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  • Série

    Discovery vira “melhor série Star Trek” com maior reviravolta já vista neste e no outro universo

    1 de fevereiro de 2018 /

    O texto a seguir é radiativo. Cuidado com os spoilers nucleares. O episódio mais recente da série “Star Trek: Discovery”, disponibilizado nesta semana na Netflix, deixou os fãs pasmos, com comentários e elogios rasgados nas redes sociais. Fãs já chamam “Discovery” de “melhor série ‘Star Trek'”, como se isso não fosse um sacrilégio. A empolgação se deve ao arco de quatro episódios concluído no último domingo (28/1) nos Estados Unidos – e que chegou na segunda ao Brasil. Morta nos primeiros episódios, logo na introdução da série, a personagem de Michelle Yeoh voltou à trama central, e para matar seu substituto, vivido por Jason Isaacs, numa sequência de luta e ação de tirar o fôlego. Trata-se da maior reviravolta já vista no universo das séries. E gerou até memes, tamanho foi seu impacto. Veja abaixo. O detalhe é que ninguém previu. Não houve vazamentos, rumores, nada. A inspiração da reviravolta foi o universo Espelho apresentado em “Mirror, Mirror”, episódio da série clássica dos anos 1960 que mostrava uma realidade paralela em que a Federação era mais selvagem que os klingons. No recente arco, os roteiristas revelaram que o Capitão Lorca (Isaacs) sempre foi malvado, um foragido da outra dimensão, que queria retornar para se vingar da Imperatriz Georgiou (Yeoh, viva no outro universo). E de reviravolta em reviravolta, acabaram trazendo a outra Georgiou para a realidade da Federação – isto é, de volta para a continuidade da série. Foi, na verdade, uma troca de protagonistas, com a morte de Lorca e a “ressurreição” de Georgiou. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, Jason Isaacs explicou que o plano sempre foi esse. Ele foi informado sobre o segredo de Lorca ao aceitar o papel. Isso lhe deu a possibilidade de tornar o personagem ambíguo e explorar sua motivação para trazer Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) para o seu lado. Além de brincar com inúmeras dicas ao longo da temporada – como a falta de lembranças sobre eventos de seu passado. Isaacs comentou que ainda não tem informações se voltará a aparecer na série, pois assinou contrato para apenas uma temporada, mas está aberto à possibilidade, porque, se voltar, dará vida a um personagem que ainda não foi visto: o Lorca da Federação. “Se eu fizer outra temporada, sei que não vou mais ter que vestir aquela jaqueta de couro”, afirmou ele, referindo-se ao uniforme do universo Espelho, que foi desintegrado com o vilão. Veja abaixo alguns dos elogios rasgados dos fãs americanos, com direito a citação a “Game of Thrones”. So Lorca is gone. Emperor Georgiou does not play either. #StarTrekDiscovery @startrekcbs #AfterTrek #EmperorGeorgiou #Shook pic.twitter.com/mpUxqNDkkg — Female Blerd SA (@femaleblerd_sa) January 29, 2018 Actual footage of Georgiou and Lorca @jasonsfolly #StarTrekDiscovery pic.twitter.com/jMnwkLTkoA — Maythinee Washington (@maythinee) January 29, 2018 Lorca: "It's poetic justice, don't you think? A scientist destroyed by his own creation. Just kidding. I hate poetry." Me: Buh bye Lorca…@SonequaMG @jasonsfolly #MichelleYeoh #Discovery #StarTrek #StarTrekDiscovery #AfterTrek pic.twitter.com/dDzKDzd6ET — Lea (@CrayCrayRules) January 29, 2018 How cool is #michelleyeoh? She kills her political rivals with a sword in one hand and a coffee