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    Foto apresenta a Ana Bolena negra de Jodie Turner-Smith

    11 de fevereiro de 2021 /

    O canal britânico Channel 5 revelou a primeira foto de Jodie Turner-Smith (“Queen & Slim”) como Ana Bolena, a célebre segunda esposa do rei inglês Henrique VIII, que foi famosamente decapitada em 1536. A história da rainha inglesa já foi contada várias vezes no cinema e na TV, mas será a primeira vez que será encenada com uma atriz negra e com a perspectiva da controversa personagem, que levou a Inglaterra a abandonar o catolicismo, mudando a história do mundo. Volúvel ao extremo, Henrique VIII criou uma nova religião para poder se casar com Ana Bolena em 1533, a Igreja Anglicana, porque na época a Igreja Católica não permitia divórcio nem aceitou seus argumentos para anular seu primeiro casamento com Catarina de Aragão. Mas o reinado de Bolena durou pouco, apenas três anos. Um dia depois de sua decapitação, o rei se casou com Jane Seymour. A mãe da futura rainha Elizabeth 1ª foi executada em 1536 na Torre de Londres depois de cair em desgraça com o rei da dinastia Tudor e perder uma batalha política para inimigos na corte, como Thomas Cromwell. A produção da NBCUniversal, dona americana do Channel 5, é uma minissérie de três partes, escrita pela atriz Eve Hedderwick Turner (“Alice Através do Espelho”), e explorará os últimos meses da vida de Ana Bolena pela perspectiva da rainha. Em clima de suspense psicológico, acompanhará enquanto ela luta para sobreviver, para garantir um futuro para a filha e para desafiar o patriarcado poderoso que a oprime, segundo a sinopse oficial. O elenco ainda inclui Mark Stanley (“Criminal: Reino Unido”) como Henrique VIII, além de Paapa Essiedu (“Gangs of London”), Lola Petticrew (“Dating Amber”), Barry Ward (“White Lines”), Jamael Westman (“Animals”), Amanda Burton (“White House Farm”) e Thalissa Teixeira (“Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”), que tem pai brasileiro e foi criada em Salvador.

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  • Série

    Pedro Pascal vai estrelar série baseada no game The Last of Us

    11 de fevereiro de 2021 /

    O ator Pedro Pascal está de volta à HBO. Antes de fazer sucesso em “Narcos”, “The Mandalorian” e “Mulher-Maravilha 1984”, ele ficou conhecido como o galante Oberyn Martell em “Game of Thrones”. E agora retorna ao canal no papel de protagonista de uma nova série, como o Joel de “The Last of Us”. Ele foi contratado para estrelar a aguardada série baseada no game campeão de vendas da plataforma PlayStation. A trama, que se passa 20 anos após a destruição da civilização por um vírus, acompanha Joel, um sobrevivente endurecido, que recebe a missão de contrabandear uma adolescente chamada Ellie de uma zona de quarentena. A garota pode ser a chave para curar a humanidade. Mas o que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e de partir o coração, conforme os dois atravessam os Estados Unidos e passam a depender cada vez mais um do outro para sobreviver. Mais cedo, a atriz Bella Ramsey, de apenas 17 anos e que também participou de “Game of Thrones” como a destemida Lyanna Mormont, foi apresentada como a intérprete de Ellie. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”. Embora a HBO não tenha feito um anúncio tradicional da escalação, os dois atores confirmaram suas participações nas redes sociais. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Pascal he/him (@pascalispunk) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bella Ramsey 👁 (@bellaramsey)

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  • Série

    Série baseada no filme True Lies tem piloto encomendado

    11 de fevereiro de 2021 /

    A rede CBS encomendou um piloto de série baseada no filme “True Lies”, thriller de ação de 1994 dirigido por James Cameron (“Avatar”) e estrelado por Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) e Jamie Lee Curtis (“Halloween”). A série vai partir da mesma premissa vista no cinema. Uma dona de casa suburbana insatisfeita fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão. Ao contrário do filme, a sinopse não menciona filhos. Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal no filme, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. Entretanto, James Cameron explora essa ideia há muito mais tempo – pelo menos há uma década. Por conta disso, o projeto já teve uma versão escrita por René Echevarria (criador de “The 4400”) e outra de Marc Guggenheim (um dos criadores de “Arrow” e “Legends of Tomorrow”) – a do piloto recusado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade agora é de do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, mas James Cameron continua ligado à franquia como produtor executivo “True Lies” é a primeira encomenda de piloto da CBS para a temporada 2021-2022. Devido à paralisação da produção causada pela pandemia, a rede ainda está considerando alguns de seus pilotos da temporada passada.

