Tom Holland quebrou o nariz nas filmagens de Chaos Walking
O ator Tom Holland, intérprete do Homem-Aranha nos cinemas, revelou no Twitter que quebrou novamente o nariz. Não há informações sobre como o acidente aconteceu, mas vale lembrar que, durante a produção do filme “Z: A Cidade Perdida”, ele quebrou o nariz ao tentar mostrar para seus colegas os mortais que estava treinando como preparação para “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. E caiu de cara no chão. Ao lado da revelação do novo acidente, ele publicou a hashtag de “Chaos Walking”, distopia futurista que está atualmente filmando. A alusão sugere que o acidente aconteceu nos sets da produção. O filme tem direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”) e adapta a franquia literária “Mundo em Caos”, de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto culpar os nativos originais do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. O elenco também inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”), David Oyelowo (“Selma”) e Nick Jonas (série “Kingdom”), e a previsão de estreia é para março de 2019. So I broke my nose again ?#ChaosWalking — Tom Holland (@TomHolland1996) August 31, 2017
Counterpart: Série sci-fi estrelada por J.K. Simmons ganha primeiro teaser
O canal pago americano Starz divulgou o primeiro teaser de “Counterpart”, série estrelada por J.K. Simmons (“Whiplash”) em papel duplo, que mistura espionagem e ficção científica. O trama acompanha um homem chamado Howard Silk (Simmons), um modesto funcionário da área burocrática de uma agência de espionagem das Nações Unidas com sede em Berlim. Quando Howard descobre que sua organização protege o segredo de uma travessia para uma dimensão paralela, ele é levado a um mundo sombrio de intriga, perigo e traição. O único homem em quem ele pode confiar é Prime, sua contraparte (daí o título) idêntica num mundo paralelo. O elenco também inclui Olivia Williams (série “Manhattan”), Harry Lloyd (também de “Manhattan”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), Ulrich Thomsen (série “Banshee”), Nicholas Pinnock (série “Fortitude”), Nolan Gerard Funk (série “Awkward”) e a italiana Sara Serraiocco (“Salvo”). Criada por Justin Marks (roteirista de “Mogli: O Menino Lobo”), “Counterpart” terá seus dois primeiros episódios dirigidos pelo cineasta norueguês Morten Tyldum (“Passageiros”). A data de estreia ainda não foi confirmada, mas a expectativa é para 2018.
Curta com Jared Leto conecta Blade Runner 2049 ao filme original de 1982
A Warner divulgou um curta-metragem inédito de seis minutos, que conecta a trama de “Blade Runner 2049” aos acontecimentos do longa original, de 1982. O curta tem uma introdução do diretor Denis Villeneuve (“A Chegada”), responsável pelo novo filme, que revela ter convidado três cineastas a desenvolverem histórias sobre o universo de “Blade Runner”, passadas no intervalo entre os dois longas. O primeiro é intitulado “2036: Nexus Dawn” e tem direção de Luke Scott (“Morgan”), filho de Ridley Scott (diretor do filme original). Passado num único cenário, ele é centrado no personagem Niander Wallace (Jared Leto, de “Esquadrão Suicida”), responsável pela criação de uma nova série de replicantes, a Nexus 9, mais evoluídos que os vistos anteriormente. Suas inovações, porém, são proibidas, já que uma lei impede a fabricação dos replicantes após os eventos vistos no primeiro longa. Wallace quer justamente revogar essa proibição. “É um anjo e eu que o criei”, diz ele sobre o seu novo robô, que se mata para provar como os novos replicantes são obedientes. Além de Leto, o curta conta com Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Ned Dennehy (série “Glitch”) e outros. Previsto para chegar ao Brasil em 5 de outubro, “Blade Runner 2049” se passa 30 anos depois dos eventos do primeiro longa, e mostra a busca do agente K (Ryan Gosling, de “La La Land”) por Rick Deckard (Harrison Ford), o caçador de androides original, desaparecido desde então.