in the other! #rehearsingthefight #startrekdiscovery #bts #whatspastisprologue @SonequaMG @jasonsfolly pic.twitter.com/bCQXHRQmoQ — Ted Sullivan (@karterhol) January 31, 2018 Prime Lorca survived the explosion of the Buran and he set up shop in Saragossa, Spain. He's living the high life. #StarTrekDiscovery #aftertrek pic.twitter.com/cUoCR6y8Ym — Carlos (@Carlos_Casorran) January 28, 2018 I honestly think tonight’s episode of @startrekcbs gave me everything I ever wanted out of an episode of Star Trek. #StarTrekDiscovery #AfterTrek — Matt Mira (@MattMira) January 29, 2018 @startrekcbs Just watched this week's episode. You just blew my mind. This Star Trek you can not miss one week. Well done to the writers and the actors. You have revitalized the Star Trek franchise for sure. #AfterTrek. — Robert Reicker (@robert_reicker) January 29, 2018 @StarTrek This episode really had the vibe of the best classic trek episodes. Well executed ? — Ton 余 (@noteey) January 29, 2018 That episode!!! I knew what was going to happen and was still on the edge of my seat letting out dramatic gasps! Oh those high kicks #MichelleYeoh – Go @startrekcbs — Emily Coutts (@couttsemily) January 29, 2018 I’ve yelled “oh shit” more times in these last 4 episodes of #StarTrekDiscovery than in just about anything I’ve ever watched! Thanks & Congrats @StarTrek — Dave Murdock (@davemurdock) January 29, 2018 Seriously, all hats off to @StarTrekRoom for this episode. I love the fact that all the fan predictions just got blown up sky high. Beautiful. #StarTrekDiscovery — Jon Huff (@jonwesleyhuff) January 29, 2018 If you haven't been watching @startrekcbs you're missing out on some amazing #StarTrek — the series has had a stream of edge-of-seat episodes as the first season finale approaches. #StarTrekDiscovery — Danny Sullivan (@dannysullivan) January 29, 2018 Mr. @jasonsfolly You are extremely enjoyable as Captain Lorca. #gratitude #StarTrekDiscovery ???❤️ — Starfleet boy (@starfleetboy) January 29, 2018 I just yelled OH SHIIIIIIIIT!!! watching THAT fight sequence. @karterhol #StarTrekDiscovery — Bo Yeon Kim (@extspace) January 29, 2018 Star trek discovery is getting so very good. Suprised every episode. It's totally changed its formula for star trek. #StarTrekDiscovery #StarTrek — Hyper Guy HD (@Hyperguy_HD) January 29, 2018 During any fight scene involving Michelle Yeoh, I'm just going to assume she kicks everyone's ass. #StarTrekDiscovery — Mala Bhattacharjee (@badnecklace) January 29, 2018 That's got to be the best-choreographed fight scene in all of Star Trek. #StarTrekDiscovery — Michelle (@mtoven) January 29, 2018 Spoiler-free reaction to tonight’s @startrekcbs episode: HOLY CRAP THAT WAS EPIC INTENSE WHOA. Yes, caps were necessary. — Charlynn Schmiedt (@ohtheprofanity) January 29, 2018 MIND BLOWING EPICNESS!!!! Superb performances by #MichelleYeoh, @SonequaMG, @albinokid, @TheRekhaSharma, and @jasonsfolly! ?? Fantastic writing and execution all around. Visuals were exceptional, as always. LOVE THIS SHOW! #StarTrekDiscovery — Jennifer (@JenPhillips721) January 29, 2018 Holy crap, what an ep! The last 15 mins were phenomenal! That throne room fight! That cliffhanger, omg! ? #StarTrekDiscovery — JeffDJ (@Worfles) January 29, 2018 The latest episode of #StarTrekDiscovery was one of the best hours of Trek I have ever watched. Thank you @startrekcbs for giving me that weekly dose of idealism and excitement! — Justin Larson (@thejustinlarson) January 29, 2018

