Crise nas Infinitas Terras: Sinopses oficiais confirmam Raio Negro, Luthor e brigas no megacrossover
A rede americana The CW divulgou as sinopses das três primeiras partes de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, que vai reunir os principais personagens das séries da super-heróis da DC Comics. O primeiro capítulo vai ao ar em 8 de dezembro nos EUA, dentro da temporada de “Supergirl”, e será seguido, no dia seguinte, da parte 2 em “Batwoman”, até interromper a narrativa no terceiro episódio consecutivo, previsto para 10 de dezembro, na série “The Flash”. As partes 4 e 5 só concluirão a história em janeiro, após um hiato de fim de ano, como parte das séries “Arrow” e “Legends of Tomorrow”. Apesar de sua série ter ficado fora do crossover, o herói Raio Negro (Black Lightning) também vai participar da história, como demonstram as sinopses abaixo. Leia a seguir as descrições oficiais dos três primeiros capítulos da produção. “O COMEÇO DO ÉPICO CROSSOVER TELEVISIVO, CRISE NAS TERRAS INFINITAS – O Monitor (LaMonica Garrett) envia Precursora (Audrey Marie Anderson) para reunir os maiores heróis do mundo – Supergirl (Melissa Benoist), The Flash (Grant Gustin), Arqueiro Verde (Stephen Amell), Batwoman (Ruby Rose), Canário Branco (Caity Lotz), Eléktron (Brandon Routh) e Superman (Tyler Hoechlin) – em preparação para a crise iminente. Com seus mundos em perigo, os super-heróis se preparam para a batalha, enquanto J’onn (David Harewood) e Alex (Chyler Leigh) recrutam Lena (Katie McGrath) para ajudá-los a encontrar uma maneira de salvar as pessoas da Terra-38. Jesse Warn dirigiu o episódio a partir de hstória de Robert Rovner & Marc Guggenheim e com o roteiro de Derek Simon e Jay Faerber.” “O CLARK KENT REAL PODERÁ SE MANTER DE PÉ? A PARTE DOIS DA CRISE NAS TERRAS INFINITAS CONTINUA COM AS ESTRELAS CONVIDADAS, TOM WELLING, ERICA DURANCE E KEVIN CONROY – O grupo usa a invenção de Ray (Brandon Routh) para rastrear novos recrutas e ajudar a salvar o universo. O Monitor (LaMonica Garrett) envia Iris (Candice Patton), Clark (Tyler Hoechlin) e Lois (Elizabeth Tulloch) em busca de um misterioso kryptoniano, enquanto Kate (Ruby Rose) e Kara (Melissa Benoist) sai para encontrar Bruce Wayne (o ator convidado Kevin Conroy). Além disso, Mia (Katherine McNamara) desafia Sara (Caity Lotz), Rory (Dominic Purcell) descobre um talento oculto e Lex Luthor (Jon Cryer) retorna. Laura Belsey dirigiu o episódio escrito por Don Whitehead e Holly Henderson.” “O RAIO NEGRO JUNTA-SE AO ARROWVERSE NO TERCEIRO CAPÍTULO DO CROSSOVER – Pariah (Tom Cavanagh) convoca Raio Negro (Cress Williams) para ajudar a parar o Anti-Monitor (LaMonica Garrett) após o Flash-90 (John Wesley Shipp) compartilhar o que aprendeu de sua batalha em ‘Elseworlds’. Com a ajuda de Raio Negro, Barry (Grant Gustin), Cisco (Carlos Valdes) e Nevasca (Danielle Panabaker) apresentam um plano que pode salvar todos eles. Enquanto isso, Iris (Candice Patton) tem uma conversa sincera com Ryan Choi (Osric Chau), enquanto Oliver (Stephen Amell) e Diggle (David Ramsey) retornam a um antigo terreno familiar. David McWhirter dirigiu o episódio com história de Eric Wallace e roteiro de Lauren Certo e Sterling Gates.”
