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  • Filme

    Biografia da guitarrista da banda punk The Slits vai virar série

    1 de setembro de 2020 /

    As memórias da lendária guitarrista punk Viv Albertine vão virar série dos produtores de “Carol” e “Colette”, Elizabeth Karlsen e Stephen Woolley, proprietários da Number 9 Films. Eles se juntaram à Rachael Horovitz (“Patrick Melrose”), da West Fourth Films, para adquirir os direitos de duas autobiografias de Albertine, que lembram a juventude dos anos 1970 e a ascensão da artista como guitarrista da banda feminina The Slits (1977-1982) no auge da cena original do punk rock londrino. No comunicado do projeto, Albertine disse: “Estou muito feliz que Rachael, Elizabeth e Stephen estejam trazendo meus livros para a tela. Desde o início, eles foram sensíveis à natureza extremamente pessoal do trabalho e eu sabia que os livros estavam nas mãos de produtores com integridade. A visão deles está perfeitamente sintonizada com o trabalho, eles entendem o assunto e a época, então mal posso esperar o projeto começar e ver todos os personagens da minha história ganharem vida.” Os produtores também se manifestaram: “Que perspectiva empolgante e estimulante, reexplorar uma época em que a música, a moda, as ideologias políticas e a sexualidade estavam viradas de cabeça para baixo. Tudo tão lindamente evocado com as percepções pessoais e reflexões francas da vida de uma mulher extraordinária, nos dois incríveis livros de memórias de Albertine.” “Nada do que aconteceu antes ou depois pode se comparar à explosão do punk londrino dos anos 1970, e Viv Albertine ajudou a embalar a dinamite, colocar o detonador e acender o pavio”, acrescentaram Karlsen, Woolley e Horovitz no comunicado em conjuto. “The Slits forjou a trilha sonora de uma revolução cultural icônica e de gênero, e a guitarrista Viv Albertine estava bem no meio disso. Ela ajudou a criar uma nova atitude desinibida, uma linguagem musical única e uma estética DIY [faça você mesmo] que invadiu e se enraizou no mainstream. ” Além de tocar guitarra, Albertine também dirigiu curtas e a série britânica “The Tomorrow People” (em 1994), contribuiu para a trilha sonora de “Archipelago” (2010), da cineasta Joanna Hogg, e virou atriz em “Exibição” (2013), que ela protagonizou ao lado de Tom Hiddleston (“Thor”) para Hogg. Veja abaixo a capa dos livros da guitarrista e o clipe de “Typical Girls”, gravação emblemática das Slits, que em 1979 despertou furor de conservadores.

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  • Série

    Furacão Katrina vai virar série dos criadores de American Crime e Locke & Key

    1 de setembro de 2020 /

    Os premiados roteiristas John Ridley e Carlton Cuse se juntaram para criar e produzir uma série sobre o furacão Katrina para a Apple. Ridley tem no currículo o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “12 Anos de Escravidão” e uma indicação ao Emmy como criador de “American Crime”, enquanto Cuse venceu o Emmy como roteirista de “Lost”. Ele também criou as séries “Jack Ryan”, “Locke & Key”, “Colony” e “Bates Motel”. Intitulada “Five Days at Memorial”, a série vai adaptar o livro homônimo de Sheri Fink, premiado com o Pulitzer, acompanhando cinco dias em um hospital de Nova Orleans após a passagem do furacão Katrina na região em 2005. Quando as enchentes aumentaram, a energia caiu e o calor subiu, enfermeiros e médicos exaustos foram forçados a tomar decisões de vida ou morte que os perseguiram por muitos anos. A produção é da ABC Signature, onde Ridley e Cuse têm contratos de desenvolvimento, para lançamento na plataforma Apple TV+. Além deste projeto, Ridley também está desenvolvendo um drama musical ambientado em sua cidade natal, Milwaukee, para o canal pago Showtime, ao lado da cantora Alicia Keys e dos compositores Benj Pasek e Justin Paul. Cuse, por sua vez, trabalha na 2ª temporada de “Locke & Key” na Netflix e na 3ª de “Jack Ryan” na Amazon, embora tenha se afastado das funções de showrunner nesta última.

