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    Crise nas Infinitas Terras revela visual do supervilão Anti-Monitor

    16 de outubro de 2019 /

    Os produtores do Arrowverso divulgaram as imagens oficiais de mais dois personagens do crossover “Crise nas Infinitas Terras”. Eles são o Pariah (abaixo), uma versão alternativa de Harry Wells (Tom Cavanagh) como o último sobrevivente de sua Terra, e o Anti-Monitor (acima), supervilão responsável pela destruição do multiverso. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Na história clássica, Pariah é um personagem que viaja no tempo para testemunhar a criação do universo, mas ao fazer isso passa a acreditar que sua presença tenha originado o multiverso e sua antítese entrópica, materializados pelo Monitor e o Anti-Monitor (ambos interpretados por LaMonica Garrett), seres poderosos movidos por diferentes objetivos. Enquanto o primeiro se dedica a estudar o multiverso, a motivação do segundo é a destruição de todas as dimensões. Por causa da sua participação no big bang, Pariah é sempre enviado para locais que estão prestes a ser destruídos pela onda de antimatéria do Antimonitor, testemunhando as mortes de universos inteiros, um atrás do outro. Isto o leva ao desespero, mas, depois de muito se culpar, descobre que outro cientista, ao viajar no tempo até o Big Bang, foi quem realmente criou as entidades. O Anti-Monitor apenas se aproveitou da sua aparição como atalho para invadir sua dimensão, destruí-la e, com isso, aumentar sua anti-energia a ponto de se tornar uma ameaça para todo o multiverso. Não está claro o quanto da história original de Marv Wolfman será aproveitada na adaptação televisiva. Após o episódio de estreia de “Arrow”, o Pariah pode até ser o Harry Wells de Terra 2 (saiba mais aqui – com spoilers). De todo modo, o personagem já deve aparecer nos próximos episódios de “The Flash”.

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    Estreia de Arrow dá início à trama de Crise nas Infinitas Terras

    16 de outubro de 2019 /

    “Arrow” estreou sua 8ª e última temporada de forma apocalíptica na noite de terça (15/10) nos Estados Unidos, com o primeiro gostinho da “Crise nas Infinitas Terras”. Spoilers. Intitulado “Starling City”, o episódio acompanhou a visita de Oliver Queen (Stephen Amell), o Arqueiro Verde, à Terra 2. Ao contrário da história de origem do Arqueiro Verde, o Oliver da Terra 2 morreu no mar. Aproveitando-se desse fato, o herói da Terra 1 consegue se passar pelo filho desaparecido de Moira Queen (Susanna Thompson), que teria retornado após passar mais de uma década supostamente perdido numa ilha. Essa premissa foi um presente para os fãs, por permitir evocar paralelos criativos com o piloto e a 1ª temporada da série, além de resgatar vários personagens mortos na cronologia oficial de “Arrow”, ainda vivos em Terra 2. Mas não por muito tempo. O final do episódio serviu para mostrar a extensão da Crise que Oliver precisará enfrentar, conforme antecipado pelo Monitor (LaMonica Garrett). Mesmo economizando nos efeitos visuais – concentrados num cenário fechado, uma delegacia de polícia – , o desfecho apresentou a versão televisiva da DC para o “estalo” de Thanos, com a destruição de vários personagens diante do olhar aturdido do herói. Além da diferença orçamentária, na série ninguém foi poupado. O capítulo se encerra com a destruição total da Terra 2, da qual apenas Laurel Lance (Katie Cassidy), a Sereia Negra, conseguiu escapar, graças a um portal aberto por Oliver (e Diggle) para a segurança da Terra 1. Falando à imprensa após a exibição, os showrunners de “Arrow” revelaram ter pedido permissão aos produtores de “The Flash” para destruir a Terra paralela, originalmente introduzida na 2ª temporada da série do herói velocista, num arco que deu início à saga dos multiversos na TV. Isto porque, além das mortes vistas no episódio de “Arrow”, a catástrofe planetária pode ter representado o fim de personagens queridos, como o Harry Wells (Tom Cavanagh) da Terra 2 e sua filha velocista, Jesse Quick (Violett Beane). O destino deles deverá ser abordado na próxima semana, no terceiro episódio da 6ª temporada de “The Flash”. Ao contrário dos crossovers anteriores do Arrowverso, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” já está a pleno vapor, várias semanas antes do evento oficial do encontro das séries. “Quando começamos a temporada, como não temos tantos episódios [serão só 10], sabíamos que queríamos começar com algo grande e apresentar a próxima Crise imediatamente. A Crise está começando mais cedo do que pensávamos”, disse Beth Schwartz para o site TVLine. Considerada um marco dos quadrinhos, a história da “Crise” original, publicada em 1985, ficou famosa por matar muitos super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. O objetivo foi realizar o primeiro reboot dos quadrinhos em todos os tempos, por meio da destruição de todas Terras paralelas, menos uma. Esse evento foi tão traumático que apagou a existência do multiverso, inclusive a memória dele, e reacomodou sobreviventes de outras Terras na linha temporal da Terra 1, por meio de um recomeço completo de todas as histórias e lembranças dos personagens da DC. Assim como na publicação impressa, a expectativa é que a resolução da “Crise” acomode os personagens de outras Terras, como Supergirl, num único Arrowverso. Mas seu impacto não deve se resumir a isso, já que o crossover conduzirá ao final da série “Arrow”, que inaugurou esse universo de adaptações de quadrinhos. Disparado o maior crossover já tentado na história da televisão, “Crise nas Infinitas Terras” será exibido entre dezembro e janeiro ao longo de cinco episódios individuais das séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a estreante “Batwoman”. Embora sua série tenha ficado de fora desta lista, até o herói Raio Negro (Black Lightning) vai participar da produção. Ainda não há previsão oficial para a estreia de “Crise nas Infinitas Terras” no Brasil.

