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    Ator do clássico “O Caçador de Pipas” será Dodi Al-Fayed em “The Crown”

    23 de setembro de 2021 /

    O ator Khalid Abdalla, que estrelou o drama clássico “O Caçador de Pipas” (2007), foi escalado na 5ª temporada de “The Crown”. Ele interpretará Dodi Al-Fayed, o namorado de Diana, que acompanhava a Princesa no momento de sua morte. Abdalla contracenará com Elizabeth Debicki (“Tenet”), que assumirá o papel de Diana nos novos episódios da série da Netflix. A produção também confirmou Salim Daw (“Oslo”) como o pai de Dodi, bilionário e ex-proprietário do Harrods, Mohammed Al-Fayed. A princesa se envolveu romanticamente com Dodi, um produtor de cinema, no verão de 1997, e o casal morreu lado a lado em um acidente de carro em Paris, meses depois. Embora a trama da 5ª temporada não tenha sido confirmada, a escalação sugere que os capítulos vão abordar os últimos meses da vida de Diana. O período é o mesmo retratado no filme “A Rainha” (2006), primeiro trabalho do roteirista Peter Morgan sobre a monarquia contemporânea britânica, realizado uma década antes dele criar “The Crown”. Além da mudança da intérprete de Diana, o resto do elenco também será alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo ainda Imelda Staunton (a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”), como nova e última intérprete da rainha Elizabeth II na série, Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip e Dominic West (“The Affair”) como o Príncipe Charles. Esta troca de atores será a última realizada pela produção, que vai acabar em seu 6º ano. A data de estreia dos próximos episódios ainda não foi anunciada.

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    Tim Donnelly (1944-2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O ator Tim Donnelly, que interpretou o bombeiro piadista Chet Kelly nas seis temporadas da série clássica “Emergência!”, morreu na sexta-feira (17/9) em sua casa em Santa Fé, Novo México, de complicações de uma cirurgia. Ele tinha 77 anos. Timothy David Donnelly era filho de Paul Donnelly, vice-presidente de produção da Universal Pictures, neto do ator Pat O’Malley (“Vampiros de Almas”) e irmão mais novo do ator mirim e futuro diretor Dannis Donnelly, e com essas credenciais decidiu tentar a carreira de ator ainda na adolescência. Sua estreia aconteceu como figurante em “Assassino Público Número Um”, filme do gângster Baby Face Nelson lançado em 1957. Mas ele acabou se limitando a uma carreira televisiva. Após uma década de figurações em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Havaí Cinco-0”, “Dragnet 1967” e “Adam-12”, foi escalado para seu primeiro e único papel fixo, como o bombeiro Chet de “Emergência!”. Precursora das séries de atendimentos de emergência, que viraram moda na TV americana nos últimos anos, a produção desenvolvida por Robert A. Cinader (criador de “Adam-12”) e Harold Jack Bloom (criador de “Projeto UFO”), acompanhava o trabalho da Estação 51 do Corpo de Bombeiros, além de de paramédicos, policiais e médicos de pronto socorro de Los Angeles. Junto com Donnelly, o elenco destacava ainda Robert Fuller (astro de “Laramie”), Kevin Tighe (visto na série “Lost”), Julie London (“A Casa Vermelha”) e Bobby Troup (“M*A*S*H”), entre outros. Donnelly participou dos 122 episódios da série, que durou de janeiro de 1972 até maio de 1977, geralmente ajudando a aliviar o clima tenso com piadas no corpo de bombeiros. Mas, depois disso, ele apareceu basicamente apenas em projetos dirigidos por seu irmão, Dennis Donnelly, como o terror slasher “Na Senda do Crime” (1978) e episódios das séries “Projeto UFO”, “Enos”, “Vega$” e “O Esquadrão Classe A”.

