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  • Série

    Série documental Tudo ou Nada: Seleção Brasileira ganha trailer da Amazon

    23 de janeiro de 2020 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer de sua primeira série original brasileira. Intitulada “Tudo ou Nada: Seleção Brasileira”, a série documental registra os bastidores da equipe de futebol na conquista da Copa América de 2019. A prévia é repleta de imagens exclusivas e visual cinematográfico, e tem como pano de fundo as divisões políticas do país, para apresentar uma narrativa de reencontro da Seleção com o povo brasileiro, orgulhoso do desempenho da equipe no campeonato. E com um detalhe: sem o polêmico Neymar. A produção será disponibilizada em mais de 200 países e territórios, dentro da franquia de “realities” esportivos “All or Nothing”, que lançou minisséries sobre o Manchester City, os times de futebol americano Dallas Cowboys e Carolina Panthers, a equipe McLaren, da Fórmula 1, e a seleção de rugby All Blacks, da Nova Zelândia. A estreia vai acontecer na próxima semana, em 31 de janeiro.

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  • Série

    Piloto de série derivada rende maior audiência de Arrow na temporada

    22 de janeiro de 2020 /

    O projeto de série derivada de “Arrow” ganhou aval do público americano. Exibido como um episódio convencional da própria “Arrow”, na noite de terça-feira (21/1) nos EUA, o piloto registrou a maior audiência da 8ª e última temporada da atração – com a devida exceção do crossover “Crise nas Infinitas Terras” . O episódio foi visto ao vivo por 921 mil espectadores na rede The CW, um aumento significativo para a atração, que chegou a ser assistida por 619 mil pessoas na atual temporada. A sintonia representa a 4ª maior audiência entre as séries do canal, atrás apenas da média dos episódios de “The Flash”, “Batwoman” e “Supernatural” (que também vai acabar em 2020). Estas três são as únicas séries que atingem mais de mil telespectadores ao vivo no canal. O público também se manifestou de forma entusiasmada nas redes sociais, exigindo a confirmação da produção junto à showrunner da série. Beth Schwartz teve que pedir desculpas por não poder garantir a continuidade da história. Intitulado “Green Arrow and the Canaries” (Arqueiro Verde e as Canários), o piloto mostrou o encontro entre as personagens Mia Queen (Katherine McNamara), filha do Arqueiro Verde, com Laurel Lance (Katie Cassidy) e Dinah Drake (Juliana Harkavy), mais conhecidas como as Canários Negros – da Terra 2 e Terra 1. As Canários surgem no futuro (vindas de 2020) por motivos diferentes e misteriosos, e se juntam para devolver à Mia as memórias perdidas pela alteração cronológica da “Crise nas Infinitas Terras”, evitando uma tragédia que desgraçaria seu legado. A trama estabeleceu a época (2040) em que as personagens se encontram, apresentou os coadjuvantes e muitas reviravoltas, mas também deixou no ar diversos ganchos para serem explorados no spin-off, que ainda depende de aprovação dos executivos do canal para virar série. “Arrow” vai acabar na próxima semana, com o episódio intitulado “Fadeout”, que mostrará o funeral de Oliver Queen e eventos diretamente relacionados ao possível spin-off. A rede The CW deve se manifestar sobre o futuro do projeto apenas após a exibição desse capítulo.