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  • Série

    Fuller House é renovada para sua 4ª temporada

    29 de janeiro de 2018 /

    A Netflix renovou a série “Full House” para sua 4ª temporada. A notícia foi adiantada pelo site Deadline, que se antecipou ao anúncio oficial do serviço de streaming. Uma das atrações de maior audiência do serviço de streaming, segundo medições independentes, “Fuller House” é uma continuação da clássica “Três É Demais” (Full House, no original) e gira em torno das filhas crescidas da atração original. A série dos anos 1980 acompanhava um pai (Bob Saget) que tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente, mãe de três filhos – de 12, 7 anos e poucos meses de idade, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem volta a ser vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente – e, nos novos episódios, um irmão disponível. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos originais de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin retorna como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas, por sinal. A 4ª temporada terá maior presença dos “pais”, que, conforme revelado nos últimos episódios, estão se mudando de volta para San Francisco, além da gravidez de Kimmy. Ainda não há previsão para a estreia dos próximos capítulos.

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  • Série

    Atriz revela que Anos Incríveis acabou por acusação de assédio contra os meninos da série

    28 de janeiro de 2018 /

    Após 25 anos, a atriz Alley Mills revelou que a série “Anos Incríveis” (The Wonder Years), fenômeno de audiência do final dos anos 1980, foi cancelada devido a um processo de assédio sexual contra os intérpretes de seus filhos na produção, os então adolescentes Fred Savage e Jason Harvey, em 1993. Mills, que na série vivia Norma, a mãe da família Arnold, deu a declaração polêmica em entrevista ao site Yahoo. “Quando nós gravamos o final, ninguém sabia se ‘Anos Incríveis’ ia ser ou não renovada, e isso por causa de um processo de assédio sexual absolutamente ridículo contra Fred Savage – que é o ser humano menos ofensivo, mais doce e mais maravilhoso que já andou na face da terra”. “É um pouco como o que está acontecendo agora”, continuou Mills, referindo-se à onda de denúncias de assédio sexual em Hollywood. “Algumas pessoas inocentes vão ser pegas nisso. É complicado. Não era nem um pouco verdade. Foi a minha figurinista, e eu não me importo se ela estiver ouvindo”. O processo em questão foi aberto por Monique Long em 1993, o mesmo ano em que a série acabou. Ela acusava Savage e Hervey, então com 16 e 20 anos, respectivamente, de assediá-la verbal e fisicamente, o que ambos negaram. Mills afirmou que, na época, o elenco foi proibido de comentar o caso. Ela ainda disse que a emissora ABC firmou algum tipo de acordo com Long. “Eles nunca deveriam ter feito isso. Mas eles queriam evitar um escândalo ou algo assim, eu não sei, mas fez com que ele parecesse culpado. Sabe, você não paga alguém quando não houve crime. Você apenas demite a garota”.

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  • Magnum P.I.
    Série

    Remakes de Magnum, Cagney & Lacey, Charmed e Super-Herói Americano podem virar séries em 2018

    28 de janeiro de 2018 /

    Após diversos revivals e remakes bem-sucedidos de séries clássicas, as redes americanas vão continuar investindo em nostalgia para 2018. Diferentes canais deram sinal verde para a produção de pilotos baseados em antigos sucessos televisivos, que, se aprovados, deixarão a programação da TV americana com cara de reprise. A rede CBS encomendou o remake de duas séries de detetives dos anos 1980: “Magnum” e “Cagney & Lacey”. A primeira marcou a década com a ferrari vermelha, as camisas floridas e o bigode de Tom Selleck, enquanto a segunda destacou a parceria de duas mulheres detetives, vividas por Tyne Daly e Sharon Gless. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização, a principal diferença está na escalação de uma mulher para o papel de Higgins, vivido por John Hillerman na atração original. A nova versão de “Cagney & Lacey” está sendo escrita por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a trama original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino torna a atualização mais fácil de ser feita para os dias atuais. Outro sucesso dos anos 1980, a comédia “Super-Herói Americano” (The Greatest American Hero) voltará com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o seu manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar a roupa para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Por fim, a rede CW encomendou um segundo piloto de “Charmed”, após ter reprovado o primeiro no ano passado. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. Elas continuam reclamando e ajudaram a implodir o segundo projeto, que seria um prólogo passado nos anos 1970. Os responsáveis pelo piloto rejeitado continuam a frente do remake, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Por enquanto, os quatro projetos são apenas possibilidades. Para que as séries clássicas voltem à programação televisiva, seus respectivos canais precisam aprovar os pilotos encomendados. Caso isso aconteça, as estreias devem acontecer já na próxima temporada de outono, que inicia em setembro nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    Robert Dowdell (1932 – 2018)

