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  • Série

    Richard Gere precisa escolher entre o filho e seus negócios no trailer de sua primeira série de TV

    1 de fevereiro de 2019 /

    A BBC divulgou o trailer de “MotherFatherSon”, a primeira série estrelada pelo veterano ator Richard Gere (de “Uma Linda Mulher”). Desenvolvida por Tom Rob Smith (criador de “London Spy” e cocriador de “American Crime Story”) e com direção do cineasta James Kent (“Juventudes Roubadas”), a atração de oito capítulos é descrita como um psycho-thriller ambientado em sistemas de poder na política, na mídia e na polícia. Na trama, Gere vive Max, um americano que fez fortuna sozinho e virou um dos nomes mais influentes de Londres com seu poderoso jornal. Entretanto, ele pode perder tudo devido a seu filho, que tem um estilo de vida desregrado, colocando em risco os negócios da família. Ele vai dividir a tela com Helen McCrory (“Peaky Blinders” e franquia “Harry Potter”) e Billy Howle (“Dunkirk”), que vivem sua ex-mulher e o filho, além de Elena Anaya (“Mulher-Maravilha”) e Ciarán Hinds (“Game of Thrones”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Sex Education é renovada e ganha vídeos divertidos

    1 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix renovou “Sex Education” para sua 2ª temporada. A série se tornou uma das raras produções a ter sua audiência revelada pela plataforma. Logo após seu lançamento em janeiro, a empresa tornou público o número de 40 milhões de espectadores num relatório para o mercado. Ainda não há data de estreia previstas para o segundo ano, mas a empresa divulgou teasers regionais para informar que os novos episódios foram encomendados. A versão em inglês é uma sátira de “Meninas Malvadas”. A cena traz os personagens descrevendo de forma elogiosa Otis (Asa Butterfield), do mesmo modo como a comédia de 2004 fazia com Regina George (Rachel McAdams). Já a versão brasileira é apresentada por Marcelinho, um fantoche popularizado pelo YouTube nacional, conhecido por ler contos eróticos com voz esganiçada. O resultado é tão bizarro quanto hilário. Veja abaixo. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e também é estrelada por Gillian Anderson (série “Arquivo X”) como a mãe do jovem protagonista.

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  • Série

    Série animada infantil com vozes de Kate Winslet e Taron Egerton ganha primeiro trailer

    28 de janeiro de 2019 /

    O canal pago britânico Sky One divulgou o primeiro trailer da série animada “Moominvalley”, que reúne um elenco de vozes cinematográficas, incluindo Kate Winslet (“Roda Gigante”), Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”), além de Edvin Endre (“Vikings”), Bel Powley (“O Diário de uma Adolescente”), Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”), Matt Berry e Richard Ayoade (ambos de “The IT Crowd”). A série é baseada nos livros ilustrados e tiras em quadrinhos de “Moomin”, uma criação da artista finlandesa Tove Jansson (1914-2001), e foi desenvolvida pelo cineasta Steve Box, da animação vencedora do Oscar “Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais” (2005). O protagonista é Moomintroll (voz de Taron Egerton), que é curioso, gentil, sensível e idealista. Ele é o típico herói de uma história de amadurecimento, que tenta lidar com os problemas de ter que crescer e econtrar sua identidade, enquanto permanece uma parte amada da família Com 13 episódios, a 1ª temporada estreia no Reino Unido durante a Páscoa, e também será exibida pela emissora pública finlandesa YLE.