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  • Série

    Família real britânica vai virar série animada na HBO Max

    22 de janeiro de 2020 /

    A HBO Max, vindouro serviço de streaming da WarnerMedia, anunciou a produção de uma série de comédia animada sobre a família real britânica. O projeto está sendo desenvolvido por Gary Janetti, produtor da animação para adultos “Uma Família da Pesada” (Family Guy). A inspiração vem do perfil do Instagram de Janetti, que faz memes com príncipe George, o primogênito de William e terceiro na fila sucessória, rindo de notícias sobre a família real. George, aliás, será o narrador da animação. Diz a sinopse: “Antes que George possa mandar na Grã-Bretanha, ele vai ditar as regras na comédia de Janetti, dando seu ponto de vista sobre como é a infância do futuro rei da Inglaterra. Como sua sucessão não vai chegar tão cedo, a cada episódio George vai descobrir os caminhos da vida de um príncipe em tempos modernos – dos 775 quartos do Palácio de Buckingham ao mar de corgis da família, até a escola com plebeus.” O próprio Janetti vai dublar George. O elenco ainda inclui Orlando Bloom (“The Hobbit”) como a voz do príncipe Harry, Iwan Rheon (o Ramsay Bolton de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Frances De La Tour (de “Harry Potter”) no papel da rainha Elizabeth II, Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) em dupla jornada, como os príncipes Philip e Charles, sem esquecer das personagens femininas mais importantes, a “moderna tia Meghan”, dublada por Condola Rashad (“Billions”), e a mamãe Kate Middleton, com a voz de Lucy Punch (“Professora Sem Classe”). A trama não estaria completa sem um mordomo culpado, que terá voz de Alan Cumming (“Instinct”). A série, chamada “The Prince” (O príncipe, em tradução literal), ainda não tem previsão de estreia. Já a HBO Max será inaugurada em maio nos EUA e, por enquanto, não há expectativa para seu lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Produtora de J.J. Abrams estaria desenvolvendo filmes e séries da Liga Justiça Sombria

    22 de janeiro de 2020 /

    A Liga da Justiça Sombria, grupo de heróis místicos da DC Comics, voltou a ser alvo de especulações. Segundo, o site Deadline a produtora Bad Robot, do cineasta J.J. Abrams, estaria desenvolvendo ideias de filmes e séries baseadas nos personagens que formam a versão de terror da Liga da Justiça para a Warner Bros. Os fãs já ouviram isso antes. E o próprio Deadline não parece muito entusiasmado, ao afirmar que as negociações nem começaram. Hannah Minghella e Ben Stephenson, respectivamente chefes das divisões de filmes e séries da Bad Robot, ainda estariam preparando-se para as reuniões que discutirão quais personagens pretendem levar às telas e quais abordagens imaginam para cada propriedade. A ideia de adaptar a versão “mística” da Liga da Justiça é antiga. O projeto circula há anos pelas salas de reuniões da Warner, com diretores tão variados como Guillermo Del Toro, Doug Liman e Joseph Kahn sentando com a Warner para ter essa mesma conversa dos executivos da Bad Robot. A notícia mais recente relacionada a esse projeto era de 2017. Na época, o roteirista Jon Spaihts (“Prometheus”, “Doutor Estranho”) teria sido contratado para desenvolver a história de um filme que reunisse todos os personagens. Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”, também entregou um roteiro juntando o grupo – em 2014. Nos quadrinhos da DC Comics, o grupo é liderado por John Constantine e inclui o Monstro do Pântano, o demônio Etrigan, a maga Zatanna, o fantasma Desafiador, a híbrida Orquídea Negra, a vidente Madame Xanadu, o misterioso Vingador Fantasma, entre muitos outros – os membros variam durante os arcos da publicação. Além de séries e filmes individuais de “Constantine” e “Monstro do Pântano”, “Liga da Justiça Sombria” também ganhou um longa animado da Warner, lançado no mercado de home vídeo em 2017, com participação do Batman e dublagem de Matt Ryan, o intérprete televisivo de John Constantine. No ano passado, a Bad Robot fechou um contrato milionário para desenvolver filmes e séries com exclusividade para a Warner.

