“Succession” vai acabar na 4ª temporada
O drama atual mais premiado da HBO vai acabar neste ano. O criador e showrunner de “Succession”, Jesse Armstrong, revelou que a 4ª temporada da série, que começará a ser exibida em 26 de março, marcará o fim da atração. A notícia foi dada em primeira mão à revista New Yorker, durante uma entrevista com Armstrong publicada na quinta (23/2). No artigo, o produtor diz que “há uma indicação no título de ‘Succession’. Nunca pensei que isso pudesse durar para sempre. O fim sempre esteve presente em minha mente. Desde a 2ª temporada, tenho tentado pensar: é a próxima, ou a seguinte, ou é a seguinte?” “Eu me reuni com alguns de meus colegas escritores antes de começarmos a escrever a 4ª temporada, por volta de novembro/dezembro de 2021, e meio que disse: ‘Olha, acho que talvez deva ser isso. Mas o que vocês acham?’ E criamos vários cenários: poderíamos fazer algumas temporadas curtas ou mais duas temporadas. Ou poderíamos continuar por muito tempo e transformar a série em algo bem diferente, e ser um tipo de série divertida e livre, onde haveria semanas boas e semanas ruins. Ou podemos fazer algo um pouco mais musculoso e completo, e sair meio com força. E essa sempre foi definitivamente a minha preferência.” A notícia acaba com as especulações sobre o final de ‘Succession’, algo que Armstrong vinha provocando desde que o drama satírico estourou como um queridinho da temporada de premiações. “Eu me sinto profundamente em conflito. Eu gosto bastante desse período em que estamos editando – quando toda a temporada está editada – mas ainda não lançamos”, disse Armstrong. “E também gostei bastante do período em que eu e meus colaboradores próximos descobrimos que provavelmente era isso, mas ainda não tínhamos que enfrentar essa decisão publiamente. Foi uma decisão difícil, porque as colaborações – com o elenco, com meus colegas escritores, com Nick Britell e Mark Mylod e os outros diretores – foram muito boas. E sinto que fiz o melhor trabalho que posso, trabalhando com eles. E a HBO tem sido generosa e provavelmente teria feito mais temporadas, e eles foram gentis em dizer ‘A decisão é sua’. Isso é bom, mas também é uma responsabilidade no final – parece bastante perverso parar de fazer a série.” O chefão da HBO, Casey Bloys, sustentou por muito tempo que a decisão de encerrar ‘Succession’ seria inteiramente de Armstrong, já que o executivo tem um histórico de deixar os criativos determinarem o que é melhor para a história. Bloys também afirmou que é improvável que ‘Succession’ ganhe uma série derivada. Ainda assim, Armstrong disse à New Yorker que a porta permanece aberta para revisitar o mundo sedento de poder dos Roys: “Acho que essa história de sucessão que estávamos contando está completa”, disse ele. “Esta é a temporada muscular para esgotar todas as nossas reservas de interesse, e acho que há alguma dor em todos esses personagens que é realmente forte. Mas a sensação de que pode haver algo mais em um mundo aliado, ou personagens aliados, ou com alguns dos mesmos personagens – isso também é forte em mim. Eu alertei o final da série, quando conversei com alguns de meus colaboradores, como: Talvez haja outra parte deste mundo para a qual poderíamos voltar, se houvesse apetite? Talvez haja algo mais que possa ser feito, que aproveite o que tem de bom na maneira como trabalhamos nisso. Então esse é outro sentimento verdadeiro.” Procurada pela imprensa dos EUA, a HBO se recusou a comentar, mas confirmou que a revelação da New Yorker é precisa. “Succession” virou um fenômeno desde sua estreia, quando impressionou o público, a crítica e ganhou o Emmy de Melhor Roteiro (vencido por Armstrong). Ao todo, a série conquistou 13 Emmys (e um total de 102 prêmios diversos), incluindo dois troféus de Melhor Série de Drama por suas 2ª e 3ª temporadas. Por conta disso, foi considerado um sucessor dos programas de prestígio da HBO, após a conclusão dos multipremiados “Game of Thrones” e “Veep”. A série acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox. Com produção do cineasta Adam McKay (“Não Olhe para Cima”), o elenco destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel do chefe da família Roy, um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria diante da ganância dos filhos, que são vividos por Jeremy Strong (“Detroit em Rebelião”), Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (do clássico “Curtindo a Vida Adoidado”). Veja abaixo o trailer da 4ª e última temporada.
