“Rebel” e “Call Your Mother” são canceladas na 1ª temporada
A rede ABC cancelou as séries “Call Your Mother” e “Rebel” em suas temporadas inaugurais. A notícia chega uma semana antes da comédia “Call Your Mother” encerrar a exibição de seus 13 episódios produzidos, mas encontra o drama “Rebel” com apenas cinco episódios transmitidos. Ambas eram estreladas por atrizes com mais de 55 anos de idade. O fracasso de “Rebel” impressiona ainda mais pela equipe envolvida em sua produção. Desenvolvida pela poderosa produtora-roteirista Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) e Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), a série era baseada na vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já tinha virado um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos. A série incluía a própria Brokovich entre seus produtores, mas cometeu o equívoco básico de batizar a personagem principal com outro nome. A trama seguia Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Só que mesmo como Rebel, a personagem era basicamente Erin: engraçada, bagunceira, brilhante, destemida e profundamente preocupada com as causas pelas quais lutava e as pessoas que ama. “Rebel” foi a primeira criação de Vernoff na ABC, após comandar por anos as séries de maior audiência do canal, “Grey’s Anatomy” e “Station 19” – criações de Shonda Rhimes e Stacy McKee. “Call Your Mother”, por sua vez, era uma sitcom sobre uma família disfuncional encabeçada por Kyra Sedgwick – numa mudança radical de gênero, após estrelar por sete anos a série policial “The Closer” (2005-2012) no canal pago TNT. Criada por Kari Lizer (“The New Adventures of Old Christine”), a trama girava em torno de Jean Raines (Sedgwick), uma mãe que subitamente percebe que acabou sozinha enquanto seus filhos vivem a melhor fase de suas vidas a milhares de quilômetros de distância. Inconformada, ela decide viajar para Los Angeles e se reinserir em suas vidas, enquanto os filhos adultos relutantemente percebem que podem precisar mais dela do que pensavam. Além de Sedgwick, o elenco também incluía Rachel Sennott (“Shiva Baby”) e Joey Bragg (“Liv e Maddie”) como os filhos, além do australiano Patrick Brammall (“Glitch”), a dançarina Emma Caymares (“Fosse/Verdon”) e Austin Crute (“Daybreak”). As duas séries eram inéditas no Brasil, mas “Rebel” deveria chegar neste ano pela plataforma Star+. Veja os trailers abaixo.
Franquia “Law & Order” prepara sua oitava série
A rede NBC anunciou na semana passada a produção de mais um spin-off da longeva franquia “Law & Order”, produzida por Dick Wolf. Intitulada “Law & Order: For The Defense”, a nova atração será a 7ª série derivada da atração original – sem contar “Law & Order: UK”, no Reino Unido. Vale lembrar que a primeira “Law & Order” foi criada há 31 anos, em 1990, e continuou a ser exibida até 2010. Atualmente, a série derivada mais bem-sucedida, “Law & Order: Special Victims Unit” (ou SVU), encontra-se renovada até 2023, em seu 24º ano de produção – temporada que representa um recorde para a atração, como série live-action mais duradoura da história da TV. A nova produção de Dick Wolf, “Law & Order: For The Defense”, terá como showrunner uma veterana de outra série procedimental de investigação criminal, Carol Mendelsohn (de “CSI”). A oitava série da franquia será a primeira a apresentar o ponto de vista da defesa dos acusados de crimes. A trama vai acompanhar uma firma de advogados e cada episódio abordará um dilema moral e jurídico diferente que os protagonistas precisarão enfrentar. “Essa nova série é emocionante para mim pessoalmente. Passamos os últimos 30 anos em programas que jogavam no ataque. Agora será ótimo jogar na defesa. E ser capaz de fazer isso com Carol, é uma honra e uma oportunidade para nós dois trabalhar na televisão de um jeito que nunca foi feito antes”, disse Wolf em um comunicado para a imprensa. “Mal podemos esperar para apresentar ao público o capítulo mais recente de ‘Law & Order’, que irá explorar um ângulo diferente do sistema da justiça criminal”, prometeu Lisa Katz, executiva da NBCUniversal, conglomerado de mídia dono da NBC. A estreia deve acontecer no outono norte-americano (nossa primavera), quando “Law & Order: For The Defense” se juntará à veterana “Law & Order: Special Victims Unit” e à recém-lançada “Law & Order: Organized Crime” na programação da rede. No Brasil, a franquia tem sido disponibilizada no canal pago Universal.