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  • Série

    I Am Not Okay with This: Série teen com astros de It – A Coisa ganha imagens e data de estreia

    22 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou 12 fotos e o pôster de “I Am Not Okay with This”, série teen estrelada por Sophia Lillis e Wyatt Oleff (a Beverly e o Stanley de “It: A Coisa”), que adapta os quadrinhos homônimos de Charles Forsman (mesmo autor de “The End of the F***ing World”). O cartaz também revela que produção chega na plataforma em 26 de fevereiro. Lillis tem o papel principal como Sydney, uma garota que está tentando passar pelo ensino médio enquanto lida com as complexidades de sua família, suas dúvidas sobre sexualidade e misteriosos superpoderes que começa a desenvolver. O elenco ainda inclui os jovens atores Sofia Bryant (“The Good Wife”), Kathleen Rose Perkins (“You’re the Worst”), Aidan Wijtak-Hissong (“Falling Water”) e Richard Ellis (“Veronica Mars”). A série terá oito episódios de meia hora em sua 1ª temporada, com direção de Jonathan Entwistle e roteiros de Christy Hall, que também comandam a adaptação de “The End of the F***ing World” e voltaram a unir forças em torno da nova adaptação de quadrinhos de Forsman.

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  • Série

    Altered Carbon: Teaser anuncia data de estreia de 2ª temporada

    22 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um teaser da 2ª temporada de “Altered Carbon” para anunciar a data de estreia dos novos episódios. A 2ª temporada, que será estrelada por Anthony Mackie (o Falcão de “Vingadores: Ultimato”), chegará ao serviço de streaming em 27 de fevereiro. Graças à premissa da sci-fi, os novos episódios não terão dificuldades em explicar a troca de intérprete do personagem principal. Vivido pelo ator sueco Joel Kinnaman (que entrou em “Hannah”) na 1ª temporada, Takeshi Kovacks será agora interpretado por Mackie. O personagem, por sinal, também já foi mostrado como um homem oriental, interpretado por Will Yun Lee (da série “Falling Water”) em flashbacks da temporada inaugural, que explicam como a mesma pessoa pode aparecer com aparências tão diferentes. “Altered Carbon” se passa num futuro distante, em que a mente humana foi digitalizada e quem tem dinheiro pode transferir todas as suas memórias e sua personalidade de um corpo para outro, conforme vai envelhecendo, para usufruir da vida eterna. A série foi criada pelos roteiristas Laeta Kalogridis (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) e David H. Goodman (série “Fringe”), e é baseada no romance cyberpunk homônimo de Richard K. Morgan. Apesar da troca do protagonista, os coadjuvantes Renée Elise Goldsberry e Chris Conner vão continuar a interpretar seus personagens, respectivamente como a líder rebelde Quellcrist Falconer e a inteligência artificial Poe. Além de Mackie, as novidades incluem Simone Missick (a Misty Knight de “Luke Cage”), Dina Shihabi (“Jack Ryan”), Toren Liebrecht (“Operação Final”) e James Saito (“Eli Stone”). Your re-sleeving is now complete. 2.27.20. #AlteredCarbon pic.twitter.com/h4VtaCp6Wh — Altered Carbon (@AltCarb) January 21, 2020

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  • Etc,  Série

    Netflix mexe nos números para afirmar que The Witcher e Esquadrão 6 quebraram recordes de audiência

