Brand New Cherry Flavor: Veja o trailer da nova série de terror da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Brand New Cherry Flavor”, minissérie de terror estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Ela vive Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas elegantes de Beverly Hills aos confins da floresta tropical da Amazônia. O elenco também conta com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. A estreia está marcada para 13 de agosto.
Regina Casé vai disputar Prêmio Platino
A organização do Prêmio Platino de Cinema Ibero-Americano divulgou nesta segunda-feira (19/7) as indicações de filmes e artistas que disputam a premiação de 2021. A lista inclui a brasileira Regina Casé, indicada na categoria de Melhor Atriz por sua desempenho em “Três Verões”, além de “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz, que concorre como Melhor Documentário, e o longa “Pergaminho Vermelho”, de Nelson Botter Jr., na disputa da categoria de Melhor Animação. Regina Casé já foi premiada por seu papel no longa de Sandra Kogut pelos festivais do Rio, Antalya (Turquia) e Málaga (Espanha). Candidato brasileiro à vaga no último Oscar, “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” foi premiado nos festivais de Viña del Mar (Chile), Guangzhou (China), Mumbai (Índia) e Veneza (Itália). O filme colombiano “El Olvido Que Seremos” e o guatemalteco “La Llorona” lideram a relação com 11 indicações cada. Entre as séries, o destaque é para a espanhola Patria, com cinco indicações. A cerimônia do Prêmio Platino será realizada no dia 3 de outubro, em Madri, e será transmitida ao vivo pelo Canal Brasil. Veja abaixo a lista completa dos indicados ao Prêmio Platino Melhor Filme “El Olvido Que Seremos” (Colômbia) “La Llorona” (Guatemala) “Las Niñas” (Espanha) “Nuevo Orden” (México) Melhor Direção Fernando Trueba (“El Olvido que Seremos”) Icíar Bollaín (“La Boda de Rosa”) Jayro Bustamante (“La Llorona”) Michel Franco (“Nuevo Orden”) Melhor Atriz Candela Peña (“La Boda de Rosa”) María Mercedes Coroy (“La Llorona”) Regina Casé (“Três Verões”) Valeria Lois (“Las Siamesas”) Melhor Ator Alfredo Castro (“Tengo Miedo Torero”) Diego Peretti (“El Robo del Siglo”) Javier Cámara (“El Olvido que Seremos”) Miguel Ángel Solá (“Crímenes de Familia”) Melhor Atriz Coadjuvante Kami Zea (“El Olvido que Seremos”) Nathalie Poza (“La Boda de Rosa”) Sabrina de la Hoz (“La Llorona”) Yanina Ávila (“Crímenes de Familia”) Melhor Ator Coadjuvante Alfredo Castro (“El Príncipe”) Diego Boneta (“Nuevo Orden”) Jorge Román (“Matar a un Muerto”) Julio Díaz (“La Llorona”) Melhor Roteiro “Crímenes de Familia” “El Olvido que Seremos” “La llorona” “Las Niñas” Melhor Trilha Sonora “Silenciadas” “Canción sin Nombre” “El Olvido que Seremos” “La llorona” Mejor Filme de Estreia “Canción sin Nombre” “Las Niñas” “Matar a Pinochet” “Matar a un Muerto” Melhor Edição “El Olvido que Seremos” “La llorona” “Las Niñas” “Ya No Estoy Aquí” Melhor Direção de Arte “Silenciadas” “El Olvido que Seremos” “La llorona” “Las Niñas” Melhor Fotografia “Silenciadas” “El Olvido que Seremos” “La llorona” “Las Niñas” Melhor Som “Silenciadas” “El Olvido que Seremos” “La llorona” “Ya No Estoy Aquí” Prêmio de Valores Educativos “Adú” “El Agente Topo” “El Olvido que Seremos” “Nuestras Madres” Melhor Documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” (Brasil) “Cartas Mojadas” (Espanha) “El Agente Topo” (Chile) “El Año del Descubrimiento” (Espanha) Melhor Animação “El Camino de Xico” (México) “La Gallina Turuleca” (Espanha) “O Pergaminho Vermelho” (Brasil) “As Fantasias de Nicolás” (México) Melhor Série “Alguien Tiene que Morir” (México) “Antidisturbios” (Espanha) “El Robo del Siglo” (Colômbia) “Patria” (Espanha) Melhor Atriz em Série Cecilia Suárez (“La Casa de las Flores”) Elena Irureta (“Patria”) Inma Cuesta (“El Desorden que Dejas”) Marcela Benjumea (“El Robo del Siglo”) Melhor Ator em Série Alejandro Speitzer (“Alguien Tiene que Morir”) Álvaro Morte (“La Casa de Papel”) Andrés Parra (“El Robo del Siglo”) Eduard Fernández (“30 Monedas”) Melhor Criador de Série Álex de la Iglesia (“30 Monedas”). Rodrigo Sorogoyen e Isabel Peña (“Antidisturbios”). Álex Pina (“La Casa de Papel”). Aitor Gabilondo (“Patria”).
