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  • Série

    Estreia da série de Awkwafina bate recorde de audiência no Comedy Central

    27 de janeiro de 2020 /

    O Comedy Central comemorou a maior audiência de uma estreia do canal em três anos com o lançamento da série “Awkwafina Is Nora From Queens”. A comédia semi-autobiográfica, que teve seu primeiro capítulo exibido na quarta-feira (22/1) nos EUA, juntou o maior público de um programa estreante do canal pago americano desde “The Jim Jefferies Show”, em 2017. A diferença é que “Awkwafina Is Nora From Queens” é uma série e não um talk show. 489 mil espectadores sintonizaram o programa ao vivo, mas o número quase dobrou, chegando a 818 mil com as gravações digitais após três dias de exibição. Reprises e exibições em outros canais do conglomerado ViacomCBS inflaram ainda mais o público de estreia, que chegou a 2,2 milhões ao todo. Mas não ficou nisso. O episódio também foi disponibilizado integralmente no YouTube, onde foi visto por mais 1,7 milhão de pessoas. Ou seja, quase 4 milhões viram a estreia da primeira série estrelada por Awkwafina nos EUA. O programa ainda registrou 0,56 ponto na classificação demográfica, entre adultos de 18 a 49 anos, no Comedy Central – também a mais alta em três anos de uma estreia do canal. A série foi criada e é estrelada pela talentosa comediante Awkwafina, primeira mulher de descendência asiática a vencer o Globo de Ouro – Melhor Atriz de Comédia em 2020 por “A Despedida” (The Farewell). E é inspirada na juventude da atriz, cujo nome real é Nora, evocando seu cotidiano como moradora do Queens, bairro da cidade de Nova York. Na trama, Nora Lum ainda vive com os pais e precisa lidar com a dificuldade de se tornar uma adulta responsável, apesar dos 27 anos de idade. O elenco também inclui BD Wong (“Mr. Robot”, “Jurassic World”) como pai de Nora, Lori Tan Chinn (“Orange Is the New Black”) como sua avó e Bowen Yang (“Megarromântico”) como um primo. Além desse elenco fixo, a atração conta com uma galeria enorme de atores convidados – entre eles, Celia Au (“Wu Assassins”), Jamie Chung (“The Gifted”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jennifer Esposito (“The Boys”), Chrissie Fit (“A Escolha Perfeita”), Bella Heathcote (“The Man in the High Castle”), David Krumholtz (“The Deuce”), Natasha Lyonne (também de “Orange Is the New Black”), Harry Shum Jr. (“Shadowhunters”) e Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”). Antes mesmo da estreia, a série já tinha sido renovada para a 2ª temporada, demonstrando a confiança do Comedy Central no material.

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  • Série

    Nova série anime de Ghost in the Shell ganha trailer, novo pôster e previsão de estreia

    27 de janeiro de 2020 /

    A Netflix Asia divulgou um novo pôster e o primeiro trailer completo de “Ghost in the Shell: SAC_2045”, que traz novas aventuras de Motoko Kusanagi em bela computação gráfica. O anime foi anunciado há dois anos e é uma coprodução dos estúdios Production IG e Sola Digital Arts, com direção de uma dupla de peso: Shinji Aramaki (“Appleseed”) e Kenji Kamiyama (“Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”). Os dois também dirigiram o anime do “Ultraman” na Netflix, que estreou em abril. A união dos diretores de “Appleseed” e “Stand Alone Complex” num novo “Ghost in the Shell” é especialmente apropriada por considerar que o criador do mangá original, Masamune Shirow, também criou “Appleseed”. “Ghost in the Shell” surgiu em quadrinhos em 1989 e explodiu na cultura pop seis anos depois, ao originar o cultuado anime homônimo de 1995, dirigido por Mamoru Oshii. Comparado ao impacto de “Akira” (1988), o longa animado apresentou a obra de Shirow para o mundo ocidental e influenciou todas as produções focadas em sci-fi cyberpunk que vieram depois – inclusive a trilogia “Matrix”. A história acompanhava a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que lutava contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo era levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. O sucesso de filme de 1995 deu origem a uma franquia animada, composta por mais três longas, quatro OVAs (filmes lançados diretamente em vídeo) e duas séries de televisão. O que acabou chamando atenção de Hollywood e inspirou o lançamento da adaptação live-action dirigida por Rupert Sanders, que foi criticada por escalar uma atriz branca, Scarlett Johansson, no papel de Kusanagi. Agora, a franquia volta às suas origens japonesas. A última animação da franquia tinha sido “Ghost in the Shell: The New Movie”, de 2015, que concluía a trama da série “Ghost in the Shell: Arise”. A prévia e o pôster também revelam que a série tem previsão de estreia para abril em streaming.