    21 de janeiro de 2020 /

    A série “The Witcher”, estrelada por Henry Cavill, e o filme “Esquadrão 6”, com Ryan Reynolds, teriam quebrado recordes de audiência da Netflix, segundo informação da própria plataforma. A companhia revelou o desempenho de seu último trimestre num relatório apresentado nesta terça-feira (21/1) para investidores. E ao abordar o conteúdo que justificaria seu crescimento no período, presentou números impressionantes, que jamais tinha atingido anteriormente. Para começar, o relatório afirma que 76 milhões de famílias assistiram à 1ª temporada de “The Witcher” nas primeiras quatro semanas de sua lançamento. Isso indica que 46% dos assinantes da Netflix em todo o mundo assistiram a atração, que estreou em 20 de dezembro e já se encontra renovada para sua 2ª temporada, transformando “The Witcher” na série mais vista da plataforma em todos os tempos. “Esquadrão 6”, dirigido por Michael Bay e lançado em 13 de dezembro, teria conquistado ainda mais público, visto por 83 milhões, praticamente metade do total de 167 milhões de assinantes do serviço no planeta, durante suas primeiras quatro semanas. Entretanto, estes números embutem uma pegadinha. Ao expor os recordes, a Netflix também anunciou ter mudado a maneira como realiza sua medição. E, graças à essa alteração, os resultados foram assumidamente inflados. Segundo a Netflix, uma série agora é considerada vista se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de um episódio, “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. A justificativa dada para a mudança foi o aumento na oferta de “títulos com durações muito variadas — desde episódios curtos (por exemplo, especiais com cerca de 15 minutos) até filmes muito longos” – como “O Irlandês”, de 3h30. Por isso, diz a Netflix: “acreditamos que reportar que famílias assistem a um título com base em 70% de um único episódio de uma série ou de um filme inteiro, o que estávamos fazendo, faz menos sentido. Agora estamos relatando famílias (contas) que optaram por assistir a um determinado título.” A própria Netflix assume que a nova métrica gera resultados cerca de 35% mais altos que a métrica anterior. Por exemplo, 45 milhões de assinantes “optaram por assistir” à minissérie “Nosso Planeta” – isto é, viram dois minutos de toda a produção. Enquanto que, na metodologia anterior, a visualização da produção era de 33 milhões – de pessoas que viram 70% de um episódio da série. Com esta distorção, todas as produções registraram aumento de audiência. “Você”, por exemplo, foi visto por 54 milhões de contas em sua 2ª temporada. O thriller psicológico “se originou na TV dos EUA com um público modesto”, observou a Netflix. A nova métrica é parecida com os critérios de visualizações dos vídeos do YouTube, que consideram, em sua audiência, apenas uma pequena parte do tempo de exibição de um determinado conteúdo. Mas vale observar que a maioria dos vídeos do YouTube não passam dos 4 minutos de duração – assim, 2 minutos de um clipe ou trailer podem representar 50% ou mais de toda sua visualização. O critério recém-adotado também deixa a medição da Netflix completamente distante dos relatórios de audiência da TV tradicional. Não é à toa que a Netflix pode afirmar, com certeza, que uma série “com um público modesto” na TV tem muito mais audiência em sua plataforma. Sempre terá, a não ser que seja um fracasso retumbante. O fato é que a Netflix tornou impossível a comparação dos resultados de sua audiência com as medições de outros veículos. Assim sendo, os raros números de visualizações divulgados pela empresa só servem mesmo de parâmetro para ela própria. Ninguém sabe realmente qual foi a audiência real de “The Witcher”, que deve ter sido alta, em comparação com outras produções de medição inflada da Netflix. Mas provavelmente muito menor que “Game of Thrones”, “The Walking Dead” e outros sucessos da TV convencional.

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  • Filme

    The Crown: Helena Bonham Carter revela que 4ª temporada vai se passar em 1985

    21 de janeiro de 2020 /

    A atriz Helena Bonham Carter revelou o ano em que a 4ª temporada de “The Crown” vai se passar. Cada temporada se passa numa década diferente, mas o período exato só costuma ser revelado próximo da estreia dos novos episódios. Ao falar com a imprensa durante o SAG Awards, que aconteceu na noite de domingo (19/1), a intérprete da Princesa Margaret acabou estragando a “surpresa” dos produtores, ao contar que tinha recentemente gravado cenas em que Margaret está no hospital, após “uma grande operação”. “Ela fez uma cirurgia complicada em 1985”, explicitou. Margaret realmente realizou uma operação para retirar parte do próprio pulmão em 1985. A irmã da rainha Elizabeth 2ª, que começou a fumar antes dos 15 anos de idade, teve seu sistema respiratório comprometido. Mas ela sobreviveu até os 71 anos, morrendo em 2002 de ataque cardíaco. Ainda não tem previsão de estreia, a 4ª temporada também vai acompanhar o casamento do Príncipe Charles com a Princesa Diana, que aconteceu em 1981, e o governo da primeira-ministra Margaret Tatcher, que entre 1984 e 1985 enfrentou uma greve de mineiros, que foi o maior confronto entre os sindicatos e o estado britânico. Diana será interpretada por Emma Corrin (“Pennyworth”) e Thatcher por Gillian Anderson (“Arquivo X”). Bonham Carter também acrescentou que aprova o recente anúncio do príncipe Harry e de Meghan Markle de se afastar de suas funções na família real. Ela disse que o casal tomou “a melhor decisão possível”.