Série de luta livre com astros de “Arrow” e “Vikings” ganha trailer completo
O canal pago Starz divulgou um novo pôster e o trailer completo de “Heels”, série de luta livre (wrestling) estrelada por Stephen Amell, o protagonista de “Arrow”, e Alexander Ludwig, astro de “Vikings”. Eles vivem irmãos que nutrem uma longa rivalidade no ringue e também fora dele. A disputa acontece em Duffy, uma pequena comunidade da Georgia que viveu dias de glória quando o ginásio de lutas local era mantido pelo pai dos dois. Agora, o que resta é a briga dos irmãos pelo controle do legado familiar. O personagem de Amell é Jack Spade. Descrito como um “vilão carismático” nos espetáculos de luta, ele também é um marido e trabalhador, que luta para realizar seus sonhos. Seu maior objetivo de vida é fazer da Associação de Luta Livre de Duffy (DWA, na abreviatura em inglês) um império da categoria. Mas ele pode arriscar seu casamento e a relação com o irmão em busca desse sonho. Ludwig interpreta Ace Spade, o “herói dos ringues”, que vence todas as lutas e é adorado pelo público. Mas as coisas são mais difíceis no mundo real, onde sua luta é para conciliar o status de ídolo com suas inseguranças e demônios. Ele é impetuoso, convencido e autodestrutivo – mas tão charmoso que todos costumam perdoá-lo. Criada por Michael Waldron, roteirista da elogiada série de “Loki”, a atração é dirigida pelo cineasta Peter Segal (“Como se Fosse a Primeira Vez”, “Aprendiz de Espiã”) e também inclui em seu elenco Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Alison Luff (“Hospital New Amsterdam”), David James Elliott (“Impulse”), Erica Pappas (“Katty Keene”), Robby Ramos (“Plantados”) e Duke Davis Roberts (“The Son”). A 1ª temporada de oito episódios tem estreia marcada para 15 de agosto. O lançamento no Brasil vai acontecer pela plataforma Starzplay.
Teaser apresenta nova diretora da escola de “Sex Education”
A Netflix divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “Sex Education”. O vídeo é apresentado como uma peça publicitária do Colégio Moordale e introduz Jemima Kirke (de “Girls”) no papel de nova diretora da escola. Apesar de jovem, ela pretende resgatar o “passado glorioso” de Moordale com uma abordagem mais tradicional de ensino, que inclui a exigência de uniformes. O traje escolar é citado no vídeo e já foi visto em fotos adiantadas da produção. Logicamente, o perfil conservador da diretora deve render conflitos com Otis (Asa Butterfield), o expert sexual adolescente do colégio, que transforma todo o constrangimento causado por sua mãe (Gillian Anderson, de “Arquivo X”), uma terapeuta sexual, num plano para se tornar popular e ainda ganhar dinheiro de seus colegas. Além disso, o vídeo já deixa claro a má vontade da bad girl da turma (Emma Mackey) em relação às mudanças. Além de Jemima Kirke, a 3ª temporada contará com mais três reforços em seu elenco: Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Indra Ové (“Breeders”) e Dua Saleh, estreando no papel de um(a) estudante não binário de Moordale, que imediatamente entra em conflito com a visão da nova diretora para a escola e conta com o apoio do único gay assumido da escola (Ncuti Gatwa). Os novos episódios vão chegar em streaming em 17 de setembro, após um hiato de 20 meses por conta da pandemia de coronavírus.