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  • Série

    Doctor Who começa a gravar sua 12ª temporada

    26 de janeiro de 2019 /

    As estrelas se alinharam e a produção da série a href=”https://pipocamoderna.com.br/tag/doctor-who”>”Doctor Who” entrou em ritmo normal. O perfil oficial da atração da BBC divulgou uma foto do elenco para revelar que as gravações da 12ª temporada já começaram. Anteriormente, a BBC tinha afirmado que a produção de 12ª temporada teria um hiato maior que o costume, levando mais de um ano para ser exibida. A 11ª temporada chegou ao fim em dezembro e um especial de Ano Novo foi exibido no dia 31. Mas, depois disso, os fãs teriam que aguardar até janeiro de 2020 pelos próximos capítulos. Rumores sugeriam uma queda de braços entre a BBC e o atual produtor da série, Chris Chibnall. O problema estaria, ironicamente, no sucesso dos episódios produzidos por Chibnall. Por conta disso, a BBC teria exigido uma nova temporada com 10 episódios e um especial de fim de ano para 2019. Mas, segundo apurou a revista Starburst, Chibnall teria se recusado, afirmando que não poderia manter a mesma qualidade sem uma pausa maior. O impasse chegou, novamente segundo rumores, a fazer o showrunner a considerar sua demissão, já que seu contrato previa apenas cinco episódios (e um especial de Natal) para 2019. E isto teria ameaçado, inclusive, a continuação de Jodie Whittaker como protagonista. Whitaker trabalhou com Chibnall na série “Broadchuch” e foi a escolha do produtor para virar a primeira mulher a estrelar “Doctor Who”. O trabalho dos dois na 11ª temporada registrou ótima audiência para o canal BBC One no Reino Unido – 8,7 milhões de telespectadores consolidados, após a soma de todas as plataformas, bem acima dos 6 milhões da temporada passada. Um meio termo deve ter sido atingido para um retorno tão rápido às gravações. Mas não será surpresa se a série retornar para uma temporada abreviada, de apenas cinco episódios. Ou, tratando a situação com o eufemismo da midseason, com a segunda parte (mais cinco episódios) da temporada encaminhada para 2020. Após o anúncio do final das operações da plataforma Crackle na América Latina, os novos episódios não tem exibição prevista para o Brasil. Visualizar esta foto no Instagram. #DoctorWho is back in production! ? ? Uma publicação compartilhada por Doctor Who Official (@bbcdoctorwho) em 23 de Jan, 2019 às 12:00 PST

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  • Série

    Netflix coloca Lucas Jagger e Luciana Gimenez na série Sex Education

    24 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um vídeo com Lucas Jagger e Luciana Gimenez para “abrasileirar” a série britânica “Sex Education”. A edição faz com que Lucas entre na série para ter uma conversa com o personagem de Asa Butterfield, na qual compara as mães dos dois. O detalhe que chama atenção é a ironia criada no final, quando Luciana avisa ao filho sobre peguetes e mostra camisinhas, e soa quase como uma lição de história para o filho brasileiro de Mick Jagger. Uma das séries recentes mais vistas da Netflix, “Sex Education” estreou em 11 de janeiro, mostrando como o filho (Butterfield) de uma terapeuta sexual (Gillian Anderson) supera o constrangimento da situação para ajudar colegas de aula com problemas de sexo.

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  • Série

    Turn Up Charlie: Idris Elba vira DJ nas fotos da nova série de comédia da Netflix

    21 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos de “Turn Up Charlie”, uma nova série de comédia estrelada e produzida pelo astro Idris Elba (“Thor: Ragnarok”). A série britânica trará Elba interpretando o Charlie do título, um DJ esforçado e solteirão assumido, que tem uma chance final de sucesso quando relutantemente se torna babá da filha problemática de seu melhor amigo. Escrita por Laura Neal (série “Secret Diary of a Call Girl”), Victoria Asare-Archer (série “Wolfblood”) e a atriz Femi Oyeniran (“Juventude Rebelde”), a comédia possui similaridades com a história de vida de Elba. Ele surgiu como DJ no Reino Unido antes de se tornar uma estrela da TV e do cinema. Embora não tenha alcançado sucesso na música, até hoje ele trabalha como DJ por diversão. “Turn Up Charlie” terá 8 episódios de meia hora e seu elenco também inclui Piper Perabo (“Covert Affairs”) e JJ Feild (“Turn”). Ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    The Widow: Série de ação com Kate Beckinsale ganha primeiro trailer

