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  • Série

    Atores de Vikings, Sleepy Hollow e Kingdom entram na 2ª temporada de Westworld

    9 de agosto de 2017 /

    Os atores Gustaf Skarsgård (série “Vikings”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Jonathan Tucker (série “Kingdom”) e outros foram confirmados na 2ª temporada de “Westworld”, que receberá reforços para controlar o caos criado ao final do ano inaugural. De acordo com a ficha dos personagens, os três se encontrarão em um ambiente imprevisível durante os novos episódios. Skarsgård vai interpretar um executivo chamado Karl Strand, que se sente à vontade fazendo trabalho de campo. Jackson interpretará Nicholas, um homem encantador e engenhoso que adentra um território inexplorado. Tucker será o Major Craddock, um oficial militar. Além deles, também entraram na atração Fares Fares (série “Tyrant”) como Antoine Costa, um especialista em tecnologia com uma perspectiva objetiva, e Betty Gabriel (série “Good Girls Revolt”) no papel de Maling, que está tentando restaurar a ordem no parque. Anteriormente, a holandesa Katja Herbers (série “The Leftovers”) já tinha sido anunciada como Grace, uma nova frequentadora do parque temático. Eles se juntarão ao elenco já consagrado da 1ª temporada, que inclui Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, James Marsden, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Sidse Babett Knudsen, Jimmi Simpson, Rodrigo Santoro, Shannon Woodward, Ingrid Bolsø Berdal, Ben Barnes, Simon Quarterman Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Clifton Collins Jr, Talulah Riley e Louis Herthum. Até o momento, a HBO e os produtores adiantaram muito pouco sobre os próximos episódios. O casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores da série, só disse que a trama retornará após um avanço no tempo, mas não especificou quanto tempo terá se passado desde o final da 1ª temporada. Entretanto, o trailer sanguinário divulgado durante a Comic-Con mostrou eventos imediatos ao massacre que encerrou a trama. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada.

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  • Filme

    Diretor de Deadpool vai filmar o clássico cyberpunk Neuromancer

    9 de agosto de 2017 /

    O diretor Tim Miller, que estreou atrás das câmeras com “Deadpool”, vai comandar outro projeto cercado de expectativas: a adaptação do clássico romance cyberpunk “Neuromancer”, de William Gibson. Segundo o site Deadline, o projeto será realizado pela 20th Century Fox e terá produção de Simon Kinberg – mesmo estúdio e produtor de “Deadpool” – , que assim mantêm o bom relacionamento com Miller e seu estúdio VFX Blur. “Neuromancer” é um dos livros mais importantes da ficção científica contemporânea. Para se ter ideia, foi a publicação que cunhou e popularizou termos como cyberpunk, cyberspace, realidade virtual e levou o universo hacker para a sci-fi. Sua influência é vasta, podendo ser traçada desde “Matrix” (1999) até “Ghost in the Shell” (2017). A adaptação da obra de William Gibson já esteve para acontecer diversas vezes desde o lançamento do livro em 1984. E ironicamente a tecnologia do mundo real até já ultrapassou algumas de suas idéias futuristas. Entre os que foram cotados, na última década, para dirigir a versão de cinema estão o diretor de videoclipes Joseph Khan e o mestre do terror Vincenzo Natali (“O Cubo” e “Splice”). Na história do livro, as pessoas se conectam na internet diretamente pelo cérebro. Um habilidoso hacker, Henry Dorsett Case, vive cometendo atos ilegais no ciberespaço, mas acaba cruzando no mundo virtual com pessoas erradas e tem seu sistema nervoso danificado por uma droga potente, o que o impossibilita de continuar no mundo virtual. Queimado, ele encontra mais trabalho, até ser procurado por uma misteriosa organização que lhe oferece a possibilidade de cura em troca dos seus talentos como cowboy ciberespacial. As filmagens, porém, devem demorar, pois Tim Miller também está envolvido no reboot de “O Exterminador do Futuro”, agora sob produção do criador da franquia original, James Cameron, além da adaptação do romance sci-fi “Influx”, de Daniel Suarez, que será roteirizada por Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”).