Ragnarok: Série de apocalipse nórdico ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o primeiro teaser legendado de “Ragnarok”, nova série norueguesa de temática apocalíptica. “Ragnarok” gira em torno de um grupo de jovens que começa a perceber sinais da chegada do apocalipse, por meio de mudanças climáticas e acontecimentos estranhos. Passada na pequena e fictícia cidade norueguesa de Edda, a trama ainda envolve habitantes que não são o que dizem ser. Diz a sinopse: “Quando icebergs derretem em uma questão de dias, e o inverno é quente e seco, um grupo de adolescentes entra em pânico a medida que mudanças drásticas no clima começam a atingir o planeta inteiro. O grupo de amigos não tem dúvida: estes desastres naturais são sinais do apocalipse – ou Ragnarok, no idioma nórdico”. A série terá seis episódios e tem criação, roteiro e produção de Adam Price (criador de “Borgen”). A estreia está marcada para 31 de janeiro na Netflix.
Stargirl: Mais uma série de super-heróis entra na programação da rede The CW
A série “Stargirl”, em produção para a plataforma DC Universe, também vai passar na TV aberta nos Estados Unidos. Os episódios serão exibidos na rede The CW um dia depois de serem disponibilizados em streaming. A iniciativa segue outra parceria similar para a exibição de “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino), que terá lançamento simultâneo pela DC Universe e a HBO Max em sua 2ª temporada. Originalmente prevista para agosto, a estreia de “Stargirl” foi adiada para 2020. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. Por sinal, vários coadjuvantes da história são extraídos da rica biblioteca de personagens clássicos da DC Comics, que liga a novata Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis. A série simplifica essa ligação, para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. De todo modo, a mudança afeta a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além de Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A expectativa é de uma estreia no primeiro trimestre de 2020.
Amazon renova Undone para a 2ª temporada
A Amazon anunciou a renovação da série de animação adulta “Undone” para a 2ª temporada. “Undone” é o novo projeto de Raphael Bob-Waksberg, autor de “BoJack Horseman” – em parceria com Kate Purdy, também roteirista de “BoJack Horseman” – , que retrata de forma realista a aparência de atores conhecidos, numa trama com elementos fantasiosos. O belo visual é criação de Hisko Hulsing, artista responsável pelas animações do documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015). “Foi maravilhoso compartilhar ‘Undone’ e fazer com que as pessoas se tornem parte da experiência enquanto interpretam o programa através de suas próprias percepções da realidade”, disseram Purdy e Bob-Waksberg em um comunicado. “Estamos entusiasmados que a Amazon Studios esteja nos dando a oportunidade de continuar explorando este mundo e esses personagens, e estamos ansiosos para ver onde a história nos levará a seguir”. A série gira em torno de Alma (interpretada por Rosa Salazar, de “Alita: Anjo de Combate”), que sofre um acidente de carro e descobre uma nova relação com o tempo. Ela passa a ver seu pai falecido (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”), que tenta lhe explicar suas habilidades e como ela pode viajar no tempo para impedir a morte dele. Entretanto, as visões, que mostram diferentes etapas temporais simultâneas à sua frente, só fazem ela questionar sua própria sanidade mental. O elenco da animação ainda conta com Angelique Cabral (“Life in Pieces”), Constance Marie (“Switched at Birth”), Daveed Diggs (“Extraordinário”) e Siddarth Dhananjay (“Patti Cake$”). Com oito episódios, a série estrou em 13 de setembro em streaming.
Última temporada de Vikings ganha data de estreia no Brasil
O canal pago FOX Premium 2 confirmou que vai exibir a próxima e última temporada de “Vikings” no dia 5 de dezembro, a partir das 23h, com um episódio duplo (de 2 horas de duração). O app da FOX para assinantes FOX Premium também disponibilizará o episódio e o canal ainda programou uma “Maratona Vikings”, com exibição dos episódios das primeiras temporadas, a partir das 15h30 desta sexta (22/11). A 6ª temporada contará com 20 capítulos, divididos em duas partes — a segunda metade deles será exibida apenas em 2020. A estreia no Brasil vai acontecer apenas um dia depois da exibição nos Estados Unidos, marcada para 4 de dezembro, também com um capítulo duplo de duas horas. Apesar de estar em sua última temporada, o universo de “Vikings” não vai sair do ar. A Netflix anunciou que vai produzir uma série derivada, “Vikings: Valhalla”, que se passará um século após a produção original.