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  • Série

    Doctor Who: Próximo episódio vai mostrar primeira atriz brasileira na série

    27 de janeiro de 2020 /

    O próximo episódio de “Doctor Who” marcará a primeira participação de uma intérprete brasileira na série. A paulista Gabriela Toloi será vítima de um vírus alienígena em “Praxeus”, sexto capítulo da da 12ª temporada. Veja a prévia abaixo. A atriz confirmou a participação no Twitter, comemorando poder contar ao público: “Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de ‘Doctor Who’ pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem!” Toloi já tinha aparecido anteriormente na série brasileira “Psi”, da HBO. Em “Doctor Who” ela interpretará uma brasileira de férias no Peru, ao lado da melhor amiga. Por sinal, embora essa amiga, Gabriela, também fale português e até apareça com uma camiseta da seleção brasileira, a personagem não é interpretada por outra sul-americana, mas pela atriz portuguesa Joana Borja. O episódio inédito da sci-fi britânica vai ao ar no próximo domingo (2/2) no Reino Unido. Enquanto isso, a 12ª temporada de “Doctor Who” estreia na sexta (31/1) no Brasil, pela plataforma Globoplay. Guardei segredo durante um ano, mas finalmente posso compartilhar com todos! Assistam a nova temporada de Doctor Who pra verem minha versão alien! Também representando o Brasil! Sou a primeira atriz brasileira a fazer parte da série! Foi incrível, espero que todos gostem! https://t.co/7GNEFk7uur — Gabriela Toloi (@gabitoloi) January 26, 2020

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  • Filme

    Annie Awards: Klaus, Perdi Meu Corpo e Netflix dominam “Oscar da Animação”

    26 de janeiro de 2020 /

    O Annie Awards, premiação considerada uma espécie de “Oscar da animação”, surpreendeu expectativas com a vitória avassaladora de “Klaus”, produção natalina da Netflix, que venceu todos os sete troféus a que concorria na noite de sábado (25/1), incluindo Melhor Filme Animado do ano. O personagem-título de “Klaus” é um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma casa cheia de brinquedos feitos à mão. Vendo a facilidade do velho para fabricar brinquedos, o carteiro Jesper se propõe a distribuir suas criações às crianças da cidade, causando uma revolução da pequena Smeerensburg, cidade fria e triste em que os vizinhos não se falam. O filme marcou a estreia na direção do espanhol Sergio Pablos, que é o autor da história original de “Meu Malvado Favorito” (2010) e chegou a trabalhar em “Rio” (2011). Produtora de “Klaus”, a Netflix dominou a premiação, vencendo ao todo 19 categorias, incluindo Melhor Filme Independente com o francês “Perdi Meu Corpo”, que também venceu as categorias de Roteiro e Música, e Melhor Série Animada com “BoJack Horseman”. Outras atrações da plataforma que conquistaram troféus foram as séries “Love, Death & Robots”, “Carmen Sandiego” e a precocemente cancelada “Tuca & Bertie”. Outros destaques do Annie 2020 foram “Mickey Mouse”, como Melhor Série Animada Infantil, “Frozen 2”, que levou os prêmios de Melhor Dublagem em Filme Animado (Josh Gad como Olaf), e “Vingadores: Ultimato”, que ficou com o troféu de Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action. “Klaus” e “Perdi Meu Corpo” também vão disputar o Oscar 2020 com “Toy Story 4” (Disney/Pixar), “Como Treinar o Seu Dragão: O Mundo Secreto” (DreamWorks Animation) e “Link Perdido” (Laika).

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  • Filme

    Diretor de Deadpool 2 vai filmar versão de cinema da série clássica Kung Fu

    26 de janeiro de 2020 /

    A Universal contratou o diretor David Leitch, responsável pelos sucessos “Velozes e Furiosos: Hobbs & Show” e “Deadpool 2”, para comandar uma versão cinematográfica da série clássica “Kung Fu”. A série original, criada por Ed Spielman, trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19. Durou ao todo três temporadas, entre 1972 e 1975, mas Carradine realizou um revival nos anos 1990, passado nos dias atuais e intitulado “Kung Fu: The Legend Continues”, que rendeu mais quatro temporadas. Não há qualquer informação sobre como será a nova versão, mas o anúncio pode significar que o projeto de série que retomaria a franquia, desenvolvido pelo produtor Greg Berlanti (criador do Arrowverso), foi recusado na rede The CW. Berlanti estava desenvolvendo um piloto passado nos dias atuais e protagonizado por uma mulher, em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”).