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  • Filme

    Novo alienígena de Star Wars já é sucesso nas redes sociais

    9 de agosto de 2017 /

    Uma das novas fotos de “Star Wars: Os Últimos Jedi” divulgadas pela revista Entertainment Weekly já virou sucesso nas redes sociais. E não se trata de uma imagem de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) ou Luke Skywalker (Mark Hamill), mas de um novo alienígena da franquia: um porg. A foto traz o bichinho fofinho ao lado de Chewbacca. Ele parece um mistura de pinguim, cachorro e pokemon com olhos enormes e é uma criatura nativa do planeta Ahch-To, local do primeiro templo Jedi. Segundo explicou o diretor Rian Johnson à revista, ele queria que Luke Skywalker tivesse alguma companhia no planeta onde se refugiou. A ideia dos porgs veio pássaros que, em determinada época do ano, povoam a ilha de Skellig Michael, na Irlanda, onde as cenas do refúgio do último jedi são filmadas. “Se você for a Skellig no momento certo do ano, ela está coberta de puffins, e eles são as coisas mais adoráveis deste mundo. Na primeira vez que eu estava visitando a locação lá, vi esses caras e pensei: eles são parte da ilha. E assim são os porgs nesse universo”. E os porgs já cativaram os fãs, que tomaram as redes sociais para manifestar seu amor pela nova criatura, com direito a memes. “Quando posso comprar meu próprio porg de pelúcia, ‘Star Wars’?”, resumiu uma fã. Veja alguns dos tuítes abaixo. when can I buy my own stuffed animal porg, @starwars??? pic.twitter.com/JfnaUwKZFP — Katie Minard (@KatieMinard) 9 de agosto de 2017 The moment you see Porg for the first time and you give all the money in the world to have one pic.twitter.com/295i9jq0s0 — Shaun Wren (@Shaun_Wren) 9 de agosto de 2017 BB-8 still has a special place in my heart but LOOK AT THIS PORG IT’S SO FREAKING CUTE #StarWars #TheLastJedi https://t.co/z2YV2Oauhg pic.twitter.com/7iWAAYDYM2 — Jessica Derschowitz (@jessicasara) 9 de agosto de 2017 Han Solo reincarnated as a Porg (Star Wars: The Last Jedi, 2017) @starwars @pablohidalgo pic.twitter.com/MsaD9nxga1 — Leo Dicaprio (@mclean_leo) 9 de agosto de 2017 When you and your date have nothing to talk about after 30 minutes pic.twitter.com/CBwU4ziRER — Marc (@MarcSnetiker) 9 de agosto de 2017 Also, hey, I’d like to formally announce that I'm writing a new STAR WARS novel, THE PORG AWAKENS, the first in a BRAND NEW PORG TRILOGY. pic.twitter.com/wP9OtsIKN5 — Chuck Wendig (@ChuckWendig) 9 de agosto de 2017

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    Star Wars: Os Últimos Jedi tem novas fotos e detalhes revelados

    9 de agosto de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly dedica a capa de sua próxima edição à “Star Wars: Os Últimos Jedi”, em grande antecipação à temporada cinematográfica de outono nos Estados Unidos. Além de novas fotos, que revelam novos alienígenas – e podem ser vistas abaixo – , a reportagem adiantou um pouco mais da trama, ainda envolvida em algum mistério. Uma das revelações é que, conforme se especulava, o encontro de Rey (Daisy Ridley) com Luke Skywalker (Mark Hamill) não se dará como ela esperava, graças ao motivo que levou o protagonista da trilogia original a se exilar. Esta razão será conhecida e explicará a ausência do herói no primeiro filme da nova trilogia, “Star Wars: O Despertar da Força”. Além disso, Finn (John Boyega) viverá uma nova aventura, agora como herói da Resistência, ao embarcar numa missão glamorosa, junto com uma mecânica chamada Rose Tico (a novata Kelly Marie Tran), para o planeta do cassino Canto Bight. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Estúdio quer produzir continuações de Crepúsculo e Jogos Vorazes