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    Sintonia foi segunda melhor estreia brasileira da Netflix

    16 de outubro de 2019 /

    O Brasil também apareceu no relatório trimestral da Netflix, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores. O material alardeia o sucesso de “Sintonia”, mas sem trazer os números da audiência à tona, ao contrário das revelações feitas sobre os recordes de acessos da 3ª temporada de “Stranger Things” e do desempenho internacional de “La Casa de Papel”. Segundo a Netflix, “Sintonia” teria registrado o segundo melhor público para uma série estreante do Brasil. A primeira colocada não teve seu nome revelado, já que a empresa prefere manter a “caixa preta” da sua audiência longe do alcance da concorrência. Apesar disso, a Netflix ainda não confirmou a produção da 2ª temporada da série, que foi lançada em 9 de agosto na plataforma. “Sintonia” foi criada e também é dirigida por KondZilla, apelido de Konrad Cunha Dantas, paulista conhecido por fazer clipes de sucesso do funk ostentação e dono do canal mais visto do YouTube, com mais de 30 milhões de inscritos. A série é estrelada pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, e o ator Christian Malheiros, cuja atuação no longa “Sócrates” lhe rendeu indicação na categoria de melhor ator do Independent Spirit Awards, uma das principais premiações do cinema independente americano. MC Jottapê interpreta Doni, um músico ansioso para voar além dos modestos sonhos que sua família planejou para ele. Seu melhor amigo, o ambicioso e ousado Nando (Malheiros), escolhe o caminho arriscado do crime organizado, mesmo indo contra seu senso de ética. O elenco ainda destaca Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz, no papel da rebelde e engenhosa Rita, além de Julia Yamaguchi, Fernanda Viacava, Danielle Olímpia, Leilah Moreno e Vanderlei Bernadino. Kondzilla desenvolveu o projeto com a atriz Alice Braga (série “Queen of the South”) e o roteirista Felipe Braga (série “Mandrake”), por meio da produtora da dupla, Losbragas. Felipe Braga e Guilherme Quintella (roteirista de “Meu Amigo Hindu”) também são creditados como cocriadores de “Sintonia”, ao lado do diretor de clipes.