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  • Série

    Locke & Key: Vídeo legendado destaca quadrinhos que inspiram a nova série da Netflix

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo legendado da série “Locke & Key”, que aborda a origem da história nos quadrinhos homônimos de Joe Hill, filho do escritor Stephen King. O vídeo mostra artes e depoimentos dos autores dos quadrinhos e dos produtores da atração, explicando o processo de adaptação. Mas cita apenas rapidamente que “‘Locke & Key’ teve um longo caminho até chegar às telas”. Na verdade, a estreia sobreviveu a praticamente uma maldição, que por anos a impediu de ser aprovada. A atual versão é a terceira configuração da produção, que, antes de ganhar sinal verde da Netflix, teve dois pilotos recusados, pela Hulu e pela Fox. A estreia, em fevereiro, vai marcar o fim de um trauma, após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox encomendou a primeira adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”), mas rejeitou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi mantido nessa terceira versão. Além dele, o elenco inclui Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”). “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a assombrá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. A 1ª temporada tem 10 episódios, que serão lançados em 7 de fevereiro.

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  • Série

    Star Trek: Picard ganha pôsteres de personagens e novo trailer com cenas inéditas

    20 de janeiro de 2020 /

    A plataforma americana CBS All Access divulgou uma coleção de pôsteres de personagens e o novo trailer de “Star Trek: Picard”. As cenas inéditas mostram personagens conhecidos dos fãs do universo “Star Trek” – como Data e Sete de Nove – e o desejo do protagonista, interpretado por Patrick Stewart, de retornar à ativa para mais uma missão. A série, que foi renovada antes da estreia, vai reencontrar o ex-capitão da Enterprise Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) após quase duas décadas – sua última aparição foi no filme “Jornada Nas Estrelas: Nêmesis” (2002). Aposentado, ele é trazido de volta à ação por um pedido de ajuda de uma jovem em perigo (vivida por Isa Briones, de “Ladrões”), que chama sua atenção para uma grande ameaça. Sem contar com apoio ou consideração da Federação, Picard decide juntar uma equipe de voluntários, entre renegados e velhos conhecidos, para uma nova missão. Mas não sem antes consultar/despedir-se de seus antigos companheiros de tripulação, o que também vai permitir aos fãs descobrirem o destino dos demais personagens da série clássica “Star Trek: Nova Geração”. A novíssima geração de tripulantes de “Picard”, por sua vez, será formada por Alison Pill (de “Scott Pilgrim Contra o Mundo” e “Vice”), Harry Treadaway (“Penny Dreadful”, “Mr. Mercedes”), Santiago Cabrera (“Heroes”, “Big Little Lies”), Michelle Hurd (“Demolidor”, “Blindspot”) e Rebecca Wisocky (“Devious Maids”), além de incluir Jeri Ryan, que retoma o papel da borg Sete de Nove (Seven of Nine), de “Star Trek: Voyager”. A equipe de produção destaca Michael Chabon (roteirista de “John Carter”) como showrunner, sob supervisão executiva de Alex Kurtzman, que conduz a saga espacial desde o filme “Star Trek” (2009) e é o chefão da franquia. “Star Trek: Picard” é uma produção original da CBS All Access, mas será disponibilizada no Brasil pela Amazon Prime Video, a partir de 24 de janeiro de 2020 – um dia depois da estreia nos Estados Unidos.