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  • Etc

    Mais atrizes de Buffy denunciam comportamento impróprio do criador da série

    11 de fevereiro de 2021 /

    Mais atrizes do elenco da série clássica “Buffy: A Caça-Vampiros” ecoaram as denúncias de abuso e assédio moral feitas na quarta-feira (10/2) por Charisma Carpenter, a Cordélia, contra o criador da série, Joss Whedon. Após a própria Buffy se manifestar, num post em que a atriz Sarah Michelle Gellar disse “ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers”, mas “não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, a intérprete de Dawn, sua irmã na série, Michelle Trachtenberg, replicou a declaração em seu próprio feed do Instagram e comentou que o comportamento de Whedon “enquanto eu era uma adolescente” foi “impróprio”. “Obrigado Sarah Michelle Gellar por dizer isso”, escreveu Trachtenberg, numa frase de pontuação exagerada. “Eu sou corajosa agora como uma mulher de 35 anos… Para repassar isso. Porque. Isso deve. Se tornar conhecido. Enquanto eu era adolescente. Com seu comportamento impróprio… Muito. Impróprio. Então agora. As pessoas sabem. O que Joss. Fez.” Mais tarde, Trachtenberg acrescentou: “O que ele fez foi muito ruim. Mas nós vencemos. Sobrevivendo!” Ao revistar o post original, ainda disse: “O último comentário que eu farei sobre isso: havia uma regra no set dizendo que ele estava proibido de ficar em uma sala sozinho com Michelle novamente”. Um representante da Trachtenberg disse que ela não faria mais comentários. Amber Benson, que interpretou Tara, a namorada da bruxa Willow (Alyson Hannigan), retuitou o textão de Carpenter, em que a intérprete de Cordelia Chase revelou o “histórico de crueldade” de Whedon, e complementou a mensagem afirmando que o programa era um “ambiente tóxico e começava do topo”. “Muitos danos foram causados ​​durante aquele tempo e muitos de nós ainda estamos processando isso mais de 20 anos depois”, concluiu. Por fim, Clare Kramer, que interpretou a vilã Glory na 5ª temporada, disse no Twitter que estava do lado de Carpenter, Benson, Fisher “e outros que têm a força para dizer sua verdade. Grande parte dessa indústria precisa ser reiniciada.” O Fisher mencionado é Ray Fisher, o intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, que chamou publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens do longa de super-heróis de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Carpenter, que abriu as denúncias, disse ter sido inspirada pela atitude do ator. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela afirmou, antes de contar o que sofreu. A atriz disse que o criador de Buffy a chamava de “gorda” durante sua gravidez, ironizava sua religião, aparência e até sua personagem, fazendo as pessoas aprovarem esse comportamento no set. “Ele me acusou de sabotar o programa [por ter engravidado] e me despediu sem cerimônias na temporada seguinte, após eu dar à luz”, revelou. Antes de despedi-la, porém, Whedon a teria obrigado a trabalhar mais horas que o costume, apesar da gravidez. Carpenter disse que “se sentiu impotente e sozinha”, mas, com um bebê a caminho, também sentiu que não tinha outra opção, então “engolir os maus-tratos e continuar”. Essa falta de poder, ela afirma, sugou a alegria de ser uma nova mãe. “Joss era o vampiro”, ela descreveu, citando o tema da série. Em seu longo desabafo, ela também revelou ter testemunhado durante a investigação da WarnerMedia sobre o comportamento de Whedon. Disse que acreditava em Ray Fisher e que foi sua demissão do filme “The Flash”, após fazer sua denúncia, que a fez vir à público. Foi “a gota d’água para mim”. Até o momento, Whedon se recusou a comentar as alegações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michelle Trachtenberg (@michelletrachtenberg) Buffy was a toxic environment and it starts at the top. @AllCharisma is speaking truth and I support her 100%. There was a lot of damage done during that time and many of us are still processing it twenty plus years later. #IStandWithRayFisher #IStandWithCharismaCarpenter https://t.co/WJAmDGm76C — Amber Benson (@amber_benson) February 10, 2021 For what it’s worth, I believe and stand with @allcharisma, @ray8fisher, @amber_benson and others who have the strength to come forward with their truth. A lot of this industry needs a reset….. #IStandWithCharismaCarpenter #IStandWithRayFisher — Clare Kramer (@ClareKramer) February 10, 2021

