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    Peter Dinklage investiga assassinato no trailer do último filme de Anton Yelchin

    16 de agosto de 2017 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Rememory”, um suspense que gira em torno de tecnologia de ficção científica. Um inventor é assassinado na véspera do lançamento de um produto revolucionário, capaz de gravar e exibir memórias. Peter Dinklage (série “Game of Thrones”) vive um testador da invenção que resolve desvendar o assassinato, usando a tecnologia de memórias para investigar os suspeitos. O elenco da produção é repleto de rostos conhecidos de séries sci-fi, exceto por um astro de cinema, o jovem Anton Yelchin (“Star Trek”) em seu último papel, após falecer de forma fortuita no ano passado. Escrito e dirigido por Mark Palansky (série “Lemony Snicket – Desventuras em Série”), a produção ainda inclui os atores Julia Ormond (série “Incorporated”), Henry Ian Cusick (série “The 100”), Evelyne Brochu (série “Orphan Black”), Martin Donovan (série “Lottery”) e Gracyn Shinyei (série “The Man from the High Castle”). O filme será lançado em 24 de agosto na plataforma Google Play e terá exibição limitada nos cinemas americanos em 8 de setembro.

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  • Série

    Personagem de Sonequa Martin-Green em Star Trek: Discovery é irmã de Spock

    15 de agosto de 2017 /

    O ator James Frain (série “Orphan Black”), que interpreta Sarek, um dos principais vulcanos de “Star Trek: Discovery”, revelou à revista SFX que Spock tem uma irmã adotiva: a Primeiro Oficial Michael Burnham, papel de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”). Para quem esqueceu, Sarek é o pai de Spock. O personagem tem uma longa história de participações em produções do universo trekker, desde a série clássica dos anos 1960, que o estabeleceu como Embaixador de Vulcano na Federação dos Planetas Unidos. “Sarek será retratado como um homem muito mais jovem do que já apareceu e logo veremos que ele é o responsável pela educação de Michael – os pais dela foram mortos enquanto estavam hospedados na Academia de Vulcano, durante um ataque Klingon. Então, ele se sente responsável por ela e a acolhe, criando-a em sua família como uma vulcana.” A atriz Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”) também revelou mais detalhes sobre a ligação de sua personagem com o planeta Vulcano. “Sou a única humana a ter frequentado o Centro de Aprendizado de Vulcano e a Academia de Ciências de Vulcano, e me sobressai nos estudos. Me formei como xenoantropóloga e sou essencialmente e inerentemente uma especialista em primeiro contato com outras espécies.” A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Assim, se Spock aparecer, será como adolescente. Com 15 episódios, “Star Trek: Discovery” estreia em 24 de setembro nos EUA e chega no Brasil pela Netflix.