HBO desiste de reviver “True Blood” e “A Sete Palmos”
A HBO não vai mais reviver as séries “True Blood” e “A Sete Palmos” (Six Feet Under). A revelação foi feita pelo chefão do canal, Casey Blois, em entrevista publicada nesta quarta (22/2) na revista Variety. De acordo com Bloys, o revival de “A Sete Palmos” nunca passou da fase de pitching – apresentação de ideias. Entretanto, ele confirmou o desenvolvimento do remake de “True Blood”, observando que alguns roteiros foram escritos, “mas nada que parecesse ter chegado lá” em termos de despertar interesse. As duas séries foram criadas por Alan Ball. “A Sete Palmos” foi exibida pela HBO entre 2001 e 2005, período em que se tornou um dos primeiros hits do canal. Ela entrou para a história da televisão graças a seu capítulo final, considerado por muitos críticos como o melhor final de série de todos os tempos. A notícia da nova produção tinha agradado quem achava o fim original perfeito. A série girava em torno da Família Fisher, dona de uma funerária em Los Angeles, mostrando seus problemas afetivos em meio a velórios e funerais. Misturando dramaticidade mórbida com tom de comédia sombria, a atração teve cinco temporadas, totalizando 63 episódios com um elenco fantástico, que destacava Michael C. Hall (“Dexter”), Peter Krause (“9-1-1”), Lauren Ambrose (“Servant”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Mathew St. Patrick (“Sons of Anarchy”), Freddy Rodriguez (“Bull”) e Rachel Griffiths (“Brothers and Sisters”), além de incluir participações recorrentes de Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Jeremy Sisto (“FBI”), Justina Machado (“One Day at a Time”), Lili Taylor (“Perry Mason”), James Cromwell (“O Artista”), Ben Foster (“A Qualquer Custo”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Peter Facinelli (“Crepúsculo”) e Rainn Wilson (“The Office”). Já “True Blood” era uma série de vampiros estrelada por Anna Paquin, Stephen Moyer e Alexander Skarsgard, que durou sete temporadas entre 2008 e 2014. O projeto em desenvolvimento era uma nova adaptação dos livros de Charlaine Harris, que inspiraram a série original, que tinha à frente o roteirista-produtor Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “Aventuras Sombrias de Sabrina”. Ele escreveu o roteiro do piloto com a roteirista Jami O’Brien (criadora “NOS4A2”). A negativa foi a segunda derrota de Aguirre-Sacasa em emplacar uma série de vampiros contemporânea, após “The Brides”, sobre as três “Noivas de Drácula”, ter seu piloto rejeitado na rede ABC.
Personagens de “The Mandalorian” ilustram pôsteres da 3ª temporada
A Disney+ divulgou três pôsteres de personagens de “The Mandalorian”, primeira série do universo “Star Wars”, criada por Jon Favreau (“O Rei Leão”). As imagens destacam o mandaloriano Din Djarin (Pedro Pascal) com o baby yoda Grugu, Bo Katan (Katee Sackhoff) e Greef Karga (Carl Weathers). A 3ª temporada vai continuar a história de Din Djarin e Grogu após suas participações coadjuvantes em “O Livro de Boba Fett” do ano passado. Os novos episódios acompanharão a jornada de Djarin para recuperar sua honra após cair em desgraça no credo dos mandalorianos. Para isso, ele decide retornar ao devastado planeta Mandalore, com direito a um reencontro com Bo-Katan, que reivindica o trono do planeta. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” também foi o primeiro sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 14 prêmios Emmy em suas temporadas já exibidas, incluindo dois troféus de Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. O elenco destaca Pedro Pascal (“The Last of Us”) como a voz do personagem mascarado do título, além de Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”) como Greef Karga, Omid Abtahi (“Fear the Walking Dead”) na pele do sinistro Dr. Pershing, Amy Sedaris (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) como a mecânica Peli Moto, Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) na armadura da guerreira mandaloriana Bo-Katan e Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”) como Moff Gideon, vilão da 1ª temporada, que tem retorno confirmado nos próximos capítulos. A 3ª temporada estreia em 1 de março de 2023.
