“Ilha de Ferro” chega na Globo três anos após estrear na Globoplay
Quase três anos depois de estrear no Globoplay, “Ilha de Ferro” finalmente começa a ser exibida em sua íntegra na TV aberta. A estreia acontece na noite desta segunda (9/8) na Globo. Escrita por Adriana Lunardi e o já falecido Max Mallmann, a série tinha direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e misturava romance, política e thriller com um cenário inusitado: uma plataforma de petróleo em alto mar. O mais impressionante é que a plataforma de 3 mil m² foi construída nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com um custo estimado de R$ 2 milhões. Com investimento alto e elogios até da revista americana Variety, que a considerou uma das melhores séries do mundo em 2018, a produção acabou cancelada de forma abrupta, antes da estreia do segundo ano de produção e com os roteiros da 3ª temporada em desenvolvimento. A explicação da Globoplay para o primeiro cancelamento de sua programação foi sucinta: “porque preferiu encomendar novos originais”. Apesar de não divulgar números, na época do lançamento, a plataforma de streaming da Globo indicou que a série tinha entrado no top 5 de seus programas mais vistos, com audiência próxima das novelas da emissora. A fama de série mais cara do Brasil incluiu várias cenas de fôlego cinematográfico, como uma queda de helicóptero no mar, mas também dependia de um acordo com a Marinha brasileira para utilização de navios e equipamentos. Não se sabe – mas é fácil especular – se o governo interrompeu a parceria e descontinuou o auxílio da Marinha após a posse de Bolsonaro em 2019. Em vários discursos de cercadinho, Bolsonaro afirmou considerar a imprensa, em particular a Folha de S. Paulo e o grupo Globo, como sua inimiga. Acompanhando o cotidiano de profissionais da plataforma de petróleo, entre dramas no isolamento do alto-mar e dilemas envolvendo suas famílias em terra firme, a série destacava no elenco Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), Maria Casadevall (“Mulheres Alteradas”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”), Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e o veterano Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). Além disso, Mariana Ximenes (“Uma Loucura de Mulher”), Eriberto Leão (“De Pernas pro Ar 2”) e Romulo Estrela (“Entre Irmãs”) entraram na 2º temporada. Veja abaixo o novo trailer da série para a estreia na Globo.
Carlinhos Brown vai ganhar série documental
A carreira de Carlinhos Brown vai ser transformada numa série, que também examinará a ancestralidade do artista baiano. Intitulada “Carlinhos Brown, Batuque Ancestral” a série terá quatro episódios e vai mergulhar em dois séculos de história para remontar os caminhos que formaram o artista. A partir de depoimentos, imagens de arquivo e trechos de animação, a série pretende relacionar a infância humilde do cantor e sua alfabetização aos 16 anos com os obstáculos que seus antepassados tiveram que enfrentar. A pesquisa traça desde um tataravô jurista que fugiu da Bahia suspeito de participar da Sabinada, deixando para trás um filho bastardo — bisavô de Brown — até chegar à ascensão do músico ao estrelato. As gravações começam no ano que vem em coprodução internacional da Giros Filmes e da americana Wild House, com direção geral de Belisário Franca, codiretor de “Revolta dos Malês”. A Wild Horse Pictures esteve à frente de um projeto sobre samba que Carlinhos Brown gravou junto com Gloria Estefan para a Netflix, o que pode indicar para qual plataforma o projeto está sendo desenvolvido.
Hard: Carolina Ferraz está de olho no marido de Natália Lage no trailer da 3ª temporada
A HBO Max divulgou o trailer da 3ª temporada da série de comédia brasileira “Hard”. Com direção geral de Rodrigo Meirelles (“Psi”, “Vade Retro”) e realizada em coprodução com a Gullane, a série é uma adaptação da atração francesa homônima e traz Natália Lage (“A Divisão”) como Sofia, uma dona de casa que, ao ficar viúva, descobre que o marido mentia sobre sua verdadeira profissão. Ela recebe como herança uma produtora pornô e precisa se adaptar à essa nova forma de sustentar a família. Na nova temporada, Sofia recebe uma proposta de investimento de uma nova personagem (Carolina Ferraz, de “Crô: O Filme”), que escolhe seu novo marido Antônio (Marcelo Paganotti, de “Hebe”) para estrelar uma superprodução pornô. O elenco também inclui Julio Machado (“Divino Amor”), Martha Nowill (“A Garota da Moto”), Fernando Alves Pinto (“A Vida Secreta dos Casais”) e Denise Del Vecchio (“Os Dez Mandamentos”). Os novos episódios estreiam no dia 15 de agosto.