Richard Anderson (1926 – 2017)
Morreu Richard Anderson, o ator que interpretou o chefe de “O Homem de Seis Milhões de Dólares” e da “Mulher Biônica”. Ele faleceu na quinta (31/8) aos 91 anos. Nascido em 8 de agosto de 1926, em Long Branch, Nova Jersey, Anderson se mudou para a Califórnia aos 10 anos. Depois de servir no Exército durante a 2ª Guerra Mundial, ele se matriculou no Laboratório de Atores em Los Angeles, que mais tarde tornou-se o célebre Actor’s Studio em Nova York. Mas seu começo de carreira em Hollywood não teve nada a ver com sua capacidade como ator. Ele entrou na indústria cinematográfica como office-boy dos estúdios MGM, até conseguir um papel de figurante em “A Pérola” (1947). Anderson fez mais de 180 produções de cinema e TV ao longo de seis décadas. Entre seus papéis, incluem-se participações em clássicos como a a aventura de capa e espada “Scaramouche” (1952), de George Sidney, o western “A Fera do Forte Bravo” (1953), de John Sturges, a sci-fi “Planeta Proibido” (1956), de Fred M. Wilcox, o filme de guerra “Glória Feita de Sangue” (1957), de Stanley Kubrick, o drama “O Mercador de Almas” (1958), de Martin Ritt, e o thriller “Sete Dias de Maio” (1964), de John Frankenheimer, entre outros. Foi na TV que ele se mostrou realmente prolífico. A partir de um papel recorrente em “Zorro” (1958-59), como amigo do herói, Anderson passou a ser escalado em várias produções. Ele participou de algumas das séries mais famosas da era de ouro da televisão, entre elas “Bonanza”, “O Fugitivo”, “Gunsmoke”, “Os Destemidos”, “Daniel Boone”, “Big Valley”, “O Agente da UNCLE”, “Missão Impossível”, “Mod Squad”, “Perry Mason”, “Têmpera de Aço”, “Havaí 5-O”, “As Panteras”, “A Supermáquina”, “Ilha da Fantasia”, “Esquadrão Classe A”, “Assassinato por Escrito” e “Dinastia”. Mas nenhum papel o marcou tanto como Oscar Goldman, o chefe manipulador da dupla biônica formada por Steve Austin e Jaime Sommers, interpretado por Lee Majors e Lindsay Wagner. Ao longo das duas séries – “Mulher Biônica” era um spin-off – , Anderson viveu o personagem por mais de 150 episódios de 1973 a 1978, além de vários telefilmes derivados da franquia, dois dos quais ele próprio produziu. Houve, inclusive, um período de duas temporadas em que ele co-estrelou ambas as séries ao mesmo tempo, como o mesmo personagem – uma façanha que ele inaugurou e que permanece rara na história da televisão. O papel de Oscar Goldman se tornou tão popular que rendeu até uma action figura – que vinha com uma “pasta explosiva” que “detonaria” se fosse aberta incorretamente. Steve Carell tinha uma miniatura do personagem no filme “O Virgem de 40 Anos” (2005). Apesar de ser introduzido como um homem manipulador, Goldman sempre tratou Steve Austin e Jamie Sommers mais como família do que funcionários ou agentes secretos. Segundo os atores, Anderson era assim também na vida real. “Conheci Richard em 1967, quando participou como ator convidado de ‘Big Valley’ – trabalhamos juntos em cinco episódios”, disse Lee Majors nas redes sociais. “Em 1974, ele se juntou a mim como meu chefe, Oscar Goldman, no ‘Homem de Seis Milhões de Dólares’. Richard tornou-se um amigo querido e leal, e nunca conheci um homem como ele. Eu o chamava de ‘Old Money’. Seu traje sempre elegante, sua classe, calma e conhecimento nunca vacilaram em seus 91 anos. Ele amava suas filhas, tênis e seu trabalho como ator. Ele ainda era o mesmo homem doce e charmoso quando falei com ele algumas semanas atrás. Vou sentir sua falta, meu amigo”. Lindsay Wagner também recordou do antigo chefe. “Eu mal posso dizer o quanto eu sempre o admirei e fui grata pela elegância e amizade amorosa que tive a bênção de ter com Richard Anderson. Ele fará muita falta.”