2ª temporada de “Cidade Invisível” ganha data de estreia
A Netflix divulgou a data de estreia e novas fotos da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. Em postagem nas redes sociais, a plataforma informou que os novos episódios chegam em streaming no dia 22 de março. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada, que teve várias cenas gravadas na Floresta Amazônica. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Mas, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. 🦋🔥👀 pic.twitter.com/RA6QFD2BrM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 22, 2023
David Fincher revela motivo real do cancelamento de “Mindhunter”
O cineasta David Fincher (“Mank”) revelou o motivo do cancelamento da série “Mindhunter”. Em entrevista ao jornal francês Le Journal du Dimanche, o diretor explicou que a atração era cara demais, e que não tinha um publico grande o suficiente para se manter no ar. “Estou muito orgulhoso das duas primeiras temporadas. Mas é uma série muito cara e, aos olhos da Netflix, não atraímos público suficiente para justificar tal investimento [para a 3ª temporada]”, disse ele. “Eu não os culpo, eles assumiram riscos para tirar a série do papel, me deram os meios para fazer ‘Mank’ do jeito que eu queria e permitiram que eu me aventurasse por novos caminhos com ‘The Killer'”, continuou ele. “É uma bênção poder trabalhar com pessoas capazes de ousar. No dia em que nossos desejos não forem os mesmos, temos que ser honestos sobre a separação de caminhos.” Com isso, Fincher colocou um ponto final em “Mindhunter”, acabando com qualquer especulação por parte dos fãs sobre um possível retorno da série. Afinal, mesmo quando o elenco da atração foi liberado dos seus contratos em 2020, um representante da plataforma havia afirmado que Fincher “pode revisitar ‘Mindhunter’ novamente no futuro”. Mas, naquela época, Fincher já havia admitido que “para o público que teve, era uma série cara”. E embora ele tivesse mencionado a possibilidade de redução do orçamento, acabou afirmando que “honestamente não acho que vamos conseguir fazer por menos do que fizemos na 2ª temporada. E, em algum nível, você tem que ser realista sobre os dólares serem iguais aos olhos”, disse ele ao site Vulture em 2020. Mais do que isso, a série também exigia demais de Fincher. “Fizemos a 1ª temporada de ‘Mindhunter’ sem um showrunner, comigo assumindo o papel semanalmente”, revelou ele. “Começamos a receber roteiros para a 2ª temporada e acabei olhando para o que estava escrito e decidindo que não gostei de nenhum deles. Então jogamos tudo fora e recomeçamos”. “Eu trouxe Courtenay Miles, uma diretora assistente com quem trabalhei e que queria escrever, e ela acabou sendo co-showrunner de ‘Mindhunter'”, continuou ele. “Mas é uma semana de trabalho de 90 horas. Absorve tudo em sua vida. Quando acabei, estava bastante exausto e disse: ‘Não sei se tenho energia agora para a 3ª temporada'”. Considerada uma das melhores séries do serviço de streaming em 2017, “Mindhunter” foi produzida por Fincher e pela atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), e é baseada no livro de memórias do agente John Douglas – vivido por Jonathan Groff (séries “Glee” e “Looking”) na atração. A trama mostra como ele juntou especialistas de várias áreas para estudar a mente de psicopatas, que se encontram encarcerados, e como passou a utilizar esse conhecimento para caçar assassinos soltos. O elenco inclui Holt McCallanay (“Sully”), Anna Torv (série “Fringe”), Cotter Smith (série “The Americans”), Sonny Valicenti (“A Última Ressaca do Ano”) e Hannah Gross (“Quando Eu Era Sombrio”). Além de produzir, Fincher também dirigiu alguns episódios, como fez com “House of Cards” – foram quatro capítulos na 1ª temporada e mais dois na 2ª. David Fincher atualmente está envolvido na pós-produção do filme “The Killer”, que estreia em 10 de novembro na Netflix.