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  • Filme

    Annabelle 2 estreia em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte

    13 de agosto de 2017 /

    “Annabelle 2: A Criação do Mal” assustou a concorrência ao abrir em 1º lugar nas bilheterias no fim de semana, afastando um pouco as nuvens de um versão bastante sombrio para a indústria cinematográfica. O terror, que estreia na próxima quinta (17/8) no Brasil, conjurou US$ 35 milhões em 3,5 mil salas, superando o desempenho de alguns supostos blockbusters da temporada – “A Torre Negra”, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” e “A Múmia”. A estreia agradou a crítica, com 69% de aprovação, ao contar a origem da personagem do título – um alívio diante dos 29% do primeiro “Annabelle” em 2014. Mas o verão está tão fraco que a volta da boneca do mal vendeu menos ingressos que o lançamento dos outros filmes de seu “universo” cinematográfico – “Invocação do Mal”, que introduziu a boneca, fez US$ 41,9 milhões em sua estreia em 2013, “Invocação do Mal 2” abriu com US$ 40,4 milhões e “Annabelle” começou com US$ 37,1 milhões. “Nós teríamos ficado felizes em atingir US$ 30 milhões, considerando o mercado lento”, disse Jeff Goldstein, presidente da distribuição doméstica de Warner, comemorando o faturamento do filme no site The Hollywood Reporter. O estúdio tem realmente o que comemorar, pois também mantém o 2º lugar com o inesperado desempenho de “Dunkirk”. O filme de guerra de Christopher Nolan permaneceu uma força formidável em seu quarto final de semana em cartaz, somando mais US$ 11,4 milhões para ultrapassar a marca de US$ 150 milhões na América do Norte – uma façanha rara para uma produção sobre a 2ª Guerra Mundial, não vista desde que Steven Spielberg comandou “O Resgate do Soldado Ryan” (US$ 216 milhões no total). No mundo todo, “Dunkirk” já soma US$ 363,7 milhões. Outra estreia da semana, a animação “O Que Será de Nozes 2” abriu em 3º lugar, com US$ 8,9 milhões em 4 mil salas. Um desempenho pífio pela ampla distribuição e que representa menos da metade dos US$ 19,4 milhões obtidos pelo primeiro filme, em 2014. A continuação estreia no Brasil em 14 de setembro. Mas sombria mesmo é a arrecadação de “A Torre Negra”, que desabou do 1º para o 4º lugar após uma semana, com US$ 7,9 milhões. Em dez dias, a superprodução da Sony atingiu um total doméstico de US$ 34,3 milhões. Sim, menos que a abertura de “Annabelle 2”. Em todo o mundo, a soma não passa de US$ 53,6 milhões. Com isso, não há como a Sony investir numa continuação ou série de TV, conforme especulado. O Top 10 ainda registra a estreia do drama “O Castelo de Vidro”, estrelado por Brie Larson, que volta a trabalhar com o diretor Justin Cretton após “Temporário 12” (2013), o filme que a tornou atriz premiada. A produção da Lionsgate abriu apenas em 9º lugar, com US$ 4,8 milhões e uma distribuição em 1,4 mil salas. Vale destacar ainda as quedas de “Detroit”, o novo drama de Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”), e a sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, de Luc Besson (“O Quinto Elemento”), que não conseguiram completar um mês no Top 10. Entre as estreias limitadas, o melhor resultado ficou com a comédia indie “Ingrid Goes West”, estrelada por Aubrey Plaza e Elizabeth Olson, que fez US$ 141,2 mil em somente três salas, registrando uma média por tela de US$ 47 mil, a melhor da semana. Com 86% de aprovação crítica, “Ingrid Goes West” superou até os outros dois lançamentos indies do circuito, que inclusive abriram em mais salas: “Bom Comportamento” (Good Time, US$ 137,6 mil em quatro salas) e “The Only Living Boy in New York” (US$ 57,6 milhões em 15 salas). Mas enquanto “Bom Comportamento”, com Robert Pattinson, encantou a crítica (92% de aprovação), “The Only Living Boy in New York”, que marca a volta do diretor Marc Webb às produções modestas após “O Espetacular Homem-Aranha 2”, foi execrado (29%). Confira abaixo o Top 10 completo com os trailers das produções. Clique nos títulos dos filmes para assistir às prévias de cada um.   BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ 35 milhões Total Mundo: US$ 71,7 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 153,7 milhões Total Mundo: US$ 363,7 milhões 3. O Que Será de Nozes 2 Fim de semana: US$ 8,9 milhões Total EUA: US$ 8,9 milhões Total Mundo: US$ 8,9 milhões 4. A Torre Negra Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 34,3 milhões Total Mundo: US$ 53,6 milhões 5. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 6,6 milhões Total EUA: US$ 63,5 milhões Total Mundo: US$ 97,1 milhões 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 97,1 milhões Total Mundo: US$ 105,5 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 306,4 milhões Total Mundo: US$ 702 milhões 8. O Sequestro Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 19,3 milhões Total Mundo: US$ 19,3 milhões 9. O Castelo de Vidro Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 4,8 milhões 10. Atômica Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 42,8 milhões Total Mundo: US$ 61,7 milhões

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  • Filme

    Jogador Nº 1: Nova sci-fi de Stephen Spielberg revela primeira foto de Olivia Cooke