    20 de janeiro de 2019 /

    A Amazon Prime Video divulgou o primeiro trailer de “The Widow”, thriller de ação estrelado por Kate Beckinsale (“Anjos da Noite”). Na trama, ela se recusa a aceitar a morte do marido na explosão de um avião, e sua investigação a leva ao interior do Congo africano, onde perigos e revelações a conduzem a muitas reviravoltas. Escrita e produzida pelos irmãos Harry e Jack Williams, criadores das séries inglesas “Relik”, “Liar” e “Fleabag” e roteiristas de “The Missing”, a série é uma coprodução realizada em parceria com a rede britânica ITV. Apesar de representar a estreia de Beckinsale numa série, “The Widow” marcará o terceiro trabalho consecutivo da atriz produzido pela Amazon, que financiou os filmes “Amor & Amizade” (2016), de Whit Stillman, e “Apenas um Garoto em Nova York” (2017), de Marc Webb. O elenco também inclui Alex Kingston (“Doctro Who”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Babs Olusanmokun (“Raízes”), Ólafur Darri Ólafsson (“Megatubarão”) e Matthew Le Nevez (“The Lizzie Borden Chronicles”). A estreia está marcada para 1º de março em streaming.

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  • Série

    Black Earth Rising: Minissérie britânica com 100% de aprovação ganha trailer da Netflix

    15 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado da minissérie britânica “Black Earth Rising”, estrelada por Michaela Coel (“Black Mirror: USS Callister”) e John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”). Escrita e dirigida por Hugo Blick (da impactante minissérie “The Honorable Woman”), a trama acompanha Kate Ashby (Coel), que foi resgatada quando criança do genocídio em Ruanda e adotada por uma promotora britânica (Harriet Walter, de “The Crown”) especializada em Direito Penal Internacional. Já adulta, ela atua como investigadora legal no escritório de advocacia do personagem de Goodman. Mas quando um líder de milícia africana começa a ser processado, ela se vê forçada a revisitar seu passado de dor. Assim, a narrativa dramática ganha contornos de suspense político, que conduzem a protagonista em busca de respostas por oito episódios muito tensos. Produção original da BBC, “Black Earth Rising” foi exibida entre setembro e outubro no Reino Unido, ocasião em que atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes e adulação extrema da imprensa britânica. A série chega ao streaming em 25 de janeiro.

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    Sex Education: Vídeo apresenta personagens da série estrelada por Asa Butterfield

    4 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo de “Sex Education”, em que o elenco apresenta seus personagens. A série de comédia britânica é estrelada por Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”) como um adolescente virgem, que percebe que todos os anos embaraçosos em que viveu com sua mãe, uma terapeuta sexual, podem ajudá-lo a se tornar popular e ainda ganhar dinheiro em sua escola. Coagido pela bad girl do colégio (vivida por Emma Mackey, de “Badger Lane”) e apoiado por seu melhor amigo e gay assumido (Ncuti Gatwa, de “Stonemouth”), ele decide abrir uma consultoria sexual para adolescentes inexperientes. O elenco ainda destaca Gillian Anderson (série “Arquivo X”) como a mãe terapeuta sexual. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia está marcada para a próxima sexta (11/1), com oito episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”) e Kate Herron (“Five by Five”).

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    Sex Education: Gillian Anderson é terapeuta sexual em trailer de série adolescente