Burden of Truth chega ao fim após quatro temporadas
A série canadense “Burden of Truth”, estrelada por Kristin Kreuk (a eterna Lana Lang de “Smallville”), terminou com o final de sua 4ª temporada, que teve seu último episódio exibido na quinta-feira (18/3) no canal CBC. O anúncio foi feito na página do programa no Facebook. “Estamos muito orgulhosos das histórias que pudemos contar a cada temporada, especialmente aquelas relacionadas à justiça social”, diz o texto da página oficial. “Também agradecemos imensamente o apoio que recebemos de nossos fãs em todo o mundo e somos particularmente gratos às comunidades em Winnipeg e Selkirk, Manitoba, por serem tão receptivas à nossa equipe.” O final também completa a trama de “Burden of Truth”, que não sofreu interrupção brusca. Aparentemente, a série foi realmente concebida como uma história de quatro temporadas. “Quando começamos esta temporada, sabíamos que nossa história estava chegando ao fim natural com uma conclusão significativa para Joanna, Billy e todo os personagens. Estamos gratos a… nosso tremendo elenco, comandado por Kristin Kreuk e Peter Mooney, por trazerem as histórias inovadoras à vida”, disseram os produtores Ilana Frank, Linda Pope e Kyle Irving por comunicado. “Também apreciamos o apoio constante de nossos parceiros de produção na eOne, bem como de nossas emissoras CBC e The CW, em quatro temporadas tremendas de ‘Burden of Truth’. ” Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue”), a série é estrelada por Kristin Kreuk e Peter Mooney (“Rookie Blue”), nos papéis de Joanna Hanley e Billy Crawford, sócios numa firma de advocacia que defende casos com poucas probabilidades de vitória. Os personagens também entraram em um relacionamento romântico na 3ª temporada, com direito a uma gravidez inesperada. A evolução do relacionamento foi bem explorada pela série, que começou com a personagem de Kreuk enfrentando seu parceiro. Na estreia, Joanna Hanley era uma advogada corporativa, que retornara à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que ficaram doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e o advogado delas – seu ex-colega de escola Billy Crawford. Mas, depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que pensava e que havia algo sério por trás daquele caso. Assim, de forma relutante, ela deu início à parceria com Crawford, que levou à progressão da história até sua conclusão. A série é transmitida nos EUA na grade de verão da rede The CW, que ainda não agendou a exibição da temporada final. Ainda inédita no Brasil, a série será lançada neste ano na plataforma Globoplay. Veja abaixo um trailer feito para a estreia nacional e o anúncio de seu final. BOTS4 – The Last Take After four incredible seasons, we're bringing our Burden of Truth story to its conclusion in tonight's series finale. We are so proud of the stories we've been able to tell each season, especially those related to social justice. We're also tremendously appreciative of the support we've received from our fans worldwide, and are particularly grateful to the communities in Winnipeg and Selkirk, Manitoba, for being so welcoming to our crew. As we close out our story, here's a look back at Burden of Truth over the last four seasons. Thank you, The Burden of Truth family Publicado por Burden of Truth on CBC em Quinta-feira, 18 de março de 2021
Matthew McConaughey pode retomar papel de “Tempo de Matar” em série da HBO
Matthew McConaughey pode retomar um papel que viveu há 25 anos no cinema para uma nova série da HBO. O canal pago americano está desenvolvendo uma adaptação do novo livro de John Grisham, “A Time for Mercy”, lançado no ano passado, que volta a trazer o advogado Jake Brigance, interpretado por McConaughey no filme “Tempo de Matar” (A Time to Kill, 1996). O ator está atualmente em negociações com a Warner Bros. TV para retornar ao papel. Caso assine o contrato, “A Time for Mercy” também marcará um retorno de McConaughey à HBO, após estrelar a 1ª temporada de “True Detective”. Em “A Time for Mercy”, Brigance defende um adolescente que matou o assistente de um xerife em sua cidade natal no Mississippi. Enfrentando uma cidade que deseja a pena de morte para o garoto, o advogado logo descobre que há muito mais por traz dessa história. Veja abaixo o trailer original de “Tempo de Matar” e a capa do novo livro de John Grisham (autor também de “A Firma”, “Dossiê Pelicano”, “O Júri”, “O Homem que Fazia Chover” e vários outros thrillers e dramas jurídicos adaptados para o cinema).