    26 de janeiro de 2018 /

    O ator Robert Dowdell, astro da série clássica “Viagem ao Fundo do Mar”, morreu na terça-feira (23/1) de causas naturais em Coldwater, Michigan. Ele tinha 85 anos. Dowdell nasceu em 10 de março de 1932, em Park Ridge, Illinois, e trabalhou como mensageiro, guia de caça, ferroviário e engenheiro militar antes de estrear na Broadway em 1956, na peça “The Lovers”, escrita por Leslie Stevens (o futuro criador de “5ª Dimensão”). Após várias peças de sucesso e roteiros de cinema, Stevens decidiu criar sua primeira série em 1962 e convidou Dowdell a integrar o elenco. Intitulada “Stoney Burke”, a atração da rede ABC trazia Jack Lord (futuro astro de “Havaí 5-0”) no papel-título, um peão de rodeio que, acompanhado pelo parceiro Cody Bristol (papel de Dowdell), enfrentava perigos e violência no circuito das competições de cowboys. O elenco da produção era tão bom que ainda incluía Warren Oates (“Meu Ódio Será Sua Herança”) e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”), mas a série só durou uma temporada. O ator continuou na folha de pagamento da ABC ao ser imediatamente escalado para uma nova série, “Viagem ao Fundo do Mar”. Desta vez, sua experiência militar foi aproveitada no papel, como o imediato Chip Morton do submarino Seaview. Embora fosse uma adaptação do filme homônimo de 1961, o personagem foi criado especialmente para a série de 1964 e ganhou status de principal coadjuvante, atrás apenas da dupla de protagonistas, o Almirante Nelson (vivido por Richard Basehart, de “Moby Dick”) e o Capitão Crane (David Hedison, de “A Mosca da Cabeça Branca”). Primeira e mais bem-sucedida das séries de ficção científica do produtor-cineasta Irwin Allen nos anos 1960, “Viagem ao Fundo do Mar” durou quatro temporadas e 109 episódios, até 1968. Originalmente concebida como uma série militar futurista, que lidava com perigos da Guerra Fria, a série evoluiu para uma sci-fi mais tradicional, com monstros marinhos e invasores do espaço. A mudança de tom foi refletida de forma visual, com a gravação a cores a partir da 2ª temporada. Após o fim da produção, Dowdell ainda foi convidado por Allen a participar de um episódio de sua quarta série do período, “Terra dos Gigantes”, e também entrou no piloto daquela que seria a quinta, “Cidade Sob o Mar”. Este projeto acabou rejeitado, mas tinha orçamento tão elevado que o piloto foi exibido nos cinemas em 1971. O ator nunca mais emplacou um papel fixo na TV, mas ainda apareceu em diversas séries até 1991, como “S.W.A.T.”, “Buck Rogers”, “CHiPs”, “Casal 20”, “Fama”, “V: A Batalha Final”, “Dinastia”, “Max Headroom” e “Hunter”. Paralelamente, teve pequenas papéis no terror “Iniciação” (1984), com Vera Miles, no filme de ação “Assassinato nos Estados Unidos” (1987), com Charles Bronson, e nas comédias “A Madrasta” (1989), de Larry Cohen, e “As Confusões De Um Sedutor” (1989), de Blake Edwards. Dowdell foi casada com a atriz Sheila Connolly (“Bandoleira por Vingança”) por 14 anos até seu divórcio em 1979. Segundo seus primos, ele achava impressionante que muitos se lembrassem de “Viagem ao Fundo do Mar” e ainda lhe pedissem autógrafo, meio século depois da exibição original.