    4 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou 26 fotos, o pôster nacional e o primeiro trailer de “Sex Education”, série de comédia adolescente em que Gillian Anderson (série “Arquivo X”) vive uma terapeuta sexual. E, curiosamente, o vídeo liberado é dublado em português. Por isso, é grande a possibilidade de choque, quando a atriz começa a falar em masturbação com uma voz que parece ser de criança. De todo modo, é possível ouvir as vozes originais no trailer (sem legendas) disponibilizado pela Netflix americana. E assim se chocar com outra surpresa sonora: o fato de a eterna agente Scully falar com sotaque britânico. É que a série se passa na Inglaterra. Anderson, na verdade, não é a protagonista. O papel principal pertence a Asa Butterfield (“O Lar das Crianças Peculiares”), que interpreta seu filho. Na trama, ele é um adolescente virgem e com dificuldades sociais, que se vê cercado por conversas abertas e entediantes sobre sexo, devido à profissão de sua mãe. Percebendo-se um especialista relutante no assunto, ele resolve iniciar uma prática clandestina de terapia sexual na sua escola. A série foi criada pela curtametragista Laurie Nunn e será produzida pela Eleven, produtora britânica de Jamie Campbell e Joel Wilson (criadores de “Cast Offs”). A estreia vai acontecer em 11 de janeiro, com oito episódios dirigidos por Ben Taylor (diretor de “Catastrophe”) e Kate Herron (“Five by Five”).

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    June Whitfield (1925 – 2018)

    29 de dezembro de 2018 /

    A atriz inglesa June Whitfield, que teve longa carreira na TV britânica, morreu em sua casa na noite de sexta-feira (28/12), aos 93 anos. Sua trajetória de mais de cinco décadas de produções televisivas inclui diversos sucessos, entre eles as sitcoms “Happy Ever After” (1974–1979) e “Terry and June” (1979–1987), nas quais viveu as principais personagens femininas. Mas ela é mais lembrada por uma produção recente, “Absolutely Fabulous” (1992–2012), em que interpretou a mãe da protagonista e criadora da atração, Jennifer Saunders. Whitfield também fez incontáveis participações especiais, aparecendo até num episódio duplo de “Doctor Who”, em 2009, num capítulo do popular sitcom americano “Friends”, em 1998, e como Deus em “You, Me and the Apocalypse”, em 2015. Seu último trabalho foi no filme baseado em “Absolutely Fabulous”, lançado nos cinemas em 2016.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Interatividade de Black Mirror: Bandersnatch não funciona em diversos dispositivos

    29 de dezembro de 2018 /

    O filme interativo da Netflix, “Black Mirror: Bandersnatch”, foi lançado “de surpresa” na sexta (28/12) e rapidamente despertou a curiosidade dos usuários do serviço de streaming, bem como da imprensa. Tem até quem acha que nem se trata de um filme, mas de um simples videogame, como apurou o site Deadline junto a especialistas. Porém, várias pessoas estão reclamando que o filme/game não funciona em seus dispositivos. Smart TVs mais antigas com aplicativos da Netflix não rodam o filme devido aos requisitos de pré-visualização. Também não dá para assistir a “Bandersnatch” usando o Google Chrome, Apple TV ou Amazon Fire, por motivos técnicos. Os usuários que tentarem acessar o episódio interativo nessas plataformas estão vendo algo muito anti-climático: um pequeno vídeo de personagens de outros episódios pedindo desculpas. A plataforma de streaming não explicou o motivo do filme não “rodar” nesses dispositivos. Em vez disso, divulgaram que “Black Mirror: Bandersnatch” funciona na maioria das Smart TVs, em dispositivos Roku e em consoles de videogame como o PS4 e o Xbox One.

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    Estreia de Black Mirror: Bandersnatch revela primeira série live-action interativa da Netflix