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    Roger Michell (1956–2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O diretor Roger Michell, que fez o popular blockbuster romântico “Um Lugar Chamado Notting Hill”, morreu na quarta-feira (22/9) aos 65 anos. Ao anunciar o falecimento, a família do cineasta não revelou a causa nem o local do falecimento. Nascido na África do Sul, Michell teve uma carreira teatral de sucesso no Reino Unido, com passagens pelo Royal Court Theatre, pela Royal Shakespeare Company, onde foi diretor residente, e pelo National Theatre, entre outros palcos tradicionais do teatro britânico. Ele fez a transição para as telas no começo dos anos 1990, dirigindo a minissérie “Downtown Lagos” (1992) para a BBC e consagrando-se no ano seguinte com a enormemente aclamada “The Buddha of Suburbia” (1993), adaptação do romance homônimo de Hanif Kureishi estrelada pelo então jovem Naveem Andrews (“Lost”). Michell também dirigiu o clipe da música-tema da atração, composta por ninguém menos que David Bowie. Em seguida, assinou seu primeiro longa televisivo, “Persuasion”, adaptação do romance homônimo de Jane Austen, que venceu o BAFTA, troféu da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, como Melhor Telefilme de 1995. A repercussão positiva dos trabalhos na TV o levou ao cinema. A estreia aconteceu em 1997 com “My Night with Reg”, drama centrado numa noite de reminiscências de um grupo de homossexuais ingleses depois que um de seus amigos morre de AIDS. Ele ainda fez outro drama, “Lutando Pela Paz” (1998), sobre a tensa situação política na Irlanda do Norte, antes de filmar a obra que mudou o rumo de sua carreira. Escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) trazia Julia Roberts como uma estrela de Hollywood que se apaixonava, contra todas as possibilidades, por um livreiro inglês acanhado, interpretado por Hugh Grant. Cheia de personagens pitorescos, cenários londrinos e situações divertidas, a produção virou um fenômeno, estourou bilheterias em todo o mundo e levou Hollywood a assediar o diretor com vários projetos. Michell tentou mostrar versatilidade ao optar por estrear no cinema americano com o suspense “Fora de Controle” (2002), estrelado por Ben Affleck e Samuel L. Jackson. Mas o filme fracassou nas bilheterias. Frustrado, o diretor decidiu retomar a parceria com Hanif Kureishi, filmando dois roteiros do escritor de “The Buddha of Suburbia”: o drama “Recomeçar” (2003), com Daniel Craig, e a comédia “Venus” (2006), que rendeu ao astro Peter O’Toole sua indicação final ao Oscar de Melhor Ator. Ele chegou a ensaiar uma especialização em comédias, fazendo três em sequência: “Uma Manhã Gloriosa” (2010) com Rachel McAdams, “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012) com Bill Murray e “Um Fim de Semana em Paris” (2013) com Lindsay Duncan e Jim Broadbent. Mas interrompeu a tendência com a minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, que lhe rendeu um novo BAFTA em 2014, e preferiu variar os estilos de seus últimos longas. Seus trabalhos finais foram a adaptação gótica de “Minha Prima Raquel” (2017), baseada no romance de mistério de Daphne Du Maurier, em que Rachel Weisz viveu uma Viúva Negra fatal, o melodrama “A Despedida”, com Susan Sarandon no papel de uma mãe com doença terminal, e “The Duke” (2020), comédia com Jim Broadbent e Helen Mirren sobre um roubo de arte histórico.

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    Netflix anuncia 2ª temporada de “A Máfia dos Tigres”

    23 de setembro de 2021 /

    A Netflix anunciou que começou a trabalhar numa 2ª temporada de “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), sua série documental mais bem-sucedida, vista por cerca de 34,3 milhões de espectadores em seus primeiros dias no streaming. A produção foi anunciada num teaser com trechos de outras produções do gênero – séries documentais sobre crimes reais – que chegarão à plataforma em 2022. São elas: “The Puppet Master: Hunting the Ultimate Conman”, “The Tinder Swindler”, “Trust No One: The Hunt for the Crypto Kind” e “Bad Vegan”. Lançada em 20 de março na Netflix, “A Máfia dos Tigres” aborda os crimes de Joseph Allen Maldonado-Passage, popularmente conhecido como Joe Exotic, dono de um zoológico envolvido numa disputa com uma ativista, que acaba sendo acusado de encomendar um assassinato. Para a continuação, a plataforma promete “mais loucura e caos”. A história de Joe Exotic se tornou uma sensação da cultura pop nos primeiros dias da pandemia e atraiu interesse até de plataformas rivais. A Peacock, por exemplo, prepara uma série chamada “Joe Exotic”, estrelada por John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). Veja abaixo o vídeo do anúncio das novas produções de “true crime”, que incluem mais episódios da “Máfia dos Tigres”.

