Bolsonaro vira sinônimo de burro em série da Netflix
Lançada na Netflix na quinta-feira passada (23/4), a 3ª e última temporada da série mexicana “La Casa de Las Flores” usou o sobrenome da família Bolsonaro como sinônimo de “burro”. A ofensa acontece no quinto episódio, durante uma discussão entre a personagem Paulina de la Mora (papel de Cecília Suarez) e Diego Olvera (Juan Pablo Medina). Na cena, ela grita para o homem: “Cale a boca! Você é burro? Você é do Alabama [estado norte-americano]? Seu sobrenome é Bolsonaro ou o quê?”. A Netflix não substituiu o sobrenome do presidente na legenda oficial. A frase apenas reflete o que diversas publicações internacionais têm dito sobre Jair Bolsonaro desde que ele culpou Leonardo DiCaprio por incêndios na Amazônia. Comédia de flertes dramáticos, “La Casa de Las Flores” acompanha uma família de classe alta cheia de segredos. A série começa com o patriarca levando os filhos que teve com uma amante para a sua família — que não sabia de nada.
4ª temporada de The Last Kingdom estreia sem publicidade na Netflix
A 4ª temporada de “The Last Kingdom” chegou na Netflix neste domingo (26/4) sem muita publicidade. Apesar de ser uma das melhores produções do catálogo da empresa, o lançamento foi lembrado apenas no perfil oficial da série nas redes sociais. Nenhuma nota foi divulgada para a imprensa, nenhum trailer foi disponibilizado nas contas da plataforma, numa falta de iniciativa que evoca a relação da Netflix com outras produções já canceladas. Este abandono é um desserviço para os fãs, que são numerosos e apaixonados, e um pouco caso com o dinheiro investido na (super)produção da série. O público precisa saber que a temporada existe para procurá-la. Os novos capítulos marcam apenas o segundo ano de realização da série pela Netflix, que assumiu “The Last Kingdom” após a desistência da BBC ao final da 2ª temporada. Responsável por sua distribuição internacional, a plataforma resolveu bancar sozinha a produção, graças a seu sucesso em vários países, para continuar a contar a história, adaptada dos livros das “Crônicas Saxônicas” (The Saxon Stories), do autor inglês Bernard Cornwell. Desenvolvida por Stephen Butchard (séries “Vincent” e “Good Cop”), “The Last Kingdom” se passa nos final do século 9, quando muitos dos reinos separados que hoje formam a Inglaterra foram invadidos pelos vikings, e Wessex precisou se defender sozinho sob o comando do Rei Alfredo, o Grande (David Dawson). O elenco destaca o ator Alexander Dreymon como o herói do “último reino”, Uhtred, um jovem britânico que teve a família assassinada durante uma invasão dos vikings e acabou criado desde a infância como um filho por Ragnar Lothbrok. Após uma traição entre os próprios vikings implicá-lo no assassinato de Ragnar, ele foge de volta para Wessex, onde tenta reivindicar seu direito de nascença como herdeiro de terras da nobreza. Mas apesar das façanhas heroicas, continua a ser visto como um bárbaro pelo desconfiado Alfredo. Seguindo o padrão das temporadas anteriores, que adaptaram dois livros por vez, o quarto ano se concentra no sétimo e oitavo volumes das Crônicas: “O Guerreiro Pagão” (The Pagan Lord) e “O Trono Vazio” (The Empty Throne), que lidam com a transição de poder em Wessex. Até o momento, Bernard Cornwell publicou 12 volumes de suas Crônicas Saxônicas – o mais recente em 2019 – e o 13º estava previsto para este ano. Espera-se que o descaso atual tenha sido apenas um “lapso” momentâneo e a Netflix continue a produzir a série até o fim da história. WE ARE BACK! Season 4 of The Last Kingdom is now available on NETFLIX. Binge away, Arselings! #TheLastKingdom pic.twitter.com/dfqmPwvctx — The Last Kingdom (@TheLastKingdom) April 26, 2020
2ª temporada de Disque Amiga para Matar ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Disque Amiga para Matar” (Dead to Me), série protagonizada por Christina Applegate (“Perfeita É a Mãe!) e Linda Cardellini (“Pai em Dose Dupla”). A prévia mostra o tom do humor negro da produção, ao mostrar as duas tentando sumir com um cadáver sem ficar muito paranoicas com possíveis pistas deixadas para trás A trama é centrada em Jen (Applegate), uma viúva aparentemente certinha, mas com problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, ela desenvolve uma amizade com Judy (Cardellini), uma mulher de espírito livre que conhece num grupo de apoio. Mas enquanto se tornam amigas improváveis, Judy faz de tudo para esconder um grande segredo. “Disque Amiga para Matar” marcou a volta da atriz Christina Applegate às sitcoms. Lançada ainda adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (Married with Children, 1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). A atração volta a reunir a atriz com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois ex-sócios produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, autora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. A série ganhou grande visibilidade quando a Netflix passou a divulgar, de forma experimental, sua primeira lista semanal dos dez programas mais vistos em seu catálogo para auxiliar assinantes do Reino Unido a descobrir quais as atrações mais populares em sua região. “Dead to Me”, com seu título original, liderou o ranking por semanas. A 2ª temporada estreia em 8 de maio.
