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    Diretora de Selma desenvolve série baseada em trilogia sci-fi premiada

    12 de agosto de 2017 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”) está desenvolvendo uma nova série sci-fi. Ela vai adaptar “Dawn”, premiado livro de Octavia E. Butler, escritora conhecida por juntar temas de ficção científica e questões raciais. “Dawn” é o primeiro volume de uma trilogia inédita no Brasil, conhecida como “Lilith’s Brood” e “Xenogenesis”. Publicado em 1987, a obra gira em torno de Lilith, uma mulher afro-americana que acorda 250 anos após uma guerra nuclear devastar o mundo. Toda a raça humana desapareceu da superfície do planeta, exceto uma pequena quantidade de espécimes, salva e colocada em hibernação por uma raça alienígena. Após o planeta voltar a ser habitável, os alienígenas planejam repopular a Terra, mas em troca da sobrevivência, querem cruzar com os humanos, para originar bebês híbridos que possam evoluir ambas as espécies. Lilith recebe a missão de convencer os demais a aceitar os termos, mas a maioria se horroriza com a proposta. A obra foi premiada com os troféus Nebula e Hugo, principais reconhecimentos da literatura de ficção científica. A adaptação está sendo escrita por Victoria Mahoney, roteirista de “Queen Sugar”, primeira série criada por DuVernay. Ainda não há canal envolvido no projeto, muito menos previsão de estreia. DuVernay teve recentemente sua primeira experiência com sci-fi, ao dirigir a adaptação do clássico juvenil “Uma Dobra no Tempo”, obra de Madeleine L’Engle, para a Disney. Este filme tem estreia marcada para março no Brasil.

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    Karl Urban negocia voltar a viver Juiz Dredd numa série

    12 de agosto de 2017 /

    O ator Karl Urban pode voltar a viver o Juiz Dredd, desta vez numa série. O protagonista do filme de 2012 negocia voltar ao papel em “Judge Dredd: Mega City One”, série em desenvolvimento pelas produtoras IM Global e Rebellion, que foram responsáveis pelo filme estrelado por Urban. “Estou em discussões com eles sobre isso. Eu disse a eles que se escreverem o material e derem a Dredd algo para fazer e derem a ele uma função, eu estarei lá. Eu adoraria”, disse ele em entrevista ao site TrekMovie. O personagem dos quadrinhos britânicos Juiz Dredd foi criado em 1977 por John Wagner, Pat Mills e Carlos Ezquerra. Suas histórias mostram um futuro distópico, onde a justiça e as leis foram substituídas pelos Juízes, que podem prender, sentenciar e até executar criminosos – polícia, juiz e carrasco numa única autoridade. “Judge Dredd: Mega-City One” ainda não tem previsão de estreia, mas pode chegar em 2019 “na melhor das hipóteses”, segundo o produtor executivo Jason Kingsley .

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    Matt Damon e Kristen Wiig encontram casal miniatura na primeira foto de Downsizing

    12 de agosto de 2017 /

    A Paramount divulgou a primeira foto de “Downsizing”, novo filme do diretor Alexander Payne, conhecido por comédias indies como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013). A nova produção também é uma comédia, mas com elementos de sci-fi, como atesta a imagem. O filme se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. A trama gira em torno do casal vivido por Matt Damon (“Perdido em Marte”) e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”), que percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O próprio título faz um trocadilho econômico com a situação. Em inglês, “Downsizing” (diminuir de tamanho) é um eufemismo usado para amenizar palavras como demissão e corte de despesas. O elenco grandioso ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Selecionado como filme de abertura do Festival de Veneza 2017, em 30 de agosto, “Downsizing” tem lançamento marcado apenas para 18 janeiro no Brasil.

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  • Série

    Diretor de Maze Runner desenvolve série sci-fi com roteirista de Fringe

    11 de agosto de 2017 /

    O diretor Wes Ball, responsável pela trilogia distópica “Maze Runner”, está desenvolvendo uma série sci-fi para a rede NBC. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto é intitulado “Mosaic” e se passa num futuro próximo, onde diversos personagens lidarão com problemas de relacionamento diante de tecnologias emergentes. O piloto, que será dirigido por Ball, está sendo escrito por Christine Lavaf (roteirista da série “Fringe”). Os dois também produzirão a atração, caso ela vá em frente, em parceria com a Universal e a Chernin Entertainment. Lavaf também está envolvida num reboot da série clássica “Além da Imaginação” (The Twilight Zone). Já Ball vai estrear no mundo das séries com “Mosaic”. Atualmente, ele dá os últimos retoques na pós-produção de “Maze Runner: A Cura Mortal”, final da trilogia, que tem estreia marcada para 8 de fevereiro no Brasil.