Associação de Donos de Cinemas dos EUA ataca Disney por estratégia de “Viúva Negra”
A Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) divulgou um comunicado agressivo contra a Disney neste fim de semana, comemorando o fato de “Viúva Negra” ter perdido a liderança das bilheterias, com uma queda de 67% de arrecadação em relação à semana anterior. O filme foi lançado ao mesmo tempo nos cinemas e na plataforma de streaming Disney+ (para locação ao preço de US$ 30 nos EUA) e a associação está culpando o modelo — chamado de “Premier Access” pela Disney — por fazer o próprio estúdio e toda a indústria cinematográfica perderem dinheiro. A nota é uma reação à divulgação do faturamento digital do filme em sua primeira semana em streaming. A Disney abalou o mercado ao revelar que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seus primeiros três dias no “Premier Access”, valor que foi comemorado pela empresa como cereja do bolo de sua iniciativa de lançamento casado entre cinemas convencionais e plataforma digital. A NATO questiona as “alegações de que essa estratégia de lançamento aprimorada na era do streaming é um sucesso para a Disney”. E tira números da cartola para dizer que o filme, que faturou US$ 80 milhões em seu primeiro fim de semana nos cinemas dos EUA, poderia ter feito muito mais. Exatamente US$ 130 milhões, segundo a associação, se tivesse chegado apenas nos cinemas. Para justificar o valor, a NATO cita o desempenho de “Velozes & Furiosos 9” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”, títulos da Universal lançados exclusivamente nos cinemas. A projeção não se sustenta, porque, para começar, os dois filmes tiveram menor bilheteria que “Viúva Negra”. Além disso, é impossível afirmar que pessoas que optaram por assistir ao título da Marvel em casa teriam ido ao cinema durante o atual momento da pandemia, com a disseminação da variante delta. A associação também diz inverdades ao afirmar que “o lucro do Premier Access não é dinheiro novo, mas foi adiantado de uma janela de VOD mais tradicional, que não é mais uma opção”. Ou seja, para a NATO, a Disney teria deixado de lucrar com um lançamento posterior em VOD ao fazer uma estreia simultânea, que eliminaria a possibilidade dos fãs reprisarem o consumo do filme mais adiante. A informação não é verdadeira por um motivo óbvio. Com o lançamento da Disney+, os títulos do estúdio só têm lançamento em VOD nas condições do “Premier Access”. Se não tivesse distribuição simultânea, “Viúva Negra” chegaria em segunda janela na Disney+ de graça para os assinantes (isto é, sem a cobrança dos US$ 30 pelo aluguel digital). Não seria, portanto, VOD (video sob demanda), mas SVOD (assinatura sob demanda). Além disso, não há comprovação de que o público de determinado sucesso cinematográfico tenha o hábito de pagar para vê-lo de novo quando é disponibilizado online. Afinal, VOD não tem o mesmo apelo do Blu-ray, que representa um objeto de coleção para os fãs. A organização finaliza sua crítica chamando atenção para o compartilhamento de senhas e downloads ilegais do filme, apontando para o fato de o lançamento digital facilitar a pirataria. A pirataria é um fator real. Mas não se pode esquecer que o fenômeno dos downloads ilegais começou com a música e hoje há impérios digitais criados em torno de plataformas musicais pagas. A própria Disney+ já tem mais de 100 milhões de assinantes em todo o mundo. Os principais pontos levantados pela NATO são defesas pontuais de seus interesses, como entidade dos donos de cinema – logicamente contrários às plataformas de streaming. Trata-se de uma análise parcial, que parte de premissas equivocadas e manipuladas. Por sinal, sabe que outro filme teve queda de 67% em sua arrecadação de segunda semana nos últimos meses? “Velozes & Furiosos 9”, citado como exemplo de sucesso de lançamento exclusivo no cinema pela associação. Uma queda que, pelos próprios argumentos da NATO, não foi causada por pirataria de cópias online, mas pela pandemia mesmo. Negacionismo também existe no mercado cinematográfico.