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  • Série

    Gina Carano é demitida de O Mandaloriano

    11 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Gina Carano, que interpreta a rebelde Cara Dune na série “The Mandalorian” (The Mandalorian), já vinha chamando atenção há algum tempo por postar mensagens negacionistas e ofensivas nas redes sociais. Mas nesta quarta-feira (11/2) ela se envolveu numa polêmica tão grande que terminou o dia desempregada e sem empresário. Ela foi demitida da atração da plataforma Disney+ (Disney Plus). Um comunicado da produtora da série avisou que ela “não está empregada atualmente pela Lucasfilm e não há planos para ela no futuro”. A nota não ficou no informe burocrático, explicando o motivo dela não fazer mais parte do universo de “Star Wars”: “Suas postagens nas redes sociais atacando pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes e inaceitáveis.” Até terça, ela estava cotada para protagonizar um spin-off de “The Mandalorian”, “Rangers of the New Republic”, que tudo indicava ser centrado em Cara Dune, a ex-soldado rebelde que havia se tornado delegada na fronteira da Nova República. De todo modo, a Lucasfilm ainda não anunciou personagens e elenco desta atração. Mas Cara Dune, de Carano, não fará parte da produção. Na verdade, a atriz terá dificuldades para aparecer em qualquer outro papel, pois até sua agência de talentos, a UTA, a dispensou como cliente. A gota d’água foi um post em que a ex-lutadora de MMA comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. Em outra postagem em seu Stories, Carano publicou uma foto de uma pessoa com várias máscaras de pano cobrindo todo o rosto e a cabeça. A legenda dizia: “Enquanto isso na Califórnia”… Embora esses posts tenham disparado a hashtag #FireGinaCarano no Twitter, com muitos usuários marcando a Lucasfilm e a Disney em suas postagens, a dispensa da atriz aconteceu pelo acúmulo. Ela passou toda a pandemia atacando o fechamento do comércio e a eficácia das máscaras, chamando as medidas de proteção de tentativas de opressão. Mais recentemente, encampou as teorias de conspiração que afirmam que a recente eleição presidencial foi fraudada. Também afirmou que não existia racismo nos EUA, apenas gente de extrema esquerda, e zombou de transexuais que mudam seus pronomes ao realizar a transição de sexo. Para seu azar, nesta semana seu colega de série, Pedro Pascal, o próprio Mandaloriano, publicou um post de apoio a sua irmã Lux Pascal após a transição sexual dela. O contraste não passou despercebido. Embora muitas das postagens de Carano tenham sido relevadas pela Lucasfilm, os comentários que minimizaram o Holocausto foram considerados abomináveis e a produtora finalmente teria ido conferir o histórico da atriz. A decisão de dispensá-la levou em conta o dano que ela causaria ao ter suas posições radicais associadas à série que é carro-chefe da Disney+ (Disney Plus).

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  • Série

    Velma, do Scooby-Doo, vai ganhar série de Mindy Kaling

    11 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max anunciou a produção de três novas séries animadas, duas delas baseadas em personagens conhecidos. A principal novidade é uma atração centrada em Velma, a amiga nerd do Scooby-Doo, que faz parte da turma da Máquina do Mistério. A série está sendo desenvolvida por Mindy Kaling, a ex-integrante da sitcom “The Office” que criou “Projeto Mindy” e “Eu Nunca… “, e que estreou como dubladora de animação como a voz do Desgosto no longa “Divertida Mente”. Além de produzir, ela também fará a voz da protagonista Velma Dinkley. A lista de encomendas da plataforma também destaca um remake de “Clone High”, série clássica da MTV, que voltará a reunir os criadores originais, Phil Lord, Chris Miller e Bill Lawrence, na função de produtores. Lord e Miller se tornaram bem famosos depois da animação que lançou suas carreiras – dirigiram “Uma Aventura Lego” e produziram “Homem-Aranha no Aranhaverso”, entre muitos outros trabalhos – , enquanto Lawrence, que já era conhecido pelas séries “Spin City” e “Scrubs”, lançou “Cougar Town”, por exemplo. Como a série de 2003, a nova “Clone High” seguirá figuras históricas célebres, que foram clonadas e matriculadas no ensino médio. Na primeira versão, os alunos eram clones emos de Abraham Lincoln, Cleópatra, Joana D’Arc, John F. Kennedy e outros, que precisavam lidar com os problemas e situações da vida adolescente. A terceira série é uma adaptação de um curta premiado, chamado “Fired on Mars”, e foi criada pelos cineastas da produção original, Nate Sherman e Nick Vokey (que fizeram “Wet City”, no Adult Swim). Descrita como uma comédia existencial de local de trabalho, a série será ambientada no campus marciano de uma empresa de tecnologia moderna. O comediante Peter Davidson (do “Saturday Night Live”) fará a voz do protagonista.