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  • Série

    Jamie Foxx vai estrelar série de comédia na Netflix

    1 de setembro de 2020 /

    Depois do sucesso de “Power”, Jamie Foxx vai aprofundar sua relação com a Netflix. O astro fechou contrato para estrelar e produzir sua primeira série para a plataforma. Intitulada “Dad Stop Embarrassing Me” (Pai, pare de me constranger, em tradução literal), a série é uma comédia inspirada no relacionamento de Foxx com sua filha, Corinne. O projeto é a primeira série de Foxx em 20 anos, desde que ele saiu da TV para o cinema. O showrunner, por sinal, será Bentley Kyle Evans, co-criador de sua última série, “The Jamie Foxx Show”, que durou 100 episódios entre 1996 e 2001. O elenco também inclui David Alan Grier, que coestrelou com Foxx o humorístico “In Living Color” nos anos 1990, além de Kyla-Drew (“Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Jonathan Kite (“2 Broke Girls”). Ainda não há previsão de estreia. Os próximos projetos de Foxx no cinema são a animação “Soul”, da Pixar, o drama racial “Signal Hill”, e ele também vai estrear como diretor à frente da comédia “All-Star Weekend”, com Robert Downey Jr. (“Os Vingadores”) e Gerard Butler (“300”).

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  • Série

    Criadores de Game of Thrones anunciam série sci-fi épica na Netflix

    1 de setembro de 2020 /

    Os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, anunciaram a produção de uma nova série para a Netflix. Trata-se de uma adaptação da trilogia “O Problema dos Três Corpos” (The Three-Body Problem), do chinês Liu Cixin, premiada com o Hugo Award (o Oscar da literatura sci-fi). A série vai contar a história do primeiro contato da humanidade com uma civilização alienígena e os responsáveis pela produção a consideram épica e “ambiciosa”. Mais épica e ambiciosa que “Game of Thrones”? Aparentemente. “A trilogia de Liu Cixin é a saga de ficção científica mais ambiciosa que já lemos, levando os leitores em uma jornada dos anos 1960 até o fim dos tempos, da vida em nosso ponto azul aos limites distantes do universo”, disseram Benioff e Weiss, no comunicado que apresentou o projeto. “Esperamos passar os próximos anos de nossas vidas trazendo isso à vida para o público em todo o mundo.” A dupla se juntará ao showrunner de “The Terror: Infamy”, o roteirista-produtor Alexander Woo, para adaptar a trilogia para a Netflix. Além deles, o projeto também conta com o cineasta Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), os astros Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), Brad Pitt (via sua produtora Plan B) e o próprio Liu Cixin entre seus produtores executivos. “David Benioff, DB Weiss e Alexander Woo têm experiência em lidar com sagas ambiciosas no tempo e no espaço”, disse Peter Friedlander, vice-presidente de séries originais da Netflix. “Rian Johnson e [o parceiro de produção] Ram Bergman há muito tempo deslumbram os fãs com épicos emocionantes e alucinantes. Todos são ferozes defensores de ‘O Problema dos Três Corpos’. Como fãs fervorosos, foi especialmente significativo para nós obter o apoio de Liu Cixin, que criou este universo expansivo. Todos nós compartilhamos o mesmo objetivo: homenagear esta incrível história e levar seus integrantes na aventura de uma vida. ” “Tenho o maior respeito e fé na equipe criativa que adaptará ‘O Problema dos Três Corpos’ para o público da televisão”, disse o autor Cixin. “Eu me propus a contar uma história que transcende o tempo e os confins de nações, culturas e raças; uma que nos obriga a considerar o destino da humanidade como um todo. É uma grande honra como autor ver esta ficção científica única de viagens conceituais ganhar um fandom em todo o mundo e estou animado para que fãs novos e existentes em todo o mundo descubram a história na Netflix. ” A trilogia de Liu Cixin foi lançada no Brasil pela editora Suma e, além do volume inicial, “O Problema dos Três Corpos”, é composta por “A Floresta Sombria” e “O Fim da Morte”. “The Three-Body Problem” é a segunda série que Benioff e Weiss apresentam para a Netflix desde que assinaram um acordo geral milionário com a plataforma em 2019. A primeira foi “The Chair”, uma comédia dramática criada pela atriz Amanda Peet (“As Viagens de Gulliver”), esposa de Weiss, que acompanhará as intrigas e burocracias que cercam o departamento do curso de Inglês de uma grande universidade. Atualmente em pré-produção, “The Chair” será estrelada por Sandra Oh (de “Killing Eve”) e Jay Duplass (“Togetherness”).