    9 de agosto de 2017 /

    Com dificuldades para emplacar um novo sucesso, o estúdio Lionsgate está interessado em produzir continuações para as franquias “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, ambas sucesso em bilheteria. De acordo com o site da revista Variety, o CEO da empresa, Jon Feltheimer, afirmou a acionistas de Wall Street na terça-feira (8/8) que só dependeria do interesse das escritoras Stephenie Meyer, responsável pela saga vampiresca, e Suzanne Collins, autora da ficção científica. “Há muito mais histórias para serem contadas e estamos prontos para realizá-las quando nossos criadores estiverem prontos para contá-las”, afirmou ele. Lançado em 2008, o filme “Crepúsculo” projetou Kristen Stewart e Robert Pattinson e rendeu mais quatro filmes – um deles com cenas filmadas no Brasil – , inaugurando uma febre de adaptações de romances sobrenaturais juvenis. Entretanto, a tendência foi logo substituída por outra mania: sci-fis distópicas, após o lançamento de “Jogos Vorazes”. A mais recente aposta em romance sobrenatural para adolescentes, “Fallen”, foi um fracasso mundial e nem sequer teve lançamento nos Estados Unidos. “Jogos Vorazes” chegou aos cinemas em 2012 e rendeu mais três filmes, transformando Jennifer Lawrence numa estrela popular. Assim como “Crepúsculo”, também lançou tendência, que igualmente foi superada por outra modinha. A própria Lionsgate pagou caro por tentar repetir o fenômeno com a franquia “Divergente”, que ficou sem final após a decisão do estúdio de repetir as estratégias de seus campeões de bilheteria e dividir o capítulo final em dois filmes diferentes. Com o fracasso da primeira parte de seu desfecho, “Divergente” nem sequer foi concluída. A atual tendência juvenil explorada pelos estúdios de cinema decorre do sucesso de “A Culpa É das Estrelas”: romances mórbidos, em que adolescentes doentes se apaixonam. O tema também está se esgotando, conforma mostra a indiferença com que foi recebido “Tudo e Todas as Coisas”, lançado em junho no Brasil.

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  • Travelers
    Série

    2ª temporada da sci-fi Travelers ganha primeiro teaser

    8 de agosto de 2017 /

    O canal canadense Showcase divulgou o teaser da 2ª temporada de “Travelers”, estrelada por Eric McCormack, que também está no revival da série clássica “Will & Grace”. O desespero dos personagens é decorrência do novo desdobramento da trama. Nos novos episódios, os Travelers vão enfrentar um vírus mortal e a chegada de um misterioso viajante (papel de Enrico Colantoni, o pai de “Veronica Mars”) Criada por Brad Wright, que desenvolveu o universo “Stargate” na televisão (as séries “Stargate SG-1”, “Stargate Atlantis” e “Stargate Universe”), a atração gira em torno dos últimos sobreviventes da humanidade, que descobrem como enviar suas consciências através do tempo para “possuírem” as mentes de pessoas no século 21. Estes “viajantes” assumem a vida de pessoas aparentemente aleatórias, enquanto secretamente trabalham em conjunto para salvar a humanidade de seu futuro terrível. Armados apenas com seu conhecimento da História e um arquivo de perfis de mídia social, os viajantes descobrem que a vida e os relacionamentos no século 21 são tão desafiadores quantos suas arriscadas missões. Além de Eric McCormack, o elenco inclui Mackenzie Porter (série “Hell on Wheels”), Patrick Gilmore (“O Segredo da Cabana”), Jared Paul Abrahamson (série “Awkward”), Nesta Marlee Cooper (série “Heroes Reborn”) e Reilly Dolman (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios”). O Showcase já tinha experimentado sucesso com tema similar, mostrando, em “Continuum”, viajantes do tempo que tentavam mudar a história do planeta. A 2ª temporada de “Travelers” começou a ser rodada em março em Vancouver e estreia em 16 de outubro no Canadá. No resto do mundo (inclusive no Brasil), a série é disponibilizada pela Netflix.

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    Noomi Rapace vive sete personagens no trailer legendado da sci-fi Onde Está Segunda?

    8 de agosto de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado da sci-fi europeia “Onde Está Segunda?” (Seven Sisters”), que traz a atriz Noomi Rapace (“Prometheus”) em sete papeis diferentes. No filme, ela vive as sete irmãs do título em inglês. A trama se passa em um futuro distópico, em que a falta de recursos levou à restrição familiar de apenas um filho por casal. Até que um pai (Willem Dafoe, de “Meu Amigo Hindu”) de sete gêmeas idênticas decide confrontar a lei. Batizando cada menina com o nome de um dia da semana, ele as ensina a se revezarem para sair de casa como se fossem apenas uma pessoa. Anos se passam até esse sistema ser descoberto. E quando isso acontece as gêmeas passam a ser caçadas por agentes do governo. O elenco ainda destaca Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”), Christian Rubeck (“Aliados”), Pål Sverre Hagen (“Expedição Kon Tiki”), Marwan Kenzari (“Ben-Hur”) e o veterano Robert Wagner (série “Casal 20”). O roteiro foi escrito por Max Botkin (“Robosapien – O Meu Melhor Amigo”) e Kerry Williamson (“A Sombra do Inimigo”), e a direção é do norueguês Tommy Wirkola (“João e Maria: Caçadores de Bruxas”). A première aconteceu no fim de semana no Festival de Locarno, na Suíça, e o lançamento acontece em 18 de agosto na Netflix.