Neve Campbell vai estrelar série baseada no filme O Poder e a Lei
A atriz Neve Campbell (da franquia “Pânico”) entrou na série “The Lincoln Lawyer”, produção da Netflix baseada a franquia literária de Michael Connelly. A série tem o nome do primeiro livro (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”), que foi adaptado no filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. Mas vai começar pela história do segundo livro para não repetir o que foi feito no cinema. Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. Vale lembrar que dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que ironicamente virou série na Amazon: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O intérprete do protagonista ainda não foi definido, mas Campbell viverá sua “primeira ex-esposa”, Maggie McPherson, uma procuradora apaixonadamente dedicada à Justiça, conhecida pelos colegas como ‘Maggie McFierce’ pela forma inabalável com que trabalha em seus casos. Embora frequentes tensões (tanto profissionais quanto pessoais) estourem entre Mickey e Maggie, por trás de tudo eles ainda se preocupam profundamente um com o outro. Além disso, também são pais intensamente leais e amorosos, que tentam cuidar de sua filha pré-adolescente, Hayley, em meio a um turbilhão de circunstâncias. A participação em “The Lincoln Lawyer” marca o retorno da atriz à Netflix, após sua participação na série dramática “House of Cards”, entre 2016 e 2017. A produção está a cargo de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing” e “Big Sky”, entre outras séries. Ele assina a série com o co-roteirista, produtor e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”).
Personagem do filme O Poder e a Lei vai ganhar série na Netflix
A Netflix encomendou uma série baseada no livro “The Lincoln Lawyer”, de Michael Connelly (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”), que foi adaptado no filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. “O Poder e a Lei” foi o filme que fez McConaughey ser levado à sério, encerrando sua fase de galã de comédias românticas – três anos depois, ele venceu o Oscar (por “Clube de Compra Dallas”). O sucesso chegou a render anúncio da produção de uma continuação, que curiosamente nunca saiu do papel. O projeto da série circulava no mercado desde junho de 2019, quando estava sendo considerado pela rede CBS. Trata-se de uma nova produção de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing” e “Big Sky”, entre outras séries. Ele assina a série com o co-roteirista, produtor e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). A trama deve acompanhar outros casos defendidos pelo advogado Michael “Mickey” Haller, cujo escritório é o banco traseiro de seu carro da marca Lincoln, em que atende clientes de todos os tipos. Não vai faltar material para adaptação. Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que ironicamente virou série na Amazon: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. O papel principal já está definido com Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) como Mickey Haller, “Estou muito feliz em chamar a Netflix de nossa casa”, disse Connelly, que também vai produzir a adaptação, em um comunicado. “E estou animado para trazer essa história rica e multifacetada, cheia de personagens e mistérios intrigantes, para milhões de telespectadores – fãs novos e antigos – em todo o mundo.”