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  • Série

    Emily in Paris: Série romântica de Lily Collins ganha teaser legendado

    1 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, novas fotos e o teaser legendado de “Emily in Paris”, série estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins. A prévia é cheia de energia juvenil, cartões postais de Paris e visão romântica do mundo, além de revelar a data de estreia da atração. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily in Paris” é uma comédia romântica que acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. O elenco da atração também inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Com 10 episódios, a série estreia em 2 de outubro na Netflix.

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  • Série

    Desenho baseado em Jurassic World volta a soltar dinossauros do parque

    1 de setembro de 2020 /

    Você levaria seus filhos para um parque de diversões em que há seguidas tragédias com vítimas fatais e ameaças constantes de segurança? Pois é. Não importa quantas vezes as criaturas fujam, causem caos, morte e destruição, sempre é possível ver o Parque dos Dinossauros lotado de crianças nas produções da franquia. A nova animação “Jurassic World: Acampamento Jurássico” não é exceção. No trailer dublado em português, divulgado pela Netflix, as crianças que viajam ao parque não demoram a ser perseguidas por dinossauros furiosos. Nos filmes, o parque da ilha Nublar, mais conhecida como ilha dos dinossauros, já foi desativado, evacuado e destruído durante uma explosão vulcânica – em “Jurassic World: Reino Ameaçado” (2018) – , porque não dava mais para contar sempre a mesma história da rebelião de criaturas no parque. Mas o desenho insiste e retoma a premissa tradicional. A animação foi desenvolvida por Scott Kreamer (“Kung Fu Panda: Lendas do Dragão Guerreiro”) e Lane Lueras (“Star vs. As Forças do Mal”) e conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). A estreia está marcada para 18 de setembro na Netflix. Confira abaixo também um novo pôster e o trailer com a dublagem original em inglês.

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    Pietro Mário Bogianchini (1939 – 2020)

    1 de setembro de 2020 /

    O ator e dublador Pietro Mário Bogianchini, que foi o primeiro apresentador de programa infantil da TV Globo, morreu na manhã de segunda (31/8), aos 81 anos, no Rio de Janeiro. Pietro estava internado desde maio, após sofrer sucessivos acidentes vasculares cerebrais, e tinha passado por uma breve melhora antes de sofrer uma parada cardíaca. O artista também pegou covid-19, mas teria se curado – embora a doença afete o coração. Italiano naturalizado brasileiro, Bogianchini ficou famoso ao interpretar o Capitão Furacão, protagonista de um programa infantil de sucesso apresentado pela TV Globo entre os anos de 1965 e 1970. O programa do “Capitão Furacão” estreou junto com a Globo, no dia 26 de abril de 1965. Na atração, o ator vivia cercado de crianças e, enquanto girava o leme de seu navio, lia as cartas enviadas pelos telespectadores, promovia gincanas, contava histórias do mar, dava conselhos aos marinheiros iniciantes e apresentava desenhos animados. Após o fim do programa, continuou trabalhando no universo infantil como dublador, tendo feito a voz do Capitão Caverna, na série da Hanna-Barbera, além de vários personagens emblemáticos da Disney, como Rafiki, de “O Rei Leão”, o Governador, em “Pocahontas”, Maurice em “A Bela e a Fera”, o Coruja em “Bambi” e o Sultão de “Aladdin”. Bogianchini também atuou em filmes clássicos, como “Os Machões” (1972), “A Noite do Meu Bem” (1968) e “Engraçadinha Depois dos Trinta” (1966), e em várias novelas da Globo, desde “O Espigão” em 1974. Entre as mais recentes estão “Novo Mundo” (2017), “Pega Pega” (2017) e “Deus Salve o Rei” (2018), na qual interpretou Patriarca da Fé. Nos últimos anos, tinha sido redescoberto pelo cinema brasileiro, aparecendo em “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (2001), “Copacabana” (2001), “Meteoro” (2006), “Chico Xavier” (2010), “O Duelo” (2015) e “M8: Quando a Morte Socorre a Vida” (2019), ainda inédito em circuito comercial. Além disso, fez papel importante na série “O Mecanismo”, da Netflix, como o Dr. Mário Garcez Britto, personagem inspirado no ex-Ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos.