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    Atriz mirim de Game of Thrones vai estrelar a série de The Last of Us

    11 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Bella Ramsey, que encantou os fãs de “Game of Thrones” como a feroz Lyanna Mormont, vai estrelar uma nova série épica da HBO. Ela foi escolhida como intérprete de Ellie, a protagonista da produção baseada no game “The Last of Us”. Ramsey, que atualmente tem 17 anos, ficou famosa pelo papel de líder do Norte na série de fantasia, mas aquele na verdade foi apenas seu primeiro trabalho como atriz. Desde então, ela já apareceu em várias outras atrações, incluindo “His Dark Materials” na mesma HBO, onde vive a personagem Angelica. Sua personagem em “The Last of Us” é uma órfã de 14 anos que nunca conheceu nada além de um planeta devastado, e que luta para equilibrar seu instinto de raiva e rebeldia com sua necessidade de conexão humana… Além disso, ela também pode ser a chave para salvar o mundo. Baseada no game criado por Neil Druckmann em 2013 – e na sequência lançada em junho passado – a série vai acompanhar Ellie enquanto ela viaja com o desiludido Joel, que recebe a missão de levá-la a um local onde poderá ser usada para curar a praga que arrasa a humanidade. A série foi desenvolvida por Craig Mazin, autor da premiada minissérie “Chernobyl”, e terá direção do russo Kantemir Balagov, premiado no Festival de Cannes de 2019 pelo drama de época “Uma Mulher Alta”.

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    Sarah Michelle Gellar se pronuncia: Orgulho de Buffy, mas não do criador da série

    10 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Sarah Michelle Gellar, que ficou conhecida como a personagem-título de “Buffy: A Caça-Vampiros”, exibida entre 1997 e 2003, resolveu se manifestar após sua ex-colega Charisma Carpenter denunciar o criador da série por abuso e assédio moral. “Apesar de ter orgulho de ter meu nome ligado ao de Buffy Summers, eu não quero ter meu nome ligado ao de Joss Whedon”, escreveu Gellar numa nota divulgada em suas redes sociais. Ela também avisou que não vai se aprofundar na polêmica. “Estou mais focada em cuidar da minha família e em sobreviver a essa pandemia. Então, não farei maiores declarações agora”. Mas acrescentou: “Apoio todos os sobreviventes de abusos e estou orgulhosa deles por falarem disso”. O post é consequência da iniciativa de Charisma Carpenter, que mais cedo nesta quarta (10/2) escreveu um longo texto para falar sobre o sofrimento que passou ao trabalhar com Joss Whedon em “Buffy” e seu spin-off, “Angel: O Caça-Vampiros”, especialmente durante a sua gravidez, em 2003. A intérprete de Cordelia Chase revelou que manteve silêncio por quase 20 anos, mas foi inspirada a contar sua história após Ray Fisher chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela explicou. Segundo a atriz, o criador de “Buffy”, “Angel”, “Dollhouse”, “Firefly” e “Agents of SHIELD” “criou um ambiente hostil e tóxico desde cedo na minha carreira. Eu sei porque testemunhei. Repetidamente”. “Joss Whedon abusou de sua posição em várias ocasiões, enquanto trabalhava nos sets de ‘Buffy’ e ‘Angel'”, acusou Carpenter, afirmando que o assédio moral que sofreu do diretor-roteirista-produtor “desencadeou uma condição física crônica da qual ainda sofro”. A atriz disse que Whedon a chamava de “gorda” durante sua gravidez, ironizava sua religião, aparência e até sua personagem, fazendo as pessoas aprovarem esse comportamento no set. “Ele me acusou de sabotar o programa [por ter engravidado] e me despediu sem cerimônias na temporada seguinte, após eu dar à luz”, revelou. Antes de despedi-la, porém, Whedon a teria obrigado a trabalhar mais horas que o costume, apesar da gravidez. Carpenter disse que “se sentiu impotente e sozinha”, mas, com um bebê a caminho, também sentiu que não tinha outra opção, então “engolir os maus-tratos e continuar”. Essa falta de poder, ela afirma, sugou a alegria de ser uma nova mãe. “Joss era o vampiro”, ela descreveu, citando o tema da série. Em seu longo desabafo, ela também revelou ter testemunhado durante a investigação da WarnerMedia sobre o comportamento de Whedon. Disse que acreditava em Ray Fisher e que foi sua demissão do filme “The Flash”, após fazer sua denúncia, que a fez vir à público. Foi “a gota d’água para mim”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Michelle (@sarahmgellar)