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    Netflix revela público de La Casa de Papel, seu maior sucesso internacional

    16 de outubro de 2019 /

    O relatório trimestral da Netflix, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores, abriu a “caixa preta” da audiência de vários programas da plataforma. Além do recorde de acessos da 3ª temporada de “Stranger Things”, os dados disponibilizados publicamente pela primeira vez também chamaram atenção para o desempenho de “La Casa de Papel”. Segundo os números apresentados pela empresa, a produção espanhola é a série de idioma não inglês mais vista de seu serviço. A parte 3 da atração foi acessada por mais de 44 milhões de domicílios durante suas primeiras quatro semanas (também conhecidas como um mês completo) ao redor do mundo. Outro dado impressionante é que a Netflix contabilizou ter produzido 100 temporadas de séries gravadas em línguas não inglesas, realizadas em 17 países diferentes, e planeja lançar mais 130 só em 2020. No Brasil, o maior sucesso do último trimestre foi “Sintonia”. Saiba mais aqui.

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    Stranger Things bateu recorde de acessos da Netflix em sua 3ª temporada

    16 de outubro de 2019 /

    A Netflix, que só abre a “caixa-preta” de sua audiência quando interessa, divulgou que a 3ª temporada de “Stranger Things” bateu o recorde de acessos da plataforma. Segundo relatório trimestral da empresa, apresentado nesta quarta (16/10) para investidores, 64 milhões de domicílios assistiram aos episódios da série em seu primeiro mês de exibição. A maioria dos acessos aconteceu logo após o lançamento da 3ª temporada, em 4 de julho. Na época, a Netflix chegou a informar que mais de 40 milhões de assinantes viram episódios da série nos primeiros quatro dias de sua disponibilização. A Netflix contabiliza um “acesso” quando um integrante da família assiste a 70% de um episódio de série. “Stranger Things” já está renovada para a 4ª temporada, que deve ser exibida em 2020. Além disso, a empresa fechou um contrato milionário de exclusividade com os irmãos Duffer, criadores da atração.

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    Quadrinhos de Bone vão virar série da Netflix

    16 de outubro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de uma série animada baseada em “Bone”, quadrinhos icônicos de Jeff Smith. Vencedora de 10 prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “Bone” foi originalmente publicada de forma independente em 55 edições, de 1991 a 2004, na maior sequência já escrita e desenhada pelo mesmo artista na história do gênero. Equilibrando humor, ação e fantasia, “Bone” tem como principal inspiração os quadrinhos clássicos de Carl Barks (“Tio Patinhas”), Walt Kelly (“Pogo”) e a obra literária de J R.R. Tolkien (“O Senhor dos Anéis”). A trama gira em torno de três primos – Fone Bone, Phoney Bone e Smiley Bone – pequeninos, carecas, totalmente brancos e narigudos, que se perdem num deserto vasto, depois de serem expulsos de sua cidade natal, e acabam encontrando seu destino num vale repleto de criaturas maravilhosas e aterradoras. Smith está encarregado de supervisionar a exibição na TV. “Esperei bastante tempo por isso”, disse o autor, em comunicado. “A Netflix é a casa perfeita para Bone. Fãs dos quadrinhos sabem que a história se desenrola capítulo a capítulo, livro por livro. E uma série de animação é exatamente o melhor jeito de fazer isso”.

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  • Série

    Lucifer: Tricia Helfer vai voltar à série para a temporada final

    16 de outubro de 2019 /

    A atriz Tricia Helfer vai voltar a interpretar Charlotte Richards na 5ª e última temporada de “Lucifer”. A própria atriz confirmou a participação, comentando ter se divertido no set de gravações. “Me diverti muito hoje no set. Não posso dizer o que…ainda… mas foi adorável atuar e estar perto de pessoas maravilhosas”, ela declarou. Em seguida, retuitou uma notícia do site americano TVLine, que anunciava seu retorno. Segundo a publicação, ela irá adotar um visual diferente. A foto que ilustra a notícia mostrou a atriz com um visual de dona de casa conservadora. Compare acima. Vale lembrar que Charlotte Richards morreu e foi carregada para o céu por Amenadiel (D.B. Woodside) no final da 3ª temporada. Mas, a mãe de Lucifer, que possuía o corpo de Charlotte na 2ª temporada, foi envidada para o inferno, onde Lucifer (Tom Ellis) será visto nos capítulos finais da série. Podem começar as teorias. A 5ª temporada de “Lucifer” terá 16 episódios para encerrar a trama. A estreia está prevista para maio de 2020. Had such fun on set today. Can't say for what…yet…but lovely to play and be around wonderful people. — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 12, 2019 Ooohhhh! https://t.co/FRKxksWEA4 — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 15, 2019