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  • Filme

    Diretor revela que fãs se emocionarão com Carrie Fisher em Star Wars: Os Últimos Jedi

    11 de agosto de 2017 /

    A estreia de “Star Wars: Os Últimos Jedi” será marcada pela despedida da atriz Carrie Fisher, em sua última aparição como a Princesa e General Leia. Apesar do filme não ter sido planejado dessa forma, o diretor Rian Johnson revelou que os fãs terão uma reação forte à jornada da personagem na trama. “Não tinha como sabermos que esse seria o último ‘Star Wars’ de que ela participaria, então não é como se tivéssemos feito o filme pensando em dar um ponto final para a personagem. Mas, depois de assistir a montagem final, fica claro que haverá uma reação muito emotiva ao que ela faz neste filme”, disse o cineasta em entrevista à revista Entertainment Weekly. Johnson não deu maiores detalhes, mas diversos integrantes da produção disseram anteriormente que Leia teria maior destaque na sequência do que teve “Star Wars: O Despertar da Força”. E a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, confirmou que seu papel seria ainda maior no “Episódio IX”, ainda sem título final, que infelizmente precisou ser reescrito após a morte da estrela. Em “Os Últimos Jedi”, Leia terá de lidar com o luto pela morte de Han Solo (Harrison Ford) pelas mãos de seu filho, Kylo Ren (Adam Driver), enquanto ainda comanda a Resistência, abalada pela destruição da República. “Ela sofreu muito. Uuma das coisas que conversei com Carrie antes de começar a escrever, enquanto tentava descobrir qual seria a participação dela neste filme, foi: para onde a personagem iria?”, contou Johnson, que também é roteirista da produção. Um dos caminhos da personagem será um relacionamento maternal com Poe Dameron (Oscar Isaac), que ganhará mais importância dentro da Resistência. “Poe é, de certa forma, um filho adotivo para Leia”, confirmou Oscar Isaac na mesma entrevista. “Mas também acho que ela vê nele o potencial para se tornar um grande líder da Resistência e ir além”. O ator, por sinal, guarda boas lembranças da convivência com Fisher no set da produção. “Uma das minhas coisas preferidas que aconteciam de vez em quando no set era quando Carrie cantava músicas antigas. Sempre que isso acontecia, eu oferecia a minha mão a ela e nós dançávamos valsa pelo set – em uma nave, na base rebelde, em um planeta estranho, ela cantava e nós dançávamos. Tão surreal e lindo pensar nisso agora. Com todo o seu humor delicioso e travesso e aquela energia explosiva, ela também tinha tanta graça. Eu sinto muita falta dela”. “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia em 14 de dezembro no Brasil.

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    Arnold Schwarzenegger será humano no próximo O Exterminador do Futuro

    11 de agosto de 2017 /

    “O Exterminador do Futuro 6” vai mesmo acontecer, com produção do criador da franquia James Cameron e com Arnold Schwarzenegger em papel de destaque. O detalhe é o que, desta vez, Schwarzenegger não interpretará um robô assassino do futuro. Em entrevista ao site Arnold Fans, Cameron revelou que seu velho amigo interpretará o humano que deu origem ao modelo T-800. “Se você olhar para trás, pode se perguntar quem foi o humano que deu origem ao T-800. Por que ele parece e soa como Arnold Schwarzenegger? Deve ter uma razão. Existe um cara que teve seu DNA selecionado e clonada para a máquina. Será que ele trabalhava para a skynet? Por que ele foi escolhido por um motivo? Ou foi tudo acaso? Algumas dessas questões serão respondidas no próximo filme”, disse ele. O longa já está no cronograma de lançamentos da Paramount, após a produtora Skydance renovar seu contrato de distribuição, e deve começar a ser filmado em 2018. A primeira versão do roteiro é esperada para setembro. A nova continuação será a primeira produzida por Cameron desde “O Exterminador do Futuro 2” (1991) e chegará após uma tentativa frustrada de reboot da franquia – “O Exterminador do Futuro: Gênesis” (2015) – , que fracassou nas bilheterias. A participação de Cameron, que criou os personagens e a trama em 1984, representa uma reviravolta há muito aguardada pelos fãs e pelo próprio cineasta. Ele foi obrigado a ceder os direitos da franquia no acordo de seu divórcio com a atriz Linda Hamilton, estrela dos dois primeiros filmes, por isso não teve nada a ver com as sequências produzidas desde então. Mas um cláusula previa que os direitos reverteriam para o diretor após 20 anos. A data vai coincidir com o lançamento do próximo “Exterminador do Futuro”, previsto para 2019. Ocupado com outra franquia chamada “Avatar”, Cameron não irá para trás das câmeras. Ele trabalhará nos bastidores, deixando as filmagens para o diretor Tim Miller (“Deadpool”).