Reservation Dogs: Nova série de Taika Waititi ganha primeiro trailer
O canal pago FX divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Reservation Dogs”, série de comédia criminal passada em território nativo-americano. A trama gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirigiu o piloto e é coprodutor da atração com Waititi. “Histórias indígenas por cineastas indígenas”, descreveu Waititi em seu Twitter, ao anunciar o projeto em novembro do ano passado. “Reservation Dogs” é a segunda série do diretor no FX. Waititi também participa da produção de “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia cinematográfica que ele codirigiu com Jemaine Clements em 2014. O elenco da nova produção destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. A estreia está marcada para 9 de agosto na plataforma Hulu, na seção FX on Hulu.
“Space Jam: Um Novo Legado” estreia em 1º lugar nos EUA
O híbrido animado “Space Jam: Um Novo Legado”, que junta o jogador de basquete LeBron James e o Pernalonga, superou expectativas ao estrear em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá, com um faturamento de US$ 31,7 milhões. A produção da Warner Bros. recebeu críticas muito negativas, atingindo apenas 31% de aprovação (podre) no Rotten Tomatoes, mas atraiu público suficiente para superar o blockbuster “Viúva Negra”, da Marvel. Com US$ 26,3 milhões, o filme da heroína vivida por Scarlett Johansson caiu para o 2º lugar, mas já soma US$ 132 milhões em 10 dias no mercado norte-americano, atingindo uma sólida bilheteria global de US$ 264 milhões nos cinemas – ou US$ 324 milhões, quando se considera os valores do aluguel digital revelados pela Disney. No exterior, o segundo “Space Jam” ficou bem abaixo do sucesso de “Viúva Negra”, arrecadando US$ 23 milhões de 54 territórios para um início global de US$ 54,7 milhões. Os valores são problemáticos para as finanças da Warner, porque os custos do filme são estimados em US$ 150 milhões somente com gastos de produção – sem contabilizar P&A, as despesas de marketing e divulgação. O Top 3 norte-americano se fecha com outra estreia da semana, “Escape Room 2”, que rendeu US$ 8,8 milhões. A continuação de terror da Sony também foi reprovado na avaliação do Rotten Tomatoes, mas foi considerado menos podre que a sequência da Warner, com 42% de aprovação. Pra quem não lembra, “Viúva Negra” teve 80% de aprovação. Único dos três ainda inédito no Brasil, “Escape Room 2” tem lançamento marcado nos cinemas brasileiros em 26 de agosto.