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    Diretora da série Stranger Things vai filmar quadrinhos de James Wan

    8 de agosto de 2017 /

    A diretora Rebecca Thomas (do filme indie “A Fita Azul” e da série “Stranger Things”) vai comandar uma adaptação de quadrinhos criados pelo cineasta James Wan (“Invocação do Mal”). Intitulado “Malignant”, o filme é baseado em “Malignant Man”, quadrinhos de Wan publicados pela editora Boom! Studios em 2011. A história gira em torno de Alex Gates, que está morrendo de uma doença terminal e resignado com seu destino. Até descobrir que seu tumor maligno é na verdade um misterioso parasita alienígena que lhe confere poderes incríveis e um propósito: lutar contra um exército secreto que se esconde entre a humanidade. O roteiro da adaptação foi escrito por Zak Olkewicz (coprodutor de “Quando as Luzes se Apagam”) e o próprio Wan está encarregado da produção, numa parceria entre sua empresa Atomic Monster, a Bom! Studios e a 20th Century Fox. Rebecca Thomas ficou com a agenda livre após dois de seus projetos serem interrompidos por diferentes estúdios. Ela deveria dirigir “A Pequena Sereia” para a Universal e a adaptação de “Quem É Você, Alasca?”, de John Green (“A Culpa É das Estrelas”), para a Paramount.

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    James Cameron confirma volta de Stephen Lang nas sequências de Avatar

    8 de agosto de 2017 /

    O diretor James Cameron confirmou que o Coronel Quaritch, vivido por Stephen Lang (“O Homem nas Trevas”), será o vilão dos próximos quatro filmes da franquia “Avatar”. “O conceito interessante das sequência de ‘Avatar’ é que são praticamente os mesmos personagens. Existem novos personagens e novas criaturas, então, estou levando personagens que você já conhece para lugares desconhecidos. Mas não haverá muitos personagens de uma vez. Não há um novo vilão, o que é interessante. É o mesmo cara. Vai ser o mesmo dos quatro filmes. Ele é tão bom simplesmente vai ficar melhor. Eu sei que Stephen Lang vai dar conta”, disse o diretor, em entrevista para a revista Empire. Um detalhe curioso é que Quaritch morreu no “Avatar” original, lançado em 2009. Lang vai se juntar a outros atores do primeiro filme que já foram confirmados, como Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald. Fãs ainda aguardam a confirmação dos retornos de Michelle Rodriguez e Giovanni Ribisi, as principais ausências até o momento. Além deles, as sequências terão Oona Chaplin (neta do mestre do cinema mudo Charles Chaplin e intérprete da mulher de Robb Stark na série “Game of Thrones”) e Cliff Curtis (o Travis da série “Fear the Walking Dead”) como novos personagens. Após anos de desenvolvimento, a franquia terá mais quatro filmes, com a produção do primeiro já iniciada pela equipe dos efeitos visuais. “Avatar 2” vai estrear em dezembro de 2020, seguida por “Avatar 3” em dezembro de 2021. Com um curioso hiato de três anos, “Avatar 4” só será visto em dezembro de 2024 e a última parte da franquia, “Avatar 5”, em dezembro de 2025.

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    A Torre Negra vira pior líder de bilheterias de 2017 na América do Norte