Novo pôster de Stranger Things evoca o clássico Chamas da Vingança
A Neflix continua sua campanha de divulgação de “Stranger Things” com pôsteres que prestam homenagens a filmes clássicos. Depois dos cartazes que referenciavam “Conta Comigo” (1986), “A Hora do Pesadelo” (1984), “O Sobrevivente” (1987) e “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979), a nova arte traz Eleven (Millie Bobby Brown) de peruca, em pose que lembra Charlie, a personagem de Drew Barrymore na adaptação de Stephen King “Chamas da Vingança” (1984). Por sinal, a semelhança entre as duas personagens é gritante. A 2ª temporada de “Stranger Things” estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
Matt Damon estrela primeiro teaser da comédia sci-fi Pequena Grande Vida
A Paramount aproveitou a première mundial de “Downsizing”, filme de abertura do Festival de Veneza 2017, para adiantar o primeiro teaser da produção. A prévia explora o caráter fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do mundo moderno, e concluindo com o processo de miniaturização a que ele decide se submeter. O filme foi batizado no Brasil de “Pequena Grande Vida”, título ironicamente três vezes maior e sem o mais importante, que é sua metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. Um eufemismo para demissões em massa. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme tem lançamento marcado para 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.
Jamie Bell vai estrelar e produzir série baseada no filme Jumper
O ator Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) vai produzir uma série baseada na sci-fi “Jumper”, que ele estrelou em 2008. Segundo o site Deadline, Bell e o diretor Julian Simpson (da série “Doctor Who”) estão desenvolvendo o projeto para a Lionsgate. O projeto de “Jumper” será uma continuação direta do filme, com Bell disponível para fazer participações como seu personagem, Griffin. O filme original acompanhava David Rice (Hayden Christensen), um adolescente com a habilidade de teletransportar-se para qualquer lugar do mundo em um instante. Mas ao conhecer Griffin, outro jumper, ele descobre que não é o único com poderes e se vê no meio de uma antiga guerra entre os jumpers e seus inimigos jurados. Curiosamente, uma série baseada no mesmo universo está sendo desenvolvida para o YouTube Red, serviço de streaming por assinatura do YouTube. Intitulada “Impulse” e produzida pelo cineasta Doug Liman, que dirigiu “Jumper”, esta série será focada numa nova geração de jumpers. As duas produções não são relacionadas, mas partem da mesma fonte: a franquia literária de Steven Gould, iniciada em 1992 com “Jumper” e que já rendeu quatro volumes. “Impulse” é o terceiro livro, publicado em 2013. Vale observar que Griffin não fazia parte da história original e foi criado especialmente para o filme pelo roteirista David S. Goyer. Mas fez sucesso o suficiente para Gould publicar um spin-off centrado no personagem, “Jumper: Griffin’s Story”, que serve como prólogo da quadrologia.
Elenco aparece assustado em 12 novos pôsteres de Stranger Things
A Neflix divulgou 12 novos pôsteres de “Stranger Things”, que trazem os personagens centrais da série fazendo caras assustadas. Além dos atores que retornam da 1ª temporada, as imagens destacam duas novidades: Sadie Sink (série “American Odissey”) e Dacre Montgomery (série “Power Rangers”). Os dois interpretarão irmãos nos novos episódios. A 2ª temporada estreia em 27 de outubro, no fim de semana que antecede o Halloween.
Astro de Selma entra na nova sci-fi do diretor de No Limite do Amanhã
O ator David Oyelowo (“Selma”) entrou para o elenco de “Chaos Walking”, a nova sci-fi de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), que adapta a franquia literária “Mundo em Caos”, de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o primeiro livro da trilogia foi lançado como “O Motivo” Segundo o site Deadline, Oyelowo fará o papel de Aaron, uma figura militar controversa e um oponente dos jovens protagonistas, vividos por Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) e Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”). O elenco central ainda conta com Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e Nick Jonas (série “Kingdom”). Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (papel de Mikkelsen) culpar os nativos do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. Daisy Ridley, por sua vez, interpretará Viola, uma garota descoberta por Todd num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).
