimo virou independente, comandado pela Rainha do Norte, Sansa (Sophie Turner). Depois que soube que esse sempre foi o plano de George R.R. Matin, Wright passou a acreditar que fazia mais sentido. Mas, após gravar o final, ele confessou que sentiu dificuldade em se manter em silêncio para não entregar nenhum spoiler até a exibição, embora estivesse louco para comemorar. “Eu só queria gritar: ‘Rei, seus filhos da p****”, disse o ator. Ironicamente, após a repercussão negativa desse desfecho, George R.R. Martin deu a entender em seu blog pessoal que pretende escrever um fim diferente para a saga em seus livros. Por sinal, ele está atrasadíssimo na entrega do sexto volume das “Crônicas de Gelo e Fogo”. Para se ter noção, o último livro publicado tinha, como final, a morte de Jon Snow…
Atriz de Deadpool vira cleptomaníaca em fotos e trailer legendado da série Gatunas
A Netflix divulgou 25 fotos e primeiro trailer legendado de “Gatunas” (Trinkets), série sobre cleptomaníacas adolescentes. A prévia acompanha três garotas viciadas em furtos de lojas, que nunca foram pegas e se desafiam a ser mais ousadas. A personagem principal é vivida por Brianna Hildebrand (a Míssil Adolescente Megassônico de “Deadpool”), enquanto as outras duas são interpretadas por Kiana Madeira (a vilã Spin em “The Flash”) e a novata Quintessa Swindell. Apesar de estudarem no mesmo colégio, elas só vão se conhecer e virar amigas após ter que frequentar um grupo de apoio a cleptomaníacos, onde forjam uma amizade improvável apesar de serem de tribos completamente diferentes. O detalhe é que esse encontro não as leva a se unir para tentar superar suas tendências malignas. Ao contrário, apenas reforça nelas o pior que podem fazer. A trama é uma adaptação do best-seller homônimo de Kirsten Smith, roteirista de Sessões da Tarde clássicas, como “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999) e “Legalmente Loira” (2001). A própria escritora assina a adaptação, em parceria com Amy Andelson e Emily Meyer (ambas roteiristas de “Ela Dança, Eu Danço 3” e “Naomi & Eli e a Lista do Não Beijo”). Já a showrunner é Linda Gase (“Switched at Birth”). O elenco também inclui dois atores de “13 Reasons Why”: o brasileiro Henry Zaga e Brandon Butler, além de Larry Sullivan (“Big Little Lies”), October Moore (“Grimm”), Odiseas Georgiadis (“The Stand-In”) e Larisa Oleynik (“Mad Men”). A 1ª temporada terá 10 episódios e estreia em 14 de junho em streaming.
Série baseada no clássico infantil O Cristal Encantado ganha trailer dublado
A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer da série baseada no clássico infantil “O Cristal Encantado” (1982), de Jim Henson. Intitulada “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” (Dark Cystal: Age of Resistance), a série é um prólogo da trama do filme lançado em 1982. “O Cristal Encantado” se tornou um marco do cinema porque foi o primeiro filme de fantasia feito inteiramente com bonecos. Além disso, os bichos não eram fantoches, como os Muppets. Na verdade, eram animatronics, que se movimentavam por meio de comandos eletrônicos, e isso será mantido na série, aliado a efeitos visuais modernos. A trama original se passava no planeta Thra, habitada pelos pacíficos Místicos e os agressivos Skeksis, que usavam um “cristal negro” para se reproduzir para sempre. Uma profecia dizia que se um Gelfling (criaturas humanoides com orelhas pontudas) manipulasse o cristal, a paz seria restaurada e as duas raças se tornariam uma só. Para evitar isso, os Skeksis decidem caçar todos os Gelflings. A série vai mostrar o mundo de Thra morrendo. O Cristal da Verdade, uma fonte de poder incalculável no coração de Thra, está danificado, corrompido pelos malvados Skeksis, e uma doença se espalha pela terra. Quando três Gelflings descobrem a terrível verdade por trás do poder dos Skeksis, os fogos da rebelião são acesos e começa uma batalha épica pelo planeta. O comando da série está nas mãos do cineasta francês Louis Leterrier (“O Incrível Hulk”, “Truque de Mestre”), que vai produzir e dirigir os episódios para a Jim Henson Company e a Netflix, com roteiros de Jeffrey Addiss, Will Matthews (ambos do vindouro filme “Life in a Year”) e Javier Grillo-Marxuach (série “The 100”). Já o elenco de dubladores reúne uma constelação de estrelas, como Taron Egerton (“Robin Hood: A Origem”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) e Nathalie Emmanuel (“Game of Thrones”), na pele dos heróis Rian, Brea e Deet, que protagonizam a série. O elenco coadjuvante é ainda mais impressionante, incluindo Mark Hamill (“Star Wars”), Helena Bonham-Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”), Alicia Vikander (“Tomb Raider”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”), Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Caitriona Balfe (“Outlander”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”), Theo James (“Divergente”), Shazad Latif (“Star Trek: Discovery”), Gugu Mbatha-Raw (“O Paradoxo Cloverfield”), Mark Strong (“Kingsman”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Keegan-Michael Key (“Key and Peele”), Eddie Izzard (“Powers”) e Harris Dickinson (“Malévola 2”). Nenhum desses atores famosos pode ser ouvido no vídeo disponibilizado pela Netflix no Brasil, já que ele é dublado em português. Para saber como a série soa originalmente, veja o segundo vídeo abaixo, em inglês e sem legendas. “O Cristal Encantado: A Era da Resistência” estreia em 30 de agosto.