    12 de agosto de 2017 /

    A revista Empire divulgou a primeira foto de Olivia Cooke na nova sci-fi de Stephen Spielberg, “Jogador Nº 1” (Ready Player One). Sua personagem, Samantha Evelyn Cook, é a segunda mais importante da trama, mas ainda não tinha aparecido nem mesmo no trailer exibido na Comic-Con. Na trama, ela é principal concorrente de Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) no jogo milionário que movimenta a história. Os dois aparecem juntos, confrontando-se na imagem. Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. “Quando se é uma criança sonhando em seguir carreira na atuação, a ideia de trabalhar com Spielberg parece absurda. Foi surreal”, declarou a atriz à Empire, sobre a experiência de filmar “Jogador Nº 1”. Revelada em “Bates Motel”, a atriz fez os filmes “Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer” (2015) e “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014), entre outros. “Jogador Nº1” estreia em 5 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Série

    Orphan Black chega ao fim com possível clone brasileira

    12 de agosto de 2017 /

    A série “Orphan Black” chega ao fim neste sábado (12/8) na América do Norte e pode terminar com a revelação de uma clone brasileira, vivia por Tatiana Maslany. Os canais pagos BBC America e o canadense Space divulgaram dois trailers do capítulo final e um deles inclui, em sua parte mais acelerada, uma foto que fãs encanaram que seria a tal clone nacional. Com um zoom na imagem, é possível ler o nome Camilla Torres ao lado da imagem, que exibe um penteado diferente de todos os outros já apresentados pela atriz na série. No começo do ano, um dos criadores de “Orphan Black”, John Fawcett, afirmou que a temporada final iria homenagear o Brasil de alguma forma. A razão para isso se deve ao Brasil ser o segundo país que mais comenta a série nas redes sociais, atrás apenas dos Estados Unidos. ATUALIZAÇÃO: Camilla Torres acabou tendo mesmo destaque no episódio, mas ela se revelou colombiana. De todo modo, o Brasil acabou citado como lar de vários clones e, tudo indica, possível cenário da continuação da história, caso um dia ela seja produzida. Tanto Tatiana Maslany quanto os produtores comentaram a possibilidade de um filme, nas entrevistas realizadas após a exibição do series finale. Criada por dois autores respeitados do gênero terror, John Fawcett (diretor e roteirista do ótimo filme de lobisomem “Possuída”) e Graeme Manson (roteirista do cultuado horror “O Cubo”), a série colocou em evidência o talento de Maslany, vencedora do Emmy 2016 de Melhor Atriz. Na trama, ela interpretou mais de uma dezena de personagens diferentes, clones que vão se conhecendo à medida em que a trama avança, revelando uma grande conspiração de ficção científica. A 5ª temporada de “Orphan Black” chega ao Brasil pela Netflix, que disponibiliza o episódio final no domingo (13/8) para seus assinantes.

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  • Série

    Diretora de Selma desenvolve série baseada em trilogia sci-fi premiada

    12 de agosto de 2017 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”) está desenvolvendo uma nova série sci-fi. Ela vai adaptar “Dawn”, premiado livro de Octavia E. Butler, escritora conhecida por juntar temas de ficção científica e questões raciais. “Dawn” é o primeiro volume de uma trilogia inédita no Brasil, conhecida como “Lilith’s Brood” e “Xenogenesis”. Publicado em 1987, a obra gira em torno de Lilith, uma mulher afro-americana que acorda 250 anos após uma guerra nuclear devastar o mundo. Toda a raça humana desapareceu da superfície do planeta, exceto uma pequena quantidade de espécimes, salva e colocada em hibernação por uma raça alienígena. Após o planeta voltar a ser habitável, os alienígenas planejam repopular a Terra, mas em troca da sobrevivência, querem cruzar com os humanos, para originar bebês híbridos que possam evoluir ambas as espécies. Lilith recebe a missão de convencer os demais a aceitar os termos, mas a maioria se horroriza com a proposta. A obra foi premiada com os troféus Nebula e Hugo, principais reconhecimentos da literatura de ficção científica. A adaptação está sendo escrita por Victoria Mahoney, roteirista de “Queen Sugar”, primeira série criada por DuVernay. Ainda não há canal envolvido no projeto, muito menos previsão de estreia. DuVernay teve recentemente sua primeira experiência com sci-fi, ao dirigir a adaptação do clássico juvenil “Uma Dobra no Tempo”, obra de Madeleine L’Engle, para a Disney. Este filme tem estreia marcada para março no Brasil.