Ator revela gravação de final alternativo de Game of Thrones
Como muitos fãs não gostaram do final de “Game of Thrones”, a revelação desta quinta (21/11) do ator islandês Kristofer Hivju, que deu vida a Tormund Giantsbane na série, caiu como uma bomba. Em entrevista ao jornal britânico Metro, ele revelou a existência de um final diferente daquele que foi exibido na televisão. “Bem, nós gravamos um final alternativo”, disse ele, desconversando em seguida. “Mas não sei temos permissão para falar sobre isso”. E matou o assunto. Bastou isso para diversos fãs se manifestarem nas redes sociais, com o objetivo de criar uma campanha para que a HBO exiba esse final alternativo. O canal pago americano não se manifestou sobre o assunto.
The Walking Dead anuncia final das gravações da 10ª temporada
A produção da 10ª temporada de “The Walking Dead” foi oficialmente encerrada nesta quarta-feira (20/11). O perfil da série anunciou o final das gravações nas redes sociais, com uma foto de Melissa McBride e Norman Reedus. Os intérpretes de Carol e Daryl aparecem sorridentes e com os rostos marcados por cicatrizes – além de ser grande, a marca na face de Carol é nova. O final da temporada ainda não tem previsão de exibição. O único episódio com estreia marcada é o próximo, “The World Before”, que vai ao ar no domingo (24/11). Depois disso, a série entra em hiato e só vai retornar em 2020 para exibir os oito capítulos remanescentes da temporada. Iniciada em 2010, a série acompanha um grupo de sobreviventes do apocalipse zumbi. Fez tanto sucesso que gerou uma atração derivada, “Fear the Walking Dead”. E vem mais por aí: um segundo spin-off com novos personagens em 2020 e um longa-metragem centrado em Rick (Andrew Lincoln), em data ainda não anunciada. And that's a wrap on #TheWalkingDead Season 10! Can't wait for you guys to eventually see the finale ? pic.twitter.com/cs4YeioBqZ — The Walking Dead (@TheWalkingDead) November 20, 2019
Batwoman: Personagens da série ganham retratos individuais
A rede The CW divulgou uma coleção de retratos dos personagens de “Batwoman”, sua principal estreia da temporada. As imagens trazem a atriz Ruby Rose (“Megatubarão”) em seus dois papéis, como a herdeira Kate Kane, prima de Bruce Wayne, e encapuzada como Batwoman, além de sua arquiinimiga, a vilã Alice, irmã da heroína interpretada por Rachel Skarsten (que já foi Canário Negro em “Birds of Prey” entre 2002 e 2003). O elenco de “Batwoman” ainda conta com Dougray Scott (“Fear the Walking Dead”) como Jacob Kane, o pai de Kate, Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a ex-cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton, e Elizabeth Anweis (“Twin Peaks”) como sua madrasta, Catherine Hamilton-Kane. A produção foi desenvolvida por Caroline Dries, roteirista e produtora de “The Vampire Diaries” e “Smallville”, que compartilha a mesma orientação sexual de Batwoman e sua intérprete. Primeira série de super-heróis com uma protagonista LGBTQIA+, “Batwoman” é atualmente a segunda série de maior audiência da rede CW (atrás apenas de “The Flash”) e vai participar do grande crossover do Arrowverso, “Crise nas Infinitas Terras”, em dezembro nos Estados Unidos.
The Witcher: Série de fantasia estrelada por Henry Cavill ganha novo pôster
A Netflix divulgou um novo pôster de “The Witcher”, que reúne Geralt de Rivia (Henry Cavill), Yennefer (Anya Chalotra) e Ciri (Freya Allan), os protagonistas da nova série de fantasia. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt of Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri, e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo, com vários outros personagens relevantes. A lista inclui Anna Shaffer (Romilda Vane nos filmes de “Harry Potter”) como Tris Marigold, Jodi May (“Game of Thrones”) como a Rainha Calanthe, Björn Hlynur Haraldsson (“Fortitude”) como o cavaleiro Eist, Adam Levy (“Knightfall”) como o druida Mousesack, MyAnna Buring (“Ripper Street”) na pele de Tissaia, Mimi Ndiweni (“Rellik”) como Fringilla, Therica Wilson-Reed (“Profile”) como Sabrina, Eamon Farren (“Twin Peaks”) como Cahir, Joey Batey (“Knightfall”) como Jaskier, Lars Mikkelsen (“Sherlock”) como Stregobor, Royce Pierreson (“Wanderlust”) como Istredd, Maciej Musiał (“1983”) como Sir Lazlo e Wilson Radjou-Pujalte (“Dickensian”) como Dara. Sem esquecer a multidão de intérpretes secundários: Rebecca Benson (Marilka), Shane Attwooll (Nohorn), Luke Neal (Vyr), Matthew Neal (Nimir), Tobi Bamtefa (Danek), Sonny Serkis (Martin), Roderick Hill (Fletcher), Inge Beckmann (Aridea), Charlotte O’Leary (Tiffania), Natasha Culzac (Toruviel), Amit Shah (Torque) e Tom Canton (Filavandrel). A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. A estreia vai acontecer em 20 de dezembro e a série já foi renovada para sua 2ª temporada.
