Pôster reúne os personagens de “Ms. Marvel”
O Marvel Studios lançou um novo pôster oficial da série “Ms. Marvel”, que reúne todos os personagens da série, além de destacar Kamala Khan com seu uniforme de super-heroína. A divulgação nas redes sociais do estúdio também chama atenção para o fato de que faltam exatamente 50 dias para o lançamento da atração na plataforma Disney+. “Ms. Marvel” marca a estreia de Iman Vellani como atriz, no papel da heroína do título. A jovem de 18 anos foi selecionada entre várias candidatas, seguindo um critério de representatividade. O estúdio queria alguém que fosse o mais similar possível à personagem, que será a primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), mesmo que isso significasse uma intérprete desconhecida do público. Nos quadrinhos, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana que, ao ganhar poderes de elasticidade, inspira-se na Capitã Marvel para assumir sua nova identidade. Os vídeos divulgados até agora demonstram que a nova heroína pode ter poderes mais cósmicos que nos quadrinhos e ainda dão bastante destaque a Bruno Carrelli, personagem de Matt Lintz (o Henry de “The Walking Dead”), que é o único amigo de Kamala que sabe que ela é a Ms. Marvel. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção contará com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois Oscars de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (de “Farah Goes Bang” e que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). A estreia está marcada para 8 de junho. In 50 days, Kamala Khan's journey begins. ⚡️#MsMarvel, an Original series from Marvel Studios, starts streaming June 8 on @DisneyPlus. pic.twitter.com/7kz5fR6Zso — Marvel Studios (@MarvelStudios) April 19, 2022
Trailer do final de “Quem Matou Sara?” responde pergunta do título
A Netflix divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “Quem Matou Sara?”. E a prévia responde a pergunta do título da atração. Spoiler: quem matou Sara foi… ninguém. A derradeira reviravolta da trama mirabolante mostra que Sara ainda está viva. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), o thriller mexicano gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são o maior obstáculo para chegar à verdade. “Quem Matou Sara?” foi lançado em março de 2021 e renovada quase imediatamente, três dias após chegar em streaming, após se tornar uma das séries mais populares da plataforma, com uma estimativa de 55 milhões de visualizações de assinantes em seu primeiro mês de lançamento. Os últimos episódios estreiam em 18 de maio.
“Love, Death + Robots” volta em maio com sua 3ª temporada. Veja o teaser
A Netflix divulgou fotos, o teaser e a data de estreia da 3ª temporada de “Love, Death + Robots”. Vencedora de cinco Emmys e quatro Annies, “Love, Death & Robots” é uma série de animação adulta com formato de antologia e temática sci-fi, desenvolvida pelos cineastas Tim Miller (“Deadpool”) e David Fincher (“Clube da Luta”). A atração se diferencia pela abordagem extrema que dá aos três itens de seu título (amor, morte e robôs) e pelo visual refinadíssimo de cada capítulo. Os novos episódios estreiam em 20 de maio. pic.twitter.com/oSUSNBvw8z — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 19, 2022
Séries “Big Mouth” e “Recursos Humanos” são renovadas
A Netflix anunciou a renovação de “Big Mouth” para a 7ª temporada e de seu spin-off, “Recursos Humanos”, para a 2ª temporada. O detalhe é que a 6ª temporada da animação original ainda não estreou e nem tem data definida de lançamento, apenas uma expectativa de que aparecerá ainda em 2022. A 5ª temporada chegou ao streaming no ano passado, introduzindo os insetos do amor e as larvas do ódio, criaturas que podem mudar rapidamente entre seus dois estados e afetar os adolescentes da trama. A criatividade dos monstros hormonais foi o que rendeu o spin-off da série, “Recursos Humanos”, que estreou em março, focando-se especificamente nessas criaturas. As renovações antecipadas ajudam a equipe criativa por trás dos dois programas a não se dispersar, concentrando esforços na produção. “Big Mouth” foi criada por Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (roteirista de “Uma Família da Pesada/Family Guy”) e Jennifer Flackett (roteirista de “O Projeto Adam”), e, apesar de apresentar monstros, gira em torno de sexo, hormônios e genitália, acompanhando pré-adolescentes que só pensam nisso, ao passar pelas mudanças físicas da puberdade. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”). Já “Recursos Humanos” foi criada por Jennifer Flackett, Andrew Goldberg e Kelly Galuska (produtora-roteirista de “Big Mouth”) e seu elenco ampliado de vozes inclui, além das vozes de “Big Mouth”, os talentos vocais de Hugh Jackman (“Logan”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”) e Randall Park (“WandaVision”).