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    Brasil disputa Emmy Internacional com cinco atrações

    23 de setembro de 2021 /

    O Emmy Internacional divulgou a lista de indicados de sua edição deste ano e o Brasil está representado por cinco atrações. As produções da Globo foram os grandes destaques da lista, que inclui a telenovela “Amor de Mãe”, a série de curta duração “Diário de um Confinado”, a minissérie “Todas as Mulheres do Mundo” e o documentário “Cercados”. As quatro produções indicadas estão disponíveis no Globoplay. A quinta produção indicada foi o documentário “Emicida: AmarElo – É Tudo pra Ontem”, produzido pela Netflix, que mostra os bastidores do show histórico do rapper Emicida no Theatro Municipal de São Paulo e concorre na categoria de programação artística. Os vencedores serão anunciados em 22 de novembro, durante cerimônia de premiação em Nova York.

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  • Série

    Vampira sueca de “Deixa Ela Entrar” será latina em série americana

    22 de setembro de 2021 /

    O canal pago americano Showtime encomendou a série “Let the Right One In”, atração de vampiros baseada no livro do autor sueco John Ajvide Lindqvist que já rendeu dois filmes: a adaptação original “Deixa Ela Entrar” (2008) e o remake hollywoodiano “Deixe-me Entrar” (2010), estrelado por Chloe Moretz e assinado por Matt Reeves (do futuro “Batman”). A história acompanha um pré-adolescente que, vítima de bullying de seus colegas de classe, encontra conforto na amizade com a garotinha estranha que acaba de se mudar para seu prédio. O detalhe é que a menina é uma vampira muito velha, embora aparente ter a mesma idade que ele, e sua chegada coincide com uma série de assassinatos sangrentos, que começaram a abalar a população local. O Showtime aprovou uma versão desenvolvida por Andrew Hinderaker, roteirista de “Penny Dreadful” e criador de “Away”, após outro canal pago, o TNT, recusar há cinco anos um piloto com a mesma história, escrito e produzido por Jeff Davis, criador de “Teen Wolf”. A série vai enfatizar o relacionamento da vampira mirim com seu “pai”, trazendo o ator mexicano Demián Bichir (“Mundo em Caos”) no principal papel adulto da trama. Já a menina será vivida por Madison Taylor Baez, a jovem Selena de “Selena: A Série”. A escalação é completamente diferente das versões anteriores, inclusive do piloto rejeitado (que traria a atriz e top model nórdica Kristine Froseth no papel principal). Além dos protagonistas latinos, o menininho loiro da adaptação original será interpretado por um ator mirim negro, Ian Foreman (“Merry Wish-Mas”). A série também contará com Anika Noni Rose (“Power”), Grace Gummer (“Mr. Robot”), Kevin Carroll (“The Walking Dead”) e Jacob Buster (“Colony”) no elenco. A direção dos primeiros episódios está a cargo de Seith Mann (“Homeland”) e ainda não há previsão para a estreia. Veja abaixo os trailers do filme original e seu remake.

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    “Young Royals” é renovada para 2ª temporada

    22 de setembro de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação da produção sueca “Young Royals” para sua 2ª temporada, com um vídeo publicado nas redes sociais. Veja abaixo. Série que os adolescentes amaram, “Young Royals” conta a história do jovem príncipe Wilhelm (o galã Edvin Ryding, de “As Joias da Coroa”), segundo na linha de sucessão do trono, que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (o estreante Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. A 1ª temporada teve seis episódios de 40 minutos cada, escritos por Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman, e a história vai continuar com mais seis capítulos. Ainda não há previsão para a estreia do segundo ano de produção. Vocês sempre acordam cedo no Natal? 👀 O elenco de Young Royals mandou uma mensagem especial pro fandom brasileiro: a 2ª temporada está confirmada! Estreia em 2022. 👑❤️ pic.twitter.com/sLu0OBIVHt — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2021

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    Willie Garson (1964–2021)

