Remake de Charmed define atriz de Into the Badlands como terceira irmã bruxa
A atriz britânica Madeleine Mantock, conhecida pela série “Into the Badlands”, foi escalada como a terceira e última irmã bruxa do piloto do remake da série “Charmed”. A escalação confirma a abordagem da série. Assim como as irmãs mais novas, ela é uma intérprete negra de descendência latina. Mantock viverá Macy, a irmã mais velha e líder do clã, num papel correspondente ao de Prue (Shannen Doherty) na série original de 1998. Na nova versão, a personagem será uma geneticista prática e cética, que fica chocada ao saber que o mundo sobrenatural é real. Ela se junta a Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), anteriormente confirmada como Mel, um ativista apaixonada que precisa lidar com as consequências de uma terrível tragédia, e Sarah Jeffery (“Descendentes”), intérprete de Madison, a caçula de 18 anos, que acaba de ingressar na faculdade e está apenas tentando se encaixar no mundo. O perfil do trio de protagonistas coincide com o fato de suas criadoras virem da série “Jane the Virgin”, remake de uma telenovela estrelado por atores latinos. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o piloto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. Outra novidade no elenco é Rupert Evans (série “The Man In The High Castle”), que viverá um professor universitário misterioso, bonito e com conhecimentos ocultos que deve despertar o interesse das irmãs. O personagem tanto pode ser uma nova versão do anjo Leo Wyatt, interpretado por Brian Krause na série original, quanto do demônio Cole Turner, vivido por Julian McMahon. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado são as mesmas do piloto atual. Elas sugeriram uma nova abordagem, passada nos dias de hoje, centrada em três irmãs de uma cidade universitária que descobrem que são bruxas. Desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Mas o projeto só vai virar série se os executivos do canal aprovarem o episódio de teste.
Trailer legendado de Perdidos no Espaço revela muitas diferenças da série clássica dos anos 1960
A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer completo legendado de “Perdidos no Espaço”. A prévia revela diversas diferenças em relações à série clássica. Além do Dr. Smith ser uma mulher, como antecipado, houve uma mudança na origem do Robô, que os roteiristas resolveram tornar alienígena. O tom dramático também destoa dos episódios mais leves dos anos 1960 e parece substituir o monstro da semana por desafios de sobrevivência num ambiente desconhecido e hostil. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, “Perdidos no Espaço” é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama original se passava em 1997 – o futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para 13 de abril
Atriz de Penny Dreadful será Higgins no remake de Magnum
O piloto do remake de “Magnum” escalou seu Higgins. Ou melhor, a Higgins. Depois de mudar a etnia de Magnum, agora vivido pelo ator latino Jay Hernandez (El Diablo no filme do “Esquadrão Suicida”), a atriz galesa Perdita Weeks, que interpretou Catriona Hartdegen, uma caçadora de vampiros na última temporada de “Penny Dreadful”, foi definida como Juliet Higgins. Na nova versão, o personagem originalmente vivido por John Hillerman virou uma ex-agente secreta do MI:6, autoconfiante e reservada, que usa sarcasmo para evitar transparecer emoção e é difícil de se conhecer de verdade. A premissa não é tão distante da criação de Donald P. Bellisario e Glen A. Larson de 1980, que durou oito temporadas na rede CBS. Assim como Tom Selleck, o Magnum original, Hernandez também será um ex-militar. Enquanto o primeiro Magnum era veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã, seu substituto lutou no Afeganistão. Ao voltar, ele decide usar suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta Juliet Higgins. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, assina o roteiro ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A direção está a cargo do cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). E, com esse time, é muito provável que o piloto seja aprovado pela CBS – requisito para virar série. Isto porque Lin já assinou dois pilotos que foram aprovados e viraram séries no canal: “Scorpion” e “S.W.A.T.”.