Amazon inícia dublagens da 2ª temporada de “Invencível”
A Amazon Prime Video divulgou um vídeo nas redes sociais para avisar que as gravações da dublagem da 2ª temporada de “Invencível” (Invencible) já começaram. O post traz o ator Steven Yeun (“Minari”) se preparando para gravar as novas falas de seu personagem, o protagonista da série, Mark Grayson. A animação adulta adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”), que abordam o universo dos super-heróis com um olhar sombrio. A trama acompanha Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O detalhe é que esta evolução narrativa é acompanhada por uma mudança radical de tom, refletida pela troca do humor leve dos primeiros episódios por uma abordagem ultraviolenta pesadíssima – que nos quadrinhos originais é ainda pior. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar pelo próprio Steven Yeun (o Glenn). Além dele, o elenco de vozes originais ainda inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). A produção também conta com dublagens de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe do protagonista, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco impressionante que mais que justifica a opção por assistir aos episódios no idioma original. This is not a drill. @steveyeunpic.twitter.com/XeZhFuFxXE — Prime Video (@PrimeVideo) April 15, 2022
Dark Winds: Série produzida por autor de “Game of Thrones” ganha primeiro trailer
O canal pago americano AMC divulgou um cartaz e o primeiro trailer de “Dark Winds”, série policial passada numa reserva indígena durante os anos 1970. Criada por Graham Roland (criador de “Jack Ryan”), a atração é baseada na franquia literária de Tony Hillerman (“Skinwalkers”) sobre o oficial Navajo Joe Leaphorn e seu parceiro Jim Chee, e conta com produção do escritor George R.R. Martin (autor dos livros que viraram “Game of Thrones”) e do veterano astro Robert Redford (“Meu Amigo, O Dragão”). O título da produção vem da crença Navajo de que ventos sombrios entram na alma de homens que fazem o mal. A trama traz Zahn McClarnon (“Longmire”, “Westworld”) como Leaphorn, um oficial da polícia tribal, responsável por manter a lei na reserva Navajo, que se vê forçado a encarar suas crenças quando investiga um caso de duplo homicídio, possivelmente praticado por um serial killer. Para isso, ele precisa trabalhar com um novo assistente recém-chegado, Jim Chee (Kiowa Gordon, da “Saga Crepúsculo”), que suspeita de elementos sobrenaturais nos crimes. O elenco também inclui Jessica Matten (“Frontier”), Rainn Wilson (“The Office”) e Noah Emmerich (“The Americans”). A estreia está marcada para 12 de junho.
Gabriel Leone será Ney Matogrosso em série da Globoplay
O ator Gabriel Leone (o “Dom”) vai estrelar um novo projeto ligado à história da música brasileira. Depois de viver Roberto Carlos em “Minha Fama de Mau” e dar vida ao Eduardo de “Eduardo e Mônica”, baseado na música da Legião Urbana, ele será Ney Matogrosso numa série da Globoplay sobre o grupo Secos & Molhados, que revolucionou a MPB no início dos anos 1970. A produção definiu os protagonistas com Gabriel Leone no papel de Ney Matogrosso, Mauricio Destri (“Os Dias Eram Assim”) como João Ricardo e Caio Horowitz (“Lov3”) como Gérson Conrad – o trio Secos & Molhados. Gabriel e Ney, inclusive, já se encontraram para falar do projeto e, nesta semana, o ator revelou em seu Instagram estar lendo a biografia do cantor, “Ney Matogrosso: Vira-lata de Raça”. Com produção da O2 Filmes, a série é baseada no livro “Primavera nos Dentes: A História do Secos & Molhados”, de Miguel de Almeida. As gravações devem começar em junho para uma estreia em streaming no ano que vem.
“Ultraman” vai acabar na 3ª temporada
A Netflix divulgou um teaser que anuncia a 3ª e última temporada de “Ultraman”, anime baseado na série clássica dos anos 1960. O teaser mostra o protagonista com sua armadura quebrada e praticamente desfalecido, enquanto alguém exige que ele se levante. O vídeo termina avisando que a série vai exibir seu final em 2023. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira de um subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando num cenário com miniaturas de prédios. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros também enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960, e apresenta seu lugar em meio à profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, com a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional. A direção também reúne Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A animação chegou ao catálogo da Netflix em 2019 e sua 2ª temporada foi lançada na quinta passada (14/4).