    6 de agosto de 2017 /

    As previsões pessimistas foram confirmadas pela estreia sombria de “A Torre Negra”. O filme abriu em 1º lugar na América do Norte, mas será difícil a Sony investir numa continuação. Isto porque a arrecadação de US$ 19,5 milhões, abaixo das expectativas, foi o pior desempenho de um líder de bilheterias em todo o ano de 2017. “A Torre Negra” transformou em inverno o final da alta temporada (verão) cinematográfica norte-americana. E tampouco empolgou o resto do mundo, somando em todos os territórios US$ 27,5 milhões. Mas não deveria ser surpresa para os investidores. Esta é a performance que costuma ser associada a adaptações do escritor Stephen King. Pela quantidade de filmes que seus livros geram, pode-se acreditar que ele é autor de blockbusters, mas a maior abertura de um longa inspirado por King foi “1408”, que estreou com US$ 20,6 milhões em 2007. O filme da Sony custou, supostamente, US$ 60 milhões de produção, divididos com a coprodutora MRC (Media Right Capital). Mas os gastos de marketing não foram revelados. Havia planos para o desenvolvimento de uma franquia com novos filmes e séries. Entretanto, tudo isso deve ter sido enterrado pela implosão nos cofres do estúdio. A pá de cal foi fornecida pela crítica, num registro de somente 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Executivos da Universal e Warner, que chegaram a cogitar produzir o projeto megalômano, podem respirar aliviados por terem desviado desta catástrofe. O lançamento no Brasil vai acontecer em 24 de agosto. Foi por pouco, mas “Dunkirk” caiu para 2º lugar após duas semanas no topo. O filme de guerra da Warner rendeu US$ 17,6 milhões nos últimos três dias nos Estados Unidos e no Canadá, chegando a um total de US$ 133,5 milhões no mercado doméstico. De forma impressionante, já superou até a arrecadação de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que tem uma semana a mais de exibição e contou com uma campanha de marketing grandiosa. “Dunkirk” também ultrapassou a sci-fi da Fox no mercado mundial, ao comemorar a marca de US$ 300 milhões no mundo inteiro. “Emoji – O Filme” e “Girls Trip” ficaram com o 3º e 4º lugares, respectivamente, em condições opostas. Enquanto a animação marca outro ponto negativo para a Sony – e que negativo, com só 7% de aprovação – , “Girls Trip” é um fenômeno da Universal. Produzido por US$ 19 milhões, rendeu até agora US$ 89,4 milhões no mercado doméstico. O Top 5 se completa com mais uma estreia. O suspense “O Sequestro” (Kidnap), estrelado por Halle Berry, fez US$ 10,2 milhões. E já está no lucro, pelo simples fato de ter chegado aos cinemas. A falência da produtora Relativity deixou vários filmes no limbo, como “Fallen”, que foi lançado no Brasil e ninguém sabe se um dia aparecerá nos Estados Unidos. Por sinal, “O Sequestro” estreia em 7 de setembro no Brasil. As decepções ainda continuaram com a ampliação do circuito de “Detroit”. Lançado em 20 salas na semana passada, o drama indie de época e denúncia social da premiada diretora Kathryn Bigelow (“Guerra ao Terror”) chegou a 3 mil salas na sexta (4/8) sem lotar nenhuma. Apareceu em 8º lugar, com US$ 7,2 milhões e uma média de público 60% menor que a de “A Torre Negra”. “Detroit” estreia no Brasil em 7 de setembro.   BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Torre Negra Fim de semana: US$ 19,5 milhões Total EUA: US$ 19,5 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 2. Dunkirk Fim de semana: US$ 17,6 milhões Total EUA: US$ 133,5 milhões Total Mundo: US$ 314,1 milhões 3. Emoji – O Filme Fim de semana: US$ 12,3 milhões Total EUA: US$ 49,4 milhões Total Mundo: US$ 62,1 milhões 4. Girls Trip Fim de semana: US$ 11,4 milhões Total EUA: US$ 85,4 milhões Total Mundo: US$ 90,8 milhões 5. O Sequestro Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 10,2 milhões 6. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 294,9 milhões Total Mundo: US$ 670,9 milhões 7. Atômica Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 45,8 milhões 8. Detroit Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,7 milhões Total Mundo: US$ 7,7 milhões 9. Planeta dos Macacos: A Guerra Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 130,2 milhões Total Mundo: US$ 278 milhões 10. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 240,7 milhões Total Mundo: US$ 879,4 milhões

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    Teaser de Jogador Nº 1, nova sci-fi de Steven Spielberg, finalmente ganha versão legendada