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  • Série

    Karl Urban negocia voltar a viver Juiz Dredd numa série

    12 de agosto de 2017 /

    O ator Karl Urban pode voltar a viver o Juiz Dredd, desta vez numa série. O protagonista do filme de 2012 negocia voltar ao papel em “Judge Dredd: Mega City One”, série em desenvolvimento pelas produtoras IM Global e Rebellion, que foram responsáveis pelo filme estrelado por Urban. “Estou em discussões com eles sobre isso. Eu disse a eles que se escreverem o material e derem a Dredd algo para fazer e derem a ele uma função, eu estarei lá. Eu adoraria”, disse ele em entrevista ao site TrekMovie. O personagem dos quadrinhos britânicos Juiz Dredd foi criado em 1977 por John Wagner, Pat Mills e Carlos Ezquerra. Suas histórias mostram um futuro distópico, onde a justiça e as leis foram substituídas pelos Juízes, que podem prender, sentenciar e até executar criminosos – polícia, juiz e carrasco numa única autoridade. “Judge Dredd: Mega-City One” ainda não tem previsão de estreia, mas pode chegar em 2019 “na melhor das hipóteses”, segundo o produtor executivo Jason Kingsley .

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  • Filme

    Matt Damon e Kristen Wiig encontram casal miniatura na primeira foto de Downsizing

    12 de agosto de 2017 /

    A Paramount divulgou a primeira foto de “Downsizing”, novo filme do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013). A nova produção também é uma comédia, mas com elementos de sci-fi, como atesta a imagem. O filme se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. A trama gira em torno do casal vivido por Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), que percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Selecionado como filme de abertura do Festival de Veneza 2017, em 30 de agosto, “Downsizing” tem lançamento marcado apenas para 18 janeiro no Brasil.

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    Diretor de Maze Runner desenvolve série sci-fi com roteirista de Fringe

    11 de agosto de 2017 /

    O diretor Wes Ball, responsável pela trilogia distópica “Maze Runner”, está desenvolvendo uma série sci-fi para a rede NBC. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto é intitulado “Mosaic” e se passa num futuro próximo, onde diversos personagens lidarão com problemas de relacionamento diante de tecnologias emergentes. O piloto, que será dirigido por Ball, está sendo escrito por Christine Lavaf (roteirista da série “Fringe”). Os dois também produzirão a atração, caso ela vá em frente, em parceria com a Universal e a Chernin Entertainment. Lavaf também está envolvida num reboot da série clássica “Além da Imaginação” (The Twilight Zone). Já Ball vai estrear no mundo das séries com “Mosaic”. Atualmente, ele dá os últimos retoques na pós-produção de “Maze Runner: A Cura Mortal”, final da trilogia, que tem estreia marcada para 8 de fevereiro no Brasil.

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    Diretor revela que fãs se emocionarão com Carrie Fisher em Star Wars: Os Últimos Jedi