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  • Série

    How To Get Away With Murder: Viola Davis compartilha fotos da leitura do capítulo final da série

    25 de janeiro de 2020 /

    Viola Davis registrou em seu Instagram a emoção do elenco com a leitura do roteiro do último capítulo de “How To Get Away With Murder”, série que vai acabar na atual 6ª temporada. “Seis temporadas de trabalho duro, vida, conexão. Muitas lágrimas de tristeza, mas o orgulho de criar algo corajoso, inovador, humano e profundamente honesto … um presente para toda a vida”, escreveu a atriz, compartilhando fotos e um vídeo do elenco, durante a leitura coletiva do roteiro final. No vídeo, é possível ver que ela consola Aja Naomi King, intérprete de Michaela Pratt, sua aluna na série. Atualmente em hiato, a 6ª temporada de “How To Get Away With Murder” retorna em 2 de abril para exibir seus seis episódios finais. A estreia do último capítulo está marcada para 14 de maio nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil e também transmitida com o título de “Como Defender um Assassino” pela Globo. Ver essa foto no Instagram And so it goes….6 seasons of hard work, life, connection. Lots of tears of sadness but the pride of creating something brave, innovative, human, deeply honest….a lifetime gift.❤️❤️ #FinalTableRead #HTGAWM 📸@conradricamora, @karlasouza 🎥 @shondaland Uma publicação compartilhada por Viola Davis (@violadavis) em 24 de Jan, 2020 às 9:33 PST

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  • Série

    Sintonia tem renovação confirmada para a 2ª temporada

    25 de janeiro de 2020 /

    A Netflix oficializou a produção da 2ª temporada de “Sintonia”. Em outubro, a empresa chegou a afirmar que “Sintonia” tinha registrado a segunda melhor estreia nacional do serviço. Mas esperou cinco meses, desde o lançamento em agosto, para anunciar a renovação. O anúncio foi feito neste sábado (25/1) durante o Festival Tudum Netflix, uma mini-Comic Con da plataforma, que acontece neste fim de semana em São Paulo, e reforçado com um vídeo disponibilizado nas redes sociais. O vídeo, por sinal, inclui reclamação pela demora da confirmação, por meio das vozes dos próprios protagonistas. Veja abaixo. Os novos episódios de “Sintonia” continuam com direção geral de Konrad Dantas, o Kondzilla, conhecido por seus clipes de funk e por ter o segundo maior canal de música do mundo, e mantém o mesmo elenco, encabeçado pelo funkeiro MC Jottapê, dono do hit “Ladrão da Noite”, o ator Christian Malheiros, indicado ao Independent Spirit Awards por “Sócrates”, e Bruna Mascarenhas em sua estreia como atriz. A 1ª temporada acompanhou a jornada dos personagens dos três jovens, que vivem em um bairro periférico de São Paulo. Enquanto Doni (Jottapê) enfrenta o preconceito da própria família no sonho de virar MC, Nando (Malheiros) se envolve com o crime e Rita (Mascarenhas) encontra na igreja sua libertação. Na próxima temporada, a amizade deles será colocada a prova, segundo informou a Netflix. “Superamos as expectativas na 1ª temporada e fizemos a série brasileira mais popular de 2019 da Netflix, com o desafio de seguir apenas o nosso coração. Na segunda temporada além do nosso amor pela arte, também vamos somar a energia de todo público que se sentiu representado pela série e está aguardando algo maior ainda”, celebrou Kondzilla em comunicado. A 2ª temporada começa a ser gravada no primeiro semestre deste ano, novamente em São Paulo, mas ainda não tem previsão de estreia. Uma detalhe que chama atenção no comunicado é a troca de produtora. A 1ª temporada foi realizada pela Los Bragas, da atriz Alice Braga e o diretor Felipe Braga, mas a nova estará a cargo da Gullane, dos irmãos Caio e Fabiano Gullane.