    4 de agosto de 2017 /

    Se demorou uma semana para a Warner legendar o trailer de “Liga da Justiça” exibido na Comic-Con, o teaser de “Jogador Nº 1” (Ready Player One) levou o dobro do tempo, mas finalmente foi disponibilizado em versão oficial. A prévia da nova sci-fi dirigida por Steven Spielberg revela um futuro distópico, onde a falta de perspectivas levou uma geração a desaparecer num game de imersão completa. Com narração do protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”), o vídeo revela o Oasis, em que jogadores usando equipamentos de realidade virtual disputam corridas insanas de carros, utilizando-se de avatares e referências a ícones culturais do século 20. Entre as imagens que cruzam a tela, é possível identificar o robô de “O Gigante de Ferro” (1999), Freddy Kruger de “A Hora do Pesadelo” (1984) e um DeLorean de “De Volta ao Futuro” (1985). Adaptação do livro homônimo de Ernie Cline, o filme se passa no ano 2044, quando a decadência do planeta se torna tão insuportável que a humanidade passa os dias vivendo no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas Wade quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis, que escondeu uma série de pistas na realidade virtual, que levarão quem resolvê-las a herdar sua enorme fortuna e um poder incalculável. Milhões já tentaram conseguir o prêmio, sem sucesso. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida: o entretenimento pop dos anos 1980. Além de Sheridan, o elenco inclui Olivia Cooke (série “Bates Motel”), Ben Mendelsohn (série “Bloodline”), Simon Pegg (“Missão Impossível: Nação Fantasma”), Mark Rylance (“Ponte dos Espiões”), Hannah John-Kamen (série “Killjoys”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e T.J. Miller (“Deadpool”) “Jogador Nº 1” tem estreia marcada para 5 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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    Planeta dos Macacos – A Guerra empolga com ação, efeitos e sensibilidade

