Blade Runner 2049 ganha pôsteres de personagens e comercial estendido com cenas inéditas
“Blade Runner 2049” ganhou sete pôsteres de personagens – um deles, asiático – e um novo comercial estendido de um minuto, com diversas cenas inédias, entre elas a primeira aparição do inglês Lennie James (série “The Walking Dead”). Já os cartazes destacam Harrison Ford, que volta a viver Rick Deckard, o protagonista do filme clássico de 1982, Ryan Gosling (“La La Land”), Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Ana de Armas (“Bata Antes de Entrar”), Sylvia Hoeks (“O Melhor Lance”) e Robin Wright (“Mulher-Maravilha”). Escrita por Hampton Fancher (do primeiro “Blade Runner”) e Michael Green (“Logan”), a continuação gira em torno da investigação de um novo caçador de androides (blade runner), o oficial K (Gosling), que descobre um segredo há muito tempo enterrado com o potencial para mergulhar o que resta da sociedade no caos. A descoberta o leva a uma busca por Rick Deckard (Ford), o ex-blade runner que está desaparecido há 30 anos. “Blade Runner 2049” tem direção de Denis Villeneuve (“A Chegada”) e produção de Ridley Scott, o diretor do longa original. A estreia acontece em 5 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Próximo filme da franquia The Purge será prólogo focado no primeiro expurgo
O quarto “The Purge” será um prólogo. O roteirista e criador da saga distópica James DeMonaco revelou que o próximo filme da franquia, intitulado “First Purge”, contará a história do primeiro expurgo. “O filme vai se passar em Staten Island (Nova York) e mostrará o primeiro expurgo experimental”, ele disse, em entrevista para o site Vulture. “Comecei a me questionar como faria para as pessoas para ficarem no local do primeiro expurgo, e vi que foi por meio da monetização. As pessoas de Staten Island conseguiriam facilmente ir para o Brooklyn de noite, então eles prometem rios de dinheiro para as pessoas mais pobres do bairro. Se tornou uma monetização de assassinato e violência, incentivando mortes e a manter pessoas no bairro para serem as vítimas. Então você vê desde o começo o quanto a ideia do expurgo é grotesca”, ele explicou. Além disso, ele confirmou que as filmagens começam este mês e a estreia vai acontecer no próximo dia 4 de julho. No Brasil, a franquia teve lançamento esquizofrênico por duas distribuidoras diferentes, que nomearam os filmes como quiseram. O primeiro foi batizado de “Uma Noite de Crime” (2013), o segundo de “Uma Noite de Crime: Anarquia” (2014) e o terceiro de… “12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição” (2016). Por isso, a solução para falar de “The Purge” no país é usar o título original em inglês. “First Purge” será o primeiro filme da franquia que DeMonaco não vai dirigir. Ele continua como produtor e roteirista, enquanto a direção ficou a cargo de Gerard McMurray (“O Código do Silêncio”).
Pequena Grande Vida: Matt Damon encolhe no trailer legendado da comédia sci-fi
A Paramount divulgou o trailer legendado e dublado de “Pequena Grande Vida”, como batizou no Brasil o filme “Downsizing”, estrelado por Matt Damon (“Jason Bourne”). Ao som de “Once in a Lifetime”, dos Talking Heads, a prévia explora o caráter lúdico e fantasioso da trama, acompanhando a sensação de maravilhamento de Matt Damon (“Jason Bourne”) diante do admirável mundo novo em que passa a viver após se submeter a um processo de miniaturização. Vale destacar a ironia do título “Pequena Grande Vida”, que é três vezes maior que o original, num filme sobre encolhimento. Além disso, os gênios da tradução também perderam de vista a metáfora econômica. “Downsizing” quer dizer literalmente encolhimento, mas também é a figura de linguagem usada nos Estados Unidos para representar cortes de despesas. A trama se passa num futuro próximo, quando os recursos do meio ambiente estarão em colapso, ampliando a crise financeira mundial. Mas a tecnologia tem uma solução para o problema: miniaturização. O casal vivido por Damon e Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) percebe que sua vida seria muito melhor caso conseguissem encolher, pois a redução de tamanho também reduziria suas despesas. Mas a mulher desiste no último instante, deixando o personagem de Damon sozinho – e em miniatura. O elenco ainda inclui Christoph Waltz (“Django Livre”), Jason Sudeikis (“Família do Bagulho”), Laura Dern (“Livre”), Neil Patrick Harris (“Garota Exemplar”) e Joaquim de Almeida (série “Queen of the South”). Primeira comédia sci-fi de Alexander Payne, conhecido por comédias dramáticas como “Sideways” (2004), “Os Descendentes” (2011) e “Nebraska” (2013), o filme teve première no Festival de Veneza 2017 e chega aos cinemas em 22 de dezembro nos Estados Unidos e apenas em 18 janeiro no Brasil.