    28 de dezembro de 2018 /

    A Netflix finalmente divulgou as primeiras informações sobre “Black Mirror: Bandersnatch”, disponibilizado nesta sexta (28/12). Mas a esta altura nem precisava, pois o público já deve ter descoberto por conta própria. Conforme apontavam rumores, trata-se da primeira experiência interativa para adultos do serviço de streaming. Ao longo do filme, o espectador é convidado a fazer escolhas para o protagonista da história. As decisões acontecem de forma simples, pela seleção de uma entre duas alternativas que lhe são oferecidas durante várias cenas. Usando toque na tela, mouse ou controle remoto, cada opção leva a trama para um determinado rumo. Elas começam com opções simples, como o que comer no café da manhã, e acabam conduzindo a escolhas éticas, potencializando conflitos aflitivos de quem precisa decidir o destino do personagem. O espectador tem um determinado tempo para decidir. Se optar por não fazê-lo, a história segue um rumo pré-determinado, apresentando sua versão mais simplificada. É possível conduzir o filme à sua conclusão em até 90 minutos. Mas também assisti-lo por 2h30. O recomendado é não recomeçar a vê-lo após o final e sim continuar assistindo mesmo depois dos créditos aparecerem, pois a inteligência artificial do mecanismo interativo oferecerá de novo o longa levando em conta as opções anteriores, para que a história não se repita. Ao todo são cinco finais possíveis e múltiplas variações da história. O resultado é impressionante e deixa para trás as experiências anteriores na criação de uma narrativa interativa. Vale lembrar que a Netflix começou a introduzir elementos interativos na série animada “Kong: O Rei dos Macacos”, disponibilizada em abril de 2016. E aprimorou o formato com o lançamento de três outras produções infantis, “Gato de Botas: Preso num Conto Épico”, “Buddy Thunderstruck: A Pilha do Talvez” e “Stretch Armstrong: The Breakout”. “Black Mirror” é a primeira experiência interativa da plataforma com atores reais, mas foi precedida por uma série do cineasta Steven Soderbergh realizada inteiramente neste formato, “Mosaic”, lançada em janeiro na HBO. A diferença é que a história de Charlie Brooker, criador de “Black Mirror”, inclui muito mais opções e layers narrativos. E levou à criação de uma nova tecnologia. Isto mesmo, “Black Mirror” deixou de ser uma produção sobre tecnologia futurista para virar uma produção que cria tecnologia futurista. O filme foi desenvolvida com o auxílio de uma nova ferramenta de roteiro, que trabalha a história em layers, de modo que cada opção interativa seja levada em consideração e faça sentido em relação às conclusões oferecidas. Também inovou na criação de buffers para servir as diferentes versões para diferentes pessoas simultaneamente. Além de incluir a inteligência artificial que “lembra” opções tomadas anteriormente ao conduzir e retomar a história. Tudo isso se dá no contexto propício de uma trama sobre games interativos dos anos 1980, época em que os jogos de computador de aventuras (choose your own adventure) tinham se tornado muito populares – uma fase que durou até a chegada dos jogos de tiros. No filme, o protagonista vivido por Fionn Whitehead (“Dunkirk”) começa a desenvolver um game chamado “Bandersnatch”, mas o trabalho o leva ao limite de sua capacidade, após ele decidir explorar realidade virtual, tecnologia inexistente na época em que a história se passa. “Bandersnatch” é o nome de uma criatura fantástica do universo de “Alice no País das Maravilhas”. Mas também foi o título de um jogo anunciado em 1984, ano em que se passa o filme. E ele nunca foi lançado. A direção é do cineasta David Slade (“30 Dias de Noite” e série “Hannibal”), que já havia comandando um episódio de “Black Mirror”: “Metalhead” na temporada passada. E há um easter egg do cão-robô daquele capítulo no filme interativo. O elenco ainda destaca Will Poulter (“Maze Runner”), Alice Lowe (“Prevenge”) e Asim Chaudhry (“People Just Do Nothing”). Assista abaixo ao trailer disponibilizado na quinta (27/12) do filme de “Black Mirror”, que em nenhum momento avisa se tratar de uma experiência interativo. Segundo Carla Engelbrecht, diretora de inovação de produtos da Netflix, a ideia era realmente fazer segredo. “Percebemos que agir um pouco mais silenciosamente significaria que mais pessoas poderiam tentar dar uma chance à experiência, em vez de ficarem refletindo sobre isso por um tempo”, ela disse à revista The Hollywood Reporter. A tecnologia pode ser inovadora – e será usada em novos projetos interativos da Netflix -, mas a ideia de que segredo é publicidade reprova em qualquer teste científico.

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