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    Nick Jonas entra na nova sci-fi do diretor de No Limite do Amanhã

    10 de agosto de 2017 /

    O cantor Nick Jonas entrou em “Chaos Walking”, a nova sci-fi de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), que pode originar uma franquia cinematográfica. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele será o filho do vilão, interpretado por Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”), e rivalizará com o protagonista, vivido por Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”). O elenco central ainda conta com Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”). Com o papel, o caçula dos Jonas Brothers demonstra intensão de se dedicar à carreira de ator, após estrelar a elogiada série “Kingdom” e filmar participação na continuação/reboot de “Jumanji”, ao lado de Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”). “Chaos Walking” é uma adaptação do romance “The Knife of Never Letting Go”, escrito por Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”). No Brasil, o livro foi lançado como “O Motivo” e a saga recebeu o nome de “Mundo em Caos”. Adaptada por Jamie Linden (“Querido John”), a trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta a civilização, fazendo com que todos os pensamentos sejam escutados, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (papel de Mikkelsen) culpar os nativos do planeta pelo problema. Resta ao adolescente Todd Hewitt (papel de Holland) tentar impedir o genocídio. Daisy Ridley, por sua vez, interpretará Viola, uma garota descoberta por Todd num lugar onde nenhuma mulher deveria existir. Para complicar ainda mais, ela é a única pessoa que consegue esconder seus pensamentos, tornando-a particularmente ameaçadora para os homens que dominam aquele mundo. A distribuição é da Lionsgate e a previsão de estreia é para março de 2019. Caso o filme seja bem sucedido, há mais dois livros de Patrick Ness que continuam a trama: “A Missão” (The Ask and the Answer) e “A Guerra” (Monsters of Men).

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    Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é a maior estreia da semana