2ª temporada de Westworld vai contar origem do parque
A atriz Evan Rachel Wood afirmou, em entrevista à revista Variety, que a 2ª temporada de “Westworld” será ainda mais ambiciosa e abordará a origem e o propósito do parque. “Acho que vocês verão mais do que ‘Westworld’ é capaz, um pouco mais da história de como ele se tornou isso e por que está lá. Há muitas peças se juntando”, ela contou, no estúdio da publicação no Festival de Toronto. Veja mais da entrevista no vídeo abaixo. Série mais premiada do Creative Arts Emmy 2017 (empatada com “Stranger Things”), “Westworld” ainda não teve a data de estreia de sua nova temporada revelada, mas provavelmente será na primavera norte-americana (entre março e maio) no canal pago HBO. Evan Rachel Wood shares first details about #Westworld season 2, which is currently filming (Watch) #VarietyStudio presented by @att pic.twitter.com/TfVkvA0frO — Variety (@Variety) September 11, 2017 ”
Star Trek: Discovery ganha sete vídeos e 15 fotos de sua tripulação
A rede CBS divulgou cinco novos trailers, duas cenas e 15 fotos inéditas da tripulação de “Star Trek: Discovery”. As prévias são marcadas por tom dramático e muitas cenas de ação, com mais efeitos visuais que qualquer outra série do universo trekker, destacando combates contra os klingons. A série se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009) e a tripulação fotografada é formada pelos personagens de Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”), Clare McConnell (“Dim the Fluorescents”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”) e o maquiado Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”). Já os klingons são vividos por Chris Obi (série “American Gods”) e Mary Chieffo (“Natural Disasters”). A estreia está marcada para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, a série será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional (inclusive no Brasil), na proporção de um episódio por semana.
4ª temporada de Black Mirror ganha primeiras fotos e teaser
A Netflix divulgou um teaser e as duas primeiras fotos oficiais da 4ª temporada da série de antologia “Black Mirror”. Enquanto o vídeo destaca os nomes dos episódios, as fotos ressaltam o clima sci-fi da produção e são referentes aos episódios “Arkangel” e “USS Callister”. Este último tem visual decalcado da série “Star Trek” e traz Jesse Plemons (série “Fargo”) na cadeira do capitão. Já a imagem de “Arkangel” mostra a atriz Rosemarie Dewitt (“La La Land”) e foi dirigido por Jodie Foster (“O Jogo do Dinheiro”). A temporada passada foi marcada pela participação dos cineastas Joe Wright (“Orgulho e Preconceito”), Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”) e James Watkins (“Sem Saída”). Neste ano, os novos episódios terão, além de Foster, outro cineasta famoso. John Hillcoat, diretor dos filmes “A Estrada” (2009) e “Os Infratores” (2012), comanda o capítulo “Crocodile”, que contará com a atriz Andrea Riseborough (“Oblivion”). A 4ª temporada terá ao todo seis episódios, que, como de praxe, foram escritos pelo criador da série, Charlie Brooker. Mas ainda não há previsão para a estreia.