Praia dos Ossos: Podcast sobre assassinato de Ângela Diniz vai virar série
A Conspiração Filmes, que produz as atrações “Dom” e “Sob Pressão”, adquiriu os direitos do podcast brasileiro “Praia dos Ossos”, que revisita o famoso assassinato da socialite Ângela Diniz por Doca Street em 1976, para uma adaptação em série. A morte de Ângela Diniz marcou época, tornando-se um divisor de águas no movimento feminista e no Direito brasileiros. Durante o julgamento de Doca, que deu quatro tiros no rosto da companheira, em dezembro de 1976, no auge de uma discussão do casal na Praia dos Ossos, em Búzios, Rio de Janeiro, a defesa alegou “legítima defesa da honra” para tentar absolvê-lo do caso. Ele alegou ter matado “por amor”. O argumento gerou polêmica. Militantes feministas organizaram um movimento cujo slogan – “quem ama não mata” – tornou-se, anos mais tarde, o título de uma minissérie da Globo. Até o grande poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) se manifestou: “Aquela moça continua sendo assassinada todos os dias e de diferentes maneiras”, se referindo à estratégia da defesa de culpabilizar Ângela Diniz por seu próprio assassinato. A tese da “legítima defesa da honra” constava no Código Penal da época, mas mesmo assim Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão. Na década seguinte, a Constituição Cidadã acabou com essa desculpa para o feminicídio. Criado e narrado pela fundadora da Rádio Novelo, Branca Vianna, “Praia dos Ossos” segue o sucesso de “O Caso Evandro”, podcast que também foi transformado em série. Mas ao contrário da adaptação do trabalho do jornalista Ivan Mizanzuk, a nova atração não será uma série documental. A trama de “true crime” brasileiro vai virar uma minissérie dramática, que começa a ser negociada com as plataformas de streaming. Por estar em fase inicial, o projeto ainda não tem elenco e nem mesmo equipe responsável pela adaptação, que só devem ser definidos após o acerto com o parceiro de exibição.
Sob Pressão: Novos dramas movimentam trailer da 4ª temporada
A Globo divulgou o trailer da 4ª temporada de “Sob Pressão”, que traz os médicos Carolina (Marjorie Estiano) e Evandro (Julio Andrade) às voltas com novos dramas e situações de emergência em “mais um dia na saúde pública do Brasil”. Escritos por Lucas Paraizo e sua equipe, os novos episódios da produção de Andrucha Waddington devem refletir fatos reais recentes como o incêndio no Hospital Badim, na Tijuca, e o caso do morador de rua que esfaqueou três pessoas na Lagoa. A 4ª temporada também contará com David Junior e Roberta Rodrigues, que estraram na série como o neurocirurgião Mauro e a enfermeira Marisa em “Plantão Covid” e seguirão no elenco. A estreia vai acontecer em 12 de agosto e a Globo já confirmou a produção da 5ª temporada da atração.
Personagens LGBTQIAP+ de novelas serão tema de série documental da Globoplay
A Globoplay prepara uma série documental com depoimentos de atores e atrizes da rede Globo que interpretaram personagens LGBTQIAP+ em novelas. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, as entrevistas estão sendo feitas nos estúdios da emissora, mas sem figurinos ou encenações. A lista de intérpretes deve incluir muitos astros heterossexuais, que antigamente costumavam assumir papéis LGBTQIAP+, mas também artistas transexuais de obras mais recentes. Será curioso ver como a plataforma de streaming da Globo irá abordar a inclusão e a representatividade com esta perspectiva. O material está adiantado e deve começar a ser editado em breve.
Globo vai homenagear Orlando Drummond com especial da “Escolinha do Professor Raimundo”
A Globo vai homenagear Orlando Drummond, intérprete do Seu Peru, falecido na terça (27/7) aos 101 anos. A emissora programou para este sábado (31/7) a reprise do episódio do remake da “Escolinha do Professor Raimundo”, originalmente exibido no ano passado, em que o ator fez uma participação especial para festejar um século de vida. Uma das curiosidades do programa é que a participação foi mantida em segredo do elenco da atração. Graças a um esquema especial de produção, Drummond foi acomodado na carteira que ocupou durante anos no cenário da Escolinha, enquanto os demais atores estavam do lado de fora do local. O último a entrar no estúdio foi Marcos Caruso, o herdeiro do personagem na nova versão do humorístico, que não conseguiu segurar as lágrimas ao vê-lo. Drummond completou quase 70 anos no papel do Seu Peru, que ele começou a interpretar ainda na versão de rádio da “Escolinha do Professor Raimundo”, em 1952. Quando o programa foi para a TV, ele foi junto. Mas além deste papel, Drummond também deu vida, com sua voz, a vários outros personagens famosos, como um dos dubladores mais talentosos do Brasil. Ele marcou época como a voz inigualável do Scooby-Doo, mas também deu tom ameaçador ao Vingador de “A Caverna do Dragão” e a Gargamel em “Os Smurfs”, sem esquecer da afetividade do pai de “Speed Racer”, o heroísmo de Popeye e a grande personalidade que a Alf, o ETeimoso ganhou com sua voz fanha – entre muitos outros papéis. Também foi um ator incansável, que manteve a atividade até o começo da pandemia. Seu último trabalho foi uma participação no filme “De Perto Ela Não é Normal”, lançado em novembro passado.
