Showrunner garante que não há planos para encerrar Os Simpsons
O roteirista e produtor Al Jean, veterano showrunner da série “Os Simpsons”, negou que a animação esteja chegando ao fim após 31 anos no ar, contestando os comentários do compositor da trilha da abertura, Danny Elfman, que disse ter ouvido que a série terminaria na atual temporada. “Sem desrespeito ao senhor Elfman, mas estamos produzindo a temporada 32 a partir do próximo ano e não temos planos de terminar depois disso”, disse o produtor ao jornal britânico Metro. O escritor faz parte da equipe de “Os Simpsons” desde o começo em 1989 e vem exercendo a função de showrunner nos últimos 18 anos. Ele também esteve à frente do filme derivado da série e é um dos principais responsáveis pela origem do icônico programa, sucesso até hoje. A música de Elfman também está no programa desde o início. Em uma entrevista ao podcast “Joe”, o compositor disse: “Bem, pelo que ouvi, está chegando ao fim… ouvi dizer que estará em seu último ano”. Atualmente no ar na rede americana Fox, a 31ª temporada de “Os Simpsons” se encerra em março e a série realmente foi renovada para seu 32º ano de produção, fazendo com que o programa ultrapasse a marca dos 700 episódios produzidos. A série sobre a família de Homer Simpson é a produção semanal roteirizada mais longeva da história da televisão, tendo estreado em 1989. O recorde foi atingido em abril do ano passado, quando superou “Gunsmoke”. A antiga série de western teve 635 episódios exibidos de 1955 a 1975. Por conta da produção da 32ª temporada, a animação vai chegar a impressionantes 713 episódios. Além disso, é um dos carros-chefes da nova plataforma de streaming da Disney, a Disney+ (Disney Plus).
Danny Elfman diz que Os Simpsons vai acabar na atual temporada
A série de animação “Os Simpsons” estaria perto do fim, após 30 anos de exibição, segundo o músico Danny Elfman, autor do tema de abertura. “Pelo que ouvi, vai chegar ao final”, afirmou o compositor, em entrevista ao podcast “Joe”. “Não sei com certeza, mas ouvi que estaria no último ano”, completou Elfman, que foi quatro vezes indicado ao Oscar. Criada por Matt Groening, “Os Simpsons” é a série de maior longevidade da história da TV, há mais tempo no ar que qualquer outra produção de ficção, à exceção das novelas diurnas americanas. A atração começou como uma seção em um programa da comediante Tracy Ullman, em 1987, até ganhar série própria em dezembro de 1989. “Fico atônito e espantado de que tenha durado tanto tempo”, admitiu Elfman. “Realmente, esperava que duraria três episódios, antes de ser cancelada. Era tão extravagante naquele momento, que pensei que não teria nenhuma oportunidade”, concluiu. O autor ainda brincou sobre o tema, garantindo que escreveu “uma loucura de peça musical” e admitindo que achava que ninguém a escutaria. O líder da antiga banda Oingo Boingo também é autor de trilhas famosas do cinema, como “Batman” (1989), “Edward Mãos de Tesoura” (1990), “Dick Tracy” (1990), “Batman: O Retorno” (1992), “MIB: Homens de Preto” (1997), “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), “Homem-Aranha” (2002), “O Procurado” (2008), “O Lado Bom da Vida” (2012), “Trapaça” (2013), etc.