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  • Etc

    Atriz de Buffy denuncia abuso e assédio moral de Joss Whedon, criador da série

    10 de fevereiro de 2021 /

    Uma das séries mais cultuadas da TV americana, conhecida por passar uma imagem de empoderamento feminino, “Buffy: A Caça-Vampiros” tinha bastidores sombrios, que não refletiam sua mensagem. A revelação foi feita por Charisma Carpenter, que interpretou Cordelia Chase na atração e no seu derivado, “Angel: O Caça-Vampiros”. Em um post publicado em seu Instagram, a atriz revelou que manteve silêncio por quase 20 anos e que foi inspirada a contar sua história após Ray Fisher chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela explicou. Segundo a atriz, o criador de “Buffy”, “Angel”, “Dollhouse”, “Firefly” e “Agents of SHIELD” “criou um ambiente hostil e tóxico desde cedo na minha carreira. Eu sei porque testemunhei. Repetidamente”. “Joss Whedon abusou de sua posição em várias ocasiões, enquanto trabalhava nos sets de ‘Buffy’ e ‘Angel'”, acusou Carpenter, afirmando que o assédio moral que sofreu do diretor-roteirista-produtor “desencadeou uma condição física crônica da qual ainda sofro”. Carpenter afirma que o criador de Buffy a chamou de “gorda” quando ela estava grávida de 4 meses, ameaçou demiti-la e fez as pessoas aprovarem esse comportamento no set. A atriz diz que, numa reunião, Whedon “me perguntou se eu ‘iria manter'” a gravidez. “Ele me acusou de sabotar o programa e me despediu sem cerimônias na temporada seguinte, após eu dar à luz”. Antes de despedi-la, porém, Whedon a teria obrigado a trabalhar mais horas que o costume, apesar da gravidez. Carpenter disse que “se sentiu impotente e sozinha”, mas, com um bebê a caminho, também sentiu que não tinha outra opção, então “engolir os maus-tratos e continuar”. Essa falta de poder, ela afirma, sugou a alegria de ser uma nova mãe. “Joss era o vampiro”, ela descreve, usando o tema da série. Em seu longo desabafo, publicado no Instagram nesta quarta-feira (10/2), ela também revelou ter testemunhado durante a investigação da WarnerMedia sobre o comportamento de Whedon. Disse que acreditava em Fisher e que foi sua demissão do filme “The Flash”, após fazer sua denúncia, que a fez vir à público. Foi “a gota d’água para mim”. Ela reforça a crítica: “Me incomoda e entristece que, em 2021, os profissionais ainda tenham que escolher entre a denúncia de irregularidades no local de trabalho e a segurança no emprego”. “Como mãe solteira, cuja subsistência da família depende do meu ofício, estou com medo [das repercussões]. Apesar do meu medo sobre o impacto no meu futuro, não posso mais ficar em silêncio. Isso já está atrasado e é necessário. Está na hora.” Vale observar que Whedon se afastou do comando de “The Nevers”, série que ele criou e na qual trabalharia como showrunner, diretor e roteirista, no final da investigação da WarnerMedia. Em um comunicado oficial sobre a investigação, a WarnerMedia disse que “medidas corretivas foram tomadas”, enquanto a HBO afirmou que seguiria com a produção do programa sem ele. Whedon também emitiu um comunicado, dizendo que os acontecimentos sem precedentes de 2020 afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Descrevendo-se como “genuinamente exausto”, ele afirmou que agora focaria sua energia em sua vida pessoal, “que passará por mudanças animadoras”. Veja o post completo de Charisma Carpenter abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por CHARISMA CARPENTER⚡️ (@karazma)