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  • Filme

    Apple renova seis séries antes da estreia de sua plataforma de streaming

    16 de outubro de 2019 /

    A Apple anunciou a renovação de seis séries que farão parte de sua nova plataforma de streaming, Apple TV+. Quatro das atrações renovadas serão lançadas junto com a inauguração do serviço, dia 1º de novembro. As quatro séries que chegam na primeira leva e já tem retorno confirmado são a sci-fi de realidade alternativa “For All Mankind”, estrelada por Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), a sci-fi pós-apocalíptica “See”, com Jason Momoa (“Aquaman”), a comédia de época “Dickinson”, protagonizada por Hailee Steinfeld (“Bumblebee”), e a dramédia “The Morning Show”, que junta Jennifer Aniston (“Friends”), Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Steve Carell (“The Office”). Produzida por por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, “For All Mankind” imagina o que aconteceria se a União Soviética tivesse chegado primeiro à Lua e a corrida espacial avançasse para novos campos de disputa nos anos 1970. Concebida por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e dirigida pelo cineasta Francis Lawrence (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), “See” é um épico futurista, que se passa após a humanidade perder a capacidade de enxergar, encontrando novas formas de interagir, construir, caçar e sobreviver, apenas para ter esse status quo ameaçado pelo nascimento de um par de gêmeos com olhos perfeitos. Criada por Alena Smith (roteirista-produtora de “The Affair”), “Dickinson” imagina com anacronismos propositais a vida da poeta Emily Dickinson, explorando as restrições da sociedade, gênero e família na perspectiva da escritora iniciante que não se encaixa em seu próprio tempo. “The Morning Show” é uma criação de Kerry Ehrin (“Bates Motel”) e gira em torno de um telejornal matutino, que após a demissão de um de seus apresentadores busca um substituto, dando origem a uma nova rivalidade na produção. Será a primeira série de Jennifer Aniston desde o fim de “Friends”, em 2004, e volta de Steve Carell ao gênero, após sair de “The Office” em 2011. Além de estrelar como a substituta, Reese Witherspoon produz a atração. As outras duas séries renovadas foram os dramas “Little America” e “Home Before Dark”, que ainda não têm previsão de estreia. Desenvolvida pelo casal de roteiristas Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon (indicados ao Oscar 2018 por “Doentes de Amor”), “Little America” aborda a vida de imigrantes nos Estados Unidos, apresentando histórias diferentes a cada episódio, no formato de antologia. E “Home Before Dark”, criada por Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), é um drama de mistério baseado na vida real da jornalista mirim Hilde Lysiak, que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade. Brooklynn Prince (a estrelinha de “Projeto Flórida”) interpreta a jovem protagonista, cuja perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na sua cidadezinha, incluindo seu próprio pai (Jim Sturgess, de “Tempestade: Planeta em Fúria”), tentaram enterrar.

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    Presidente da Marvel Studios é promovido e passa a responder também pelas séries da editora