“Poker Face” é renovada para 2ª temporada
A plataforma americana Peacock renovou “Poker Face”, nova atração estrelada por Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”), para sua 2ª temporada. A série foi a primeira criada por Rian Johnson, o cineasta de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. Além de ter concebido a série, Johnson escreveu os roteiros, dirigiu os episódios e assina a produção. Assim como “Entre Facas e Segredos” e a continuação “Glass Onion”, a trama gira em torno de mistérios criminais. Mas os crimes são plurais. A detetive interpretada por Natasha Lyonne tenta solucionar um assassinato diferente por episódio. Ela vive Charlie Cale, que pega a estrada em fuga de um criminoso perigoso (Benjamin Bratt, de “Star”), e a cada parada se depara com uma “galeria de personagens desonestos” diferente, sentindo-se obrigada a corrigir injustiças quando seu superpoder secreto dispara: uma habilidade extraordinária de determinar se alguém está mentindo. O elenco grandioso de suspeitos, vítimas e testemunhas da 1ª temporada incluiu Simon Helberg (em sua primeira série desde o final de “The Big Bang Theory”), Jameela Jamil (“Mulher-Hulk”), Joseph Gordon-Levitt (“Super Pumped: The Battle for Uber”), Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Lil Rel Howery (“Free Guy”), Adrien Brody (“A Crônica Francesa”), Stephanie Hsu (“Maravilhosa Sra. Maisel”), David Castañeda (“The Umbrella Academy”), Nicholas Cirillo (“Outer Banks”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”), Niall Cunningham (“Life in Pieces”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”). “’Poker Face’ é dessas raras e irrecusáveis séries que nos apaixonam desde o começo, mas a aclamação crítica e a resposta do público foi além dos nossos sonhos”, disse Susan Rovner, presidente de conteúdo de entretenimento para televisão e streaming da NBCUniversal. “Mal podemos esperar para voltar à estrada em outra temporada, conforme continuamos a construir momentum na programação original da Peacock”. Como a Peacock é uma plataforma exclusiva dos EUA, “Poker Face” permanece inédita no Brasil. Veja abaixo o trailer da série.
“Outer Banks” tem renovação antecipada para 4ª temporada
“Outer Banks” ainda não estreou sua 3ª temporada, prevista para 23 de fevereiro, mas a Netflix já renovou a série para seu quarto ano de produção. A notícia foi revelada no sábado (18/2) durante o Poguelandia Fan Event, uma convenção de fãs em Huntington Beach, Califórnia, que contou com as estrelas da série Chase Stokes (John B.), Madelyn Cline (Sarah), Madison Bailey (Kiara), Jonathan Daviss (Pope), Carlacia Grant (Cleo), Rudy Pankow (JJ), Austin North (Topper) e Drew Starkey (Rafe). “Ver a Poguelândia ganhar vida foi nada menos que espetacular. Os Pogues estão desfrutando de uma aventura única, e agora podemos mapear mais voltas e reviravoltas enquanto o passeio continua na 4ª temporada de ‘Outer Banks’. Obrigado à Netflix, ao nosso elenco e aos incríveis fãs que ajudaram a fazer isso acontecer”, disseram os co-criadores e showrunners, os irmãos Jonas e Josh Pate e Shannon Burke durante o evento. A atração acompanha um grupo de jovens pobres – com aparência de modelos – que vivem numa comunidade litorânea, trabalhando para os ricaços que veraneiam no local, em meio a grandes divisões sociais. Tudo muda quando os protagonistas encontram um mapa de tesouro, ligado ao desaparecimento do pai de um deles, e se convencem da existência de uma fortuna em ouro escondida que pode transformá-los em milionários. Segundo a sinopse oficial, a 3ª temporada vai mostrar os Pogues saindo de seu esconderijo numa ilha deserta que, por um breve momento, parecia um lar idílico. A situação muda quando eles se encontram mais uma vez focados em uma corrida pelo tesouro, literalmente correndo para salvarem suas vidas. A reviravolta acontece após o reencontro entre John B (Charles Halford) e seu pai, que todos acreditavam estar morto, que dá início ao recomeço da caça ao tesouro, desta vez com os Pogues acreditando que a fortuna perdida seria o mítico El Dorado, procurado pelos colonizadores espanhóis nas Américas. Veja abaixo o trailer da 3ª temporada, que estreia na quinta (23/2).
Trailer de “Superman & Lois” mostra novidades da 3ª temporada
A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 3ª temporada de “Superman & Lois”, que destaca a troca de intérprete de Jonathan Kent, a construção de uma nova Fortaleza da Solidão, o anúncio de uma nova gravidez de Lois e uma ameaça à vida da esposa do Superman. O novo intérprete de Jonathan é Michael Bishop (da série australiana “Grace Beside Me”), que entra na série em substituição a Jordan Elsass. A decisão foi tomada depois que Elsass não retornou ao trabalho no prazo dado ao elenco para começar as gravações dos novos episódios em Vancouver, no Canadá. Ele notificou a produção, dizendo que não voltaria por “problemas pessoais”. Criada por Todd Helbing (produtor executivo de “The Flash”) e pelo arquiteto do Arrowverso, Greg Berlanti, a produção acompanha a rotina de Superman (Tyler Hoechlin) dividido entre crises mundiais e problemas domésticos, que envolvem sua esposa, interpretada por Elizabeth Tulloch, e os filhos adolescentes. O elenco também conta com Alexander Garfin no papel do jovem Jordan Kent. A 3ª temporada estreia em 14 de março nos EUA. No Brasil, a serie é disponibilizada pela HBO Max, que ainda não revelou a previsão de lançamento nacional.