HBO Max anuncia primeiro “dorama” brasileiro
A HBO Max anunciou ter começado a produção de “Além do Guarda-Roupa”, o primeiro dorama brasileiro da plataforma. As gravações estão acontecendo no bairro do Bom Retiro, que concentra a comunidade coreana em São Paulo, e destacam Sharon Blanche, filha de imigrantes coreanos, no papel da adolescente Carol. Aspirante a bailarina, a personagem quer distância de tudo que vem da Coreia, desde que foi abandonada pelo seu pai coreano. Mas seu guarda-roupa tem outros planos. Ele abre um portal mágico para (não é Nárnia) o dormitório do ACT, o maior grupo fictício de K-pop do mundo, o que faz com que seu espaço seja invadido por ídolos da música pop, virando seu mundo de ponta cabeça. A trama também será estrelada por atores coreanos como Kim Woojin (que é ex-integrante do grupo Stray Kids), Jin Kwon (do grupo Newkidd), Lee Min Wook e Jae Chan, intérpretes dos astros de K-pop, que estão em São Paulo para trabalhar na produção. “Este é nosso primeiro dorama brasileiro e acreditamos muito nesta nova produção, pois sabemos que há milhares de fãs da cultura coreana na América Latina. Todo o cuidado e a garantia de qualidade, característicos das produções Max Originals, podem ser esperados em ‘Além do Guarda-Roupa’. Contar com a participação de jovens talentos do K-pop traz ainda mais autenticidade e realidade desta cultura especial à produção”, disse Tomás Yankelevich, diretor de conteúdo da Warner Bros. Discovery, em comunicado. Além do estilo musical K-pop (Korean pop), que é fenômeno mundial, o dorama (também conhecido como K-drama) é outro tipo de produção marcante da Coreia do Sul. A denominação caracteriza minisséries marcadas por romance e melodrama, geralmente envolvendo personagens jovens – e, curiosamente, nem sempre são dramas. Uma aproximação nacional para ajudar a entender a lógica dos doramas seria como se “Malhação” virasse um gênero próprio, com menos capítulos e exibição semanal, multiplicando-se em inúmeras séries (opa, então “As Five” é dorama?).
Teaser apresenta aventura final da atual Doctor Who
A rede britânica BBC divulgou o teaser da aventura final de Jodie Whittaker no papel-título de “Doctor Who”. O especial, intitulado “Centenary Special”, vai mostrar a regeneração da Doutora em um novo protagonista. O artifício narrativo, que justifica as mudanças de intérpretes é simples: sempre que Doctor Who é ferido de morte, ele(a) se transforma em outra pessoa, ganhando não apenas nova aparência, mas também um nova personalidade, ainda que mantenha intacta toda a sua memória. O truque foi a forma encontrada pelos produtores para continuar a série quando William Hartnell (1908–1975), o primeiro Doctor Who, resolveu largar o papel na metade da 4ª temporada original (exibida em 1966). Junto da Doutora e seus atuais companheiros de viagem, Yas (Mandip Gill) e Dan (John Lewis), a prévia explora a longa duração da série com a volta de personagens antigas. Duas coadjuvantes especiais vem dos anos 1980: Tegan Jovanka (Janet Fielding), que teve aventuras com o quarto e mais famoso Doctor Who (Tom Baker) e também o quinto (Peter Davison), e Ace (Sophie Aldred), parceira de jornada do sétimo e último Doctor Who (Sylvester McCoy) da atração original. Além delas, também retornam Kate Stewart (Jemma Redgrave), introduzida na 7ª temporada do reboot (exibida em 2012) quando Matt Smith era o Doutor, e duas novidades da recente 13ª temporada: Vinder (Jacob Anderson) e a nova regeneração do Mestre, interpretada por Sacha Dhawan. Após este especial, “Doctor Who” terá um novo protagonista, que ainda não foi anunciado, e um novo showrunner: Russell T. Davis, num retorno à franquia após ter sido o responsável pelo reboot de 2005 – que resgatou a antiga atração originalmente cancelada em 1989. “Centenary Special” tem previsão de estreia no outono britânico (nossa primavera). A propósito, o centenário mencionado no título refere-se aos 100 anos da BBC, fundada em 18 de outubro de 1922 como um serviço de rádio do Reino Unido. A série é distribuída no Brasil pela Globoplay.
Globo licencia séries para a Pluto TV
O grupo Globo licenciou três conteúdos para a versão latina da Pluto TV, plataforma gratuita de streaming da ViacomCBS. O licenciamento é para a novela “Rock Story” e as séries “Dupla Identidade” e “As Cariocas”. Escrita por Maria Helena Nascimento, “Rock Story” foi uma exibida às 19 horas entre 2016 e 2017, e girava em torno de um cantor de rock (Vladimir Brichta) que fez um grande sucesso na década de 1990 e tenta voltar às paradas novamente. Criada por por Glória Perez em 2014, “Dupla Identidade” era uma série de suspense ao estilo de “Dexter”, que trazia Bruno Gagliasso como um serial killer. Criada por Daniel Filho, com inspiração no livro homônimo de Sérgio Porto, “As Cariocas” foi ao ar em 2010, e trazia um elenco eclético, formado por Angélica, Alessandra Negrini, Paolla Oliveira, Cíntia Rosa, Grazi Massafera, Sônia Braga, Deborah Secco, Fernanda Torres, Alinne Moraes e Adriana Esteves, vivendo mulheres de bairros diferentes do Rio. Cada capítulo contava a história de uma dessas mulheres.