“Pico da Neblina” é renovada para 2ª temporada
A HBO Max confirmou a 2ª temporada de “Pico da Neblina”, série brasileira original que imagina o uso e o comércio de maconha legalizados no Brasil. A trama gira em torno do jovem traficante paulistano Biriba (Luis Navarro), que, com a legalização da droga, deixa para trás a vida do crime para se juntar a um sócio investidor pouco experiente, Vini (Daniel Furlan, de “Samantha!”), visando usar seus conhecimentos para comercializar o produto na legalidade. Para isso, tem que lidar com o peso e as pressões do seu passado do tráfico, ligado a seu amigo Salim (Henrique Santana), e as inúmeras armadilhas do mundo dos negócios. O novo ano contará com o retorno dos três atores principais, além de Leilah Moreno e do rapper Dexter. Na 2ª temporada, Biriba vai ver todos os aspectos de sua vida dominados por CD (Dexter). O líder do tráfico tomou controle não apenas de sua família, mas também de sua loja de cannabis. Ao se ver sugado novamente para o mundo do crime, Biriba se alia a velhos conhecidos em uma tentativa arriscada de articular a queda de CD e sair desse mundo de uma vez por todas. Produção da O2 Filmes, a série foi desenvolvida por Quico Meirelles (da série “Lili a Ex”) com apoio de seu pai famoso, o cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). Ambos assinaram a direção dos episódios da 1ª temporada, ao lado de Luis Carone (“Antônia”) e Rodrigo Pesavento (“Sobre Amanhã”). Os novos episódios ainda não têm previsão de estreia. Relembre abaixo o trailer da 1ª temporada.
Orlando Drummond (1919-2021)
O ator Orlando Drummond, intérprete do Seu Peru na “Escolinha do Professor Raimundo”, morreu nesta terça (27/7) em sua casa, no Rio, aos 101 anos, em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Ele foi o artista famoso mais velho a ser vacinado contra a covid-19, em 31 de janeiro, e chegou a ficar internado de abril a junho deste ano num hospital para tratar de um quadro grave de infecção urinária. A maioria das pessoas lembra Drummond como o personagem Seu Peru. E, de fato, ele completou quase 70 anos no papel, que começou a interpretar ainda na versão de rádio da “Escolinha do Professor Raimundo”, em 1952. Quando o programa foi para a TV, ele foi junto. E, em 2019, para homenagear os 100 anos de seu nascimento, Drummond foi convidado a reviver o personagem no remake da “Escolinha”, ao lado de seu intérprete mais recente, Marcos Caruso. Além de comediante, Drummond também foi um dublador talentoso e ator incansável, que manteve a atividade até o começo da pandemia. Ele marcou época como a voz inigualável do Scooby-Doo, mas também deu tom ameaçador ao Vingador de “A Caverna do Dragão” e a Gargamel em “Os Smurfs”, sem esquecer da afetividade do pai de “Speed Racer”, o heroísmo de Popeye e a grande personalidade que a Alf, o ETeimoso ganhou com sua voz fanha – entre muitos outros papéis. No cinema, filmou com Ankito duas comédias dos anos 1950 (“O Rei do Movimento” e “Angu de Caroço”), trabalhou com Renato Aragão na década de 1970 (“Bonga, o Vagabundo”) e estendeu sua filmografia até o ano passado, quando lançou seu trabalho mais recente, uma participação no filme “De Perto Ela Não é Normal”, lançado em novembro. “Algumas coisas me levaram até os 101 anos. Minha família, meus amigos, meu trabalho e o amor”, ele listou por ocasião de sua vacinação, celebrando também a Medicina num momento em que se achou imune à morte, ao menos por coronavírus.