A Família Radical: Série animada vai ganhar revival na Disney+ (Disney Plus)
A série animada “A Família Radical” (The Proud Family), que teve três temporadas – e um filme – entre 2001 e 2005 no Disney Channel, vai retornar com os mesmos dubladores originais em uma nova temporada em streaming. O revival está sendo produzido para a plataforma Disney+ (Disney Plus). Criada por Bruce W. Smith, “A Família Radical” é uma das poucas séries animadas a girar torno de uma família afro-americana. A protagonista é a adolescente Penny Proud, de 14 anos, que tem uma família grande e típica, com pai superprotetor, mãe trabalhadora, vovó que mora em sua casa, dois irmãos (gêmeos) bebês, cachorrinho e muitos amigos excêntricos. Além do elenco central de dubladores, formado por Kyla Pratt, Tommy Davidson, Paula Jai Parker, Jo Marie Payton, Tara Strong, Soleil Moon Frye e outros, a série original também contou com algumas participações especiais, como Gabrielle Union, Kobe Bryant e Mariah Carey. Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios, equivalentes a uma 4ª temporada, mas a expectativa é que aconteça ao longo de 2020. Confira abaixo um vídeo oficial com a música tema da série.
Amazon renova Undone para a 2ª temporada
A Amazon anunciou a renovação da série de animação adulta “Undone” para a 2ª temporada. “Undone” é o novo projeto de Raphael Bob-Waksberg, autor de “BoJack Horseman” – em parceria com Kate Purdy, também roteirista de “BoJack Horseman” – , que retrata de forma realista a aparência de atores conhecidos, numa trama com elementos fantasiosos. O belo visual é criação de Hisko Hulsing, artista responsável pelas animações do documentário “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015). “Foi maravilhoso compartilhar ‘Undone’ e fazer com que as pessoas se tornem parte da experiência enquanto interpretam o programa através de suas próprias percepções da realidade”, disseram Purdy e Bob-Waksberg em um comunicado. “Estamos entusiasmados que a Amazon Studios esteja nos dando a oportunidade de continuar explorando este mundo e esses personagens, e estamos ansiosos para ver onde a história nos levará a seguir”. A série gira em torno de Alma (interpretada por Rosa Salazar, de “Alita: Anjo de Combate”), que sofre um acidente de carro e descobre uma nova relação com o tempo. Ela passa a ver seu pai falecido (Bob Odenkirk, de “Better Call Saul”), que tenta lhe explicar suas habilidades e como ela pode viajar no tempo para impedir a morte dele. Entretanto, as visões, que mostram diferentes etapas temporais simultâneas à sua frente, só fazem ela questionar sua própria sanidade mental. O elenco da animação ainda conta com Angelique Cabral (“Life in Pieces”), Constance Marie (“Switched at Birth”), Daveed Diggs (“Extraordinário”) e Siddarth Dhananjay (“Patti Cake$”). Com oito episódios, a série estrou em 13 de setembro em streaming.
Série de animação baseada em Velozes e Furiosos ganha primeiras imagens
A Netflix e a DreamWorks Animation divulgaram as primeiras 8 imagens oficiais e o pôster de “Fast & Furious: Spy Racers”, série animada derivada da franquia “Velozes e Furiosos” que será exibida na plataforma de streaming. A prévia mostra os carros e personagens da franquia, que vai girar em torno de Tony Toretto, primo adolescente de Dom Toretto (Vin Diesel). Ele é recrutado por uma agência federal para se infiltrar em uma liga profissional de corridas que serve como fachada para uma poderosa organização criminosa. O ator Tyler Posey (de “Teen Wolf”) dubla Tony Toretto e o elenco de vozes originais ainda inclui Camille Ramsey (“American Vandal”), Luke Youngblood (da franquia “Harry Potter), Charlet Chung (“Overwatch”) e Jorge Diaz (“Jane the Virgin”). A produção executiva inclui o próprio Vin Diesel, além de Neal Mortiz e Chris Morgan, produtores da franquia cinematográfica. A estreia vai acontecer em 26 de dezembro.