Erin Brockovich vai virar série da showrunner de Grey’s Anatomy
A vida da ativista jurídica Erin Brockovich, que já virou um filme de sucesso protagonizado por Julia Roberts há 20 anos, será transformado numa série. A rede ABC encomendou 10 episódios da atração, chamada de “Rebel” (rebelde). A atração desenvolvida por Krista Vernoff (showrunner de “Grey’s Anatomy”) e estrelada por Katey Sagal (de “Sons of Anarchy”) também inclui Brokovich entre seus produtores. Mas a personagem principal não terá seu nome. A trama vai acompanhar Annie “Rebel” Bello (Sagal), uma defensora jurídica sem diploma de Direito que se dedica a ajudar oprimidos em processos contra o sistema. Engraçada, bagunceira, brilhante e destemida, ela se preocupa profundamente com as causas pelas quais luta e as pessoas que ama. “’Rebel’ não é apenas minha história, é todas as nossas histórias. Existe um herói em todos nós, e estou muito animada para que Krista Vernoff e a ABC tragam suas narrativas visionárias para esta série”, disse Brockovich em comunicado, acrescentando elogios para sua intérprete. “O nome ‘Rebel’ exala autocapacitação, coragem e superação, mesmo nas piores circunstâncias. Não consigo pensar em ninguém melhor para desempenhar esse papel do que a indomável Katey Sagal, que é uma grande força, assim como o resto deste elenco extraordinário.” Vernoff também se pronunciou: “O trabalho que Erin Brockovich faz neste mundo é tão poderoso e importante que quase desafia qualquer descrição. Erin trabalha incansavelmente pela justiça social, legal e ambiental, apesar da falta de um diploma formal. Ela inspira a todos que conhece a se tornarem seus próprios heróis e, de alguma forma, ela também nos faz rir. Foi uma grande honra conhecer Erin e criar um programa inspirado por ela”. Ao lado de Sagal, o elenco de “Rebel” também destaca o veterano Andy Garcia (“O Poderoso Chefão 3”), John Corbett (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), James Lesure (“Good Girls”), Lex Scott Davis (“The L Word: Generation Q”), Tamala Jones (“Do que os Homens Gostam”), Ariela Barer (“Runaways”), Kevin Zegers (“Fear the Walking Dead”) e Sam Palladio (“Nashville”). “Katey Sagal é uma potência como ‘Rebel’, e com Andy Garcia, John Corbett e o resto do elenco fenomenal, os espectadores vão se apaixonar por esses personagens e pelo mundo que Krista criou para eles”, disse Karey Burke, presidente da ABC Entertainment. “Rebel” será a terceira série comandada por Krista Vernoff na rede ABC, juntando-se a “Grey’s Anatomy” e “Station 19”, ambas atualmente em produção em suas novas temporadas. Relembre abaixo a história de Erin Brockovich no trailer do filme homônimo, dirigido por Steven Soderbergh.
Burden of Truth é renovada para 4ª temporada
A rede canadense CBC renovou “Burden of Truth” para sua 4ª temporada, duas semanas após a exibição do final do terceiro ano pelo canal americano CW. Embora o final da 3ª temporada tenha servido como um desfecho satisfatório para a série, o ator Peter Mooney disse ao site TVLine no início de julho que “gostaria de fazer mais, porque acho que há mais histórias para desenvolver”. Criada por Bradley Simpson (roteirista de “Rookie Blue”), a série é estrelada por Kristin Kreuk (“Smallville”) e Peter Mooney (“Rookie Blue”), nos papéis de Joanna Hanley e Billy Crawford. Sócios numa firma de advocacia, que defende casos com poucas probabilidades de vitória, os personagens também entraram em um relacionamento romântico na 3ª temporada, com direito a uma gravidez inesperada. O último episódio avançou no tempo para mostrá-los prestes a se tornar pais. A evolução do relacionamento foi bem explorada pela série, que começou com a personagem de Kreuk enfrentando seu parceiro. Na estreia, Joanna Hanley era uma advogada corporativa, que retornara à sua pequena cidade natal para representar um grande cliente em um caso contra algumas garotas do ensino médio, que ficaram doentes. Ela despacha seu caso de forma rápida e eficiente, esmagando as meninas e o advogado delas – seu ex-colega de escola Billy Crawford. Mas, depois da vitória, descobre que as meninas estão mais doentes do que pensava e que havia algo sério por trás daquele caso. Assim, de forma relutante, ela deu início à parceria com Crawford, que levou à progressão da história e à renovação da série canadense. A CW ainda não anunciou se vai continuar exibindo a série nos EUA, onde é vista, em média, por apenas 505 mil pessoas ao vivo.