“Blood & Treasure” é cancelada após duas temporadas
A rede CBS anunciou que a série “Blood & Treasure” acabou em sua 2ª temporada, que teve seu último episódio exibido em outubro do ano passado. A série foi uma grande surpresa em 2019, quando estreou durante o verão norte-americano diante de 5,6 milhões de espectadores ao vivo, oferecendo uma aventura no estilo de caçada ao tesouro. Criada por Matthew Federman e Stephen Scaia, roteiristas de “Jericho” e “Limitless”, a trama acompanhava um especialista em antiguidades (Matt Barr, de “Valor”) e uma ladra de arte (Sofia Pernas, de “The Brave”) que se unem para prender um terrorista (Oded Fehr, de “Covert Affairs”) que financia seus ataques com fortuna adquirida via tesouro roubado. Rapidamente renovada, a série enfrentou dificuldades para completar sua 2ª temporada devido à pandemia e passou três anos fora do ar. Para todos os efeitos, a trama foi relativamente completada ao final dos novos episódios. Para o co-criador Scaia, ver a 2ª temporada estrear depois de três anos já tinha sido uma vitória. “O milagre para mim foi ser capaz de terminar aquela 2ª temporada durante uma pandemia, viajando pelo mundo, filmando em três continentes diferentes em inúmeros meses, e todos sobreviveram saudáveis”, disse ao site TVLine. “Passamos por muito para colocá-la na tela para todos, e acho que é uma vitória por si só, fora de onde a história começa a partir daí.” Veja abaixo o trailer da série, que foi disponibilizada no Brasil pela Globoplay.
Disney+ cancela “Virando o Jogo dos Campeões” e “Big Shot”
Disney+ cancelou as séries esportivas “Virando o Jogo dos Campeões” (The Mighty Ducks: Game Changers) e “Big Shots” após duas temporadas cada. Baseada na trilogia cinematográfica “Nós Somos Campeões” (The Mighty Ducks), a primeira atração foi considerada um dos melhores adaptações de filme para série pela crítica americana, com 89% de aprovação no portal Rotten Tomatoes. Mas estes elogios foram para a 1ª temporada, que contava com o retorno do ator Emilio Estevez ao papel de Gordon Bombay. Para quem não lembra ou não viu o filme original, “Nós Somos Campeões” virou um hit cinematográfico da Disney em 1992 ao acompanhar a história de um jovem advogado (Emilio Estevez), que após ser detido por dirigir sob influência de álcool, acaba sentenciado a prestar um curioso serviço comunitário: treinar o pior time de hóquei da liga juvenil. O sucesso da produção foi tanto que o estúdio produziu mais duas continuações, em 1994 e 1996, todas com Estevez repetindo o papel de treinador. A proposta de transformar a premissa original em série partiu do roteirista dos três filmes, Steven Brill, que também assinou o roteiro do primeiro episódio e produziu a atração em parceria com Josh Goldsmith e Cathy Yuspa (roteiristas de “De Repente 30”). Mas depois da boa temporada inaugural, Estevez se desentendeu com os produtores e foi dispensado da atração. A explicação oficial para a saída do ator foi “diferenças criativas”, mas corre que ele teria recusado a exigência de vacinação contra covid-19 de todo o elenco do programa. Em seu lugar, o ator Josh Duhamel (“Transformers”) foi escalado como um novo treinador durão, criando uma dinâmica diferente com a personagem de Lauren Graham (a eterna Lorelai de “Gilmore Girl”). Mãe de um garoto (Brady Noon, de “Bons Meninos”) que não era considerado bom o bastante para jogar hóquei, foi ela quem estimulou a recriação dos Mighty Ducks com outras crianças rejeitadas no primeiro ano da atração. Mas a atração não resistiu à troca de protagonistas e acabou cortada da programação do streamer. A fórmula do treinador contrariado, que é forçado a trabalhar com jovens e acaba mudando suas vidas e a dele próprio, também se repetia em “Big Shots”. Criada por David E. Kelley e Dean Lorey (“Harley Quinn”), “Big Shot” trazia John Stamos (“Fuller House”) como um famoso treinador de basquete, que, por causa do comportamento temperamental, foi demitido e acabou virando professor de educação física numa escola particular para meninas – onde estuda sua filha (Sophia Mitri Schloss, de “The Kicks”). Sua chegada logo colide com a dinâmica das meninas, mas também as ajuda a formar um time altamente competitivo. O elenco ainda contava com Jessalyn Gilsig (“Glee”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Monique A. Green (“I Am the Night”), Tiana Le (“No Good Nick”) e a estreante Tish Custodio. Veja abaixo os trailers das últimas temporadas das duas séries.