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  • Série

    Supernatural: Sam e Dean enfrentam Deus no trailer da reta final da série

    1 de setembro de 2020 /

    Depois do teaser da semana passada, a rede americana The CW divulgou o primeiro trailer completo da reta final de “Supernatural”. A prévia se concentra nos esforços de Sam, Dean e seus aliados para enfrentar a maior ameaça de toda a série: Chuck – também conhecido como Deus. A série vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros. Lançada em 2005, “Supernatural” está em sua 15ª temporada e é a série mais longeva da CW. Entretanto, já deveria ter acabado. A despedida de Sam e Dean Winchester, os irmãos caçadores de monstros vividos por Jared Padalecki e Jensen Ackles, foi adiada por alguns meses devido à pandemia, que impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro. Atualmente, a produção está gravando o capítulo final da atração, que já tem data marcada para ir ao ar: em 19 de novembro nos EUA. Ainda não há previsão para a exibição no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos produzidos até o momento da última temporada da série.

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  • Série

    Série LGBTQIA+ com Alice Braga ganha novo trailer e imagens

    1 de setembro de 2020 /

    A HBO divulgou o pôster, imagens e novo trailer de “We Are Who We Are”, primeira série dirigida pelo cineasta italiano Luca Guadagnino (de “Me Chame pelo Seu Nome” e “Suspiria”), que traz Alice Braga (“Os Novos Mutantes”) como uma militar lésbica. A prévia tem fotografia deslumbrante e explora questões de identidade sexual na adolescência – como em “Me Chame pelo Seu Nome” – , mas também enfatiza os problemas dos adultos ao redor dos jovens, com destaque para o casal lésbico de mães formada por Braga e Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”). A série se passa numa base militar dos EUA em Veneto, na Itália, e foi escrita por Guadgnino em parceria com Paolo Giordano (“A Solidão dos Números Primos”), Francesca Manieri (“Minha Filha”) e Sean Conway (“Ray Donovan”). Segundo a sinopse, a trama acompanha dois adolescentes americanos, Fraser e Caitlin, que moram na base devido ao trabalho dos pais, e vai explorar temas típicos dessa fase da vida, como amizade, primeiro amor, identidade, confusão e angústia. Trata-se de “uma história que pode acontecer em qualquer lugar o mundo, mas, neste caso, acontece num pequeno pedaço dos EUA na Itália”. Os dois protagonistas são vividos por Jack Dylan Grazer (o Eddie de “It: A Coisa”, com o cabelo loiro) e a estreante Jordan Kristin Seamon. O elenco ainda destaca o rapper Scott “Kid Cudi” Mescudi (“Westworld”), Faith Alabi (“Cold Feet”), Tom Mercier (“Synonymes”), Spence Moore II (“All American”) e Francesca Scorsese, a filha caçula e adolescente do cineasta Martin Scorsese. “We Are Who We Are” é uma coprodução da HBO com o canal pago europeu Sky, e a estreia está marcada para 14 de setembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.

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    Power vai ganhar terceira série derivada

    31 de agosto de 2020 /

    O canal pago Starz encomendou mais uma série derivada de “Power”. Trata-se do terceiro spin-off da atração original, encerrada em fevereiro passado após seis temporadas. A nova atração será chamada de “Power Book IV: Force” e será centrada no personagem Tommy Egan. Na trama, Joseph Sikora voltará a encarnar o papel originado em “Power”, após deixar Nova York e os eventos turbulentos do final da série para trás. A produção é de Courtney Kemp, criadora de “Power”, e Curtis “50 Cent” Jackson, que viabilizou a atração original e seus derivados. Já o showrunner será Robert Munic, criador de “The Cleaner” e produtor-roteirista de “Empire”. “’Power’ foi uma das séries de maior sucesso na televisão paga premium durante seus seis anos, obtendo mais de 10 milhões de visualizações multiplataforma em suas duas últimas temporadas e mal podemos esperar para levar os fãs em uma direção totalmente nova enquanto escolhemos retomar a história de Tommy com ‘Power Book IV: Force’”, disse a presidente de programação da Starz, Christina Davis. A encomenda de “Power Book IV: Force” acontece antes da estreia de “Power Book II: Ghost”, o primeiro spin-off, prevista para 6 de setembro. Além desta produção, a agora franquia também vai lançar o prólogo “Power Book III: Raising Kanan” em 2021.