Princesa de Descendentes será uma das bruxas do reboot de Charmed
A atriz Sarah Jeffery, que vive Cristina Santos na série “Shades of Blue” e a Princesa Audrey, filha da Bela Adormecida, na franquia “Descendentes” do Disney Channel, entrou no piloto do reboot de “Charmed”. Ela foi escalada como Madison, a mais jovem das três irmãs bruxas da trama. Madison é descrita como uma jovem de 18 anos, que acaba de ingressar na faculdade e está apenas tentando se encaixar no mundo e entrar em uma boa irmandade. Ela se junta a Melonie Diaz (“Fruitvale Station”), anteriormente confirmada como Mel, um ativista apaixonada que precisa lidar com as consequências de uma terrível tragédia – o problema é que sua triste história acaba fazendo com que ela se afaste das pessoas que mais ama, como sua namorada, a detetive Soo Jin. Ainda falta uma irmã, mas escalação de Sarah Jeffery e Melonie Diaz revela que reboot será uma versão latina da atração original, o que coincide com o fato de suas criadoras virem da série “Jane the Virgin”. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o piloto foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”. A série original de 1998, produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), acompanhava três irmãs brancas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado são as mesmas do piloto atual. Elas sugeriram uma nova abordagem, passada nos dias de hoje, centrada em três irmãs de uma cidade universitária que descobrem que são bruxas. Desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Mas o projeto só vai virar série se os executivos do canal aprovarem o episódio de teste.
Nanette Fabray (1920 – 2018)
Morreu Nanette Fabray, estrela do teatro, do cinema e da TV americana, que venceu o Tony nos anos 1940 e três Emmys nos 1950. Fabray tinha 97 anos e faleceu na quinta (22/2) em sua casa em Palos Verdes, na Califórnia. Californiana criada em Los Angeles, Nanette praticamente saiu da formatura no colegial para sua estreia no cinema, com apenas 19 anos de idade. Seu primeiro papel foi como uma aia da rainha Elizabeth I (Bette Davis) em “Meu Reino Por um Amor” (1939), quando ainda assinava Nanette Fabares. Mas sua carreira acabou tomando o rumo do palco. Quando voltou ao cinema no famoso musical “A Roda da Fortuna”, em 1954, já era uma estrela premiada da Broadway. Por isso mesmo, o filme aproveitou seu talento para incluir uma coreografia memorável, em que ela, Fred Astaire e Jack Buchanan interpretavam bebês, com cabeças e torsos de tamanho adulto, mas pernas curtas de crianças. No mesmo ano, ela estrelou seu primeiro papel fixo na TV, na série “Caesar’s Hour”, do humorista Sid Caesar. E em 1956 venceu dois prêmios Emmy como Melhor Comediante (como a categoria era chamada na época) e Melhor Atriz Coadjuvante por seu trabalho. Nanette ainda bisou a segunda categoria no ano seguinte, com um detalhe vexatório para os produtores da atração: a vitória aconteceu após ela ter sido demitida, após seu agente exigir um melhor salário. Não quiseram nem ouvir que ela quase deu sua vida para a série. Em 1955, Nanette ficou hospitalizada duas semanas depois de ter sido nocauteada pela queda de tubos nos bastidores do programa, durante uma transmissão. Ela não emplacou mais nenhum sucesso televisivo, mas fez inúmeras aparições em séries e programas de variedades. Nos anos 1970, teve participações recorrentes como mãe de duas personagens icônicas da TV: de Mary Tyler Moore na série que levava o nome da atriz e de Ann Romano, personagem de Bonnie Franklin na sitcom “One Day at a Time”. Uma década mais tarde, ela ainda viveu outra mãe na série “Coach”, desde vez da personagem Christine Armstrong, vivida por sua sobrinha Shelley Fabares. Foi o último trabalho de Nanette. Os problemas de audição acabaram encurtando sua carreira. Ela deixou de cantar ao vivo aos 30 anos, quando percebeu que não conseguia ouvir direito a orquestra, durante a apresentação de um musical. Foi isso que a fez migrar da Broadway para a TV. A atriz foi diagnosticada com otosclerose, uma doença em que o crescimento excessivo nos ossos da orelha média interfere na transmissão do som. Mas guardou isso em segredo, vendo o problema se agravar a cada ano, até ficar praticamente surda. Quando assumiu a doença, virou porta-voz do Conselho Nacional sobre Deficiência e lutou pelos direitos dos deficientes, o que lhe rendeu inúmeros prêmios humanitários, inclusive do Sindicato dos Atores.