All Rise: Série vai retomar produção de episódios sem abandonar quarentena
A série “All Rise”, produção da WBTV (Warner Bros. Television) para a rede CBS, vai retomar sua produção durante a quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus. Mas a equipe não vai sair do isolamento. A ideia é adaptar a série para os dias de hoje, com situações da quarentena. O episódio em desenvolvimento abordará como o pandemia e o distanciamento social estão afetando o sistema de justiça criminal. Usando o FaceTime, Zoom, WebEx e outras mídias sociais, os produtores vão trabalhar virtualmente, à distância. As gravações do drama jurídico estrelado por Simone Missick (de “Luke Cage”) serão feitas nas casas dos próprios atores, respeitando as regras de distanciamento social, e a equipe técnica usará efeitos visuais para criar os cenários. “É uma chance única para nossa família ‘All Rise’ se unir – em nossas diferentes casas, até cidades – para contar uma história sobre resiliência, justiça e poder da comunidade”, disse o produtor executivo Greg Spottiswood. Com isso, “All Rise” será a primeira série a ter um episódio produzido em meio à suspensão de todas as gravações de filmes e séries, medida tomada como prevenção contra o covid-19. O episódio de quarentena vai ao ar no dia 4 de maio.
Defending Jacob: Minissérie estrelada por Chris Evans ganha primeiro trailer
A Apple TV+ divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Defending Jacob”, minissérie estrelada por Chris Evans (o Capitão América) como um advogado que toma medidas cada vez mais desesperadas para livrar seu filho adolescente de uma acusação de assassinato. A trama, que adapta o livro de mesmo nome de William Landay, traz Evans como um promotor de justiça que investiga o assassinato de um garoto de 14 anos. Os seus problemas se complicam quando as evidências do caso começam a apontar para o seu próprio filho, Jacob, como autor do crime. Logo, o protagonista se vê obrigado a defender o garoto no tribunal e, principalmente, fora dele. O papel representa o segundo trabalho do ator numa série. O hiato é de 18 anos. A experiência anterior foi o primeiro trabalho profissional de Evans: “Opposite Sex”, que durou uma temporada na rede Fox em 2000. Mas o astro dos Vingadores não será o único nome cinematográfico da minissérie. Ela foi criada pelo roteirista Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) e a direção dos oito episódios está a cargo de Morten Tyldum (“Passageiros”). O elenco ainda conta com Michelle Dockery (“Downton Abbey”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Betty Gabriel (“Corra!”), Sakina Jaffrey (“House of Cards”), Cherry Jones (“Transparent”), Pablo Schreiber (“Orange Is the New Black”) e Jaeden Martell (o protagonista mirim de “It: A Coisa”) como o Jacob do título – o adolescente suspeito. “Defending Jacob” faz parte de uma estratégia da Apple de lançar produções com elenco estelar, inaugurada por títulos como “The Morning Show” (com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon) e “See” (com Jason Momoa) no ano passado. A estreia está marcada para 24 de abril.