    10 de agosto de 2017 /

    Os cinemas recebem três estreias amplas nesta quinta (10/8), além de quatro lançamentos em circuito limitado. Com maior distribuição, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” marca a volta do cineasta francês Luc Besson à ficção científica, duas décadas após “O Quinto Elemento” (1997). Filme mais caro já produzido por um estúdio europeu, o longa custou US$ 177 milhões e teve um péssimo desempenho nos EUA, caindo abaixo do Top 10 em três semanas. Por outro lado, causou sensação na França. “Valerian” também dividiu a crítica, com exatos 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Os maiores elogios são para os efeitos visuais, considerados deslumbrantes. Já a história, que adapta uma história em quadrinhos dos anos 1960, não convenceu. O visual também é destaque de “Malasartes e o Duelo com a Morte”, filme com mais efeitos digitais já feito no Brasil. Longe de ser uma extravagância como “Valerian”, afinal custou só R$ 9,5 milhões, a comédia utiliza computação gráfica em 40% de sua projeção, o que fez com que passasse dois anos em pós-produção. Dá para perceber: Leandro Hassum (“Até que a Sorte nos Separe”) ainda estava gordo em cena. O filme gira em torno de personagens do folclore e se apresenta como uma comédia caipira. Na trama, o matuto Pedro Malasartes é o homem mais esperto que existe, mas vai precisar se superar para enfrentar ao mesmo tempo o irmão de sua namorada, a Morte e a Parca Cortadeira. Jesuita Barbosa (“Praia do Futuro” e minissérie “Nada Será Como Antes”) vive o herói do título e o elenco ainda inclui Isis Valverde (“Faroeste Caboclo”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Vera Holtz (“TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva”) e Júlio Andrade (“Redemoinho”), como a Morte. “O Reino Gelado: Fogo e Gelo” é a terceira aventura da franquia animada russa, que se inspira na mesma fábula que rendeu “Frozen”. Longe de lembrar o desenho da Disney, a produção computadorizada depende da fama de seus dubladores nacionais para atrair as crianças. A principal estrela é Larissa Manoela, que empresta sua voz à princesa Gerda desde o segundo filme. Neste, ela ainda se junta ao ex-namorado João Guilherme, que estreia na franquia como dublador do aventureiro Rony, um novo personagem que inclui piratas na história. O público infantil ainda tem a opção de “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, mas num circuito bem menor. Vale lembrar que “Diário de um Banana” (2010) chegou ao Brasil sem muito alarde, direto em DVD, o que fez com que as sequências fossem lançadas em poucos cinemas. O novo capítulo representa um reboot da franquia, com a estreia de um novo elenco – incluindo Alicia Silverstone (“Patricinhas de Beverly Hills”) como a mãe. Já a trama é a típica comédia de férias frustadas. “O Estranho que Nós Amamos” recria um western estrelado por Clint Eastwood em 1971. Sob a direção de Sofia Coppola (“Bling Ring”), premiada no Festival de Cannes deste ano, o suspense aumenta e vira quase um terror gótico, passada numa antiga mansão rural à luz de velas. Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Vivem”) vive um soldado ianque ferido na Guerra Civil, socorrido por alunas e professoras de uma escola sulista para meninas, que aos poucos passam a ver o inimigo com outros olhos. Com 78% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o longa é a segunda parceria de Coppola com a atriz Elle Fanning (as duas trabalharam juntas em “Um Lugar Qualquer”) e a terceira com Kirsten Dunst (após “As Virgens Suicidas” e “Maria Antonieta”). Além delas, as atrizes Nicole Kidman (“Olhos da Justiça”) e Angourie Rice (“Dois Caras Legais”) se destacam na seleção de loiras da produção. Duas produções europeias completam a programação limitada. “A Viagem de Fanny” é basicamente a versão feminina de “Os Meninos que Enganavam Nazistas”, que entrou em cartaz na semana passada, mostrando as aventuras de meninas judias em fuga dos nazistas pela Europa dos anos 1940. Bem superior, “O Dia Mais Feliz da Vida de Olli Mäki” é uma estilosa cinebiografia de um boxeador finlandês que se apaixona do dia em que pode se tornar campeão mundial. Filmado em preto e branco, lembra um filme antigo, recriando com perfeição a época e a estética do cinema do começo dos anos 1960. Venceu a mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes em 2016 e o prêmio de “Descoberta do Ano” da Academia Europeia. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers das estreias.

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    Atores de Vikings, Sleepy Hollow e Kingdom entram na 2ª temporada de Westworld

    9 de agosto de 2017 /

    Os atores Gustaf Skarsgård (série “Vikings”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”), Jonathan Tucker (série “Kingdom”) e outros foram confirmados na 2ª temporada de “Westworld”, que receberá reforços para controlar o caos criado ao final do ano inaugural. De acordo com a ficha dos personagens, os três se encontrarão em um ambiente imprevisível durante os novos episódios. Skarsgård vai interpretar um executivo chamado Karl Strand, que se sente à vontade fazendo trabalho de campo. Jackson interpretará Nicholas, um homem encantador e engenhoso que adentra um território inexplorado. Tucker será o Major Craddock, um oficial militar. Além deles, também entraram na atração Fares Fares (série “Tyrant”) como Antoine Costa, um especialista em tecnologia com uma perspectiva objetiva, e Betty Gabriel (série “Good Girls Revolt”) no papel de Maling, que está tentando restaurar a ordem no parque. Anteriormente, a holandesa Katja Herbers (série “The Leftovers”) já tinha sido anunciada como Grace, uma nova frequentadora do parque temático. Eles se juntarão ao elenco já consagrado da 1ª temporada, que inclui Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood, James Marsden, Thandie Newton, Jeffrey Wright, Tessa Thompson, Sidse Babett Knudsen, Jimmi Simpson, Rodrigo Santoro, Shannon Woodward, Ingrid Bolsø Berdal, Ben Barnes, Simon Quarterman Angela Sarafyan, Luke Hemsworth, Clifton Collins Jr, Talulah Riley e Louis Herthum. Até o momento, a HBO e os produtores adiantaram muito pouco sobre os próximos episódios. O casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores da série, só disse que a trama retornará após um avanço no tempo, mas não especificou quanto tempo terá se passado desde o final da 1ª temporada. Entretanto, o trailer sanguinário divulgado durante a Comic-Con mostrou eventos imediatos ao massacre que encerrou a trama. Ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada.