Trailer da 2ª temporada de “Sombra e Ossos” mostra batalha entre luz e trevas
A Netflix divulgou o trailer da aguardada 2ª temporada de “Sombra e Ossos”. A prévia mostra um confronto entre Alina Startakov e o general Kirigan, enquanto as sombras caem sobre o reino, deixando todos mergulhados nas trevas e nos perigos que elas guardam. Baseada na coleção de best-sellers juvenis de Leigh Bardugo conhecida como Grishaverso, a série se passa em um mundo de fantasia devastado pela guerra, onde a cartógrafa órfã Alina Starkov descobre um poder extraordinário: o dom da luz. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela percebe que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim e que nada nesse mundo é o que parece, especialmente seu mentor, Kirigan, que tem um poder oposto ao seu. O papel principal é desempenhado pela estreante Jessie Mei Li, uma jovem atriz inglesa com experiência teatral e que fez sua estreia no cinema em “Noite Passada no Soho”, lançado após a série. O elenco também destaca o conhecido Ben Barnes (de “Justiceiro”, “Westworld” e das “Crônicas de Nárnia”) como principal antagonista, além de Archie Renaux (“Hanna”), Freddy Carter (“Pennyworth”), Amita Suman (“The Outpost”), Kit Young (“A Midsummer Night’s Dream”) e Daisy Head (“Harlots”). A 2ª temporada vai introduzir ainda novos personagens, vividos por Lewis Tan (“Mortal Kombat”), Anna Leong Brophy (“Traces”), Patrick Gibson (“The OA”) e o adolescente Jack Wolfe (“The Witcher”), que terão importância no desenvolvimento da trama. A estreia vai acontecer em 16 de março.
Netflix renova “Vikings: Valhalla” para 3ª temporada
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (16/2) a renovação de “Vikings: Valhalla” para uma 3ª temporada. A notícia foi acompanhada por um vídeo dos bastidores nas redes sociais, que revelou que a produção já está sendo gravada e ainda marcou a previsão de estreia para 2024. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. Os personagens principais são Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), sua irmã Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”) e Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A produção corre a cargo do showrunner Jed Stuart (roteirista dos clássicos “Duro de Matar” e “O Fugitivo”). Vikings: Valhalla has been renewed for a third season! pic.twitter.com/KMXnadB1Yh — Netflix (@netflix) February 16, 2023
Elizabeth Olsen vive assassina real no trailer de “Amor e Morte”
A HBO Max divulgou o trailer da minissérie de true crime “Amor e Morte”, estrelada por Elizabeth Olsen (“WandaVision”) e Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”). A trama acompanha dois casais religiosos, que convivem harmonicamente e compartilham o mesmo modo de vida conservador numa pequena cidade no Texas. Até o dia que alguém pega um machado. A série é baseada na história verídica da dona de casa texana Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. Na minissérie, Olsen interpretará Candy Montgomery, que foi condenada pelo assassinato de sua vizinha, enquanto Plemons viverá o marido da vítima, Allan Gore. O elenco também inclui Patrick Fugit (“Quase FAmosos”) como o marido de Candy, Pat Montgomery, Lily Rabe (“American Horror Story”) como a vítima Betty Gore e e Krysten Ritter (“Jessica Jones”) no papel de Sherry Cleckler, melhor amiga de Betty. A produção é inspirada no livro “Evidence of Love: A True Story of Passion and Death in the Suburbs”, de John Bloom e Jim Atkinson, que está sendo adaptado por David E. Kelley. Ele também produz a atração em parceria com a atriz Nicole Kidman, depois dos dois trabalharem juntos nas séries “Big Little Lies” e “The Undoing”, ambas lançadas pela HBO. Vale lembrar que a Hulu/Star+ já lançou uma versão dessa história, intitulada “Candy” e estrelada por Jessica Biel (“The Sinner”). “Amor e Morte” vai estrear em 27 de abril.