Snowpiercer: Série sci-fi baseada no filme de Bong Joon-ho ganha novo trailer
O canal pago TNT divulgou mais um trailer da série sci-fi “Snowpiercer”, baseada no filme de mesmo nome do diretor Bong Joon-ho (o mesmo de “Parasita”), que foi lançado no Brasil como “Expresso do Amanhã” (2013). A prévia recria a estética do filme, mostrando um mundo pós-apocalíptico onde a guerra de classes ameaça a se tornar sanguinária. Prestes a estrear, a série teve que superar muitas paradas para chegar a este ponto. “Snowpiercer” foi concebida há cinco anos por Josh Friedman (“O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor”), que se desentendeu com os executivos da TNT sobre os rumos da atração, após esperar quase ano por uma decisão sobre seu roteiro, mais um ano para gravar o piloto com o cineasta Scott Derrickson (“Doutor Estranho”) e quase o mesmo tempo de discussão sobre como conduzir o projeto. Ele acabou substituído por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”) e isso atrasou a estreia em mais dois anos, já que Derrickson se solidarizou com Friedman e recusou-se a mexer no piloto original. Assim, para acomodar as alterações pedidas pelo canal, o capítulo precisou ser inteiramente refilmado com outro diretor – James Hawes, de “Black Mirror”. E só depois os demais episódios começaram a ser gravados. Os executivos da Turner ainda causaram outro problema com sua indefinição sobre o que fazer com a série. Encomendada pela TNT, ela foi repassada para o TBS, que é especializado em comédias. Mas alguém deve ter percebido o equívoco, pois o lançamento voltou para a TNT, onde finalmente será exibida. Apesar das dificuldades de bastidores, “Snowpiercer” foi renovada para sua 2ª temporada um ano antes de exibir seu primeiro episódio. Essa demora, ironicamente, favoreceu a série, já que o diretor do filme em que se baseia, o sul-coreano Bong Joon-ho, foi o grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”. A premissa da série pós-apocalíptica é a mesma do filme de Bong Joon Ho, que, por sua vez, baseava-se nos quadrinhos franceses de Jacques Lob e Jean-Marc Rochette. A trama se passa em 2031, após uma nova Era do Gelo erradicar quase toda a vida na Terra. Os últimos sobreviventes da humanidade vivem num trem Perfurador de Neve, que usa seu próprio movimento sobre os trilhos para gerar energia. O problema é que, dentro do veículo, há um sistema de classes sociais que acumula tensões e deflagra uma revolução. O grande elenco da adaptação é encabeçado por Jennifer Connelly (“Noé”), como o rosto do sistema, e Daveed Diggs (série “The Get Down”), como a voz da rebelião, além de Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”) e Alison Wright (série “The Americans”). A estreia vai acontecer em 17 de maio nos Estados Unidos. No Brasil, “Snowpiercer” será disponibilizado pela Netflix, em data ainda não divulgada.
Danny DeVito será o diabo em nova série animada do criador de Rick and Morty
O canal pago americano FX encomendou uma nova série de animação a Dan Harmon, criador de “Rick and Morty”. Ele vai produzir “Little Demon”, série que terá Danny DeVito (“Jumanji: Próxima Fase”) como o diabo. O ator veterano vai trabalhar com sua filha, Lucy DeVito (da série “Deadbeat”), que também viverá sua filha na série, e com a atriz Aubrey Plaza (“Brinquedo Asssassino), intérprete da mãe de Lucy. A trama acompanha a personagem de Plaza, mulher engravidada pelo Diabo (DeVito) que agora cria sua filha adolescente (Lucy DeVito), destinada a ser o anticristo. Elas tentam viver uma vida normal em Delaware, nos EUA, mas são constantemente atrapalhadas por forças monstruosas, incluindo o próprio Satã, que quer custódia da filha. A FX deve começar a produção de “Little Demon” nas próximas semanas, com a equipe ainda em quarentena, trabalhando em suas casas. A série ainda não tem previsão de estreia.