Remake de Perdidos no Espaço ganha primeiras fotos e teaser legendado
Mais de dois anos se passaram desde que a Netflix anunciou a produção do remake de “Perdidos no Espaço”. E fora os anúncios de escalação do elenco, as gravações passaram praticamente despercebidas entre os fãs. Por isso, é grande o impacto das primeiras imagens da produção, que surgem em fotos e num teaser legendado em tom de propaganda do programa espacial do futuro. Citando os desafios da vida na Terra (com narração de Molly Parker), o vídeo mostra os integrantes da primeira família a ir ao espaço, detalhes da nave Júpiter 2, e termina com a trilha sonora clássica como música incidental, alerta de impacto e uma voz robótica avisando: “Perigo, Will Robinson!”. A última revelação é que a estreia está mais próxima que o esperado: em 13 de abril! O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. Mas será difícil errar com “Perdidos no Espaço”, uma das séries mais amadas de todos os tempos. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, o sobrenome dos personagens da trama é uma referência ao clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passa no futuro (que na época era 1997), no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabota a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão da série vai trazer Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o navegador Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. As fotos mostram todos os personagens e adiantam a chegada num planeta inóspito, de baixa temperatura, com direito a um passeio no Chariot, o veículo espacial clássico da série. Apenas a participação do robô permanece misteriosa. Não há informação sobre como será o visual ou quem dublará sua voz metálica.
Atriz de Fruitvale Station será uma das irmãs bruxas do reboot de Charmed
A atriz Melonie Diaz (“Fruitvale Station”) foi escalada como uma das três irmãs bruxas no piloto do reboot de “Charmed”. Ela é a primeira protagonista definida na produção, a cargo da equipe de “Jane the Virgin”. Assim como “Magnum”, o projeto está sendo desenvolvimento para ser mais diversificado que a série original, centrada em três irmãs – posteriormente, quatro – irmãs brancas. Ainda não está claro se todas as irmãs serão latinas, mas a escalação de Melonie Diaz modifica a expectativa etária da produção, que supostamente acompanharia três universitárias. A atriz, que estreou no cinema em 2001, completa 34 anos em abril. Nova-iorquina descendente de porto-riquenhos, ela chamou atenção em filmes como “Rebobine, Por Favor” (2008), de Michel Gondry, e “Fruitvale Station: A Última Parada” (2013), primeiro longa do diretor Ryan Coogler (de “Pantera Negra”). Recentemente, ela estrelou a série “The Breaks”, sobre o início do hip-hop, e o terror “O Experimento Belko” (2016), escrito por James Gunn (diretor de “Guardiões da Galáxia”). A atriz também estará no próximo filme da franquia “Purge” (“Uma Noite de Crime”), previsto para julho. Curiosamente, sua personagem se chamará Mel, uma ativista apaixonada e sem papas na língua, que perde o rumo durante uma tragédia na família. Além da etnia, outra diferença em relação à série original, é que sua personagem é lésbica, conforme havia sido ventilado. Além dela, a atração contratou Ser’Darius Blain (a versão jovem do personagem de Kevin Hart em “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) para viver o namorado de Macy, outra das três irmãs com nomes iniciados pela letra M. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia era fazer um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pelo projeto rejeitado sugeriram uma nova abordagem e, desta vez, ganharam sinal verde para gravar o piloto. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman, criadora de “Jane the Virgin”, e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, roteiristas de “Jane the Virgin”.
Ator de Esquadrão Suicida será o novo Magnum no piloto do remake
Os produtores do remake de “Magnum” definiram seu protagonista. Após anunciar que a produção buscaria um elenco mais diversificado que o da série original dos anos 1980 – totalmente branco e masculino – , o escolhido foi um ator completamente diferente de Tom Selleck: Jay Hernandez, intérprete do vilão El Diablo no filme do “Esquadrão Suicida”. Californiano e descendente de mexicanos, Hernandez estreou na série de comédia “Hang Time”, em 1998, e chamou atenção pela primeira vez como protagonista do terror “O Albergue” (2005). Nos últimos anos, coadjuvou diversas séries, entre elas “Last Ressort”, “Nashville”, “Gang Related”, “The Expanse” e “Scandal”. Ele também está no elenco das duas comédias “Perfeita É a Mãe” e do blockbuster da Netflix “Bright”. A mudança de etnia do protagonista não será a única alteração visível da atração. O personagem Higgins, vivido por John Hillerman na série clássica, agora será uma mulher. A premissa, porém, vai se manter bastante similar à criação de Donald P. Bellisario e Glen A. Larson de 1980, que durou oito temporadas na rede CBS. Assim como Selleck, Hernandez também será um ex-militar. Enquanto o primeiro Magnum era veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã, seu substituto lutou no Afeganistão. Ao voltar, ele decide usar suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, assina o roteiro ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A direção está a cargo do cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). E, com esse time, é muito provável que o piloto seja aprovado pela CBS – requisito para virar série. Isto porque Lin já assinou dois pilotos que foram aprovados e viraram séries no canal: “Scorpion” e “S.W.A.T.”.