    16 de outubro de 2019 /

    Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, foi promovido após o desempenho fenomenal dos últimos filmes que produziu, entre eles “Vingadores: Ultimato”, que atingiu a maior bilheteria mundial de todos os tempos. Seu novo título é Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel. Ele assumiu ainda mais responsabilidades, ampliando o conteúdo produzido sob sua supervisão. Além de continuar à frente da divisão cinematográfica da Marvel, ele será o chefe das produções do estúdio em todas as diferentes plataformas, incluindo séries de streaming e TV. Na prática, ele já estava à frente das séries da Marvel em produção para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus), com a desculpa de que eram derivadas dos filmes. Agora, assumirá oficialmente o comando da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment, responsável pelos desenhos da empresa. Com a promoção de Feige, as divisões televisivas deixarão de ser subordinadas à sua antiga empresa-mãe, a Marvel Entertainment, passando a integrar uma divisão única de mídia da Marvel, uma nova e ainda mais poderosa Marvel Studios, cuja marca passará a estampar todos as adaptações de quadrinhos produzidas daqui para frente. Isto representa uma ruptura radical, já que encerra a influência do CEO da Marvel, Isaac “Ike” Perlmutter, nas séries derivadas das publicações da editora. Famoso pelo conservadorismo e pão-durismo, ele é apontado como principal responsável pelo fracasso das séries baseadas no quadrinhos dos super-heróis. Devido aos choques constantes com Perlmutter, Feige chegou a comunicar há dois anos sua intenção de abandonar a Marvel Studios. Irritado com a proibição de produzir os filmes de “Pantera Negra” e “Capitã Marvel”, ele desabafou com o CEO da Disney, Bob Iger, que decidiu realizar uma intervenção, mexendo no organograma do conglomerado para transferir a Marvel Studios para a unidade de cinema da Disney. Assim, Feige se livrou da chefia de Perlmutter, passando a responder aos Presidentes da Walt Disney Studios Alan Horn e Alan Bergman, que aprovaram seus planos e os filmes de super-heróis da companhia puderam arrecadar suas maiores bilheterias. Estes bastidores tumultuados vieram à tona no recente lançamento do livro de memórias de Iger. A transferência da Marvel Television e da Marvel Family Entertainment para o grupo da Marvel Studios, sob comando de Feige, leva a uma separação definitiva, tanto dos filmes quanto das séries, da Marvel propriamente dita. Produtor mais bem-sucedido do século 21, Feige iniciou como assistente de produção no primeiro filme dos X-Men, lançado em 2000, até virar presidente da Marvel Studios em 2007, consolidando a divisão sob seu comando como uma fábrica de blockbusters, responsável pelos filmes que mais dinheiro rendem atualmente para a Disney.

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    Jennifer Aniston reúne elenco de Friends para sua primeira foto no Instagram

    16 de outubro de 2019 /

    A atriz Jennifer Aniston finalmente entrou no Instagram. E para marcar a ocasião, ela chamou alguns amigos para se juntarem em uma selfie descontraída. Os amigos são aqueles mesmos, com F maiúsculo de Friends em inglês. Ela publicou uma foto reunindo o elenco completo da série clássica – além dela, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer. E escreveu na legenda: “Agora somos amigos (friends) no Instagram também”. Confira abaixo. “Friends” completou 25 anos recentemente e a data levou a série até para o cinema – a última sessão comemorativa com episódios clássicos vai acontecer nesta quarta (16/10) no Brasil, nos cinemas da rede Cinemark. Resistindo à passagem do tempo, a produção segue como destaque no catálogo atual da Netflix, onde figura como uma das atrações mais vistas em streaming, 15 anos após fim, e foi apresentada como carro-chefe da HBO Max, plataforma da WarnerMedia que será lançada em 2020. Ver essa foto no Instagram And now we’re Instagram FRIENDS too. HI INSTAGRAM ?? Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) em 15 de Out, 2019 às 6:03 PDT

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    Produtor brasileiro de Me Chame pelo Seu Nome e Ad Astra vai começar a fazer séries

    15 de outubro de 2019 /

    A produtora brasileira RT Features vai entrar no mercado de séries. Após se destacar no mercado americano com filmes premiados, como “Frances Ha” (2012), “A Bruxa” (2015), “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e os recentes “O Farol” e “Ad Astra”, a empresa de Rodrigo Teixeira fechou parceria com a produtora americana Anonymous Content, responsável pela série “True Detective”, e a agência de talentos CAA para lançar a RT Television. O novo empreendimento terá sede em São Paulo e será liderado por Bárbara Teixeira, que era diretora de produções originais da Sony Brazil. A empresa vai apostar em conteúdo original e terceirizado. Além disso, a ideia é ter produções em inglês e em português, que serão creditadas duplamente à RT Features e à Anonymous Content, além de parceiros eventuais. A RT Features já desenvolveu uma série derivada do filme “Alemão” – na verdade, uma versão estendida dividida em capítulos – para a rede Globo, que recebeu indicação ao prêmio Emmy Internacional. Ela também é produtora de “A Vida Invisível”, selecionado pelo Brasil para disputar uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2020. “É um privilégio incrível fechar essa parceria com duas companhias que traçaram o caminho para a excelência no espaço de TV internacional”, afirmou Rodrigo Teixeira em comunicado oficial. “Enquanto a identidade artística da RT vai exercer um papel em cada projeto que executarmos, essa parceria vai possibilitar mais inovações criativas, fazendo com que possamos trazer o melhor conteúdo para o público local e o melhor dos criadores brasileiros para o mundo.” A aposta em produção de séries reflete o crescimento da demanda pelo surgimento de novas opções em streaming. Em 2020, Disney+ (Disney Plus) e HBO Max lançarão suas plataformas no Brasil, esquentando o mercado já movimentado por Netflix e Globoplay.