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    Batwoman se torna primeira heroína publicamente LGBTQIA+ da televisão

    20 de janeiro de 2020 /

    O primeiro episódio de 2020 de “Batwoman” trouxe uma grande reviravolta para a vida da heroína de Gotham City. Intitulado “How Queer Everything Is Today!”, o episódio exibido no domingo (19/1) nos EUA mostrou Batwoman assumindo-se lésbica publicamente. Até então, os moradores de Gotham City não sabiam qual era a orientação sexual da heroína, afinal sua identidade secreta era – ainda é – desconhecida da maioria. Atormentada por uma cobertura de mídia que buscava transformá-la em par romântico de um policial bonitão – apelidado de “Capitão América” – , Kate Kane decidiu contestar a imagem equivocada de sua sexualidade. A saída do armário aconteceu logo após ela salvar a vida do tal policial, quando o público apontou celulares para o suposto casal e fez coro de “beija”. E minutos após ela ouvir a história de uma hacker delinquente, que se tornou criminosa após ser rejeitada pelos pais por ser lésbica. Sentindo-se culpada por não poder dizer que entendia essa rejeição, ela resolveu se assumir, com direito à capa da revista CatCo, numa entrevista exclusiva de Kara Danvers – a Supergirl, que virou a nova melhor amiga de Batwoman, após os eventos da “Crise nas Infinitas Terras”. A capa pode ser vista acima. As séries da DC tem outras personagens LGBTQIA+. Entretanto, embora sejam assumidas em seu cotidiano civil, nenhuma tinha explicitado a sexualidade de suas identidades no combate ao crime. Curiosamente, Kate Kane nem sempre foi lésbica. Para quem não lembra, a versão feminina de Batman surgiu 12 anos antes de Batgirl, criada por Edmond Hamilton e Sheldon Moldoff em 1956 como possível interesse romântico do Homem-Morcego, em resposta às alegações sobre a suposta homossexualidade do herói – denunciada pelo controvertido livro “Sedução dos Inocentes”. Isto acabou se tornando irônico, devido ao posterior desenvolvimento da personagem. A fase original acabou em 1964, quando o editor Julius Schwartz resolveu cortar a maioria dos coadjuvantes supérfluos de Batman – havia até um batcão. E Batwoman só foi retornar com força em 2006, numa versão repaginada pelo evento “52”, que rebutou os quadrinhos da editora. Foi nessa volta que ela se assumiu lésbica, tornando-se a mais proeminente heroína LGBTQIA+ da editora. Apesar disso, esta opção sexual não foi facilmente assimilada pela Warner, que demorou a incorporar a personagem em seus projetos da DC Comics. Até a animação que tinha seu nome no título, “Batman: O Mistério da Mulher-Morcego”, optou por retratar a heroína com uma identidade diferente. E toda a equipe dos quadrinhos da heroína pediu demissão em 2013, quando a DC proibiu seu casamento com Maggie Sawyer. Mas os tempos evoluem e, há três anos, a animação “Batman: Sangue Ruim” finalmente debutou a versão atual de Kate Kane, com a voz de Yvonne Strahosky (da série “The Handmaid’s Tale”) e a mesma orientação sexual dos quadrinhos. “Batwoman” é estrelada por Ruby Rose (de “Megatubarão”), que é lésbica assumida, e produzida por Caroline Dries, que compartilha a mesma orientação sexual da heroína e da atriz. Inédita no Brasil, a série será distribuída internacionalmente pela plataforma HBO Max, que chega em maio nos EUA e não tem previsão de lançamento no país. A WarnerMedia chegou a dizer, em comunicado oficial, que o Brasil pode ficar sem o serviço “devido à incerteza regulatória existente no país”, numa crítica ao desgoverno do setor audiovisual no governo Bolsonaro.