Empresa oferece fortuna para Meghan Markle voltar a Suits
Uma empresa alemã de cosméticos, chamada Biotulin, ofereceu publicamente US$ 5 milhões para Meghan Markle voltar à série “Suits”. Nem precisaria ser uma volta grandiosa, apenas uma aparição de 5 segundos na série que a tornou famosa, desde que esse tempo seja gasto com product placement. Em tuíte endereçado ao CEO da empresa de mídia NBCUniversal, responsável por “Suits”, a Biotulin escreveu: “Atenção Steve Burke, estamos oferecendo de novo US$ 5 milhões por uma aparição de 5 segundos da Meghan Markle usando nosso gel botox biológico na série ‘Suits’. Por favor, cheque a oferta com o agente dela”. Segundo a empresa alemã, Meghan é usuária de um creme com botox orgânico de sua marca. Só que a companhia, que jura conhecer muito bem os hábitos de beleza da atriz, desconhece completamente o detalhe principal que inviabiliza sua proposta. Maghan não poderia voltar para “Suits” nem que quisesse, porque a série acabou. O último episódio foi exibido em 25 de setembro nos EUA, 18 meses após ela sair da série. Já a atriz se despediu da personagem Rachel Zane em 25 de abril de 2018. Na história, ela trocou o trabalho na firma advocacia de “Suits” pela vida de casada, refletindo sua própria história pessoal, em que abandonou a série para se casar com o príncipe Harry. Recentemente, Meghan e Harry se afastaram dos deveres reais e se mudaram para o Canadá com o filho Archie. Ela tem realmente planos de retomar a carreira artística, com apoio do marido. Att. Steve Burke: We are again offering you 5 million $ for a 5 sec. appearance of Meghan Markle with our biological Botox gel BIOTULIN in your TV series “Suits”. Pls. check our offer with her agent.#biotulin @NBCUniversal #stephenbburke @nbc @nbcnews — Biotulin (@Biotulin) March 2, 2020
Goliath é renovada para 4ª e última temporada
O serviço de streaming Amazon Prime Video renovou a série Goliath para sua 4ª temporada, que também será a última da série. Em comunicado, o produtor Lawrence Trilling também adiantou detalhes da trama dos episódios finais. “Estou emocionado por termos mais uma temporada para contar a história de Billy McBride. Nosso último caso aborda uma crise global oportuna que afeta toda uma geração, e adicionaremos um talento excepcional ao nosso já incrível elenco”, disse Trilling. Os novos integrantes do elenco, que se juntarão a Billy Bob Thornton, não foram divulgados. Thronton, que foi premiado com o Globo de Ouro pela série, vive o protagonista Billy McBride, um advogado que busca redenção ao defender pessoas vulneráveis que tem pouca chance de conseguir justiça. Originalmente desenvolvido por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série já teve três showrunners diferentes. A data de estreia da temporada final não foi anunciada.
Pearson: Série derivada de Suits é cancelada na 1ª temporada e encerra franquia
A franquia “Suits” chegou a um final melancólico com o anúncio do cancelamento da série “Pearson”, derivado que durou apenas uma temporada. O spin-off da outrora popular série jurídica teve apenas 500 mil telespectadores ao vivo na média de sua 1ª e única temporada, metade do público que acompanhava “Suits” nos últimos anos – isto é, após a saída de Patrick J. Adams e Meghan Markle, cujos personagens se casaram no final da 7ª temporada. Com o anúncio do final de “Suits”, a expectativa era que “Pearson” desse sequência ao universo criado pelo produtor-roteirista Aaron Korsh no canal pago americano USA Network. Mas “Pearson” acabou antes. Ironicamente, o último episódio da série centrada na advogada Jessica Pearson, interpretada por Gina Torres, foi exibido em 18 de setembro nos Estados Unidos, uma semana antes do final da 9ª e derradeira temporada de “Suits”. A série acompanhava a advogada Jessica Pearson em Chicago, cidade que a acolheu após ser proibida de praticar a profissão em Nova York. Trabalhando somente em casos pro bono (advocacia gratuita), Pearson encontrou um emprego na prefeitura de Chicago como uma espécie de fixer (que limpa as sujeiras) do prefeito da cidade, Bobby Novak (Morgan Spector). Assim, ela passou a conhecer o mundo sujo da política, cheio de corrupção e violência. Embora a série tivesse qualidade e um viés social importante (cobrança por justiça social da prefeitura), Pearson não agradou ao público e foi encerrada sem concluir sua história.