Atriz de New Girl vai estrelar o piloto do remake de Super-Herói Americano
A atriz Hannah Simone já definiu seu próximo projeto após o fim da série “New Girl”. Ela foi contratada para estrelar o piloto de “The Greatest American Hero”, remake da série clássica “Super-Herói Americano”. Sucesso dos anos 1980, a comédia de super-herói vai tentar retornar do arquivo morto com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar seus poderes para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Simone foi uma das atrizes mais procuradas para estrelar pilotos em desenvolvimento nesta temporada. Ela recebeu múltiplas ofertas antes de escolher “The Greatest American Hero”. O projeto mantém a atriz, cujo pai é indiano, na produtora Fox, responsável por “New Girl” e que vai produzir a nova série, caso a rede ABC aprove o piloto. Ela será vista pela última vez no papel Cece, a melhor amiga de Jess (Zooey Deschanel), nos oito episódios finais de “New Girl”, que começam a ser exibidos em 10 de abril nos EUA.
John Krasinski diz que adoraria participar do revival da série The Office
O ator John Krasinski deu uma divertida entrevista para o programa de Ellen DeGeneres, em que falou das filhas, da barba, seu medo de filmes de terror, seu recente trabalho como diretor num filme de terror (“Um Lugar Silêncio”) e, por último, a volta da série “The Office”, que ele estrelou por nove temporadas. Veja abaixo. Depois de indicar que soube do projeto de revival “na Internet”, Krasinski se mostrou chateado por não ter sido contatado e imaginou que talvez a presença de seu personagem, Jim Halpert, não fosse desejada na continuação da série. Perguntado se aceitaria voltar ao papel, se convidado, ele foi totalmente positivo. “Oh, meu deus, você está brincando?”, disse. “Eu adoraria juntar de novo aquela gangue”. Krasinski interpretou o vendedor de papel Jim Halpert na série da rede NBC – por sua vez baseada numa sitcom britânica. O romance do personagem com a recepcionista Pam Beesly (interpretada por Jenna Fischer) foi a trama mais marcante durante a evolução do programa.
Série sci-fi clássica V – Visitantes vai virar filme
O Desilu Studios anunciou que está desenvolvendo um filme baseado na clássica série sci-fi “V – Visitantes”. O roteiro da nova versão será escrito pelo criador da série original dos anos 1980, Kenneth Johnson. Chamado de “V – The Movie”, a produção pretende resumir a história da minissérie de duas partes, exibida pela rede NBC em 1983, sobre uma invasão alienígena. Na trama, criaturas de uma raça reptiliana chegavam em discos voadores à Terra, disfarçados de humanos e fingindo ter boas intenções. A minissérie se provou extremamente popular, inspirando uma sequência em 1984, “V – A Batalha Final”, e uma série em 1985, que foi cancelada na 1ª temporada. Seu remake de 2009 foi mais bem-sucedido, com duas temporadas e a brasileira Morena Baccarin no papel de líder da invasão, mas também saiu do ar sem encerrar a trama. Johnson não se envolveu com o remake, por supostas diferenças criativas com a rede NBC. Mas escreveu uma continuação literária, “V: The Second Generation”. Ele também criou as séries “O Incrível Hulk” (1977-1982), “A Mulher Biônica” (1976-1978) e “Alien Nation” (1989-1997), mas estava afastado há duas décadas. Seu último roteiro foi “Steel – O Homem De Aço” (1997), adaptação dos quadrinhos da DC Comics que foi enorme fracasso de público e crítica. “Estamos muito satisfeitos em nos juntar à Desilu para trazer essa história atemporal – e oportuna – de resistência contra a tirania no século 21”, disse Johnson em comunicado. “O filme de ‘V’ será o primeiro de uma trilogia cinematográfica que contará o conto épico completo da maneira que eu sempre imaginei”. Responsável pela produção, a Desilu foi fundada em 1950 pelo casal Desi Arnaz e Lucille Ball e se tornou a maior produtora independente de televisão nos Estados Unidos – lançou, entre outras, a franquia “Star Trek”. Ball comprou a parte do ex-marido Arnaz em 1962 e dirigiu a empresa por vários anos, até vender suas ações para a Gulf + Western. Posteriormente, a empresa tornou-se uma divisão televisiva da Paramount Pictures. Com a compra da Paramount pela Viacom, a biblioteca de séries clássicas da Desilu virou propriedade da CBS, mas a marca Desilu foi comprada pelo empresário Charles B. Hensley, que decidiu relançá-la no ano passado em Hollywood como um novo estúdio. “V – The Movie” é o primeiro projeto anunciado pelo estúdio revivido.