    4 de agosto de 2017 /

    Ainda que Matt Reeves não tenha dirigido os três filmes deste reboot de “O Planeta dos Macacos”, foi ele que, ao assumir o segundo ato, “O Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014), superou as formulações óbvias do tema. Junto com o colaborador Mark Bomback, tanto em “Confronto” como nesse novo “Planeta dos Macacos: A Guerra”, não brinca apenas com a ideia de um mundo onde a supremacia símia de repente parece ser mais civilizada do que a humana. Ambos – diretor e roteirista – se deliciam em imaginar as implicações desta inversão social. Isso do ponto de vista dramático. Já como entretenimento são igualmente felizes. Realizam dois filmes sagazes, cheios de reviravoltas, com empolgantes cenas de ação e um magnífico trabalho de caracterização dos atores. Esse “Planeta dos Macacos: A Guerra”, pra começar, desmente a apologia do título bélico que o marketing do estúdio investe. Em vez de elogio ao conflito, o filme é todo construído sobre a ideia de como uma guerra aborta traumaticamente os planos das pessoas, e como ela aniquila quase tudo o que pode haver de positivo dentro de um ser. Sim, as ações começam pequenas, mas elas vão se desdobrando e esbarrando em outros símbolos de intolerância, racismo, os perigos da obsessão e o veneno da vingança. A história é contada da perspectiva dos macacos. É óbvio desde as primeiras cenas que eles são os protagonistas e os humanos, os vilões. O principal antagonista, o Coronel vivido por Woody Harrelson, é introduzido obliquamente e não recebe uma cena completa até a metade do filme. Mas mesmo neste delineamento fácil de divisar entre o “bem” e o “mal”, há uma perplexidade em cena. Os gestos simiescos soam terrivelmente arbitrários para nós, e nos chamam a atenção para como terrivelmente arbitrários devem ser os nossos próprios atos. No centro da cena está o macaco César (Andy Serkis), o líder desta contradição. César sempre está pagando as contas por procurar uma convivência pacífica com os humanos. Sem seu rival Koba (Toby Kebbell), agora existente apenas em seus pesadelos, o protagonista enfrenta uma oposição que se multiplica em células. Há mais macacos dissidentes e pelo menos dois tipos de humanos: um grupo que caça os símios apenas pelo prazer de exterminá-los, e outro grupo, que está buscando uma vacina para conter o vírus mutante que continua a aprontar das suas com os humanos. César tem que lutar contra todos eles, mas a maior pedra no caminho é o Coronel. As táticas brutais do oficial forçam César a enfrentar os aspectos mais escuros de sua natureza. Quando o vilão mata a mulher e o primogênito do líder símio, o ponderado protagonista macaco perde o chão. Acompanhado por dois companheiros, Rocket (Terry Notary) e o orangotango Maurice (Karin Konoval), César esquece a racionalidade e busca a vingança a qualquer custo. E Andy Serkis mais uma vez oferece uma performance memorável. Reeves mantém o ator sob seu foco e deixa a câmera namorar o rosto de Serkis, suas expressões. Se precisar dar uma pausa na ação, para ir mais fundo nas emoções, Reeves pára e espera. Essa atuação, sabemos, ganha depois a sobreposição dos efeitos digitais, mas e daí? A forma como essas fronteiras se misturam é um maravilhoso testemunho de quão eficaz os dois instrumentos podem ser juntos. Não adianta só a tecnologia. Quando o humano se sobressai, a dramaturgia sai enriquecida. Serkis domina sua criação com uma densidade dramática rara. Em cada um dos filmes, o ator explorou uma estação emocional do personagem. No primeiro, César era jovem, havia um certo entusiasmo em formação, que foi sendo corrompido até levá-lo ao desencanto e depois à revolta. No segundo filme, o dilema de confiar mais uma vez nos humanos emprestaram nuances dignas de um drama shakespereano e ele pagou um preço que ele não esperava: foi traído por um amigo e teve que matá-lo. Terminou a história como um personagem embrutecido. Neste terceiro, a carga pesa ainda mais. César está velho, cansado, tenta se vender como um guerreiro estrategista implacável, mas, depois da morte dos entes queridos, é tomado pela mesma ira que o levou a matar Koba. Conforme aproxima-se de sua vingança, o fantasma do amigo reaparece parar rir da sua escolha. O lado ponderado perdeu-se em César. Ninguém o desarma. Nem mesmo a adorável Nova (Amiah Miller), menina humana órfã que encontra em sua rota. Maurice acolhe a criança, César olha pra ela com ódio nos olhos. Seu oponente, o militar humano (Harrelson) intencionalmente é uma figura bidimensional – tão frio quanto o gelo, ele range os dentes quase como um animal. O vírus que destruiu a humanidade se modificou em tal ordem que agora está conduzindo os homens a regressão das faculdades mentais. O primeiro indício é a perda da fala, depois a atrofia do raciocínio. O Coronel quer liquidar os macacos, porque não admite que o homem vire o animal dos animais. Em sua resignação, o vilão traz muito do Coronel Kurtz vivido por Marlon Brando em “Apocalypse Now” (1979). Há outras menções apontando o clássico de Coppola como referência para Reeves. O Coronel montou seu exército particular. E também é um sujeito recluso, tentando esconder sua mente torturada por uma série de atos terríveis que cometeu. O tributo a “Apocalypse Now” é inteiro neste Planeta dos Macacos. É evocado ainda na sequência de ataque de uma esquadrilha de helicópteros e numa bela pichação numa gruta, onde lemos “Ape kapylpse Now”! Fosse só o filme de Coppola e a homenagem aos filmes de guerra já estaria de bom tamanho, mas Reeves se dá ao capricho de desfiar sua veia cinéfila, emulando cenas dos clássicos “A Ponte do Rio Kwai” (1957), “Fugindo do Inferno” (1963) e “Nascido para Matar” (1987). Claro, as cenas e sensibilidade são todas mais que familiares, mas o filme transpira uma espécie de charme nostálgico das velhas matinês de aventura e, ao mesmo tempo, é tão agradável e isento da tradicional incoerência dos filmes atuais, que parece que estamos presenciando a história pela primeira vez. Obra-prima? Chega perto. Se há um defeito em “O Planeta dos Macacos: A Guerra”, esse reside nas cenas finais. Obviamente não estou contando o que acontece, mas cabe fazer menção ao sentido do que vemos. O final é redentor, lacrimejante e completamente desnecessário.

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  • Série

    Personagens de Star Trek: Discovery ilustram 11 pôsteres individuais

    3 de agosto de 2017 /

    A rede CBS divulgou 11 pôsteres de “Star Trek: Discovery”, que traz closes individuais de seus personagens centrais, humanos e alienígenas. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e traz uma tripulação formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), e Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), que viverá o primeiro tripulante assumidamente gay de uma série trekker. Além deles, a atração inclui James Frain (série “Orphan Black”) como Sarek, o pai de Spock, klingons vividos por Chris Obi (minissérie “Raízes”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), e participação de Rainn Wilson (série “The Office”) como o trapaceiro Harry Mudd, personagem da série original “Jornada nas Estrelas” dos anos 1960. A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no resto do mundo, pela Netflix.

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