Pokémon: YouTube disponibiliza estreia da nova temporada com a infância de Pikachu
A nova temporada da série animada “Pokémon”, que mostra o protagonista Ash revisitando diversas regiões de anos anteriores da série, teve seu primeiro episódio liberado integralmente no YouTube. O episódio, chamado “Pocket Monster”, conta um pouco da infância de Ash em Pallet e de seu fiel Pikachu – quando ainda era um Pichu, criado em uma tribo de Kangaskhan, antes de evoluir para virar o Pokémon adorado mundialmente e começar suas aventuras ao lado de Ash. O episódio ainda mostra um pouco mais de Gou, novo personagem da trama. A nova temporada de Pokémon é a 23ª da série lançada em 1997 e estreou em 17 de novembro no Japão. Por enquanto, o episódio está disponível apenas em japonês sem legendas – confira abaixo.
South Park é acusada de transfobia por mais um episódio politicamente incorreto
A série animada “South Park”, que recentemente foi banida da China por conta de suas piadas controversas, nesta semana voltou a enfrentar críticas negativas do público americano por seu humor politicamente incorreto. Seu episódio mais recente foi considerado transfóbico por muitos espectadores e ativistas. Exibido na quarta-feira (13/11) nos EUA, o episódio da 23ª temporada da série gira em torno de um homem que decide se passar por mulher transgênero para participar de um competição de “força feminina”. O personagem se identifica na competição como Heather Swanson e é desenhado pelos criadores da série como um homem musculoso, de óculos de sol, chapéu de caubói, cabelo longo e barba. Em uma das falas do episódio, Swanson comenta que começou a se identificar como mulher “há duas semanas”. “Eu nem consigo te dizer o quanto eu me sinto livre. Agora que estou competindo como mulher, estou pronta para esmagar as outras garotas”, ele completa. Rachel McKinnon, uma ciclista transgênero e ativista da causa, manifestou-se de forma direta, chamando o episódio de transfóbico e a série de irrelevante. “Sim, é transfóbico. Sim, é preguiçoso. Sim, contribui para machucar mulheres e meninas trans. Mas eles são preguiçosos e cada vez mais irrelevantes”, escreveu no Twitter. Ela ainda lembrou que a série animada “‘Futurama’ contou a mesma história estúpida em um episódio de 2003. Transfóbicos não conseguem achar novas piadas. ‘South Park’ tem sido extremamente transfóbico há muito tempo. Esta não é a primeira vez, nem será a última. [Matt] Stone e [Trey] Parker são transfóbicos. Parem de ligar para eles. Ignorem a série preguiçosa deles”, completou. O comentário reverberou e encontrou eco. “Quando insistimos em afirmar que pessoas trans são nojentas ou estranhas por causa de suas identidades, é simplesmente rude e doloroso, e reforça estigmas negativos”, argumentou outro usuário. “O último episódio de ‘South Park’, sobre atletas trans, é baseado em uma falsidade, algo que não acontece, especialmente em competições de alto nível”, completou outro, ao reforçar a apelação da piada. Veja abaixo a cena integral da piada considerada transfóbica.
Netflix fecha contratado para exibir os desenhos da Nickelodeon em streaming
A Netflix fechou contrato com a Nickelodeon para o licenciamento das séries animadas da emissora. Por parte da plataforma, a ideia é suprir as ausências causadas pelo fim dos contratos com Disney e Warner. Já o interesse da Viacom-CBS, proprietária do canal pago infantil, é explorar o mercado abandonado pelas empresas que estão investindo em suas próprias plataformas de streaming. Além das atrações conhecidas do canal, que vão chegar na Netflix, também serão desenvolvidas animações originais e novas séries baseadas nos personagens da Nick. “The Loud House” e “Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles”, série sobre as Tartarugas Ninjas adolescentes, são algumas das atrações que ganharão novas versões para o serviço de streaming.