    21 de setembro de 2021 /

    O ator Willie Garson, que estrelou as séries “Sex and the City” e “White Collar”, morreu nesta terça (21/9) aos 57 anos, de uma doença não esclarecida. A causa da morte não foi divulgada. Garson formou-se com um mestrado em Belas Artes pela Yale School of Drama no começo dos anos 1980, e logo após a graduação começou a aparecer em pequenos papéis em alguns dos programas de televisão mais populares da época, incluindo “Cheers” (1982), “Family Ties” (1982) e “LA Law” (1986). Sua carreira começou a decolar nos 1990, conquistando papéis maiores em atrações como “Contra Tempos” (Quantum Leap), “Louco por Você” (Mad About You), “Arquivo X” (X-Files), “Friends” e “Twin Peaks”, além de participações em sucessos de bilheteria, incluindo “O Feitiço do Tempo” (1993), onde interpretou o assistente de Bill Murray, “Marte Ataca!” (1996), de Tim Burton, o impagável “Quero Ser John Malkovich” (1999), de Spike Jonze, e vários filmes de Peter e Bobby Farrelly, como “Kingpin: Estes Loucos Reis do Boliche” (1996), “Quem Vai Ficar com Mary?” (1998) e “Amor em Jogo” (2005). As pequenas participações ficaram definitivamente para trás quando ele entrou na popular série da HBO “Sex and the City” em 1998, no papel do agente de talentos Stanford, o espirituoso e estiloso melhor amigo de Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). Garson reprisou o papel nos dois filmes da franquia, “Sex and the City” (2008) e “Sex and the City 2” (2010), e estava gravando os episódios da nova série derivada, “And Just Like That…” para a HBO Max. Depois de “Sex and the City”, ele conseguiu ainda mais destaque ao viver o astuto vigarista Mozzie em “White Collar”, grande sucesso da USA Network, entre 2009 e 2014. Exibida na TV Globo como “Crimes do Colarinho Branco”, a série girava em torno de um larápio refinado, Neal Caffrey, papel que consagrou o ator Matt Bomer. Na trama, Caffrey fazia um acordo com o FBI para ajudar em investigações de roubos de arte e assim evitar sua prisão. Só que, paralelamente, seguia sua própria agenda golpista com a ajuda de Mozzie. Mais recentemente, ele apareceu como um novo vigarista, Gerald Hirsch, de forma recorrente no reboot de “Hawaii Five-0”, de 2015 a 2020, dublou a série “Big Mouth” da Netflix e foi o criminoso Steve Lomeli, companheiro de cela de Lex Luthor em “Supergirl” (em 2019 e 2020). “Willie Garson foi na vida, assim como na tela, um amigo dedicado e uma luz brilhante para todos em seu universo”, disse a HBO em um comunicado. “Ele criou um dos personagens mais queridos do panteão da HBO e foi membro de nossa família por quase 25 anos. Ficamos profundamente tristes ao saber de seu falecimento e estendemos nossas sinceras condolências à sua família e entes queridos.” Mario Cantone, parceiro de Garson em “Sex and the City”, prestou homenagem a seu amigo no Twitter. “Eu não poderia ter tido um parceiro de TV mais brilhante”, ele tuitou. “Estou arrasado e oprimido pela tristeza. Retirado de todos nós tão cedo. Você foi um presente dos deuses. Descanse, meu doce amigo. Eu amo Você.” “A família ‘Sex and the City’ perdeu um dos seus integrantes. Nosso incrível Willie Garson”, escreveu Michael Patrick King, produtor executivo de “Sex and the City” e “And Just Like That…”. “Seu espírito e dedicação ao seu ofício estavam presentes todos os dias nas gravações de ‘And Just Like That’. Ele estava lá – dando-nos tudo de si – mesmo quando estava doente. Sua infinidade de dons como ator e pessoa fará falta para todos. Neste momento triste e escuro, somos confortados por nossa memória de sua alegria e luz”, completou. Seu colega em “White Collar” também se manifestou. “Willie. Não entendo. E não é justo”, escreveu Matt Bomer. “Você me ensinou muito sobre coragem, resiliência e amor. Ainda não consigo imaginar viver em um mundo sem você – onde não posso ligar para você quando preciso rir ou me inspirar”, acrescentou. “Eu te amo para sempre Willie Garson. Você seguirá vivo em nossos corações e mentes, e sua família ‘White Collar’ estará sempre aqui para Nathen”. Garson adotou um filho, Nathen, em 2009, e se tornou uma defensor ferrenho da adoção de crianças, tendo servido duas vezes como porta-voz do Dia Nacional de Adoção. Nathen também prestou homenagem a Garson no Instagram, escrevendo: “Eu te amo muito papai. Descanse em paz e estou tão feliz que você compartilhou todas as suas aventuras comigo e foi capaz de realizar tanto. Estou tão orgulhoso de você. Sempre amarei você, mas acho que é hora de você embarcar em uma aventura só sua. Você sempre estará comigo. Te amo mais do que você jamais saberá e estou feliz que você possa estar em paz agora. Você foi a pessoa mais durona, engraçada e inteligente que conheci. Estou feliz que tenha compartilhado seu amor comigo. Jamais esquecerei.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mario Cantone (@macantone) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Bomer (@mattbomer) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nathen Garson (@nathen_garson)