Intérprete de Guzmán se despede de “Elite”
O ator Miguel Bernardeau se despediu da série “Elite” após quatro temporadas. Intérprete do personagem Guzmán Osuna, ele gravou um vídeo para agradecer o carinho dos fãs. “Gravar a série não foi fácil, mas foi uma experiência incrível, muito construtiva. Sou muito agradecido a Netflix por ter nos dado essa oportunidade. Adeus”, ele disse no curto vídeo. Sua saída aconteceu após o final da 4ª temporada, em que seu personagem se despediu dizendo que ia viajar o mundo. “Elite” tem sofrido grandes perdas em seu elenco desde o final da 3ª temporada. Além de Bernardeau, outros atores que deixaram a série foram Danna Paola (Lucrecia), Mina El Hammani (Nadia), Ester Expósito (Carla), Jorge Lopez (Valério), Álvaro Rico (Polo), Itzán Escamilla (Samuel) e Omar Ayuso (Omar). Por outro lado, a 4ª temporada apresentou novos personagens e o quinto ano continuará a trazer novos alunos para Las Encinas, entre eles o primeiro integrante brasileiro da série, André Lamoglia, conhecido dos assinantes do Disney Channel por “Juacas” e “Bia”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Élite (@elitenetflix)
Gravações de “Bridgerton” são interrompidas duas vezes por covid-19
As gravações da 2ª temporada de “Bridgerton” sofreram duas interrupções em uma semana após testes positivos de covid-19 entre membros da equipe. A produção da série da Netflix está acontecendo na Inglaterra, onde o número de casos da variante delta vem aumentando nos últimos meses. Graças à contaminação no set, as gravações entraram em pausa e não tem previsão para serem retomadas. Isto geralmente acontece quando a infecção atinge algum integrante do elenco ou da equipe criativa, mas a identidade de quem testou positivo está sendo preservada. A única informação confirmada é que as pessoas contaminadas estão em isolamento. Chama atenção o fato da segunda paralisação ter gerado reação bem diferente dos produtores. Na quinta, quando surgiu o primeiro teste positivo, a paralisação durou apenas 24 horas. Na ocasião, circulou a informação de que nenhum membro do elenco foi afetado. Desta vez, esta informação foi omitida do comunicado e a pausa será maior. Lançada no final de dezembro, “Bridgerton” rapidamente se tornou a série mais bem-sucedida da Netflix. Segundo a plataforma, a atração da produtora Shonda Rhimes foi vista por 82 milhões de assinantes em seu primeiro mês, tornando-se o maior hit da sua história. Com isso, teria superado o recorde anterior de 76 milhões de visualizações que pertencia a “The Witcher”. A série é baseada na coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, que possuiu ao todo nove volumes, e atualmente encontra-se renovada até sua 4ª temporada.
Batwoman: Ruby Rose diz que alergia a tirou da série
A atriz Ruby Rose finalmente deu uma explicação para seu abandono do papel de Kate Kane e saída do elenco de “Batwoman” ao final da 1ª temporada. Em entrevista ao “Kyle and Jackie O Show”, ela afirmou que era alérgica ao látex da máscara da heroína. “Eu descobri que era alérgica ao látex. Eu estava ficando cada vez pior, porque à medida que você tem mais contato com ele, acho que você obtém mais reações. Tirei a máscara no final e meu rosto ficou só com urticária. Minha garganta estava toda machucada. Era como se saísse de um filme de terror”, afirmou a atriz. Foi a própria Rose que anunciou sua saída em maio de 2020, afirmando que a iniciativa era dela, mas sem entrar em detalhes. Na época, circularam várias versões sobre o motivo da decisão repentina, desde problemas de saúde até dificuldades de relacionamento nos bastidores. Logo que começou a gravar a série, ela decidiu dispensar dublês para as cenas de ação. Mas nos primeiros dias sofreu um acidente que a fez passar por uma cirurgia na coluna e correr risco de ficar paraplégica. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, também revelaram que ela “não estava feliz trabalhando na série”. A atriz não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para a produção de uma série. Com a saída da atriz, a produção decidiu introduzir outra personagem, Ryan Wilder, interpretada por Javicia Leslie, que assumiu o traje da Batwoman na 2ª temporada. Apesar disso, a história de Kate Kane continuou e, a partir da metade da temporada, a atriz Wallis Day foi apresentada como nova intérprete da Batwoman original – que na trama sofre um acidente desfigurador e precisa passar por cirurgia plástica radical. A escalação de Wallis Day tinha objetivo de explicar porque Kate Kane tinha sumido repentinamente, mas a atriz fez tanto sucesso no papel que, embora tenha se despedido na season finale, pode voltar na 3ª temporada.