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  • Série

    Série contará história real de atriz de Riverdale que desbaratou rede pedófila

    31 de agosto de 2020 /

    A vida real da atriz Marisol Nichols vai virar série. Conhecida pelos fãs de “Riverdale” como Hermione Lodge, a mãe de Veronica, a atriz teve outro desempenho importante fora das telas, como agente infiltrada pelo FBI numa rede internacional de pedófilos. A história veio à tona numa reportagem da revista Marie Claire, publicada em abril, quando a atriz contou ter ajudado a justiça americana a prender pedófilos dentro e fora dos Estados Unidos. Sua experiência como combatente do crime tem quase uma década. Depois de aparecer em séries como “CSI” e “Law & Order: SVU”, sempre interpretando policiais, ela teve a iniciativa de investigar por conta própria o mundo do tráfico sexual, quando sua carreira desacelerou em 2012. Posteriormente, ela fundou uma organização sem fins lucrativos, a Foundation for a Slavery Free World, em 2014, e tem falado publicamente sobre o assunto desde então. Nichols começou a trabalhar com o FBI por essa época e passou os últimos anos fingindo ser uma mãe que oferecia crianças de 12 anos para pedófilos, que acabavam presos em flagrante. Ela auxiliou operações federais e locais, assim como casos internacionais. Esta história será transformada em série pela Sony Pictures Television, com produção da própria atriz, que também pode vir a estrelar a atração. Marisol Nichols já tinha anunciado, em fevereiro, que não retornará mais a “Riverdale”. Além desse projeto, ela filmou “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”, continuação da franquia “Jogos Mortais”, que chega às telas em maio de 2021.

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    Arnold Schwarzenegger vai estrelar sua primeira série

    31 de agosto de 2020 /

    O astro Arnold Schwarzenegger vai estrelar a primeira série de sua longa carreira. Aos 73 anos, ele será o protagonista de uma atração de espionagem da Skydance Television. Desenvolvida por Nick Santora (criador de “Scorpion”), a série ainda sem título trará o astro como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). O projeto ainda não tem canal/plataforma definido, muito menos previsão de estreia.

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    NOS4A2 é cancelada após duas temporadas

    31 de agosto de 2020 /

    O canal pago americano AMC cancelou “NOS4A2” (lê-se “Nosferatu”), uma semana após o final da 2º temporada. O showrunner Jami O’Brien compartilhou a notícia no Twitter: “Bem, amigos, ouvi do AMC na semana passada. Não vamos fazer uma 3ª temporada de ‘NOS4A2’. É uma chatice, mas estou grato por termos conseguido pelo menos terminar de adaptar o enredo do romance fantástico de Joe Hill… Parabéns a cada membro de nossa equipe fenomenal por duas temporadas de TV estranha e maravilhosa. Vou sentir falta de ver todos em Little Rhody este ano, mas estou extremamente orgulhoso de tudo o que fizemos juntos.” A série teve uma estreia razoável, mas perdeu metade do público na 2ª temporada. Baseada no livro de mesmo nome do autor Joe Hill (“Amaldiçoado”), filho do escritor Stephen King (“It – A Coisa”), a série acompanhava a luta de Vic McQueen (Ashleigh Cummings), uma jovem artista que descobre que tem uma habilidade sobrenatural de rastrear Charlie Manx (Zachary Quinto), um vilão aparentemente imortal, que se alimenta de almas de crianças e depois joga o que sobrou delas em “Christmasland” – “uma distorcida vila natalina imaginada por Manx, onde todos os dias são Natal e a infelicidade é contra a lei”, segundo a descrição oficial. A adaptação era assinada pela produtora-roteirista Jami O’Brien (de “Fear the Walking Dead”) e também era transmitida no Brasil pelo canal pago AMC. CONGRATULATIONS to every single member of our phenomenal team on two seasons of weird and wonderful TV. I will miss seeing everyone back in Little Rhody this year, but I’m awfully proud of all we’ve done together… 2/4 — Jami O'Brien (@jami_obrien) August 31, 2020

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