Spin-off de Doctor Who, Class é cancelada na 1ª temporada
A rede britânica BBC confirmou o cancelamento da série “Class”, spin-off de “Doctor Who”, após uma temporada. A notícia já circulava desde fevereiro, mas como a série só foi exibida a partir de abril nos Estados Unidos, os produtores aguardaram alguns meses para oficializar. A atração estreou em outubro do ano passado no Reino Unido e teve apenas oito episódios produzidos. E nem a participação de Peter Capaldi como Doctor Who no primeiro episódio ajudou “Class” a decolar. A estreia foi disponibilizada antecipadamente no aplicativo BBC iPlayer, onde foi assistida por 550 mil pessoas. E esta foi a maior audiência registrada pela série, seja online ou em suas “reprises” televisivas. Criada por Patrick Ness (roteirista de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), “Class” chegou a ser descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica, por girar em torno de um grupo de alunos de uma famosa escola fictícia, a Coal Hill School – cenário do primeiríssimo episódio de “Doctor Who”, o clássico “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. O elenco incluía Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”) como uma professora e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah como os alunos, que enfrentavam seus piores medos, transitando entre uma vida de amigos, pais, trabalho escolar, sexo, tristeza e, possivelmente, o fim do mundo em algum ataque alienígena.
Diretor explica porque a tradução brasileira de Star Wars: Os Últimos Jedi está errada
O diretor Rian Johnson já tinha explicado que a tradução correta de “Star Wars: The Last Jedi” era singular. Agora, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele confirmou quem é “O Último Jedi”, deixando ainda mais vexaminosa a tradução brasileira do título do filme. “Está no texto de abertura de ‘O Despertar da Força'”, explicou Johnson. “Luke Skywalker é o último Jedi. Sempre há espaço para reviravolta nesses filmes – tudo depende de um certo ponto de vista -, mas, entrando em nossa história, ele é o legítimo último Jedi”. De fato, o texto de abertura de “Star Wars: O Despertar da Força” é claro, chamando Luke Skywalker de “O Último Jedi” em seu primeiro parágrafo. “Tradução” de títulos parece não ser mesmo o forte da Disney. Depois de mudar completamente o nome do quinto “Piratas do Caribe” para o Brasil e outros países, o estúdio realmente meteu os pés pelas mãos ao multiplicar jedis em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O título nacional do próximo “Star Wars” está definitivamente errado no Brasil. Mas não dá para colocar a culpa exclusivamente nos tradutores nacionais. A corporação mandou o mesmo memorando para a Espanha, França, Itália e Alemanha, que tascaram o plural em seus cartazes. Só que os responsáveis podiam evitar este vexame se tivessem perguntado ao diretor. Ou conferido a abertura do filme anterior da franquia, que é simplesmente a maior bilheteria da história da Disney. Reveja abaixo a abertura de “Star Wars: O Despertar da Força” e confirme que Luke Skywalker é “O Último Jedi” de uma vez por todas.
Star Wars: Os Últimos Jedi revela 80 artes produzidas para livros, cards e outros produtos da franquia
Oitenta artes produzidas para os mais diferentes projetos de “Star Wars: Os Últimos Jedi” foram divulgadas durante evento da franquia espacial da Lucasfilm no fim de semana. São imagens de álbuns ilustrados, coleções de figurinhas (trade cards), pôsteres decorativos, livros de referência e outros projetos colecionáveis. As artes destacam todos os personagens da continuação, além de revelar mais detalhes visuais de novos alienígenas e uniformes da guarda pretoriana da Nova Ordem. Escrito e dirigido por Rian Johnson (“Looper”), o filme estreia no Brasil em 14 de dezembro, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas é superficialmente deslumbrante