Rick and Morty: Conheça a abertura da 4ª temporada
O Adult Swim divulgou a abertura da 4ª temporada de “Rick and Morty”, que vai voltar à TV dois anos após o lançamento de seus últimos episódios. A abertura destaca o humor negro que é marca da série, com a dupla explorando planetas e lutando contra novos monstros. Compare abaixo com as aberturas das temporadas passadas. Criada por Justin Roiland e Dan Harmon (criador também de “Community”), a série acompanha o cientista louco Rick e seu neto Morty em aventuras pelo tempo, espaço e outras dimensões, que acabam tendo grande impacto na realidade – também conhecida como cultura pop. A última temporada exibida exibida na TV (em 2017) venceu o Emmy de Melhor Série Animada dos Estados Unidos. A 4ª temporada será dividida em duas partes, com apenas cinco novas aventuras (metade dos tradicionais 10 capítulos) disponibilizados neste ano. De todo modo, o montante faz parte de uma encomenda de 70 episódios adicionais, que vão garantir muitos anos de diversão. No Brasil, “Rick and Morty” é transmitida pelo canal pago TBS e também disponibilizada pela Netflix.
Série de Loki terá ligação com próximo filme do Doutor Estranho
“WandaVision” não será a única série da plataforma Disney+ (Disney Plus) que terá ligação com o próximo filme do Doutor Estranho. O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a trama de “Loki” também afetará o próximo filme do personagem vivido por Benedict Cumberbatch. “Não sei se já tínhamos confirmado isso antes, mas terá ligação”, ele afirmou sobre “Loki”, série estrelada por Tom Hiddleston. A revelação joga nova luz sobre o título do filme, que foi batizado, em inglês, de “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, em tradução literal). Como a própria existência de Loki – e provavelmente do Visão em “WandaVision” – resulta de uma anomalia temporal, criada em “Vingadores: Ultimato”, faz sentido que sua presença perturbe a continuidade cronológica do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e precise ser enfrentada por um especialista no multiverso. Quem melhor do que aquele que viu 14,000,605 versões do futuro para descobrir como derrotar Thanos? A primeira arte conceitual de “Loki” mostrou o vilão em 1975, enquanto a arte de “Wandavision”, com Elizabeth Olsen e Paul Bettany reprisando seus papéis como a Feiticeira Escarlate e o Visão, evocou a estética dos anos 1950. Ao todo, serão produzidas cinco séries da Marvel derivadas dos filmes dos Vingadores para a Disney+ (Disney Plus). Também foram confirmadas “The Falcon and the Winter Soldier” (O Falcão e o Soldado Invernal), que junta Anthony Mackie e Sebastian Stan e já começou a ser gravada, “Hawkeye”, com Jeremy Renner despedindo-se do Gavião Arqueiro, e a animação “Marvel’s What If…?”, baseada nas publicações de quadrinhos conhecidas no Brasil como “O Que Aconteceria Se…”. A Disney+ (Disney Plus) será lançada na terça-feira (12/11) na América do Norte e só deve chegar ao Brasil no final de 2020.
Trailer de Ovos Verdes e Presunto introduz o universo infantil de Dr. Seuss na Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer dublado em português de “Ovos Verdes e Presunto”, série animada que introduz o universo de Dr. Seuss na plataforma de streaming. “Ovos Verdes e Presunto” é um dos livros para “iniciantes” do famoso escritor infantil americano. O vocabulário do texto consiste de apenas 50 palavras e foi o resultado de uma aposta entre Theodor Seuss Geisel e seu editor, que duvidou que ele conseguisse escrever um livro com tanta restrição. A história original tem dois personagens e uma enorme obsessão. “Será que gostas de ovos verdes e presunto?”, é esta a pergunta que Sam – ou Sam-Eu-Sou – faz insistentemente ao amigo Guy, procurando levá-lo a provar algo novo que ele recusa por parecer uma combinação muito estranha. Até o ponto que se cansa de ouvir sempre a mesma pergunta, acompanhada por versos rimados, e topa provar o prato para calar o amigo. E é só isso. E também tudo isso: o quarto livro de capa dura mais vendido em inglês de todos os tempos. Na animação, o ator Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) faz a voz de Sam e Michael Douglas (“Homem-Formiga e a Vespa”) dubla Guy. Mas no Brasil é difícil saber disso, porque, além dos personagens serem dublados por vozes nacionais não identificadas, eles também tiveram os nomes mudados para João e Romeu! Outros integrantes do elenco descartados na prévia nacional são Ilana Glazer (“A Noite É Delas”), Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) e Keegan-Michael Key (“Predador”), cujos personagens coadjuvantes também foram dublados por vozes brasileiras desconhecidas. A série foi criada pelo roteirista Jared Stern (de “The Lego Batman Movie”), tem produção da apresentadora Ellen DeGeneres para a Warner Bros. Animation e já estreia na próxima sexta (8/11). Compare abaixo o trailer dublado pelos profissionais brasileiros e a versão feita com os astros caros de Hollywood.