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    Amazing Stories: Remake da série clássica de Steven Spielberg ganha primeira foto e data de estreia

    19 de janeiro de 2020 /

    O aguardado remake de “Amazing Stories”, série clássica de Stephen Spielberg, ganhou sua primeira foto, que pode ser vista acima, e sua data de estreia. A atração vai estrear com nada menos que cinco episódios em 6 de março no serviço de streaming Apple TV+. O anúncio foi feito no domingo (19/1) durante o evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Descrita como uma “reimaginação” da série de antologia original, que foi exibida na rede NBC por duas temporadas em meados da década de 1980, a nova versão está sendo desenvolvida pela dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz (criadores de “Once Upon a Time”), mas Spielberg continua creditado como produtor executivo. Originalmente, a série era uma antologia de ficção científica ao estilo de “Além da Imaginação” (Twilight Zone), com uma história diferente por episódio. O próprio Spielberg dirigiu o piloto, e a impressionante lista de cineastas que trabalharam no projeto também incluiu Martin Scorsese (“O Irlandês”), Clint Eastwood (“O Caso Richard Jewell”), Robert Zemeckis (“De Volta para o Futuro”), Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), Tobe Hooper (“Poltergeist”), Joe Dante (“Gremlins”), Tom Holland (“A Hora do Espanto”), Brad Bird (“Os Impossíveis”), Bob Clark (“Porky’s”), Donald Petrie (“Miss Simpatia”), Ken Kwapis (“Quatro Amigas e um Jeans Viajante”) e Peter Hyams (“Outland”), entre outros. Apesar desse time, “Amazing Stories” não teve grande audiência e foi cancelada pela rede NBC na 2ª temporada. A série durou 45 episódios, exibidos entre 1985 e 1987. No Brasil, teve até episódios lançados em VHS, com o título traduzido como “Histórias Maravilhosas”. Por curiosidade, a sci-fi “O Milagre Veio do Espaço” (1987) foi escrita como um episódio da série, mas Spielberg gostou tanto da história que optou por transformá-la em filme, dirigido por Matthew Robbins, que também comandou capítulos da série. O título “Amazing Stories”, na verdade, é bem mais antigo que a série dos anos 1980. Spielberg o escolheu para homenagear uma antiga publicação pulp de ficção científica lançada em 1926, que trazia histórias de Julio Verne, H.G. Wells e um novo herói espacial chamado Buck Rogers. A foto adiantada da nova versão é de um episódio dirigido por Mark Mylod (de “Game of Thrones”), intitulado “The Rift”, que será estrelado por Kerry Bishe (“Halt & Catch Fire”), Edward Burns (“A Sombra do Inimigo”), Juliana Canfield (“Succession”), Austin Stowell (“Catch 22”) e o menino Duncan Joiner (“Camping”). Outros episódios contarão com Dylan O’Brien (“Maze Runner”), Victoria Pedretti (“The Haunting of Hill House”), Sasha Alexander (“Rizzoli & Isles”), Josh Holloway (“Colony”) e o falecido Robert Forster (“El Camino – A Breaking Bad Movie”) em seu último papel.

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    Little Fires Everywhere: Minissérie com Reese Witherspoon e Kerry Washington ganha trailer

    19 de janeiro de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer de “Little Fires Everywhere”, minissérie estrelada por Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”). A prévia ressalta o clima dramático de tensão entre as duas personagens, e parece contar o que levou a personagem de Witherspoon a ser vítima de um incêndio criminoso. Adaptação do livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”, a história acompanha duas famílias distintas que se aproximam devido aos filhos, numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”), e a descrição da produção é um pouco mais elaborada: “A série segue os destinos entrelaçados da perfeita família Richardson” – liderada por Witherspoon e Joshua Jackson (de “The Affair”) – “e uma enigmática mãe e filha” – interpretadas por Washington e Lexi Underwood (de “Reunião de Família”) – “que viram suas vidas do avesso. A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre”. “Little Fires Everywhere” é mais uma produção da Hello Sunshine, produtora de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. O elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). A estreia vai acontecer em 18 de março nos EUA.

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