Trailer dos novos episódios de Dark revela que a série terá três temporadas
A Netflix divulgou seis fotos e um novo trailer legendado da 2ª temporada de “Dark”, uma das primeiras séries não americanas a fazer sucesso global na plataforma. O detalhe é que a prévia anuncia mais que os próximos episódios. Ela revela que a série alemã será uma “trilogia” com três ciclos/temporadas. E, claro, que o apocalipse está vindo. Criador de “Dark”, o cineasta suiço Baran bo Odar confirmou em seu Instagram que a produção já está renovada para seu terceiro e último ano. A renovação antecipada também é uma forma de evitar um hiato tão grande entre os capítulos, como o que separa a 1ª da 2ª temporada, lançada há um ano e meio, em dezembro de 2017. Baran bo Odar, inclusive, confirmou que as gravações vão começar em junho para a 3ª temporada chegar em 2020. “Dark” foi a primeira produção original alemã da Netflix. Na trama, o desaparecimento de duas crianças expõe as vidas duplas, os pecados e os segredos de uma pequena comunidade, enquanto uma reviravolta conduz a investigação a outro caso acontecido na mesma cidade em 1986. Curiosamente, tudo isso também conduz a um futuro devastador. A criação de Baran bo Odar e da roteirista alemã Jantje Friese (ambos de “Invasores: Nenhum Sistema Está Salvo”) retorna em 21 de junho em streaming. Ver essa foto no Instagram And it‘s official! We are working on Dark Season 3. It is the final cycle of this great journey. We always had three season in mind when we developed Dark and are happy to tell you that we will start shooting the third and final season in 4 weeks so we can deliver you guys the final chapter of Dark next year. Thank you Netflix for trusting us! Thank you to ALL THE DARK FANS AROUND THE WORLD! You are amazing! We love you! @darknetflix @netflix @louishofmann @lisa.vicari @gina.stiebitz @moritzjahnofficial @paullux1234 @andreaspietschmann @joerdis_triebel #darknetflix Uma publicação compartilhada por baranboodar (@baranboodar) em 30 de Mai, 2019 às 2:01 PDT
Arnold Schwarzenegger vai estrelar série animada criada por Stan Lee
O astro Arnold Schwarzenegger vai estrelar a série animada “Superhero Kindergarten”, que foi criada por Stan Lee para a POW! Entertainment antes de sua morte em novembro. Além de dublar, Schwarzenegger também inspira o visual do protagonista. A série lembra um antigo papel do ator no cinema, a comédia “Um Tira no Jardim de Infância”, cujo título original era “Kindergarten Cop” (1990). Nela, Schwarzenegger era um policial que tinha que se passar por professor de crianças. Já a animação trará o ator como um professor de educação física que descobre ter super-poderes. O super-herói também começará a encontrar crianças que, assim como ele, descobriram poderes recentemente, passando a treinar, em segredo, a próxima geração de super-heróis que protegerão o mundo do mal. Ele próprio assume o nome de Capitão Coragem – e não demora a encontrar um supervilão chamado Dr. Superior. A atração está sendo desenvolvida por Fabian Nicieza, roteirista argentino com longa ligação com a Marvel. Ele é simplesmente o cocriador de Deadpool. “É uma honra e um privilégio trabalhar nesta nova série e ajudar a carregar o legado criativo de Stan adiante”, disse Schwarzenegger em comunicado oficial do projeto. “Não só ‘Superhero Kindergarten’ tem muita comédia e ação, como também ensina lições valiosas!”. Andy Heyward, chefe da POW! Entertainment, que trabalhou por anos com Lee e vai coproduzir a série, garantiu que o quadrinista era fã de Schwarzenegger, com quem conversou para desenvolver o projeto. “Ele amava e admirava Arnold não só como um ator, mas como um herói da vida real. Ele sempre foi nossa única escolha para este papel”, contou.