Personagem Mon Mothma vai voltar em nova série Star Wars
Surgiram novidades da produção da série “Star Wars” sobre Cassian Andor, personagem interpretado por Diego Luna, introduzido no filme “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). A começar pela contratação de novos nomes do elenco coadjuvante. A atriz Genevive O’Reilly, que interpretou Mon Mothma em “Rogue One”, vai reprisar seu papel na série. A personagem tem longa trajetória na franquia, tendo aparecido pela primeira vez no filme “O Retorno de Jedi” (1983), quando foi interpretada por Caroline Bakston. Líder política, ela é uma das principais responsáveis pela criação da Aliança Rebelde em oposição ao Império, como narrado em “Rogue One”. Além dela, também foi confirmada a participação da irlandesa Denise Gough (de “Colette”). As duas se juntam a Diego Luna, protagonista da produção, Alan Tudyk, como a voz do robô K-2SO, além de Stellan Skarsgard (vencedor do Globo de Ouro por “Chernobyl”) e Kyle Soller (da série “Poldark”) em papéis não revelados. Outra novidade é que a trama se passará cinco anos antes dos acontecimentos mostrados em “Rogue One”. A informação foi divulgada no site oficial da franquia, em nota que confirmou as escalações de Stellan Skasgard, Kyle Soller, Denise Gough e Genevive O’Reilly. Ainda sem título definido, a série mostrará a formação da Aliança Rebelde. Em termos de cronologia, a história também vai se passar entre “Star Wars: A Vingança dos Sith” (2005) e “Rogue One”, colocando sua trama antes do primeiro longa oficial da saga clássica, “Guerra nas Estrelas” (1977) – rebatizado de “Star Wars: Uma Nova Esperança” nos anos 1990. Devido a crise sanitária, não há previsão para o começo das gravações ou sua estreia.
Hightown: Série criminal com atriz de Chicago Fire ganha trailer e imagens
O canal pago americano Starz divulgou o pôster, fotos e o primeiro trailer de “Hightown”, série criminal passada numa cidadezinha costeira com problemas de drogas. A série vai acompanhar as investigações de uma agente federal do Departamento de Pesca Marinha, que decide encerrar seu histórico festeiro e ficar sóbria após encontrar um cadáver na região litorânea de Cape Cod, em Massachusetts, e bater de frente com a polícia local. O bom elenco da produção reúne Monica Raymund (“Chicago Fire”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Riley Voelkel (“The Originals”), Shane Harper (“Code Black”), Amaury Nolasco (“Prison Break”), Atkins Estimond (“The Resident”) e Dohn Norwood (“Mindhunter”) A série é uma criação de Rebecca Perry Cutter (produtora-roteirista de “Gotham”) e tem entre seus produtores o poderoso Jerry Bruckheimer (de “CSI” e “Piratas do Caribe”). “Hightown” estreia em 17 de maio na TV americana e mundialmente – inclusive no Brasil – pelo streaming do Strazplay.
Paul Rudd e Will Ferrell vão estrelar minissérie de comédia da Apple
A Apple encomendou a produção de “The Shrink Next Door”, minissérie de comédia que será protagonizada por Paul Rudd (o “Homem Formiga”) e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A dupla já contracenou com sucesso nos dois filmes da franquia “O Âncora”. A premissa de “The Shrink Next Door” é baseada numa história real, contada em um podcast, sobre um psicólogo que usa sua influência sobre um paciente para roubar sua casa e sua empresa. Rudd foi escalado no papel do terapeuta Dr. Isaac “Ike” Herschkopf, enquanto Ferrell viverá seu paciente e vítima Martin “Marty” Markowitz. Não existem outras informações sobre o elenco. A minissérie terá oito episódios, que contarão com roteiros de Georgia Pritchett (da série “Veep”) e direção de Michael Showalter (“Doentes de Amor”). Diante da crise sanitária atual, ainda não há data prevista para o começo da produção, que será lançada na plataforma de streaming Apple TV+.