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  • Série

    Vin Diesel e criadora de Power produzem remake de Anjo Negro, primeira série dramática com protagonista negra

    23 de janeiro de 2018 /

    A rede ABC encomendou o piloto do remake de “Anjo Negro” (Get Christie Love), que foi a primeira série dramática protagonizada por uma atriz negra (Teresa Graves) na TV americana. A produção original estreou em 1974 e teve apenas uma temporada, trazendo “as aventuras da policial disfarçada, sexy e atrevida Christie Love”. A inspiração eram os filmes de blaxploitation do período, como “Cleópatra Jones” (1973) e “Coffy: Em Busca da Vingança” (1973). O piloto está sendo desenvolvido por Courtney Kemp Agboh, criadora da série “Power”, maior sucesso do canal pago Starz, que irá atualizar a trama. Em vez de uma policial infiltrada, Christie Love será uma agente da CIA altamente treinada e mestre de disfarces. A produção está a cargo da One Race Television, produtora do ator Vin Diesel (da franquia “Velozes e Furiosos”), em parceria com a Universal e a Lionsgate Television. E já definiu a atriz Kylie Bunbury (séries “Under the Dome” e “Pitch”) no papel principal. Mas “Anjo Negro” só retornará à televisão se o piloto for aprovado pela ABC. Enquanto isso, relembre abaixo o pôster e a abertura da série clássica.

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  • Série

    Série clássica Louco por Você pode ser a próxima a ganhar revival

    26 de dezembro de 2017 /

    A série clássica de comédia “Louco por Você” (Mad About You) pode ser a próxima a ganhar revival televisivo. Segundo o site TVLine, a Sony estaria cogitando produzir uma nova temporada da atração, uma das sitcoms mais populares dos anos 1990. Os astros Paul Reiser e Helen Hunt já foram abordados e topariam voltar para uma quantidade “limitada” de episódios. Reiser, que também cocriou a série com Danny Jacobson, lideraria a equipe de roteiristas mais uma vez. Segundo o site, o revival lidaria com Paul e Jamie, o casal vivido por Reiser e Hunt, lidando com a “síndrome do ninho vazio” quando sua filha Mabel, agora com 17 anos, estiver entrando na faculdade. “Louco por Você” foi exibida entre 1992 e 1999 nos Estados Unidos, e venceu 12 prêmios Emmys – quatro deles conquistados por Helen Hunt como Melhor Atriz de Comédia. Paul Reiser está atualmente no elenco de outro fenômeno popular, a série “Stranger Things”, da Netflix, enquanto Helen Hunt foi vista em 2017 na minissérie “Shots Fired”, embora venha priorizando seu trabalho como diretora – do filme “Ondas da Vida” e das séries “Feud”, “Life in Pieces” e “This Is Us” – que ela começou a exercer ainda na época de “Louco por Você”. Caso o projeto vá adiante, “Louco por Você” se juntará a “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Três É Demais”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls”, “Roseanne” e “Will & Grace” na lista das séries que sacudiram a poeira dos arquivos para voltar ao ar.

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  • Música

    Dominic Frontiere (1931 – 2017)