Nova versão de Charmed terá uma jovem bruxa lésbica
A nova versão de “Charmed”, que teve seu piloto encomendado pela rede CW, será um reboot e não um remake, com personagens inteiramente novas. As jovens bruxas se chamam Mel, Macy e Madison – em vez de Piper, Phoebe, Paige e Prue. E o detalhe é que uma das irmãs bruxas será lésbica. O site TVLine teve acesso à ficha de casting do piloto, e ela revela que a lista de personagens centrais inclui a namorada de uma das protagonistas. As outras duas também terão namorados – um documentário e um solitário sensível. Os produtores estão procurando atores de todas as etnias para compor o elenco. Produzida pelo lendário Aaron Spelling (“Ilha da Fantasia”, “Casal 20”, “Barrados no Baile”, etc), a série de 1998 acompanhava três irmãs bruxas (Alyssa Milano, Holly Marie Combs e Shannen Doherty) lidando com o despertar de seus poderes – uma quarta irmã (Rose McGowan) acabou surgindo mais tarde, quando a produção precisou “trocar” uma das atrizes (Doherty) por problemas de bastidores. A série durou oito temporadas, até 2006, mas fez tento sucesso que continuou sua trama nos quadrinhos, publicados até 2012. O remake de “Charmed” foi cogitado pela primeira vez há quatro anos pela rede CBS, mas não chegou muito longe em seu desenvolvimento, após ser torpedeado nas redes sociais pelas atrizes da série original. A rede CW se interessou pela franquia no ano passado. A ideia original era um prólogo passado nos anos 1970. Mas o desenvolvimento foi interrompido com a rejeição do roteiro e nem chegou a ter piloto encomendado. As responsáveis pela nova versão são as mesmas do projeto rejeitado, mas mudaram tudo. Agora, a trama irá acompanhar três irmãs de uma cidade universitária atual, que descobrem que são bruxas. A produção é de Jennie Snyder Urman e o roteiro foi escrito por Jessica O’Toole e Amy Rardin, todas da série “Jane the Virgin”. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que o problema da versão passada nos anos 1970 é que Jennie Snyder Urman estava muito ocupada com “Jane the Virgin” para supervisionar o trabalho. Com mais tempo para repensar o conceito, todo o projeto foi redesenvolvido. O resultado agradou e teve seu roteiro aprovado para, ao menos, virar piloto.
Justin Lin vai dirigir o piloto do remake da série Magnum
O cineasta Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) vai dirigir o piloto do remake de “Magnum”. E caso a série seja aprovada pela rede CBS, ele ganhará crédito de coprodutor. Peter Lenkov, responsável pelos remakes de “Hawaii Five-0” e “MacGyver”, está escrevendo o roteiro do piloto ao lado de Eric Guggenheim (“Desafio no Gelo”). A nova versão é descrita como uma atualização do original. Vai girar em torno de Thomas Magnum (o antigo papel de Selleck), um ex-militar Navy SEAL condecorado que, ao voltar do Afeganistão, usa suas habilidades militares para se tornar um investigador particular, com a ajuda de outros veteranos – Theodore “TC” Calvin e Orville “Rick” Wright – e da ex-agente secreta do MI:6 Juliet Higgins. A premissa é bastante similar à série criada por Donald P. Bellisario e Glen A. Larson em 1980, que durou oito temporadas na própria CBS. Selleck também interpretava um ex-militar, veterano da guerra da época, o conflito do Vietnã. Fora a atualização temporal, a principal diferença está na apresentação de Higgins. O personagem, vivido por John Hillerman na atração original, agora será uma mulher. Lin já dirigiu dois pilotos que foram aprovados e viraram séries na rede CBS: “Scorpion” e “S.W.A.T.”. Ele também é produtor executivo de ambas as atrações.