    11 de agosto de 2017 /

    A estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi” será marcada pela despedida da atriz Carrie Fisher, em sua última aparição como a Princesa e General Leia. Apesar do filme não ter sido planejado dessa forma, o diretor Rian Johnson revelou que os fãs terão uma reação forte à jornada da personagem na trama. “Não tinha como sabermos que esse seria o último ‘Star Wars’ de que ela participaria, então não é como se tivéssemos feito o filme pensando em dar um ponto final para a personagem. Mas, depois de assistir a montagem final, fica claro que haverá uma reação muito emotiva ao que ela faz neste filme”, disse o cineasta em entrevista à revista Entertainment Weekly. Johnson não deu maiores detalhes, mas diversos integrantes da produção disseram anteriormente que Leia teria maior destaque na sequência do que teve “Star Wars: O Despertar da Força”. E a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, confirmou que seu papel seria ainda maior no “Episódio IX”, ainda sem título final, que infelizmente precisou ser reescrito após a morte da estrela. Em “Os Últimos Jedi”, Leia terá de lidar com o luto pela morte de Han Solo (Harrison Ford) pelas mãos de seu filho, Kylo Ren (Adam Driver), enquanto ainda comanda a Resistência, abalada pela destruição da República. “Ela sofreu muito. Uuma das coisas que conversei com Carrie antes de começar a escrever, enquanto tentava descobrir qual seria a participação dela neste filme, foi: para onde a personagem iria?”, contou Johnson, que também é roteirista da produção. Um dos caminhos da personagem será um relacionamento maternal com Poe Dameron (Oscar Isaac), que ganhará mais importância dentro da Resistência. “Poe é, de certa forma, um filho adotivo para Leia”, confirmou Oscar Isaac na mesma entrevista. “Mas também acho que ela vê nele o potencial para se tornar um grande líder da Resistência e ir além”. O ator, por sinal, guarda boas lembranças da convivência com Fisher no set da produção. “Uma das minhas coisas preferidas que aconteciam de vez em quando no set era quando Carrie cantava músicas antigas. Sempre que isso acontecia, eu oferecia a minha mão a ela e nós dançávamos valsa pelo set – em uma nave, na base rebelde, em um planeta estranho, ela cantava e nós dançávamos. Tão surreal e lindo pensar nisso agora. Com todo o seu humor delicioso e travesso e aquela energia explosiva, ela também tinha tanta graça. Eu sinto muita falta dela”. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil.

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    Arnold Schwarzenegger será humano no próximo O Exterminador do Futuro

    11 de agosto de 2017 /

    “O Exterminador do Futuro 6” vai mesmo acontecer, com produção do criador da franquia James Cameron e com Arnold Schwarzenegger em papel de destaque. O detalhe é o que, desta vez, Schwarzenegger não interpretará um robô assassino do futuro. Em entrevista ao site Arnold Fans, Cameron revelou que seu velho amigo interpretará o humano que deu origem ao modelo T-800. “Se você olhar para trás, pode se perguntar quem foi o humano que deu origem ao T-800. Por que ele parece e soa como Arnold Schwarzenegger? Deve ter uma razão. Existe um cara que teve seu DNA selecionado e clonada para a máquina. Será que ele trabalhava para a skynet? Por que ele foi escolhido por um motivo? Ou foi tudo acaso? Algumas dessas questões serão respondidas no próximo filme”, disse ele. O longa já está no cronograma de lançamentos da Paramount, após a produtora Skydance renovar seu contrato de distribuição, e deve começar a ser filmado em 2018. A primeira versão do roteiro é esperada para setembro. A nova continuação será a primeira produzida por Cameron desde “O Exterminador do Futuro 2” (1991) e chegará após uma tentativa frustrada de reboot da franquia – “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) – , que fracassou nas bilheterias. A participação de Cameron, que criou os personagens e a trama em 1984, representa uma reviravolta há muito aguardada pelos fãs e pelo próprio cineasta. Ele foi obrigado a ceder os direitos da franquia no acordo de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, estrela dos dois primeiros filmes, por isso não teve nada a ver com as sequências produzidas desde então. Mas um cláusula previa que os direitos reverteriam para o diretor após 20 anos. A data vai coincidir com o lançamento do próximo “Exterminador do Futuro”, previsto para 2019. Ocupado com outra franquia chamada “Avatar”, Cameron não irá para trás das câmeras. Ele trabalhará nos bastidores, deixando as filmagens para o diretor Tim Miller (“Deadpool”).