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  • Série

    Search Party é renovada para 5ª temporada

    9 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max anunciou a renovação de “Search Party” para sua 5ª temporada. Além disso, também fechou um contrato geral para desenvolvimento de novos conteúdos com os criadores da comédia de humor negro, Charles Rogers e Sarah-Violet Bliss. O comunicado com essas informações foi divulgado cerca de duas semanas após a estreia dos episódios finais da 4ª temporada. “Charles e Sarah-Violet são os mestres da mistura de gêneros e mal podemos esperar para ver o que eles vão fazer a seguir”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, na nota enviada à imprensa. “Não poderíamos estar mais felizes por eles continuarem a chamar a HBO Max de sua casa.” “Estamos emocionados que a HBO Max não só deu ao mundo uma 5ª temporada de ‘Search Party’, mas também mostrou muita fé em nossa parceria para desenvolvermos novos projetos para a plataforma”, acrescentaram Bliss e Rogers. “Search Party” gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda, mas essa obsessão os arrasta a situações perigosas, tornando-os suspeitos e até vítimas de crimes. O elenco é encabeçado por Alia Shawkat (“Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (“Deus Me Adicionou”). Pouco conhecida no Brasil, a série teve suas duas primeiras temporadas exibidas pelo canal pago TBS, mas acabou mudando para o streaming na 3ª temporada, que foi disponibilizada junto com o lançamento da HBO Max. A mudança de mídia acabou tornando a produção ainda mais insana que o habitual.

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  • Série

    Roteirista de Juno assina piloto de série live-action das Meninas Superpoderosas

    9 de fevereiro de 2021 /

    A rede americana The CW encomendou oficialmente o piloto de uma série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. A série está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. Curiosamente, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.

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    Disney vai fechar estúdio de Rio, A Era do Gelo e Touro Ferdinando

    9 de fevereiro de 2021 /

    A Disney decidiu fechar a Blue Sky Studios, divisão de animação da antiga 20th Century Fox, que faturou mais de US$ 5 bilhões com o lançamento de 13 filmes de sucesso, incluindo as franquias “A Era do Gelo” e “Rio”, além de “O Touro Ferdinando”, que recebeu indicação ao Oscar, todos com direção do brasileiro Carlos Saldanha. Saldanha não era um dos fundadores da Blue Sky, que surgiu em 1987 quando animadores que trabalharam no primeiro filme “Tron” decidiram se juntar para novos projetos. O estúdio só começou a criar longa-metragens após ser absorvido pela Fox em 1997, em decorrência de sua conquista do Oscar de Melhor Curta Animado com “Bunny”. A parceria com a Fox levou à fase mais bem-sucedida do estúdio, até a Disney entrar em cena e decidir que seus esforços eram irrelevantes. Com o encerramento das atividades da Blue Sky, as propriedades intelectuais do estúdio ainda pertencerão à Disney, mas não há planos para absorver os funcionários que serão demitidos, pois a empresa já possui dois estúdios de animação. A franquia “A Era do Gelo” já tem sua continuidade garantida com a produção de um longa animado para a plataforma Disney+.

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  • Série

    Trailer revela cenas dos capítulos finais de Wynonna Earp

    8 de fevereiro de 2021 /

    O canal pago americano SyFy divulgou o trailer da segunda parte da 4ª temporada de “Wynonna Earp”, que vai concluir a série de maior audiência e aprovação crítica de sua programação. A prévia tem as doses usais de ironia, violência, criaturas chifrudas e nudez gratuita, acompanhando a tataraneta do delegado do Velho Oeste Wyatt Earp e seus aliados disfuncionais na expectativa de encerrar a série sem apocalipse e com um casamento. Desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”), a adaptação dos quadrinhos de Beau Smith virou uma das mais cultuadas dos últimos tempos na TV americana, ao combinar feminismo, rebeldia, monstros e sensualidade. Estrelada por Melanie Scrofano (série “Damien”) como a ovelha negra da família e heroína do título, Dominique Provost-Chalkley (“Vingadores: Era de Ultron”) como sua irmã caçula bissexual, Katherine Barrell (série “Workin’ Moms”) como a policial e noiva “hot” (ou melhor, Haught) e Tim Rozon (série “Vagrant Queen”) como o pistoleiro Doc Holliday, a série volta com novos episódios em 5 de março nos EUA. E como o material inédito consiste de apenas seis episódios, isso significa que o final da série vai ao ar em 9 de abril. Para quem ainda não conhece, “Wynonna Earp” acaba de ter suas três primeiras temporadas disponibilizadas na plataforma Globoplay. E só para situar o tamanho da aclamação crítica, duas dessas temporadas têm simplesmente 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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