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    Felipe Neto destaca importância da Educação Sexual em comercial da série Sex Education

    25 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou seu melhor comercial nacional desde que a Xuxa apareceu falando dos baixinhos de “Stranger Things”. Para divulgar a 2ª temporada de “Sex Education”, a plataforma contratou o youtuber Felipe Neto e produziu um vídeo divertido e politicamente engajado. No comercial, ele invade a escola de Moordale para enfrentar a disseminação de fake news sobre sexo, que mantém os jovens burros e desinformados, e potencialmente sujeitos a doenças e riscos desnecessários. “Eu nunca vi tanto adolescente fazendo m**** junto”, diz o youtuber, que embute até uma autocrítica, ao lembrar de seus primeiros vídeos lançados ainda em 2010. “Fazendo vídeo burro achando que estava arrasando”, completa. A desinformação sexual é consequência direta do veto ideológico-religioso de certos temas no currículo escolar – situação que piorou no Brasil atual. Mas Felipe promete combater as trevas com informação, divulgando uma história em quadrinhos que ensina Educação Sexual – e que realmente foi elaborada pela Netflix, baseada na série. “Digamos que eu tenho um pouquinho de experiência em afrontar autoridade para distribuir livro proibido”, ele diz no vídeo, lembrando a ocasião em que comprou livros com temática LGBTQIA+ para distribuir durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em represália à ameaça de censura do bispo prefeito Marcelo Crivella no ano passado. Eis porque o comercial é melhor que a maioria das campanhas engraçadinhas com celebridades que a Netflix popularizou: contexto. A 2ª temporada de “Sex Education” já está disponível em streaming. E os quadrinhos de Educação Sexual, inspirados pela série, podem ser lidos aqui.

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    Pesquisa da Netflix revela que jovens brasileiros preferem séries com maior diversidade racial e sexual

    25 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou na sexta-feira (24/1) o resultado de uma pesquisa realizada entre os jovens brasileiros. Os dados, baseados nas respostas de mil pessoas entre 16 e 25 anos, revelam que esse público procura se ver representado de alguma maneira nas telas, seja em séries ou filmes. Isto significa que o jovem brasileiro prefere assistir conteúdos com maior diversidade racial e sexual. De acordo com a empresa, essa diversidade tem deixado de ser um problema para virar atrativo para a grande maioria parte dos jovens, com 79% das pessoas afirmando que se identificam com conteúdos como “Sintonia” e “Sex Education”. Outro dado aponta que 69% procura filmes e séries com personagens parecidos com eles próprios. De acordo com Maria Ângela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix, a empresa está motivada a levar histórias cada vez mais diversas para os assinantes, citando produções como “Para Todos os Garotos que Já Amei”, com uma protagonista asiática, “Atypical”, sobre um jovem autista, que tem uma irmã lésbica, e “Sex Education”, onde um dos personagens centrais é negro e gay. Os dados foram colhidos pela NetQuest, que conduziu a pesquisa entre os dias 13 e 15 de janeiro deste ano com jovens de 16 a 25 que tem acesso à internet e consumem filmes e produções televisivas por streaming ou métodos tradicionais como TV aberta e paga. A plataforma divulgou um vídeo com base no resultado, veja abaixo.

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    Marvel cancela metade das séries animadas que estava desenvolvendo para a Hulu

    25 de janeiro de 2020 /

    A Marvel Studios resolveu cortar pela metade os projetos de séries animadas que a antiga Marvel Television estava desenvolvendo para a plataforma Hulu. O estúdio limou as atrações de maior apelo comercial, centradas em Howard, o Pato, e na parceria entre Tigresa & Cristal. Por outro lado, as animações do vilão M.O.D.O.K. e do assassino símio Hit-Monkey seguem em produção. As quatro foram apresentadas como um novo universo animado da Marvel na Hulu, que se juntaria num crossover batizado de The Offenders (Os Ofensores), da mesma forma que as quatro séries live-action da Netflix se uniram na minissérie “Os Defensores”. A série “Tigra & Dazzler” (da Tigresa & Cristal) já vinha apresentando problemas desde dezembro de 2019, quando todos os roteiristas foram demitidos, após 15 semanas de trabalho, e seus roteiros descartados. Já “Howard the Duck”, cujo personagem-título apareceu nos filmes dos “Guardiões da Galáxia” e em “Vingadores: Ultimato”, nem chegou a entrar em pré-produção. Os cancelamentos acompanham o apagar das luzes da Marvel Television e se juntam ao projeto de “Ghost Rider” (a série do Motoqueiro Fantasma), que também foi descartado na Hulu. Os fracassos consecutivos das produções televisivas da Marvel, a partir do fiasco de “Inhumans” (Inumanos), fez o departamento ser absorvida pela divisão cinematográfica. Essa mudança foi sacramentada por uma promoção de Kevin Feige, que em outubro deixou de ser Presidente da Marvel Studios para assumir o cargo de Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, passando a responder também pelas séries da empresa. Os cancelamentos das últimas séries live-action produzidos pela Marvel Television, “Cloak & Dagger” (Manto e Adaga), “Runaways” (Fugitivos) e “Agents of SHIELD”, representam o fim de uma era.