Luc Besson não é o melhor dos realizadores quando o assunto é roteiro, diálogos e dramaticidade. Mesmo quando faz filmes históricos, como foi o caso de “Joana D’Arc” (1999). Seu novo filme, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (2017) guarda parentesco com um de seus trabalhos mais marcantes, a aventura sci-fi “O Quinto Elemento” (1997), e é puro visual, a ponto de praticamente dispensar a trama. Vinte anos separam os dois filmes, mas há muito em comum neles, principalmente a ambição e o capricho na direção de arte de espaços inventados e incrivelmente belos e coloridos. E pode-se dizer isso num momento em que efeitos digitais raramente impressionam. O filme de Besson tem imagens tão espetaculares que nem mesmo os óculos escuros do 3D conseguem atrapalhar. Ao contrário, é um dos raros exemplares em que a tecnologia soma pontos ao filme. A produção mais cara da história do cinema europeu é uma adaptação dos quadrinhos franceses do herói espacial Valerian, criado em 1967, o ano mais lisérgico do século 20. Até por isso, o filme flui como uma espécie de viagem de ácido, gerando uma das mais bonitas e interessantes experiências sensoriais dos últimos anos. O problema é a dificuldade que Besson tem em transformar seus filmes em algo um pouco mais elaborado, no que diz respeito à construção dos personagens, aos diálogos (algumas vezes constrangedores) e à narrativa em si, que é bem problemática. Por isso, o melhor é se perder na viagem, compensando com a beleza da paisagem os inúmeros problemas da produção, que já começam com a escalação de Dane DeHann (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) no papel-título, cuja personalidade sorumbática não combina com o personagem. Por outro lado, a modelo e atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) está muito bem como Laureline, a parceira do herói na aventura, que chega a eclipsar o protagonista com o charme, beleza e inteligência da personagem. Mas falta química à dupla. Um dos detalhes que mais chama a atenção em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” é sua semelhança com o universo e trama de “Star Wars”. Entretanto, desta vez não se trata de plágio. Os quadrinhos de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières foram mesmo grande influência para a franquia de George Lucas. Há até mesmo um vilão parecidíssimo com Jabba the Hutt. Quanto às apontadas semelhanças dos Pearls com os Na’vi de “Avatar”, talvez isso tenha sido puramente acidental. Também se destaca a ação non-stop, que soma o gosto do próprio Besson pelo cinema de aventura hollywoodiano com o ritmo dos quadrinhos, que se caracterizam por dar pouco espaço para um respiro – no filme, os poucos momentos de tranquilidade são aqueles em que Valerian tenta convencer sua parceira Laureline a casar com ele. A ausência de uma construção narrativa satisfatória é compensada por essa bagunça de certa forma divertida, sustentada por um dos mais brilhantes trabalhos de direção de arte e efeitos visuais do cinema contemporâneo. O problema é que a produção dura duas horas e nem mesmo a paisagem mais linda do mundo é capaz de sustentar um fiapo de trama por tanto tempo.
Paul Bettany entra no filme derivado de Star Wars sobre a juventude de Han Solo
As filmagens do longa derivado de “Star Wars” sobre a juventude de Han Solo ganharam um reforço de peso. O diretor Ron Howard (“Inferno”) publicou uma foto do set em seu Twitter, em que aparece ao lado de Paul Bettany (“Capitão América: Guerra Civil”). O papel do ator ainda não divulgado, mas, segundo a revista Variety, ele substituiu Michael K. Williams (série “The Night Of”), que teve sua participação cortada por ter ficado indisponível para refilmagens. Originalmente, o filme estava sendo dirigido pela dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Anjos da Lei”), mas reclamações do roteirista Lawrence Kasdan (“Star Wars: O Despertar da Força”) sobre o tom de comédia da produção chamaram atenção da presidente da Lucasfilm Kathleen Kennedy, que optou por demiti-los. No lugar da dupla, entrou o veterano Ron Howard e a produção ganhou nova dinâmica. Ainda sem título oficial, o filme tem previsão de estreia para o dia 24 de maio no Brasil. The Outer Rim just got a little bit wilder #PaulBettany #ForceFriday pic.twitter.com/KzuAwhcIXy — Ron Howard (@RealRonHoward) September 1, 2017