Apple TV+ estreia com preço baixo, pouco conteúdo e críticas negativas
O serviço de streaming de vídeo Apple TV+ estreou nesta sexta-feira (1/11) em todo o mundo. A ideia é competir com a Netflix e os vindouros serviços Disney+ (Disney Plus), HBO Max e Peacock, já anunciados. A prática, porém, é outra. Gigante no mercado de tecnologia, a Apple começa como uma anã no segmento de streaming. Sem catálogo de séries e filmes antigos, a plataforma oferece apenas programação original, mas o material é escasso. Tanto que chega com um preço muito mais baixo que seus rivais. No Brasil, custa R$ 9,9 mensais. Além do preço, o alcance é outro diferencial do serviço, disponibilizado em mais de 100 países já no lançamento. Entretanto, o principal atrativo deveria ser o conteúdo. A Apple TV+ estreou com episódios de quatro séries adultas, o programa de variedades “Oprah’s Book Club”, um documentário sobre a natureza e três séries infantis. Atrações adicionais serão acrescentadas todos os meses, mas o crescimento deve ser lento. Tanto que vai seguir uma estratégia de disponibilização de episódios semanais – em contraste com as maratonas de temporadas da Netflix – , para ter tempo de produzir conteúdo. O problema não se resume à pequena quantidade de opções. Ele é amplificado pela qualidade das produções, porque a maioria das séries foi destruída pela crítica. Uma das piores recepções coube àquela que deveria ser a joia da programação, “The Morning Show”, série dramática que traz Jennifer Aniston em seu primeiro papel em série desde “Friends”, ao lado de Reese Witherspoon (“Little Big Lies”) e Steve Carell (“The Office”). “Chamativa, mas frívola”, resumiu a avaliação do Rotten Tomatoes, junto de uma aprovação de 60% da crítica em geral e apenas 40% dos críticos top (dos principais veículos da imprensa americana e inglesa). Ainda mais destrutiva foi a avaliação de “See”, sci-fi épica estrelada por Jason Momoa (“Aquaman”), que aparenta custar tanto quanto “Game of Thrones” e obteve apenas 42% de aprovação geral e míseros 30% entre os tops do Rotten Tomatoes. A produção caríssima chegou a ser chamada de “comédia não intencional” pelo jornal britânico Telegraph. “For All Mankind” se saiu melhor. O drama de “história alternativa” em que a União Soviética chegou primeiro à lua foi considerado lento e até tedioso, mas sua materialização de um passado diferente pero no mucho (ainda é machista) rendeu comparações a “Mad Men” e esperanças na capacidade do produtor Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) para chegar logo ao cerne da trama, que avança em largos saltos temporais. Com o voto de confiança, atingiu 75% entre todos os críticos e 61% na elite. A comédia “de época” “Dickson” teve maior apoio da crítica em geral, com 76% de aprovação, mas os tops se entusiasmaram bem menos, com 57%. A série que traz Hailee Steinfeld (“Quase 18”) como uma versão adolescente punk gótica da poeta Emily Dickinson, em meio a vários anacronismos, foi a que ganhou mais elogios entusiasmados, mas também comparações pouco lisonjeiras às produções teen da rede The CW. Essa programação pode criar alguma curiosidade no público, mas, por enquanto, não demonstra potencial para virar tópicos de discussões como as primeiras séries da Netflix, “House of Cards” e “Orange Is the New Black”. A tarefa de gerar assinantes é nova na carreira de Jamie