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    The Undoing: Nicole Kidman estrela trailer tenso de nova minissérie da HBO

    24 de janeiro de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer legendado da minissérie de suspense “The Undoing”, que volta a reunir a atriz Nicole Kidman e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. A prévia é extremamente tensa, e mostra Kidman surpreendida por uma investigação criminal em que é a principal suspeita. Com seis episódios, a atração é baseada no livro “You Should Have Known” (2014), de Jean Hanff Korelitz, e gira em torno da personagem de Kidman, Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um acontecimento inesperado, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant em sua primeira minissérie americana, como o marido de Kidman. O elenco também destaca Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”), Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Noah Jupe (“Um Lugar Silencioso”), Lily Rabe (“American Horror Story”) e Michael Devine (“Limitless”). A série tem previsão de estreia para maio.

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    Série baseada em Parasita será uma espécie de versão estendida do filme

    24 de janeiro de 2020 /

    O diretor Bong Joon Ho revelou que a adaptação de “Parasita”, que vai virar minissérie da HBO, será uma espécie de versão estendida do filme com novos atores e não uma nova história. “Tinha todas essas ideias acumuladas de quando comecei a escrever o roteiro. Não consegui inclui-las em duas horas de filme, então elas ficaram no meu iPad e meu objetivo com essa minissérie é criar um filme de seis horas”, ele contou, em entrevista ao The Wrap. Na minissérie, Bong Joon Ho trabalhará ao lado do também cineasta e roteirista Adam McKay (“Vice”), que produz “Succession”, atração premiada no recente Globo de Ouro 2020 como Melhor Série Dramática. Ainda não está claro se a trama vai manter os atores originais, premiados com o SAG Awards (troféu do Sindicato dos Atores dos EUA) de Melhor Elenco do ano, ou se a trama será transportada para os EUA. “Parasita” gira em torno de uma família pobre que, por meio de subterfúgios, invade a vida de uma família rica, arranjando empregos sob falsas premissas. Entretanto, eles não são os primeiros a parasitar a mansão dos Park. Vencedora do Festival de Cannes, a produção concorre a seis Oscars, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção para Bong Joon Ho.

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    Rosario Dawson vai estrelar série baseada em quadrinhos da DC Comics

    23 de janeiro de 2020 /

    A atriz Rosario Dawson (“Zumbilândia: Atire Duas Vezes”) vai estrelar mais uma série baseada em quadrinhos. Ela entrou no elenco de “DMZ”, atração desenvolvida para a plataforma HBO Max pela cineasta Ava DuVernay (“Olhos que Condenam”). Lançados no Brasil como “ZDM – Terra de Ninguém”, os quadrinhos de Brian Wood e Riccardo Burchielli foram publicados pela Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. A trama se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo, e acompanha um estagiário que se torna um dos poucos jornalistas vivos da região, além das pessoas com quem cria vínculos, como uma ex-estudante de medicina e uma jornalista rival, em meio a conflitos de gangues pelo controle da região. A premissa tem vários pontos em comum com a história clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Rosario Dawson especializou-se em estrelar produções baseadas em quadrinhos. Não apenas por seu proeminente papel nas séries da Marvel exibidas pela Netflix, em que apareceu como Claire Temple, mas também por filmes como “MiB: Homens de Preto II” e “Sin City”. Além disso, ela tem uma forte relação com a DC Comics, tendo dublado as heroínas Batgirl em “LEGO Batman” e a Mulher-Maravilha em diversas animações, incluindo a recente “Mulher-Maravilha: Linhagem de Sangue”. A série também será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Não há previsão para a estreia para “DMZ”. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não tem expectativa de chegar no Brasil.

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