Killjoys é renovada para mais duas temporadas
O canal pago Syfy renovou “Killjoys” para mais duas temporadas. Serão ao todo mais 20 episódios, que deverão encerrar a série, segundo comunicado da NBCUniversal. A confirmação veio horas antes da exibição do final da 3ª temporada, que aconteceu na noite de sexta-feira (1/9) nos Estados Unidos. Criada por Michelle Lovretta (também criadora de “Lost Girl”), a série segue um trio de caçadores de recompensas interplanetárias – a líder rebelde Dutch (Hannah John-Kamen) e dois irmãos, o nerd de computação John Jaqobis (Aaron Ashmore) e o militar tático D’avin Jaqobis (Luke MacFarlane) – à beira de uma guerra multiplanetária. A atriz britânica Hannah John-Kamen ganhou grande projeção após estrelar a série, conquistando papéis em filmes como “Tomb Raider”, “Jogador Nº 1” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Mas a trama é intrincada demais, repleta de gírias, mitologia hermética e referências sci-fi que beiram a alienação – discussões em fóruns revelam que nem os fãs conseguem entender tudo o que os personagens falam. Mas a produtora Universal adora, pelo que disse Bill McGoldrick, vice-presidente de Enterternimento da NBCUniversal Cable. “Liderado por Lovretta e conduzida por uma excelente narrativa, estamos entusiasmados por trazer ‘Killjoys’ de volta para suas duas temporadas finais”, ele elogiou, em comunicado. “O final da temporada define o tom de mudança de jogo para os capítulos finais das aventuras espaciais dos nossos caçadores de recompensas, e mal podemos esperar pelo nosso talentoso elenco e equipe para trazer à vida o que certamente será uma jornada épica que deixará nossos fãs apaixonados e a beira de seus assentos”. A renovação aconteceu no mesmo dia em que o Syfy cancelou “Dark Matter”, sua outra série espacial de verão. Melhor resolvida narrativamente, esta série sai do ar depois de três temporadas sem concluir sua trama, deixando os fãs frustrados com um cliffhanger igualmente de “mudança de jogo”, que não terá solução. Detalhe: “Killjoys” e “Dark Matter” registram basicamente a mesma audiência.
Dark Matter é cancelada após final da 3ª temporada
O canal pago americano SyFy cancelou a série “Dark Matter” no final de sua 3ª temporada. A confirmação foi revelada uma semana após a exibição do último episódio, encerrado com um grande cliffhanger. Ou seja, a série foi concluída sem um final para sua trama. “É com grande tristeza que confirmo a notícia”, escreveu o criador Joseph Mallozzi em seu blog. “Dizer que estou incrivelmente desapontado seria o mínimo… Eu só quero agradecer sinceramente a minha incrível equipe, meu elenco maravilhoso e a todos vocês, nossos incríveis fãs. Vocês mereciam algo melhor.” Apesar de um começo vacilante, a atração tinha melhorado muito na atual temporada, em parte porque os personagens tiveram oportunidade para serem desenvolvidos e se tornaram mais simpáticos do que em sua premissa inicial. Mas a audiência caiu cerca de 10% em relação ao público do ano anterior, girando em torno de 600 mil telespectadores ao vivo por episódio. “Dark Matter” surgiu originalmente como uma minissérie de quadrinhos em 2012, criada pelos roteiristas Joseph Mallozzi e Paul Mullie, responsáveis pela cultuada série espacial “Stargate Universe” – também cancelada pelo SyFy sem final apropriado. A trama acompanhava um grupo formado pelos criminosos espaciais mais procurados do universo, que, após perder a memória, começam a agir como se fosse um time de heróis. Eles tentam navegar alianças num futuro em que os governos dos planetas foram substituídos por grandes corporações, a bordo da nave Raza, equipada com uma tecnologia de navegação revolucionária. O elenco canadense destacava alguns atores conhecidos do gênero, como Roger R. Cross (série “Continuum”), Anthony Lemke (série “The Listener”), Zoie Palmer (série “Lost Girl”), Jodelle Ferland (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1”) e Alex Mallari Jr. (série “True Justice”), mas quem acabou roubando a cena foi a estreante Melissa O’Neil (revelação do reality show “Canadian Idol”).