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    Livros do diretor de “Harry Potter” vão virar série de fantasia na Disney+

    21 de setembro de 2021 /

    O diretor Chris Columbus, conhecido por levar “Esqueceram de Mim”, “Harry Potter” e “Percy Jackson” aos cinemas, prepara-se para lançar uma nova franquia juvenil, desta vez baseada em livros que ele próprio escreveu. O cineasta está à frente da adaptação de “Casa de Segredos” (House of Secrets) para a Disney+. O diretor de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” é co-autor da trilogia “Casa de Segredos” em parceria com o falecido Ned Vizzini. Ele lançou os livros em 2013, após ver o impacto de “Harry Potter” no público infantil, e inspirando-se também em outra aventura clássica que ele escreveu para o cinema, nada menos que “Os Goonies”. A trama de “House of Secrets” acompanha três irmãos, Brendan, Eleanor e Cordelia Walker, que não ficam nada satisfeitos quando sua família se muda para uma casa vitoriana assustadora, que já foi propriedade de um escritor de romances de terror, Denver Kristoff. Logo, eles descobrem que a casa é mágica, abrigando o universo real dos livros de Kritoff, e seu novo vizinho tem planos sinistros para eles. Ainda não há previsão para a estreia da série.

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    The Hot Zone: Série recria ataques de antraz nos EUA

    21 de setembro de 2021 /

    O canal pago National Geographic divulgou o trailer de “The Hot Zone: Anthrax”, série sobre a onda de terror biológico que amedrontou os EUA há 20 anos. Poucas semanas após os ataques de 11 de setembro, vários escritórios de mídia e de alguns políticos democratas proeminentes receberam envelopes contendo a bactéria mortal. Cinco pessoas morreram e outras 17 foram infectadas. A história televisiva tem como partida a investigação dos ataques, acompanhando os esforços de Matthew Ryker (Daniel Dae Kim, de “Hawaii Five-0”), um agente do FBI com especialidade em microbiologia, e do Dr. Bruce Ivins (Tony Goldwyn, de “Scandal”), um microbiologista brilhante que se envolve na caçada para encontrar o assassino. Ryker arrisca sua carreira para convencer seus superiores do impensável – que os Estados Unidos estão sob ataque novamente. Ivins trabalha em estreita colaboração com o FBI para descobrir quem está por trás das cartas mortais de antraz (anthrax, em inglês), enquanto sua crescente instabilidade e paranoia dão lugar a descobertas mais enervantes. O elenco também destaca Dawn Olivieri (“House of Lies”), Ian Colletti (“Preacher”), Dylan Baker (“Homem-Aranha”), Morgan Kelly (“Riviera”), Denyce Lawton (“House of Payne”), Carlos Gonzalez-Vio (“The Expanse”), Vanessa Matsui (“Ghost BFF”) e Enrico Colantoni (“Veronica Mars”). “The Hot Zone: Anthrax” é a segunda história da série de antologia focada em ameaças biológicas. A primeira “The Hot Zone” foi lançada em 2019 e centrada na epidemia de ebola. Os criadores Brian Peterson e Kelly Souders voltam a assinar os roteiros e compartilhar a produção com o cineasta Ridley Scott. A estreia dos novos episódios está marcada para 28 de novembro.

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    Kathryn Hahn vai estrelar minissérie sobre a comediante Joan Rivers

    21 de setembro de 2021 /

    A atriz Kathryn Hahn, que roubou as cenas de “WandaVision”, vai viver a comediante Joan Rivers na minissérie biográfica “The Comeback Girl”, em desenvolvimento para o canal pago americano Showtime. A trama vai se passar nos anos 1980, período difícil para Rivers, quando o seu talk show (o primeiro comandado por uma mulher na TV americana) foi cancelado e seu marido e produtor, Edgar Rosenberg, cometeu suicídio. A ideia é mostrar como ela reconstruiu sua vida e sua carreira após esses eventos, eventualmente se tornando (ainda mais) icônica ao comandar o programa de (anti) moda “Fashion Police”. A comediante morreu em 2014, aos 81 anos, por complicações de uma endoscopia de rotina, e seus sucessores não conseguiram impedir o “Fashion Police” de cair em desgraça e ser cancelado logo em seguida no canal pago E!. Originalmente idealizado como um longa-metragem, o roteiro do estreante Cosmo Carlson está passando por modificações para acomodar o formato de minissérie. A direção estará a cargo de Greg Berlanti, cineasta de “Com Amor, Simon” e criador do Arrowverso televisivo.