    24 de dezembro de 2017 /

    Morreu Dominic Frontiere, compositor de temas clássicos de séries televisivas, como “Quinta Dimensão”, “A Noviça Voadora” e “Patrulha do Deserto”. Ele faleceu aos 86 anos na quinta-feira (21/12) em Tesuque, Minnesota, mas só agora a notícia chegou à imprensa americana. Frontiere marcou época como compositor televisivo entre os anos 1960 e 1980, sendo responsável por centenas de horas de músicas inesquecíveis. Além de trabalhar em séries, ele também criou trilhas para muitos filmes do período. A carreira do músico, nascido em Connecticut em 17 de de junho de 1931, incluiu ainda passagens pela big band de Horace Heidt, no final da década de 1940, e um disco solo cultuadíssimo de 1959, “Festival Pagano”, considerado um clássico do gênero conhecido como exotica. Ele se mudou para Hollywood no início da década de 1950, ao ser contratado por Alfred Newman, então diretor musical da 20th Century Fox, para trabalhar como músico na orquestra do estúdio. Os dois forjaram grande amizade e Newman incentivou Frontiere a começar a compor no começo dos anos 1960. Ao fazer sua terceira trilha, para a comédia “Eu, Ela e o Problema” (1961), Frontiere encontrou outro parceiro importante, o roteirista e produtor Leslie Stevens, que em 1962 o convocou para compor o tema de sua primeira produção televisiva: o western “Stoney Burke”, estrelado por Jack Lord (o futuro Steve McGarrett de “Havaí 5-0”). Mas foi a segunda série da parceria, “Quinta Dimensão” (The Outer Limits), que determinou o rumo da carreira do compositor. A música da abertura era bastante experimental, criando “white noise” e ambiências para sugerir que a TV estava fora do ar – “Não há nada de errado com sua TV”, alertava a narração – , alimentando um clima crescente de mistério e tensão. Vieram outras séries que ajudaram a definir a época, como “Os Invasores”, “Noviça Voadora”, “Patrulha do Deserto”, “Cavalo de Aço”, “Que Garota”, “Os Audaciosos”, “O Imortal”, “Missão Heroica”, “Controle Remoto” e “Vega$”. Ele também compôs a trilha do western “A Marca da Forca” (1968), primeiro western americano de Clint Eastwood, e conseguiu a proeza de manter o nível estabelecido por Ennio Morricone na trilogia spaghetti do ator. A façanha fez com que John Wayne o convidasse a orquestrar seu especial televisivo de cunho patriótico, “Swing Out, Sweet Land” (1970), que rendeu um Emmy para Frontiere e uma nova amizade importante em sua carreira. A parceria acabou se estendendo a mais três filmes de Wayne: “Chisum, Uma Lenda Americana” (1970), “Os Chacais do Oeste” (1973) e “A Morte Segue Seus Passos” (1975). O compositor continuou fazendo trilhas diversas para filmes de ação e comédia e até venceu o Globo de Ouro pela música do cultuadíssimo thriller “O Substituto” (1980), de Richard Rush. Mas sua trajetória foi bruscamente interrompida em 1986, quando foi sentenciado a um ano de prisão por sonegação fiscal, efeito colateral de seu casamento com a enrolada proprietária do time de futebol americano Los Angeles Rams. Além de trilhas de cinema, ele também produziu discos de Gladys Knight, Dan Fogelberg, Chicago e The Tubes, até encerrar a carreira com a composição do filme “A Cor da Noite” (1994), que lhe rendeu nova indicação ao Globo de Ouro. Relembre abaixo 15 temas e trilhas da carreira de Dominic Frontiere.

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  • Série

    Série clássica The Office pode voltar a ser produzida com parte do elenco original

    19 de dezembro de 2017 /

    A rede NBC está desenvolvendo um revival da série “The Office”, segundo o TVLine. Fontes do site afirmam que os planos são para trazer de volta a produção com integrantes do elenco original e novos funcionários da empresa de papel Dunder Mifflin, da cidade de Scranton. A NBC se recusou a comentar ou confirmar a notícia. Mas embora não haja muitas informações sobre o projeto, é praticamente certo que Steve Carell, que atuou como o gerente Michael Scott, não estará envolvido na nova série. Em janeiro, ele fez uma pegadinha com seus seguidores do Twitter, anunciando a volta de “The Office”. E a internet veio abaixo, com reproduções do tuíte por inúmeros fãs, que comemoraram o retorno da série, exibida entre 2005 e 2013 e vencedora do Emmy. Mas pouco depois, o próprio Carell corrigiu a informação. Em outro post, ele revelou que se tratava de um equívoco: “Espera, desculpa. Eu quis dizer Will & Grace! (erro de digitação)”. Veja abaixo. Um mês antes do relançamento bem-sucedido de “Will & Grace”, o presidente da rede, Bob Greenblatt, revelou a jornalistas que sua lista de desejos de revivals dos anos 2000 incluía ainda “The Office” e “30 Rock”. “Muitas vezes falamos sobre ‘The Office'”, afirmou o executivo ao site Deadline. “Eu conversei com Greg [Daniels] quatro vezes nos últimos anos. É sempre ‘talvez um dia, mas não agora’. Certamente, há um convite aberto. Se ele quiser fazer isso, eu faria isso”. O relançamento de “Will & Grace” foi um dos maiores sucessos críticos e comerciais da NBC em 2017. Na semana passada, a sitcom recebeu várias indicações ao Globo de Ouro 2018, incluindo Melhor Série de Comédia.