Erlicht e Zack Van Amburg, ex-presidentes da Sony Pictures Television, que assumiram o comando do projeto de desenvolvimento de séries da Apple. A dupla foi responsável pelo lançamento de diversos sucessos como copresidentes da divisão de produção televisiva da Sony. Entre as atrações que eles produziram estão “Breaking Bad”, “Better Call Saul”, “The Blacklist”, “Community”, “Hannibal”, “The Goldbergs” e “The Crown”. Com a necessidade de produzir conteúdo para manter a plataforma funcionando, eles já autorizaram as produções das segundas temporadas das séries que estrearam nesta sexta. Mas essa renovação instantânea foi uma exceção, já que há bastante material sendo produzido para preencher a Apple TV+, com a missão de tornar o serviço mais atraente nos próximos meses. Entre as próximas atrações da Apple, atualmente em produção, destacam-se “Amazing Stories”, revival da série de antologia sci-fi criada por Steven Spielberg em 1985; “Servant”, um terror psicológico desenvolvido pelo cineasta M. Night Shyamalan (“Vidro”); “Foundation”, baseada na trilogia “Fundação”, do escritor Isaac Asimov (1942-1993), uma das obras mais famosas da ficção científica; “Home Before Dark”, drama de mistério baseado na vida real de uma jornalista mirim (vivida por Brooklynn Prince, a estrelinha de “Projeto Flórida”), que, obcecada em virar repórter, desvendou um crime sozinha aos 11 anos de idade; “Time Bandits”, adaptação da sci-fi “Os Bandidos do Tempo” (1981), desenvolvida pelo diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”); “Life Undercover”, thriller de espionagem estrelado por Brie Larson (a “Capitã Marvel”), baseada nas experiências reais de uma ex-agente da CIA; “Truth to Be Told”, em que Octavia Spencer (“A Forma da Água”) vive uma jornalista de podcast criminal; “Mythic Quest”, comédia sobre videogames, criada por Rob McElhenney e Charlie Day (criadores e estrelas de “It’s Always Sunny in Philadelphia”); séries ainda sem títulos dos cineastas Damien Chazelle (“La La Land”) e Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), etc. A plataforma também vai começar a disponibilizar filmes, como “Hala”, sobre uma jovem muçulmana, produzido pela atriz Jada Pinkett Smith (“Gotham”), que teve sua première no Festival de Sundance, o próximo longa de Sofia Coppola (“Maria Antonieta”) e títulos exclusivos do estúdio indie A24 (de “Hereditário” e “Moonlight”). Há muito mais conteúdo em desenvolvimento. Mas a pressão por um lançamento rápido, antes da Disney+ (Disney Plus) (que chega em duas semanas), não ajudou a passar a melhor primeira impressão.
Turma da Mônica Jovem: Série animada tem abertura e data de estreia reveladas
A série animada da “Turma da Mônica Jovem”, inspirada nos quadrinhos de mesmo nome, teve sua abertura (veja abaixo) e data de estreia revelada. A atração da Mauricio de Sousa Produções, que traz Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali como adolescentes, terá uma 1ª temporada de 13 episódios, que estreia na quinta-feira que vem (7/11), às 19h45, no Cartoon Network. A partir daí, os episódios serão exibidos semanalmente, sempre no mesmo horário. “Turma da Mônica Jovem” acompanha os personagens clássicos de Mauricio de Sousa numa época mais complicada de suas vidas, quando precisam conviver com as mudanças trazidas pela adolescência, como estudos, hormônios e romance.