Grey’s Anatomy e Station 19 terão mais crossovers na próxima temporada
As séries “Grey’s Anatomy” e “Station 19” terão mais crossovers na próxima temporada, explorando ainda mais o aspecto de universo compartilhado de suas produções. A iniciativa está por trás do acúmulo de poderes da produtora Krista Vernoff. A rede ABC nomeou a showrunner de “Grey’s Anatomy” para a mesma função na série sobre os bombeiros de Seattle. Fontes do site Deadline garantem que os próximos episódios terão narrativas interlaçadas e personagens indo e vindo entre as duas séries, obrigando o público a acompanhar as duas para seguir as histórias. Algo parecido já pode ser visto na franquia de Dick Wolf passada em Chicago – as séries “Chicago PD”, “Chicago Fire” e “Chicago Med” são bastante interlaçadas. Os novos rumos são resultado do sucesso obtido pelos episódios de crossovers anteriores, que chegaram a colocar as duas produções da Shondaland na liderança da audiência das quintas-feiras na TV americana. Curiosamente, a 3ª temporada de “Station 19” ainda não previsão de estreia, mas a 16ª de “Grey’s Anatomy” está incluída na programação de outono (setembro) da ABC.
Stephen Amell diz que pode voltar como Arqueiro Verde em outras séries
O final de “Arrow”, que se encerra na vindoura 8ª temporada, pode não ser a despedida de Stephen Amell do papel de Oliver Queen/Arqueiro Verde. Durante sua participação no evento MegaCon (uma “comic-con” que aconteceu no fim de semana na Flórida), o ator afirmou que, se no futuro, for convidado a fazer uma aparição em uma das novas séries da DC, não seria capaz de dizer não. “Eu devo muito a eles. Então, se daqui a cinco anos estiverem encerrando o programa ‘X’ e perguntassem algo como: ‘sabe o que seria a cereja no topo do sundae? Você poderia voltar?’ O que eu iria dizer? Não?” Amell completou dizendo que pensaria duas vezes se fosse uma ideia fraca ou roteiro ruim, mas que estaria à disposição dos produtores para o que precisassem. Uma eventual participação futura do ator pode se resumir a um flashback, caso a previsão mórbida de sua morte, anunciada no final da 7ª temporada pelo Monitor, cumpra-se no crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Graças a um trato com o Monitor, ele se ofereceu para tomar o lugar de Flash e Supergirl, que morreram na versão desta história publicada nos quadrinhos, em 1986.
Kit Harington se interna em clínica de reabilitação após final de Game of Thrones
O astro Kit Harington, intérprete de Jon Snow em “Game of Thrones”, internou-se em uma clínica de reabilitação após o final da série. A internação foi descoberta pelo site Page Six, que pertence ao jornal New York Post, e confirmada por várias publicações na tarde desta terça (28/5) com novos detalhes. Um representante do ator também divulgou um comunicado sobre o assunto. “Kit decidiu utilizar esse intervalo em sua agenda como uma oportunidade para passar um tempo num retiro saudável para lidar com alguns problemas pessoais”, diz o texto oficial, propositalmente vago. Harington se internou por volta do dia da exibição do último episódio de “Game of Thrones”, que foi ao ar em 19 de maio no canal pago HBO. Ele chegou a comentar o final da série para a revista Entertainment Weekly, especificamente a transformação de Daenerys (Emilia Clarke), mas não deu mais entrevistas desde então. Segundo o Page Six, o ator estaria com dificuldades para lidar com abuso de álcool e estresse, e o final de “Game of Thrones” teria lhe impactado “profundamente”. Uma cena do documentário “Game of Thrones: The Last Watch”, exibido no domingo (28/5) viralizou ao mostrar o ator chorando ao ler o roteiro em que seu personagem mata Daenerys. Veja abaixo. “Ele percebeu que era o fim, que era algo no qual eles trabalharam duro por muitos anos. Ele teve um momento de ‘e agora?’ Sua esposa Rose Leslie está sendo bem apoiadora. Todos querem que ele descanse um pouco. Agora, ele precisa de paz e silêncio”, disse uma fonte do site. A clínica que o recebeu fica em Connecticut, nos Estados Unidos, e é descrita como um local luxuoso, que famosos costumam usar para se tratar de vícios longe da mídia. Kit and Emilia’s reaction at the last table read #GameOfThrones #TheLastWatch pic.twitter.com/nGBHuHNrnf — Joe Weaver (@jorywea) May 27, 2019