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    Pôsteres de Star Trek: Discovery destacam data de retorno da série

    17 de dezembro de 2017 /

    O serviço de streaming americano CBS All Access divulgou quatro pôsteres de “Star Trek: Discovery”, com personagens e a data de estreia da parte final da 1ª temporada, que será exibida a partir de janeiro. Os cartazes trazem Sonequa Martin-Green como Michael Burnham, Jason Isaacs como o capitão Gabriel Lorca, Doug Jones como o primeiro oficial Saru e Javid Iqba como o klingon Voq, que estava desaparecido da trama desde o quarto episódio. Anteriormente, também foi divulgado um trailer da midseason, com referências à episódios da série clássica dos anos 1960. Confira aqui. Os novos episódios chegam em 8 de janeiro no Brasil, pela Netflix – um dia após a estreia nos EUA.

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    Trailer de novos episódios de Fuller House revela viagem à Tóquio e gravidez

    12 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer da segunda parte da 3ª temporada de “Fuller House”, que mostra o elenco viajando para Tóquio para o casamento de Steve e uma provocação de uma possível gravidez. “O meu forno é pré-aquecido e fácil de assar. Estamos ficando grávidas”, diz Kimmy na prévia. A primeira metade da temporada celebrou o aniversário de 30 anos da série “Três É Demais” (Full House), que originou a atração. “Fuller House” é um spin-off de “Três É Demais” e acompanha as meninas da série original, já crescidas e com seus próprios filhos, numa continuação da trama clássica. Há 30 anos, um pai (Bob Saget) tinha que criar as três filhas (vividas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Olsen em um papel compartilhado) com a ajuda de dois solteirões (John Stamos e Dave Coulier). Na continuação, uma das filhas, D.J., passa por uma situação similar. Viúva recente e mãe de três filhos, ela contará com o apoio de sua família para dar conta do recado. A personagem é vivida pela mesma atriz, Candace Cameron Bure, que tinha 10 anos de idade quando a série começou em 1987 e comemorou 18 ao final da atração, em 1995. O trio principal, desta vez, inclui ainda sua irmã roqueira Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) e sua melhor amiga Kimmy (Andrea Barber), que agora também tem uma filha adolescente. As três são as novas adultas da atração, que passam a morar juntas no velho cenário da sitcom, com seus respectivos filhos. Além delas, “Fuller House” também traz participações dos adultos de “Três É Demais”, agora vivendo a crise da Terceira Idade, especialmente Bob Saget como o pai de D.J., que continua amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Até Lori Loughlin reaparece como a Tia Becky, esposa de Jesse (John Stamos) e mãe de dois gêmeos, que ela deu à luz no final da série original. Apenas as gêmeas Olsen optaram por não participar do projeto, afirmando que desistiram de atuar e hoje direcionam suas carreiras para o universo da moda – onde são muito bem-sucedidas.

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    Revival de Além da Imaginação terá produção dos diretores de Corra! e X-Men: Fênix Negra