Chucky: Teaser anuncia data de estreia da série do Brinquedo Assassino
O canal pago americano Syfy divulgou o pôster e um teaser de “Chucky”, série baseada na franquia “Brinquedo Assassino”, que mostra rapidamente como o personagem-título encontra suas novas vítimas, além de revelar a data de estreia da atração. A versão seriada de “Chucky” foi criada por Don Mancini, criador do personagem. Ele escreveu o roteiro do “Brinquedo Assassino” original em 1988 e desde então explora sem parar a franquia, tendo assinado seis continuações e dirigido três longas do monstro de plástico. Além de escrever os roteiros e produzir os episódios, Mancini também dirigiu o piloto que foi aprovado – e que vai virar o capítulo inaugural da série. Ele vai trabalhar na série com David Kirschner, produtor da franquia cinematográfica, e Nick Antosca, criador das séries “Channel Zero” e “The Act”. Um detalhe que pode ser conferido na prévia é que a série vai manter a dublagem original de Chucky, feita pelo ator Brad Dourif, servindo assim de contraponto ao remake dublado por Mark Hamill (o Luke Skywalker) e exibido em 2019 nos cinemas – por sinal, a primeira e única versão de “Brinquedo Assassino” sem envolvimento de Mancini. “Chucky” vai estrear na véspera do Halloween, em 12 de outubro nos EUA, mas ainda não tem previsão de exibição no Brasil.
“Os Simpsons” previu viagem espacial de Richard Branson
“Os Simpsons” acertou novamente. As misteriosas habilidades proféticas da série animada foram reafirmadas em 11 de julho, quando o fundador da Virgin Galactic, Richard Branson, fez sua viagem inaugural ao espaço. A jornada de Branson aconteceu só com sete anos de atraso, em relação à previsão da animação da Fox, que mostrou Brando indo ao espaço num episódio de março de 2014. Intitulado “The War of Art”, o capítulo trazia o falsificador de arte Klaus Ziegler (dublado pelo falecido Max von Sydow) se vangloriando de seu trabalho para Lisa Simpson (Yeardley Smith). Branson era visto como exemplo em seguida, admirando uma pintura do falsificador, enquanto flutuava no interior de uma nave espacial. A expedição especial do bilionário é apenas um dos muitos acontecimentos do mundo real antecipados em episódios de “Os Simpsons” durante seus mais de 30 anos no ar. Entre outros acertos, a série foi a primeira a prever que Donald Trump viraria presidente e que o Brasil perderia para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014.
Disney lança sua primeira música romântica LGBTQIAP+
O episódio de “High School Musical: A Série: O Musical” disponibilizado nesta sexta (16/7) na Disney+ entrou para a História por apresentar a primeira música romântica LGBTQIAP+ já produzida pela Disney. Intitulada “In a Heartbeat”, a música é cantada por Frankie Rodrigues, intérprete de Carlos na atração, para seu namorado vivido por Joe Serafini, que escuta a declaração de amor em êxtase. Em entrevista para a revista americana Entertainment Weekly, os atores comentaram o que a canção representa para eles e para os fãs. “É incrível e obviamente é tão necessário. O fato de sermos aquela representação que não conseguimos ver crescendo, em uma plataforma como a Disney com uma franquia popular, significa muito. Definitivamente vemos a resposta, especialmente nas redes sociais, de crianças que chegaram e disseram: ‘Seus personagens me deram confiança para ser eu mesmo’ ou ‘Seus personagens me deram confiança para assumir’. Essas são decisões importantes que mudam a vida das pessoas e, por isso, é muito especial fazer parte da jornada de alguém dessa forma”, afirmou Frankie. Serafini completou: “É muito importante ter pessoas para quem olhar, especialmente se você estiver em uma situação ou ambiente que talvez seja menos receptivo, para ver que, se estou sentindo esses sentimentos, outras pessoas também estão e há esperança. Há alguém para quem olhar. Vai ficar tudo bem e, com sorte, vai melhorar.” Confira abaixo um trecho da canção, divulgado pela Disney.