Doctor Who: Terminam as gravações da 12ª temporada
A rede BBC anunciou que a 12ª temporada de “Doctor Who” terminou de ser gravada. O anúncio foi feito pelo Instagram oficial da série britânica, acompanhado por um vídeo com cenas de bastidores. Com estreia prevista para 2020, a 12ª temporada também teve duas participações especiais confirmadas: Stephen Fry (“V de Vingança”) e Lenny Henry (“Broadchurch”). Seus papéis não foram revelados, mas devem ser importantes porque o anúncio também foi feito, com pompa e vídeo, pelo Instagram oficial do programa. Veja os dois vídeos abaixo. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro de 2018, seguida por um especial de Ano Novo no dia 31. Desde então, os fãs aguardam por novos capítulos. A BBC ainda não revelou a data de estreia para a próxima temporada. Rumores indicam que a demora se deve a uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos primeiros episódios produzidos por Chibnall. A BBC queria uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado a apressar a produção, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. Mas nem isso foi produzido. Aparentemente, a exigência de cinco episódios anuais também foi defendida pela nova protagonista, Jodie Whittaker. Um meio termo pode ter sido encontrado no lançamento de 10 episódios em 2020 – cobrindo supostamente os 5 de 2019 e mais 5 que seriam produzidos no ano que vem. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Seja qual for sua data de estreia, a 12ª temporada de “Doctor Who” será exibida no Brasil pela plataforma Globoplay. Ver essa foto no Instagram That’s a wrap, we’ve finished filming! Are you ready for series 12? #DoctorWho ? Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 19 de Nov, 2019 às 4:00 PST Ver essa foto no Instagram ⭐ Guest Star Announcement! ⭐ Stephen Fry and Sir Lenny Henry CBE to appear in the new series of #DoctorWho Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 20 de Nov, 2019 às 2:00 PST
Better Call Saul: Teaser revela data de estreia da 5ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de “Better Call Saul”, que revela a data de estreia dos novos episódios, após hiato de mais de um ano. O último capítulo inédito da série foi exibido em outubro de 2018 nos Estados Unidos. A história será retomada somente em fevereiro de 2020. Em compensação, a 5ª temporada vai iniciar com transmissão em duas noites seguidas, com episódios programados para 23 e 24 de fevereiro. Depois de quatro anos, a nova fase vai finalmente refletir o título da produção. No final da 4ª temporada, o protagonista interpretado por Bob Odenkirk declarou que não ia mais oferecer serviços de advocacia sob seu nome verdadeiro, Jimmy McGill. Essa mudança abre espaço para a adoção do pseudônimo pelo qual os fãs de “Breaking Bad” conheceram o personagem: Saul Goodman. “Better Call Saul” foi indicada ao Emmy de Melhor Série Dramática por todas as suas quatro temporadas anteriores. A atração é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Black Summer: Série de zumbis da Netflix é renovada para a 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Black Summer”, série de zumbis desenvolvida pelos responsáveis por “Z Nation”, que foi disponibilizada em abril na plataforma. Foram sete meses de suspense para quem gostou da série, desenvolvida pelo mesmo criador de “Z Nation”, Karl Schaefer, em parceria com um produtor daquela série, John Hyams, e realizada pela produtora Asylum, responsável por “Z Nation” e os telefilmes de “Sharknado”. Ao contrário da atração trash cancelada pelo SyFy, “Black Summer” é uma série de terror convencional, ao estilo da 1º temporada de “Fear the Walking Dead”, ao apresentar o começo de um surto zumbi. A trama traz a atriz Jaime King (“Hart of Dixie”) como uma mãe que é separada de sua filha e embarca em uma jornada angustiante a sua procura. Confiando em um pequeno grupo de sobreviventes, ela passa a desbravar um novo mundo hostil e tomar decisões brutais durante o apocalipse zumbi. A 2ª temporada de “Black Summer” será a ser gravada no início de 2020 no Canadá, mas ainda não tem previsão de estreia.