Simone Ashley abandona “Sex Education”: “Sou Bridgerton agora”
A atriz Simone Ashley declarou que não volta mais a “Sex Education” depois de interpretar Kate Sharma na 2ª temporada de “Bridgerton”. Ela apareceu nas três temporadas produzidas de “Sex Education” como Olivia Hanan, uma das meninas esnobes de Moordale, mas trocou o papel quase de figurante pelo de protagonista em sua nova série. A declaração de que não voltará mais ao papel de Olivia foi feita durante entrevista ao programa “This Morning”, do canal britânico ITV. “Perguntam isso o tempo todo”, ela comentou, antes de confirmar sua despedida de “Sex Education”. “Não, eu sou uma garota de ‘Bridgerton’ agora.” Na série produzida por Shonda Rhimes, ela vive a inteligente e charmosa Kate Sharma, uma jovem recém-chegada de Londres que encanta Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey), apesar dele, inicialmente, estar interessado na irmã dela. O casal, que se formou na 2ª temporada, vai continuar sua história no terceiro ano de produção. A série encontra-se atualmente renovada até a 4ª temporada.
Leslie Grace revela planos de continuação de “Batgirl”
A atriz Leslie Grace (“Um Bairro em Nova York”) deu uma longa entrevista à revista Variety sobre a experiência de virar a nova Batgirl. Classificando a produção da HBO Max como “insana”, ela comentou como foi contracenar com Michael Keaton, Brandan Fraser e J.K. Simmons, além de revelar que já existem conversas sobre a possível continuação do filme. Ressaltando que a produção da sequência vai depender do desempenho em streaming, ela admitiu conhecer os planos dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”) para a possível “Batgirl 2”. “Definitivamente, houve algumas conversas sobre o que poderia ser”, afirmou. “Eu vi um pouco do que filmamos, obviamente no playback e tal, mas é insano. Nós já falamos sobre para onde vamos a partir daqui, porque muita coisa acontece nesse filme. Há muitos temas diferentes que tocamos na trama. Não é só a ação. Há uma história de amor, uma relação entre pai e filha. Há um olhar para o mundo por uma lente que não é só preta e branca, mas que vê a cor e o espectro entre as coisas”. Grace contou que as filmagens “superaram tudo o que imaginei”. “Eu tive de invocar algumas coisas em mim que nem sabia que tinha. Foi uma experiência incrível de aprendizado estar no set com veteranos de ação e absorver tudo”. Ao falar de seus “coadjuvantes”, ela revelou que teve mais dificuldades para contracenar com Brendan Fraser. Mas por um motivo inusitada. “Foi muito difícil, porque ele é nosso vilão e eu não deveria gostar dele, mas ele é um enorme ursinho de pelúcia. Ele é uma das melhores pessoas que eu já conheci”. O filme também conta com o veterano Michael Keaton de volta ao papel de Batman/Bruce Wayne, que ele desempenhou na virada dos anos 1980 para os 1990. “Foi selvagem para todo mundo”, ela explicou sobre o impacto da escalação. “Nossos diretores ficaram como duas crianças pequenas. Eles são nerds assumidos de Batman. E ele é o Batman, cara! Eu mal podia acreditar que estava dividindo um espaço com o Batman. Queria dizer mais, mas não posso. Foi insano, surreal, incrível”. “E J.K. Simmons vive o meu pai”, ela continuou. “Eu estava tão nervosa, porque tudo que conseguia imaginar era a voz dele em ‘Whiplash’. Tipo, o que será que ele falaria se eu fizesse algo errado? Então, viramos melhores amigos. E ele me contou todas as ótimas histórias sobre começar a carreira, trabalhar como garçom e em uma pizzaria e tentar ser um ator, fazendo teatro”. Para completar, a atriz adiantou o que os fãs podem esperar das cenas de ação. “Há uma boa dose de loucuras. Tem muito fogo porque, todos sabem, Brendan Fraser está vivendo o Vagalume. Tem fogos insanos. Tem acrobacias insanas. Tem quedas insanas. E Batgirl é uma motoqueira, então você vai ver muita coisa f*da”. Leslie Grace dará vida à primeira Batgirl latina e negra. A personagem nunca tinha sido representada desta forma antes, nem mesmo nos quadrinhos. Introduzida em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada, Batgirl ganhou as formas da atriz Yvonne Craig, que também serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, sendo integrada aos quadrinhos quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e na recente 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”). Enquanto estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas (uma asiática e uma loira) assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. Desenvolvido para a plataforma HBO Max, o filme “Batgirl” tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e chega ainda este ano em streaming, numa data ainda não determinada.