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    Netflix revela pôsteres e dubladores da série baseada em “League of Legends”

    21 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o elenco de vozes originais e os pôsteres dos personagens de “Arcane”, nova série de animação ambientada no universo do game “League of Legends” (LoL). Os astros escalados para fazer as principais vozes da produção são Hailee Steinfeld (“Quase 18”), Ella Purnell (“Army of the Dead”), Katie Leung (da franquia “Harry Potter”), Harry Lloyd (“Counterpart”), Kevin Alejandro (“Lucifer”), Toks Olagundoye (“The Rookie”), Jason Spisak (dublador da “Justiça Jovem”) e J.B. Blanc (“Better Call Saul”). A série vai se passar na região de Piltover, que esconde em seu subsolo o povo oprimido de Zaun. A trama vai contar a história de origem das irmãs Vi (Steinfeld) e Jinx (Purnell), icônicas campeãs da Liga, que cresceram com uma enorme rivalidade por conta de visões diferentes de mundo. Ao longo dos episódios, elas vão se unir na busca por um poder que, paradoxalmente, pode acabar lhes destruindo. “Arcane” marca a primeira incursão da Riot Games na produção “televisiva” e o segundo protagonismo de Hailee Steinfeld numa atração animada. Ela foi uma das estrelas da animação vencedora do Oscar “Homem-Aranha no Aranhaverso”, dando voz à Gwen Aranha. A adaptação está sendo desenvolvida por showrunners ligados ao universo “LoL”, Christian Linke (diretor criativo da Riot) e Alex Yee (designer do jogo). Ainda não há previsão para a estreia.

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    “A Escolha Perfeita” vai virar série com Adam Devine

    21 de setembro de 2021 /

    A trilogia de filmes musicais “A Escolha Perfeita” (Pitch Perfect) vai continuar em novas aventuras, agora como série da plataforma Peacock. A produção está sendo desenvolvida por Elizabeth Banks, que estrelou e produziu os três filmes, além de ter inaugurado sua carreira como diretora em “A Escolha Perfeita 2”. Na nova adaptação, a estrela-produtora-cineasta vai voltar a trabalhar com Max Handelman e Paul Brooks, com quem ela produziu os três filmes. O detalhe é que a série não será um reboot, mas uma sequência. E contará com um dos integrantes originais em seus elenco: Adam Devine. Ele voltará a seu papel como Bumper Allen, o vilão vocal que os fãs amam odiar. A franquia lançada em 2012 arrecadou mais de US$ 600 milhões ao acompanhar o grupo vocal feminino da Barden University, as Barden Bellas, em competições contra outros grupos a cappella. Anna Kendrick, Anna Camp, Rebel Wilson, Brittany Snow e Hailee Steinfeld eram algumas das estrelas. Mas a série vai se concentrar no destino de Bumper Allen, vários anos depois que os espectadores o viram pela última vez no segundo longa-metragem da cinesérie. Na trama, ele vai se mudar para a Alemanha para tentar reviver sua carreira musical, após uma de suas canções estourar em Berlim. Segundo Susan Rovner, presidente de conteúdo de televisão e streaming da NBCUniversal, a produção “é outro exemplo da sinergia incomparável que a NBCUniversal é capaz de realizar com nossa ampla biblioteca de propriedades intelectuais”. “Quando vimos a oportunidade de criar uma série para ‘A Escolha Perfeita’ com Elizabeth Banks, Max Handelman e Paul Brooks pulamos imediatamente no projeto”, ela acrescentou. “E, ainda por cima, temos a sorte de contar com Adam Devine como a atração principal para trazer aos fãs a sensibilidade peculiar e divertida que eles adoraram na franquia de filmes.” Ainda não há previsão para a estreia da série.

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