Jussie Smollett decide processar a cidade de Chicago por destruir sua carreira de ator
O ator Jussie Smollett decidiu processar Chicago, após considerar que o prefeito e o chefe de polícia da cidade americana “arruinaram” sua reputação. Demitido da série “Empire” após a polícia declarar que ele forjou um ataque homofóbico e racista contra si mesmo, Smollett iniciou um processo contra a polícia da cidade e Eddie Johnson, que era superintendente na época. Em 29 de janeiro, Smollett foi levado a um hospital com ferimentos leves, alegando ter sido atacado por dois homens durante a madrugada nas ruas de Chicago. O ator, que é gay, contou que eles gritavam ofensas racistas e homofóbicas. A investigação da polícia, no entanto, chegou à conclusão que Smollett havia encenado o ataque. Os irmãos Ola e Avel Osundairo, personal trainers que já haviam aparecido como figurantes em “Empire”, testemunharam que o ator pagou para que eles o atacassem. A polícia os ameaçou de prisão e deportação para a Nigéria para obter esse depoimento. Na verdade, as autoridades policiais cometeram diversas irregularidades no caso, que levaram a promotoria de Chicago a decidir abandonar o processo contra Smollett, sem aprofundar explicações. Ao prender o ator, a polícia afirmou que o ataque foi “um golpe publicitário” para chamar atenção visando obter um aumento de salário. Mas a revista The Hollywood Reporter fez sua própria investigação sobre essas afirmações e descobriu que Smollett já tinha um dos maiores salários do elenco de “Empire”, acabara de receber aumento recente e não negociava com os produtores por mais dinheiro. Nem seus agentes nem a Fox sabiam que ele queria receber mais. Antes desta hipótese ser apresentada, a investigação teria vazado que o objetivo do suposto falso ataque seria evitar que ele fosse dispensado da série. Só que os roteiristas de “Empire” e a rede Fox também rechaçaram essa teoria, alegando que nunca houve planos para dispensá-lo. Em entrevista coletiva pouco antes da prisão do ator, o superintendente da polícia de Chicago, Eddie Johnson, apresentou um cheque assinado por Smollett para os irmãos como prova das acusações. Entretanto, em depoimento à polícia, os irmãos supostamente contratados por Smollett disseram que o dinheiro que receberam do ator na verdade era pagamento pela prestação de serviços como personal trainers. Há fotos no Instagram desse trabalho. Johnson também afirmou à imprensa que Smollett havia escrito uma carta de conteúdo ameaçador que chegou ao set de “Empire” alguns dias antes do ataque. Na realidade, segundo o TMZ, as investigações da polícia e do FBI não conseguiram determinar que o ator foi autor da carta. Diante dessa avalanche de equívocos, trazidos à público pela própria polícia, a promotora Kim Foxx desistiu de processar o ator. Ela explicou que, se fosse a julgamento, Smollett teria no máximo que prestar serviço comunitário, mas como o ator já realiza trabalho voluntário em Chicago, a condenação seria redundante. No entanto, caso fosse inocentado, deixaria a polícia numa situação difícil. Isto, porém, não impediu o Prefeito de Chicago, Rahm Emanuel, e o chefe de polícia da cidade, Eddie Johnson, de continuar atacando o ator publicamente com ameaças de processo, insistindo na versão de ataque de mentira, o que, no final, acabou lhe custando o emprego, mesmo não sendo processado. Agora, os advogados do ator alegam que a cidade lhe deve uma indenização a ele. “Apesar do descarte de todas as acusações contra o Sr. Smollett, a conduta da polícia de Chicago e as declarações falsas dos irmãos Osundairo fizeram com que ele fosse sujeitado ao ridículo em público e o prejudicaram muito”, diz o processo. “O Sr. Smollett também sofreu, e continua sofrendo, substanciais perdas monetárias. Ele perdeu oportunidades de emprego e precisou pagar muito dinheiro a advogados que o defenderam durante o caso”, continua o texto. O ator foi limado da 6ª e última temporada de “Empire”, que foi ao ar sem o seu personagem, e não apareceu nas telas desde então. O processo contra a cidade de Chicago ainda cita que Smollett sofre de “angústia e estresse agudos” por causa do caso.