André Ceccato (1960-2021)
O ator André Ceccato, que se destacou em “Carandirú”, morreu na segunda-feira (26/7) aos 61 anos em sua casa, em São Paulo, de causa da ainda não divulgada. Formado na Escola de Artes Dramáticas da USP em 1984, ele começou sua carreira no teatro, mas ainda nos anos 1980 estreou nos cinemas, participando dos filmes “O País dos Tenentes” (1987) e “Kuarup” (1989). Mas foi só nos anos 2000 que a carreira audiovisual decolou, com “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Carandiru” (2003). No filme de Hector Babenco, conquistou seu papel de maior projeção: Barba, que começa a briga que origina a rebelião no presídio e a reação enérgica que culminou no infame massacre do Carandiru. Ele voltou a interpretar Barba na série derivada de “Carandiru”, “Carandiru, Outras Histórias”, exibida em 2005 na rede Globo. Ceccato também participou do filme “Meu Mundo em Perigo” (2007) e das séries “Força-Tarefa” (2010), “A Cura” (2011) e “A Teia” (2014) na Globo. E deixou um último filme inédito: “O Palhaço, Deserto”, de Patrícia Lobo, sobre a aposentadoria de um palhaço veterano, que tem estreia marcada para o próximo mês. Antes de morrer, ele ensaiava a série “O Mal Secreto”. Seu colega na produção, Sergio Guizé, contou nas redes sociais que ele estava animado para voltar às gravações após o período de paralisação da pandemia. “Ele estava felizão com os novos projetos e falava: ‘Guizé, quando essa pandemia passar vai cair trabalho no nosso colo que nem saco de batata, as pessoas vão precisar ainda mais de arte’. Parabéns, você deve estar muito bem, alegre como sempre, mas essa sua força toda vai fazer falta”, escreveu Guizé no Instagram.
HBO prepara série brasileira de terror com Caroline Abras
A HBO está produzindo sua primeira série brasileira de terror. Com produção da 02 Filmes, “Névoa” contará a história de um grupo de jovens que se perde em uma trilha na Serra do Mar, no interior de São Paulo, e encontra abrigo em um vilarejo que não está nos mapas, escondido por uma constante neblina. O elenco traz Caroline Abras (“O Mecanismo”), Daniel Rocha (“Irmãos Freitas”), Osvaldo Mil (“O Mecanismo”), Michel Bercovitch (“Impuros”), Felipe Velozo (“Irmãos Freitas”), Guta Ruiz (“Toda Forma de Amor”), Jiddu Pinheiro (“Treze Dias Longe do Sol”), Julia Lanina (“Reality Z”), Juliana Lourenção (“Amazônia Oculta”), Marcos de Andrade (“Aruanas”), Roney Villela (“1 Contra Todos”) e James Turpin (“Bacurau”). Criada por Fábio Mendonça (“Destino”) e Antônio Tibau (“Crônicas da Pandemia”), “Névoa” teve suas gravações iniciadas no começo de 2020 em São Paulo, Cotia, Paranapiacaba e outras cidades do interior paulista, mas precisou dar uma pausa nos trabalhos devido à pandemia. As gravações têm retorno programado para agosto, mas ainda não há previsão de estreia. O lançamento também deve acontecer em streaming, na HBO Max.
Camila Pitanga fará cenas românticas com Elisa Volpatto em “Aruanas”
A atriz Camila Pitanga, que há dois anos se revelou bissexual, terá cenas românticas com Elisa Volpatto na série “Aruanas”. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, elas viverão ex-namoradas na trama. A ex-vilã de “Bom Dia, Verônica” dará vida a uma ativista, que retorna ao Brasil após uma temporada na Europa, reconectando-se com a personagem de Pitanga. Só que as duas não podem ser mais diferentes. Afinal, em “Aruanas”, quem vive a malvada é Pitanga, no papel de Olga, uma lobista capaz de virar qualquer jogo entre políticos e empresários. Além de Volpatto, a 2ª temporada de “Aruanas” também contará com participações do português Joaquim de Oliveira, Daniel de Oliveira (que não é parente), Lima Duarte e Lázaro Ramos – que, como se sabe, é marido de uma das protagonistas da atração, Taís Araújo. Nos novos episódios escritos por Marcos Nisti e Estela Renner, a ONG de preservação ambiental de Natalie (Débora Falabella), Verônica (Taís Araújo) e Luísa (Leandra Leal) vai enfrentar a poluição e a corrução em meio à indústria do petróleo. Ainda em produção, a série continua sem previsão de retorno na Globoplay.
Reynaldo Gianecchini será vilão de “Bom dia, Verônica”
Os boatos eram verdade. Duas semanas após a Globo não renovar seu contrato, Reynaldo Gianecchini fechou com a Netflix. Mas, a princípio, não será para uma novela. Ele vai viver o vilão da 2ª segunda temporada de “Bom dia, Verônica”. Os novos episódios vão revelar que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da trama, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na produção do streaming, ele viverá um benfeitor conhecido, livre de suspeitas. Por isso, será um inimigo difícil de ser combatido pela protagonista Verônica (Tainá Müller). Mas ela também não é fácil de derrotar. Escrivã em uma delegacia, que viu sua vida mudar ao descobrir a corrupção do departamento policial, Verônica forjou a própria morte e ressurgiu transformada no final da 1ª temporada, loira, poderosa e disposta a fazer justiça com as próprias mãos. Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) e dirigida pelo cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). As gravações da 2ª temporada, marcadas para o período entre setembro e novembro, cobrem apenas seis capítulos, mas há expectativa de contar com o ator para uma provável 3ª temporada.