Hard: Natália Lage herda produtora de vídeos adultos em trailer de nova série da HBO
A HBO divulgou o primeiro trailer de “Hard”, sua nova série de comédia brasileira, que traz Natália Lage (“A Divisão”) como herdeira de uma produtora de vídeos adultos. Na trama, a atriz vive Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. A série é remake de uma produção francesa de mesmo nome e terá duração de três temporadas, com 6 episódios de 30 minutos em cada uma delas. Gravada em São Paulo com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”), a atração também traz no elenco Julio Machado (“Divino Amor”), Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). “Hard” estreia na HBO no dia 17 de maio às 23h.
The Mandalorian: Pedro Pascal diz que só entrou na série após gravações da 1ª temporada
Apesar de viver o protagonista da série “The Mandalorian”, Pedro Pascal confessou que só se juntou à produção após as gravações da 1ª temporada. O ator contou o processo de sua escalação em entrevista ao Yahoo, que começou com uma reunião secreta com os criadores Jon Favreau e Dave Filoni. “No começo, a parte mais secreta foi a primeira ligação. Eles disseram que Jon Favreau e Dave Filoni queriam me encontrar para falar sobre ‘alguma coisa de Star Wars’. Foram essas as palavras. Então quando fui me encontrar com Jon, eles me levaram para uma sala em que as paredes estavam cobertas, de um canto a outro, com ilustrações de toda a 1ª temporada. Era essa história ‘Star Wars’ com um personagem parecido com Boba Fett no centro da maioria e então, obviamente, esse adorável e pequeno Baby Yoda.” Para convencer Pascal a aceitar o papel, a dupla o levou ao set, deixou vestir o capacete de seu personagem e lhe entregou roteiros de seis episódios. Mas quando finalmente aceitou viver o protagonista, a 1ª temporada já estava toda gravada e a equipe estava se preparando para começar produção do 2º ano. “Isso tudo foi para ter uma ideia, para me ajudar a considerar o projeto e também, pelo menos da minha perspectiva, para que eles considerassem a voz que queriam ouvir vindo de dentro daquela máscara. Eles me escalaram para o papel quando estávamos próximos de lançar a 1ª temporada e enquanto gravávamos a 2ª. Agora há um grande esquema de segurança em tudo para garantir que nada vaze”. Desta forma, Pedro Pascal confirma que foi responsável apenas pela voz de seu personagem, algo parecido com o que aconteceu com “Darth Vader”, que foi interpretado por David Prowse e dublado por James Earl Jones. Vale lembrar que já havia sido revelado que o ator não tinha trabalhado no 4º episódio. A atriz Bryce Dallas Howard, que dirigiu o capítulo, disse que nunca encontrou Pascal no set durante as gravações. “Ele estava em ensaios para o ‘Rei Lear’ na Broadway”, contou Howard ao site Vulture. “Por isso, quando estávamos fazendo o meu episódio, eu não trabalhei com Pedro.” Como o Mandaloriano não tira nunca seu elmo, dois dublês se revezam no papel, Brendan Wayne e Lateef Crowder. Howard revelou que trabalhou principalmente com Wayne, que, por incrível que pareça, é neto do lendário ator John Wayne. “[Wayne] absolutamente trouxe tudo para esse personagem, e fomos capazes de encontrar os momentos e resolvê-los juntos”, disse Howard. Wayne apareceu em todos os episódios da 1ª temporada de “The Mandalorian” e também estava sob contrato para trabalhar na 2ª temporada, que já foi gravada e tem previsão de estreia para outubro na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). A equipe já trabalha no 3º ano da produção.
Gangs of London: Série do diretor de The Raid ganha trailer violento
“Gangs of London”, que estreia nesta quinta (23/4) no canal pago britânico Sky Atlantic, ganhou diversas fotos e vídeos, inclusive um trailer bastante violento para maiores. Precedido por críticas positivas, o material apresenta a trama e os personagens da série criada, produzida e dirigida por Gareth Evans. O cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão”, marco do cinema de ação do século 21, concebeu a premissa para um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. A série leva a violência do jogo a um nível mais brutal, ao mostrar a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A história começa com o assassinato de Finn Wallace, o chefão criminal mais poderoso de Londres nos últimos 20 anos, deixando um buraco na rede de crime organizado que ele governou. Quando seu filho e herdeiro Sean Wallace decide priorizar descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no topo dos negócios ilícitos da metrópole. A produção é estrelada por Joe Cole, mais conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”, o que induz algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley (“Game of Thrones”), David Bradley (também de “Game of Thrones”), Richard Harrington (“Hinterland”), Mark Lewis Jones (“Chernobyl”), Jing Lusi (“Podres de Ricos”), Narges Rashidi (“Sob a Sombra”), Emmett J Scanlan (“Krypton”), Lucian Msamati (“His Dark Materials”), Ray Panthaki (“Marcella”), Ian Beattie (outro de “Game of Thrones”) e Colm Meaney (“Hell on Wheels”) como o falecido Finn Wallace. Além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”).