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    The Outpost é renovada para sua 3ª temporada

    15 de outubro de 2019 /

    A rede The CW renovou “The Outpost” para sua 3ª temporada. A série de fantasia conquistou um público fiel, tanto que mantém praticamente os mesmos índices em suas duas temporadas exibidas, com uma queda de apenas 6% no segundo ano de produção, encerrado em 26 de setembro nos Estados Unidos. A audiência, porém, é pequena, em torno de 600 mil telespectadores ao vivo. Mas a produção de Dean Devlin (roteirista de “Stargate” e “Independence Day”) ganha créditos pela capacidade de parecer muito mais cara do que realmente é. “The Outpost” foi desenvolvido por Kynan Griffin e Jason Faller, criadores de “Mythica”, uma franquia de fantasia bancada por financiamento coletivo, estrelada por Jake Stormoen (“Extinct”) e Kevin Sorbo (o Hércules da TV), que rendeu cinco filmes lançados direto em DVD. Protagonizada por atores pouco experientes, como a modelo australiana Jessica Green (a Cleópatra da série semi-documental “Roma: Império de Sangue”), o citado Jake Stormoen, Imogen Waterhouse (irmã da top model Suki Waterhouse) e Anand Desai-Barochia (calouro da versão britânica do programa “The Voice”), a série é uma combinação inusitada de trama de fantasia épica com produção de orçamento trash, que acaba sendo viciante por conta de performances canastronas e enredo capaz de prender a atenção com boas reviravoltas e construção de universo. Passada num reino imaginário medieval, começou acompanhando planos de vingança de Talon (Green), última sobrevivente de uma raça mestiça similar aos elfos, massacrada por sua capacidade de invocar demônios de outra dimensão. Mas ao buscar matar os assassinos de sua família, ela acaba se tornando aliada da rainha secreta (Waterhouse) de uma insurreição contra as forças imperiais da Primeira Ordem, numa trama que mistura elementos de “O Senhor dos Anéis” e “Star Wars”, e é bem mais envolvente que os efeitos toscos e exageros cômicos de sua produção. Importante destacar que a série melhorou muito em sua 2ª temporada ao passar a ser gravada em Belgrado, na Sérvia, aproveitando cenários europeus naturais – em vez de falsear uma Europa medieval em Utah, no interior dos Estados Unidos, cenário dos episódios iniciais. A 3ª temporada vai estrear na temporada de verão de 2020 (entre maio e julho) nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil no canal pago Syfy.

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    Musical clássico Grease vai virar série da HBO Max

    15 de outubro de 2019 /

    O serviço de streaming HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do clássico musical “Grease”, sucesso do cinema de 1978, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. Intitulada “Grease: Rydell High”, a série vai explorar a vida dos estudantes da escola onde se passa a história original. Assim como no filme, a série será situada nos anos 1950 e terá formato musical, com canções originais. Os protagonistas serão diferentes, mas alguns dos personagens clássicos podem fazer aparições. Apesar da premissa estar definida, o projeto não tem roteirista. É, por enquanto, resultado de reunião de executivos, de um lado os representantes da plataforma de streaming da WarnerMedia e do outro os negociadores da Paramount, que detém os direitos do filme e recentemente produziram uma versão ao vivo do musical, “Grease Live!”, para a televisão. “‘Grease’ é um fenômeno de cultura pop que é capaz de envolver todas as gerações, e estou muito feliz que nossos amigos da Paramount aceitaram ampliar este universo para uma série semanal”, comentou Sarah Aubrey, chefe de conteúdo da HBO Max. Ela completou dizendo que a série “vai mostrar a vida de ensino médio em uma pequena cidade dos EUA, na escala de um musical rock n’ roll. É ‘Grease 2.0’, mas com o mesmo espírito, a mesma energia, e a mesma animação”. O anúncio teve direito a um pôster conceitual, que pode ser conferido abaixo.

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