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  • Filme

    Diretor de Deadpool vai filmar o clássico cyberpunk Neuromancer

    9 de agosto de 2017 /

    O diretor Tim Miller, que estreou atrás das câmeras com “Deadpool”, vai comandar outro projeto cercado de expectativas: a adaptação do clássico romance cyberpunk “Neuromancer”, de William Gibson. Segundo o site Deadline, o projeto será realizado pela 20th Century Fox e terá produção de Simon Kinberg – mesmo estúdio e produtor de “Deadpool” – , que assim mantêm o bom relacionamento com Miller e seu estúdio VFX Blur. “Neuromancer” é um dos livros mais importantes da ficção científica contemporânea. Para se ter ideia, foi a publicação que cunhou e popularizou termos como cyberpunk, cyberspace, realidade virtual e levou o universo hacker para a sci-fi. Sua influência é vasta, podendo ser traçada desde “Matrix” (1999) até “Ghost in the Shell” (2017). A adaptação da obra de William Gibson já esteve para acontecer diversas vezes desde o lançamento do livro em 1984. E ironicamente a tecnologia do mundo real até já ultrapassou algumas de suas idéias futuristas. Entre os que foram cotados, na última década, para dirigir a versão de cinema estão o diretor de videoclipes Joseph Khan e o mestre do terror Vincenzo Natali (“O Cubo” e “Splice”). Na história do livro, as pessoas se conectam na internet diretamente pelo cérebro. Um habilidoso hacker, Henry Dorsett Case, vive cometendo atos ilegais no ciberespaço, mas acaba cruzando no mundo virtual com pessoas erradas e tem seu sistema nervoso danificado por uma droga potente, o que o impossibilita de continuar no mundo virtual. Queimado, ele encontra mais trabalho, até ser procurado por uma misteriosa organização que lhe oferece a possibilidade de cura em troca dos seus talentos como cowboy ciberespacial. As filmagens, porém, devem demorar, pois Tim Miller também está envolvido no reboot de “O Exterminador do Futuro”, agora sob produção do criador da franquia original, James Cameron, além da adaptação do romance sci-fi “Influx”, de Daniel Suarez, que será roteirizada por Mark Bomback (“Planeta dos Macacos: A Guerra”).

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    Novo alienígena de Star Wars já é sucesso nas redes sociais

    9 de agosto de 2017 /

    Uma das novas fotos de “Star Wars: Os Últimos Jedi” divulgadas pela revista Entertainment Weekly já virou sucesso nas redes sociais. E não se trata de uma imagem de Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) ou Luke Skywalker (Mark Hamill), mas de um novo alienígena da franquia: um porg. A foto traz o bichinho fofinho ao lado de Chewbacca. Ele parece um mistura de pinguim, cachorro e pokemon com olhos enormes e é uma criatura nativa do planeta Ahch-To, local do primeiro templo Jedi. Segundo explicou o diretor Rian Johnson à revista, ele queria que Luke Skywalker tivesse alguma companhia no planeta onde se refugiou. A ideia dos porgs veio pássaros que, em determinada época do ano, povoam a ilha de Skellig Michael, na Irlanda, onde as cenas do refúgio do último jedi são filmadas. “Se você for a Skellig no momento certo do ano, ela está coberta de puffins, e eles são as coisas mais adoráveis deste mundo. Na primeira vez que eu estava visitando a locação lá, vi esses caras e pensei: eles são parte da ilha. E assim são os porgs nesse universo”. E os porgs já cativaram os fãs, que tomaram as redes sociais para manifestar seu amor pela nova criatura, com direito a memes. “Quando posso comprar meu próprio porg de pelúcia, ‘Star Wars’?”, resumiu uma fã. Veja alguns dos tuítes abaixo. when can I buy my own stuffed animal porg, @starwars??? pic.twitter.com/JfnaUwKZFP — Katie Minard (@KatieMinard) 9 de agosto de 2017 The moment you see Porg for the first time and you give all the money in the world to have one pic.twitter.com/295i9jq0s0 — Shaun Wren (@Shaun_Wren) 9 de agosto de 2017 BB-8 still has a special place in my heart but LOOK AT THIS PORG IT’S SO FREAKING CUTE #StarWars #TheLastJedi https://t.co/z2YV2Oauhg pic.twitter.com/7iWAAYDYM2 — Jessica Derschowitz (@jessicasara) 9 de agosto de 2017 Han Solo reincarnated as a Porg (Star Wars: The Last Jedi, 2017) @starwars @pablohidalgo pic.twitter.com/MsaD9nxga1 — Leo Dicaprio (@mclean_leo) 9 de agosto de 2017 When you and your date have nothing to talk about after 30 minutes pic.twitter.com/CBwU4ziRER — Marc (@MarcSnetiker) 9 de agosto de 2017 Also, hey, I’d like to formally announce that I'm writing a new STAR WARS novel, THE PORG AWAKENS, the first in a BRAND NEW PORG TRILOGY. pic.twitter.com/wP9OtsIKN5 — Chuck Wendig (@ChuckWendig) 9 de agosto de 2017