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    Nick Jonas entra na nova sci-fi do diretor de No Limite do Amanhã

    10 de agosto de 2017 /

    O cantor Nick Jonas entrou em “Chaos Walking”, a nova sci-fi de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), que pode originar uma franquia cinematográfica. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele será o filho do vilão, interpretado por Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”), e rivalizará com o protagonista, vivido por Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”). O elenco central ainda conta com Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com o papel, o caçula dos Jonas Brothers demonstra intensão de se dedicar à carreira de ator, após estrelar a elogiada série “Kingdom” e filmar participação na continuação/reboot de “Jumanji”, ao lado de Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”). “Chaos Walking” é uma adaptação do romance “The Knife of Never Letting Go”, escrito por Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o livro foi lançado como “O Motivo” e a saga recebeu o nome de “Mundo em Caos”. Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (papel de Mikkelsen) culpar os nativos do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. Daisy Ridley, por sua vez, interpretará Viola, uma garota descoberta por Todd num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é a maior estreia da semana

    10 de agosto de 2017 /

    Os cinemas recebem três estreias amplas nesta quinta (10/8), além de quatro lançamentos em circuito limitado. Com maior distribuição, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” marca a volta do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Filme mais caro já produzido por um estúdio europeu, o longa custou US$ 177 milhões e teve um péssimo desempenho nos EUA, caindo abaixo do Top 10 em três semanas. Por outro lado, causou sensação na França. “Valerian” também dividiu a crítica, com exatos 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os maiores elogios são para os efeitos visuais, considerados deslumbrantes. Já a história, que adapta uma história em quadrinhos dos anos 1960, não convenceu. O visual também é destaque de “Malasartes e o Duelo com a Morte”, filme com mais efeitos digitais já feito no Brasil. Longe de ser uma extravagância como “Valerian”, afinal custou só R$ 9,5 milhões, a comédia utiliza computação gráfica em 40% de sua projeção, o que fez com que passasse dois anos em pós-produção. Dá para perceber: Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) ainda estava gordo em cena. O filme gira em torno de personagens do folclore e se apresenta como uma comédia caipira. Na trama, o matuto Pedro Malasartes é o homem mais esperto que existe, mas vai precisar se superar para enfrentar ao mesmo tempo o irmão de sua namorada, a Morte e a Parca Cortadeira. Jesuita Barbosa (“Praia do Futuro” e minissérie “Nada Será Como Antes”) vive o herói do título e o elenco ainda inclui Isis Valverde (“Faroeste Caboclo”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Vera Holtz (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Júlio Andrade (“Redemoinho”), como a Morte. “O Reino Gelado: Fogo e Gelo” é a terceira aventura da franquia animada russa, que se inspira na mesma fábula que rendeu “Frozen”. Longe de lembrar o desenho da Disney, a produção computadorizada depende da fama de seus dubladores nacionais para atrair as crianças. A principal estrela é Larissa Manoela, que empresta sua voz à princesa Gerda desde o segundo filme. Neste, ela ainda se junta ao ex-namorado João Guilherme, que estreia na franquia como dublador do aventureiro Rony, um novo personagem que inclui piratas na história. O público infantil ainda tem a opção de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, mas num circuito bem menor. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD, o que fez com que as sequências fossem lançadas em poucos cinemas. O novo capítulo representa um reboot da franquia, com a estreia de um novo elenco – incluindo Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”) como a mãe. Já a trama é a típica comédia de férias frustadas. “O Estranho que Nós Amamos” recria um western estrelado por Clint Eastwood em 1971. Sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”), premiada no Festival de Cannes deste ano, o suspense aumenta e vira quase um terror gótico, passada numa antiga mansão rural à luz de velas. Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) vive um soldado ianque ferido na Guerra Civil, socorrido por alunas e professoras de uma escola sulista para meninas, que aos poucos passam a ver o inimigo com outros olhos. Com 78% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o longa é a segunda parceria de Coppola com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) se destacam na seleção de loiras da produção. Duas produções europeias completam a programação limitada. “A Viagem de Fanny” é basicamente a versão feminina de “Os Meninos que Enganavam Nazistas”, que entrou em cartaz na semana passada, mostrando as aventuras de meninas judias em fuga dos nazistas pela Europa dos anos 1940. Bem superior, “O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki” é uma estilosa cinebiografia de um boxeador finlandês que se apaixona do dia em que pode se tornar campeão mundial. Filmado em preto e branco, lembra um filme antigo, recriando com perfeição a época e a estética do cinema do começo dos anos 1960. Venceu a mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes em 2016 e o prêmio de “Descoberta do Ano” da Academia Europeia. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers das estreias.

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