Sete vídeos de Star Trek: Discovery realçam mensagem de tolerância e conflito com os klingons
A CBS e a Netflix divulgaram sete vídeos promocionais de “Star Trek: Discovery”, que realçam as posições conflitantes entre a tripulação da nave Discovery e os klingons, inimigos da Federação dos Planetas Unidos. De forma premonitória, diante de eventos recentes dos noticiários, a mensagem de tolerância da franquia, cada vez mais relevante no mundo atual, é confrontada pela brutalidade dos alienígenas de perfil fascista. A nova série é estrelada por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), que terá o papel de um alienígena. Além destes, James Frain (série “Orphan Black”) e Rainn Wilson (série “The Office”) farão participações especiais como dois personagens da série clássica dos anos 1960, respectivamente Sarek (o pai de Spock) e o trapaceiro Harry Mudd. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos e, seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
Blade Runner 2049 ganha novos pôsteres e comercial estendido com cenas inéditas
“Blade Runner 2049” ganhou diversos pôsteres e um comercial estendido de um minuto e meio de duração, em versões legendada e dublada. As prévias trazem várias cenas inéditas e insinuam que o papel de Harrison Ford é pequeno na trama. Mesmo assim, ele divide o destaque dos cartazes com Ryan Gosling (“La La Land”), intérprete do protagonista na continuação do clássico dos anos 1980. O elenco também inclui Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Robin Wright (série “House of Cards”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”), o inglês Lennie James (série “The Walking Dead”), o somali Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”), a holandesa Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”), a suíça Carla Juri (“Zonas Úmidas”) e Edward James Olmos, que retoma o papel de Gaff, visto no primeiro filme. Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Harrison Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
John Carpenter vai revisitar suas trilhas clássicas em novo disco
O cineasta John Carpenter, além de escrever e dirigir clássicos do cinema fantástico, também é um compositor respeitado do gênero. Suas trilhas sintetizadas estão entre as mais influentes do cinema – são referências musicais, por exemplo, para a série “Stranger Things” e terrores contemporâneos como “Corrente do Mal”. Pois ele prepara um novo disco em que revisitará alguns dos temas que compôs para longa-metragens. Intitulado “Anthology: Movie Themes 1974-1998”, o disco terá 13 faixas e incluirá a primeira composição de Carpenter para o cinema, o tema da sci-fi “Dark Star” (1974). Nesta semana, o cineasta divulgou uma versão atualizada do tema de “À Beira da Loucura”, de 1994. Confira abaixo. Além deste revival musical, Carpenter fechou recentemente um contrato com a Universal para desenvolver e produzir novas séries de terror. As atrações incluem a antologia de terror “Tales For a Halloween Night”, para o canal pago Syfy, e uma adaptação da franquia literária “Nightside”, de Simon R. Green. Os projetos alternativos compensam a longa ausência do diretor de clássicos como “Halloween” (1978), “Fuga de Nova York” (1981) e “O Enigma de Outro Mundo” (1982) do cinema. Ele não filma desde “Aterrorizada” (2010). John Carpenter
Papel de Michael K. Williams foi cortado do filme de Han Solo
O ator Michael K. Williams (série “The Night Of”) revelou que teve seu papel cortado no filme de Han Solo, por conta das novas filmagens comandadas por Ron Howard. Segundo o ator, ele precisaria voltar ao estúdio para filmar as mudanças na trama realizadas por novo diretor, mas houve conflito de agenda, devido a seu envolvimento em um novo projeto, “The Red Sea Diving Resort”, ao lado de Chris Evans (“Capitão América: Guerra Civil”). “Me sinti incrível em relação ao que criei com os diretores que trabalhei”, ele contou ao site Deadline. “Mas quando Ron Howard foi contratado para terminar o filme, apareceram algumas refilmagens que precisavam acontecer com o meu personagem, para combinar com a nova direção que os produtores e Ron estão dando ao filme. E isso faria com que eu precisasse pegar uma avião para Londres, mas eu estou aqui, em uma locação na África. Estava agendado. Não estarei de volta ao mercado até novembro e, para eles, esperar tanto geraria uma atraso na data de lançamento, que eu acredito ser maio de 2018. Eles me queriam agora, não pude ir, então eles tiveram que cortar”. Não há detalhes sobre o personagem, mas o ator o descreve como metade humano e metade animal. Originalmente, o filme estava sendo dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), mas reclamações do roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) sobre o tom de comédia da produção chamaram atenção da presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy, que optou por demití-los. No lugar da dupla, entrou o veterano Ron Howard (“Inferno”) e a produção ganhou nova dinâmica. Ainda sem título oficial, o filme tem previsão de estreia para o dia 24 de maio no Brasil.