Série sobre os bastidores de The Mandalorian ganha trailer
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o trailer da série documental “Disney Gallery: The Mandalorian”. A prévia mostra que, além um grande “making of” da primeira série live-action do universo “Star Wars”, a atração também terá uma mesa redonda com participação do elenco e dos diretores dos episódios – tudo com mediação do cineasta Jon Favreau, criador de “The Mandalorian”. Parte dos bastidores da série já foi vista pelos fãs no canal oficial de “Star Wars” no YouTube, onde vídeos das gravações foram revelados, com destaque para a tecnologia revolucionária utilizada na produção, que possibilitou a gravação dos cenários de outros mundos da trama em tempo real, junto com a performance dos atores. O segredo foi cercar a parede do estúdio com um vídeo gigante de LED semicircular, que ancorou todas as locações interplanetárias de forma realista. Graças a essa inovação, a série aposentou os fundos azuis, que costumam tapar as paredes dos estúdios para marcar o espaço dos efeitos visuais, acrescentados na pós-produção. A técnica também aprimora enormemente o desempenho dos atores, que não precisam mais preencher cenários vazios com suas imaginações. Em vez disso, eles podem ver os ambientes digitais exatamente como vão aparecer na tela e interagir naquele espaço com maior realismo durante suas interpretações. Mais de 50% da 1ª temporada de “The Mandalorian” foi registrada com ajuda da parede de vídeo de LED semicircular, combinando os fundos digitais com acessórios físicos do cenário. “The Mandalorian” vai ganhar 2ª temporada em outubro, e Favreau já teria começado a trabalhar nos roteiros da 3ª. Mas o Disney+ (Disney Plus) enfrenta grande carência de material inédito por conta da interrupção das produções como precaução contra o novo coronavírus. Por conta disso, “Disney Gallery: The Mandalorian” também cumpre a função de “tapa-buraco” na plataforma. A estreia está marcada para 4 de maio, no “dia mundial de Star Wars”, que é comemorado nesta data por conta de um trocadilho – “May the Fourth” (4 de maio, em inglês) soa como uma frase marcante da franquia, “que a Força esteja com você” (“may the Force… be with you”).
White Lines: Primeira série em inglês do criador de La Casa de Papel ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “White Lines”, nova série do espanhol Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Trata-se da primeira atração do produtor-roteirista falada em inglês, ainda que passada em Ibiza, ilha espanhola que é ponto turístico de baladeiros do mundo inteiro, tanto pelas praias quanto pela agitação noturna. A prévia assume humor negro, com excesso de cocaína e sangue, ao acompanhar a busca de uma mulher pelo assassino de seu irmão, um jovem DJ inglês. Vale lembrar que “white lines” é gíria para cocaína – e título de uma música famosa sobre o consumo da droga, cantada pelo rapper Melle Mel, um dos Furious Five do DJ Grandmaster Flash, em 1982. Na trama, o cadáver do DJ é encontrado em Ibiza 20 anos após seu misterioso desaparecimento. Sua irmã retorna à ilha para investigar e mergulha em um mundo repleto de adrenalina, clubes noturnos, mentiras e dissimulações. Em um lugar onde todos vivem no limite, ela é forçada a encarar o lado mais sombrio de sua própria personalidade. A protagonista é vivida pela atriz inglesa Laura Haddock, que interpretou a mãe de Peter Quill na franquia “Guardiões da Galáxia”, além de ter estrelado “Transformers: O Último Cavaleiro” e a série “Da Vinci’s Demons”. O elenco também destaca Daniel Mays (“Rogue One”), Tom Rhys Harries (“Britannia”), Pedro Casablanc (“Dor e Glória”), Belén López (“Holmes & Watson. Madrid Days”) e Jade Alleyne (“Years and Years”). “White Lines” estreia em 15 de maio na Netflix.