    7 de dezembro de 2017 /

    Anunciado há um mês pelo presidente da CBS, o revival da série clássica “Além da Imaginação” (“The Twilight Zone”, no original em inglês) ganhou encomenda de 1ª temporada e será exibido em 2018 pelo serviço de streaming CBS All Access nos Estados Unidos. A CBS vinha ensaiando retomar a franquia há algum tempo, com Bryan Singer (“X-Men”) à frente de uma das tentativas e Ken Levine (criador do game “BioShock”) de outra, que seria “interativa”, mas o projeto acabou ganhando ímpeto nas mãos de outras pessoas. O comando do remake será compartilhado por Jordan Peele, roteirista e diretor do terror “Corra!”, Simon Kinberg, roteirista-produtor da franquia “X-Men”, e Marco Ramirez, criador da minissérie de super-heróis “Os Defensores”, que escreverá o roteiro do piloto e funcionará como showrunner. “Muitas vezes, este ano, sentimos que estávamos vivendo num episódio de ‘Além da Imaginação’, e não consigo pensar em um momento melhor para reintroduzir a série para o público moderno”, disse Peele em comunicado. A ideia é que o novo “Twilight Zone” se junte a “Star Trek: Discovery” no serviço de streaming da CBS, valorizando a plataforma na disputa por assinantes, especialmente entre os fãs americanos de ficção científica. Um das séries mais famosas da ficção científica em todos os tempos, “Além da Imaginação” foi criada e apresentada por Rod Serling entre 1959 a 1964 na própria CBS, num total de 156 episódios. A marca é tão forte que, depois disso, a CBS desenvolveu dois revivals de sucesso da atração – o primeiro durou entre 1985 a 1989 (65 episódios) e o segundo entre 2002 a 2003 (44 episódios). Além disso, o programa virou até filme: a antologia “No Limiar da Realidade” (Twilight Zone: The Movie, 1983), que apresentava quatro histórias dirigidas por ninguém menos que Steven Spielberg (“Guerra dos Mundos”), Joe Dante (“Gremlins”), John Landis (“Um Lobisomem Americano em Londres”) e George Miller (“Mad Max”). Há alguns anos, a Warner chegou a considerar um novo filme, que seria estrelado por Tom Cruise (“No Limite do Amanhã”), produzido por Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), mas, após a encomenda de três roteiros diferentes, o projeto jamais saiu do papel.

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    Doctor Who: Episódio perdido do autor de O Guia do Mochileiro da Galáxia é completado após 38 anos

    26 de novembro de 2017 /

    Um dos episódios mais lendários de “Doctor Who” foi finalmente completado, 38 anos após ser considerado perdido. Escrito por Douglas Adams, o autor do clássico sci-fi “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, o episódio chegou a ter cenas gravadas em 1979, mas a produção foi interrompida por uma greve na BBC e, como era o último capítulo da temporada, ficou inacabado. Diante da importância de seu autor, a BBC resolveu finalizar a produção, combinando as cenas gravadas com animação. Para manter o máximo possível de coerência, os atores originais foram convidados a dublar os personagens. Assim, Tom Baker retorna como o quarto Doctor Who, Lalla Ward como sua companheira Romana e Christopher Neame como o vilão alienígena Skagra. O resultado final ganhou trailer, que pode ser conferido abaixo. Intitulado “Shada”, o episódio foi uma das quatro histórias que Adams escreveu para a série da BBC no final dos anos 1970, quando costumava usar o pseudônimo David Agnew. O fato de nunca ter sido completada tornou-a mais famosa que as demais, a ponto de ter seus trechos existentes lançados em VHS em 1992 – com introdução de Tom Baker e sem final. O roteiro original deu origem a várias produções. Foi transformado em radionovela, publicado em livro sob o título “Shada – A Aventura Perdida de Douglas Adams”, o que ainda rendeu um audiobook e, finalmente, virou websérie animada em 2003. Mas, na ocasião, Tom Baker se recusou a retomar o papel e a aventura acabou dublada por Paul McGann, o oitavo Doctor Who. Parte das gravações ainda acabou incorporada no especial “The Five Doctors”, de 1983. E partes da história reapareceram como inspiração de outra obra de Douglas Adams, “Dirk Gently’s Holistic Detective Agency” – que atualmente também tem sua própria série na TV. A trama original acompanha o Doctor e a Romana lutando contra Skagra na cidade de Cambridge, no Reino Unido, enquanto este busca o planeta perdido de Sharda, que serve como uma prisão de segurança máxima para mestres do crime. “‘Shada’ era uma das minhas histórias favoritas de Doctor Who. Tenho muitas memórias das gravações em Cambridge, foi decepcionante não ter finalizado no estúdio. Estou muito orgulhoso que a BBC Worldwide encontrou uma forma de entregar uma nova versão aos fãs”, disse Baker, em comunicado. A reconstituição de “Doctor Who: Shada” não será exibida na TV, mas ganhará distribuição limitada nos cinemas britânicos em 24 de novembro, seguida por lançamento em DVD e Blu-ray no dia 4 de dezembro. Veja o trailer e o cartaz abaixo.

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