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    Star Wars: Os Últimos Jedi tem novas fotos e detalhes revelados

    9 de agosto de 2017 /

    A revista Entertainment Weekly dedica a capa de sua próxima edição à “Star Wars: Os Últimos Jedi”, em grande antecipação à temporada cinematográfica de outono nos Estados Unidos. Além de novas fotos, que revelam novos alienígenas – e podem ser vistas abaixo – , a reportagem adiantou um pouco mais da trama, ainda envolvida em algum mistério. Uma das revelações é que, conforme se especulava, o encontro de Rey (Daisy Ridley) com Luke Skywalker (Mark Hamill) não se dará como ela esperava, graças ao motivo que levou o protagonista da trilogia original a se exilar. Esta razão será conhecida e explicará a ausência do herói no primeiro filme da nova trilogia, “Star Wars: O Despertar da Força”. Além disso, Finn (John Boyega) viverá uma nova aventura, agora como herói da Resistência, ao embarcar numa missão glamorosa, junto com uma mecânica chamada Rose Tico (a novata Kelly Marie Tran), para o planeta do cassino Canto Bight. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), “Star Wars: Os Últimos Jedi” estreia no Brasil com tradução errada em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Estúdio quer produzir continuações de Crepúsculo e Jogos Vorazes

    9 de agosto de 2017 /

    Com dificuldades para emplacar um novo sucesso, o estúdio Lionsgate está interessado em produzir continuações para as franquias “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, ambas sucesso em bilheteria. De acordo com o site da revista Variety, o CEO da empresa, Jon Feltheimer, afirmou a acionistas de Wall Street na terça-feira (8/8) que só dependeria do interesse das escritoras Stephenie Meyer, responsável pela saga vampiresca, e Suzanne Collins, autora da ficção científica. “Há muito mais histórias para serem contadas e estamos prontos para realizá-las quando nossos criadores estiverem prontos para contá-las”, afirmou ele. Lançado em 2008, o filme “Crepúsculo” projetou Kristen Stewart e Robert Pattinson e rendeu mais quatro filmes – um deles com cenas filmadas no Brasil – , inaugurando uma febre de adaptações de romances sobrenaturais juvenis. Entretanto, a tendência foi logo substituída por outra mania: sci-fis distópicas, após o lançamento de “Jogos Vorazes”. A mais recente aposta em romance sobrenatural para adolescentes, “Fallen”, foi um fracasso mundial e nem sequer teve lançamento nos Estados Unidos. “Jogos Vorazes” chegou aos cinemas em 2012 e rendeu mais três filmes, transformando Jennifer Lawrence numa estrela popular. Assim como “Crepúsculo”, também lançou tendência, que igualmente foi superada por outra modinha. A própria Lionsgate pagou caro por tentar repetir o fenômeno com a franquia “Divergente”, que ficou sem final após a decisão do estúdio de repetir as estratégias de seus campeões de bilheteria e dividir o capítulo final em dois filmes diferentes. Com o fracasso da primeira parte de seu desfecho, “Divergente” nem sequer foi concluída. A atual tendência juvenil explorada pelos estúdios de cinema decorre do sucesso de “A Culpa É das Estrelas”: romances mórbidos, em que adolescentes doentes se apaixonam. O tema também está se esgotando, conforma mostra a indiferença com que foi recebido “Tudo e Todas as Coisas”, lançado em junho no Brasil.

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